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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Sua história não é feita de boletos pagos, mas sim de experiências vividas



Organizar a vida financeira é um grande desafio para muitos, e por isso a premiação em dinheiro ainda é vista como a melhor forma reconhecimento pelas empresas. No entanto, ao ter esse pensamento deixamos de lado as oportunidades de viver momentos mais felizes. Afinal, você batalhou tanto para superar a meta proposta pelo chefe que merece aproveitar da melhor forma.
Promover uma experiência obriga o colaborador a viver algo diferente. Isso dá o real significado às premiações – o reconhecimento por ter feito a diferença. 

Oferecer um momento diferente ao colaborador vai estimular sua criatividade e aumentar seu bem-estar.

Cabe ao gestor ser um agente motivador da equipe e uma ação que promova experiências pode ser a chave para essa motivação. As campanhas de incentivo só têm significado quando mostram que o colaborador não é apenas um número no registro da folha de pagamento, mas sim parte da essência de uma organização.


Para guardar na memória, e não na gaveta

Uma experiência pode ajudar a integração do grupo ou da equipe e vai gerar valor à história do colaborador. As pessoas precisam viver momentos inesquecíveis, com experiências inesperadas para ter bem-estar. E assim voltam no dia seguinte e contam para os colegas experiência vivida e isso gera uma espiral positiva no ambiente corporativo.

O valor percebido de uma experiência é maior que um bônus em dinheiro. Seja colaborador ou cliente, a realização de vivenciar um momento especial faz com que a felicidade causada pela premiação seja permanente. Isso porque quando ganhamos esse presente, seja uma viagem, um salto de paraquedas ou um day spa, somos surpreendidos e tomados de alegria.

Nessa modalidade de premiação a experiência começa quando a pessoa recebe o voucher. Tudo vira expectativa, desde escolher, marcar a data até o dia de vivenciá-la. Depois disso, a sensação perdura e se incorpora à história pessoal. 

Ao contrário de um produto ou o dinheiro em si, uma experiência gera lembranças permanentes que saem da gaveta e nos acompanham pela vida. E são essas memórias que fazem nossa vida valer a pena.

Esse conceito de premiação e reconhecimento de funcionários e colaboradores traz a oportunidade do indivíduo realizar coisas que provavelmente não faria ou investiria por conta própria, mas que são completamente realizadoras e, porque não, agentes de transformação. Ao contrário do que possa parecer, não é preciso aplicar uma quantia astronômica: com pouco investimento é possível implantar as mais diversas campanhas de incentivo, fazendo com que cada um se sinta importante e reconhecido.

Que tal refletir sobre o que realmente vale a pena? Antes de tudo, é preciso entender que a vida precisa ser vivida. Experiência não se tira ou se perde. Um carro pode ser roubado, a joia pode se perder, ou até virar produto no Mercado Livre, mas as experiências proporcionadas, ficam na lembrança, se incorporam à história pessoal e são para o resto da vida. 





André Susskind - empresário e administrador





Cresce a procura por simulador 3D de anatomia com nova lei que proíbe cobaias em faculdades



Plataforma de simulação em anatomia de startup brasileira já é utilizada em cerca de 30 cursos de medicina humana e veterinária no País


A procura por simuladores de anatomia tem crescido significativamente nas universidades e faculdades do estado de São Paulo. O motivo é a recente aprovação pela Assembleia Legislativa de SP do projeto de lei (PL 706/2012) que proíbe o uso de cobaias em instituições de ensino no território paulista.

Também conhecida por Lei Anticobaia, aprovada no último dia 22 de junho, a ideia do projeto é poupar principalmente os animais de sequelas e até da morte por conta do manuseio e procedimentos em salas de aula.



Desde então, a Csanmek, startup brasileira especializada em sistemas para o mercado educacional, tem recebido dezenas de pedidos para fornecer a Plataforma 3D de Anatomia, que funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano.

Atualmente o equipamento é utilizado em 30 cursos de medicina humana e veterinária no Brasil e segue a tendência mundial de trocar corpos humanos e animais por plataformas digitais de dissecação virtual em cursos de formação superior.

Entre as instituições que possuem a tecnologia estão a Faculdade das Américas (São Paulo-SP), a Uninove (5 unidades em São Paulo-SP) a Universidade de de São Caetano do Sul (São Caetano do Sul-SP), a São Leopoldo Mandic (Campinas-SP), a Faculdade Claretiano (São Paulo-SP), a Faculdade Barão de Mauá (Ribeirão Preto-SP) e a Faculdade Guanambi (Bahia), entre outras.

Segundo o fundador da Csanmek, Claudio Santana, a solução foi desenvolvida por uma equipe amplamente qualificada, com décadas de experiência em diagnósticos e imagens médicas. "Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas", comenta Santana.


 




 



Advogado alerta a importância de contestar juros abusivos



Empréstimos e financiamentos com taxas excessivas são a "bola da vez" no mercado. Será que você já foi vítima?


O sonho de ter a casa própria não pode virar um pesadelo. Empréstimos ou financiamento de imóveis e veículos necessitam de cautela pois as taxas de juros podem ser bem altas e até mesmo abusivas.     

O especialista da Bittencourt Marins Sociedade de Advogados, Rafael De Angelis alerta que atualmente não há um valor fixo de referência nos tribunais brasileiros para descobrir se o seu contrato apresenta juros abusivos.

“Até 2003 existia um número nos debates na Justiça, baseado no artigo 192 da Constituição Federal, instituições financeiras não poderiam cobrar mais de 12% juros ao ano”, explica o advogado.    

No entanto, depois da nova redação dada pela Emenda Constitucional número 40, essa regra “caiu por água abaixo”. Desde então não há limitações para o sistema bancário na cobrança de juros.

Sem um “manual de instrução”, há somente decisões judiciais que interpretam como juros abusivos as taxas que estão muito acima das praticadas normalmente no mercado. “É extremamente ampla essa decisão judicial, não é uma unidade de medida na qual podemos calcular e chegar a algum ponto final”, explica De Angelis.

Apesar das dificuldades, se ainda acredita que está sofrendo uma cobrança indevida, o advogado explica que é importante contestar e negociar com o banco, já em posse de toda documentação necessária para comprovar a ação abusiva.     

Entretanto, caso ainda seja necessário, há a possibilidade de abrir uma ação judicial e aguardar que a justiça determine a revisão da dívida.






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