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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Mudança das regras de tributação no setor de energia geram incerteza

O setor elétrico é vital para a economia nacional e, ao mesmo tempo, um insumo que influencia diretamente o preço de toda a cadeia produtiva. Existe o mercado comum de energia, em que o contribuinte final compra a energia e paga também os serviços tanto de geração quanto de distribuição, que é um mercado mais simples de se operar, e há também o ambiente de aquisição de energia elétrica, conhecido como mercado livre, em que as empresas compram energia de forma direta das geradoras ou comercializadoras.

O Decreto nº 65.823/21 do Estado de São Paulo foi publicado para ajustar o cenário jurídico paulista a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou a possibilidade de atribuir como responsável pelo recolhimento do Imposto Sobre Mercadorias e Serviços – ICMS para as distribuidoras. Desta forma, só restou ao Estado de São Paulo deslocar a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS, que antes era da distribuidora de energia, para o fornecedor ou adquirente.

O fornecedor de energia será responsável pelo recolhimento do ICMS se estiver no território paulista. Caso não esteja, a responsabilidade pelo pagamento será do adquirente. Aparentemente, o que era para ser uma mudança simples e objetiva, vem despertando na comunidade jurídica, dúvidas e questionamentos sobre alguns outros pontos trazidos pelo Decreto.

Por exemplo, há incidência de ICMS quando da comercialização da chamada “sobra de energia? A redação contida no Decreto não está clara o suficiente para afirmar ou não se haverá cobrança do ICMS nas vendas dentro do Estado de São Paulo entre os distribuidores na comercialização de “sobra de energia”.

Outra questão é, se houver recolhimento de ICMS na comercialização da sobra de energia, qual o momento da incidência tributária? Caso ocorra o recolhimento do ICMS na operação citada, ocorrerá a geração de créditos escriturais deste tributo. O Decreto também não deixa claro se haverá a tributação pelo ICMS na venda de energia entre as empresas comercializadoras, principalmente porque, em regra, os Estados não tributam esta operação.

Um ponto importante é sobre o descumprimento ao princípio da anterioridade. O correto seria que as regras fossem aplicadas a partir do próximo ano. No entanto, o Decreto já está vigente. Além disso, a matéria deveria ser abordada por Lei e não por Decreto. Existe um ponto de extrema importância para que as empresas possam se sentir seguras e atender os comandos desejados pelo Estado de São Paulo, qual seja, a matéria tratada no Decreto deveria ser tratada por meio de Lei.

O princípio da legalidade é uma das principais garantias do contribuinte e, neste caso específico, está sendo descumprida, causando ainda mais insegurança jurídica quanto à possibilidade do Estado de São Paulo exigir as mudanças propostas pelo Decreto.

Não restam dúvidas de que o Decreto nº 65.823/21 do Estado de São Paulo trouxe insegurança jurídica para o setor produtor e distribuidor de energia elétrica. É preciso que as correções sejam feitas de maneira rápida e eficaz por parte do Executivo ou do Legislativo, sob pena das empresas do setor precisarem buscar o judiciário para afastar as incertezas e garantir que a tributação espelhe corretamente os fatos originários do ICMS.

 


Angelo Ambrizzi - advogado especialista em Direito Tributário pelo IBET, APET e FGV com Extensão em Finanças pela Saint Paul e em Turnaround pelo Insper e Líder da área tributária do Marcos Martins Advogados.

 

Marcos Martins Advogados

https://www.marcosmartins.adv.br  

 

O surgimento do novo viajante

O impacto da pandemia e do trabalho remoto deve transformar o turismo. Mais calmos e conscientes, conheça o novo perfil dos viajantes.

 

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, os brasileiros estão ansiosos para voltar a viajar. Cerca de 70% dos entrevistados afirmam que desejam celebrar a retomada com uma viagem especial, enquanto 50% declaram que desejam viajar com mais frequência pós-pandemia. No entanto, é preciso conhecer este novo viajante que surge: muito mais consciente e disposto a passar mais tempo longe de casa.

Com a imunização em massa e a retomada plena do turismo, prevemos a ascensão de um novo tipo de turista: viajante consciente. Com muito mais planejamento sobre as viagens que faz e menos imprudente com os gastos, o foco agora está nas relações pessoais e menos nos cartões postais. Mais do que uma visitinha rápida aos finais de semana, o novo turismo está pautado em apreciar o ambiente, a rotina das cidades e conhecer os habitantes locais.

A mudança será bastante impactada pela popularização do trabalho remoto. Segundo levantamento da PNAD Covid-19, 7,3 milhões de pessoas estavam em Home-Office, que deve se consolidar. Gigantes, como o Twitter, anunciaram que, após a pandemia, o tele trabalho será permanente para os colaboradores que ocupem cargos que possibilitam a modalidade. No Brasil, a Petrobrás estuda a possibilidade de trabalho híbrido, com 50% dos colaboradores em trabalho remoto e os demais presenciais.

Assim, com a liberdade de trabalhar de qualquer lugar, por que não transformar o mundo no seu escritório? A nova dinâmica permite equilibrar lazer e responsabilidades, e será primordial para elevar o crescimento do setor de turismo nos próximos anos - tanto pelo maior volume de turistas, quanto pela possibilidade do turismo ao longo do ano todo e não apenas nos meses de férias.

Com o trabalho remoto, as viagens de finais de semana agora podem se estender por 10 dias, aproveitando dois finais de semana, por exemplo, e com tempo livre para aproveitar as atividades matinais e a vida noturna da cidade nos dias úteis. A contrapartida é relativamente simples, uma boa conexão wi-fi, pequenas salas com isolamento acústico para reuniões breves, flexibilidade no atendimento, atividades antes do horário de entrada, na hora do almoço e noites liberadas - começa a valer o melhor custo e benefício.

As pessoas estão ansiosas para sair de casa e o setor de turismo está igualmente animado para voltar a receber os viajantes. Com consciência, mudanças necessárias e novos protocolos de segurança, as companhias aéreas, hotéis, pousadas, pequenos estabelecimentos e trabalhadores autônomos, já começam a voltar ao trabalho e provar que é seguro voltar a viajar.

Neste último mês abrimos as contratações na indústria houve uma retomada no varejo e o mercado corporativo vem procurando malas de viagens para seus eventos para presentear seus colaboradores. Este é um sinal forte que o turismo vem crescendo rápido.

 

 

Cláudio Leon Levy - Sócio Diretor Executivo da Lansay

 

O que o consumidor de internet precisa saber sobre a chegada do 5G ao Brasil

Tecnologia terá velocidade 20 vezes maior e sem muitas variações de preço, No entanto, chegada pode demorar mais do que se imagina.

 

Um dos momentos mais aguardados pelos brasileiros, a chegada do 5G, pode ter sua primeira etapa concluída com sucesso, ainda em 2021. O famoso leilão feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que coloca em disputa, pelas operadoras, mais de 1.200 MHz de frequências é visto como a porta de entrada para a tecnologia no país. 

Entretanto, uma série de perguntas ainda estão sem respostas. E a primeira delas é: quais os benefícios reais para o consumido final? De acordo com o gerente técnico da Fibracem, indústria brasileira especializada no setor de comunicação óptica, Sebastião Rezende, a principal mudança percebida pelo consumidor será a velocidade de transmissão, que pode chegar até 20 vezes mais rápida que a tecnologia 4G, utilizada atualmente. 

Segundo ele, a partir do 5G também será possível ter uma abrangência ainda maior de cobertura de internet, passando de uma quantidade de 100 mil conexões por km2 [como é o caso do 4G] a uma densidade que pode chegar a um milhão de conexões na mesma área, com o 5G. 

“Além disso, existem ainda inúmeros outros benefícios, que poderão ser percebidos, como a estabilidade de conexão e uma maior quantidade de conexões simultâneas”, afirma.

 

Quanto vai custar ao consumidor?

Como acontece em grande parte dos produtos de inovação ou tecnologia, a disponibilidade do 5G e os custos dos dispositivos compatíveis com esta tecnologia, como aparelhos celulares, tendem a ser altos. “Pode ser que a concorrência entre os fabricantes de dispositivos, assim como entre os provedores de internet, mirando um consumo em massa, faça com que os preços reduzam, ou, não sofram grandes variações em relação aos atuais”, ressalta o gerente técnico da Fibracem.

 

Mobile x Wi-fi

Para o gerente industrial da companhia, Cleverson Luiz Weiss, além de dispositivos mobile, a tecnologia 5G também estará disponível via wi-fi, para os consumidores. No entanto, para viabilizar a utilização do serviço nas residências, será necessário que os aparelhos tenham compatibilidade. “A previsão é que essa mudança do 4G para o 5G ocorra de maneira fluida. O próprio mercado já tem trabalhado para se ajustar à nova tecnologia, lançando aparelhos compatíveis com a rede”, ressalta.

 

E quando teremos 5G?

De acordo Sebastião Rezende, mesmo que entidades como Tribunal de Contas da União (TCU), estejam pressionando para que o leilão ocorra neste ano [2021], ainda não existe, de fato, uma previsão exata de quando a tecnologia estará disponível para o consumidor final. 

“A implantação da infraestrutura necessária para funcionamento depende ainda de legislações municipais, devido a necessidade de muitas antenas”, explica. “E este fator pode atrasar e muito a perspectiva de contarmos com 5G em 2022”, acrescenta.

 

Infraestrutura para o 5G

As redes 5G funcionam por meio de ondas de rádio, assim como as 3G e 4G, porém com frequências mais altas. A capacidade é maior e o alcance menor que suas antecessoras [3G e 4G], o que traz a necessidade de um aumento em quatro ou cinco vezes a quantidade de antenas. E para que tudo isso funcione bem, será indispensável o fator capilaridade, ou volume, de fibra óptica instalada. É aí que entram os provedores de internet. 

“Os ISPs auxiliam na difusão da fibra óptica, trabalhando para que chegue a qualquer lugar, inclusive em áreas mais distantes, por isso eles terão um percentual considerável para esse crescimento”, finaliza Sebastião.

 

Como os golpes no WhatsApp podem prejudicar as relações entre empresas e clientes?

O WhatsApp se tornou um dos aplicativos de conversação mais utilizados no mundo. Ao mesmo tempo, contudo, vem sendo um dos meios mais utilizados para ataques cibernéticos. Apenas no Brasil, foram registrados cerca de 8,3 milhões de tentativas neste canal no primeiro trimestre de 2021, segundo dados da Kapersky. Quando bem-sucedidas, podem prejudicar não apenas o consumidor final, especialmente por meio de extorsões financeiras, mas inclusive as empresas e suas relações com os clientes, com danos sérios à sua imagem no mercado.

Seja qual for o crime cibernético, as tentativas de golpe organizadas pelos criminosos vêm se tornando impressionantemente criativas. A cada canal, os métodos e estratégias são adaptados para que consigam obter informações ou extrair dinheiro de suas vítimas, assim como ocorre no WhatsApp – onde a grande maioria dos crimes decorrem dos vazamentos de dados.

Com o número em mãos, os hackers costumam criar contas falsas em um telefone fake, se passando pelo usuário para extorquir alguma quantia financeira. No caso das pessoas físicas, já se tornou comum bloquear fotos para contatos desconhecidos, o que auxilia, de certa forma, a proteger nossos conhecidos contra este crime. No caso das empresas, contudo, se torna muito mais fácil se passar por elas, uma vez que mantém seus perfis abertos para que consigam se comunicar.

Por mais que seja uma ação plausível para manter um bom relacionamento com os clientes, acaba possibilitando uma maior facilidade de sucesso nos crimes cibernéticos. Mensagens comunicando promoções ou oferta de benefícios, como exemplo, são algumas das mais comuns, nas quais reforçam a solicitação de dados como CPF, RG, conta bancária ou, até mesmo, transferência por meio de um boleto em troca da liberação.

Diante de inúmeras possibilidades de golpes via WhatsApp, a melhor prevenção é a atenção permanente. É importante que as companhias estejam sempre de olho em suas redes sociais e sites de reclamação, verificando se algum tipo de crime está sendo desenvolvido. Se possível, invistam em profissionais específicos para essa tarefa para garantir o máximo de cuidado – caso contrário, a imagem do seu negócio pode ser prejudicada.

Afinal, uma vez disseminado e compartilhado na internet, se torna mais difícil recuperar os danos causados. Principalmente no caso de empresas, onde caso um criminoso tenha acesso ao número oficial, poderá encontrar a lista inteira de contatos da companhia. Mesmo que o aplicativo de conversação tenda a bloquear rapidamente a tentativa de golpe, em pouco tempo é possível disparar uma série de mensagens para os usuários, com grandes chances de extorsão de dados ou dinheiro.

Por isso, sempre deixe claro no site da organização os canais oficiais utilizados na comunicação com o cliente, assim como todas as promoções feitas para que, em caso de suspeitas, consiga denunciar o ocorrido, comunicar seus clientes e, bloquear o número o mais rápido possível.

Para auxiliar, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) veio para tentar amenizar esses casos, agora com a aplicação de multas, caso as empresas não cumpram com o dever de proteger, ao máximo, os dados de seus usuários.

Sempre desconfie do excesso de sorte, promoções mágicas e mirabolantes. Não pague boletos de números desconhecidos, clique em links suspeitos ou forneça dados no WhatsApp para números com os quais nunca tinha conversado antes. Por mais que a tecnologia venha para facilitar e otimizar diversas tarefas, também abre espaço para técnicas diversas e criativas de golpes. Viveremos em uma corrida sem fim, em prol da segurança de nossas informações.

 


Igor Castro - Diretor de Produtos e Tecnologia na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

https://www.pontaltech.com.br/

 

Cuidar da saúde mental do colaborador é fator de destaque e lucratividade para empresa

 

O Setembro Amarelo é uma campanha nacional de prevenção ao suicídio, mas que coloca em evidência toda a temática da saúde mental. Um assunto que tem ganhado cada vez mais relevância dentro das corporações, especialmente após o avanço da pandemia da Covid-19, uma vez que afeta diretamente o clima organizacional e o bem-estar dos colaboradores, além da lucratividade. E as empresas mais estratégicas e humanizadas, que tendem a ganhar um lugar de destaque maior no mercado, são exatamente aquelas que se preocupam genuinamente com o seu principal capital intelectual: as pessoas.

Assim, nos dias de hoje, as organizações que querem ter um diferencial estratégico precisam refletir sobre as boas práticas e políticas de qualidade de vida. Dessa forma, as lideranças e os profissionais de Recursos Humanos desempenham um papel fundamental na construção de um ambiente corporativo e de uma cultura organizacional que proporcionem um clima favorável e impactos positivos na saúde mental dos colaboradores. Questão que deve ser considerada sempre, independentemente do formato de trabalho que a empresa esteja praticando – virtual, presencial ou híbrido.

Diversos fatores podem contribuir para a saúde mental dos funcionários, desde a definição da forma e local de trabalho, passando pelas questões de arquitetura, luminosidade e ergonomia, até pontos mais difíceis de serem atingidos, como o nível de satisfação do colaborador com o emprego, que é determinante para o equilíbrio da mente. Portanto, medidas de prevenção ao estresse e outros tipos de desgastes psicológicos, relacionadas a esses aspectos, podem – e devem – ser vistas como um verdadeiro investimento pelas empresas.

Logo, a companhia que pretende reter os melhores talentos procura criar ações e oferecer programas internos voltados para o bem-estar. Alguns exemplos são rodas de conversa, exercícios respiratórios, atividades de relaxamento e meditação. Isso sempre alavanca a motivação dos colaboradores. É também prudente incentivar a disseminação do conhecimento a respeito de saúde mental. Cabe, ainda, às lideranças aprimorar a qualidade dos relacionamentos entre os colegas, dentro do trabalho, de modo a proporcionar sensação de segurança e de pertencimento ao colaborador. Consequentemente, ampliam-se as chances de haver mais equilíbrio emocional, apesar estarem em um ambiente competitivo, com a busca permanente por colaboração e cocriação.

Outro ponto vital nesse processo de cuidar da saúde mental é a comunicação. Empresas com bons resultados nesse sentido possuem a cultura de se comunicar internamente de forma transparente e eficaz, com práticas de reconhecimento e apoio aos colaboradores. Criam uma arena onde todos têm voz e estabelecem um canal direto com o empregado, sem muitos ruídos. Além disso, podemos citar a adoção de políticas de benefícios, como plano de saúde, capacitação, vale-cultura, estímulo à prática de esportes, viagens de premiação e incentivos financeiros. Ou iniciativas que vão além do tradicional, entre elas, proporcionar ao funcionário oportunidade de autoconhecimento e de autodesenvolvimento, por meio de ferramentas de avaliação psicológica (assessment) ou psicossocial, usando, inclusive, a tecnologia como aliada.

Tratar de saúde mental é, ainda, abordar a contratação de talentos. Afinal de contas, ao recrutar pessoas certas para cada posição, consegue-se um quadro de funcionários com maior gosto pelo trabalho, mais realizados e felizes, além de pessoas com perfis mais conectados com o propósito e com o jeito de ser da empresa. Evidentemente, para que esse processo ocorra de forma assertiva, exigirá da área de RH e das lideranças não apenas um conhecimento detalhado da empresa, como o entendimento de quais competências e habilidades (soft skills) são necessárias.

Enfim, vale salientar que ter foco em uma eficiente gestão da saúde mental contribui para evitar possíveis rombos futuros no orçamento da corporação. Estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) comprovam que a perda de produtividade gerada por depressão e ansiedade representa, para a economia global, um custo estimado de US$ 1 trilhão por ano. A falta de cuidado com o lado psicológico dos colaboradores aumenta o absenteísmo, a taxa de adoecimento por fatores emocionais e o número de afastamentos por transtornos mentais. Isso sem contar a queda do interesse pelas atividades e do engajamento, que reflete diretamente na alta da rotatividade (turn over) dos profissionais.

Portanto, diante de um problema tão complexo, os responsáveis pela gestão de pessoas precisam manter um olhar atento sobre os colaboradores e assegurar um ambiente humanizado e acolhedor. Mas cada indivíduo também tem um papel importante na busca por preservar o corpo e a mente saudáveis. É fundamental estar atento a aspectos simples do cotidiano, como a qualidade do que comemos, bebemos e do nosso sono, além de manter a prática de exercícios, bem como atividades de lazer que proporcionem bem-estar. Aliás, isso deve ser um cuidado constante para todos e não apenas tema a ser tratado no Setembro Amarelo.


 

Bárbara Nogueira - Graduada em Psicologia, Bárbara Nogueira é diretora, career advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte. É também embaixadora da ChildFund, eleita, pelo quarto ano consecutivo, uma das 100 melhores ONGs do Brasil, que apoia crianças e adolescentes em extrema vulnerabilidade.


Com nova alta, preço da gasolina já está 30% mais caro aponta Ticket Log

Combustível, que registrou média de R$ 4,816 em janeiro, é vendido nos postos brasileiros a R$ 6,237 nos primeiros dias do mês de setembro


De acordo com o último Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o preço médio da gasolina já está 30% caro para os motoristas nos primeiros dias de setembro. Quando o valor é comparado à menor média registrada no ano, que foi em janeiro de R$ 4,816, a alta é expressiva. No caso do etanol, o período apresentou o valor médio de R$ 5,371, que quando comparado ao fechamento de janeiro, ficou 42% mais caro nos postos.

“Assim como no mês passado, setembro já começa com todas as regiões brasileiras apresentando aumentos tanto no preço da gasolina quanto do etanol. A gasolina, que não teve reajuste das refinarias desde a primeira quinzena de agosto, tem neste início de mês o reflexo do etanol anidro, que variou 1,1%, no comparativo com o fechamento de agosto”, explica Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

A gasolina mais cara foi comercializada na Região Centro-Oeste, com média de R$ 6,368, após o aumento de 1,60%, em relação ao fechamento de agosto. No Sul, o preço médio do combustível avançou 2,32%, a maior alta de todo o País, mas o valor por litro foi o menor nessa primeira quinzena do mês, a R$ 6,049. Já o etanol mais caro foi encontrado no Nordeste, a R$ 5,547, avanço de 2,32%, ante o mês passado. No Centro-Oeste, mesmo com o aumento de 4,59%, o litro mais barato foi comercializado, à média de R$ 5,014.

No recorte por estados, o Piauí apresentou a gasolina mais cara do País, a R$ 6,640. O estado com o preço médio mais baixo foi o Amapá, onde os postos comercializaram a gasolina a R$ 5,585.

O maior aumento do preço médio da gasolina foi registrado no Rio Grande do Norte, de 3,77% em relação ao fechamento de agosto. Em nenhum estado o combustível apresentou recuo nos preços nos primeiros dias de setembro.

O etanol apresentou o valor médio por litro mais alto no Rio Grande do Sul, a R$ 6,084. O combustível mais barato, por sua vez, foi comercializado em São Paulo, a R$ 4,481. Em Rondônia, os postos registraram o avanço mais significativo do País, de 10,16%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 


Ticket Log

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Edenred

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Estudo da Kantar IBOPE Media indica que consumo de rádio aumentou e alcança 80% dos brasileiros

 A nova edição do Inside Radio traz insights sobre o perfil do ouvinte, a expansão do consumo via web, o boom dos podcasts e as tendências de investimento publicitário no meio

 

O rádio está em todos os ouvidos. Seja no dial ou via streaming, e até por telas, o rádio não deixa de acompanhar a evolução do consumo de mídia pelos brasileiros. De acordo o Inside Radio 2021, estudo da Kantar IBOPE Media sobre o cenário do meio, 80% dos brasileiros, nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, ouvem rádio – um aumento de 2 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Cada ouvinte passa, em média, 4 horas e 26 minutos ouvindo rádio. 

Em 2021, todas as regiões aferidas pela Kantar IBOPE Media registraram aumento no alcance do meio. A Região Sul é a que mais se destaca, com 85% das pessoas declarando ouvir rádio, seguida por Nordeste (81%) e Centro-Oeste e Sudeste (ambas com 80%). 

Como o rádio atinge grande parcela da população, o perfil do ouvinte é bem equilibrado: 52% do público são mulheres e 48% homens. As pessoas de classe C são as que mais consomem esse tipo de mídia, com 43% do total, seguidas de perto pelas classes A e B (40%). Em relação à idade, os públicos que se destacam são as pessoas acima de 60 anos (21%), de 30 a 39 anos (20%) e de 40 a 49 anos (19%). 

De forma geral, os brasileiros preferem usar o rádio comum (80%), mas o consumo pelo celular aumentou em relação ao último ano: passou de 23% para 25% em 2021. Em casa (71%), no carro (24%), durante trajetos (8%) e no trabalho (2%) são os locais citados para o consumo do meio. 

“O rádio se expande através da sua capacidade de unir o melhor de dois mundos: a credibilidade e o companheirismo do dial com o dinamismo do online”, explica Giovana Alcantara, Diretora de Desenvolvimento de Negócios Regionais da Kantar IBOPE Media. 

O aumento contínuo do consumo do rádio online mostra o potencial do meio para buscar outros formatos de transmissão: 10% da população declara ter ouvido rádio pela internet nos últimos 30 dias. Esse publicou passou por dia, em média, 2 horas e 44 minutos conectados ao rádio. 

Entre os ouvintes de rádio web, o celular é o device favorito para o consumo do meio (66%), seguido pelo computador (37%) e por outros equipamentos (8%). Já o perfil do ouvinte web apresenta características distintas: ligeiramente mais masculino (51%), com uma concentração na classe AB (67%) e mais jovem, com 57% dos ouvintes entre 20 e 39 anos. 

“Essa audiência conectada, que gosta de ouvir rádio pelo celular ou no computador, também precisa ser compreendida pelas emissoras e anunciantes. Recentemente anunciamos o Extended Radio, nossa solução que possibilita a análise do consumo de rádio em seus diferentes formatos, apresentado uma visão completa do consumo no dial e online”, comenta Giovana.

 

Novos formatos e o poder da publicidade 

É inegável o espaço que o áudio, a matéria prima do rádio, tem nas nossas vidas – é uma presença importante desde as nossas primeiras palavras até se tornar esse formato de conteúdo quase onipresente. “A tecnologia tem sido uma grande aliada do áudio e tem indicado caminhos importantes para disseminação de conteúdo”, comenta Giovana. “Por exemplo, notamos que algumas emissoras têm criado canais no YouTube, investindo em transmissões do estúdio ao vivo, produzido programas exclusivos... Ou seja, quando se fala em áudio, o Rádio não se resume a só uma frequência no FM e o YouTube já não é mais um canal, apenas, para ver videoclipes ou ouvir música”, complementa. 

De acordo com o estudo, entre as pessoas com acesso à internet, música ou outros tipos de áudio no YouTube é o conteúdo mais escutado online (59%), seguido de música em apps de streaming, como Spotify, Deezer e Google Play (37%), podcasts (31%) e rádio online com a mesma programação do dial (18%). 

Além da música, os podcasts também tem conquistado mais espaço – 31% dos ouvintes com acesso à internet ouviram podcasts nos últimos três meses, um aumento de 32% em relação ao último ano. “Os podcasts oferecem a possibilidade de falar sobre os mais diferentes temas, desde aqueles de interesse geral até aos mais segmentados: são uma ferramenta para falar com todos, independentemente dos interesses, a qualquer hora e em qualquer lugar”, explica Giovana. 

Com essas diferentes possibilidades de formatos para impactar o público, também se criam mais oportunidades para marcas e anunciantes. De acordo com o Inside Radio, os comerciais que surgem entre os programas e as músicas são o formato que mais capta a atenção dos ouvintes (50%), seguido por promoções durante a programação das emissoras de rádio (28%).

 

Fonte: Kantar IBOPE Media | Carona Rádio | 13 RMs | Junho 2021

Filtro: Entre os entrevistados que ouviram rádio citaram algum tipo de comercial/publicidade

 

No primeiro semestre de 2021, quase 5 mil anunciantes investiram em publicidade no rádio. Desses, 2376 anunciantes veicularam anúncios exclusivamente no meio. 

Entre os diferentes setores que direcionaram seus recursos de mídia para o rádio, Serviços ao Consumidor (30,6%), Comércio (26,8%) e Financeiro e Securitário (7,8%) se destacam. Juntos, os três segmentos concentram quase 2/3 do investimento total em anúncios veiculados no meio de comunicação. 

O Inside Radio 2021 está disponível na íntegra para download no site da Kantar IBOPE Media.

 

Sobre o Inside Radio

Para descobrir esses e outros insights, a Kantar IBOPE Media analisou o comportamento do ouvinte de rádio em 13 regiões metropolitanas do País, responsáveis por 75% do investimento de mídia no Brasil: Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Vitória (ES), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO) e Distrito Federal.

 

Kantar IBOPE Media

 www.kantaribopemedia.com


Empresas começam a exigir comprovante de vacina para candidatos

Consultoria de RH Luandre realiza processos seletivos em que a imunização, em alguns casos, já é um requisito para contratação


Com o avanço da vacinação, algumas empresas já estão com a política de volta aos escritórios, mesmo que de forma híbrida e, por isso, para as contratações estipularam a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacina.

Na Luandre, uma das maiores consultorias de RH do país, essa passou a ser uma exigência no processo seletivo de alguns contratantes. “O movimento ainda não é dominante, mas alguns empregadores têm sim exigido o comprovante de vacinação como um dos requisitos para que os candidatos passem para as próximas etapas”, afirma Gabriela Mative, superintendente de seleção da Luandre.

Entre os principais motivos está o fato de a vacinação ser categorizada como um equipamento de proteção coletiva (EPC), ou seja, o profissional que não estiver vacinado pode colocar em risco a saúde de seus colegas e, caso o setor lide diretamente com o público, dos clientes.

“É tarefa do empregador promover um ambiente seguro de trabalho a todos, por isso, a empresa que define a obrigatoriedade da vacina entre os colaboradores, precisa aplicar a mesma medida no processo seletivo”, diz Gabriela.

A Portaria 597/04, do Ministério da Saúde, artigo 5º, § 5º, já autorizava a exigência da apresentação do comprovante de vacinação, “Para efeito de contratação trabalhista, as instituições públicas e privadas deverão exigir a apresentação do comprovante de vacinação, atualizado de acordo com o calendário e faixa etária estabelecidos nos Anexos I, II e III desta Portaria” Lei 13.979 de 06/02/2020.

Ainda não existe consenso entre os especialistas sobre até que ponto as empresas podem obrigar os funcionários a se imunizar contra a covid-19. A lei 13.979, no entanto, permite que autoridades adotem a realização compulsória da vacinação e outras medidas profiláticas para enfrentamento da emergência de saúde pública, desde que com base em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas de saúde. Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) já deu ganho de causa a favor da constitucionalidade da medida em dois casos. *

Segundo a especialista da Luandre, a vacinação pode assim ser considerada interesse coletivo. “Acreditamos que mais empresas comecem a exigir o comprovante, na medida em que a vacina seja disponibilizada para toda população e conforme os colaboradores forem retornando ao trabalho presencial”, completa.

*https://www.migalhas.com.br/depeso/343181/o-empregador-pode-exigir-de-seus-empregados-a-vacinacao-da-covid-19

 


Luandre Soluções em Recursos Humanos



São Paulo é o destino nacional mais procurado pelos brasileiros até dezembro deste ano, aponta ViajaNet

Nível de confiança dos turistas aumenta e voos domésticos ultrapassam 87% do volume de vendas 

 

Com o avanço da imunização, o nível de confiança e o desejo de viajar dos brasileiros aumentaram. A cidade de São Paulo é o destino mais buscado pelos turistas que irão se deslocar de avião ainda este ano. Segundo levantamento do ViajaNet, agência virtual de turismo, que monitorou o volume de vendas de passagens aéreas para destinos nacionais para os próximos três meses, a maior região metropolitana do Brasil é responsável por mais de 15% do interesse.

 

Na segunda posição, aparece a cidade do Rio de Janeiro, com 10,4%, seguida por Fortaleza, no Ceará, com 5,8% do volume total de bilhetes emitidos para voos domésticos. Depois, surgem Recife, em Pernambuco, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, respectivamente. Juntas, as oito cidades com maior procura por passagens para o período de outubro, novembro e dezembro, somam 55,5% do total. Confira, a seguir, a listagem completa dos destinos.

 

Volume de vendas

Cidade

15,5%

São Paulo

10,4%

Rio de Janeiro

5,8%

Fortaleza

5,6%

Recife

5,5%

Porto Alegre

5,3%

Salvador

3,9%

Brasília

3,5%

Florianópolis

(Crédito: ViajaNet)

 

Destinos nacionais em alta


Com a crise sanitária e as medidas restritivas, como o isolamento social, os planos dos viajantes precisaram ser cancelados ou adiados sem uma previsão concreta de normalização. Pouco mais de um ano e meio após o início da pandemia, uma parcela da população começa a retomar comportamentos e hábitos que mantinham em um período pré-pandêmico, como planejar viagens e se deslocar para outras regiões. 

 

Agora, há perspectivas um pouco mais precisas sobre como será a gradual retomada no setor turístico. O mapeamento apontou que o foco dos turistas são rotas nacionais. Entre o ranking dos destinos mais procurados, as regiões com praias correspondem sozinhas por mais da metade do interesse. Até o momento, a compra de passagens aéreas para voos domésticos representa 87,2% do total de bilhetes para os próximos 90 dias.

 

"Os destinos nacionais têm sido a preferência dos viajantes, especialmente as regiões mais próximas para viagens com pouca duração. Com o avanço da imunização no país, entende-se que a retomada das viagens é um reflexo positivo para o setor, além de já ser notório um maior interesse pelas viagens aéreas para os próximos meses”, ressalta Daniely de Oliveira, gerente de comunicação do ViajaNet. 

 


4 podcasts que vão te ensinar muito sobre educação financeira

Especialista dá dicas e recomenda quatro programas para aprender sobre finanças de maneira leve e descontraída 


 

Formato cada vez mais popular entre os brasileiros, os podcasts se tornaram sucesso absoluto, especialmente na pandemia. Até o final de 2020, o Spotify já tinha 2,2 milhões de podcasts disponíveis, com pelo menos 86 milhões de usuários mensalmente ativos, o que significa dizer que 25% do total de usuários da plataforma entraram em contato com essa mídia no último ano. 

 

Os bate-papos sobre finanças contribuíram com esses números, viralizando de forma crescente, já que a educação financeira passou a ser uma grande questão na pandemia - com a chegada da Covid-19, muitos brasileiros ficaram desempregados ou se viram em situação econômica inédita. “Saber lidar com o dinheiro, seja para gastar com inteligência ou programar despesas, é fundamental para evitar dívidas futuras. Além das formas convencionais, podemos aprender finanças de maneira mais leve, com livros, vídeos na internet e agora os podcasts, que podem ser ouvidos a qualquer momento do dia, enquanto realizamos qualquer outro tipo de tarefa”, destaca Thaíne Clemente, Executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal.

 

Mas apesar da importância da educação financeira, a maioria dos brasileiros têm dificuldades de entendê-la e principalmente de praticá-la. De acordo com um levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, apenas 32% da população, ou seja, cerca de um terço dos brasileiros, conseguiu gastar menos ou guardar dinheiro no último ano. 


Diante disso, Thaíne indica uma lista de quatro podcasts que facilitam a compreensão do tema e a mudança de hábitos para uma vida financeira mais saudável. Veja abaixo:

 

  1. Podcast Disciplina Financeira  

Comandado por Rafael Immediato, atuante no mercado há 10 anos, o Disciplina Financeira fala sobre finanças na vida real, abordando temas cotidianos como poupança, dívidas, planejamento financeiro, empreendedorismo e consumo consciente. 

 

https://open.spotify.com/show/3VBer0yUSclfFRNMLMYO4Q 

 

  1. PrimoCast 

Foca em entrevistas com convidados que tratam de assuntos como finanças, investimentos e empreendedorismo. Teve origem no canal O Primo Rico, comandado pelo agente autônomo de investimentos e escritor de diversos livros do segmento, Thiago Nigro. 

 

https://www.oprimorico.com.br/podcasts/ 

 

  1. PoupeCast 

Comandado pela planejadora financeira Nathalia Arcuri, o podcast nasceu do canal de finanças Me Poupe e traz diversas dicas sobre dívidas, financiamentos e oportunidades de investimentos., Traz também gravações de outros programas do Me Poupe. 

 

https://open.spotify.com/show/0UR7uvXIwzbEiSLZlrp9Na 

 

  1. Educação Financeira – G1 

Assim como a maioria dos sites da grande imprensa, o G1 abriu um canal com podcasts que falam especialmente sobre educação financeira, trazendo bate-papos com especialistas no setor. 

 

https://g1.globo.com/podcast/educacao-financeira/ 

 


Simplic


domingo, 19 de setembro de 2021

Dicas de pilotagem segura e técnicas de frenagem: Pitstop Salva Vidas do Detran.SP foca na segurança dos motofretistas

Evento realizado no Sambódromo deu início ao primeiro dia da Semana Nacional de Trânsito, cujo tema é “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas”

 



O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) realizou neste sábado (18) no Sambódromo do Anhembi mais uma ação de cadastramento de profissionais ao Programa Motofretista Seguro, o Pitstop Salva Vidas. O evento foi o pontapé inicial da autarquia na Semana Nacional de Trânsito, que vai de 18 a 25 deste mês, que tem como tema é “No Trânsito, sua responsabilidade salva vidas”.

Neto Mascellani, diretor-presidente do Detran.SP, destacou o reconhecimento, o apoio e a gratidão aos motofretistas e a missão de salvar vidas e evitar acidentes: “dependemos de ações conjuntas como essa para termos um cenário cada vez melhor no trânsito. E a Semana Nacional de Trânsito traz esse propósito, vem para criar consciência para lembrarmos da importância do trânsito e enaltecer uma categoria que carregou o piano nesse cenário de pandemia. E o Pitstop vem para relembrar a importância da regularização e oferecer melhores condições de trabalho aos motofretistas”.



O objetivo da iniciativa é justamente ampliar o número de participantes do Motofretista Seguro. Mais de 5 mil profissionais já se inscreveram no programa. A inscrição no curso já está disponível no site https://www.motofretistaseguro.sp.gov.br/. O curso é direcionado aos cidadãos habilitados que pretendem desenvolver atividade de motofretista. Os requisitos para a inscrição são os seguintes:


1) Ter completado 21 (vinte e um) anos.

2) Estar habilitado,no mínimo, há 2 (dois) anos na categoria “A”.

3) Não estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), decorrente de crime de trânsito, bem como estar impedido judicialmente de exercer seus direitos.


As empresas Honda e Yamaha realizaram a demonstração de técnicas de frenagem segura, além da entrega de vouchers para troca de óleo gratuito. Para Marcos Bento, Gerente de Relações Institucionais da Honda, “segurança e educação são armas importantes para termos harmonia no trânsito. A demonstração de frenagem ilustra de forma didática o que deve ser feito e o não deve ser feito a fim de evitar acidentes de motofretistas.”

Já Gerson Gomes, instrutor da Yamaha, destacou que a apresentação trouxe a importância de utilizar o freio dianteiro na frenagem e também de como evitar o ponto cego: “é importante que o condutor de moto tenha ciência de que é preciso ter muita atenção no trânsito, pois é a vida dele que está em risco. Em uma fração de segundos para acontecer um acidente. Para isso é preciso andar focado, com a posição correta e não pilotar em muita velocidade, porque o para-choque da moto é o motofretista”, conclui.

A Abraciclo disponibilizou um espaço com uma série de dinâmicas voltadas aos condutores de motos, por meio de interações temáticas sobre segurança, com vídeos educativos, esclarecimentos de dúvidas técnicas sobre pilotagem defensiva, equipamentos de segurança, manutenção e legislação, com palestras de Wilson Yasuda, da Abraciclo, e Suzane Carvalho, do Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho.

Eles apresentaram aos participantes dicas de segurança e pilotagem defensiva em duas rodas. Yasuda destacou a necessidade da mudança de comportamento em relação ao excesso de velocidade, a imprudência e o controle da ansiedade no trânsito. “Pilotar defensivamente é extremamente importante para preservar a vida do motociclista, não ter acidentes e ter uma convivência harmoniosa com outros modais. Nosso trabalho consiste em proporcionar uma mudança de atitude diante das dificuldades que serão enfrentadas no dia a dia, com respeito às leis de trânsito e sinalização a fim de executar o seu trabalho de uma maneira segura, pois esse segmento que é extremamente importante para toda a sociedade.”

Já Suzane Carvalho deu dicas valiosas para que o motofretista não sofra acidentes e chegue com segurança ao seu destino: “respeitar as regras de trânsito, respeitar o nosso corpo, se estiver cansado, pare e descanse; olhar o mais distante possível para onde você quer ir, sempre com uma velocidade compatível com a legislação e com o seu campo de visão. Se não estiver enxergando o que tem pela frente, não acelere”.

Como nos dois pits anteriores, a Porto Seguro realizou um check-up gratuito nos itens básicos de segurança das motocicletas, incluindo freios e luzes, além da distribuição de kits com lanche e água aos participantes, além disso, foi oferecido aos interessados informações para desconto em rastreadores para suas motos.

A Anfamoto desenvolveu uma bate-papo descontraído com ações educativas em suas tendas e o iFood também focou na segurança dos motociclistas, com um espaço voltado para educação em seguros de acidentes pessoais. Além disso, o serviço de delivery distribuiu brindes aos entregadores.

O Pitstop Salva Vidas contou com o apoio da Honda, Yamaha, Porto Seguro, Abraciclo, Anfamoto, AMABR, Sindimoto, Príncipe das Entregas, Bau & Cia, CET, PM, Cptran, Sabesp e Suhai e teve como objetivo principal o foco na segurança dos motofretistas. A iniciativa deu sequência à rede de proteção lançada pelo Governo do Estado ano passado para dar o devido amparo a uma categoria profissional que tanto tem contribuído com a população durante a pandemia.


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