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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Arthur Aguiar é o embaixador da campanha Mais Um Dia Sem Enxaqueca



No Dia Nacional do Combate a Cefaleia, ator relata sua experiência com a enxaqueca e sobre como alterou sua rotina de hábitos e alimentação por conta da doença


O ator e cantor Arthur Aguiar e a enxaqueca são velhos conhecidos. Arthur foi diagnosticado ainda adolescente e diz ter herdado a doença da mãe. Após sofrer com crises constantes, até a idade adulta, passou a reconhecer a importância de mudanças no estilo de vida e alimentação para ajudar no controle da doença.

A intimidade com o tema foi uma das razões para Arthur Aguiar ser escolhido como embaixador da campanha “Mais Um Dia Sem Enxaqueca” promovida pela Novartis. A campanha tem como objetivo transformar a maneira que o público lida com a enxaqueca, além de conscientizar sobre os sintomas e o tratamento correto da doença crônica que atinge 31 milhões de pessoas somente no Brasil1 e cerca de 12% da população mundial.2

“Eu e a minha mãe já tivemos crises de enxaqueca bem fortes, que se equilibraram devido à alteração de alguns hábitos em nossa rotina”, afirma o ator e cantor. Arthur chama a atenção para o fato de que “manter um ritmo saudável de vida respeitando horários de descanso, cronograma de exercícios físicos e principalmente alimentação balanceada, diminui a frequência das crises de enxaqueca”.

A data escolhida para o lançamento da campanha “Mais Um Dia Sem Enxaqueca”, 19/05, marcou o Dia Nacional de Combate à Cefaleia. De acordo com Thiago Giglio, diretor da Playfirst, agência responsável pela campanha e especialista em projetos de Felicidade e Bem-Estar, “o projeto assume papel importante, pois além de gerar conteúdo informativo sobre a doença, propõe um comportamento transformador para pacientes e sociedade, deixando claro que embora a enxaqueca não tenha cura, é possível viver e conviver positivamente com ela. ”

A Novartis acredita que ao fornecer informação ampla e referenciada sobre a doença e utilizar o testemunho de um porta-voz com a popularidade e a credibilidade de Arthur Aguiar, está colaborando para mitigar a enxaqueca e incentivando as pessoas a procurarem um neurologista para o correto tratamento da doença.

Ao explicar o porquê aceitou ser o embaixador da campanha, Arthur Aguiar declara que sabe muito bem o que é sofrer de enxaqueca e acrescenta: “Estou muito feliz em fazer parte desse time junto com a Novartis para mais um dia sem enxaqueca. ”

Para saber mais sobre Mais Um Dia Sem Enxaqueca acesse o site da campanha www.maisumdiasemenxaqueca.com.br e a página facebook.com/maisumdiasemenxaqueca.







Referências:
1. Estudo mostra o impacto da enxaqueca no rendimento do funcionário. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/estudo-mostra-o-impacto-da-enxaqueca-no-rendimento-no-funcionario/ Acesso em abril de 2019.
2. Migraine Research Foundation. Migraine facts. Disponível em: https://migraineresearchfoundation.org/about-migraine/migraine-facts Acesso em abril 2019. 
3. Diagnóstico da Enxaqueca. Disponível em:
4. Sinais e sintomas da enxaqueca. Disponível em: https://www.saude.novartis.com.br/enxaqueca/sinais-e-sintomas-da-enxaqueca/ Acesso em abril de 2019.

Campanha Descubra EOS reforça a importância do diagnóstico e tratamento correto no metro Paraíso em São Paulo



  • Ativação no metrô de São Paulo e no ambiente digital busca gerar awareness sobre a existência de diferentes tipos de asma e importância de seguir o tratamento crônico em campanha assinada pela McCann Health

  • Pesquisa aponta que 47% dos pacientes de asma não fazem uso regular de medicamentos para prevenir crises  

Para gerar awareness sobre os diferentes tipos de asma, combatendo a dificuldade no diagnóstico e a importância de seguir o tratamento crônico, a AstraZeneca está lançando a campanha “Descubra EOS”, com destaque para a asma grave eosinofílica, um tipo de asma não-alérgica e que atinge principalmente adultos.

Para tornar a ação mais próxima da população, foi convidado o artista plástico Felipe Yung, portador de asma, para desenvolver um painel que ficará exposto na estação Paraíso do metrô de São Paulo entre os dias 21 de maio e 21 de junho, ao lado de um vídeo contando um pouco da sua história, sua relação com a asma e como ela impacta a sua arte. O vídeo também ficará exposto no site oficial da campanha. Felipe Yung, mais conhecido como “Flip”, é um artista que fez seu nome nas ruas de São Paulo, imprimindo seu estilo em painéis de grafite por diversas regiões da cidade.

Associado à campanha, foi realizada a pesquisa “A asma na visão e na vida dos brasileiros”², realizada pela Abril Inteligência com apoio da AstraZeneca, da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) e GINA (Global Initiative for Asthma) by Fundação ProAr 

O desconhecimento sobre quais são os sintomas, causas e tratamentos da doença é grande entre quem não tem a doença, e até mesmo entre os portadores de asma. Entre os não asmáticos, 49% afirmaram sentir algum sintoma associado ao diagnóstico da asma, mas mesmo assim não procuraram um médico².  

Diante de uma crise, 70% dos que não tem asma afirmaram não saber o que fazer com um paciente no caso de uma crise, número que passa para 32% entre os portadores da doença. Além disso, apesar de 31% dos pacientes afirmarem que consideram estar com a doença totalmente controlada, grande parte segue relatando sintomas persistentes e característicos de uma crise, como dificuldade para respirar, tosse e chiado².  

A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, tendo a falta de ar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida como principais sintomas, que costumam ser piores à noite ou pela manhã, e são desencadeados, com frequência, pela prática de exercícios físicos, exposição a alérgenos, poluição ambiental e mudanças climáticas.   

A campanha durará cinco meses e contará com o site www.descubraeos.com.br, além de investimento em mídias sociais, google adwords e mídia programática.


Cristo Redentor e Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro são iluminados pela Conscientização da Doença Celíaca


Campanha Maio Verde e agência E4 possibilitaram ação da Acelbra-RJ em noite especial


Com o objetivo de informar sobre o impacto da condição celíaca na vida das pessoas e conscientizar sobre o universo gluten free, dois pontos turísticos do Rio de Janeiro foram iluminados na noite desta segunda-feira, 20, o Cristo Redentor e a Catedral Metropolitana de São Sebastião.

A data foi escolhida em razão do projeto de lei para criação do Dia Nacional da Doença Celíaca a ser celebrado nesta data (PL 6666/2016 Câmara dos Deputados).

Os monumentos receberam a cor verde para alertar pessoas que possam ter a doença celíaca, mas ainda não foram diagnosticadas. Em parceria com a campanha Maio Verde e com a agência E4, a ação aconteceu através da Acelbra-RJ (Associação dos Celíacos do Brasil).

Além da iluminação, o Cristo Redentor contou com a presença do coral Vocalizart e um coquetel especial elaborado pela Acelbra-RJ. Quem também esteve presente no local foi o vereador Thiago K. Ribeiro, autor do projeto de lei que obriga bares e restaurantes a informar presença de glúten nos alimentos, e o padre Omar, Reitor do Santuário do Cristo Redentor do Corcovado, que celebrou uma missa.

Para Gustavo Negrini, diretor da E4 e da campanha Maio Verde, ao lado de Renata Macena, celíaca e chef de cozinha, o desafio foi grande, uma vez que assumiram a conversa com a Arquidiocese para viabilizar o projeto. “O apoio e envolvimento de todas as marcas sérias, que trazem em sua composição um alimento seguro para quem é celíaco, também foi fundamental para essa conquista. Para a Campanha Maio Verde e todos os celíacos do Brasil e do mundo, por se tratar de um monumento mundial, será um marco na história”, afirma Gustavo.

Já para Suzane Boyadjian, presidente da Acelbra-RJ, a ação teve o objetivo de dar visibilidade à condição celíaca, muitas vezes com pouca informação. “Acreditamos que o resultado desta campanha será muito positivo e atingirá diversas pessoas que ainda não possuem diagnóstico da doença”, completa.


Maio Verde

A campanha Maio Verde chega, em 2019, à sua segunda edição. O projeto foi idealizado pela chefe funcional Renata Macena, portadora da doença, com o apoio da E4, agência focada em nutrição e bem-estar. Unidos pela causa estão nutricionistas, médicos, empresas do segmento, organizações e comunidade celíaca.

A E4 produziu vídeos e conteúdo exclusivo para a campanha. Confira:
 



Brasil & Portugal

Neste ano, a campanha acontece também em Portugal, através do portal Célia Celíaca, comandado pela ilustradora Eve Ferretti, que atualmente mora em Porto. Lojas e estabelecimentos também estão apoiando.
 


A personagem Célia Celíaca também participa com vídeo exclusivo sobre a data: https://video.wixstatic.com/video/aae541_7c160b9cacc04d348bdcb899e192faf2/1080p/mp4/file.mp4

 
Apoio Científico

Nesta jornada, a campanha também contou com o apoio de profissionais renomados, como os nutricionistas Glauce Yonamine, Murilo Pereira, Deilys Gonzalez e Luciano Bruno e os médicos Camila de Cicco, Gustavo Ferreira de Matto e Vania Assaly.


Apoio do Varejo

Diversas marcas do Brasil e de Portugal apoiaram o Maio Verde. São elas: Mundo Verde Praia Shopping, Armazem Cerealista, Schar, Editora Europa, Gran Amici, La Fruteria, SuzanneGlutenFree, Mariana Sagoli, Celi Vita, Vittadely, Coco Nude, Vitalin, Casa Rigani, Nutrawell, BeLive Be Free, Naiak, Aminna Sem Glúten, Amafil Alimentos, Nazinha Alimentos, Almofariz e La Fruteria.


Sobre a doença celíaca

A DC é uma patologia autoimune que provoca inflamação crônica da mucosa do intestino delgado, causada pela ingestão de glúten, em pessoas geneticamente predispostas. Essa inflamação provoca atrofia das vilosidades intestinais, impedindo a absorção de nutrientes.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença celíaca acomete 1 a 2% da população mundial, mas, no Brasil, segundo a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra) ainda não há uma estatística oficial de casos de diagnóstico.
Sua epidemiologia tem característica análoga a de um “iceberg”, ou seja, existem mais eventos não diagnosticados de forma correta, do que com diagnóstico definido adequadamente. Isso acontece devido à inespecificidade de alguns sintomas.

A doença celíaica pode se manifestar em qualquer idade. Confira os sintomas e sinais mais comuns.

  • Diarreia e/ou Prisão de ventre
  • Distensão abdominal
  • Aftas
  • Vômitos
  • Dor abdominal
  • Dermatite Herpetiforme
  • Depressão
  • Deficiência de vitaminas e minerais
  • Anemia
  • Fadiga Crônica
  • Emagrecimento e falta de apetite
  • Ganho de peso / Obesidade
  • Atraso de crescimento
  • Irritabilidade
  • Osteoporose
  • Manchas nos dentes
  • Infertilidade
  • Abortos de repetição
  • Doenças neurológicas
  • Dor de cabeça
  • Neuropatia periférica
  • Dor articular
  • Queda de cabelo
  • Confusão mental
  • Menopausa precoce

Qual o tratamento?

Atualmente o único tratamento para a DC é seguir uma rigorosa dieta isenta de glúten, livre de contaminação cruzada.


Consequências da DC

Se não for diagnosticada e tratada, a doença celíaca pode matar ou levar a outras complicações, pois existem muitas doenças associadas, inclusive câncer do intestino.


DOR DO CRESCIMENTO: COMO DIFERENCIÁ-LA DE OUTROS INCÔMODOS


Ortopedista pediátrico explica algumas características para ajudar os pais em busca do bem-estar dos filhos


Em um primeiro momento é importante destacar o que é a dor do crescimento. Apesar deste nome não é exatamente o crescimento que dói, como destaca o Dr. Bruno Massa, ortopedista pediátrico. “A dor do crescimento se manifesta no osso que está se desenvolvendo e o que se sabe é que ela acontece com mais frequência à noite. Sem causa específica, o diagnóstico é feito por exclusão”.

A dor do crescimento possui algumas características que a distingue dos demais incômodos que podem surgir. Para diferenciá-la das demais, o Dr. Bruno Massa pontua alguns itens importantes de serem observados neste tema.


A quem atinge?

É comum em crianças e pré-adolescentes que têm o corpo ainda em desenvolvimento em diversas partes.


Por que ela ocorre?

Sem causa definida, ela acomete o osso que está se desenvolvendo, podendo estar ou não relacionado a um dia de muita atividade física. Como as crianças costumam ter rotinas intensas com mais gastos de energia que os adultos, pequenas lesões acabam acontecendo no osso que está em crescimento. Mas é necessário investigar.  


Qual a intensidade da dor?

Ela pode ocorrer de maneira variada. Às vezes, apenas uma massagem afetuosa no local é suficiente para que ela passe. Em outras, alguma medicação para dor é necessária para amenizar o desconforto.


Como distingui-la das demais dores?

Segundo o Dr. Bruno Massa, ela acontece sempre em um período específico do dia. Este é um dos principais pontos que a distingue das demais. “Em geral, a dor do crescimento se manifesta no final do dia ou pela noite.”


Quando preciso procurar um especialista?

Por fim, o Dr. Bruno Massa destaca a importância de buscar um especialista caso a dor não passe em um breve intervalo. “Caso ela persista por muito tempo ou ainda aconteça sem que atividades tenham sido praticadas ao longo dia é preciso investigar outras possíveis causas da dor. Por exemplo, a baixa de vitamina D. Como o diagnóstico é feito por exclusão, para saber a causa exata do incômodo é importante procurar um especialista”.





DR. BRUNO MASSA - CRM/SP: 122617 - Ortopedia Pediátrica, Cirurgia do Pé e Tornozelo, Traumatologia. TEOT (Titulo de Especialista em Ortopedia e Traumatologia): 11822


Consultório Dr. Bruno Massa
Rua Dona Adma Jafet, 74 – cj.64 – Bela Vista – São Paulo – SP

Estatina ajuda a combater o glaucoma


Estudo mostra que a estatina não substitui os colírios, mas reduz em até 21% o risco de cegueira. Entenda.


A população brasileira tem pouco o que comemorar no Dia Nacional de Combate ao Glaucoma celebrado no próximo domingo,  26 de maio. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier explica que  o glaucoma é uma doença crônica que degenera  as células do nervo óptico e causa a  perda da visão periférica. Em 90% dos casos, observa, resulta do aumento da pressão interna do olho. A doença não tem cura e exige uso contínuo de colírio para baixar a pressa intraocular.  É causada por uma falha na drenagem do humor aquoso que preenche o globo ocular. Apesar dos danos no nervo óptico serem irrecuperáveis, não apresenta sintomas logo no início, porque a perda da visão acontece na periferia e passa despercebida.  salienta. Isso explica porque no Brasil metade dos portadores nem desconfia que tem glaucoma e quando recebe o primeiro diagnóstico precisa usar mais de um colírio. Foi o que aconteceu com Luiz Ramos. “Além de usar dois colírios várias vezes ao dia, já precisei tomar um comprimido para controlar a pressão do olho que chegou a 39”, desabafa. Para se ter ideia, o médico diz que a pressão intraocular normal varia de 10 a 21,5 mmHg.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) o glaucoma é a maior causa global de cegueira definitiva.  Queiroz Neto ressalta que está entre as doenças que mais crescem no país. Isso porque, hoje o Brasil tem uma população em torno de  8 milhões de pessoas  com 40 anos ou mais e a estimativa do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) é de que 3% desta faixa etária têm glaucoma, ou seja,  2,5 milhões de brasileiros. Pior: No Brasil os portadores com mais de 50 anos convivem com, pelo menos,  outras 4 doenças crônicas e algumas podem agravar a evolução do glaucoma.


Colesterol alto e glaucoma

Este é o caso do excesso de colesterol no sangue. Prova disso é o resultado do estudo https://bit.ly/2LjB2MS publicado este mês no JAMA Ophthalmology. O estudo avaliou três pesquisas realizadas com 136 mil pessoas na faixa etária de 40 anos ou mais que foram acompanhadas por 15 anos. Os pesquisadores concluíram que o uso por cinco anos de qualquer uma das opções disponíveis de estatina, medicamento criado para baixar o colesterol alto, diminuiu em até 21% o risco de glaucoma primário de ângulo aberto. Já o aumento de 20 mg/dl no colesterol sérico foi associado à elevação de 7% na pressão intraocular.

Para Queiroz Neto é importante saber que a estatina diminui o risco do glaucoma, mas é preciso ter cuidado com esta informação. “Sobretudo porque os colírios permanecem sendo a primeira terapia para controlar a pressão intraocular com 91% de sucesso”, pondera.

As estatinas, ressalta, também funcionam com
o um potente anti-inflamatório e antioxidante, além de melhorar a circulação, variáveis que afetam o resultado do tratamento do glaucoma glaucomatosos.


Outros fatores de risco

Queiroz Neto destaca que o glaucoma primário de ângulo aberto que responde por 90% dos casos e surge após os 40 anos pode estar relacionado à herança genética, diabetes ou outros problemas de circulação que dificultam o escoamento do humor aquoso. Quanto mais  a idade avança maior é a incidência.

Outro tipo de glaucoma bem menos frequente é o primário de ângulo fechado. O especialista diz que é mais frequente em altos míopes, asiáticos, hipermétropes e usuários de medicamentos que dilatam a pupila. “Caracterizado por forte dor nos olhos e súbita o aumento da pressão intraocular é uma emergência oftalmológica,” alerta.

“Doenças autoimunes, lesão nos olhos e o uso contínuo de corticóide causam o glaucoma secundário de ângulo aberto que pode surgir em qualquer idade e também é tratado com colírio hipotenso”, explicar.

Hereditariedade e malformação fetal podem causar em bebês o glaucoma congênito. O oftalmologista afirma que as características são a olhos excessivamente grandes e pressão intraocular alta. O tratamento é sempre cirúrgico.


Erros no tratamento

Os prontuários do hospital mostram que 20% dos portadores de glaucoma não fazem o tratamento corretamente ou simplesmente abandonam o uso dos colírios. Os erros no tratamento mais frequentes apontados pelo oftalmologista são:  usar mais de uma gota de colírio em cada aplicação, pingar fora do olho, contaminar o medicamento encostando o bico dosador na mucosa ocular ou esquecer de instilar .

As principais recomendações do oftalmologista para fazer o tratamento correto do glaucoma são:

• Lave as mãos antes de aplicar o colírio.

• Verifique no frasco se é recomendado agitar o produto antes de usar.

• Incline a cabeça para trás.

• Flexione a pálpebra inferior com o indicador. 

• Com a outra mão segure o dosador

• Coloque o medicamento sem relar no bico dosado, evitando a contaminação.

• Pressione com o polegar o canto interno do olho para reduzir efeitos colaterais

• Feche os olhos por 3 minutos para garantir o efeito

• Se usar lentes de contato retire-as antes da aplicação

• Recoloque as lentes de contato depois de 10 minutos da aplicação

• Em caso de prescrição de mais de um colírio aguarde 15 minutos entre um e outro



A cor da urina pode revelar doenças



O médico nefrologista Dr. Marcos Alexandre Vieira, presidente da Fundação Pró-Rim – referência nacional em tratamento e transplantes renais (www.prorim.org.br) -, chama a atenção para a importância de se observar a cor da urina. Segundo ele, um simples olhar pode prevenir doenças como uma insuficiência renal. Muito mais do que eliminar toxinas do organismo, a urina e suas manifestações de cor e aspecto, podem revelar muito sobre a saúde, especialmente dos rins.


Qual é a cor normal da urina?

R – A cor ideal da urina é amarelo claro.


Se a urina está transparente, significa que a pessoa ingeriu muita água?

R - A urina bem clara pode indicar que há água em excesso.


Quando urina está amarelo-escura é preocupante?

R - A cor pode ser considerada normal, porém é um sinal que precisa ingerir mais água.


E se ela está laranja?

R - Então pode indicar falta de água ou pigmentos de comida. Se persistir, pode ser problemas de fígado ou na vesícula. É importante consultar um médico e realizar exame para descartar qualquer problema.


Urina vermelha o que pode ser?

R - Se for persistente, pode indicar problemas no fígado, rim, próstata, infecção ou ainda um tumor.


Se a cor da urina está castanha ou marrom, qual o indicativo?

R – Indica que pode ser desidratação severa ou problemas de fígado.

Urina verde ou azul o que pode significar?

R - Pode ser de comida, medicação ou ainda infecção bacteriana.


Existe uma quantidade ideal de água para pessoas com mais de 50 anos de idade? Ou a própria cor da urina revela a quantidade certa?

R - Pessoas com 50 anos ou mais devem se hidratar sob orientação. Pessoas saudáveis o consumo em torno de 2 litros é adequado. Pessoas com doenças como insuficiência cardíaca ou renal exige a orientação médica e de um nutricionista.


Urina alaranjada pode ser consequência de remédios?

R - Urina com cor laranja pode estar muito concentrada. Além disso, medicamentos como fenazopirina podem deixar a urina laranja. Doenças do fígado também podem deixar a urina laranja ou escura


Urina vermelha levanta a primeira suspeita de ter comido beterraba?

R - Urina vermelha deve ser avaliada. Pode ser sangue na urina. A beterraba pode alterar a cor da urina também, mas é temporário e, quando o consumo é maior. Toda urina com suspeita de hematúria, ou sangue, deve ser investigada.

O paciente pode produzir excesso de bilirrubinas, que podem ser eliminadas pelos rins e colorir a urina de cor marrom?

R - Sim pode ser a presença de bilirrubinas.  A urina também pode ficar turva ou com alteração da cor pela presença de infecção ou bactérias.


Verde ou azul pode ser o corante azul de metileno, utilizado na fabricação de algumas medicações?

R - A urina verde ou azul pode ser pela presença de altos níveis de cálcio no sangue, infecção e medicamentos como sepurin.


 Em que casos são necessários procurar imediatamente um médico? 

R - Prestar atenção na cor da urina deve ser um hábito simples e que a qualquer suspeita é importante procurar um médico, pois um exame de urina pode alertar sobre algo mais sério.

Para finalizar, médico afirma que o bom aspecto da urina pode ser mantido com a ingestão de água na quantidade correta. "A água é muito importante para o organismo. Nada funciona bem sem a água. Ela mantém o aparelho renal em perfeito funcionamento, melhora o sistema cardíaco, neurológico, faz bem para a pele e estômago", finaliza.


Pró-Rim 

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