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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Perda auditiva e zumbido podem comprometer muito mais do que a audição

Condições estão associadas a risco aumentado de demência, depressão e declínio funcional, especialmente em idosos

 

A perda auditiva e o zumbido afetam milhões de brasileiros e representam um importante desafio para a saúde pública. A prevalência global do zumbido, por exemplo, é de 14,4% entre os adultos, afetando mais de 740 de pessoas em todo o mundo. Já o zumbido grave afeta 2,3% dos adultos, o que representa mais de 120 milhões de pessoas. Os dados são do periódico científico JAMA Neurology, publicados em 2022. 

De acordo com o otorrinolaringologista, Dr. Francis Gutierrez, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e professor do Instituto de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da UNICAMP (IOU-UNICAMP), as causas da perda auditiva variam conforme a idade. No caso das crianças, ele explica que as principais causas são as infecções de ouvido, fatores genéticos e algumas infecções adquiridas durante a gestação. Já nos jovens e adultos, o grande vilão, atualmente, é o ruído, especialmente pela exposição excessiva a fones de ouvido em volume alto e ambientes de trabalho barulhentos. “Nos idosos, o principal fator é o envelhecimento natural do sistema auditivo, agravado por doenças como diabetes e hipertensão, e por toda uma vida de exposição ao ruído”, revela o médico, que foi o fundador do primeiro Ambulatório de Otorrinogeriatria universitário do Brasil. 

Embora a perda auditiva possa ocorrer em qualquer fase da vida, ela se torna mais frequente após os 60 anos, tornando-se um problema de saúde pública cada vez mais relevante diante do envelhecimento da população brasileira. Entre os sinais de alerta, Dr. Gutierrez cita a dificuldade para entender conversas, a necessidade frequente de pedir repetição, o aumento excessivo do volume da televisão e os problemas para compreender as ligações telefônicas. “Com os idosos, os familiares costumam perceber o problema antes do próprio paciente.”

 

Muito além da audição

A perda auditiva não tratada pode provocar isolamento social, ansiedade, depressão e prejuízos profissionais. Na população 60+, o quadro pode ser ainda mais preocupante, pois existe uma associação bem estabelecida entre perda auditiva não tratada e maior risco de desenvolver demência, incluindo a doença de Alzheimer. “Além disso, a perda auditiva contribui para quedas e para o declínio funcional, comprometendo a autonomia da pessoa idosa”, diz. 

Já o zumbido, caracterizado pela percepção de sons sem uma fonte externa, como apitos, chiados ou sons semelhantes a cigarra, é um sintoma frequentemente associado a alterações auditivas. O professor explica que ele surge quando há algum dano nas células auditivas do ouvido interno, fazendo com que o sistema nervoso gere uma atividade que o cérebro interpreta como som. “Além do desconforto auditivo, o problema pode causar insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade e depressão. Em situações mais graves, pode se tornar incapacitante.”

 

Prevenção e tratamento

A principal recomendação para prevenir tanto a perda auditiva quanto o zumbido é evitar a exposição excessiva ao ruído. O uso consciente de fones de ouvido, a proteção auricular em ambientes barulhentos e o tratamento adequado de infecções de ouvido são medidas fundamentais. De acordo com o otorrinolaringologista, apesar de nem todos os casos terem cura, há tratamentos eficazes, como o uso do AASI (Aparelho de Amplificação Sonora Individual) para pacientes 60+. “`Perda auditiva e zumbido têm tratamento. Quanto mais cedo a pessoa busca avaliação especializada, melhores são os resultados”, conclui o especialista.

  

Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial - ABORL-CCF

 

Especialistas do HC-UFTM alertam sobre o tabagismo na adolescência

Saiba porque a OMS classifica o tabagismo como doença pediátrica 


Especialistas do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), vinculado à Rede HU Brasil, fazem um alerta sobre o tabagismo na adolescência. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o tabagismo como uma doença pediátrica, já que cerca de 90% dos fumantes começam a consumir tabaco antes dos 19 anos. O tabagismo é considerado a maior causa evitável isolada de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo. 

“Quanto mais cedo se começa, mais profunda a dependência e mais difícil parar. O adolescente dependente aos 15 carrega isso por décadas, com toda a exposição acumulada: câncer, doença cardiovascular e respiratória. É um produto que mata um em cada dois usuários. E o tabagismo precoce caminha junto com saúde mental ruim e prejuízo escolar”, aponta Marcelo Meirelles, médico hebiatra (especialista em medicina do adolescente) no HC-UFTM. 

No evento do Dia Mundial sem Tabaco 2026, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) alertou sobre as tentativas da indústria do tabaco de liberar cigarros com aditivos de sabor e aroma. “Se o jovem atravessa a adolescência sem nicotina, é altíssima a chance de nunca se tornar dependente. A indústria sabe disso e engenheira sabor, cor e design pensando em criança e adolescente, porque precisa de uma geração de reposição. Os sabores banidos do cigarro reapareceram dentro do vape. Por isso, essa briga do INCA não é detalhe técnico: é a mesma proteção, num novo invólucro”, afirma o hebiatra. 

A RDC 14/2012, que proíbe o uso de aditivos de sabor e aroma em produtos de tabaco, funcionou para o cigarro tradicional. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2024 (PeNSE) mostram que a experimentação de cigarro entre os 13 e 17 anos caiu de 22,6% em 2019 para 18,5% em 2024, e o uso recuou de 6,8% para 5,6%. Já a experimentação de cigarro eletrônico saltou de 16,8% para 29,6%. Ou seja, temos menos adolescentes com o cigarro, mas não com a nicotina.
 

Nicotina é o vilão

Para os especialistas, do ponto de vista do desenvolvimento, o vilão é a nicotina. O cérebro do adolescente está em desenvolvimento até os 25 anos e é o circuito de recompensa e controle de impulso que ainda amadurece. Jogar nicotina nessa janela instala a dependência mais rápido e mais forte que no adulto, às vezes em poucas semanas. A adolescência também é uma fase crítica para o desenvolvimento pulmonar. A exposição precoce ao tabaco e à nicotina pode comprometer o crescimento e a função dos pulmões, aumentando significativamente o risco de doenças respiratórias crônicas ao longo da vida.
 

Atrativo

“O que atrai os jovens que chegam ao consultório, na prática, é uma soma: o sabor (morango, menta, doce — exatamente o que a proibição tenta barrar); o design discreto e ‘tecnológico’, fácil de esconder de pais e professores; a propaganda que migrou para as redes e os influenciadores; e o pertencimento ao grupo. Acima de tudo, a falsa sensação de segurança: ‘não é cigarro, é só sabor’. O cigarro tinha imagem suja, o vape foi reembalado como limpo e moderno. Muitos nem se enxergam como fumantes”, alerta Meirelles. 

Karoline Bento Ribeiro, médica pneumologista no HC-UFTM concorda: “Os fatores que mais atraem os jovens costumam estar relacionados à curiosidade, influência dos amigos, busca por pertencimento social, facilidade de acesso, marketing indireto nas redes sociais e à falsa percepção de que os dispositivos eletrônicos são menos nocivos do que os cigarros convencionais”.
 

Impactos na saúde

“Os sinais aparecem como irritabilidade, dificuldade de concentração, sono ruim e ansiedade nos intervalos sem o aparelho. Os cigarros eletrônicos funcionam como porta de entrada para o cigarro comum e outras substâncias. No caso do vape há um agravante: é novo, ainda não conhecemos completamente o tamanho do estrago a longo prazo. Vale ressaltar que o aerossol do vape não é ‘vaporzinho inofensivo’: carrega nicotina, partículas ultrafinas e metais”, explica o médico. 

Entre as principais consequências estão a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), bronquite crônica, enfisema pulmonar e câncer de pulmão. Além disso, o tabagismo está associado a doenças cardiovasculares, diversos tipos de câncer e outras enfermidades crônicas que impactam a qualidade e a expectativa de vida. 

“Além disso, o uso de vapes está associado a irritação das vias aéreas, tosse, chiado no peito, piora de doenças respiratórias pré-existentes, redução da capacidade pulmonar e aumento do risco de lesões pulmonares graves. Há também evidências de impactos cardiovasculares, alterações na atenção e na memória, além do risco de exposição a substâncias tóxicas presentes nos aerossóis inalados”, aponta Karoline.
 

Cigarro de palha não é mais “saudável”

Marcelo também chama atenção para o cigarro de palha, popularmente conhecido como “paiero”. “Ele se vende como ‘natural’ e, por isso, supostamente mais saudável: mito perigoso, porque sem filtro entrega tanta ou mais nicotina e alcatrão que o cigarro comum. É barato e escapa das advertências por ser vendido livremente”, sinaliza.
 

Exemplo importa

“O fumo passivo também adoece, mas o que mais me preocupa como hebiatra é a modelagem: o adolescente que cresce vendo o pai ou a mãe fumar tem chance muito maior de fumar também. O cigarro vira paisagem, deixa de ser tabu e o acesso fica fácil”, adverte Marcelo. A pneumologista também argumenta que essa exposição ao fumo passivo aumenta o risco de infecções respiratórias, crises de asma, bronquite, redução da função pulmonar e outros problemas de saúde.
 

Tratamento

O tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência da nicotina e, como qualquer outra condição de saúde, deve ser tratado com acompanhamento profissional. O HC-UFTM conta com o Programa de Cessação do Tabagismo, alinhado com o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), que articula a rede de tratamento do tabagismo no Sistema Único de Saúde (SUS). O encaminhamento para atendimento no Programa é feito por meio da fila eletrônica. Os pacientes são encaminhados da Atenção Básica do município. A orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. 

“O tratamento de cessação do tabagismo envolve estratégias medicamentosas e não medicamentosas, incluindo terapia de reposição de nicotina, medicamentos específicos para controle da dependência, acompanhamento multiprofissional e abordagens comportamentais. O suporte psicológico e a identificação dos gatilhos associados ao hábito de fumar também são fundamentais para prevenir recaídas”, explica a médica especialista do sistema respiratório.
 

Vínculo sim, sermão não

“Com adolescente a regra número um é não moralizar, sermão afasta. Na consulta do adolescente a gente constrói vínculo, usa abordagem motivacional e entende o que aquela nicotina está ‘resolvendo’ (ansiedade, aceitação). O alicerce é comportamental e psicossocial, com a família envolvida e atenção à ansiedade e à depressão, que costumam andar junto. Quanto mais cedo se intervém, melhor o resultado”, sinaliza Meirelles.
 

Impacto ambiental

Existe uma importante dimensão ambiental. O descarte inadequado de “bitucas” de cigarro polui praias, rios e oceanos, enquanto os dispositivos eletrônicos geram resíduos plásticos e eletrônicos, incluindo baterias que podem contaminar o meio ambiente. Portanto, proteger as novas gerações do tabagismo significa investir simultaneamente em saúde, qualidade de vida, sustentabilidade e no futuro da sociedade.
 

Prevenção

A prevenção da iniciação ao tabagismo entre crianças e adolescentes é uma das medidas mais eficazes para reduzir doenças e mortes relacionadas ao tabaco no futuro. “Proteger o adolescente é a prevenção mais barata e eficaz que existe contra câncer e doenças do coração e do pulmão. A boa notícia da PeNSE 2024 é que dá certo: o uso de cigarro, álcool e drogas ilícitas caiu entre 2019 e 2024. Quando a sociedade decide proteger, funciona. Falta vencer essa nova batalha, que agora tem sabor e bateria recarregável”, finaliza o hebiatra.


O problema não é adotar IA no hospital — é o que ela não sabe sobre o paciente


A inteligência artificial deixou de ser uma aposta e passou a ocupar espaço definitivo na agenda estratégica dos hospitais. Já não se discute mais a sua relevância, mas a velocidade com que ela deve ser incorporada. Ainda assim, no meio desse avanço, uma questão mais estrutural permanece subestimada — e, em muitos casos, sequer é colocada na mesa: o quanto essa inteligência realmente conhece o paciente. 

A resposta, com alguma honestidade, ainda é desconfortável. Há evidências consistentes de que sistemas baseados em IA já contribuem para melhorar a acurácia diagnóstica, acelerar a análise de dados clínicos e apoiar decisões médicas com maior precisão. Ao mesmo tempo, o investimento global em soluções de saúde digital cresce em ritmo acelerado, impulsionado pela promessa de eficiência, escala e previsibilidade. O ponto é que essa promessa carrega uma premissa silenciosa: a de que os dados que alimentam esses sistemas são suficientemente completos, integrados e representativos da jornada real do paciente.
 
Na prática, não são. O setor de saúde avançou muito na digitalização, mas ainda convive com um problema estrutural que a tecnologia, sozinha, não resolveu: a fragmentação da informação. O histórico de um paciente continua distribuído entre diferentes sistemas, instituições e momentos de atendimento, raramente compondo uma narrativa contínua. Mesmo dentro de uma mesma organização, é comum que dados clínicos, operacionais e de relacionamento não conversem entre si de forma fluida.

Esse cenário cria uma distorção relevante. A inteligência artificial, que depende essencialmente de contexto, passa a operar sobre recortes. Analisa padrões, identifica riscos, sugere caminhos — mas a partir de uma visão parcial. E, quando a base é incompleta, a sofisticação do algoritmo não elimina o problema; apenas o torna menos visível.

Há, nesse ponto, um risco silencioso. Decisões que parecem tecnicamente robustas podem estar sustentadas por lacunas que ninguém enxerga com clareza. Em um ambiente onde a continuidade do cuidado é determinante, isso não é apenas uma questão operacional. É uma vulnerabilidade estratégica.

Parte dessa distorção vem da forma como a própria discussão sobre inovação tem sido conduzida. Existe uma tendência de posicionar a IA como camada superior, capaz de compensar ineficiências estruturais. Mas a experiência prática mostra o contrário: quando a base é fragmentada, a tecnologia amplifica essa fragmentação. A inteligência, nesses casos, não falha por limitação técnica, mas por falta de contexto.

Os sistemas podem até ser avançados, mas continuam isolados. As equipes podem estar capacitadas, mas operam com visões incompletas. E o paciente, que deveria estar no centro, segue sendo representado por múltiplas versões de si mesmo, espalhadas ao longo da jornada.

Os hospitais que começam a se destacar nesse cenário não são necessariamente aqueles que adotaram mais ferramentas de IA, mas os que conseguiram resolver — com profundidade — a fluidez da informação. Há uma mudança silenciosa em curso, que desloca o foco da tecnologia em si para a qualidade das conexões que a sustentam. Não se trata apenas de integrar sistemas, mas de garantir que a informação circule com consistência, acompanhe o paciente e esteja disponível no momento em que faz diferença.

Isso nos leva a uma camada menos visível, mas decisiva: a comunicação. Não apenas no sentido tradicional, entre pessoas, mas como infraestrutura que conecta dados, sistemas, processos e pontos de contato. É essa camada que determina se a informação chega inteira, no tempo certo e para quem precisa dela. Quando falha, o que se observa é familiar: retrabalho, desalinhamento, atrasos, perda de contexto. Quando funciona, o efeito é menos perceptível, mas profundamente transformador. A operação ganha fluidez, as decisões se tornam mais consistentes e a experiência do paciente deixa de ser fragmentada.

É nesse ambiente que a inteligência artificial começa, de fato, a cumprir o papel que lhe é atribuído. Não como substituta do raciocínio clínico ou solução isolada, mas como extensão de um ecossistema informacional que faz sentido. A diferença não está apenas na tecnologia adotada, mas na qualidade do fluxo que a alimenta. 

O debate sobre o futuro da saúde tende a se concentrar em algoritmos mais sofisticados, modelos mais precisos e novas aplicações clínicas. Tudo isso é relevante. Mas talvez a transformação mais decisiva esteja acontecendo em um plano menos evidente: na forma como as organizações estruturam, conectam e fazem circular a informação.

No fim, a pergunta que deveria orientar as decisões estratégicas não é qual inteligência artificial está sendo utilizada, mas qual é o grau de entendimento real que ela tem sobre o paciente. 

Se esse entendimento for fragmentado, nenhuma tecnologia será suficiente para corrigir o problema. Se for contínuo, integrado e contextual, então a IA deixa de ser uma promessa e passa a ser, de fato, um instrumento de ampliação da capacidade de cuidado. E é nesse ponto que a discussão deixa de ser tecnológica e se torna, essencialmente, estrutural.



Emerson Carrijo - CEO da C&M Executive.

 

Doação de sangue pet salva vidas: campanha do Grupo Pet Care busca voluntários de quatro patas

Heróis peludos são recompensados com um check-up completo

 

Assim como os humanos, os animais também enfrentam situações em que a transfusão sanguínea é indispensável para sua sobrevivência e para uma melhor qualidade de vida. Além de emergências veterinárias como atropelamentos, acidentes, ataques de outros animais, picadas de cobra e pós-operatório, as bolsas de sangue são uma fonte de esperança para pacientes que tratam anemia, doenças renais e autoimunes, câncer e infecções transmitidas por carrapatos e pulgas, entre outras. 

Com o objetivo de conscientizar os tutores sobre a importância desse gesto solidário, o Grupo Pet Care abre as portas de suas unidades especialmente para a coleta. E, cada doador pode ajudar a salvar outros três cães ou gatos. 

Após a primeira ação realizada na unidade Jardins, a campanha “itinerante” continua em outras regiões da cidade.

·         20/06 — Unidade Pacaembu (Av. Pacaembu, 1839)

·         18/07 — Unidade Morumbi (Avenida Giovanni Gronchi, 3001)

·         29/08 — Unidade Ibirapuera (Av. República do Líbano, 270) 

A coleta acontece das 9hs às 13hs, com capacidade para atender 10 pets voluntários. E, para garantir o bem-estar de tutores e doadores pets voluntários, o agendamento é necessário e deve ser feito pelo https://wa.me/5511941010725.

 

Além de contribuir para salvar vidas, os pets doadores recebem gratuitamente um check-up completo realizado pela equipe especializada do Pet Care – Hemovet, hemocentro e banco veterinário de referência nacional e já contou com a solidariedade de animais doadores para salvar mais de 15 mil vidas ao longo de sua existência. 

 

A avaliação periódica é muito importante para garantir a saúde do pet e identificar possíveis problemas antes que eles se desenvolvam. Algumas das doenças detectadas pelos exames podem ficar assintomáticas por muito tempo, dificultando o diagnóstico. Quando são identificadas de forma precoce em um check-up, as chances de sucesso no tratamento aumentam consideravelmente. 

 

Procedimento é rápido, seguro e inclui check-up completo


É um procedimento rápido, indolor e seguro. Após avaliação clínica e realização dos exames necessários, a coleta dura cerca de cinco minutos e não oferece riscos ao animal saudável.

 

Quem pode ser um doador de sangue

Está pensando em levar seu amigo para se tornar um doador de sangue? 

Os requisitos para cães doarem sangue são:

  • Idade entre 1 e 8 anos;
  • peso mínimo de 25 kg;
  • estar saudável;
  • vacinação e vermifugação em dia;

Para gatos doarem sangue:

  • idade entre 1 e 8 anos;
  • peso mínimo de 4kg;
  • estar saudável;
  • vacinação e vermifugação em dia.

·         

Junho Vermelho entra em campo com brindes especiais para incentivar a doação de sangue


Campanha do GSH Banco de Sangue de São Paulo une solidariedade e paixão pelo futebol para reforçar a importância de manter os estoques abastecidos


O Junho Vermelho segue mobilizando a população em todo o país para uma causa que salva vidas. Neste ano, o GSH Banco de Sangue de São Paulo aposta no clima do Campeonato Mundial de Futebol para ampliar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e convida a população a participar da campanha com o mote: "Você foi convocado para fazer história!".

A proposta é fazer uma analogia entre a força da torcida brasileira e a mobilização necessária para garantir estoques seguros de sangue. Afinal, assim como uma seleção depende do trabalho coletivo para alcançar bons resultados, milhares de pacientes dependem diariamente da solidariedade dos doadores para continuar seus tratamentos.

Embora a doação de sangue seja um procedimento simples, rápido e seguro, apenas cerca de 1,4% da população brasileira doa regularmente, segundo dados do Ministério da Saúde. Uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas, já que o sangue coletado é separado em diferentes hemocomponentes utilizados em cirurgias, atendimentos de emergência, tratamentos oncológicos, transplantes e diversas outras situações médicas. 


Brindes inspirados na paixão pelo futebol

Como forma de agradecer aos voluntários e tornar a campanha ainda mais especial, o GSH Banco de Sangue preparou brindes temáticos para os doadores.

Nos dias 16, 23 e 30 de junho, os primeiros voluntários que comparecerem ao Banco de Sangue e realizarem sua doação receberão uma camiseta exclusiva da campanha Junho Vermelho com as cores da seleção brasileira. A ação busca simbolizar a união dos doadores em torno de um mesmo propósito: salvar vidas.

Já entre os dias 17 e 29 de junho, os doadores ganharão uma pulseira temática para torcer pelo Brasil (enquanto durarem os estoques). Nos dias de distribuição das camisetas, não haverá entrega das pulseiras.

A iniciativa reforça a mensagem central da campanha: quando a torcida se mobiliza, o resultado muda. E, fora dos gramados, cada doação pode representar uma nova oportunidade para pacientes que aguardam por transfusões.

"Queremos aproveitar esse momento para lembrar que a verdadeira recompensa está na possibilidade de ajudar quem precisa. Esperamos que a campanha estimule tanto os doadores habituais quanto aqueles que ainda não tiveram sua primeira experiência com a doação de sangue", destaca Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo.

As doações de sangue podem ser feitas nos seguintes endereços:

  • Unidade Paraíso: Rua Tomás Carvalhal, 711, bairro Paraíso – atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos finais de semana e feriados;
  • Unidade Bela Vista | Hospital BP, Rua Maestro Cardim 769, Bela Vista (Portaria 2) – atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos finais de semana e feriados;
  • Unidade Santo André, Av. Dom Pedro II, 877 (Próximo ao Parque Celso Daniel), atende de segunda a sábado, das 7h às 12h.

Além de doar, a população também pode contribuir compartilhando as mensagens da campanha Junho Vermelho e incentivando amigos e familiares a participar dessa corrente de solidariedade. Afinal, quando todos jogam juntos, mais vidas podem ser salvas.

 

As camisetas serão distribuídas aos primeiros doadores sempre
às terças-feiras de junho, enquanto durarem os estoques


Abuso no uso de anabolizantes: cardiologista do Hospital HSANP fala sobre as consequências para o coração

Magnific
Substâncias utilizadas para fins estéticos e de performance podem causar danos irreversíveis, como infarto em pessoas jovens e previamente saudáveis

 

A forte presença de influenciadores fitness nas redes sociais consolidou um padrão estético baseado em corpos com alta densidade muscular e baixo percentual de gordura. Esse ideal, muitas vezes difícil ou até impossível de ser alcançado naturalmente, tem impulsionado o uso de esteroides anabolizantes e, consequentemente, ampliado os riscos associados a essas substâncias.  

Casos de mortes por problemas cardíacos entre fisiculturistas e praticantes de “bodybuilding” têm se tornado mais frequentes. Isso ocorre porque o coração também é um músculo e pode sofrer aumento de tamanho com o uso de esteroides, assim como a musculatura esquelética. 

Segundo o cardiologista Irapuan Magalhães Penteado, do Hospital HSANP, o abuso dessas substâncias pode provocar danos rápidos e graves. “A hipertrofia cardíaca pode ocorrer em poucas semanas de uso de anabolizantes e, em muitos casos, é irreversível. Enquanto um coração saudável pesa entre 250 g e 350 g, o de uma pessoa que faz uso abusivo de esteroides pode ultrapassar 500 g”, explica o especialista. 

A hipertrofia do miocárdio compromete a capacidade de contração do coração, além de estar associada ao aumento da pressão arterial, dores no peito e falta de ar. Também pode desencadear problemas como trombose, colesterol elevado e arritmias cardíacas. 

“Essas condições eram mais comuns em pessoas mais velhas, mas, com o aumento do uso de anabolizantes, temos observado um crescimento significativo de casos de infarto agudo do miocárdio em indivíduos entre 20 e 30 anos”, acrescenta. 

Para quem utiliza essas substâncias, o acompanhamento médico pode reduzir parte dos riscos, mas não elimina os danos. “O cenário é preocupante. Mesmo com monitoramento especializado, a hipertrofia cardíaca pode ocorrer e deixar sequelas permanentes”, finaliza o cardiologista.

 

Hospital HSANP
 


Bariátrica: entenda quando ela é indicada e como é realizada

Procedimento é um dos principais tratamentos para a obesidade severa ou mórbida 

A cirurgia bariátrica deixou de ser encarada apenas como um recurso para redução de peso e passou a ser reconhecida como uma ferramenta relevante no tratamento da obesidade e das comorbidades relacionadas ao excesso de peso. Além da diminuição do peso corporal, o procedimento contribui diretamente para o controle de condições como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, apneia obstrutiva do sono, dislipidemia e problemas articulares, melhorando significativamente a qualidade de vida do paciente.

Mas, afinal, o que é a cirurgia bariátrica, quem pode fazer e quais técnicas estão disponíveis? Para esclarecer essas questões, o Dr. Sansiro de Brito, gastroenterologista do dr.consulta, explica o conceito, os preparos necessários e os principais tipos. Confira:



O que é a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica consiste em procedimentos realizados no sistema digestivo para auxiliar no tratamento da obesidade e doenças metabólicas. Dependendo da técnica utilizada, ela pode reduzir a capacidade do estômago, diminuir de forma controlada a absorção de calorias ou combinar os dois mecanismos. O objetivo vai além da perda de peso: a cirurgia também atua no controle metabólico e hormonal, ajudando na melhora de doenças associadas e na redução do risco cardiovascular.

Por isso, a bariátrica deve ser entendida como parte de um tratamento contínuo, que envolve acompanhamento médico, nutricional, psicológico e mudanças permanentes no estilo de vida.



Quando a cirurgia bariátrica é indicada?

Segundo as diretrizes internacionais atualizadas da Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (ASMBS) e da Federação Internacional para Cirurgia da Obesidade e Distúrbios Metabólicos (IFSO), a cirurgia pode ser indicada para pessoas com:

  • IMC entre 30 e 34,9 kg/m² com doenças metabólicas, especialmente diabetes tipo 2;
  • IMC entre 35 e 39,9 kg/m², com doenças associadas;
  • IMC ≥40 kg/m², com ou sem doenças associadas;
  • Dificuldade persistente de perder peso com o tratamento clínico convencional.
  • IMC=peso (kg)/ altura (m) ²

Entre as principais doenças relacionadas à obesidade que podem justificar a indicação cirúrgica estão:

  • Diabetes tipo 2;
  • Hipertensão arterial;
  • Apneia obstrutiva do sono;
  • Esteatose hepática (gordura no fígado);
  • Síndrome metabólica;
  • Colesterol elevado;
  • Dores articulares importantes, como artrose nos joelhos e quadril e hérnia de disco.

Também é necessário que o paciente esteja apto para o procedimento e comprometido com as mudanças exigidas no pós-operatório.



Quando a cirurgia não é recomendada?

Existem situações em que a bariátrica pode não ser indicada ou exigir uma avaliação mais criteriosa, tais como:

  • Dependência ativa de álcool ou drogas;
  • Doença cardíaca grave descompensada;
  • Cirrose avançada com hipertensão portal;
  • Câncer ativo;
  • Doenças pulmonares graves;
  • Transtornos psiquiátricos sem controle adequado;
  • Gravidez ou intenção de engravidar em curto prazo.

Por isso, todo candidato ao procedimento passa por uma avaliação médica completa e acompanhamento transdisciplinar.



Como funciona o preparo e a realização da cirurgia?

Antes do procedimento, o paciente passa por uma avaliação transdisciplinar que visa compreender seu estado de saúde geral, identificar riscos e preparar o corpo e a mente para as mudanças pós-cirúrgicas. Essa etapa costuma incluir consultas com:

  • Cirurgião bariátrico
  • Endocrinologista
  • Nutricionista
  • Psicólogo ou psiquiatra
  • Cardiologista

Também são solicitados exames fundamentais para garantir a segurança do processo, como exames laboratoriais, endoscopia digestiva, ultrassom abdominal, avaliação cardíaca, investigação de apneia do sono e outros.



Principais tipos de cirurgia bariátrica

Atualmente, os procedimentos mais realizados no mundo são o sleeve gástrico (gastrectomia vertical) e o bypass gástrico em Y de Roux. Ambos são feitos de forma minimamente invasiva por videolaparoscopia e apresentam excelentes resultados na perda de peso e na melhora metabólica. A escolha da melhor técnica depende de fatores individuais, como o histórico clínico do paciente, presença de refluxo gastroesofágico, diabetes tipo 2, hábitos alimentares, risco cirúrgico e a avaliação detalhada da equipe transdisciplinar.


Junho Laranja: exame molecular amplia o olhar sobre a fertilidade feminina

Estudos recentes têm apontado uma possível relação entre
esequilíbrios persistentes da microbiota vaginal com a infertilidade
  
Jcomp on Magnific
A tecnologia, que substitui painéis tradicionais de ISTs, permite avaliar o equilíbrio da microbiota vaginal


O Junho Laranja, Mês Mundial da Conscientização sobre a Infertilidade, coloca em evidência uma condição que afeta cerca de 17,5% da população adulta global, segundo uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Enquanto especialistas reforçam a importância do diagnóstico precoce e do acesso aos tratamentos, a ciência tem ampliado o olhar para fatores que ultrapassam as causas tradicionalmente investigadas, incluindo o papel do microbioma vaginal na saúde reprodutiva feminina.

Nesse cenário, uma nova geração de exames moleculares começa a substituir os tradicionais painéis voltados exclusivamente para a detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Um exemplo é o Femoflor Screen, que analisa não apenas a presença de microrganismos, mas também a quantidade de cada um deles e o equilíbrio da microbiota vaginal, oferecendo uma visão mais abrangente da saúde íntima da mulher.

Para Cláudia Oliveira, biomédica, pós-graduada em Citologia Clínica e consultora de Inovação Diagnóstica da Biomédica, o diferencial reside justamente na análise qualitativa e quantitativa da microbiota. “Nós conseguimos identificar quais microrganismos estão presentes, em que proporção e como se comportam dentro daquele ambiente, permitindo uma avaliação individualizada do ecossistema vaginal”, explica.

A abordagem pode ser especialmente relevante para mulheres que convivem com sintomas recorrentes, como corrimento, odor vaginal, candidíase e vaginose, mesmo após tratamentos. De acordo com a especialista, a análise aprofundada do microbioma permite identificar quais microrganismos estão predominando e direcionar terapias mais assertivas, aumentando as chances de sucesso clínico e reduzindo a recorrência dos quadros.

Além dos sintomas ginecológicos, estudos recentes têm apontado uma possível relação entre desequilíbrios persistentes da microbiota vaginal, infertilidade, persistência do HPV e maior risco de lesões precursoras do câncer do colo do útero. “Pacientes com alterações recorrentes do microbioma apresentam condições que podem favorecer o desenvolvimento e a permanência do HPV, vírus diretamente relacionado ao surgimento dessas lesões”, afirma Cláudia.

O tema figurou entre os destaques do mais recente congresso promovido pela Federação Internacional de Prevenção do Câncer e Colposcopia (IFCPC), que aconteceu entre os dias 04 e 06 de junho, na Grécia. Na ocasião, os debates abordaram os avanços na análise molecular do microbioma feminino, incluindo versões mais completas dos testes, capazes de diferenciar espécies de lactobacilos, ampliar a identificação de famílias bacterianas e detectar, em uma única amostra, tipos de HPV de alto risco associados ao câncer cervical.

Para Cláudia Oliveira, a evolução dessas ferramentas reflete uma transformação na própria prática ginecológica. “Nós estamos avançando para uma Medicina cada vez mais preventiva e personalizada. Com informações detalhadas sobre o microbioma vaginal, é possível não apenas tratar doenças de forma mais eficaz, mas também prevenir desequilíbrios e promover uma saúde feminina mais duradoura”, conclui.

 

Biomédica - Inteligência Diagnóstica

Protocolo da FIFA que ajudou a prevenir mortes súbitas completa 20 anos e reforça importância dos exames cardíacos

Criada para identificar doenças cardíacas silenciosas em atletas, avaliação adotada pela FIFA há duas décadas reforça a necessidade da prevenção cardiovascular também entre não atletas 

 

Há 20 anos, a FIFA implementava uma medida que mudaria a forma como a saúde cardiovascular dos atletas é acompanhada no futebol profissional. Durante a Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha, a entidade passou a adotar uma avaliação médica padronizada voltada à identificação de doenças cardíacas capazes de provocar morte súbita durante a prática esportiva. 

O protocolo, que posteriormente se tornou obrigatório em todas as competições organizadas pela entidade, ajudou a ampliar o conhecimento sobre condições cardiovasculares silenciosas e fortaleceu as estratégias de prevenção dentro do esporte de alto rendimento. Duas décadas depois, especialistas destacam que os aprendizados obtidos com essas avaliações vão muito além dos gramados e trazem importantes lições para toda a população. 

Para a cardiologista Fernanda Douradinho, o fato de atletas de elite serem submetidos regularmente a exames cardíacos mostra que a boa forma física, por si só, não é garantia de ausência de doenças cardiovasculares. 

“A boa condição física reduz diversos fatores de risco cardiovasculares, mas não elimina a possibilidade de doenças cardíacas, especialmente aquelas de origem genética ou estrutural. Existem condições que podem permanecer assintomáticas por muitos anos e só serem identificadas por meio de exames específicos”, explica. 

Segundo a especialista, justamente por isso o acompanhamento médico periódico faz parte da rotina dos atletas, mesmo daqueles que apresentam excelente desempenho físico e não possuem sintomas aparentes. 

“A prática esportiva de alta intensidade pode inclusive funcionar como um teste de estresse para o coração, tornando fundamental o acompanhamento cardiológico adequado”, afirma. 

Entre as doenças que podem passar despercebidas por anos estão a cardiomiopatia hipertrófica, algumas arritmias hereditárias, alterações congênitas do coração, doenças das válvulas cardíacas e até quadros iniciais de hipertensão arterial. Em muitos casos, essas condições são descobertas apenas durante exames preventivos, antes que provoquem manifestações clínicas. 

Fernanda destaca que esse cenário não se restringe aos atletas profissionais. Muitas pessoas procuram atendimento cardiológico apenas quando surgem sintomas, o que pode atrasar diagnósticos importantes. 

“A prevenção é uma das ferramentas mais eficazes da cardiologia moderna. Muitas doenças cardiovasculares se desenvolvem de forma silenciosa e, quando os sintomas aparecem, podem já estar em estágios mais avançados. O acompanhamento periódico permite identificar fatores de risco como hipertensão, colesterol elevado, diabetes e alterações cardíacas precoces, possibilitando intervenções antes que ocorram eventos graves como infarto, insuficiência cardíaca ou AVC”, ressalta. 

Além da realização de exames, a médica acredita que alguns hábitos adotados pelos atletas podem servir de exemplo para a população em geral. Entre eles estão a prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, controle do peso corporal, sono de qualidade, hidratação adequada e acompanhamento médico periódico. 

“Outro ponto importante é não negligenciar os exames preventivos. Assim como os atletas realizam avaliações frequentes para monitorar sua saúde cardiovascular, a população também deve entender que prevenção é um investimento em qualidade de vida e longevidade”, destaca. 

Ao completar duas décadas, o protocolo criado pela FIFA continua sendo um símbolo da importância do diagnóstico precoce e do monitoramento da saúde cardiovascular. Para Fernanda Douradinho, a principal mensagem deixada por essa experiência é que o cuidado com o coração deve fazer parte da rotina de todos, independentemente da idade ou do condicionamento físico. 

“Se até atletas de alto rendimento, que representam o máximo da capacidade física humana, precisam de acompanhamento cardiológico regular, isso mostra que ninguém está completamente livre de doenças cardiovasculares. Cuidar do coração não deve começar apenas quando surgem sintomas, mas sim fazer parte da rotina de saúde de todas as pessoas”, conclui.  

 

Fernanda Douradinho da Rocha Silva é médica cardiologista, formada em 2007 pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (Centro Universitário Lusíadas). Realizou residência em Clínica Médica (2008–2010) e Cardiologia (2010–2012) no Hospital Ana Costa, em Santos. Possui título de especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia desde 2013. Atualmente, atua como médica diarista nas Unidades de Terapia Intensiva de Cardiologia do Hospital Guilherme Álvaro, e também coordenadora da UTI cardiológica do Hospital Guilherme Álvaro, professora da disciplina de Urgência e Emergência da Faculdade de Medicina da UNAERP e mantém seu consultório de cardiologia na Av. Ana Costa, em Santos.


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