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quinta-feira, 20 de março de 2025

5 destinos internacionais para conhecer sem passaporte

Foto: Istock/MesquitaFMS
Diferentes países que fazem parte do Mercosul facilitam a entrada de brasileiros para turismo 

 

Viajar para fora é o sonho de muitos brasileiros. Mas, quando se calcula na ponta do lápis as hospedagens, as passagens e o trâmite para tirar um passaporte, pode parecer desanimador e inacessível. Como solução para esse sonho, existem países dentro da América Latina com diversidade gastronômica e cultural que permitem a entrada de brasileiros apenas com o RG (Registro Geral) ou a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Conhecidos por suas culturas, os países vizinhos possuem diversas atrações belíssimas. Para facilitar a pesquisa, veja cinco destinos para conhecer, sem precisar de toda a papelada para emitir o passaporte. 

·         Argentina: com muitas belezas naturais caminhando pelas cercanias no interior do país, pode-se aventurar pelo pampa, vegetação típica, ou ir direto para a grande metrópole: Buenos Aires. Com livrarias históricas, como Ateneo, a cidade é rica em gastronomia típica, museus e muitos centros comerciais. Aos mais ousados, vale arriscar turistar pela Patagônia, que é conhecida por ser uma região montanhosa que a Argentina compartilha com o Chile. 

·         Chile: este é outro país que se pode conhecer apenas levando o RG. O que separa a Patagônia Argentina da Patagônia Chilena é a Cordilheira dos Andes, destino que não pode ficar de fora do seu roteiro de viagem. A capital, Santiago, oferece opções diversas de gastronomia, vinhos e tradições típicas da culinária chilena. 

·         Uruguai: em pouco mais de 20h de carro, pode-se ultrapassar a fronteira brasileira, saindo de São Paulo até Montevideo. A capital tem uma bela mistura de atrações clássicas e badaladas, com seus museus e sebos localizados na Plaza de la Independencia. Há também a cidade de Punta Del Este, que é o destino ideal para quem gosta de curtir praias e conhecer novas festas em diferentes culturas. 

·         Colômbia: é o destino perfeito para quem ama lugares paradisíacos e para os fãs do escritor Gabriel García Márquez, que enaltecia sua cidade e a cultura colombiana em seus livros. Um exemplo é a cidade de Cartagena, conhecida por sua arquitetura colonial. O centro histórico, cercado por muralhas, é um Patrimônio Mundial da UNESCO, e é famoso pelas suas praças, igrejas e edifícios coloridos. O Castillo de San Felipe de Barajas também é uma parada obrigatória para os viajantes, oferecendo uma visão de toda a história colonial da cidade. 

·         Guiana Francesa: para aqueles que insistem em conhecer um destino diferente dos latinohablantes, por que não conhecer um país que fala francês? Apesar de estar situada na América do Sul, a Guiana Francesa se tornou independente da França apenas em 1946, então os vestígios da cultura europeia ainda estão bastante presentes no país. É um destino diferente dos roteiros mais cobiçados pelos mochileiros. Apesar de ser um território ultramarino francês, os turistas brasileiros também não precisam de passaporte para visitá-lo. A capital, Caiena, é uma mistura de cultura francesa e caribenha, com mercados vibrantes e praias tranquilas, ou seja, a escolha ideal para quem quer emergir no melhor dos dois mundos. 

 

Ao planejar uma viagem, a hospedagem sempre está na lista de prioridades a serem vistas. Escolher o roteiro com antecedência e o hotel onde vai dormir, comer e conviver com seus companheiros de viagem facilita as pesquisas em busca de melhores preços. 


Além de garantir a localização ideal que se adeque com ao perfil de viajante, certifique-se de que a hospedagem escolhida ofereça o conforto e a conveniência necessários para sua temporada fora do Brasil.



Saiba como será a tributação dos mais ricos no novo IR

ARTE: Max/DC

Para verificar a tributação sobre este grupo, a Receita vai computar toda a renda da pessoa física, mas vai desconsiderar para o cálculo o recebimento de herança, ganhos de capital e também os rendimentos recebidos de ações na Justiça ou indenizações

O governo federal apresentou na terça-feira, 18, o projeto de lei que prevê a isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Com a proposta, a equipe econômica prevê perda de R$ 25 bilhões em arrecadação, mas estima que as compensações com a tributação dos mais ricos poderão chegar a R$ 34 bilhões.

A ideia é que os contribuintes mais ricos, com rendimentos acima de R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil por ano), terão de pagar um imposto mínimo. Nesse grupo, a alíquota é crescente até chegar a 10% - para quem tem ganhos acima de R$ 100 mil por mês (R$ 1,2 milhão por ano). Segundo o Ministério da Fazenda, a medida atingirá 141 mil contribuintes.


O que vai ser tributado

Para verificar a tributação sobre este grupo, a Receita vai computar toda a renda da pessoa física: salários, receitas com aluguéis, pensões, lucros e dividendos, entre outras receitas.

Três tipos de rendimentos serão desconsiderados para o cálculo da renda total do contribuinte: recebimento de herança; ganhos de capital, como a venda de um imóvel; e também os rendimentos recebidos acumuladamente, como ações na Justiça ou indenizações trabalhistas.

Depois, será calculado o imposto efetivo que esse contribuinte paga atualmente. Se o porcentual for menor do que a alíquota mínima prevista para a sua faixa de renda, ele pagará a diferença. Se for maior, ele não pagará mais imposto.

Para calcular a alíquota incidente sobre essa parcela da população, serão descontadas ainda rendas que têm isenção prevista em lei, como é o caso de rendimentos obtidos na poupança, em títulos e valores mobiliários, como LCIs e LCAs, aposentadorias e pensões por doenças graves e indenizações judiciais e trabalhistas.

O argumento da equipe econômica é que a alíquota efetiva desses contribuintes é baixa - em média, de 2,5%.

Com as mudanças, segundo a Receita, a estimativa é de que a alíquota efetiva de IR média dos mais ricos suba para 9%. Como comparação, a alíquota de IR efetiva sobre os rendimentos de um policial é de 9,8%, e de 9,6% sobre os rendimentos de um professor de ensino médio. Um trabalhador CLT que ganha R$ 60 mil por mês, por exemplo, diz a Receita, tem alíquota efetiva de 25,74%, sem considerar as opções de abatimento. Ou seja, ele não seria atingido pelo novo tributo.


Dividendos

O projeto do governo traz como novidade a tributação sobre dividendos, que terão a incidência de uma alíquota fixa de 10% sobre valores que excedam R$ 50 mil por mês por empresa. Isso vale também para investidores não residentes no país. A tributação ocorrerá na fonte e começará a vigorar em 2026.

A Receita restituirá valores retidos caso o contribuinte não seja enquadrado como mais rico no ajuste da declaração do IR, no ano seguinte. Ou se ele for enquadrado como mais rico, mas tenha pagado o imposto mínimo de IR estipulado para a sua faixa de renda.

A tributação incidente sobre os dividendos também será devolvida caso a empresa que os distribuiu tenha recolhido o Imposto de Renda sem abatimentos, ou seja, na alíquota nominal de 34% (para a maioria dos setores), 40% (seguradoras) e 45% (instituições financeiras).

O Ministério da Fazenda argumenta que o intuito não é tributar os dividendos, mas considerar esses valores como parte da renda dos sócios e investidores na hora de tributá-los.

 

Estadão Conteúdo


Páscoa sem dívidas - veja 6 caminhos para economizar


Faltando poucos dias para a Páscoa e por mais que essa seja uma data que aparentemente não tenha gastos tão grandes, isso não é real, principalmente com os preços cada vez maiores dos ovos de páscoa, bacalhau e outros produtos relacionados. Assim, é importante se programar para não se complicar financeiramente.


"Nesta época, muitos agem por impulso e se desequilibram financeiramente. É preciso entender que esta data deveria estar prevista dentro do orçamento financeiro do ano. Independente do poder aquisitivo de cada pessoa e família é sempre possível economizar na Páscoa”, sinaliza o presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN), Reinaldo Domingos.
 

Para buscar por essa economia, as atitudes vão muito além de pesquisar pelo melhor produto com menor preço. “É preciso se reinventar a todo momento, ter mais criatividade e buscar pelo equilíbrio muito importante na educação financeira entre o investimento e o benefício. Falo investimento já que trata-se de um presente e quando presenteamos estamos praticando o ato de fazer o outro feliz”, explica Reinaldo Domingos. 

Para auxiliar nesse ato de comprar o presidente as ABEFIN, Reinaldo Domingos trouxe algumas orientações, que podem ajudar nessa importante missão de comemorar esse importante feriado.
 

Orientações para economizar na Páscoa


1- Atentar-se para o orçamento financeiro

Uma das grandes dificuldades das famílias está na falta de prever os itens sazonais. Isso não acontece somente na Páscoa, também é comum não se atentar para outras datas como Dia das Mães, Pais, Criança e até aniversários. Portanto é preciso que todos investimentos ou gastos que acontecem em alguns períodos do ano, estejam devidamente documentados no orçamento, com isso terá o valor necessário a ser despendido;

 

2- Na hora da compra

Na educação financeira existe um importante conceito que é: “mais importante saber comprar, do que saber investir”, praticamente em tudo que gastamos e consumimos temos excessos e desperdícios. Isso também acontece na compra do ovo de Páscoa. É preciso saber quando de dinheiro está reservado para a busca e que caiba no orçamento financeiro. Muitas das pessoas que hoje encontram-se inadimplentes com o nome sujo, acabaram chegando a essa situação por não ter respeitado seu orçamento financeiro.

 

3- Forma de pagamento

Se no orçamento não tiver reservado nenhum recurso financeiro, esta compra dos ovos deverá ser a prazo, mas é preciso atenção aos valores contraídos. Se foram programados pagamentos no mês subsequente ou se ouve parcelamentos, este deverá estar previsto e reservado já para os próximos meses contemplados no orçamento. Agora, se o valor já estiver no orçamento, a decisão pode ser pelo pagamento à vista e desta forma a busca por descontos.

 

4- Escolha dos ovos

Uma vez conhecedor da disponibilidade financeira, chegou a hora de buscar pela escolha dos ovos, as opções de marcas são grandes, é preciso ouvir um pouco as pessoas que serão presenteadas, já vi muitas pessoas ganharem ovos e não gostarem do chocolate ou ainda não poder comer chocolates. A busca pela melhor relação entre investimento e benefício é o que deverá ser objetivado na escolha. Os preços podem variar muito de um local para outro. Atenção, essa variação pode chegar à 400%, por isso comece pesquisando na internet e não compre logo no início. Conhecendo os preços médios, chegou a hora de investir um tempo para ir presencialmente aos locais ou ligar, é preciso entender que quanto mais pesquisar, maior será chance de realizar uma ótima compra, atendendo os anseios daqueles que serão presenteados e em especial o seu bolso.

 

5- Outras oportunidades

Tem sido muito comum ao longo dos anos a fabricação de ovos de Páscoa caseiros. Na maioria das vezes esses não perdem em nada para aqueles que são fabricados pelas grandes marcas. O importante é sempre saber da procedência, muitas vezes são pessoas que buscam por rendas extras que necessitam complementarem seu orçamento. Sem dúvida alguma esses ovos caseiros acabam tendo preços menores e com isso quem optar por essa oportunidade descapitalizará menos dinheiro para este importante momento.

 

6- Compra coletiva inteligente

Essa dica pode se encaixar melhor para quando a família é grande, pois a compra coletiva pode reduzir os preços, repensando até as quantidades. A minha sugestão aqui é pela conversa entre os familiares e buscarem por uma compra inteligente, ou seja, havendo o diálogo a família poderá fazer com que cada membro desta ganhe um ovo da Páscoa, isso pode proporcionar um produto maior e com um custo e benefício melhor, já que terá como objetivo a compra de apenas um ovo e não de 5 ou 10 ovos para presentear cada membro da família. Essa economia pode chegar de 80% a 90% no bolso de todos.

 

Reinaldo Domingos - está à frente do primeiro streaming de educação financeira: o DFlix, é PhD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira e de mais 100 outras obras sobre o tema educação financeira. Idealizador a primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.


Escolas públicas e privadas não podem recusar matrícula de alunos com deficiência

Especialista em Direito Educacional fala sobre as garantias previstas em lei, as obrigações das instituições de ensino e explica onde buscar ajuda

 

 

As escolas públicas e particulares que recusarem a matrícula de alunos com deficiência - sem apresentar uma justificativa por escrito - poderão ser penalizadas. A informação consta na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ou Estatuto da Pessoa com Deficiência.

 

O assunto voltou a ser discutido, depois que a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 9133/17 que prevê sanções às instituições de ensino privadas que tiverem a recusa injustificada da matrícula. As punições vão desde advertência, suspensão temporária de admissão de novos alunos, suspensão da autorização de funcionamento ou do credenciamento da instituição de ensino particular. O texto seguiu para análise do Senado.

 

“O tema é muito delicado para ambos os lados: escola e família. Mas como regra, as escolas públicas e particulares não podem negar a matrícula de alunos com deficiência. Somente poderá haver a negativa se não houver vagas nas turmas”, explica o advogado e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE), Paulo Bandeira.


 

Transparência de ambos os lados


Segundo o Estatuto da Pessoa com Deficiência, é aconselhável que a família informe à escola - na hora de fazer a matrícula - que o filho tem alguma deficiência.

 

Isso porque, como observa o advogado Paulo Bandeira, as instituições de ensino acabam por identificar na rotina diária que o aluno demonstra alguns indicativos pedagógicos que podem apontar algum tipo de deficiência que podem comprometer a aprendizagem, que não tenham sido devidamente comunicados pela família.

 

“As escolas privadas podem solicitar, mas não obrigar, que as famílias tragam eventuais laudos médicos. Esses documentos serão fundamentais para as instituições de ensino formatar a melhor maneira de adaptar os métodos de ensino e aprendizagem. Quanto mais transparência de ambos os lados, melhor”, destaca.

 

Caso haja a constatação de algum aspecto ligado à deficiência física, intelectual, sensorial ou à transtornos, a escola deve convocar a família para demonstrar sua perspectiva pedagógica sobre o caso e explicar quais serão as adaptações necessárias. Um estudo multissetorial – que envolve professores especializados, médicos, atendentes terapêuticos, psicólogos e familiares – também poderá ser solicitado.

 

O advogado Paulo Bandeira enfatiza ainda que – conforme a Lei nº 13.146 - cabe à escola avaliar, dentro de seu projeto pedagógico e estrutural, quais são as necessidades de apoio ao estudante e como isso será feito.


 

Sem cobranças adicionais


O membro da ABRADE salienta que as escolas particulares devem estar preparadas para atender todos os alunos com deficiência - independentemente de qual seja a patologia - pois a lei as obriga a realizarem as adaptações razoáveis para incluir esses estudantes; seja a readequação de estruturas, as metodologias, os materiais e a capacitação de seus professores.

 

“E como regra, os alunos com deficiência devem pagar o mesmo valor da anuidade escolar dos demais alunos. É legalmente proibido a cobrança de qualquer valor adicional”, pontua.


 

Tratamento de igualdade


Para o especialista em Direito Educacional, o Projeto de Lei 9133/17 deveria criar a mesma obrigação para as escolas públicas; de tal forma que a sensação de que a negativa de matrículas e a restrição dos direitos dos alunos com deficiência ocorre apenas com instituições privadas

 

“Essa é uma questão que envolve vários níveis organizacionais. Por isso, o poder público também precisa estar devidamente preparado para o atendimento de qualidade de todo e qualquer estudante que requisitar matrícula escolar”, destaca.

 

“Também seriam necessárias outras medidas do poder público para auxiliar as instituições de ensino da rede privada. Um exemplo é a criação de linhas de crédito para que possam capacitar seus professores e colaboradores e até mesmo adaptar as estruturas físicas sem onerá-las financeiramente”, complementa.


 

Censo Escolar 2024


O Brasil tem 3.474.886 alunos com deficiência matriculados em escolas públicas e privadas da educação básica, segundo dados do Censo Escolar 2024 publicados na edição de 30/12/2024, do Diário Oficial da União (DOU). Houve crescimento na comparação com 2023, quando foram registrados 2.970.254, e com 2022, que marcou 2.567.298 estudantes com deficiência.

 

Os números são referentes a matrícula na creche, pré-escola, ensino fundamental e médio (incluindo o ensino médio integrado e normal magistério), no ensino regular, na educação especial e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) presencial, nos níveis fundamental e médio (incluindo a EJA integrada à educação profissional) das redes estaduais e municipais, urbanas e rurais, tanto em tempo parcial quanto integral, além do total de matrículas nessas redes de ensino.

 

Porém, outro estudo – realizado pela Equidade.info, iniciativa ligada à Escola de Educação da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos, com apoio do Stanford Lemann Center - indica que o Brasil tem mais de 6 milhões de estudantes com algum tipo de deficiência ou transtorno de aprendizagem.


 

Onde buscar ajuda


Em caso de negativa de matrícula de alunos com deficiência - tanto das escolas públicas, quanto das particulares - o especialista em Direito Educacional recomenda que os pais ou responsáveis dialoguem com as instituições de ensino.

 

Se a recusa persistir, a indicação é entrar em contato com a área da educação inclusiva da Secretaria de Educação do Município ou do Estado. “Outras sugestões envolvem procurar a ajuda do Procon, fazer um Boletim de Ocorrência, denunciar ao Ministério Público ou ajuizar uma ação cível contra a instituição de ensino, pedindo uma mediação ou indenização em razão do não cumprimento da lei”, observa o advogado e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE), Paulo Bandeira.

 

“Essa questão é delicada, mas sempre orientamos – tanto as escolas, quanto as famílias - de que o primeiro passo é o diálogo franco e aberto”, complementa o especialista.

 



Paulo Bandeira - advogado, mestre em Direito Empresarial e Cidadania pelo UniCuritiba, especialista em Direito Educacional, professor universitário, membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE) e autor do livro Responsabilidade Civil nas Instituições de Ensino (editora Juruá, 185 págs., preço médio R$ 89,90).

 

Felicidade é Hábito: 5 Passos para Viver Melhor


A felicidade não está lá fora, em algo que você precisa conquistar. Ela já existe dentro de você, esperando ser despertada! Segundo Chirles de Oliveira, facilitadora de treinamentos em Felicidade sob o viés da Psicologia Positiva, ser feliz é um aprendizado diário — um caminho de reconexão com sua potência, seus afetos, a Ciência, a Espiritualidade e as infinitas possibilidades de viver com propósito.

Para uma vida verdadeiramente feliz e sustentável, Chirles reforça a importância de olhar para dentro, silenciar o ruído externo e abraçar o processo de autodescoberta. Isso inclui cultivar a autocompaixão, compreender os altos e baixos da jornada e reconhecer sua própria força e resiliência. Quando nos nutrimos internamente, transbordamos essa potência para o mundo ao nosso redor.

Quer começar esse treino agora mesmo? Confira 5 passos essenciais para fortalecer sua felicidade:

 1. Felicidade compartilhada é felicidade multiplicada
A alegria ganha significado quando dividida. Os laços que construímos, os afetos que cultivamos e os encontros que vivemos nos dão a sensação de pertencimento — um ingrediente essencial para a felicidade genuína.

 2. Sentir-se pertencente é ser livre
Quando sabemos que temos um lugar no mundo, vivemos com mais leveza e autenticidade. A felicidade não precisa de culpa ou justificativas, apenas do compromisso de ser vivida e compartilhada.

 3. Deixe o passado no passado
O sofrimento não precisa ser sua identidade. Liberte-se das amarras das velhas histórias e abra espaço para novas narrativas, onde você é o protagonista da sua felicidade.

 4. Seja sua própria luz
Acolha cada etapa do seu crescimento com compaixão. Permita-se cair, levantar e renascer, como uma fênix que ressurge mais forte. Ao iluminar seu caminho, você também inspira outros a brilharem.

 5. Viva em congruência
Felicidade não se vive sozinho. Cultive relações autênticas e alinhe seus pensamentos, palavras e ações com quem você realmente é. A jornada se torna mais leve quando seguimos ao lado de pessoas que vibram na mesma sintonia.


BOLETIM DAS RODOVIAS

Motoristas enfrentam pontos de lentidão nas rodovias concedidas


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta quinta-feira (20).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - A Rodovia Anchieta (SP-150) tráfego lento do km 22 ao km 17 e do km 13 ao km 10. No sentido litoral, o tráfego é congestionado do km 40 ao km 55. Já a Rodovia dos Imigrantes (SP-160) tem tráfego normal, sentido litoral e lentidão do km 18 ao km 14, sentido capital.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) registra pontos de lentidão no sentido capital entre o km 113 ao km 104, do km 62 ao km 60, do km 24 ao km 21 e do km 14 ao km 11+360, sentido interior, o tráfego é lento do km 94 ao km 96. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há lentidão do km 56 ao km 50 e do km 18 ao km 13+360, no sentido interior, o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal, sentido interior na Rodovia Raposo Tavares (SP-270). E sentido capital tem tráfego lento entre o km 36 ao km 34. Na Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido interior, o tráfego é normal, no sentido capital, tráfego lento do km 33 ao km 24, do km 18 ao km 16 e do km 18 ao km 13+700.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Há lentidão do km 24 ao km 12 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Como encontrar felicidade em um mundo cada vez mais desafiador?

Divulgação

No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Felicidade, a especialista Renata Rivetti compartilha reflexões e dicas essenciais para ajudar as pessoas a encontrarem propósito, realização e bem-estar em suas jornadas

 

O filósofo Aristóteles já dizia há mais de 2 mil anos, em seu livro “Ética a Nicômaco”, que “a felicidade é o sentido e o propósito da vida, o único objetivo e a finalidade da existência humana”. Ou seja, todos querem ser felizes, isso é fato. Mas o cenário atual é de infelicidade, como mostra em suas palestras a especialista em felicidade e uma das principais referências do tema no Brasil, Renata Rivetti CEO e fundadora da Reconnect Happiness at Work & Human Sustainability.

Segundo a OMS, a ansiedade é considerada o mal do século, com mais de 300 milhões de pessoas ansiosas no mundo. E o Brasil lidera o ranking global, com mais de 18 milhões de ansiosos. Pesquisa da Vittude também mostrou que 33% dos profissionais brasileiros enfrentam transtornos mentais em níveis graves ou extremamente graves, associados também à depressão e ao estresse. Dito isso, como as pessoas podem ser felizes se estão ansiosas, estressadas e com depressão?

Diante desse cenário, o Dia Internacional da Felicidade (20/03) pode ser um convite para refletir sobre as causas da infelicidade e pensar em mudanças, como mostra a especialista Renata Rivetti.


O que está deixando a sociedade infeliz?

“Vivemos um enorme vazio existencial. Construímos uma sociedade que se anestesia e busca preencher o vazio com dopamina rápida”, explica Renata. “Somos viciados em redes sociais, compras, entretenimento superficial e telas. Vivemos o hedonismo moderno e seguimos tentando encontrar a felicidade instantânea, que não vai trazer plenitude às nossas vidas”, revela.

Outros três fatores que causam infelicidade segundo a especialista são:

- A mente divagante, já que passamos 47% do tempo divagando (Harvard), o que nos afasta do que realmente importa para a felicidade;

- O viés negativo intrínseco ao ser-humano, que está sempre buscando por perigos e focando em todas as questões negativas que nos cercam;

- E o mundo hustle, que valoriza o trabalho incessante e a produtividade acima de tudo. “Essa cultura de viver de forma acelerada só tem nos adoecido”, explica.   

E como mudar essa realidade atual? Quais atitudes nos tornarão mais felizes?

Renata Rivetti explica que é preciso entender a felicidade como uma ciência, já existem inúmeros estudos, livros e cursos sobre a Ciência da Felicidade. “Precisamos entender os fatores que estão por trás, são eles: intenção, autoconhecimento, autorresponsabilidade e disciplina, e realizar mudanças”, revela.

- Intenção: A felicidade é uma construção diária, ela precisa ser intencional, o que inclui novas escolhas, novos hábitos, mudanças de comportamentos e relações. Ela é a primeira chave desta jornada.

- Autoconhecimento: O próximo ponto é que precisamos entender quem somos, o que estamos buscando, o que nos traz realização e significado. “Só o próprio indivíduo terá essas informações sobre si mesmo. Se não souber, vai seguir o que é imposto pela sociedade e ser infeliz, ou mesmo viver da dopamina rápida”, explica Renata.

- Autorresponsabilidade: Assim como acontece com o autoconhecimento, você é responsável por si mesmo e por seus atos! Renata costuma comparar a felicidade com a saúde: “todos temos um ponto de partida genético, mas podemos ir além das ‘predisposições’ que recebemos em nosso DNA. Podemos fazer escolhas e construir uma vida mais saudável, com boas relações, sentido e realização”, continua.

- Disciplina: Todos os dias precisamos fazer escolhas e segui-las. “Posso deixar a vida ‘me levar’ ou assumir a disciplina de construir algo que me faz bem e seguir nessa jornada”.

“Sem romantizar o tema, a felicidade é algo simples. Mas ela não virá de novas compras, comida, likes nas redes sociais e seguidores. E sim de uma vida com mais realização, significado, desafios que façam sentido e um grupo de apoio”, continua Renata Rivetti.


O modelo PERMA

Segundo a Psicologia Positiva - uma das vertentes da Ciência da Felicidade - o caminho para ser mais feliz ainda inclui atitudes que valorizam as competências humanas. Essas ações foram descritas pelo psicólogo Martin Seligman e ficaram conhecidas como modelo PERMA.

Segundo o modelo, os passos para a felicidade se concentram em cinco pilares: a emoção positiva, o engajamento, os relacionamentos positivos, propósito e a realização. Pensando nisso, a especialista em felicidade Renata Rivetti aproveita para gerar reflexões com base no PERMA. “Responda as questões a seguir e tente promover mudanças práticas em sua rotina, com base nas suas respostas”, convida.

Emoção Positiva - Quais atividades te geram emoções positivas e que podem ser incluídas em sua vida e rotina hoje?

Engajamento - O que te desafia, mas está dentro da sua capacidade? Quais atividades te dão prazer, gerando bem-estar? Que você faz “sem ver o tempo passar”?

Relacionamentos Positivos - O que você pode fazer para melhorar as suas relações pessoais e profissionais? É muito importante manter relações positivas, se sentir amado, valorizado.

Propósito ou Significado – O que te motiva? O que te traz satisfação e significado?

Realização - Qual realização te dá mais orgulho? O que ainda pode te trazer mais realização? As suas escolhas estão alinhadas com os seus valores?

 



Renata Rivetti - CEO e fundadora da Reconnect

Reconnect - especialista em Felicidade Corporativa, Sustentabilidade Humana, Liderança Humanizada e Produtividade Consciente. O propósito da empresa, fundada em 2017 por Renata Rivetti, é co-criar culturas organizacionais com mais significado e planos de ação com foco no bem-estar, saúde mental e felicidade dos profissionais, gerando aumento na produtividade e engajamento.
Mais informações no site.
Instagram Renata Rivetti
Instagram Reconnect Happiness at Work



Ano Novo Astrológico começa em 20 de março

Regido por Júpiter, em um grande ciclo de Saturno, 2025 destaca lideranças, evoca sabedoria e joga luz aos temas relacionados à imigração e viagens


Determinação do planeta regente do ano não reflete uma configuração celeste específica, mas tem raízes históricas na tradição mágica dos antigos sacerdotes caldeus. 

Tradicionalmente celebramos a chegada de um novo ano em 31 de dezembro, seguindo o calendário gregoriano, no entanto, o Ano Novo Astrológico acontece em março quando o Sol entra no signo de Áries, o primeiro signo do Zodíaco. Em 2025, o ano novo começa em 20 de março.   

Um ano para expandir conhecimento, exercer a liderança de forma positiva e ter foco no autodesenvolvimento. É o que promete 2025 que, pela astrologia caldaica, será regido pelo expansor planeta Júpiter, ainda sob a influência de um grande ciclo de 36 anos regido por Saturno, que teve início em 2017. “Essa tradição astrológica remete à magia dos antigos sacerdotes caldeus”, explica a astróloga e psicanalista Virginia Gaia.  

A influência do regente do ano é sentida coletivamente, de maneira simbólica, não afetando signos zodiacais ou mapas astrais individuais, já que ela não reflete os movimentos dos planetas na esfera celeste. “É importante entender que a determinação do planeta regente do ano não tem a mesma matriz cultural da astrologia ocidental, cuja origem é greco-romana, e que utiliza os movimentos dos astros para fazer previsões”, explica Gaia. Portanto, a regência caldaica anual é um elemento a mais a ser analisado em conjunto com os movimentos dos astros no céu, denominados trânsitos astrológicos. Em 2025, teremos, por exemplo, a passagem do planeta Saturno pelo signo de Áries, o ingresso de Júpiter no signo Câncer, entre outras movimentações celestes que precisam ser consideradas para uma avaliação mais profunda e detalhada sobre o ano.   

 

Movimentações Celestes importantes em 2025 

Ao longo de 2025, a dança dos astros terá muitas movimentações importantes, cujos impactos serão sentidos na coletividade e também no plano individual. Dentre os destaques do ano está a mudança zodiacal do planeta Júpiter, que ingressa no signo de Câncer e dá tom emocional ao ano, e também a passagem de Saturno entre os signos de Peixes e Áries, levando atenção a temas como liderança responsável e saúde mental.  

Com essa dinâmica agitada, o ano pode trazer sensação de instabilidade ao passo em que também abre muitas possibilidades de reviravoltas e mudanças de direção, especialmente na virada para o segundo semestre. Com Júpiter adentrando os domínios cancerianos, no início de junho, o maioral entre os gigantes gasosos do Sistema Solar formará uma tensa quadratura com Saturno e Netuno, que estarão juntos nos territórios arianos, já que o segundo - regente das profundezas dos oceanos - também fará uma incursão pelo signo de Áries, a partir do final de maio. Essa configuração celeste exalta a iniciativa e testa os limites das liberdades individuais.   

O ângulo formado entre Júpiter e Saturno merece especial destaque, já que essa dupla é famosa por dar o tom dos grandes ciclos de tempo, cuja influência é sentida por meio de acontecimentos que marcam a história da humanidade. Como a última vez que formaram uma conjunção exata foi ao final de 2020, é como se essa nova relação angular resgatasse o desenvolvimento de temas que começaram a se desenhar desde então. Com impactos nas relações diplomáticas e na economia internacional, esse aspecto também ajuda a testar a estrutura daquilo que foi, no âmbito individual, semeado e construído ao longo dos últimos quatro anos.   

E os destaques astrológicos do ano não páram por aí! O ano começa já com o pequeno notável do Sistema Solar e grande transformador da astrologia, Plutão, nas dependências do revolucionário e tecnológico signo de Aquário, onde ficará até 2044. Como tem um período orbital bastante longo, Plutão gera mudanças lentas, mas profundamente marcantes. Por fim, ainda teremos mais movimentações que convergem no mesmo simbolismo, para trazer reviravoltas em áreas como ciência e tecnologia. Entre julho e novembro de 2025, o inovador social Urano fará sua passagem pelo comunicativo signo de Gêmeos, prometendo acelerar - ainda mais - o fluxo de informação em meio à era digital. 

 

Regência caldaica anual  

Com essa abordagem mais mágica e ligada às práticas ocultistas típicas da magia caldaica, a regência anual por Júpiter evoca a necessidade da prática da empatia, da compaixão e do acolhimento entre diferentes culturas e perfis de pessoas. Nesse contexto, a espiritualidade e a fé também ficam em destaque, já que esse o gigante gasoso também é o patrono da sabedoria. Vale lembrar que essa influência planetária se dá sob um grande ciclo de Saturno, pois 2025 é o nono ano de um período de 36 anos saturninos, que teve início em 2017. Assim, pode-se dizer que estamos saindo de um período duplamente saturnino, já que 2024 também teve Saturno em sua regência anual, para um ano no qual o simbolismo dos dois patronos dos grandes ciclos de tempo - Júpiter e Saturno - se manifestará de forma combinada, cobrando por mais responsabilidade e conhecimento de todos.   

É na coletividade que a influência do planeta regente do ano deve ser considerada. Esse cronograma cíclico tem raízes na Mesopotâmia, terra dos antigos caldeus. A astrologia caldaica se posiciona, assim como a astrologia ocidental, ao lado de diversas outras astrologias árabe, maia, chinesa, indígena, quilombola, entre outras como uma linguagem que visa resgatar a conexão humana com o cosmos. Povo semita de grande influência na formação cultural da humanidade, os caldeus também influenciaram inúmeros sistemas mágicos ao longo da história. “Há até astrólogos ocidentais que não adotam essa sequência caldaica em complemento à análise dos trânsitos astrológicos. Porém, negar sua importância histórica é um erro de natureza metodológica que reflete profundo etnocentrismo”, explica Gaia. 

A sequência dos planetas regentes dos anos é estabelecida com base na Estrela dos Magos. Também conhecida como Estrela Setenária, ela tem em cada uma de suas sete pontas os planetas que podem ser vistos a olho nu - Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – além dos luminares: Sol e Lua. 

Um dos astrólogos mais influentes no estudo da Astrologia Caldaica foi, sem dúvida, Walter Gorn Old, mais conhecido por Sepharial, nome que escolheu como pseudônimo com base na linguagem angelical e nos seus estudos do alfabeto enoquiano. Sepharial publicou diversos livros sobre astrologia e ocultismo, nos quais registrou as técnicas utilizadas pelos antigos caldeus para determinar regências planetárias para os ciclos de tempo. Influente autor do século XIX, ele tem um papel fundamental para que pudéssemos ter acesso a esses estudos na atualidade.   

O sistema que utiliza a sequência de planetas dispostos na Estrela Setenária é especialmente importante para a determinação, para além dos anos, dos dias e dos horários planetários. Esse tipo de designação de regentes planetários é largamente utilizado, até hoje, em sistemas mágicos de escolas famosas na formação do pensamento ocultista no Ocidente, como a Sociedade Teosófica e a Ordem Hermética da Aurora Dourada. 

 

Virginia Gaia - Astróloga, taróloga, psicanalista e terapeuta holística, Virginia Gaia também ministra cursos e palestras para audiências variadas. Com presença constante como especialista em diversos meios de comunicação, é colaboradora fixa de conteúdo na Istoé. Estudiosa das ciências herméticas, do ocultismo, de religião e mitologia comparada há mais de 20 anos, Virginia é também sexóloga profissional e, em sua abordagem terapêutica, une conceitos das áreas de desenvolvimento da espiritualidade, da afetividade e da sexualidade para estimular o estabelecimento e a manutenção de relacionamentos melhores.



Tempestade ariana chega para virar tudo de cabeça para baixo


Ano Novo Astrológico começa com poderosas conjunções e eclipses que prometem reviravoltas e urgência por mudanças radicais


No dia 20 de março, o Sol entra em Áries, inaugurando o Ano Novo Astrológico com uma energia explosiva e sem rodeios. Segundo a astróloga Sara Koimbra, essa temporada exige ação imediata, mas também pode trazer consequências drásticas para quem não agir com estratégia. "Áries não espera, não pede permissão. Se você não se mover rápido, pode ser atropelado", alerta.

Entre os aspectos mais impactantes dessa fase, o sextil de Vênus com Plutão no dia 21 dá o tom: mudanças profundas em relações e finanças são inevitáveis. "Transformações rápidas, com potencial de trazer tanto ganhos quanto perdas. O momento exige coragem para enfrentar o que é real", afirma Koimbra.

No dia 22, a conjunção entre Sol e Vênus expõe desejos e emoções de maneira intensa. "É a energia do agora: paixões intensas, mas também conflitos rápidos e decisões impetuosas", observa. Já o sextil entre Sol e Plutão, dia 23, potencializa o poder de transformação pessoal. "O jogo vai mudar para quem tiver coragem de se reinventar", diz a astróloga.

A conjunção do Sol com Mercúrio, no dia 24, traz clareza para comunicações e decisões rápidas, mas é no dia 29, com o Eclipse Solar parcial em Áries, que tudo pode realmente mudar. "O eclipse marca o fim de ciclos. É um ponto de ruptura, onde decisões tomadas agora podem mudar sua vida para sempre", alerta Koimbra.

À medida que o mês avança, a entrada de Lilith em Escorpião e as conjunções de Vênus com Netuno, também no dia 29, fazem com que ilusões e revelações fortes ganhem destaque. "Prepare-se para enfrentar seus próprios fantasmas. A energia do eclipse e de Netuno pode trazer tanto revelações poderosas quanto armadilhas", conclui a astróloga. 

 

Koimbra @sarakoimbra - Atua há mais de 10 anos como astróloga, magista, numeróloga, cartomante, bruxa e ocultista. Conta com mais de 30 mil atendimentos de tarô e mais de 15 mil interpretações de mapas astrais. Se especializou em ocultismo, tarô e astrologia, faz rituais coletivos e individuais, e já soma mais de 14 mil pessoas atendidas com magias para saúde, dinheiro, amor, limpeza energética e pedidos específicos. Alia seus conhecimentos a terapias e orientação vocacional para adolescentes em busca da primeira profissão e adultos que querem se reinventar profissionalmente. Atua também com avaliação da política usando suas técnicas. Nasceu em família evangélica, foi abandonada pelos pais aos 4 meses e criada pelos avós. Aos 12 anos previu a morte dos irmãos em um acidente de carro e passou a negar seus dons, mas o destino de ajudar as pessoas falou mais alto. Hoje ela faz sucesso até entre famosos e tem uma equipe de atendimento, além de ensinar tarô intuitivo.


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