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quinta-feira, 19 de março de 2026

R3 Viagens alerta: guerra no Oriente Médio e risco de greve no Brasil mudam a lógica das viagens corporativas em 2026

Agência reforça investimentos em inteligência artificial e BI com machine learning para apoiar empresas na revisão de políticas de viagem, rotas e compras antecipadas em um cenário de alta do combustível de aviação e instabilidade logística.

 

A R3 Viagens, agência especializada em viagens corporativas com sede em São Paulo, está alertando o mercado para os efeitos combinados da alta do combustível de aviação, do conflito no Oriente Médio e do risco de uma nova greve de caminhoneiros no Brasil sobre o custo e a segurança das viagens de negócios em 2026. Segundo a empresa, esse cenário já se traduz em aumento de tarifas, cancelamentos de rotas e maior instabilidade operacional em diversos continentes, o que torna urgente a revisão das políticas de viagens, do desenho de rotas e da estratégia de compras antecipadas com base em dados e gestão de risco estruturada.

Desde o início da escalada envolvendo o Irã, o querosene de aviação saiu de uma faixa em torno de US$ 85–90 por barril para patamares próximos de US$ 150–170, comprimindo margens e pressionando companhias aéreas a repassarem custos ao passageiro. Em mercados internacionais, companhias como Qantas, Thai Airways e Air India anunciaram aumentos de tarifas e sobretaxas de combustível em voos de longa distância, com acréscimos específicos em rotas para Europa e América do Norte. Ao mesmo tempo, empresas como SAS, Air New Zealand e outras vêm ajustando capacidade, cancelando milhares de voos e redesenhando trechos domésticos e internacionais para tentar equilibrar custo e demanda.

No eixo das rotas, o conflito levou à suspensão e redirecionamento de voos em diferentes países do Oriente Médio. Companhias que operavam para destinos como Tel Aviv, Beirute, Amã, Bagdá, Dubai, Doha e Abu Dhabi revisaram malhas, cortaram frequências ou suspenderam temporariamente operações, impactando conexões que antes eram estratégicas para ligações entre Europa, Ásia e África. Isso aumenta a relevância de hubs alternativos considerados mais estáveis, como Lisboa, Paris e Istambul, na construção de rotas corporativas que equilibrem tempo de viagem, custo e segurança operacional – exatamente o tipo de análise técnica que a R3 afirma estar fazendo diariamente para seus clientes.

No Brasil, além do impacto indireto da alta do combustível de aviação nas tarifas domésticas e internacionais, a retomada da pauta de uma possível nova greve de caminhoneiros reacende o risco de desabastecimento e gargalos logísticos, como os vividos em 2018, quando uma paralisação de vários dias afetou o fornecimento de combustíveis e insumos em todo o país. Para a R3, essa combinação de pressão de custos no ar e potencial instabilidade em terra torna inviável manter modelos de gestão de viagens baseados apenas na compra pontual de passagens e em decisões isoladas por área ou por viajante.

Para o CEO da R3 Viagens, Roberto Ruiz Júnior, o tema deixou de ser apenas operacional e passou a ser estratégico.

“As viagens corporativas são uma das maiores despesas que uma empresa consegue de fato controlar. Quando somamos conflito geopolítico, volatilidade do combustível e risco logístico interno, como uma eventual greve de caminhoneiros, a diferença entre ter ou não uma política de viagens bem estruturada é literalmente a diferença entre proteger margem ou perder dinheiro mês após mês.”

“Na R3, nosso compromisso é transformar esse cenário de incerteza em governança: dados em tempo real, rotas tecnicamente avaliadas e decisões baseadas em risco, e não em improviso”, complementa Ruiz Júnior.

 

Análise técnica: combustível, rotas e comportamento de compra

A R3 Viagens estrutura sua leitura técnica em três eixos centrais: combustível, malha/rotas e comportamento de compra.

No eixo combustível, a equipe acompanha a evolução do custo do querosene de aviação e modela cenários de impacto sobre o budget de viagens. Isso inclui simular, por exemplo, quanto um aumento de 10% a 20% no custo do combustível pode significar em crescimento de despesa anual em diferentes carteiras de rotas (domésticas, regionais e intercontinentais) e que ajustes de política são necessários para absorver esse impacto sem comprometer resultados.

No eixo de malha e rotas, a R3 analisa:

·         a exposição de cada itinerário a regiões de conflito ou a espaços aéreos sujeitos a restrições;

·         a dependência de hubs altamente sensíveis a eventos geopolíticos ou instabilidades locais;

·         a existência de hubs alternativos com maior estabilidade e oferta de voos em caso de reacomodação.

A partir dessa leitura, a agência tem recomendado, por exemplo, priorizar conexões em hubs consolidados e vistos como mais estáveis, mesmo que isso acrescente uma pequena parcela no tempo total de viagem, em vez de optar por atalhos que passem por regiões mais tensas ou com malha sujeita a cortes e cancelamentos. Em muitos casos, a rota “mais barata e direta” no curto prazo se mostra mais arriscada e potencialmente mais cara no longo prazo, quando se consideram remarcações, perdas de conexão e impactos para a agenda do executivo.

No comportamento de compra, a R3 utiliza dados históricos das próprias empresas para mapear:

·         qual é a antecedência média de emissão por perfil de viajante e centro de custo;

·         onde estão os maiores desvios em relação à política (emissão em cima da hora, upgrades sem autorização, reservas em canais fora do programa);

·         quanto se poderia economizar ao migrar para uma janela alvo de compra, especialmente em rotas internacionais de alta demanda.

Com esses insumos, a agência consegue demonstrar, com números, o potencial de economia ao antecipar emissões em determinados corredores (por exemplo, Brasil–Europa ou Brasil–Estados Unidos) de uma média de 15–20 dias para um patamar de 60–90 dias, além de orientar quais rotas devem ter acordos específicos com fornecedores e quais precisam de regras de maior flexibilidade.

 

IA, BI com machine learning e R3 Insights: tecnologia como base da decisão

Para sustentar esse nível de detalhamento, a R3 Viagens vem investindo de forma consistente em inteligência artificial e Business Intelligence próprios. O BI da empresa integra dados de reservas, bilhetes, reembolsos, remarcações, políticas internas, centros de custo e indicadores ESG em uma única camada analítica, sobre a qual são aplicados modelos de machine learning.

Esses modelos são usados para:

·         identificar padrões de gasto e de comportamento de compra por área, cargo, rota e período;

·         apontar riscos de não conformidade com a política de viagens antes que eles se tornem recorrentes;

·         prever tendências de aumento de custo em determinados trechos com base em histórico, sazonalidade e comportamento recente;

·         sugerir ajustes de política e de acordos com fornecedores com base em dados reais de utilização.

Um dos principais produtos dessa camada tecnológica é o R3 Insights, plataforma proprietária desenhada para transformar dados de BI em recomendações práticas para gestores de viagens. A ferramenta consolida, em relatórios automatizados, os principais indicadores de cada cliente – como economia gerada, oportunidades perdidas por compras tardias, rotas mais críticas, nível de aderência por área, emissões de CO e possíveis frentes de renegociação – e traduz tudo isso em linguagem executiva.

Esses relatórios são enviados com frequência definida em conjunto com o cliente (por exemplo, quinzenal ou mensal), diretamente por e-mail e também por WhatsApp, permitindo que CFOs, gestores de compras, RH e liderança tenham visibilidade clara do programa de viagens sem precisar acessar dashboards complexos todos os dias.

“Com o R3 Insights, o objetivo não é apenas mostrar gráficos, mas orientar decisões”, explica Wilson Silva, diretor de Marketing e Tecnologia da R3 Viagens.

“Em um ambiente em que o preço do querosene muda em dias e malhas aéreas são redesenhadas em semanas, o gestor que não enxerga dados em tempo real está sempre reagindo tarde demais.”

“Por isso, conectamos nosso BI de viagens a indicadores de custo, performance e ESG, para que o cliente visualize, em um único painel, o impacto de cada rota, de cada política e de cada decisão de compra antecipada. A tecnologia é o que permite transformar risco em estratégia e volatilidade em vantagem competitiva”, afirma Silva.

 

Recado ao mercado: 2026 exige política, dados e rota bem desenhada

Com foco em empresas de médio e grande porte e times que viajam com frequência, a R3 Viagens defende que 2026 é um ano em que geopolítica, combustível, logística e demanda reprimida se combinam de forma inédita, tornando insustentável a gestão de viagens baseada apenas em compras pontuais e decisões descentralizadas.

“A mensagem que estamos levando aos clientes é objetiva: este é o momento de revisar políticas de viagens, alinhar governança com finanças e RH, redesenhar rotas estratégicas e colocar dados de verdade no centro da decisão”, resume Roberto Ruiz Júnior. “Empresas que fizerem isso agora vão atravessar o período de turbulência com mais segurança, previsibilidade e vantagem competitiva em relação à concorrência.”

 

R3 Viagens
https://r3viagens.com.br/


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