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domingo, 26 de maio de 2019

O inverno está chegando! Saiba como proteger a sua pele na estação

Dermatologista da Cia. da Consulta dá dicas de como se prevenir das principais doenças de pele que aparecem nessa época


O frio vem aí e é, justamente nesse período, que existe um ambiente mais propício para surgirem as doenças mais comuns dessa época. Dentre elas, existem muitos problemas de saúde, no que diz respeito à pele. As baixas temperaturas devem causar algumas complicações que podem ser evitadas, protegendo-a de maneira eficaz.

De acordo com o dermatologista da Cia. da Consulta, Guilherme Ito, a pele é um órgão que está muito exposto às variações de temperatura e, por isso, ela pode sofrer danos como o ressecamento, falta de brilho e envelhecimento precoce. E, ao contrário do que muitos imaginam, o uso do protetor solar em temperaturas baixas é tão importante quanto nos dias de sol.

Principalmente no frio, existem hábitos prejudiciais, como os banhos mais quentes e demorados que acabam removendo a oleosidade e proteção naturais da pele. As doenças também dependem de fatores ambientais como maior estresse (alterações de cortisol), pouca hidratação e falta de exposição ao sol.
Conheça as doenças mais comuns que surgem nesse período:


Psoríase – É uma doença inflamatória na qual os gatilhos podem ser o estresse e a pele seca. O sintoma mais comum é o aparecimento de manchas na pele, mas, às vezes, pode existir o acometimento das unhas e das articulações.


Dermatite atópica – Geralmente é uma doença atinge mais crianças e é mais comum em pessoas que têm histórico familiar de atopia (dermatite, rinite e bronquite). O principal sintoma é uma irritação na pele que, normalmente, aparece nos braços e atrás dos joelhos, mas pode ocorrer em qualquer região do corpo.


Eczemas – Podem ter diferentes causas e uma delas é o ressecamento da pele. A fase aguda da doença é marcada pela presença de intensa coçeira e manchas avermelhadas acompanhadas de pequenas bolhas com conteúdo claro.



Cia da Consulta


Cabelos cacheados: dicas para assumir a beleza natural dos fios

 Divulgação


Seja qual for o tamanho dos cachos, a dica é libertar a beleza natural dos cabelos


A valorização da beleza natural está ligada a afirmação e a celebração das diferentes identidades da mulher e, ao mesmo tempo ao rompimento de padrões e do conceito estático do que é “belo”. “Os cachos de diferentes tamanhos, com muito ou pouco volume, trançado, preso ou solto levam a um universo de possibilidades e múltiplas belezas”, enfatiza a Dra. Luciana Maluf, dermatologista e consultora de beleza da Condor.

A textura e a ondulação dos fios se dividem em quatro grupos, do liso ao crespo. Cada grupo é subdividido em categorias que dizem respeito ao tipo de ondulação do cabelo. Os cabelos cacheados estão posicionados no grupo 3. Saber em qual grupo seu cabelo se encaixa auxilia na busca pelas melhores opções para tratamentos e cuidados diários. No entanto, vale lembrar que é imprescindível a orientação de um profissional de beleza e de um médico dermatologista.


Debaixo dos caracóis...

Nos cabelos cacheados, a aparência dos cachos se caracteriza pelo volume e por serem mais definidos, uma vez que as ondas vêm desde a raiz. Eles também são mais suscetíveis ao frizz, sobretudo na presença de umidade.

“Mesmo com características comuns, esse tipo de cabelo pode ter cachos mais largos e regulares (3A) ou podem ser menores (3B), conferindo mais volume ao cabelo e pontas mais secas, já que a oleosidade natural da raiz tem dificuldade de percorrer todo o comprimento do fio. Há ainda os cacheados com os fios mais grossos (3C), nos quais as voltas das ondas são mais “fechadas” e de aparência espiralizada, apresentando forte tendência ao ressecamento”, declara a dermatologista e consultora de beleza da Condor.

Os principais cuidados incluem manter a hidratação em dia, lavá-los com uma frequência que garanta a ação da oleosidade natural vinda do couro cabelo e ficar de olho na temperatura da água. Banhos muitos quentes ressecam o cabelo e a pele.


Saiba 10 dicas para ter cachos incríveis e definidos
  • Esse tipo de cabelo tende a sentir mais a falta do sebo natural que protege os cabelos. Mas se lavá-los todos os dias for inevitável, utilize apenas produtos específicos, e massageie o couro cabeludo durante a lavagem para estimular a produção dessa oleosidade protetora;
  • Depois de lavar seu cabelo, remova o excesso de água com um tecido de algodão macio (pode ser até uma camiseta). As toalhas absorvem muito a água, o que aumenta o risco de frizz. A maciez do algodão ajudará a suavizar os cachos e a evitar que eles embaracem;
  • Com os cabelos ainda molhados, aplique um creme para pentear indicado para seus fios. Coloque uma pequena quantidade nas mãos e espalhe;
  • Procure sempre penteá-los quando ainda estiverem úmidos para manter a estrutura;
  • Desembarace-os cuidadosamente, iniciando sempre das pontas até a raiz.
  • Utilize máscaras hidratantes de tratamento intensivo de acordo com a necessidade (em casa ou no salão);
  • Informe-se sobre finalizadores com silicone, sobre os diferentes tipos de leave-in, reparadores de pontas, sprays intensificadores de brilho, pomadas e mousses. Não existe uma lista única para todos os casos, mas alguns desses produtos podem se tornar seus aliados diários;
  • Crie, junto com seu cabeleireiro, um cronograma de corte desenhado especialmente para você. Cortar periodicamente as madeixas ajuda a evitar o ressecamento dos fios e a manter os cachos da forma que você mais gosta;
  • Para cabelos muito secos, procure saber mais sobre a técnica de co-wash, lavagem dos cabelos com condicionador em vez de xampu. A periodicidade desse tipo de lavagem depende de cada caso;
  • E vale um truque para aquele dia em que não deu tempo de lavar os cabelos. Faça uma mistura com água e leave-in, passe nas pontas e amasse o cabelo com as mãos. Ajuda a definir os cachos.

Condor
http://www.condor.ind.br/  / SAC: 0800 47 6666



Especialista fala sobre o que não esquecer depois de fazer Transplante Capilar

Imagens retiradas da internet
 O que fazer depois do transplante capilar? Muitas pessoas se questionam sobre o que pode e não pode. Além dos cuidados pós-operatórios que são comuns e devem ser seguidos por todos os pacientes, nunca é demais lembrar coisas que ajudam nos resultados. Confira, as três dicas do Dr. Thiago Bianco sobre o que não fazer após o procedimento.


1. Pintar os cabelos: pode, mas após um tempinho

Cabelos novos, vida nova! É comum que as pessoas se sintam felizes com os fios saudáveis e em desenvolvimento. Para destacar a beleza dos fios e os resultados, uma tintura não parece nada mal, certo? Não mesmo e não tem problema nenhum em pintar os fios. Mas calma lá. Não vá querer sair da clínica direto para o salão, pois como o seu couro cabeludo está se adaptando à nova fase, esperar no mínimo 3 semanas é o ideal para pintar os cabelos. Se você puder esperar um pouquinho mais, é até melhor, considerando que logo após o transplante a queda de fios é comum. Isto porque os folículos novos precisam ser integrados à área transplantada e assim, a circulação e o novo ritmo de crescimento começam a ser equilibrada. Em caso de dúvidas, não deixe de conversar com seu médico.


2. Não fume

Talvez não seja tão difícil esquecer essa recomendação. Afinal, antes mesmo do transplante, o paciente precisa abandonar o cigarro para que tudo ocorra bem. Depois da cirurgia, não é diferente, por isso, não fume. Como seu organismo está se recuperando, as substâncias tóxicas do cigarro podem prejudicar os resultados. Você sabia que a nicotina prejudica a nutrição dos fios? Então isso é apenas um dos riscos. Quem fuma também fica suscetível ao monóxido de carbono que é um outro veneno quando se pensa na passagem do oxigênio para o couro cabeludo. Além do mais, quem fuma tem mais chances de desenvolver calvície. Claro, se você é fumante e não pretende largar o cigarro essa é uma escolha sua. Mas não fumar durante a recuperação é uma coisa para não esquecer.


3. Segundo transplante? É possível, mas atenção!

Com as técnicas FUT e FUE, é comum que os pacientes aprovem os resultados e queiram fazer mais de um procedimento. Em alguns casos, fazer um segundo transplante não é necessário. Mas, quando é o caso, o ideal é esperar 2 anos para avaliar completamente os resultados e aí sim decidir pelo procedimento. Desta forma, o médico consegue avaliar existe densidade suficiente na área doadora. A elasticidade também é um fator determinante. Planejar as cirurgias, considerando os resultados a longo prazo é sem dúvidas uma coisa para não esquecer.





Dr. Thiago Bianco, médico expert em transplantes capilares - considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo. Dr. Thiago Bianco foi graduado em Medicina em 2006, e especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para a área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha. Site: https://www.thiagobianco.com.br
Instagram: @thiagobiancoleal

Peeling: Conheça as principais indicações do procedimento estético da próxima estação



No dia 21 de junho começa o inverno e com a estação também se inicia a melhor época do ano para a realização de procedimentos estéticos como, por exemplo, o peeling. Utilizada para a suavização de marcas de expressão, clareamento de manchas – provocadas pela exposição solar ou doenças como o melasma – e redução de cicatrizes da acne, a técnica é beneficiada pelo clima mais ameno devido à diminuição da radiação ultravioleta, que é comum a essa temporada. A mudança de temperatura, por sua vez, facilita a recuperação das sessões e afasta o risco de ocorrência da hiperpigmentação da epiderme após as intervenções.

De acordo com a dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Ana Rosa Magaldi, o método consiste em um processo que incita a remoção das camadas mais superficiais da pele. “Por meio do uso de produtos químicos, ação mecânica ou laser, o tratamento pode atingir até camadas mais internas como a derme”, aponta.

Ana Rosa explica que durante a técnica, há a ocorrência de um tipo de dano controlado da epiderme, que leva a descamação e respectiva formação de um novo tecido. “Isso acontece porque esse processo contribui para a renovação celular da estrutura cutânea e influi no surgimento de novos vasos sanguíneos na área. Dessa forma, a prática ajuda na melhora da elasticidade, consistência e textura da pele”, esclarece.

Segundo a dermatologista, a intensidade da terapêutica irá depender do tipo de substância, concentração e região em tratamento. O peelling pode ser superficial (camada basal), médio (derme papilar) ou profundo (derme reticular), sendo determinado pela quantidade de camadas que serão alcançadas pelo procedimento. “Existem diversas variações do método no mercado, com indicações específicas para cada caso. Dentre os principais tipos estão os químicos, físicos, térmicos, a base de fenol e terapêuticos”, ressalta.

Conforme Ana Rosa Magaldi, antes de se fazer a escolha do tratamento, é preciso que as pessoas passem pela avaliação de um dermatologista qualificado. “É preciso lembrar que somente um profissional capacitado poderá analisar a pele do paciente, identificar as necessidades da mesma, indicar a terapêutica adequada e por fim, aplicar a técnica”, recomenda.

Por fim, a dermatologista aconselha que após o procedimento, o paciente evite se expor ao sol, faça uso do protetor solar indicado para o seu tipo de pele a cada quatro horas, mantenha a hidratação da área e não toque na região. “As sessões podem ser realizadas a cada 30 dias, variando de acordo com as especificações de cada pele. Por fim, acrescento que o peeling, apesar de ser favorecido pelo inverno, pode ser realizado o ano todo, desde que todos os cuidados sejam seguidos corretamente”, conclui.

Confira a seguir as características dos principais tipos de peelings e suas indicações:

Peeling químico: Realizado por meio da aplicação de ácidos como o retinoico, glicólico, salicílico, tricloroacético e dentre outros. Além do rosto, o tratamento também pode ser aplicado de forma mais superficial nas regiões do pescoço, colo, mãos, pernas e costas. Sendo eficaz na regulação da produção de oleosidade e tratamento de manchas – como o melasma, melanoses solares, hiperpigmentação pós-inflamatória e dentre outros –, o método é seguro para ser empregado em qualquer tipo de pele. 

Peeling físico: É o desgaste mecânico da pele com o auxílio de agentes que induzem a descamação do tecido. O tratamento pode contar com a ajuda de cremes abrasivos, lixas e aparelhos de microdermoabrasão (de cristais ou diamantes). Com maior recomendação para a minimização de cicatrizes de acnes mais leves e estrias suaves.

Peeling de fenol: Estimula a produção de colágeno e renovação celular intensa, sendo recomendado para o rejuvenescimento facial, combate ao fotoenvelhecimento, e amenização de cicatrizes mais graves de acne. Envolvendo sedação e anestesia local, esse processo é mais agressivo e invasivo, não sendo indicado para todas as pessoas.

Peeling térmico: É realizado a partir do aquecimento de uma máscara de carvão ativado com um laser. Aconselhada par quem quer uma renovação imediata da cútis, pois remove a camada superficial da pele de forma instantânea.

Peeling terapêutico: Sendo uma terapia fotodinâmica, a técnica é sugerida para o cuidado com lesões pré-cancerosas.


“Hidrolipo oferece mais riscos que a lipoaspiração", afirma cirurgião plástico



O Dr. Seung Lee fala sobre os riscos da hidrolipo, que está entre os procedimentos estéticos mais procurados de clínicas, e também dos cuidados necessários para evitar complicações


Atualmente a hidrolipo e lipoaspiração são os procedimentos mais procurados por aqueles que desejam eliminar o excesso de tecido gorduroso, em especial a gordura localizada. Na verdade, hidrolipo e lipoaspiração são nomes dados para o mesmo procedimento, mas diferem em proporção e outras particularidades.
O Dr. Seung Lee, cirurgião plástico, explica as características desse tipo de intervenção cirúrgica: “A diferença é que a hidrolipo é realizada para abordar pequenas área de gordura localizada utilizando apenas anestésico local. Muitos profissionais utilizam o termo hidrolipo para realizarem o procedimento em ambiente não adequado, ou seja, não é realizado em hospital. A lipoaspiração pode ser realizada com anestesia geral e/ou sedação, sendo realizado no centro cirúrgico do hospital”. 

O cirurgião ressalta que o procedimento de hidrolipo, embora menor e localizado, traz também riscos associados: "a hidrolipo é feita com anestesia local e não geral. Porém à medida em que o paciente sente dor, a tendência é de injetar cada vez mais anestésicos, ultrapassando o limite tóxico da medicação. Depois que atinge esse patamar, começam as complicações". 

O Dr. Seung Lee ressalta que, além da questão do anestésico, a hidrolipo possui riscos como qualquer outro procedimento cirúrgico, potencializados quando não realizada por profissionais qualificados e em ambiente adequado: “Existem médicos que não são cirurgiões plásticos, porém realizam a hidrolipo em consultórios, abordando grandes áreas de gorduras e consequentemente pondo em risco a vida paciente. No entanto, quando realizada dentro dos parâmetros e por profissionais capacitados, acaba sendo um procedimento seguro”, destaca.



Saiba por que considerar fazer uma cirurgia no inverno


Daqui alguns meses já é inverno e, para quem está pensando em fazer uma cirurgia, é uma boa época para o procedimento. Independentemente em qual região do corpo o cirurgia for realizada, as temperaturas mais baixas são aliadas da recuperação. Entenda melhor as vantagens de fazer cirurgia no inverno, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.


Recuperação

Nos meses mais quentes, o corpo tende a reter mais líquido e ficar mais inchado. Por outro lado, no outono e no inverno, isso não costuma ocorrer. Desse modo, quando o paciente realiza o procedimento em um dia mais ameno as chances de recuperação rápida são maiores.


Cicatrização

Uma das recomendações que os médicos fazem é para que os pacientes evitem a exposição ao sol, já que a cicatriz pode ficar mais visível se manchar. No inverno, esse problema não acontece. Além dos dias ensolarados serem raros, as pessoas costumam usar roupas mais fechadas, evitando assim a exposição da área afetada.


Uso de peças especiais

Depois das cirurgias, é comum os pacientes usarem cintas e outras peças especiais para auxiliar na cicatrização. Procedimentos como lipoaspiração e cesárea requerem cintas para a região abdominal. Já os homens podem usar colete após a ginecomastia — cirurgia feita para reduzir o tecido mamário.
Independentemente da situação e da necessidade dessas peças, elas podem incomodar nos dias mais quentes, pois ficam muito coladas na pele. Quando as temperaturas estão baixas, porém, esse acessório pode ser usado com total conforto.


Pronto para o verão

Para quem deseja aproveitar o verão, seja na praia ou na piscina, o ideal é que a cirurgia seja feita meses antes. Assim, o corpo já estará totalmente recuperado para os dias mais quentes.


Mitos e verdades sobre a low carb


 Os médicos, José Carlos Souto e Rodrigo Bomeny, diretor-presidente e diretor científico de Medicina da ABLC, respectivamente, esclarecem as principais dúvidas sobre a prática alimentar


A Associação Americana do Diabetes, em inglês American Diabetes Association (ADA) acabou de publicar suas diretrizes atualizadas para 2019, em que recomenda a prática alimentar low carb como alternativa dietética válida para o tratamento de diabetes tipo 2. Entre as vantagens comprovadas da estratégia alimentar para a doença, segundo a ADA, estão: perda de peso, redução da pressão arterial, aumento do HDL, o chamado colesterol bom, e redução dos triglicerídeos.

A decisão da associação vem baseada em estudos científicos realizados ao longo dos anos por cientistas renomados e capacitados, que demonstraram a eficácia da low carb, não apenas para o tratamento de diabetes tipo 2, como para o combate à obesidade, o tratamento de síndrome metabólica e a diminuição de gorduras no fígado.

Não obstante os resultados já demonstrados, a prática alimentar continua sendo contestada. Há muitas informações circulando na internet que não dizem totalmente a verdade sobre a prática. Neste contexto, os médicos José Carlos Souto e Rodrigo Bomeny, diretor-presidente e diretor científico de Medicina da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), respectivamente, acharam por bem, esclarecer algumas dúvidas a respeito do consumo de carboidratos e consequentemente dos resultados que podem ser alcançados com a low carb.


Dieta da moda?

A low carb é uma prática alimentar das mais populares. Certamente o termo dieta cetogênica (um dos espectros da estratégia low carb) é um dos mais pesquisados na ferramenta de busca Google. Contudo, segundo o diretor-presidente da ABLC, quando chamam esta abordagem de “dieta da moda”, isto é feito com conotação negativa e desmerecimento. Além disso, conforme Souto, não se trata propriamente de um argumento. “Há coisas que estão na moda e são ruins e outras que são ótimas. A popularidade não é o critério pelo qual se determina o mérito científico”, diz.

O que deve ser, de fato, levado em questão, segundo o médico, é que diversos estudos clínicos randomizados (os mais fidedignos) mostram a eficácia da prática low carb para o emagrecimento, manutenção de peso, e tratamento de diversas doenças. 

Souto explica que low carb é, sobretudo, uma alimentação restrita em produtos refinados, alimentos processados e grãos. Essa era basicamente a forma como nossos ancestrais se alimentavam, em um período anterior ao surgimento da agricultura. Assim, de que forma uma prática alimentar tão antiga pode ser considerada como algo “da moda”? “O que é novo, datando dos anos 1970, é a recomendação de que devemos comer de 3 em 3 horas, com carboidratos perfazendo 60% das calorias, como sugere a ultrapassada pirâmide alimentar”, destaca.


Carboidratos são essenciais para o desenvolvimento físico?

A crença geral é de que apenas a glicose (encontrada no carboidrato) é capaz de gerar energia suficiente para a prática esportiva e, consequentemente, para o desenvolvimento físico. Isto não condiz com a verdade. O diretor-presidente da ABLC explica que a gordura é uma ótima fonte energética, pois tem mais do que o dobro de calorias do que os carboidratos. Além disso, existe em maior quantidade no corpo, visto que o mesmo tem capacidade maior em armazenar gordura do que glicose.

Outra fonte que pode ser utilizada como fonte de energia quando se ingere poucos carboidratos é a proteína. Contudo, segundo o diretor científico de Medicina da ABLC, o corpo prefere usar esse macronutriente para construir músculos e realizar outras funções importantes para a saúde. E, havendo consumo adequado de proteínas na dieta, as proteínas do próprio corpo são poupadas. “Por isso, a gordura é a melhor fonte de energia alternativa”, explica Bomeny.

Em relação à alegação de que haveria perda de massa magra (músculos) com dieta low carb, Souto argumenta que qualquer dieta para perda de peso causa, em algum grau, este efeito. “Há apenas duas estratégias para mitigar isso: exercício resistido (musculação, por exemplo) e aumento do consumo de proteínas”, diz. Isto posto, os estudos randomizados não mostram uma perda maior de massa magra com low-carb quando comparada à que ocorre com outras estratégias.

Na verdade, estudos científicos - ensaios clínicos randomizados - realizados com atletas da ginástica olímpica da Itália, do crossfit, e de levantamento de peso, por exemplo, mostraram que uma estratégia alimentar com muito pouco carboidrato não produziu perda de massa muscular. Segundo o diretor-presidente da ABLC, esses estudos clínicos mostram até que o que há é uma maior perda de gordura com a adesão à prática low carb.

Com a diminuição da quantidade de carboidratos, o corpo precisa de outra fonte de combustível. Por este motivo, a gordura passa a ser utilizada, e não armazenada, favorecendo a perda de peso.


O cérebro precisa de carboidratos para funcionar?

O cérebro precisa de glicose para funcionar - algo em torno de 130 gramas - o que se traduz em cerca de 500 calorias por dia. Mas o fato de que o cérebro precisa de glicose não significa que esta precise ser adquirida através da dieta, no caso, por meio de uma alimentação rica em carboidratos. De acordo com Souto, a glicogênese – produção de glicose pelo fígado – é mais do que suficiente para manter o nível glicêmico do organismo por tempo indeterminado. 

E os aminoácidos necessários para a realização deste processo podem vir de proteínas ingeridas na dieta - a alegação de que tais aminoácidos viriam dos músculos é inverídica no contexto de uma alimentação com quantidade adequada de proteína, como demonstram vários ensaios clínicos randomizados.

O médico explica que o cérebro apenas depende primariamente de glicose em quem se alimenta à base de glicose. “Nas pessoas que se alimentam com baixo carboidrato, até 75% das necessidades energéticas do cérebro são supridas por corpos cetônicos – pequenas moléculas energéticas produzidas pelo fígado, a partir dos lipídios, com esse fim”, afirma.

Conforme o diretor científico de medicina da ABLC a prática alimentar pode ser utilizada perfeitamente sem a preocupação de afetar negativamente a função cognitiva. “Na verdade, na prática clínica, observamos uma melhora na concentração, foco e memória com a low carb”, salienta Bomeny.


Low carb faz mal à saúde cardíaca?

Uma prática alimentar que não condena o consumo de carnes e gordura animal pode ser considerada potencialmente problemática ao coração, afinal trata-se de um tipo de alimentação mais rica em gorduras saturadas do que sugerem as recomendações tradicionais?

De acordo com o diretor científico de Medicina da ABLC, a despeito de alegações em contrário, as gorduras dietéticas total e saturada NÃO se correlacionam com o risco de doença cardiovascular, e há evidências científicas de alto nível que comprovam isso.

Estudo realizado entre 1999 e 2004 com pacientes portadores de doenças coronarianas, recrutados em dois hospitais da Noruega, mostrou que aqueles com maior consumo de gordura saturada apresentavam menos doença cardiovascular do que aqueles que ingeriam menos gordura. De acordo com Souto, isso na verdade é o esperado, já que a quantidade de gordura saturada no sangue não é decorrência direta da quantidade de gordura que se consome, e sim de carboidratos. E os níveis elevados de glicose e de insulina são fatores de risco cardiovascular muito mais importantes.

O diretor-presidente da ABLC explica que os carboidratos ingeridos, particularmente amido e açúcar, são transformados em glicose no organismo. Ou seja, quanto mais carboidratos, maior o nível de glicose no sangue.  A questão é que a insulina, hormônio responsável por retornar a glicose para valores normais, sinaliza também ao corpo para que ele armazene gordura. “Como resultado, seu fígado começa a converter o excesso de açúcar em triglicerídeos (gordura)”, afirma o médico. Além disso, a insulina elevada favorece o ganho de peso e a deposição de gordura visceral - o tipo mais associado a doenças cardiovasculares.


A prática alimentar sobrecarrega rins e fígado?

Essa dúvida é suscitada porque pacientes com insuficiência renal crônica apresentam dificuldades em excretar diversas substâncias, entre as quais as derivadas do metabolismo de proteínas. Desse modo, pacientes portadores da doença não podem aderir a uma prática alimentar hiperproteica. Contudo, de acordo com Souto, pessoas sadias não vão adquirir a doença se consumirem proteínas. Não há indicações na literatura médica nesse sentido. Conforme o diretor-presidente da ABLC, na realidade, o que se vê é contrário. “As duas principais causas de doença renal e hemodiálise, diabetes e hipertensão, melhoram com low carb”, afirma. 

Outro ponto, conforme Souto, é que a prática alimentar low carb não é hiperproteica. Então, ainda que uma dieta rica em proteínas prejudicasse os rins, esse não seria o caso da low carb. O diretor-médico da ABLC afirma que o mesmo consumo de proteínas é recomendado nas estratégias alimentares low carb, low fat e mediterrânea. “Low carb é normoproteico, e isso deveria ser conhecimento básico para um profissional de saúde que fala sobre esse assunto”, declara.

A respeito do fígado, é sabido que o álcool e medicamentos são os principais agentes que causam sobrecarga ao órgão. Já a esteatose (gordura no fígado) tem como causa o açúcar. A prática alimentar low carb, inclusive traz benefícios a quem sofre da doença. “Estudo recente mostrou que apenas 14 dias de low carb são capazes de reduzir significativamente a gordura hepática”, garante Souto.


Low Carb significa restrição total de carboidratos?

Pessoas que buscam saber mais sobre low carb em fontes de informações não confiáveis costumam ligar a prática à ingestão exclusiva de proteínas e gorduras. O diretor-presidente da ABLC enfatiza que as recomendações são simples e em nenhum momento afirmam que carboidratos devem ser eliminados. “Uma prática low carb não deve ser ‘no carb’. Ou seja, trata-se de restringir açúcar, farináceos e o excesso de amido, e não de preocupar-se com alguns gramas de carboidratos em vegetais, por exemplo”, afirma o médico.

Souto esclarece que uma low carb bem planejada frequentemente contém uma quantidade de vegetais (em volume de comida) maior do que a quantidade de produtos animais. “Isso é importante para a flora intestinal e para o equilíbrio nutricional da prática alimentar, pois vegetais folhosos e vegetais de baixo amido estão universalmente associados a bons desfechos de saúde em 100% dos estudos”, diz.



Há restrição de fibras, vitaminas e nutrientes?
Como se trata de uma prática alimentar em que grãos integrais não são recomendados, é comum achar que organismo de quem adere ao low carb tem falta de fibras, vitaminas e nutrientes. De acordo com o diretor-presidente da ABLC, tal assertiva não procede. Primeiramente, porque sequer há comprovação científica de que grãos integrais trazem benefícios à saúde: os estudos apenas mostram que seu consumo é melhor do que o de grãos refinados.

Em segundo lugar, porque grãos não são as únicas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Conforme Souto, vegetais folhosos, vegetais de baixo amido e legumes apresentam densidade nutricional de magnitude superior a qualquer grão. “De que forma a retirada de pão, massa, biscoitos, guloseimas, açúcar e farinhas diversas, e sua substituição por vegetais múltiplos, peixes, ovos, carnes, laticínios, nozes, castanhas e amêndoas teria qualquer efeito que não fosse o de melhorar a densidade nutricional?”, questiona.


Low carb é ruim, pois elimina um grupo inteiro de alimentos?

Segundo o diretor-presidente da ABCL, trata-se de um argumento falacioso. Não existe uma restrição de um grupo inteiro de alimentos, o que há são opções feitas, dentro de cada grupo, visando um objetivo. Assim, em uma estratégia low carb, para que a meta de consumir pouco açúcar seja alcançada, sem que as frutas sejam eliminadas do cardápio, se dará preferência ao morango em relação à banana, por exemplo - mas ambos são frutas.

Mas, ainda que alguma estratégia alimentar restrinja um grupo inteiro de alimentos, como a paleolítica, em que os laticínios não podem ser ingeridos, ou a vegana, em que diversos alimentos nutritivos são deliberadamente excluídos, o que deve validar os benefícios de uma prática alimentar são os ensaios clínicos randomizados. Conforme Souto, se eles mostram que a prática traz bons resultados, é este o critério que embasa a sua indicação.


É difícil se manter na low carb?

Toda intervenção de estilo de vida - seja a prática de exercícios físicos, a cessação do tabagismo ou do consumo de bebidas alcoólicas, ou qualquer tipo de dieta – deixa de funcionar com o tempo. Isto porque a maioria das pessoas deixa de seguir a recomendação em menos de 24 meses. Assim, de acordo com o diretor-presidente da ABLC, uma prática alimentar deve ser valorada em relação a sua eficácia no período em que foi utilizada.

E, conforme Souto, a low carb para diabéticos mostrou resultados muito favoráveis, quando aferidos nos primeiros 90 dias a 180 dias, intervalo em que as pessoas ainda estão seguindo a estratégia. Por isso é muito recomendada para estes casos. Se a baixa efetividade, no longo prazo, não nos impede de recomendar a cessação do tabagismo e a prática de exercícios físicos, também não deve nos impedir de indicar low carb para os pacientes diabéticos. “Isso é óbvio”, conclui.




Estudo aponta que Pilates diminui sintomas depressivos e ansiosos


 O método reduziu em até 86% os sintomas da depressão em cerca de 50% dos sintomas ansiosos


Nos últimos anos, diversos estudos comprovaram os benefícios do Pilates para a saúde física. Mas, será que o Pilates também pode melhorar a saúde mental? A resposta é sim! Uma meta-análise, que acaba de ser publicada no jornal Complementary Therapies in Medicine, mostrou que os benefícios de praticar o Pilates se estendem para a saúde mental.

Os pesquisadores revisaram oito estudos clínicos, realizados com pessoas que faziam Pilates e com grupos controles (que praticavam outras modalidades esportivas ou eram sedentárias). A conclusão, baseada nas evidências, foi que o Pilates melhora, de forma significativa, a depressão, com redução de até 81% dos sintomas depressivos.

A ansiedade também entrou na conta, com redução de até 46% das manifestações ansiosas. O método ainda reduz a fadiga (cansaço), aumenta a energia e alivia o estresse. E tem mais: os benefícios funcionam em diferentes populações, como idosos, universitários e pessoas com doenças crônicas.


Opinião da especialista

Para a fisioterapeuta e especialista em Pilates, Walkíria Brunetti, não há dúvidas de que o Pilates trabalha o paciente de uma forma global, ou seja, atua tanto na saúde física como na mental. E isso hoje é fundamental. “O aumento da longevidade já é uma realidade, temos pessoas que vivem até 100 anos de idade, graças aos cuidados com a saúde física, sejam eles preventivos ou curativos, por meio de novas tecnologias, como medicamentos, exames, entre outros”, reflete Walkíria.

“Por outro lado, quem padece para que vivamos mais tempo é a nossa saúde mental. Vivemos hiperconectados, trabalhamos mais do que deveríamos, usamos o celular o tempo todo e temos hoje altos índices de estresse por conta desta rotina. Portanto, não adianta apenas cuidar do físico, é imprescindível promover práticas que atuem na nossa saúde mental”,

E isto já é uma forte tendência dentro das empresas, por exemplo. Recente pesquisa feita por uma rede de academias mostrou que a atividade física é o foco dos programas de qualidade de vida oferecidos pelas corporações, sendo o Pilates uma das atividades mais procuradas. A pesquisa apontou uma tendência de troca de práticas como a musculação, por exemplo, pelo Pilates.  


Por que o Pilates é um aliado do cérebro?

Para Walkíria, há vários fatores que explicam os benefícios do Pilates para a saúde mental. “Um deles é a interação social, principalmente quando olhamos para a população idosa. O momento do Pilates é especial, pois obriga o idoso a ir até a clínica e lá ele acaba encontrando pessoas, conversa e se exercita. Estes fatores, aliados à liberação dos neurotransmissores, como a serotonina, acabam melhorando o bem-estar de uma forma geral”, reforça.

Walkíria diz ainda que esta hipótese é válida também para pessoas com depressão, de uma forma geral, uma vez que o isolamento social pode agravar os sintomas depressivos.

“Já para os estressados e ansiosos, a respiração profunda e diafragmática acaba causando um efeito muito relaxante, além do fato da necessidade de focar no momento presente durante os exercícios. Este aspecto do Pilates ajuda a desacelerar os pensamentos, se desligar do mundo, dos problemas e, como consequência, diminui o estresse e os sintomas ansiosos, explica a fisioterapeuta.


Pilates para todos

O estudo também apontou que por ser um método de baixo impacto, pode ser feito por pessoas com doenças que possuem contraindicações ou ainda com limitações para outras práticas, como musculação ou exercícios aeróbicos.

“Neste grupo, além dos idosos, podemos citar gestantes, mulheres no pós-parto e pessoas com problemas mais graves na coluna. Lembrando que para estas populações é indicado o Pilates Studio, aplicado por um fisioterapeuta especialista no método”, encerra Walkíria.



sábado, 25 de maio de 2019

Saiba onde doar leite materno em São Paulo





Só o alimento da mãe tem os anticorpos que garantem o desenvolvimento imunológico de bebês prematuros
Doar leite materno pode ajudar a salvar vidas de milhares de bebês prematuros ou com baixo peso, internados nas UTIs neonatais. 


Se você, mãe, quer ser doadora, basta procurar o banco de leite mais próximo. A unidade referência no estado de São Paulo é o Banco de Leite Humano Enfermeira Anália Heck, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em Ribeirão Preto, localizado na Avenida Santa Luzia, número 387, no Jardim Sumaré. O telefone de contato é o (16) 3610-8686.

Já na capital paulista, a referência é o Banco de Leite Humano Maria José Guardia Mattar, na Avenida Celso Garcia, número 2477, em Belenzinho. Para mais informações basta ligar para (11) 2292-4188.

Lembre-se: Só o alimento da mãe tem os anticorpos que garantem o desenvolvimento imunológico dos pequenos. Doe leite materno, alimente a vida. Para mais informações acessa saúde.gov.br/doacaodeleite.





Dia Mundial Sem Xixi na Cama – Hora de Agir


 Pesquisas recentes mostram que a enurese, nome da condição de se fazer xixi na cama após os cinco anos de idade, é mal compreendida pela sociedade e pelos profissionais da saúde


·        Pesquisas recentes mostram que a enurese ainda é pouco reconhecida e mal compreendida pela sociedade e pelos profissionais de saúde


·        O xixi na cama pode levar a sentimentos de vergonha e baixa autoestima, impedindo que muitos pacientes procurem tratamento
·        A agressão nunca deve acontecer, e pesquisas apontam que ela ainda existe e a punição é quase sempre verbal, seguida por castigos e, infelizmente, muitas vezes até mesmo por meio de agressão física 


O Dia Mundial Sem Xixi na Cama (28 de maio), campanha global realizada todos os anos na última terça-feira do mês de maio, é uma iniciativa da International Children Continense Society (ICCS) e da European Society for Pediatric Urology (ESPU), e foi criada para aumentar a conscientização de pais, crianças e dos profissionais de saúde sobre o xixi na cama, uma condição médica comum que atinge até 15% das crianças com mais de 5 anos de idade, mas que pode e deve ser tratada.

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o transtorno acontece devido a fatores hereditários, relacionados à quantidade de urina produzida pela criança durante a noite, ou a disfunção da bexiga durante o sono, ocorrendo, portanto, de forma involuntária, sem qualquer culpa por parte da criança.

Segundo Dr. Bruno Cezarino, urologista pediátrico, formado pela USP e professor do curso de Cirurgia Urológica Minimamente Invasiva - Hospital Sírio Libanês, a participação da família é fundamental para o sucesso do trabalhando da enurese. “Quanto antes o transtorno for identificado pelos pais, mais rápido o início das ações de controle do xixi na cama e menor será o impacto das noites molhadas na rotina da criança”, diz.

"Para os médicos tratarem eficazmente a enurese, qualquer problema comportamental existente deve ser tratado como uma condição à parte", diz Dr. Michal Maternik, do Departamento de Urologia da Divisão de Urologia Pediátrica da Universidade de Medicina de Gdansk, na Polônia. "Pesquisas destacam a necessidade de novas iniciativas educacionais para otimizar a compreensão da enurese e prestação de cuidados entre os médicos, pais e o público".
  


Para pais e cuidadores, a enurese é uma das mais frustrantes disfunções da infância. Conforme os filhos crescem, aumenta também a expectativa de que a criança adquira autonomia e responsabilidade. Quando não atendida, essa expectativa pode gerar desconfiança e uma sensação de incapacidade, causando culpa e raiva.

“É importante entender a urgência do tratamento do xixi na cama. A enurese tem que ser acompanhada por médico especialista para minimizar os sentimentos de constrangimento e culpa que atinge todos os integrantes da família”, completa Dr. Bruno.


Mais informações sobre a campanha Sem Xixi na Cama

O site www.semxixinacama.com.br, desenvolvido com o apoio do Laboratórios Ferring, reúne informações sobre a Enurese e tem o objetivo de orientar as famílias sobre como lidar com o xixi na cama sem traumas, alertando sobre a importância do diagnóstico correto e da busca por tratamento médico adequado. O visitante ainda tem acesso a uma lista com os centros de apoio mais próximos a sua região, perguntas e respostas sobre o tema, além de vídeos e um blog.  



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