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terça-feira, 21 de maio de 2019

Cães e gatos também passam pela adolescência, explica especialista


  
 Pixabay

Acredite: animais também têm adolescência e passam por essa fase difícil com rebeldia. Preguiça, desobediência e desejo de liberdade são algumas das características desse período após a infância para as crianças, mas cães e gatos também apresentam os mesmos sintomas.

O médico veterinário Cleiton Rupolo, especialista da Nutrire – indústria de alimentos de alta performance para pets, explica o que ocorre nessa fase e de que forma os tutores devem agir para garantir bem-estar ao animal.


Cães

Tal e qual acontece com as crianças, os cães também saem da infância para aquela mais conhecida como “fase da rebeldia”. Além das mudanças físicas, alterações comportamentais acontecem e saber como lidar nesse período é muito importante.

“A adolescência de um cão surge no começo dos seis meses de idade e vai até os 18 meses, no máximo. A produção maior de hormônios acarreta nas mudanças de interesses e podem complicar a relação dos pets com seus tutores”, explica. Mas, afeto e determinação vão auxiliar a passar etapa de forma tranquila e feliz com seu pet.

Nessa fase, o treinamento do cachorro requer mais paciência, consistência e persistência. “É bom que todos utilizem as mesmas palavras de comando e compreendam que tudo o que o animal aprender agora, vai levar para a fase adulta”, acrescenta. Quando o cão já é adestrado, pode acontecer dele não obedecer como antes, por isso, a paciência é o segredo da comunicação eficiente. “A fase da adolescência não é fácil para o animal e a rebeldia vai passar com o tempo”, diz.

Além disso, o cachorro pode ficar mais corajoso e instigado a novas descobertas. O ideal é não abrir mão da coleira na hora do passeio, por exemplo, principalmente porque eles desejarão explorar novos lugares e há perigos iminentes se o pet sair correndo pela rua. “O animal adolescente pode desejar a presença de outros companheiros, mas as brincadeiras não devem passar do limite. Muitas fêmeas, por exemplo, não aceitarão a companhia de outras fêmeas - o que pode gerar confrontos”, alerta Dr. Rupolo.

Os machos costumam se interessar pelas fêmeas nesse período e também tendenciam a marcar o território, o que também pode gerar brigas com outros machos. Todo cuidado é pouco. “Não se esqueça de deixar sempre claro quem é o líder, mas evite punições, gritos e xingamentos - isso só afasta seu cãozinho de você. Afeto é sempre a melhor forma lidar com a rebeldia do seu pet”, avalia.


Gatos
Aprender e brincar são os lemas de um gato adolescente. Além de mais carinhoso, o pet nessa fase da vida é cheio de energia e precisa se divertir bastante para gastar tudo isso. Ao mesmo tempo, os felinos também costumam dormir mais do que quando eram filhotes. “Portanto, não estranhe se o animal descansar por 15 ou 16 horas no dia”, diz o especialista.

Dr. Rupolo também alerta para os incômodos de móveis estragados. “Se você não deseja ter sofás e poltronas arranhadas, o ideal é investir em um arranhador, pois o gatinho adolescente é extremamente curioso e qualquer ambiente pode ter coisas interessantes e atrativas para afiar as unhas”, sugere.

Apesar das brincadeiras ainda serem a grande atração do gato adolescente, outra questão importante é a demarcação do território - feito tanto por machos como pelas fêmeas. “O xixi fora da caixa de areia é a forma mais comum do animal demonstrar que aquele ambiente é dele e de mais ninguém”, diz.

A castração é a forma mais segura de evitar esse comportamento - além de ser importantíssimo para a saúde do felino. Uma gata no cio pode incomodar os vizinhos e é muito desconfortável para o bichano. Por isso, é sempre indicado pedir orientação sobre o procedimento com um veterinário de confiança. “Tendo em vista que a superpopulação de animais domésticos é um caso de saúde pública, a castração auxilia a evitar o abandono de filhotes, impede as ninhadas não desejadas e prolifera a cultura da posse responsável”, diz.

“Independente de o seu companheiro ser filhote, adolescente, adulto ou idoso, seja paciente e afetuoso com ele. Há muitos mitos em torno dos gatos, um deles é de que não são tão apegados às pessoas”, completa o especialista. Porém, esses animais também sentem-se acolhidos, cuidados e seguros quando estão com seus tutores. Um gatinho adolescente só precisa de atenção e interação para que cresça saudável e se torne um adulto feliz.


No Brasil, 94% das pessoas que têm cães os consideram membros da família


 O dado é parte da pesquisa encomendada pela Proteção Animal Mundial para lançar a campanha “A vida é melhor com cães”, que visa celebrar a convivência com o “melhor amigo do homem” ao mesmo tempo que aborda questões como abandono e falta de cuidados veterinários


Apesar de 60% dos brasileiros discordarem com o abandono de cães, somente 17% das pessoas que possuem cachorros adotam animais abandonados nas ruas. O dado é parte de pesquisa de percepção encomendada pela organização não-governamental Proteção Animal Mundial para lançar a campanha global “A vida é melhor com cães”. Com o objetivo de celebrar a vida com cães, a campanha irá abordar problemas como o abandono de animais e a falta de cuidados veterinários. Parte desse esforço é a premiação “Cidade amiga dos animais”, lançada junto com a campanha para reconhecer as melhores práticas no manejo humanitário de cães e gatos em cidades da América Latina.

“‘A vida é melhor com cães’ é uma grande celebração na qual iremos pedir para as pessoas compartilharem conosco histórias de superação que provem o papel fundamental dos cachorros na nossa vida diária. Por meio dessas ações positivas, a campanha pretende promover o bem-estar desses animais e o convívio saudável com as comunidades”, explica Rosângela Ribeiro, gerente de campanhas veterinárias da Proteção Animal Mundial no Brasil.

Dos cinco mercados analisados pela pesquisa - Brasil, Quênia, Tailândia, Índia e China, o Brasil é o país no qual as pessoas mais tem cachorros e entre os entrevistados brasileiros que possuem pets, 77% citaram cães como seu bicho de estimação. Destes, 94% consideram o animal um membro da família. “Esse dado é bem interessante, mas também contraditório. Apesar desses animais serem considerados como parte da família, ainda falta consciência em relação aos cuidados com o bem-estar destes animais, a  importância dos cuidados veterinários, dos passeios, da castração e da responsabilidade de todos em relação aos animais que estão vivendo nas ruas”, cita Rosângela.

Além disso, a pesquisa aponta resistência dos entrevistados em relação ao uso do microchip como forma de identificação, e ainda que concordam que os cachorros podem andar livremente nas ruas. No Brasil, apenas 13% discorda completamente que seus cachorros podem andar livres pelas ruas.

Cidade Amiga dos Animais - Já em relação aos cachorros abandonados nas ruas, os brasileiros mostraram uma grande preocupação (47%) com o crescimento dessa população. No entanto, apenas menos da metade dos entrevistados (49%) já fez algo por iniciativa própria para mudar a vida desses animais. E, há um desconhecimento total sobre quais medidas devem ser adotadas, em relação a cuidados veterinários, manejo populacional e ataques. A pesquisa indicou que no Brasil, infelizmente, 8% dos entrevistados ainda concordam em envenenar cães de rua.
 
“Uma vez que os animais são abandonados, eles passam a ser responsabilidade de todos - pessoas, ongs, poder público... Mas é na esfera dos governos municipais, que o problema dos cães e gatos de rua pode ter soluções concretas com a implementação de  políticas públicas que lidem com essas populações de animais da forma coordenada, permanente e mais humanitária possível”, explica.
 
Para identificar as melhores práticas no manejo humanitário de cães e gatos em cidades da América Latina, a Proteção Animal Mundial apresenta o prêmio “Cidade amiga dos animais”. As inscrições estão abertas para qualquer município latino americano, que deve submeter as suas estratégias, políticas e práticas para garantir um manejo ético, efetivo e sustentável de cães e gatos. O objetivo é divulgar e premiar propostas inovadoras que possam ser adotadas e replicadas por outras cidades ao redor do mundo.
 
O responsável/gestor do município mais bem avaliado irá ganhar uma viagem para participar da 3ª Conferência ICAM sobre Manejo Populacional de Cães, que acontecerá em setembro de 2019, em Mombasa, no Quênia. As inscrições estarão abertas até o dia 10 de junho de 2019. A iniciativa conta com o apoio do Conselho Federal de Medicina Veterinária e Zootecnina (CFMV), do  ITEC (Instituto Técnico de Educação e Controle Animal), da OiE (Organização Mundial da Saúde Animal),da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) e da WSAVA (World Small Animal Veterinary Association).
 
Para mais informações e inscrição acesse o site: worldanimalprotection.org.br/cidade-amiga




Sobre a Proteção Animal Mundial (World Animal Protection)
A Proteção Animal Mundial (anteriormente conhecida como Sociedade Mundial para a Proteção Animal) mudou o mundo para proteger os animais por mais de 50 anos. A organização trabalha para melhorar o bem-estar dos animais e evitar seu sofrimento. As atividades da organização incluem trabalhar com empresas para garantir altos padrões de bem-estar para os animais sob seus cuidados; trabalhar com governos e outras partes interessadas para impedir que animais silvestres sejam cruelmente negociados, presos ou mortos; e salvar as vidas dos animais e os meios de subsistência das pessoas que dependem deles em situações de desastre. A organização influencia os tomadores de decisão a colocar os animais na agenda global e inspira as pessoas a mudarem a vida dos animais para melhor. Para mais informações acesse: www.protecaoanimalmundial.org.br.


Cheio de manias, todo dengoso... cachorro também tem manias, sabia?


Assim como nós, esses bichinhos desenvolvem habilidades e comportamentos bem característicos

Só falta falar! Quem nunca disse essa frase ao se referir ao seu amigo de 4 patas? O tempo de convivência vai fazendo com que a gente identifique nele algumas manias.
Somos capazes de perceber o que os dogs gostam de comer, onde dormem e em que parte do corpo preferem receber carinho. No entanto, existem outros comportamentos dos pets que nos deixam sem saber o motivo. Confira alguns deles:

Destruir os móveis
Você já chegou em casa e se deparou com o sofá,  almofadas ou partes de móveis de madeira destruídos? Se isso acontecer, provavelmente a gente vai relacionar a atitude do nosso amigo ao sentimento de vingança.
O que a gente não leva em consideração é que isso é um raciocínio típico de seres humanos. Então, fique tranquilo, seu cão não vai se vingar de você. Na verdade, o que gera essa esse comportamento é a solidão.
Ao perceber que não ninguém com quem interagir, o pet  desenvolve um quadro de ansiedade e ele precisa extravasar. Por isso, ele pode latir por muito tempo, chorar, uivar ou destruir seus objetos.
Essa mania tende a diminuir quando ele percebe que há uma rotina na casa e sabe que você irá chegar. No entanto, se for um comportamento persistente, talvez seja melhor incluir na família outro pet para que eles façam companhia um para o outro.

Abanar ou encolher o rabo
Quando abanam o rabo, de acordo com especialistas, eles liberam feromônios, que são hormônios aromáticos pelos quais os animais se comunicam.
Os feromônios são exalados pela região do ânus e serve para informar que o pet aceita e confia em determinada pessoa ou animal.
Mas, nem sempre esse gesto serve apenas para expressar que o cão está alegre. De acordo com psicólogos especialistas em comportamento animal, cachorros dominantes abanam o rabo para expressar tensão e ameaça e intimidar o opositor.
Nesse caso, o pet ergue bem o rabo e o dobra em direção às costas. Os movimentos são mais curtos e rápidos em comparação ao comportamento de alegria.
Quando está com medo ou em estado de submissão, o cachorro coloca o rabo entre as pernas com o objetivo de não revelar os odores que podem denunciá-lo. Por isso, quando mexe no lixo ou come algo que não deveria, ele tenta esconder a prova do crime.

Fazer xixi onde não deve
Alguns cães fazem xixi na cama ou no travesseiro de quem lhe deu bronca. Isso não acontece porque eles são desaforados.
Existem dois motivos para que eles tenham esse tipo de atitude. O primeiro diz respeito ao medo após bronca. Nesse caso, o xixi acaba vazando um pouco por conta dos tremores.
O segundo motivo, que é o mais comum, é a marcação de território. Pode ser que seu pet se sinta desafiado por você e sinta a necessidade de deixar seu cheiro para que você se lembre da ação.
É importante lembrar que a punição só é eficaz quando o pet é pego em flagrante. Sua memória não é como a nossa e ele não é capaz de associar a bronca ao ocorrido.

Entender quando estamos tristes
De acordo a uma pesquisa feita pela Universidade do Goldsmiths, na Inglaterra, os cachorros são capazes de entender uma variedade de emoções de seus donos e distinguir quando, por exemplo, estamos estressados, tristes, emocionadas ou com raiva.
Nessa mesma pesquisa, determinada quantidade cães foi exposta a diferentes tipos de estímulos gerados por pessoas, como falar alto, gritar, sussurrar ou chorar.
A maioria reagiu de maneira parecida quando se deparou com expressões de dor ou tristeza: se aproximando do humano e tentando contato físico. Isso acontece porque os pets são capazes de detectar mudanças em nossa expressão, tom de voz e cheiro.

Assistir TV
Nas redes sociais circulam vários vídeos fofos de cachorros vendo TV, como se estivessem acompanhando e entendendo a narrativa do vídeo. Na verdade, o que os atrai é o barulho.
Os cachorros enxergam o mundo de forma mais rápida do que a gente. Isso quer dizer que eles não veem as imagens assim como vemos. Sua taxa de frequência de pulsação é por volta de 70 a 80 hertz  e, portanto, a informação que chega até eles é de imagens piscando de modo acelerado.
O barulho só é atrativo por pouco tempo. Se você assiste TV com muita frequência e seu pet te fica ao seu lado, o motivo é te fazer companhia.
Como tende a repetir comportamentos que são estimulados positivamente, os elogios que você faz quando está em frente à TV indicam que, se ele continuar, vai te deixar feliz.
Além das manias apresentadas, seu pet pode desenvolver outros tipos de comportamentos que podem ter origem na predisposição genética ou por conta de exposição constante a situações de estresse.
Leve sempre em consideração que, se notar qualquer atitude que possa comprometer a saúde do seu amigo, você deve procurar por um veterinário 24h para que o profissional possa orientar e prescrever tratamentos se assim for necessário.

Rotweiler? Nem pensar!


Foi paixão à primeira vista! Era a coisa peluda mais fofa que eu já tinha visto. Não resisti, peguei no colo e não conseguia deixar de abraçar. Ele era cativante. Até mesmo o cheirinho de filhote sem banho, que eu sempre detestei, era irrelevante. Era discretamente arteiro: comeu meu chinelo na minha frente sem que eu percebesse. Ficava magoado quando brigávamos com ele, sendo que na primeira bronca, se escondeu debaixo da pia e tive que resgatá-lo com voz amorosa, enquanto ele suspirava magoado e me olhava de rabo de olho. Quando começamos a colocar junto com o pastor alemão de um ano, rosnava irritado com as lambidas desastradas do filhotão brincalhão. Impôs respeito ao pastor, mesmo com os dentinhos de leite.

Era a criatura mais amorosa que já vi na minha vida! Destruiu minhas barreiras de toque a cães, pois exigia meu carinho diariamente. Passar o pé não bastava! Um cafuné na cabeça era muito pouco, batia a cabeça enorme em minha perna pedindo mais! Queria carinhos mais consistentes, de preferência abraços. E eu o abraçava!

Com minha filha era amoroso e paciente. Ela o fazia de gato e sapato, e ele mal se mexia. Nos passeios pela vizinhança, impunha medo: as pessoas atravessavam a rua ao vê-lo. Mal sabiam que qualquer pessoa que se aproximasse do portão era recebida com lambidas e só entrava depois de fazer carinhos nele!

Mas não era muito ativo: não pulava, nem punha as patas da frente em superfície mais alta, em posição “em pé”. Com 1 ano e 2 meses, percebi que começou a mancar. Achamos que o pastor o tivesse machucado nas brincadeiras e o deixamos separados por algum tempo. Foi uma tristeza sem tamanho para ambos: cada vez que se encontravam, se lambiam e se aproximavam de forma amorosa.

Ao investigarmos, descobrimos uma infecção na pata traseira direita. O tratamento? Amputação. Gelei e tremi. Primeiro ao imaginá-lo sem uma perna. Logo em seguida, ao lembrar que a opção de meu marido não seria por amputar e sim sacrificar. O veterinário disse que vivem muito bem com apenas 3 pernas, mas o argumento de meu marido fazia sentido: este não é um cão de natureza “decorativa”, é um cão de trabalho. Fazê-lo viver com apenas 3 pernas seria negar seus instintos.

Fizemos todos os exames possíveis e o tratamento recomendado. Ele não reagiu e em 2 meses emagreceu quase 10 quilos. Era tanta dor, que ele passava o dia levantando-se de um lugar para deitar-se no outro. O diagnóstico final foi doloroso: somente a amputação resolveria, mas a sobrevida era de 6 meses a 1 ano. Meu marido era taxativo: sua missão era não deixar que o cachorro sofresse, e achava a recuperação da amputação muito dolorosa.

Na data marcada, ele o levou ao veterinário, que tentou demovê-lo a qualquer custo. Mas estava decidido e foi até o fim. Eu estava em viagem a trabalho, quando retornei para casa achei a coleira dele em um armário:desabei. Aos poucos me recuperei, até receber por whatsapp o certificado de cremação.

Arrumamos um cão de outra raça para fazer companhia ao pastor, mas a conexão nunca será a mesma. Rocky cumpriu muito bem sua função no mundo: tirou meu pavor de cachorro grande e me mostrou que não é a raça que define a personalidade, e sim a maneira como o criamos.

Faz 3 meses que ele se foi, mas até hoje não consigo olhar para outro rottweiler sem me entristecer. Provavelmente nunca conseguirei. Adultos e ativos, então? Só consigo imaginar o que ele nunca será! Por isso, rottweiler nem pensar!





Leide Albergoni - professora da Universidade Positivo



Locação de temporada inclui camas para pets entre facilidades para hóspedes


 Divulgação
Além de se enquadrar no conceito petfriendly, em seu cardápio de serviços exclusivos a Mattos Investimentos proporciona aos viajantes uma linha própria de confortáveis camas para os bichinhos de estimação


O Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 52,2 milhões de cachorros e 22,1 milhões de gatos, segundo levantamento do IBGE. Na última década, o crescimento do mercado especializado em animais de estimação chamou atenção também do segmento turístico. Em resposta a uma pesquisa do TripAdvisor, um universo de 1.100 viajantes mostrou que 53% viajam acompanhado de seus animais de estimação, e 52% só ficam em um hotel se o estabelecimento for pet friendly.

Ser amigável aos animais de estimação é uma tendência que vem sendo levada a sério por hotéis, pousadas, bares e restaurantes. Tanto que na cidade de Bombinhas, litoral de Santa Catarina, uma empresa especializada em negócios imobiliários apostou em um serviço diferenciado para quem viaja em companhia de seus pets. Além de se enquadrar no conceito pet friendly, incluindo em sua lista de locação imóveis em que é possível as famílias levarem seu mascote, a Mattos Investimentos oferece uma cama personalizada para os pets.

“Mais do que aderir ao conceito pet friendly, permitindo o acesso dos bichinhos de estimação de nossos hóspedes, fabricamos e oferecemos as caminhas pets Mattos Investimentos, para reforçar que os seus pets são muito bem-vindos aqui”, afirma o empresário e diretor Mario Mattos.

Única empresa imobiliária com serviço de hotelaria na cidade de Bombinhas, a Mattos Investimentos oferece um cardápio de serviços exclusivos, que podem ser contratados previamente ou durante a estadia, visando assegurar aos viajantes mais conforto e redução de bagagens. Uma lista de serviços complementares aos proprietários também são oferecidos, listando pet shops e clínicas veterinárias próximas aos imóveis caso seus pets necessitem de algum cuidado especial.




Serviço:

Mattos Investimentos 
https://www.mattosinvestimentos.com
https://www.facebook.com/mattosinvestimentos
@mattosinvestimentos
contato@mattosinvestimentos.com
Central de Atendimento: (47) 3366-8151
Locação e Reservas: (47) 9 8400 2121 / (47) 9 9215 3733

Três signos serão muito influenciados por Saturno retrógrado


O momento será de reflexão para todos os influenciados pelo planeta


Saturno está retrógrado e promete afetar a vida de todo mundo. Até o dia 18 de setembro, ele influenciará diversos aspectos pessoais, que precisarão ser reavaliados.

“Saturno é o planeta regente da casa 10, que trata do propósito, das ambições pessoais e profissionais, da capacidade de empreender e concretizar relacionamentos. Por isso, todos os assuntos relacionados a essa casa serão afetados”, explica a astróloga Paula Bueno Brandão, que em seu Instagram (paulabuenob) também dá dicas para os seguidores sobre esse universo. “No geral haverá maior cobrança pessoal e externa. Além disso, é o momento de se responsabilizar pelas próprias escolhas e atitudes”, complementa.


Quais signos serão mais afetados?

Segundo Paula Bueno Brandão, capricórnio, por ser regido por Saturno, será o mais afetado, assim como pessoas com ascendente ou Lua neste signo. Touro e virgem também serão bastante influenciados. Os maiores efeitos serão na área profissional, na carreira e relacionamentos. O momento será perfeito para reavaliar tudo o que ocorreu nos últimos meses. “O Saturno retrógrado irá ajudar a rever as relações, dar limites e, em alguns casos, colocar um ponto final para se iniciar novos caminhos”, explica a astróloga.


Como trazer o melhor deste período?

Aproveite o Saturno retrógrado para assumir as consequências dos caminhos escolhidos e não se vitimize ou aponte culpados em situações. Além disso, é o momento de fazer uma avaliação realista do caminho que tem sido escolhido, além de rever parcerias e o nível de comprometimento em relação às próprias metas.






Paula Bueno Brandão - se dedica ao estudo da Astrologia há 25 anos, tendo feito vários cursos no Brasil e exterior. Atende como astróloga e ministra palestras e eventos com o propósito de estimular e difundir o auto conhecimento e evolução pessoal.

Instagram - @paulabuenob

QUAL A MELHOR LUA PARA CASAR?



Já parou para pensar que esse astro pode influenciar nas energias do seu casamento?



Maio é mundialmente conhecido por ser o mês das noivas. Esse hábito vem da cultura europeia, já que durante este mês está vivendo a primavera, a estação das flores, o que resultava em casamentos mais lindos e floridos. No Brasil essa ideia chegou e, apesar de ser outono, ainda é uma das estações mais procuradas para casar. Afinal não é um período de muito frio, a chuva não é muita e nem tão forte quanto no verão, e por vezes, mais barato do que casar na nossa própria primavera, que acontece no mês de Setembro.

Mas, qual é a data ideal? Como escolher o dia certo? O que isso pode interferir na decoração e no cardápio do meu evento? “Cada estação do ano tem a sua peculiaridade e dependendo da data escolhida, será preciso abrir mão de determinadas flores, mudar o foco da decoração, investir mais em iluminação, selecionar os itens do cardápio de acordo. Afinal, cada estação pede uma cor, um aroma, uma textura e um sabor” –resume Marcia Sandoli, sócia do Lugar166, espaço para eventos.

Para isso, alguns utilizam a numerologia para tomar essa decisão, outros, se baseiam em datas marcantes. Mas, que tal usar a Lua como referência? Afinal, esse astro é um dos que mais influencia a nossa vida! O ciclo da Lua traz uma energia muito forte em nossas decisões. Por isso, dependendo da fase em que ela se encontra, você pode ter um casamento feliz e duradouro, ou um relacionamento mais impulsivo. Quer descobrir a influência da Lua em nosso casamento e avaliar qual a melhor lua para você oficializar a sua união?

Juntos com a especialista do Astrocentro, Yara Ujohara, trouxemos essa explicação apresentando quais serão as consequência de realizar a cerimônia em cada uma delas. Confira!



Casamento na Lua Nova

Essa fase da Lua é a mais neutra para se casar!

Embora a Lua Nova seja melhor para começar relacionamentos do que concretizá-lo, isso porque é um momento no qual a gente se envolve sem se preocupar com as consequências. Às vezes até sem analisar o outro ou a relação. Assim, pode ser que você comece o casamento pensando estar tudo certo para o resto de suas vidas. Mas depois, pode perceber que não conhecia tanto o outro quanto esperava e isso poderá acabar desanimado você ou seu parceiro.



Casamento na Lua Crescente

Casar na Lua Crescente é bem favorável!

As coisas que acontecem neste período têm tendência a durar por mais tempo por conta da energia da Lua, sem contar que ela ajuda a entender a importância do perdão e acabar com ressentimentos. É dessa maneira que durante a vida a dois, você passa entender a importância de relevar algumas coisas para que o relacionamento dê certo. Assim a Lua Crescente é capaz de garantir um casamento duradouro.



Casamento na Lua Cheia

A Lua Cheia é a melhor opção para casar ou para fazer qualquer coisa romântica!

Na verdade, qualquer relacionamento é mais favorável quando se inicia na Lua Cheia. A energia dessa fase deixa as pessoas mais sociáveis, mais apaixonadas e até mesmo mais dispostas. Esse é um momento em que as pessoas ficam mais sensíveis e se permitem viver mais aventuras.

Se casar na Lua do amor pode ser a garantia de um relacionamento apaixonado, duradouro e até mesmo louco. O desejo vai ser algo frequente entre os dois e se a lua de mel acontecer em seguida do casamento, com certeza, ela será bem quente. Essa é uma Lua que traz química e desejo para o casal, por isso pode ser pensada para o pós cerimônia também! 



Casamento na Lua Minguante

Não é muito indicada, mas pode dar certo.

A Lua Minguante tem uma energia de finalização e autoanálise. Por isso, é mais provável que nessa fase você pense mais em você, no melhor para ti, do que ficar investindo sua energia no outro. Sem contar que coisas que são iniciadas nesta Lua tendem a ter uma finalização rápida. Assim, não é muito legal casar em um período que pode resultar em um breve final. Também é bom evitar a lua de mel nesse período, pois pode trazer uma internalização ao invés de uma festa entre o casal e isso pode prejudicar até o restante do casamento.

Mas, importante destacar que essas são interpretações gerais sobre a influência e o que o amor e o respeito devem prevalecer. Eles são o principal combustível para que a relação seja feliz e duradoura.

Agora, seja escolheu dia e mês para celebrar o seu casamento e trocar juras de amor. Que tal seguir a tendência mundial e tornar essa cerimônia mais intimista? Os restaurantes têm ganhando destaque na hora de realizar um evento social, mais especificamente, um casamento. Esse formato em miniatura vem atraindo muitos noivos por conta da personalização do evento e pelo excelente custo benefício.

Só nos últimos anos, mais de 60% dos casamentos foram realizados para até 200 pessoas. “Sempre fomos procuradas para realizar pequenos eventos, mas nos últimos anos essa demanda tem aumentado. Notamos também que o perfil do cliente tem mudado. As noivas passaram a valorizar a alta gastronomia e o conforto dos convidados. Fazem questão de escolher todo o setlist do evento, incluir mimos e homenagens durante a celebração. Os mini weddings atualmente são as melhores opções quando falamos de casamento sofisticado, personalizado e com custos reduzidos” – resume Marcia Sandoli.



Reparo de conflitos emocionais é imprescindível no tratamento do Câncer


Com base na Saúde Integrativa, que considera corpo, mente e emoções no tratamento das doenças, o câncer tem cura. Dra. Louise Soares acredita que a resolução de conflitos podem curar vidas


Já há recursos para o tratamento do câncer, mas esta ainda é uma doença que assusta, porque pode levar à morte em pouco tempo. Pior do que isso, as previsões indicam que as incidências de câncer devem atingir mais de 29 milhões de pessoas até 2040, um aumento de 63%, segundo a Agência de Pesquisa do Câncer, ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas quais são as causas dos câncer? Segundo a ciência, Dra Louise Soares, especialista em Saúde Integrativa, explica que o câncer é causado por uma combinação de fatores que vão além de questões físicas e alimentares.

“Se olharmos para o fator biológico apenas, podemos dizer que o câncer é causado pelo excesso de toxinas e também por distúrbios metabólicos decorrentes de um estilo de vida inadequado. Então, se a pessoa se alimenta mal, é sedentária, tem um sono ruim por exemplo as chances de o câncer se manifestar aumentam”, diz Louise Soares.

Porém, Louise explica que é necessário ampliar a visão sobre o paciente, pois na grande maioria dos casos, o câncer ou qualquer outra doença são disparadas por gatilhos emocionais.

 “A diferença entre uma gastrite e um câncer no estômago é o tempo que essa dor emocional, que muitas vezes a pessoa não tem mais consciência, está ativa e o quão forte esse confito é/foi para a pessoa. Muitas vezes, se você entender o problema e tratar o conflito, o câncer se cura sozinho. Todas as curas são processos de autocura. Obviamente se você não tiver uma alimentação correta, indíces adequados de nutrientes, boa oxigenação nos tecidos seu corpo não vai ter os recursos necessários para a cura”, afirma Louise.

O terceiro fator que também ajuda no tratamento de doenças como o câncer é a espiritualidade do paciente. Louise alerta, porém, que a espiritualidade não tem nenhuma relação com religião e sim propósitos de vida, paz interior e realização pessoal.

“A espiritualidade tem relação com missão de vida. Muitas vezes, as pessoas não tem objetivos de vida ou sonhos. Apenas sobrevivem. Não alimentam a alma, onde se encontra a nossa essência”, explica Louise Soares.

A especialista acredita que todas as doenças, inclusive esta que é tão assustadora, na verdade é uma oportunidade para que o paciente consiga olhar para si próprio e entender quais os conflitos internos estão prejudicando a saúde.

“Quando nós olhamos para essas três vertentes do ser humano: corpo, mente e espiritualidade a chance de cura é muito maior. Cada doença tem um motivo e é um ensejo de olhar para dentro de si. Eu sempre digo que a doença chega porque nós deixamos nossa essência de lado. Vivemos conflitos que nos levam a ter medo, angústia, raiva, nos levam a não perdoar e isso nos afasta da cura. Se você quer se curar, se pergunte o que está fazendo de errado em termos biológicos, o que ocorre ou ocorreu em sua vida, emocionalmente falando e cultive o amor em todas as suas vertentes, alegria, paz, compaixão isso nos faz encontrar meios para que restauremos nossa saúde.”



Dra Louise Soares - especialista em Saúde Integrativa

Comer antes de dormir faz mal à saúde?



Para muita gente, especialmente quem passa o dia fora de casa, no trabalho ou estudando, o jantar se transformou a principal refeição do dia. Especialistas dizem, no entanto, que comer à noite - especialmente quando a refeição é farta e realizada perto da hora de dormir - pode alterar os processos digestivos.

Outra possível causa para o excesso de peso é o horário das refeições, especialmente as realizadas de noite, indica estudo preliminar apresentado neste fim de semana durante a Endo 2019. O cirurgião endoscópico, Helmut Poti, explica que no período noturno o gasto de energia é menor. “Grande parte das calorias ingeridas não é queimada, o que leva a seu armazenamento em forma de gordura, por isso recomenda-se que as refeições mais calóricas sejam feitas pela manhã e/ou pela tarde”, Helmut.

O médico ainda ressaltou que o estilo de vida das pessoas está criando hábitos alimentares errados atualmente. “As pessoas estão pulando o café da manhã e comendo cada vez mais tarde. Tais práticas estão se tornando cada vez mais frequentes e podem causar danos ao longo do tempo. No futuro, além de acarretar problemas de saúde, pode fazer com que o indivíduo fique obeso e tenha que passar por procedimentos cirúrgicos para emagrecer e melhorar a saúde”, disse.

As "dores e as delícias" dos 50 anos: psicóloga explica os pontos positivos e desafios de quem chega a essa idade

Maturidade e controle das emoções
Shutterstock

Especialista indica principais mudanças dessa fase e como aproveitar "o auge da vida"


É inegável que há mudanças físicas e psicológicas quando chegamos aos 50 anos. No entanto, ao contrário do que muita gente pensa, elas não são necessariamente mudanças negativas. Pelo contrário: é o auge da vida, quando nos sentimos mais confiantes, seguros e com ainda mais garra para realizar sonhos.

Para falar sobre o novo conceito de ter 50 anos, Vânia Calazans, psicóloga clínica e hipnoterapeuta cognitiva especialista em transtornos de ansiedade, conta quais são as dores e as delícias de chegar nessa década e já adianta: é bom, sim, completar meio século.

De acordo com ela, hoje é possível chegar aos 50 anos em plena forma física, mental e estética. “Existem muitos recursos como, atividade física, suplementação, dietas específicas e produtos de beleza e estética. Tudo isso facilita um envelhecimento mais saudável e traz autoconfiança”, explica a especialista. “Quando a mulher faz 50 anos, ela está no auge da vida”.

Veja abaixo as mudanças positivas e negativas que acontecem quando chegamos aos 50 anos.


Autoconfiança: de acordo com Vânia, quando chegamos aos 50 anos a autoconfiança aumenta. “Normalmente a pessoa já está mais realizada profissionalmente, mais segura, se sentindo muito experiente. Então, aquelas inseguranças próprias de uma idade mais jovem, ficam para trás”, explica. “No caso da mulher, se aos 30 anos ela pensava em se casar, aos 50 está pensando em aproveitar a vida, viajar, desfrutar melhor a companhia das pessoas. Ela tem mais confiança para escolher com quem quer estar”, diz.


Autoestima: Vânia Calazans explica que a maioria das mulheres – o gênero que mais sofre com pressões sobre o corpo – já não se importa mais com a avaliação alheia, passando a aceitar seu próprio corpo, sua postura e se sentir confortável consigo mesma. “A mulher se sente mais autêntica. Ela sabe que pode ser uma mulher interessante, sedutora”.


Maturidade: a psicóloga conta que existem vários estudos que mostram que pessoas acima dos 50 anos têm uma satisfação maior em relação à vida. Elas lidam melhor com frustrações, valorizam mais os bons momentos, priorizam a qualidade de vida, procuram alimentar uma vida social rica, divertida e já não têm tanto espaço emocional para se preocupar com bobagens. “Com essa mudança de olhar, a maturidade vem, sim, em função das experiências de vida. A pessoa com 50 anos já passou por inúmeras experiências e já sabe lidar melhor com dificuldades e sabe negociar de uma forma mais efetiva. “Sabe aquela história de você ter razão ou ser feliz? Normalmente nesse momento as pessoas optam pela felicidade”.


Vida financeira mais estável: aos 50 anos, uma grande parte das pessoas já tem melhores condições financeiras do que aos 30 anos, por exemplo. Isso traz mais tranquilidade, e é um ponto muito positivo. “Normalmente a pessoa está com a vida mais resolvida. Há mais independência, mais autonomia e é possível planejar mais viagens, ou desfrutar melhor a companhia das pessoas”, diz Vânia.


Controle das emoções: quando jovens, somos por muitas vezes dominados pelas emoções. Com a maturidade, esse cenário geralmente muda, e traz muitos benefícios para as decisões ou situações que devemos lidar. “A partir dos 50 anos, as pessoas têm, sim, uma condição maior de lidar com emoções. Não há mais aquele ímpeto da juventude, aquela ânsia de viver as coisas tão intensamente”, diz Vânia.

A vida, nesse momento, já ensinou muitas coisas por meio das experiências vividas, e esse aprendizado é muito rico, pois vai tornando as pessoas mais conscientes, fazendo com que elas tenham mais condições de lidar com as limitações que a vida nos impõe, e gerenciar melhor as frustrações, explica a psicóloga.


Realização de sonhos: apesar de a realização de sonhos ser uma prioridade em todas as fases da vida, Vânia explica que, a partir dos 50 anos, sobra um pouco mais de espaço para eles. “Isso acontece porque a pessoa não está mais tão preocupada em enfrentar a vida. Normalmente muitos já criaram os filhos, já estão com vida profissional mais estabilizada e podem usufruir daquilo que construíram. É um momento da vida que sobra mais espaço e mais tempo para que a pessoa olhe para si, se enxergue e se priorize”, explica a psicóloga. “Ela passa a ir em busca daquilo que entende que vai trazer felicidade e satisfação”.


 Mudanças hormonais: a mulher aos 50 anos, por exemplo, está passando ou está próxima da fase da menopausa, e essa mudança hormonal impacta tanto fisicamente como emocionalmente. “Os sintomas psíquicos mais presentes são alteração de humor, tristeza, flutuação emocional, cansaço, desânimo, pouca paciência, pavio mais curto”, explica a psicóloga. Com isso, essa fase da vida pode ficar conturbada, caso a mulher não procure ajuda médica. “O ideal é consultar um ginecologista para entender a necessidade ou não de fazer reposição hormonal”, diz.

Vale lembrar que nem todas as mulheres reagem da mesma forma na menopausa. “No entanto, muitas vezes por causa dos sintomas físicos, como insônia e ondas de calor, há interferência na vida social da mulher, pois esses fatos mexem muito com o humor, então ela se sente mais cansada e às vezes com falha de memória. A alteração hormonal também pode impactar na vida sexual da mulher”. Por isso, é importante manter uma alimentação equilibrada, a prática de atividade física e sempre consultar um médico para que essa transição hormonal seja tranquila.

E não pense que os homens escapam: por volta dessa idade, há o que se chama popularmente de andropausa, a deficiência androgênica do envelhecimento masculino. Por essa razão, é importante que os homens também consultem um médico para avaliar como está a saúde e equilibrar os hormônios, se for necessário.


 Perdas físicas: Vânia explica que é importante ter em mente que a partir dos 50 anos, as perdas físicas começam a ser mais frequentes, afinal, nem todos conseguem ter a mesma flexibilidade de antes. “É importante entender e aprender a lidar com as restrições que são inerentes a essa fase da vida. Isso, se não for bem trabalhado, pode trazer tristeza ou melancolia. A tecnologia nos permite acesso a inúmeras atividades que melhoram nossa qualidade de vida, mas se estiver difícil internalizar essas mudanças, a ajuda psicoterápica é bem-vinda. É preciso lembrar de valorizar os bons momentos e jamais se isolar, pois isso pode aumentar a tristeza e levar à depressão”, diz a psicóloga.



Estudos científicos
Dores

Delícias

Mulheres começam a sentir os sintomas da menopausa, como cansaço e alterações do sono. Em ambos os sexos, também aparecem sintomas físicos como fraqueza muscular, de cabelos e unhas, ganho de peso e ressecamento da pele. Os novos 50 buscam especialistas para manter vitalidade e atividades. (Fontes: Pesquisas Best Age, 2018; Instituto Lumina)
A curva da felicidade tem o formato da letra U, e indica que a felicidade é maior no começo da vida, diminui ao longo dos anos e atinge seu ponto mais baixo por volta dos 45 anos. Depois volta a subir, mostrando que as pessoas mais velhas com boa saúde, estabilidade financeira e afetiva podem sentir-se tão felizes quanto as pessoas mais jovens, de acordo com a antropóloga brasileira Mirian Goldenberg, especialista em envelhecimento.


25% dos brasileiros nessa faixa etária temem mais as mudanças no corpo e a sensação de se sentirem feios do que a pobreza ou a doença. A segunda principal preocupação do brasileiro com 50 anos ou mais é a falta de dinheiro (20%), seguida pela solidão (18%), sentir-se inútil (14%), ser um peso para outras pessoas (11%). (Fonte: Instituto Locomotiva, 2019).
O Youtube é a plataforma preferida de vídeos para pessoas entre 45-55 anos, com preferência três vezes maior que o segundo player. No canal, a troca de experiências intergeracionais é uma realidade (Fontes: Video Viewers, Provokers/Google, 2018).





Celebridades aos 50 anos em 2019
Dira Paes
Marcos Pasquim
Adriana Esteves
Dan Stulback
Monica Martelli
Jennifer Aniston
Javier Bardem
Cate Blanchett
Jay-Z
Jennifer Lopez

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