Muita gente tenta sumir com as manchas
do melasma, não consegue e acaba até pensando que é impossível, mas
especialista explica o erro nesse pensamento
Unsplashed
O melasma é considerado uma das principais doenças de pele do século 21 - e não é por acaso. Afinal, a condição crônica, caracterizada por manchas escuras, principalmente no rosto, é muito afetada por fatores modernos. A exposição solar acumulada, o calor (estresse térmico), a luz visível e a luz azul (de telas de computadores e smartphones), por exemplo, podem desencadear ou agravar o problema.
Por isso mesmo que, cada vez mais, profissionais como Tereza Scardua, especialista em pele e no tratamento do melasma, atendem em suas clínicas pessoas que buscam um tratamento eficaz para a condição, que muitas vezes afeta não apenas a aparência, mas também a autoestima.
E quem sofre com melasma faz algum tempo sabe: muitos dos tratamentos para a condição, apesar de realmente sumirem com as manchas na pele por algum tempo, não duram muito. As manchas rapidamente voltam a surgir, às vezes até piores do que antes. Tudo isso faz, inclusive, com que corra muito por aí o mito de que não é possível conseguir uma solução mais duradoura para o melasma.
Porém, isso não é verdade, segundo a especialista em pele e referência no tratamento de melasma - o problema é que a forma de tratar a condição está, muitas vezes, focando na coisa errada. Isso porque as manchas não são o melasma em si, mas sim um alerta para ele.
Pare para refletir: quando você percebe que está com febre, você logo tenta descobrir o que está por trás desse sintoma, pois sabe que ele só está aparecendo por conta de alguma doença. Você não trata a febre em si como se ela fosse a infecção. E o mesmo deve se aplicar às manchas do melasma.
“Não adianta mascarar o aviso.
É preciso corrigir o motivo que o provocou”, reforça a Dra.
Tereza Scardua, que é criadora do método Line Skin.
O que causa o melasma e como
tratá-lo?
Basicamente, existe uma série de problemas de desequilíbrio na pele que podem contribuir para o surgimento das manchas: inflamação crônica, alteração das fibras colágenas, alteração na vascularização e na comunicação entre as células, etc. Por isso, para que as manchas sumam, é necessário devolver a saúde da pele de dentro para fora.
“O que muda o destino da pele não é o clareamento superficial. É renovação do tecido!”, diz a especialista. Isso exige um tratamento que consiga, por exemplo, eliminar células com mutação e controlar inflamações silenciosas.
É por conta desse tipo de pensamento que o método Line Skin, criado por Tereza Scardua, consegue promover a remissão duradoura e real do melasma em muitos casos. Porque ele renova a pele, e não apenas foca em clarear as manchas temporariamente. O método, que é usado ainda para tratar cicatrizes de acne, olheiras e rejuvenescer a pele, é conhecido como “primo do fenol” e utiliza ácidos específicos para um peeling.
“O Line Skin nasceu do desejo de desenvolver as pessoas o frescor do tempo sem alterar sua identidade. A verdadeira harmonização não transforma o rosto em outro, ela apenas revela o melhor daquilo que já existe de forma segura, respeitosa e baseada em evidências científicas”, explica Tereza.
Porém, sua maior inovação mesmo é
justamente no tratamento contra o melasma, por conseguir resultados muito mais
duradouros do que outros métodos. “Tenho casos de pacientes em remissão há mais
de 4 anos após o tratamento com o Line Skin”, diz a especialista.
Tereza Scardua - Cientista da estética e pesquisadora, Tereza Scardua é referência em melasma, especialista em pele e tratamento, e criadora do método Line Skin. Formada pela Universidade do Espírito Santo, ela é mestre pela Universidade Federal de São Paulo e pela Universidade de São Paulo, além de pós-graduada pelo Hospital Sírio-Libanês. Coordenou um dos primeiros cursos de pós-graduação em Harmonização Orofacial do país, com mais de 8 mil pacientes atendidos e mais de 6 mil alunos formados. Acompanhe Tereza no Instagram @terezascardua
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