Especialista revela a estratégia
alimentar adotada por atletas que pode mudar seu rendimento no futebol
Herbalife
Divulgação
Se você já se perguntou por que alguns jogadores
conseguem manter a intensidade até os minutos finais da partida enquanto outros
perdem rendimento ao longo do jogo, a resposta pode estar na alimentação.
Segundo a especialista em rendimento e nutrição esportiva Krissy Ladner,
diretora de Desempenho Esportivo e Educação em Nutrição da Herbalife, essa
diferença costuma estar relacionada ao que o atleta comeu antes do jogo e ao
momento em que se alimentou.
“As três horas e meia que antecedem o apito inicial formam o que
eu chamo de contagem regressiva e determinam como o atleta vai se sentir, pensar
e se movimentar quando a partida começar. Isso funciona para qualquer jogador,
em qualquer nível, desde que compreenda os princípios por trás desse processo”,
coloca Krissy.
Entenda a estratégia adotada pelos atletas de elite e como
adaptá-la à sua rotina.
Três horas e meia antes do jogo: o prato de alta performance
Esta é a última refeição completa antes da partida e sua função é
abastecer os estoques de energia do organismo. Os músculos e o fígado armazenam
carboidratos na forma de glicogênio, que é a principal fonte de energia utilizada
pelo corpo durante atividades de alta intensidade, como sprints, saltos e
mudanças rápidas de direção. “Quando esses estoques estão baixos, você sente os
efeitos não apenas nas pernas, mas também no humor, na concentração e na tomada
de decisões durante o jogo".
De acordo com Krissy, a refeição pré-jogo deve ser estruturada:
metade do prato deve ser composta por carboidratos, um quarto por frutas e
vegetais e um quarto por proteínas magras, acompanhados de aproximadamente 500
a 950 ml de líquidos. Pode ser arroz ou massa com frango e legumes assados, ou
arroz com peixe grelhado e frutas como acompanhamento. “A proteína ajuda a
aumentar a saciedade e a retardar a fome durante a partida”, ensina.
Ela ainda orienta evitar refeições muito ricas em gordura ou com
excesso de fibras, que podem retardar a digestão e aumentar o risco de
desconforto gastrointestinal próximo ao horário da partida. O mesmo vale para
alimentos muito condimentados ou ácidos, que podem provocar má digestão ou azia
justamente quando o atleta precisa estar no máximo da sua capacidade física.
Uma hora antes do jogo: o reforço final
É nesse momento que muitos jogadores cometem erros. Alguns comem
demais e entram em campo sentindo-se pesados. Outros não comem nada e começam a
partida com os níveis de glicose em queda.
Aqui deve-se fazer um reforço leve e de fácil digestão: entre 30 e
60 gramas de carboidratos simples, além de eletrólitos e cerca de 240 a 350 ml
de líquidos. “Uma bebida esportiva acompanhada de uma banana ou um gel de
carboidrato pode cumprir bem essa função. Uma barra pequena de granola com água
também pode ser uma boa opção”, exemplifica.
Apenas evite experimentar algo novo antes de uma partida. Não é
hora para testar novidades. Isso deve ser feito durante os treinos. “Observe
como seu estômago reage e como suas pernas se sentem aos 75 minutos de
atividade. Quando descobrir o que funciona para você, mantenha a estratégia”,
propõe Krissy.
O mito que insiste em permanecer: a carga de carboidratos
Segundo a nutricionista esportiva, ao contrário do que muitas
pessoas acreditam, não é necessário fazer uma grande carga de carboidratos na
noite anterior, a menos que a competição dure mais de duas ou três horas. Esse
não é o caso de uma partida de futebol de 90 minutos, muito menos de um jogo
recreativo no domingo pela manhã. “O que realmente importa é a contagem
regressiva pré-jogo”, reforça.
“O ideal é fazer um jantar equilibrado e focar na alimentação
adequada no dia da partida. Já para quem participa de um torneio ou disputa
várias partidas no mesmo dia, a estratégia pode ser diferente. Além disso,
manter uma ingestão adequada de carboidratos diariamente é a melhor forma de
garantir reservas energéticas suficientes”, acrescenta.
Do atleta de elite ao jogador de fim de semana
Os princípios são os mesmos tanto para jogadores profissionais
quanto para atletas amadores. A diferença está apenas na quantidade de alimentos
necessária para cada realidade, com carboidratos, proteínas, frutas, vegetais e
hidratação.
A proposta é chegar ao jogo bem alimentado, hidratado e sem excessos.
Herbalife
www.Herbalife.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário