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quinta-feira, 20 de julho de 2023

Estereotipização da GenZ: a moda agora é colocar toda uma geração na mesma caixa

Estereotipar: formar uma ideia ou imagem preconcebida sobre alguém ou alguma coisa. É isso que estamos vendo aos montes com a chuva de pesquisas relacionadas ao comportamento da Geração Z divulgada nos últimos meses. Desde quando se percebeu a influência da GenZ sobre as outras gerações, foram muitas as tentativas de entender como esse grupo, que hoje já representa 32,7% da população mundial, se relaciona, consome e trabalha. Afinal, estamos falando de quase 2,5 bilhões de pessoas.

Levamos esses questionamentos ao ChatGPT, que se alimenta de informações que coleta na internet, e as respostas não poderiam ser diferentes: estereotipadas. “Uma geração que não lida bem com o mercado de trabalho, que não quer se relacionar ou se informar, consumistas etc”. Muitas dessas respostas são ancoradas em pesquisas recentes que foram veiculadas exaustivamente na imprensa, como a do EDC Group, que aponta a Geração Z como a menos engajada e descomprometida no mercado de trabalho. É isso, uma geração inteira colocada em uma mesma caixinha. Não tem como falar por toda uma geração. Ninguém representa uma geração tão diversa e plural. Pontos de discordância e diferentes hábitos de distintas comunidades precisam ser enxergados e levados em conta que a GenZ brasileira não é uma só.

Toda a visão de massa que temos sobre a Geração Z é uma visão cheia de estereótipos, quando não uma percepção de estudos e pesquisas norte americanos, chineses, australianos, geralmente de países de primeiro mundo que não representam a totalidade de um país emergente como o nosso. 

Frente a tudo isso, que tal trazermos um pouquinho de profundidade para o debate? Se pensarmos bem, não trata-se de uma questão estrutural? A relação das gerações com o trabalho já não é assunto novo. Os millennials já vinham levantando essa bandeira há pelo menos dez anos. Não seria o caso dos modelos de trabalho mudarem, uma vez que o comportamento e os hábitos de consumo das gerações também mudam? Não faz sentido termos modelos de trabalho impostos 50, 60, 70 anos atrás e querer que a Geração Z siga em fila indiana.

Se não observarmos o todo, estaremos apenas repetindo o mesmo discurso e a questão estrutural que é de fato importante, não evolui. Temos que nos perguntar: por que a relação dos jovens com o trabalho em outros países já é bastante diferente da que temos aqui no Brasil? Será que não tem muito mais a ver com uma mentalidade brasileira de querer enclausurar, de querer criar uma relação de dependência do empregador com o empregado? É preciso mesmo doar 44 horas por semana? Apenas isso caracteriza o trabalho de verdade?

E quando pensamos na Geração Z enquanto consumidora? Claro, não é a geração com maior poder de compra, até porque muitos estão começando a vida adulta agora, mas sem sombras de dúvidas, são os que mais influenciam o que as outras gerações compram. Estudo da Edelman, divulgado no segundo semestre do ano passado, mostrou que mais de 60% dos entrevistados no Brasil, afirmam ser influenciados por adolescentes e jovens na hora de comprar, fazendo-os considerar sobre “os produtos que usam”, “como fazem compras”, “quão ecológicas ou diversas as marcas que consomem devem ser” e se “marcas devem se posicionar sobre questões relevantes para a sociedade”.

Temos aqui um cenário no qual a GenZ afeta hábitos de comportamento e consumo. E que também pode ditar o que vai ser ou não comprado, se tal música fará sucesso ou não, se determinado vídeo será viral ou não. É a geração Z que cria mutirões na internet e move as massas para o que realmente é tendência ou não é. Percebemos aqui o quanto a Geração Z acaba sendo influenciadora da tomada de decisão dos mais velhos. Quando a família vai comprar uma TV nova ou trocar de telefone, são os filhos, os sobrinhos, ou primos que ajudam na escolha, que pesquisa sobre o produto na internet e mune o tomador de decisão de informações para que enfim a compra seja feita.

Por fim, o que percebemos é que é prejudicial colocar toda uma geração no mesmo lugar, porque ao fazer isso invalidamos tudo o que as pesquisas não mostram. Grande parte da geração Z, principalmente a brasileira, quer sim ter um emprego fixo, quer ter casa própria, muito por conta das questões sócio econômicas do nosso país. Para muitos, o objetivo ainda é ser concursado e ter um salário próprio estável, conseguir fazer um financiamento de 30 anos e ter um apartamento.

A galera que tem mais idade, com grande repertório de mercado, é muito importante para as gerações mais novas. Nós da GenZ não estamos aqui para inventar a roda. Não temos síndrome do herói e não queremos e nem podemos salvar o mundo. No máximo, ajudaremos a comunidade que está ao nosso redor.

 

Luiz Menezes - fundador da Trope, martech especializada em soluções de negócios para marcas com foco na geração Z e Alpha. Nativo digital, empresário e empreendedor, Luiz criou a empresa em 2021 como forma de acelerar companhias que necessitam fazer parte da cultura da internet. 

 

Descubra que tipo de comunicador você é e como melhorar sua performance na empresa

Especialista em comunicação e oratória destaca quatro perfis diferentes e explica como o treinamento corporativo pode ajudar a desenvolver os colaboradores dentro da organização


Um treinamento corporativo é muito importante para empresas e  seus colaboradores, porque permite identificar falhas e melhorar processos. É um momento de reconhecer erros e consertá-los, além de promover o desenvolvimento de todos. 

Segundo Fran Rorato, especialista em comunicação e oratória, fundadora da 2Talk Show e CEO da rede de escolas de oratória Vox2You em São Paulo, para que o treinamento seja efetivo, primeiro é necessário analisar o perfil de comunicação dos colaboradores que fazem parte da companhia para identificar as dificuldades de cada um e propor soluções.

A especialista destaca quatro perfis diferentes de comunicadores:

  • Amigável: é o colaborador que resolve tudo, é cooperativo e integrador. 
  • Analítico: é o colaborador que analisa e dá contexto, trazendo números e lógica. 
  • Controlador: é o colaborador eficiente, decisivo e também pragmático. 
  • Expressivo: fala muito e incorpora aos demais muito de si mesmo

“O treinamento corporativo nos permite desenvolver não só a consciência de como cada um se projeta para os outros, mas também como entender uns aos outros e, desta forma, alinhar os discursos e ter mais assertividade na comunicação, com foco no resultado”, aponta Fran Rorato. 

A especialista destaca que, além do lado positivo, todos os perfis têm lados negativos também e que um bom treinamento corporativo permite identificar o melhor de cada um e aperfeiçoar os pontos fracos. 

“Algumas dicas que valem para todos: faça contato, mantenha boas expressões faciais, faça gestos que ilustrem o que você está falando, dose a modulação da voz, tenha convicção no que fala, empatia e escuta ativa. Esses são pontos de destaque para uma comunicação eficaz”, finaliza.  



Fran Rorato - atriz, jornalista, especialista em comunicação e oratória, fundadora da 2Talk Show e CEO da rede de escolas de oratória Vox2You em São Paulo. Ao longo da carreira atuou como apresentadora em programas de TV na Record, RedeTV e É+TV e liderou projetos de treinamentos e mentorias voltados para oratória. Atualmente é reconhecida pelo mercado como uma das maiores especialistas do país em comunicação.


Safra do milho brasileiro alcança recorde de produção com 96 milhões de toneladas em 2023

Levantamento da 4intelligence realizado em 420 cidades por meio de inteligência artificial aponta para bons resultados neste inverno, especialmente em Goiás e Mato Grosso 

 

A safra do milho brasileiro deve alcançar produção recorde no inverno de 2023, chegando a 95,9 milhões de toneladas colhidas. Apesar do atraso da semeadura por conta das chuvas intensas no começo do ano, o resultado representa um incremento de 5,5% em relação ao ano passado. Os dados são da 4intelligence, startup que desenvolve soluções para apoiar empresas - de toda a cadeia do agronegócio por meio da inteligência artificial. 

Utilizando imagens de satélite, a companhia 4intelligence  monitora remotamente as regiões brasileiras produtoras de milho durante o inverno, gerando dados climáticos georreferenciados e acompanhando o desenvolvimento das lavouras desde o momento do plantio até a colheita. Este ano, está acompanhando mais de 420 municípios produtores do grão, o que equivale a 12 milhões de hectares de área com cultivo. 

O levantamento aponta ainda que os produtores dos estados de Goiás e Mato Grosso, onde o plantio não sofreu atrasos significativos, deverão alcançar as maiores produtividades médias do país, com 106,5 e 106,3 sacas por hectare, respectivamente. De acordo com os estudos da startup, a produtividade nos municípios da região central do Mato Grosso, como Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, pode ultrapassar 110 sacas por hectare. 

Por outro lado, o plantio de milho da safra de 2023 no Paraná e noMato Grosso do Sul foi o mais tardio de toda a série histórica, iniciada e 2016. Dados do monitoramento remoto da 4intelligence indicam que, até o final de fevereiro deste ano, apenas 60% da produção nesses locais havia vingado. Normalmente, nessa época, é comum que 80% das lavouras já tenham a emergência do milho. 

Esses resultados ocorreram devido ao prolongamento da safra de soja. As chuvas intensas nos meses de janeiro e fevereiro dificultaram a colheita mecanizada devido ao solo excessivamente úmido. Consequentemente, os produtores esperaram condições climáticas mais favoráveis para iniciar a colheita. 

Apesar do calendário atípico, o impacto na produtividade média será pequeno. As precipitações ocorridas em abril favoreceram, na medida ideal, o desenvolvimento das lavouras em praticamente todas as áreas. Dessa forma, a plataforma indica que o produtor paranaense obtenha 93,4sacas por hectare, uma redução de 1,5% frente à safra de 2022. Já no sul mato-grossense devem ser 87,2 unidades, o que representa aumento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

"A tecnologia na produção agrícola funciona cada vez mais a favor da sociedade. Com dados em mãos e com o auxílio de modelos preditivos, conseguimos quantificar o impacto que adversidades climáticas podem ter sobre o agronegócio em cada município produtor, criando um apoio estratégico para um dos segmentos mais importantes da economia do país e da vida dos brasileiros", explica Julia Ghizzi, analista da 4intelligence. 

 

Por que os clientes não voltam?

Muitos empresários chegam até mim pedindo-para lhes ajudar a aumentar seus resultados, a vender mais ou vender melhor, mas a maioria não analisa porque seus clientes não voltam.Existem vários motivos para que muito dinheiro seja deixado na mesa dentro da sua própria empresa, entre eles estão:


Problemas com pós-venda – As pessoas imaginam que este é o item mais relevante, mas não é. Pesquisas mostram perdem-se somente 14% dos clientes por esse motivo.


Falta de contato – Esse é um fator expressivo quando pensamos em 2 momentos: primeiro, a falta de contato durante o atendimento antes da venda, os vendedores não sabem o momento certo de pedir pelo fechamento e 86% das vendas perdidas ocorre porque o vendedor desistiu na primeira objeção; e, segundo porque após a venda ocorrida o vendedor não mantem contato com esse cliente, o relacionamento simplesmente se perde, e venda é relacionamento.


Ações da concorrência – Essa é a justificativa da maioria dos empresários e vendedores que chegam até mim e estão perdendo seus orçamentos por valor. E isso não é verdade. Pesquisas mostram que somente 9% das vendas são realmente perdidas por preço. Minha experiência de 27 anos atendendo pessoas mostra que essa talvez seja a principal justificativa, por ser a mais fácil para o cliente usar, mas não é a real.


Atitude de indiferença – Aqui temos o item mais relevante e eu arrisco dizer que quase 70% dos seus clientes não voltam por uma atitude de indiferença de seus funcionários. Sejam eles de qualquer setor dentro da empresa. Essa indiferença pode ocorrer por um pedido que não realizado, por uma solicitação menosprezada ou por não levar em consideração uma angústia do cliente, enfim, por vários motivos. Agora, o que vale ser ressaltado é que ninguém perde um cliente por dar uma negativa ou por algum problema no processo, e sim pela forma como a situação foi lidada.

No fundo, os clientes não “demitem” seus fornecedores, eles “demitem” as pessoas que ali trabalham. Eles deixam de comprar de você, em sua maior parte, pela forma com que ele e as situações foram conduzidas. Sendo assim, precisamos empoderar nossas equipes para entregar o melhor e trazer a cultura que todos os departamentos da empresa são vendedores de sua marca e produtos. 



Flávia Mardegan - formada em Design de Interiores, Administração de Empresas e concluiu o Mestrado em Gestão Humana e Social. Possui mais de 27 anos de experiência no setor comercial de decoração, construção e arquitetura. Sua principal expertise é aumentar os resultados das empresas, por meio de programas de desenvolvimento de equipes comerciais e de atendimento ao cliente. Ministra treinamentos e palestras em congressos e feiras, tem artigos publicados em Congressos e Revistas e é coautora do livro “Seja (im)perfeito: Assuma o poder de construir seu futuro e tenha resultados em todas as áreas da vida” e autora de “Aprendizagem nos locais de trabalho: Como os consultores e ministra treinamentos e palestras”.
@flaviamardegan
Instagram:mardegantr


Confira os custos relacionados à compra de um imóvel na Itália

Fundadores da Casa Nanni explicam o que deve ser considerado por quem pensa em adquirir o bem em solo italiano

 

A Itália é um país que encanta com sua história, cultura e paisagens deslumbrantes. Não é à toa que muitas pessoas aterrissam em solo italiano e começam a pensar em viver no país. Há, inclusive, quem queira comprar um imóvel na Itália. Mas quais custos é preciso considerar neste caso?

De acordo com Otavio Nanni, consultor imobiliário, engenheiro civil, especialista em investimentos imobiliários no Brasil e na Itália e co-fundador da Casa Nanni, quem pensa em comprar um imóvel na Itália precisa pensar não apenas no preço do mesmo, mas em uma série de impostos e custos adicionais. “Inclusive é preciso considerar que a Itália é um país muito antigo e, diversas vezes, muitos dos imóveis precisam ser reformados”, explica.

Para Fernanda Nanni, consultora imobiliária na Itália e co-fundadora da Casa Nanni, a compra de um imóvel na Itália também requer uma boa pesquisa no mercado italiano. “Existem muitas diferenças de preço, de acordo com a localização, o tipo do imóvel e o tamanho”, afirma. 

Confira os custos que devem ser levados em conta na compra de imóvel na Itália:

1) Preço do Imóvel: Considere que as cidades mais populares e turísticas, como Roma, Milão e Florença, tendem a ter preços mais altos, assim como propriedades localizadas em áreas costeiras ou com vistas deslumbrantes. O ideal é pesquisar e definir um orçamento realista com base em suas necessidades e expectativas.

2) Impostos de Compra: Ao comprar um imóvel na Itália, é importante considerar os impostos envolvidos. O principal imposto de compra é o Imposto de Transmissão de Propriedade (imposta di registro), que geralmente é de 9% do valor do imóvel. Todavia, existem algumas exceções e reduções para residentes estrangeiros, dependendo do tipo de propriedade e do uso pretendido. É aconselhável um especialista em impostos para obter informações atualizadas sobre os impostos futuros.

3) Imposto sobre valor agregado: Em algumas situações, como a compra de uma propriedade nova diretamente de um construtor, é aplicado o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A taxa de IVA na compra de imóveis na Itália é de 10% sobre o valor de venda declarado. Entretanto, é importante verificar as especificidades da transação imobiliária, pois nem sempre o IVA se aplica.

4) Honorários do agente imobiliário: Se você optar por utilizar os serviços de um agente imobiliário, será necessário considerar os honorários associados. Normalmente, os honorários do agente imobiliário na Itália variam de 3% a 8% do preço de compra do imóvel. 

5) Custos notariais e legais:  Outro aspecto a ser considerado, segundo os especialistas da Casa Nanni, são os custos notariais e legais. Na Itália, é obrigatório envolver um notário em todas as transações imobiliárias. Os custos notariais são determinados por lei e geralmente variam de 1% a 2% do preço de compra. Todavia, é recomendável contratar um advogado especializado em direito imobiliário para revisar a papelada e garantir que todos os aspectos legais estejam em ordem.

6) Custos adicionais: Além dos custos mencionados, é importante estar atento a outros custos possíveis, como taxas de registro, taxas de tradução, custos de transferência do Codice Fiscale (número de identificação fiscal italiano) e custos de manutenção da propriedade.

“É essencial fazer uma pesquisa cuidadosa e buscar aconselhamento especializado para entender todos os custos envolvidos e evitar surpresas. Ao ter uma compreensão clara dos custos totais, você estará mais preparado para realizar seu sonho de ter uma propriedade na encantadora Itália”, explica Otavio.

 

Otavio Nanni - empreendedor, investidor imobiliário, consultor imobiliário e engenheiro civil, especialista em investimentos imobiliários no Brasil e na Itália. Tem paixão por dar vida a imóveis de décadas ou séculos passados, buscando e encontrando oportunidades para rentabilizar o capital dos clientes, seja através de aquisição de imóveis em leilão; comprando, reformando e revendendo; ou comprando imóveis em posições estratégicas para rentabilizar através do aluguel de curta temporada. O foco é fazer com que os clientes consigam ter uma renda em Euro, protejam seu patrimônio e ainda possam usufruir de tudo aquilo que a Itália tem para oferecer. Apaixonado por vinhos e pela alta gastronomia, explora os vinhedos espalhados pela Itália sempre que tem oportunidade. 


Fernanda Nanni - tem o background de ter sido durante anos corretora de imóveis no Brasil e atualmente é consultora imobiliária na Itália, especialista em casas para moradia, em especial na região da Toscana, onde vive. Fernanda atua em todo o território italiano, do Norte ao Sul do país. Não descansa até encontrar o imóvel ideal, que se encaixe perfeitamente às necessidades e configuração das famílias dos clientes. Amante da arte e cultura italiana, tem como hobby o estudo e a apreciação de obras de arte. Aliou a sua paixão pelo mercado imobiliário com o amor pela arte italiana.



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12 Principais Ameaças em Sites no Primeiro Semestre de 2023 e a Importância da Segurança de Dados.

Avantiv aponta as principais ameaças em dados e como empresas podem identificar e se proteger dos riscos.

 

A Avantiv,  empresa especializada em soluções de hospedagem e cibersegurança, aponta as 12 principais ameaças que afetaram sites durante o primeiro semestre de 2023. Essas ameaças representam desafios significativos para a segurança de dados e reforçam a necessidade de medidas preventivas e defensivas para proteger os usuários e as informações digitais. Roberto Martins, especialista em cibersegurança da Avantiv, compartilha sua visão sobre essas intenções e como a empresa pode auxiliar na proteção contra elas.

 

A seguir, destacamos as 12 principais ameaças em sites identificadas pela Avantiv no primeiro semestre de 2023:

  1. Ataques de phishing e spear phishing: Essas ameaças envolvem a tentativa de enganar os usuários, levando-os a compartilhar informações confidenciais ou executar ações prejudiciais.
  2. Injeção de código malicioso: Nesse tipo de ataque, códigos maliciosos são inseridos nos sites, permitindo que os invasores tenham acesso não autorizado e explorem vulnerabilidades.
  3. Ataques de força bruta: Os invasores utilizam programas automatizados para tentar adivinhar senhas e obter acesso não autorizado a contas de usuários.
  4. Exploração de vulnerabilidades de software desatualizado: A falta de atualização de softwares e plugins pode permitir que os invasores explorem vulnerabilidades conhecidas.
  5. Ransomware: Essa ameaça envolve o sequestro de dados dos sites e a exigência de um resgate para restaurar o acesso.
  6. Ataques DDoS: Os ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) visam sobrecarregar os servidores e tornar os sites indisponíveis aos usuários legítimos.
  7. Ataques de injeção de SQL: Nesse tipo de ataque, os invasores exploram falhas de segurança nas consultas SQL para obter acesso não autorizado a bancos de dados.
  8. Ameaças de engenharia social: Os invasores manipulam os usuários por meio de técnicas psicológicas para obter acesso a informações confidenciais ou realizar ações indesejadas.
  9. Vazamento de dados sensíveis: A exposição de informações sensíveis dos usuários devido a falhas na proteção dos dados é uma ameaça constante.
  10. Malware e spyware: A infecção de sites com programas maliciosos pode comprometer a segurança dos usuários e a integridade das informações.
  11. Ataques de injeção de código remoto: Essa ameaça envolve a inserção de código malicioso em sites para obter controle remoto e realizar ações prejudiciais.
  12. Ameaças de ransomweb: Trata-se de um novo tipo de ataque em que os invasores alteram o conteúdo dos sites, exibindo mensagens de resgate.

 

Roberto Martins, especialista em cibersegurança da Avantiv, destaca a importância de proteger os sites contra essas ameaças em constante evolução. Ele afirma: "A segurança de dados é um componente crítico na hospedagem de sites. A Avantiv está comprometida em fornecer soluções avançadas e estratégias de proteção personalizadas para enfrentar essas ameaças".

 

A Avantiv oferece um conjunto abrangente de serviços e tecnologias que incluem criptografia, autenticação multifatorial, monitoramento de ameaças em tempo real, firewalls de aplicativos da web (WAFs) e treinamentos de conscientização em segurança. Essas medidas ajudam a mitigar riscos e fortalecer a segurança dos sites hospedados pela Avantiv.


Experiência positiva ao cliente é garantia de bons negócios

É preciso estabelecer uma comunicação direta e imediata, solucionando dúvidas, fornecendo orientações e resolvendo problemas de maneira ágil

 

Proporcionar uma experiência excepcional ao cliente é um dos principais objetivos de qualquer negócio. Afinal, quando estão satisfeitos, os clientes não apenas retornam, mas também se tornam defensores da marca, compartilhando suas experiências positivas com amigos e familiares. E para alcançar essa fidelização é crucial demonstrar cuidado e atenção em todos os pontos de contato. Neste contexto, o atendimento remoto desempenha um papel cada vez mais significativo, permitindo interações instantâneas e eficientes por meio de chats em sites e redes sociais.

O empresário e especialista em tecnologia e marketing, Renato Torres, explica que um atendimento remoto eficiente oferece também a conveniência de acessar suporte e obter respostas rápidas, sem sair de casa. “As empresas podem estabelecer uma comunicação direta e imediata com os clientes, solucionando dúvidas, fornecendo orientações e resolvendo problemas de maneira ágil. Isso não só aumenta a eficiência, mas também demonstra disponibilidade e interesse em ajudar, fortalecendo essa relação”, destaca.

Independentemente do canal de atendimento utilizado é importante abordar cada interação com personalização e empatia. Os clientes desejam ser tratados como indivíduos únicos e não como apenas mais um número em uma lista. Ao coletar e utilizar informações relevantes, como histórico de compras, preferências e até mesmo interações anteriores, é possível oferecer um atendimento mais personalizado e direcionado às necessidades específicas. “Isso cria uma conexão emocional e fortalece a fidelização, dois fatores fundamentais quando se fala em venda”, explica Torres.

Uma experiência excepcional não pode ser alcançada apenas por meio de um único ponto de contato. É necessário garantir a consistência em todos os canais utilizados pela empresa. “E isso significa que as informações fornecidas devem ser consistentes, o tom de voz deve ser alinhado à identidade da marca e as respostas devem ser rápidas e precisas. Essa consistência transmite profissionalismo e confiança”, pontua o especialista. 


A importância do feedback do cliente

Torres reforça que uma das melhores formas de melhorar a experiência do cliente é ouvindo suas opiniões e sugestões. Ao coletar feedback regularmente, seja por meio de pesquisas, avaliações ou análise de comentários nas redes sociais, as empresas podem identificar pontos de melhoria e tomar ações corretivas. “Além disso, demonstrar que a opinião deles é valorizada e implementar mudanças com base nas sugestões, mostra que a empresa está realmente comprometida em oferecer a melhor experiência possível”, pontua.

A personalização e a empatia são aspectos de grande importância, afinal, todos desejam ser tratados como indivíduos únicos. Ao adotar uma abordagem centrada em todos os canais de interação, as empresas podem criar experiências memoráveis, fortalecer a fidelidade e impulsionar o sucesso no longo prazo. “Portanto, investir no aprimoramento da experiência, com foco especial no atendimento remoto e nos pontos de contato, é um caminho estratégico para o sucesso nos negócios”, conclui. 



Renato Torres - empresário especializado em tecnologia e marketing, com ampla experiência no setor. Ao longo de sua carreira, ele tem ajudado empresas a implementarem estratégias eficazes de marketing digital e alcançarem resultados notáveis. Sua paixão pela tecnologia e seu conhecimento estratégico o tornam um consultor altamente respeitado no mercado.
@orenatotorres


O direito à participação feminina nas eleições e as fraudes que chegam ao TSE

“A desigualdade de gênero no acesso à esfera pública é fruto do período medieval, das inquisições, época indescritivelmente cruel”.

 

 A história da mulher na política perpassa uma longa jornada de reivindicações, visto que, historicamente, a desigualdade de gênero no acesso à esfera pública é fruto do período medieval, das inquisições, época indescritivelmente cruel. Ao realizar a retrospectiva histórica da construção social do papel da mulher ainda há de se notar uma sub-representatividade nos espaços de poder, além da desigualdade no âmbito da democracia, uma vez que essa parcela da sociedade tem seus direitos renegados constantemente. Por outro lado, é inegável que os caminhos trilhados pela sociedade permitiram o avanço nas discussões acerca dos direitos das mulheres, principalmente, na ocupação de seu espaço na política e o sufrágio feminino.

As dificuldades encontradas pelas mulheres na vida política se relacionam com a própria origem das relações de poder entre os sexos, construídas historicamente de forma desigual e discriminatória. No ano de 1995, na conferência mundial sobre a mulher na ONU, destacou-se que:

“A iníqua divisão do trabalho e das responsabilidades nos lares, que tem sua origem em relações de poder também desiguais, limita as possibilidades das mulheres de dispor de tempo para adquirir os conhecimentos necessários para participar da tomada de decisões nas instâncias públicas de maior amplitude. Uma repartição mais equitativa das responsabilidades entre mulheres e homens não somente proporciona uma melhor qualidade de vida para as mulheres e suas filhas, mas também aumenta suas oportunidades de moldar e formular políticas, práticas e dotações orçamentárias, de forma que os seus interesses possam ser reconhecidos e levados em conta. As modalidades e os esquemas oficiosos de tomada de decisões no nível das comunidades locais, que refletem um espírito predominantemente masculino, restringem a capacidade das mulheres de participar em pé de igualdade da vida política, econômica e social. (ONU, 1995, p. 70)”

Atualmente, as mulheres representam mais da metade da população brasileira. Nas eleições de 2022, mais de 30% das candidaturas aptas foram de mulheres, um crescimento de 2% desde o último pleito. Entretanto, a equidade de gênero na política ainda está longe de ser uma realidade.

 Ao longo dos anos, diversas legislações foram implementadas para que o direito a participação feminina pudesse ser usufruído. Criada em 1997, a Lei das Eleições estabelece normas e procedimentos para o pleito brasileiro. Em seu texto, mais precisamente no artigo 10, resta uma das ações afirmativas mais importantes do país: a cota de gênero.

Decerto pode não ser a melhor solução para resolução da questão da equidade de gênero, mas é uma forma de incentivar a participação das mulheres na política. Para a Câmara Legislativa do Distrito Federal, a Câmara dos Deputados e as Câmaras Municipais, os partidos políticos podem registrar candidato “no total de até 100% do número de lugares a preencher mais 1”[1]. Em vigor desde 2009, em razão da Lei 12.034, os partidos deverão, para candidatos de cada sexo, preencher entre 30% e 70% das vagas, conforme o §3º do artigo.

Anos depois, a Lei 13.165/2015 complementou o direito à igualdade de gênero no pleito ao estabelecer a promoção e difusão da participação feminina na política. Atualmente conhecida como a Lei de Participação Feminina na Política, seus artigos determinam: a promoção de campanhas de incentivo a participação feminina na política por parte do TSE; uma reserva mínima de 5% do fundo partidário para campanhas que tenham por objetivo fomentar a entrada de novas mulheres para o campo político; e a garantia de pelo menos 10% da programação partidária para suas candidatas.

Em 2022 o Congresso promulgou a disponibilização de 30% do fundo eleitoral para as candidaturas femininas, presente na Emenda Constitucional 117.

Todo o arcabouço jurídico supracitado leva em consideração uma das principais garantias presentes em nossa Constituição Federal, o Princípio da Igualdade como fundante do Estado Brasileiro. Diversas mudanças sociais vieram após a promulgação da Carta Magna, possibilitando uma maior atuação das mulheres como protagonistas de espaços públicos.

Toda essa evolução nasceu justamente com o movimento das sufragistas, uma mobilização internacional criada no século 19 para a aquisição de direitos políticos por parte da população feminina. Neste sentido, juntamente com a evolução dos direitos humanos, através dos anos, as mulheres foram conquistando ainda mais espaço no cenário político.

Entretanto, mesmo com diversas ações afirmativas, o TSE julga constantemente casos de fraude na participação feminina. Em abril deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral afastou a decisão do TRE-CE e entendeu pela fraude no cumprimento da cota de gênero. Conforme o voto do relator, ministro Sérgio Banhos, foi possível identificar fraude, através das seguintes evidências: “votação pífia das candidatas; não realização de propaganda em redes sociais; despesas de campanha reduzidas e ausência de impressos; e outros atos efetivos de campanha”[2].

Casos como o supracitado são extremamente comuns, principalmente no caso de ausência de atos efetivos de campanha, votação pífia das candidatas ou candidaturas fictícias. Durante o julgamento dos casos ARespe 0601558-98.2020.6.26.0009 (SP) e ARespe 0601556-31.2020.6.26.0009 (SP), sobre fraudes à cota de gênero nas eleições municipais de 2020 em Andradina (SP), onde dois partidos teriam lançado candidatas fictícias, a ministra Maria Claudia Bucchianeri levantou um ponto muito sensível a toda essa questão:

“Temos percebido nos grupos focais que estudam a presença feminina na política um certo automatismo na imposição irrestrita de inelegibilidade apenas às mulheres, sem a inclusão dos dirigentes partidários. […] revitimizando as mulheres e excluindo-as ainda mais do processo político”[3].

A partir do pressuposto supracitado, as decisões devem abranger também os dirigentes partidários, uma vez que muitas das mulheres julgadas inelegíveis se encontram naquela situação mediante coação, ameaça ou em virtude do abandono do próprio partido em suas candidaturas[4].

As cotas existem para nivelar o presente déficit de representação e diminuir a desigualdade de gênero que ainda paira no Brasil. Uma das respostas para o presente problema é uma maior fiscalização das autoridades acerca das candidaturas. Para além disso, a consciência educacional deve ser levada em conta quando o assunto é o direito a participação feminina no pleito brasileiro.

Com essas reflexões, é possível notar que ao longo da história o Poder Judiciário é um grande ator na conquista dos direitos femininos, que culmina na inserção da busca pela equidade de gênero nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), de forma mais específica na meta 5.5, à luz da necessidade de se garantir a participação plena e efetiva das mulheres em oportunidades iguais de liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública.

 

Marcela Bocayuva - advogada, sócia e fundadora do escritório Bocayuva & Advogados Associados , certificada em Law and Economics pela Universidade de Chicago e em liderança e negociação pela Universidade de Harvard coordenadora da Escola Nacional da Magistratura e mestra em Direito Público, fundadora de 2 institutos o IPREV e o NÓS POR ELAS para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade, fala neste artigo sobre a participação das mulheres na politica
Marcela Bocayuva | LinkedIn e Marcela Bocayuva (@marcelabocayuva) Instagram
A disparidade de gênero no Poder Judiciário: por que não mais mulheres? | Exame



O relógio está correndo. O futuro está chegando. Estás pronto?

Prepare o seu negócio para o futuro com confiança - O que você faz hoje impacta sua organização amanhã


Cristina Boner, presidente do conselho fiscal do Grupo Drexel, empreendedora no setor de tecnologia também fundadora da ONG Associação das Mulheres Empreendedoras (AME) e, junto a Maria da Penha, criou o Projeto Maria da Penha. 

No entanto, posso sugerir que as pessoas e empresas devem estar sempre se preparando para o futuro, antecipando tendências, investindo em inovação, desenvolvendo uma cultura de aprendizado contínuo, tendo uma visão estratégica e sendo flexíveis e adaptáveis. Dessa forma, estarão mais preparados para enfrentar os desafios que virão e aproveitar as oportunidades que surgirem. 

Prepare o seu negócio para o futuro com confiança

O que você faz hoje impacta sua organização amanhã

De fato, é importante que as organizações estejam sempre se preparando para o futuro, uma vez que o ambiente empresarial está em constante mudança e evolução. Aqui estão algumas sugestões para preparar seu negócio para o futuro com confiança: 

Mantenha-se atualizado: Esteja atento às tendências e inovações no mercado em que sua empresa atua. Invista em tecnologias e soluções que possam ajudar a melhorar seus produtos e serviços, bem como a eficiência e a produtividade da sua empresa. 

Seja flexível: Esteja preparado para se adaptar rapidamente às mudanças no mercado e nas necessidades dos clientes. Tenha em mente que a flexibilidade é essencial para a sobrevivência e o crescimento do seu negócio.

Invista em sua equipe: Capacite seus funcionários e equipe com treinamentos e ferramentas necessárias para executarem suas funções com qualidade e produtividade. Incentive a criatividade e o desenvolvimento pessoal e profissional da equipe. 

Planeje com antecedência: Faça planos a longo prazo, mas esteja preparado para ajustá-los de acordo com as mudanças do mercado e do ambiente empresarial. Tenha uma visão clara de seus objetivos e metas e defina planos de ação para alcançá-los. 

Esteja atento aos clientes: Esteja aberto para ouvir as necessidades dos seus clientes e esteja disposto a adaptar seus produtos e serviços de acordo com suas demandas. 

Desenvolva parcerias estratégicas: Estabeleça parcerias com outras empresas e profissionais que possam ajudar a expandir seus negócios e melhorar seus produtos e serviços. 

Crie uma cultura de inovação: Incentive a inovação e a criatividade em todos os níveis da empresa. Encoraje a equipe a propor ideias e soluções inovadoras para melhorar o negócio. 

Em resumo, as organizações que estão sempre se preparando para o futuro com confiança e inovação têm mais chances de se adaptar às mudanças do mercado e prosperar. Mantenha-se atualizado, seja flexível, invista em sua equipe e planeje com antecedência são alguns dos pontos-chave para o sucesso do seu negócio. 

De fato, o ambiente empresarial está sempre em constante mudança e evolução, e é importante que as empresas estejam preparadas para enfrentar os desafios do futuro. Algumas maneiras de se preparar para o futuro incluem: 

Antecipar as tendências: é importante ficar atento às mudanças que estão ocorrendo no mercado e antecipar as tendências que poderão impactar seu negócio. 

Investir em inovação: as empresas que investem em inovação estão mais preparadas para enfrentar os desafios do futuro. Isso inclui desenvolver novos produtos e serviços, adotar novas tecnologias e aprimorar processos existentes. 

Desenvolver uma cultura de aprendizado contínuo: as empresas que incentivam o aprendizado contínuo estão mais preparadas para lidar com as mudanças do mercado. Isso inclui oferecer treinamentos, programas de capacitação e incentivar a troca de conhecimento entre os colaboradores. 

Ter uma visão estratégica: é importante ter uma visão de longo prazo para o negócio e estar sempre avaliando as estratégias adotadas. 

Ser flexível e adaptável: as empresas que são flexíveis e conseguem se adaptar rapidamente às mudanças estão mais preparadas para enfrentar os desafios do futuro.


Como a reforma tributária pode auxiliar empresas na recuperação de tributos?

O ano de 2023 trouxe à tona uma discussão antiga da sociedade brasileira e dos representantes do setor produtivo: o modelo de tributação exercido em território nacional. Historicamente, empresas e consumidores arcam com um alto volume de tributações em diversos setores, tributações que variam de estado para estado e apresentam diversas complexidades.

Por outro lado, segundo a Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco), a soma das renúncias fiscais, que incluem todas as isenções, anistias e remissões provenientes de empresas, fez com que o governo federal deixasse de arrecadar R$ 525 bilhões em impostos para o país em 2022. 

Além do impacto para a sociedade, o sistema tributário possui também conexão vital com a prosperidade do negócio de uma empresa, pois muitas delas acabam pagando mais do que devem para a União em tributos, enquanto alguns setores possuem privilégios tributários, outras empresas acabam acabam excedendo estes pagamentos de impostos. 

Um dos principais motivos para esse cenário é a complexidade do sistema tributário atual, que possui uma legislação extensa, com grande quantidade de normas e obrigações, o que leva a interpretações equivocadas das leis tributárias e erros no cálculo dos impostos devidos.

É importante realizar uma análise detalhada das operações e atividades da empresa para identificar oportunidades de recuperação de tributos, além de ser recomendado contar o auxílio de profissionais especializados em consultoria tributária com a finalidade de identificar as melhores estratégias e aproveitar os benefícios fiscais existentes


Com sistema atual ramificado, reforma tributária pode auxiliar na questão

A proposta da reforma tributária tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro, unificando diversos impostos em uma única cobrança sobre o valor agregado (IVA), o chamado Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Com a simplificação, espera-se que as empresas tenham uma melhor compreensão das obrigações tributárias e que aconteça uma redução nos erros nos cálculos e pagamentos de impostos.

Os impostos que podem “sofrer” essa unificação, caso a reforma seja aprovada no Senado Federal, são:

  • IPI (Federal);
  • Pis (Federal);
  • Cofins (Federal);
  • ISS (Municipal);
  • ICMS (Estadual).

Durante este período no qual muitas ideias ainda estão sendo debatidas, a melhor maneira de atualizar o setor contábil de uma empresa é incentivar a busca por conhecimento sobre as mudanças propostas na legislação tributária e investir em capacitação e treinamento de equipe, para que estes possam entender rapidamente as alterações e realizem as adaptações necessárias.

A partir da provável nova lei tributária, é fundamental que as organizações façam uma análise minuciosa dos impactos que as mudanças tributárias trarão para o seu negócio, isso inclui avaliar possíveis aumentos ou reduções de custos, rever estratégias de precificação, considerar os efeitos nas operações e no fluxo de caixa, dentre outros aspectos. 

Além de tudo, um planejamento tributário adequado pode ajudar as empresas na adaptação e aproveitarem oportunidades decorrentes das alterações na legislação, tornando mais rentável o negócio. 

 


Tarcísio Tamanini - especialista em direito tributário e sócio fundador da Wise Tax


Wise Tax
https://www.wisetax.com.br/


Prepare-se para o segundo semestre: saiba estratégias para lojistas turbinarem as vendas e lucrarem mais

 Consultora de negócios Luciana Locchi, especialista em varejo e no setor de Casa e Decoração, destaca a importância de montar uma boa vitrine, fazer gestão de estoque, criar promoções, caprichar no pós-venda e combinar estratégias para vender mais


O segundo semestre está cheio de datas comemorativas importantes para o varejo: é o Dia dos Pais, Dia das Crianças, a Black Friday e até o Natal. E as expectativas são positivas: 71% dos brasileiros pretendem comprar mais neste período em comparação aos primeiros meses do ano, segundo levantamento da Trigg. Embora as prioridades não sejam exatamente supérfluas, por estarem concentradas em alimentação (66%), saúde (39,8%) e eletrodomésticos (34%), ainda é possível montar uma estratégia de vendas interessante e proporcionar uma experiência de compra atraente para os consumidores. A consultora de negócios Luciana Locchi, especialista em varejo e no setor de Casa e Decoração, mostra como fazer isso e turbinar as vendas. 

Segundo ela, o início de tudo é os lojistas entenderem as mudanças na forma de consumo das pessoas desde o fim da pandemia do coronavírus. Com o isolamento social, muitas pessoas se adaptaram a fazer compras online, mas agora é natural esperar o retorno às lojas físicas. “Nada se compara à experiência de explorar uma loja, tocar os produtos, experimentá-los e receber atendimento pessoal. Ao criar experiências de compra atraentes e personalizadas em lojas físicas, os lojistas podem cativar os consumidores e fazer com que eles se sintam bem-vindos. Mesmo assim, manter uma forte presença online continua sendo essencial, pois muitas pessoas ainda preferem a conveniência das compras online”, explica a especialista. Dessa forma, é preciso entender como preparar uma loja para receber clientes e fidelizá-los, cumprindo todas as etapas da estratégia de vendas. 


Destaque os produtos prioritários

“Identifique os produtos relacionados à alimentação, saúde e eletrodomésticos em sua loja e destaque-os em exibições atraentes e chamativas. É possível criar visualizações agradáveis usando cores, iluminação e materiais destacados, como os produtos-chave. Além disso, planeje o layout da loja e vitrine de forma estratégica, considerando a jornada do cliente”, explica a consultora de negócios Luciana Locchi. 

Outra estratégia na montagem e organização dos produtos que faz a diferença é dividi-los em categorias ou temas, para facilitar a busca dos clientes e manter a rotatividade dos itens. “Isso ajuda a manter a oferta atualizada e atrair os clientes com novidades. Nós vendemos desejo, experiências. Se o decorcliente reparar que toda semana os produtos estão no mesmo lugar, da mesma forma, o lojista não gera interesse de venda”, destaca Luciana.


Organize promoções e descontos, inclusive com parceiros

“Crie promoções especiais ou descontos exclusivos para os produtos prioritários mencionados, como os de saúde, alimentação e eletrodomésticos. Isso pode atrair a atenção dos clientes e incentivá-los a fazer compras”, indica Luciana. Segundo ela, também é interessante combinar esses itens essenciais com outros complementares e inseri-los em um contexto, para potencializar a experiência e o desejo de compra. “Considere ainda criar pacotes promocionais, ofertas do tipo ‘leve 2, pague 1’ ou descontos progressivos para aumentar o apelo dos produtos.”, indica a especialista. 

“Outra dica é estabelecer parcerias com negócios locais, como lojas de alimentos orgânicos, clínicas de saúde ou academias. Dessa forma, busque promover eventos conjuntos, sorteios ou descontos mútuos para incentivar o tráfego de clientes entre os estabelecimentos e criar uma experiência mais completa para os consumidores”, indica a especialista.


Crie experiências interativas

Para aumentar as vendas no segundo semestre, Luciana Locchi também indica a criação de espaços interativos na loja. Dessa forma, os clientes têm a chance de experimentar os produtos, quase que vivenciá-los. “Monte uma área de demonstração de utensílios de cozinha para que os clientes possam testá-los, ou crie um espaço de relaxamento com almofadas e velas aromáticas, visando mostrar o potencial de bem-estar dos produtos”, indica. As experiências interativas acabam como uma forma de conectar a marca ou loja com a potencial clientela e podem servir para aumentar o engajamento e fidelizar o cliente.


Aposte nos programas de fidelidade e no marketing digital

Ainda pensando em fidelização, outra estratégia que Luciana indica para potencializar as vendas é implementar um programa de fidelidade para incentivar os clientes a retornarem à loja. “Ofereça benefícios exclusivos, como descontos especiais, brindes ou acesso antecipado a novos produtos, para recompensar a fidelidade dos clientes”. Neste caso, até cashback funciona: é possível pensar em um voucher para oferecer aos clientes do tipo ‘ganhe R$30 na sua próxima compra na loja’. 

Luciana também considera importante utilizar as redes sociais e o e-mail marketing para se comunicar com os clientes. “Compartilhe imagens atraentes dos produtos, ofereça dicas relacionadas à alimentação saudável ou bem-estar e envie lembretes sobre promoções ou eventos especiais”, sugere.


Planeje a gestão do estoque com antecedência

“O lojista que irá se diferenciar será aquele que criar uma estratégia, que conseguir olhar para dentro da empresa, ajustar os custos e abastecer a loja com produtos assertivos. Isto é, que impulsione a venda do que existe em estoque, mas também trazendo sempre um ar de novidade para dentro da loja”, aposta Luciana Locchi. Segundo a especialista, é preciso que o estabelecimento se prepare às datas comemorativas. “O maior erro que vejo é o lojista esperar a demanda chegar para comprar e perder o timing de vendas. Por isso a importância de se olhar para dentro e ajustar o estoque, tirar o que está parado há muito tempo e trazer o novo”, indica.

Para estes casos, uma estratégia que a especialista sugere é, se possível, fazer análise do histórico de vendas, de quais são os itens que performam melhor na loja e quais são aqueles que têm pouca saída. “Para produtos que não vendem, a solução é fazer promoções. Se você percebe que um item é carro-chefe, nunca deixe sua loja desabastecida. De maneira geral, costumamos falar muito do quanto vendemos, mas não mensuramos o que deixamos de vender, e isso está atrelado a falta de estratégia, abastecimento [de estoque] no tempo certo e análise do mercado”, expõe Luciana. 


Não se esqueça do pós-venda e esteja aberto a feedbacks

“Vejo que muitas empresas negligenciam o pós-venda, mas ele pode representar uma oportunidade para fidelizar clientes e obter recomendações positivas. Então, ao invés de associá-lo a apenas as reclamações ou problemas, é importante reverter essa percepção e encantar o cliente em uma etapa pró-ativa para construir relacionamentos duradouros e gerar lealdade”, opina a especialista Luciana Locchi.

Segundo ela, é importante que as organizações priorizem o pós-venda e invistam recursos nele, pois aqui é possível colher feedbacks, ou seja, a opinião dos clientes sobre o produto ou a loja. Essas informações devem ser usadas para aprimorar os produtos e serviços já existentes e a experiência de compra. “Realize pesquisas de satisfação, incentive avaliações e comentários nas redes sociais e esteja sempre atento às necessidades e preferências de cada cliente. Agradeça a clientela pela compra, realize acompanhamento após a venda para garantir que o produto ou serviço atendeu às expectativas dela. Ofereça também suporte adicional com informações sobre o uso correto do produto, dicas úteis ou assistência técnica”, finaliza a consultora de negócios.


Com aumento do consumo de streaming, modelos FAST e AVOD se popularizam entre as empresas e consumidores

 Plataformas de streaming se beneficiam de modelos de receita baseados em anúncios, aponta presidente da TVCoins


Trabalhar, ouvir música, assistir nossos programas favoritos, conversar com amigos e familiares – tudo está conectado à internet. Entre as atividades que realizamos conectados à internet, destaca-se o streaming de vídeo. É uma tendência crescente em todo o mundo e no Brasil não é exceção. Testemunhamos um rápido desenvolvimento de serviços de convergência de internet e dispositivos móveis e, de acordo com o estudo  da JustWatch no segundo trimestre de 2023, a Netflix ainda detém a maior fatia do mercado de streaming do Brasil, com 29%. Outras plataformas continuam conquistando espaço, com o Prime Video e o Disney+ tendo 19% e 14% de parcela de mercado, respectivamente.

Nos últimos anos, os modelos FAST e AVOD experimentaram um aumento significativo na popularidade entre os telespectadores no Brasil. Esses dois modelos de publicidade são baseados na entrega de conteúdo aos espectadores com pouco ou nenhum custo, em troca de intervalos comerciais. No entanto, eles diferem na abordagem e nos resultados que buscam.


Divulgação


Gustavo Marra, presidente da TVCoins, uma plataforma de distribuição e monetização de vídeo que cria aplicativos de streaming gratuitos e de marca branca para proprietários de conteúdo com conteúdo ao vivo e sob demanda, fala sobre as diferenças dos modelos FAST e AVOD:


FAST

As plataformas FAST oferecem conteúdo gratuito com anúncios integrados. O FAST baseia-se no princípio de que os espectadores têm acesso ao conteúdo da plataforma com pouco ou nenhum custo em troca da exibição de anúncios. Esses canais são lineares e oferecem programação fixa para uma audiência massiva por meio de dispositivos conectados.

Este modelo é muito popular na indústria de streaming de vídeo, pois oferece a todos os espectadores acesso fácil a conteúdo de alta qualidade. Além disso, o FAST é uma forma eficaz de gerar receita para as empresas, pois elas podem vender espaços publicitários para quem deseja atingir um público ou região específica.


AVOD

Nesse modelo, os anúncios são integrados ao conteúdo, os espectadores veem a publicidade antes, durante ou depois de visualizar o conteúdo. Quando um usuário escolhe o conteúdo sob demanda do catálogo da plataforma, o servidor ajuda a personalizar a publicidade com base nas preferências de visualização, além do perfil demográfico do usuário.

O modelo AVOD também é muito popular na indústria de streaming de vídeo, pois permite que as empresas gerem receita significativa com a venda de espaço publicitário. E a demanda por inventário de publicidade em streaming vem crescendo rapidamente, devido às condições favoráveis que oferece às agências de publicidade e às marcas.



Principais diferenças entre FAST e AVOD

A principal diferença entre FAST e AVOD é a forma como os anúncios são apresentados aos espectadores. No modelo FAST, os anúncios são integrados ao conteúdo, o que significa que os espectadores não podem pular os anúncios e devem visualizá-los. No modelo AVOD, os anúncios são apresentados antes, durante ou depois do conteúdo, às vezes permitindo que os espectadores pulem os anúncios, se desejarem.

Outra diferença é a apresentação do conteúdo. Enquanto o FAST é linear, o AVOD é on demand, o que significa que os espectadores podem escolher qualquer título disponível, desde que tenham acesso à Internet. Ao visualizar um canal FAST, os usuários devem observar o que está sendo transmitido naquele momento específico.

Quanto à monetização, ambos os modelos possuem suas vantagens e desvantagens. No modelo FAST, a receita de publicidade é gerada por meio da venda de espaço publicitário designado. O modelo AVOD também inclui publicidade, porém esta é direcionada e inserida em pontos de interrupção.

Compreendidas as principais características dos modelos FAST e AVOD, fica mais fácil saber qual deles impactará melhor o seu público, de acordo com o que você acha que seus anunciantes estão buscando. A TVCoins oferece uma opção única, mesclando essas duas tecnologias, além de fazer uso do formato white-label, assim ao construir uma plataforma customizada para seus clientes, você tem todos os elementos para obter os melhores resultados em termos de monetização de conteúdo.


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