Voluntariado é
peça-chave da cultura corporativa do Grupo, que tem 35% dos 7.000 colaboradores
inscritos em plataforma do Instituto Sabin
No Dia
Nacional do Voluntariado, 28 de agosto, o Instituto Sabin lança um edital
interno para financiar 25 iniciativas indicadas pelos colaboradores, com o
aporte de R$ 500 para cada, dentro da programação do Mês do Voluntariado. Esta
é uma das diversas iniciativas do Grupo que coloca a filantropia no centro da cultura
corporativa, tanto como ferramenta para promover o bem-estar
do próximo quanto para desenvolvimento dos próprios funcionários.
“Atuamos
para fortalecer o voluntariado corporativo nas regionais em que o Grupo Sabin
está presente, promovendo iniciativas que atendem às demandas específicas de
cada comunidade e ampliam o impacto social de suas atividades”, explica o
gerente executivo da organização social, Gabriel Cardoso.
A
iniciativa integra
um dos eixos estratégicos do Instituto (Engajamento
Social e Filantropia), e é organizado em dois
perfis: líderes de impacto, para os que mantém compromisso continuado,
totalizando 70 pessoas, e voluntários gerais, que oferecem uma atuação pontual.
Estes somam mais de 2.500 colaboradores
cadastrados.
A operação
acontece por meio de uma plataforma, com cadastro, criação/convite de ações,
registro de presença, mídia e currículo. O Instituto tem também a sua forma de
reconhecer os esforços de todos os participantes do programa, por meio da
Gincana do Bem, premiando os destaques por equipes/regionais e individualmente.
“O
voluntariado corporativo é atemporal e permanece contemporâneo”, considera
Gabriel Cardoso. Segundo ele, os diversos benefícios proporcionados pela
iniciativa começam no próprio voluntário, promovendo o seu bem-estar,
melhorando o humor e a sensação de felicidade e gratidão, além de promover o
desenvolvimento de competências como liderança, comunicação, negociação e
resolução de problemas.
Para as
empresas, o engajamento social proporciona colaboradores com soft skills mais fortes e melhor
ambiente de trabalho, com relações mais colaborativas. Às comunidades atendidas
pelos voluntários, há o fortalecimento do tecido social e da resiliência cívica
frente a crises.
“Diante da
crise climática e do envelhecimento populacional, o voluntariado tende a ser
mais frequente e estruturado na vida das pessoas, fortalecendo comunidades mais
resilientes. Em essência, é doar tempo de vida para algo maior que nós mesmos”,
conclui.
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