Pesquisar no Blog

domingo, 21 de setembro de 2025

Vestir é reexistir: a moda como manifesto político e de afirmação da identidade negra


Em qualquer território desconhecido, a primeira forma de comunicação é o corpo. Antes da fala, o olhar lê a maneira de estar no mundo: a postura, os adornos, as vestes. E quando a pele é negra, esse diálogo é inevitavelmente racializado, mesmo nos espaços que fingem neutralidade.

A moda é muitas vezes reduzida à futilidade, mas é um dos instrumentos mais antigos de expressão identitária. Todos se vestem, seja com tecidos de grifes ou com adornos de palha trançada. Vestir-se é um ato político, especialmente para quem precisa afirmar, diariamente, seu direito de existir.

Em experiências de trânsito entre países africanos e centros urbanos ocidentais como Paris, observa-se como o vestuário se transforma em manifesto. A estética negra, com suas cores vibrantes, tecidos como o wax, turbantes, colares e estampas simbólicas, expressa ancestralidade, pertencimento e autonomia. Trata-se de uma linguagem que ultrapassa tendências e afirma modos de vida, mesmo em territórios marcados pela imposição de padrões eurocentrados.

A moda africana é, há séculos, circular, artesanal e sustentável, muito antes dessas palavras se tornarem tendências ocidentais. Nas tribos e comunidades, há uma cosmovisão que entende o vestir como parte do equilíbrio entre indivíduo, natureza e coletividade. O "eu sou porque nós somos" reflete-se também na escolha consciente do que se usa sobre a pele.

No Brasil, essa reexistência se traduz na presença crescente, ainda que julgada, de corpos negros adornados com orgulho em espaços públicos e eventos culturais. O que antes era visto como folclore ou "exótico", agora começa a ser reconhecido como linguagem, como potência.

Mais do que resistência, vestir-se é reexistir, como propõe o pensador Nego Bispo. Não se trata de reagir ao racismo, mas de afirmar modos de vida que recusam a imposição do outro. Na sutileza dos tecidos, há firmeza; na estética, há política. E a luta, silenciosa ou não, continua visível no modo como cada corpo negro escolhe ocupar o mundo.

  

Isabelle Mesquita - estilista, artista contemporânea, mestre em Gestão de Moda e Luxo e autora de “Uma preta em Paris”. Por meio da arte, levanta questões que envolvem o feminismo e a luta antirracista.


Consultora alerta para os riscos da “dismorfia financeira” na construção da imagem pessoal

Para Clara Laface, consultora de imagem pessoal e corporativa, a verdadeira sofisticação está em sustentar uma identidade coerente com a realidade, e não em ostentar uma vida inalcançável

 

A consultora de imagem pessoal e corporativa Clara Laface chama atenção para um fenômeno cada vez mais presente na sociedade contemporânea: a “dismorfia financeira”, termo popularizado recentemente para descrever a percepção distorcida da própria realidade econômica e o esforço em criar uma aparência de abundância que não corresponde à vida real. 

“Se a fatura pudesse falar, revelaria um enredo em que a estética da abundância esconde a fragilidade da dívida”, afirma Clara. Segundo ela, esse movimento faz com que a imagem pessoal deixe de ser uma ferramenta de expressão para se transformar em um palco de ilusão. 

A especialista ressalta que, embora o consumo de luxo seja muitas vezes associado ao trabalho da consultoria de imagem, essa não deveria ser sua essência. “Continuo acreditando que o papel central deveria ser outro: traduzir códigos visuais, comunicacionais e comportamentais em narrativas consistentes, alinhadas ao contexto, à história e às aspirações reais de cada pessoa.” 

Para Clara, limitar o trabalho de imagem a ostentar etiquetas é reduzir seu potencial estratégico e reforçar um modelo distorcido, onde a busca está na validação externa em vez da coerência entre quem se é e como se apresenta. 

“A verdadeira sofisticação está em sustentar uma imagem que não desmorona quando a luz do palco se apaga”, conclui. 

 

Clara Laface - consultora de imagem pessoal e corporativa, estrategista com vasta experiência em ajudar pessoas e empresas a se posicionarem com impacto no mercado competitivo. Com formações nacionais e internacionais em imagem, comunicação e marca pessoal, Clara utiliza a imagem como ferramenta essencial para transmitir valores, credibilidade e propósito, impulsionando a construção de uma marca pessoal forte e respeitada. Sua expertise inclui palestras, treinamentos e consultorias voltadas para líderes, executivos e equipes, auxiliando na criação de uma imagem alinhada ao propósito e aos objetivos profissionais. Além disso, Clara é colunista, LinkedIn Creator, stylist da plataforma MYC, e atuou como VP de Marketing da AICI Brasil, onde ampliou sua visão sobre a importância da imagem no sucesso corporativo. Para Clara, a imagem vai além de roupas e acessórios; ela é uma poderosa ferramenta de comunicação que conecta a essência de cada pessoa aos seus objetivos. Sua missão é transformar histórias, impulsionar negócios e preparar profissionais para liderarem com confiança e autenticidade. Se você busca alinhar sua visão e valores com uma imagem impactante, Clara Laface é a parceira ideal para transformar percepções e impulsionar resultados.



sábado, 20 de setembro de 2025

Magreza flácida x gordurinhas com músculos: médico aponta qual corpo sofre mais riscos

Reprodução Instagram 

Yasmin Brunet, Maiara e até Bruna Marquezine já foram criticadas pela flacidez após emagrecer bruscamente; Paolla Oliveira, por outro lado, é vista como símbolo de beleza mesmo sem se encaixar em um manequim P. Dr. Rodrigo Schröder, médico e comunicador, diz por que a balança não traduz saúde


A pressão pelo corpo perfeito volta e meia ganha força nas redes. Celebridades como Yasmin Brunet, a americana Tara Reid, Maiara e até Bruna Marquezine foram alvo de críticas por conta da flacidez e emagrecimento rápido. Já Paolla Oliveira, apesar de também já ter sido criticada pelo peso, continua sendo referência de beleza e sensualidade. Mas, afinal, o que é mais saudável: ser magra e flácida ou estar acima do peso, mas com músculos? A resposta, segundo o médico especialista em emagrecimento saudável e comunicador de saúde Rodrigo Schröder, vai muito além da estética.

 

A flacidez não é só excesso de pele 

“A flacidez acontece por perda de colágeno, elastina e principalmente de massa muscular. Quando o emagrecimento acontece rápido demais, o corpo não tem tempo de adaptar o tecido de sustentação. O resultado é uma pele sem firmeza e um corpo com menos suporte estrutural”, explica. 

Além disso, fatores como envelhecimento, desequilíbrio hormonal, tabagismo, má alimentação e até a exposição solar em excesso agravam o quadro. Ou seja: a pressa em emagrecer potencializa processos naturais de envelhecimento da pele.

 

O perigo das canetas milagrosas 

Medicamentos para emagrecimento sempre foram super buscados nas farmácias, mas ainda eram tabu. Hoje, as famosas canetas emagrecedoras se popularizaram. Mas, segundo o médico, seu uso sem acompanhamento adequado pode acelerar a flacidez.  

“Essas drogas podem até trazer resultado rápido, mas sem treino de força e sem nutrição correta, a perda de peso não é só de gordura: vem também da massa muscular. E o músculo é justamente o que dá volume, preenchimento natural e sustentação para a pele”, afirma. 

E dá para emagrecer rápido e manter a firmeza? A resposta é curta, segundo o médico: dificilmente. “É possível reduzir riscos, mas não existe milagre. O segredo está em perder peso de forma gradual, priorizando proteínas e musculação. Só o treino de força consegue estimular ganho de massa muscular durante a perda de gordura”, diz Schröder.  

Além da musculação, ele cita suplementação adequada de vitaminas e minerais, hidratação e evitar dietas radicais como pontos importantes para preservar a saúde da pele e dos músculos.

 

Afinal, magra flácida ou gorda maromba: quem leva a melhor na saúde? 

Rodrigo afirma que, quando o assunto é saúde, os dois extremos trazem riscos diferentes: 

·         Magreza flácida: indica perda de músculo, colágeno e, muitas vezes, carências nutricionais. “Do ponto de vista estético, incomoda. Do ponto de vista de saúde, é ainda mais preocupante: o corpo flácido e sem músculo tem metabolismo mais lento, menos proteção óssea e risco aumentado de osteoporose e sarcopenia.” 

·         Sobrepeso com músculos: “Pode significar mais força, melhor reserva metabólica e maior proteção óssea. Porém, o excesso de gordura visceral eleva os riscos cardiovasculares, inflamatórios e hormonais.” 

Em outras palavras, não basta ser magra e não basta só ter músculos. O equilíbrio entre força, massa magra preservada e percentual de gordura adequado é o que realmente garante saúde.

 

Quando a balança engana 

Um emagrecimento aparentemente bem-sucedido pode esconder problemas sérios. Segundo Schröder, alguns sinais claros de que o corpo está perdendo saúde junto com o peso são:

·         Queda de cabelo e unhas fracas;

·         Pele sem viço;

·         Fadiga constante e insônia;

·         Baixa libido;

·         Quedas de imunidade e infecções recorrentes.

 

“A pessoa comemora a balança caindo, mas junto está perdendo músculo, micronutrientes e equilíbrio hormonal. No longo prazo, esse corpo se torna mais frágil”, alerta. “A estética é importante para muita gente, mas não pode ser o único objetivo. Saúde de verdade é preservar massa muscular, força e equilíbrio metabólico. O corpo não precisa estar no padrão para estar bem”, finaliza o médico.

 



Dr. Rodrigo Schröder - formado em Medicina, com residência em Ortopedia e Traumatologia. Entretanto, foi em sua pós graduação de Nutrologia Esportiva e Medicina do Esporte e no mestrado em Nutrição e Dietética que ele se encontrou e hoje é um dos maiores profissionais do país em Medicina e Performance Esportiva. Além do físico, Rodrigo entende como saúde os mais diversos aspectos da vida e assim, se aprimorou nos 7 pilares, que incluem Mente, Corpo, Família, Vida Sexual, Profissional, Espiritual e Financeiro, tema sobre o qual palestra por todo o país. Na agenda de consultas, celebridades do entretenimento como Vera Fischer, Anderson Leonardo, Bárbara Coelho, Rodriguinho e outros; e do esporte, como Bárbara Seixas, Lara Nobre, Diego Alves e mais.
https://www.instagram.com/rodrigoschroder/

 

No mês de prevenção ao suicídio, cirurgias plásticas em adolescentes acendem sinal de alerta para autoestima e bem-estar

Especialistas analisam o impacto de procedimentos estéticos em jovens e reforçam a importância de limites éticos e escuta ativa no consultório 

 

No Setembro Amarelo, a saúde ganha uma dimensão além do físico e chama atenção para o equilíbrio emocional dos jovens. O tema voltou ao debate após adolescentes como Duda Guerra, Liz Macedo e Antonella Braga, com cerca de 15 anos, compartilharem procedimentos como implantes de silicone e rinoplastia nas redes sociais. O movimento levanta uma questão urgente: até que ponto a cirurgia plástica pode contribuir para a autoestima e quando ela se torna reflexo da pressão por padrões inalcançáveis? 

Para o cirurgião plástico Dr. Gerson Julio, com mais de 30 anos de carreira e 9 mil cirurgias realizadas, a especialidade deixou de ser apenas estética para se tornar, em muitos casos, um recurso terapêutico. “Quando a pessoa se enxerga com mais segurança, é comum que ela retome planos, mude de cidade ou até de carreira. A cirurgia pode ser um ponto de virada na vida”, explica. 

O médico relata que é frequente observar, após os procedimentos, um aumento na autoconfiança, retomada de projetos e transformações de estilo de vida. “A forma como o paciente se vê impacta diretamente sua vida pessoal, profissional e social. Quando há esse alinhamento entre imagem e identidade, a pessoa se transforma”, reforça. 

Mas a decisão exige responsabilidade. O psiquiatra Dr. Guido Boabaid, CEO da GnTech e médico do Hospital Albert Einstein, chama atenção para os riscos da busca precoce por padrões de beleza irreais. “Muitas vezes, esses procedimentos representam tentativas de preencher inseguranças ou se encaixar em modelos inalcançáveis de beleza. Isso pode levar a um ciclo de frustração, ansiedade e depressão”, alerta. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil realizou mais de 1,5 milhão de cirurgias em 2023. As intervenções reconstrutoras cresceram 23% e as estéticas, 8%. A lipoaspiração segue entre as mais procuradas. O contexto digital agrava a questão. Um estudo publicado no Journal of Adolescent Health aponta que o uso frequente de redes sociais visuais, como Instagram e TikTok, está ligado ao aumento de insatisfação corporal e sintomas de ansiedade e depressão, especialmente entre meninas. “Autoestima não se constrói com bisturis ou filtros. Ela vem do afeto, da identidade e do pertencimento”, reforça o Dr. Guido. 

No entanto, essa transformação exige cautela. A busca excessiva por aprovação externa pode gerar baixa autoestima, distorções da autoimagem e ansiedade social. “Quando um adolescente acredita que precisa modificar seu corpo para ser aceito, desconsiderando sua individualidade, biotipo e saúde, acendemos um sinal de alerta. Nenhum procedimento deve servir como compensação para dores emocionais. A verdadeira beleza é reflexo do equilíbrio interno”, complementa o psiquiatra. 

Dr. Gerson também reforça a importância da escuta ativa e do posicionamento ético do médico. “Nem todo paciente está pronto. Às vezes, a melhor decisão é não operar. Dizer ‘não’ também é uma forma de cuidado. A prioridade deve ser sempre o bem-estar”, finaliza.

  

Dr. Gerson Julio - Com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil cirurgias realizadas, o Dr. Gerson Julio é um dos grandes nomes da cirurgia plástica estética no Brasil. Com Graduação em Medicina pela Unicamp, além de residência e mestrado pela mesma universidade, Gerson é referência por sua precisão técnica e abordagem humanizada em procedimentos corporais e faciais. Visionário, desenvolveu o protocolo Recovery Express e foi pioneiro no uso do fio PDS no abdômen, eliminando o uso de drenos há mais de duas décadas.


Guido Boabaid May - médico psiquiatra, fundador e CEO da GnTech, empresa de biotecnologia pioneira e líder em farmacogenética no Brasil. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, formado pela UFSC, com especialização em Psiquiatria pela UFRGS, Guido é referência em saúde mental para executivos de alta performance, Medicina de Precisão e bem-estar sustentável.


Bike Spinning Horizontal ou Bicicleta Vertical: qual a melhor opção para o seu treino?

Gallant apresenta as diferenças entre os modelos e orienta consumidores a escolherem o equipamento ideal para seus objetivos e estilo de vida.

 

A prática de exercícios em casa tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, e as bicicletas ergométricas ocupam lugar de destaque nessa rotina. Mas diante de tantas opções, é comum surgir a dúvida: qual a diferença entre a bike spinning horizontal e a bicicleta vertical tradicional? Para responder a essa questão, a Gallant, referência em equipamentos fitness para uso residencial, apresenta as características técnicas de cada modelo e orienta sobre qual perfil de usuário se beneficia mais com cada tipo de bicicleta. 

As bicicletas verticais, conhecidas como ergométricas tradicionais, simulam o movimento de pedalar sentado, de forma semelhante a uma bicicleta comum. Elas são indicadas para quem busca conforto, treinos moderados e foco em condicionamento físico e emagrecimento. Seu design favorece usuários que querem praticidade e baixo impacto, especialmente iniciantes ou pessoas que precisam cuidar das articulações, já que permitem ajustar o ritmo sem sobrecarga excessiva. 

Já as bikes spinning horizontais são projetadas para treinos de maior intensidade, simulando a experiência de pedalar em uma bicicleta de estrada. Elas exigem postura inclinada, ativando mais grupos musculares, principalmente membros inferiores e core. São ideais para quem deseja alta queima calórica, resistência cardiovascular e ganho de força, além de proporcionar treinos dinâmicos, que podem incluir simulação de subidas e variação de carga.

De acordo com Diego Calábria, diretor comercial da Gallant, entender as diferenças entre os modelos é essencial para um treino eficiente:

“A bicicleta ergométrica vertical atende muito bem quem está começando, quem busca perder peso ou manter o condicionamento físico de forma confortável. Já a bike spinning horizontal é perfeita para quem procura intensidade, treinos desafiadores e alto gasto calórico. Ambas são práticas, fáceis de usar em casa e refletem a missão da Gallant de oferecer opções para todos os perfis de consumidores.”

Outro fator relevante é o espaço disponível. As bicicletas verticais são mais compactas e se adaptam bem a apartamentos ou ambientes reduzidos. Já as spinning horizontais ocupam mais área, mas entregam uma performance próxima à experiência profissional.

Independentemente do modelo escolhido, as duas opções trazem benefícios como melhora do condicionamento físico, fortalecimento muscular e apoio ao processo de emagrecimento. A grande vantagem dos equipamentos Gallant é a possibilidade de incluir a atividade física na rotina, sem depender de academias lotadas ou horários engessados, tornando o treino mais prático, confortável e consistente. 



Gallant
www.gallantoficial.com.br

 

Blefaroplastia é a cirurgia mais procurada por homens e mulheres, segundo ranking mundial

Especialista explica como a cirurgia das pálpebras devolve vitalidade ao olhar, alia estética e funcionalidade e ganha cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo 

 

De acordo com a Pesquisa Global da ISAPS 2024, a blefaroplastia - cirurgia de pálpebras - é o procedimento cirúrgico mais realizado no mundo, com mais de 2,1 milhões de intervenções registradas. A técnica é procurada por homens e mulheres que desejam rejuvenescer o olhar, mantendo a naturalidade e preservando a identidade do paciente. 

Para o cirurgião plástico Dr. Gerson Julio, com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil procedimentos realizados, o sucesso da blefaroplastia está no impacto direto na autoestima e na naturalidade dos resultados. “Os olhos são a região que mais transmite emoção e vitalidade. A blefaroplastia promove rejuvenescimento sem excessos, preservando a expressão e garantindo bem-estar físico e emocional ao paciente”, afirma. 

O procedimento pode ser realizado nas pálpebras superiores, inferiores ou em ambas, dependendo da necessidade individual. Além do efeito estético, em alguns casos a cirurgia também possui caráter funcional, melhorando o campo de visão prejudicado pelo excesso de pele. Quando realizada por um cirurgião plástico qualificado, a técnica é considerada segura, e a recuperação costuma ser rápida, permitindo retorno às atividades em poucos dias. 

Dr. Gerson reforça que uma avaliação médica detalhada é essencial para indicar a cirurgia, respeitando o formato dos olhos, a estrutura facial e as expectativas de cada paciente. “Cada olhar é único, e o objetivo da blefaroplastia não é padronizar, mas valorizar a singularidade de cada pessoa com equilíbrio e harmonia”, explica. 

Reconhecido por seu olhar humanizado e inovador, Dr. Gerson Julio destaca que a blefaroplastia continua sendo uma das técnicas mais transformadoras da cirurgia plástica moderna, unindo estética, funcionalidade e autoestima.

 

Dr. Gerson Julio -Com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil cirurgias realizadas, o Dr. Gerson Julio é um dos grandes nomes da cirurgia plástica estética no Brasil. Com Graduação em Medicina pela Unicamp, além de residência e mestrado pela mesma universidade, Gerson é referência por sua precisão técnica e abordagem humanizada em procedimentos corporais e faciais. Visionário, desenvolveu o protocolo Recovery Express e foi pioneiro no uso do fio PDS no abdômen, eliminando o uso de drenos há mais de duas décadas.


A geração Z e o culto à estética digital: filtros, redes sociais e a pressão para cirurgias

A Geração Z, formada por jovens nascidos entre meados da década de 1990 e o início de 2010, cresce em um ambiente digital completamente conectado. Redes sociais como Instagram, TikTok e Snapchat não são apenas ferramentas de comunicação, mas também vitrines de imagem e padrões estéticos. Para muitos jovens, os filtros e a constante exposição virtual geram uma pressão significativa para corresponder a padrões de beleza muitas vezes irreais. 

Segundo o cirurgião plástico Dr. Hugo Sabath, da Clínica Líbria, essa realidade influencia diretamente a procura por procedimentos estéticos entre adolescentes e jovens adultos. 

 “Estamos percebendo um aumento da demanda de pacientes da Geração Z que chegam ao consultório com expectativas moldadas por imagens filtradas. Muitos querem alterar o que veem na tela, sem considerar limitações naturais do corpo ou riscos das intervenções”, explica Dr. Sabath.



O impacto dos filtros e das redes sociais
 

Ferramentas de edição de imagem e filtros podem criar uma percepção distorcida da própria aparência. Dr. Sabath alerta que isso pode gerar insatisfação corporal precoce: 

 “Quando o jovem passa a se comparar constantemente com versões editadas de si mesmo ou de outras pessoas, aumenta o risco de transtornos de imagem, ansiedade e até depressão. A cirurgia plástica, nesse contexto, não deve ser vista como solução imediata para problemas emocionais ou de autoestima.” 

O especialista também explica que, enquanto a tecnologia digital aumenta a pressão estética, os pais e responsáveis precisam estar atentos: 

 “É fundamental conversar com adolescentes sobre padrões reais de beleza e sobre os riscos de procedimentos antes da idade adequada. Procedimentos invasivos em pacientes muito jovens só devem ser realizados em situações específicas e sempre com indicação médica clara.”

 

Tendências e demandas 

Dados da Clínica Líbria indicam que, nos últimos dois anos, houve um aumento significativo na procura de pacientes com menos de 25 anos por procedimentos minimamente invasivos, como preenchimentos faciais, harmonização facial e pequenas correções estéticas. 

> “Esses procedimentos são geralmente seguros quando bem indicados, mas a avaliação do histórico médico e da motivação emocional do paciente é essencial. A prioridade deve ser a saúde física e psicológica, não apenas atender a uma estética virtual”, reforça Dr. Sabath.


Dicas do especialista para jovens e familiares

 

1. Autoconhecimento em primeiro lugar: antes de qualquer procedimento, o jovem deve compreender suas motivações e expectativas.

2. Atenção à idade adequada: procedimentos invasivos não são recomendados para adolescentes sem avaliação criteriosa.

3. Diálogo com profissionais qualificados: consultar médicos especializados e com registro na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

4. Apoio emocional: psicólogos e terapeutas podem ajudar a lidar com ansiedade e pressão social.

5. Educação sobre padrões reais de beleza: redes sociais mostram apenas versões editadas da realidade.

 

Conclusão 

Para o Dr. Hugo Sabath, a cirurgia plástica pode ser uma ferramenta positiva quando utilizada de forma consciente e segura, mas não é uma solução para questões emocionais ou psicológicas geradas pelas redes sociais. 

 “É crucial educar a Geração Z sobre limites do corpo e riscos de procedimentos estéticos. A beleza digital não deve ditar decisões médicas. Nosso papel é orientar, proteger a saúde e promover autoestima de forma saudável e realista”, finaliza o especialista.

 

Dr. Hugo Sabath - Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP


Saiba por que a blefaroplastia é a cirurgia estética mais realizada no mundo

Procedimento é seguro, tem recuperação rápida e pode ser feito em diferentes idades, com resultados duradouros, explica especialista em plástica ocular 


A blefaroplastia é o procedimento estético mais realizado no mundo, segundo a ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery). A cirurgia nas pálpebras, que devolve leveza e jovialidade ao olhar, tem atraído cada vez mais pacientes em busca de rejuvenescimento facial.

O oftalmologista especializado em plástica ocular, Dr. Rodrigo Almeida, do IOBH - Instituto de Olhos de Belo Horizonte, explica os benefícios e diferenciais do procedimento: “A blefaroplastia é indicada para pacientes que apresentam excesso de pele, bolsas de gordura ou características naturais que deixam o olhar pesado e cansado”, afirma o médico. Segundo ele, a cirurgia pode ser feita em pacientes jovens, a partir dos 28 anos, ou mais velhos, como aos 70, desde que haja indicação. “Não existe idade ideal. O que existe é o incômodo do paciente e o desejo de melhorar a estética das pálpebras”, completa.

Além da questão estética, os reflexos na autoestima são expressivos. “O olhar é a principal forma de comunicação não verbal. Quando um paciente tem bolsas ou excesso de pele, muitas vezes transmite uma imagem de cansaço ou tristeza, mesmo sem estar assim. Após a cirurgia, vemos uma transformação: mais alegria, confiança e vontade de se cuidar. Isso muda a vida do paciente”, comenta o Dr. Rodrigo.

Embora seja estética, a blefaroplastia segue protocolos rigorosos de segurança. “É uma cirurgia tranquila e, quando o paciente é saudável, os riscos são mínimos. É feita em bloco cirúrgico, com anestesista e todos os cuidados necessários. O pós-operatório costuma surpreender porque não há dor. O máximo que o paciente sente é uma leve ardência, sensação de areia ou repuxamento, que melhoram em poucas semanas”, destaca o Dr. Rodrigo Almeida.

Os resultados começam a ser percebidos logo nos primeiros dias, mas é preciso paciência. “Com uma semana já retiramos os pontos e o paciente está bem, embora ainda inchado. Com 15 dias, já se apresenta socialmente. Em torno de 30 dias, o aspecto é ótimo, mas o resultado final vem entre três e seis meses, quando a cicatrização está completa”, explica o médico.

Um dos grandes diferenciais está na escolha do cirurgião. “A pálpebra não é apenas estética, ela protege o olho. Por isso, a blefaroplastia feita por um oftalmologista especializado em plástica ocular traz mais segurança. Eu costumo dizer que operamos a pálpebra pensando no olho. Prefiro retirar um pouco menos de pele e preservar a função, do que comprometer a capacidade de fechar o olho e gerar um problema crônico”, ressalta Dr. Rodrigo.

Se você não conhecia a cirurgia, o Dr. Rodrigo Almeida reforça: “A blefaroplastia é uma forma segura e eficaz de rejuvenescer o olhar, trazendo mais leveza à expressão e impacto positivo na autoestima. Vale a pena conhecer o procedimento e avaliar se ele pode atender ao seu desejo de mudança”, finaliza o Dr. Rodrigo Almeida, do IOBH - Instituto de Olhos de Belo Horizonte.

 

O corpo pós-Ozempic e a corrida por tratamentos estéticos não invasivos

Avanço tecnológico e mudança de mentalidade colocam o Brasil entre os líderes da estética mundial 

 

O Ozempic, Mounjauro e outros medicamentos à base de semaglutida mudaram a forma como milhões de pessoas lidam com a balança. Em 2024, as vendas globais ultrapassaram US$ 21 bilhões, segundo a consultoria IQVIA, consolidando a “injeção da magreza” como fenômeno mundial. Mas junto com a perda rápida de peso, surgem novos dilemas diante do espelho: flacidez, queda na produção de colágeno e alterações no contorno corporal.

E, qual a solução para essa questão? É aí que entram os procedimentos estéticos não invasivos, cada vez mais procurados por quem quer alinhar saúde metabólica e autoestima. “O paciente pós-semaglutida atinge sua meta na balança, mas muitas vezes, sente que a pele não acompanhou essa transformação. Hoje, clínicas de estética equipadas com tecnologias que devolvem firmeza, estimulam colágeno e reequilibram a harmonia do rosto e do corpo sem bisturi estão cada vez mais presentes na vida desses brasileiros”, explica Claudio Winkler, especialista internacional em equipamentos médicos estéticos.

Entre os tratamentos mais procurados estão:

Radiofrequência multipolar: aquece as camadas profundas da pele, estimulando a produção de colágeno e melhorando a firmeza.

Ultrassom microfocado: atua em pontos estratégicos das camadas da pele para efeito lifting, muito usado na região da papada e mandíbula.

Laser fracionado não ablativo: indicado para melhorar textura, poros e estimular renovação celular.

Tecnologias híbridas de radiofrequência com microagulhamento: combinam estímulo mecânico e energia para tratar flacidez intensa.

Esses recursos já são chamados de pós-tratamentos do emagrecimento acelerado. Clínicas relatam aumento expressivo na procura por protocolos combinados, que integram radiofrequência corporal e ultrassom facial para devolver sustentação à pele. “Estamos diante de um novo ciclo da estética, em que emagrecer é apenas a primeira etapa. A segunda é reconectar o corpo à autoimagem. Os tratamentos não invasivos se tornam parte essencial dessa jornada, trazendo resultados seguros e naturais”, afirma Winkler.

A tendência não é passageira. Para o especialista, a chamada “geração pós-Ozempic” vai transformar a forma como a sociedade encara beleza e longevidade. “Não falamos só de estética, mas de bem-estar emocional. Olhar no espelho e se reconhecer faz parte do processo de saúde integral”, conclui.

 

7 benefícios do óleo de coco na beleza: um aliado natural para pele, unhas, cabelo e cuidados íntimos

Poderoso antioxidante, o óleo de coco mantém a hidratação e potencializa a rotina de beleza com segurança e versatilidade 


O óleo de coco extravirgem deixou de ser apenas um ingrediente da cozinha e passou a ocupar espaço de destaque na rotina de beleza. Rico em ácidos graxos, vitamina E e lipídeos biocompatíveis, ele atua como um poderoso antioxidante natural, protegendo contra os danos do dia a dia e proporcionando hidratação profunda para pele, cabelos e até mesmo para regiões mais sensíveis.

Segundo a especialista em cosmetologia avançada e cientista Jackeline Alecrim, o óleo de coco oferece uma nutrição completa. “Ele forma uma camada protetora que retém a umidade e prolonga a hidratação, sendo excelente para evitar o ressecamento e proteger contra danos físicos e ambientais. Além disso, tem alta afinidade com os fios e a pele, devolvendo elasticidade e brilho”, explica.

Entre os diversos usos comprovados, destacam-se sete benefícios essenciais:


1. Hidratação da pele

Graças à presença de vitamina E e ácidos graxos, o óleo de coco ajuda a manter a pele macia, elástica e protegida contra o ressecamento. Seu efeito antioxidante também auxilia na prevenção do envelhecimento precoce, mantendo o viço natural.


2. Hidratação do cabelo

Altamente nutritivo, o óleo de coco penetra na fibra capilar, reduzindo o frizz e evitando a quebra. É ideal para potencializar a hidratação, recuperar fios danificados e devolver brilho e maciez.


3. Hidratação íntima

Uma das inovações mais relevantes é o uso do óleo de coco para a saúde íntima feminina. A Copra, referência nacional em produtos derivados do coco, é a única marca no Brasil com certificação da Anvisa, além de testes dermatológicos e ginecológicos que garantem sua segurança e eficácia. O produto auxilia na prevenção do ressecamento e irritações, melhora a firmeza da pele, equilibra odores e oferece frescor natural — sempre de forma hipoalergênica e livre de aditivos químicos.


4. Remoção de maquiagem

Graças à sua textura oleosa e natural, o óleo de coco dissolve até maquiagens à prova d’água, sem agredir a pele. É uma alternativa suave e eficaz aos demaquilantes industrializados, especialmente para peles sensíveis.


5. Hidratação de tatuagens

A aplicação regular ajuda a manter a pele tatuada hidratada, preservando a cor e evitando descamações. O efeito calmante também auxilia no processo de cicatrização inicial.


6. Prevenção de assaduras

Com propriedades calmantes e protetoras, o óleo de coco forma uma barreira natural contra atrito e umidade, prevenindo assaduras em adultos e crianças.


7. Fortalecimento de unhas e cutículas

Seu uso nas unhas promove hidratação intensa, fortalecendo contra quebras e descamações, enquanto amacia as cutículas para um aspecto mais saudável.

O óleo de coco extravirgem da Copra não apenas cumpre seu papel como multifuncional de beleza, mas também reflete uma tendência de consumo: produtos naturais, seguros e sustentáveis. Ao escolher versões testadas e certificadas, como a da marca, o consumidor garante benefícios reais aliados ao cuidado com a saúde e com o meio ambiente.

Com tantos usos em um único produto, o óleo de coco se consagra como um item essencial para a rotina de cuidados pessoais, provando que a simplicidade da natureza pode trazer resultados surpreendentes para beleza, bem-estar e autoestima.

 

Protocolo 12-3-30 ganha popularidade entre iniciantes nas academias

Método oferece gasto energético relevante, mas requer cautela para evitar sobrecargas 

 

Criado pela influenciadora americana Lauren Giraldo, o protocolo 12-3-30 tornou-se uma das tendências de treino mais populares das redes sociais nas últimas semanas. A prática, que consiste em caminhar na esteira por 30 minutos, a 4,8 km/h, com inclinação de 12%, já soma mais de 700 milhões de visualizações na hashtag #12330workout no TikTok e atrai principalmente iniciantes e pessoas com restrições ou que não gostam de correr.

Segundo o treinador da Smart Fit Lucas Florêncio, o apelo do protocolo está no equilíbrio entre simplicidade e intensidade. “É um treino de baixo impacto, mas suficientemente desafiador para gerar resultados. A prática pode ser feita em casa e tem ganhado a atenção de iniciantes”, diz. 

Estudos recentes ajudam a entender a repercussão. Pesquisas indicam que, embora a corrida apresente maior gasto calórico por minuto, o 12-3-30 utiliza um percentual mais elevado de gordura como fonte de energia — cerca de 41%, contra 33% observados na corrida.

Para Florêncio, no entanto, isso não significa superioridade absoluta. “Em termos de eficiência de tempo, a corrida leva vantagem. Mas, para maior utilização de gordura, o protocolo tem leve superioridade.” Na comparação com treinos intervalados de alta intensidade (HIIT), ele observa que o método também fica atrás em efeitos metabólicos, mas oferece maior tolerância e sustentabilidade, fundamentais para quem está começando.


Prática exige cuidados 

Apesar dos benefícios, a prática exige cautela. A inclinação elevada aumenta a exigência sobre panturrilhas, lombar e isquiotibiais, o que pode gerar desconforto ou sobrecarga em pessoas sem preparo adequado. “Controlar variáveis como velocidade, inclinação e tempo total é essencial para treinar com segurança e eficiência. Quem tem histórico de dores nos joelhos, tornozelos ou lombar deve avaliar antes de adotar o protocolo”, orienta Florêncio.

Ele também aponta os principais mitos que circulam nas redes, como a ideia de que o treino “queima apenas gordura”, de que é sempre melhor que a corrida ou de que pode ser feito todos os dias sem prejuízos. “Nenhum exercício é isento de riscos ou substitui sozinho uma estratégia completa. A variação continua sendo importante para ampliar benefícios”, afirma.


Musculação como aliada  

Outro ponto enfatizado pelo treinador é a necessidade de aliar o protocolo à musculação, tanto para garantir equilíbrio físico quanto para potencializar resultados, já que fortalecer a musculatura reduz riscos de lesão, melhora a postura e aumenta o gasto calórico em repouso.

Para quem pretende iniciar, Florêncio recomenda progressão gradual, começando com inclinações mais baixas, atenção à postura ereta, uso de tênis adequados, intercalando sessões com dias de descanso e reduzindo intensidade em caso de dor.

Na visão do treinador, o 12-3-30 pode se consolidar como parte de um programa de treinos a longo prazo, desde que inserido em uma rotina variada. “É excelente para quem tem baixa adesão ao exercício cardiovascular, mas precisa ser combinado a outras modalidades para gerar resultados consistentes e sem riscos”, avalia.

Modelo de programa semanal (combinação 12-3-30 + musculação)

Dia

Cardio (12-3-30)

Musculação / Outros

Seg

Opcional: Transport, bike ou descanso

MMII + Core (ênfase em glúteos e lombar)

Ter

12-3-30

Peito + Tríceps + abdômen

Qua

12-3-30

Costas + Bíceps + core

Qui

Atividade leve: yoga, mobilidade

MMII + Core 

Sex

12-3-30 ou versão intervalada

Peito + Tríceps + abdômen

Sáb

Atividade leve: yoga, mobilidade

Costas + Bíceps + core

Dom

Descanso completo 

Alongamento, mobilidade, preparação para semana

  

Grupo Smart Fit

 

Posts mais acessados