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quinta-feira, 15 de março de 2018

Fique invisível: 5 formas de não ser bombardeado por anúncios na internet



Você já teve aquela sensação de estar sendo perseguido pelos anúncios online? Aquele momento em que, uma hora depois de usar o buscador para verificar passagens aéreas, aparece um banner justamente sobre esse tema em sua rede social? Apesar de serem legalizadas, essas publicidades, quando em excesso, podem incomodar o usuário. Sabendo disso, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças digitais, oferece algumas dicas para os internautas diminuírem as publicidades inconvenientes que recebem, seja por e-mail, redes sociais, navegador ou até sites de busca.  


Silencie rastreadores

Um número crescente de empresas envia anúncios baseados na localização dos clientes. Podem ser ofertas de suas lojas ou apenas maneiras de incentivá-lo a experimentar um novo produto de uma nova marca. Uma maneira de impedir que esse tipo de anúncio apareça em seu dispositivo móvel é desligar Wi-Fi, Bluetooth e Near-Field Communication (NFC) quando não estiver usando. Alguns dispositivos até permitem que você crie atalhos para que você possa alternar essa funcionalidade de forma rápida e fácil.


Faça uso do opt-out 

 

A maioria das redes sociais, sites de busca, e-mail marketings e navegadores, geralmente permite ao usuário optar por não receber publicidade personalizada, um recurso chamado de opt-out. Apesar de nem sempre perfeitos, estes recursos permitem você ficar livre de anúncios indesejados e, sempre que precisar, revisar suas preferências. As ferramentas geralmente não permitem retirar todos os anúncios, mas com certeza ajudam a diminuir muito a porcentagem deles. 


Bloqueie cookies de terceiros

Um cookie é um pequeno arquivo, que guarda informações do conteúdo do endereço Web visitado. Os cookies de terceiros são os que são gerados por um website diferente do que o que está sendo explorado – por exemplo, um anunciante. Bloqueando-os, por meio das configurações do navegador ou com uma extensão, é possível eliminar aqueles anúncios que parecem te perseguir de um site a outro para que compre especificamente um produto ou serviço.


Delete informações de Data Brokers

 

Data Brokers são entidades que compilam e vendem informação de consumidores na Internet. Se você quiser realmente ficar invisível para os bancos de dados, você pode entrar em contato individualmente com os data brokers e pedir para que suas informações sejam deletadas. Apesar de ser um pouco demorado e um tanto trabalhoso, pode valer a pena. Hoje é possível até contratar serviços de empresas que fazem esse processo para você. 

Use um mascara/gerador de emails

 

Depois de ficar invisível aos bancos de dados das empresas, você praticamente não terá mais incômodos. Para manter esse status, é recomendável que você use programas que mascarem seu endereço de e-mail. 

Esses aplicativos geram endereços que vão servir para um único uso. Por exemplo, a cada compra online, o usuário terá um endereço específico e temporário de correio eletrônico para aquele cadastro. Com isso, é possível fugir de newsletters inconvenientes, que muitas vezes, nem mesmo são originárias do site no qual a compra foi realizada, mas sim de terceiros, que compraram as informações. 

As máscaras de e-mail são úteis também para saber de onde provêm os spams, pois o programa verifica para qual máscara de endereço de e-mail foi enviado o correio indesejado. Consequentemente, é possível saber que empresa vazou seus dados.

Um estudo do IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil em parceria com a comScore, mostra que o investimento em publicidade no meio digital brasileiro gira em torno de R$ 11,8 bilhões. Neste mercado bilionário e cada vez mais forte, é possível que o usuário não consiga controlar 100% onde e como seus dados serão utilizados para gerar anúncios, mas o que se pode fazer é evitar receber publicidade excessiva adotando essas práticas.







ESET
@eset_brasil     /company/eset-brasil


 

eSocial: os benefícios da obrigação




O eSocial já é uma realidade no nosso dia a dia e, agora em março, começa a segunda fase de sua implantação. Nesta etapa, destinada às empresas, todas elas precisam compor o Registro dos Trabalhadores já a partir do primeiro dia do mês, e esse cadastramento inicial de vínculos deve ser prioridade.

Ou seja, passa a ser obrigatório o início do cadastramento da base de empregados, que deve estar preenchida completamente até dia 30 de abril. Este trabalho recai diretamente aos RHs das empresas, e é óbvio que ele traz algumas questões relacionadas ao setor, que precisa compilar as informações e ser minucioso na hora de enviar as informações ao novo sistema.

O risco de multas pela omissão - por qualquer motivo que seja - de dados existe, e deve ser levado em conta pelas empresas. Não acho que devemos enxergar isso de forma negativa. Pensem comigo: se o governo procura ganhar produtividade e simplificar a compilação das informações, o mesmo vale para as empresas, não?

A questão é que os próprios RHs das empresas é que preenchem os dados, e como seres-humanos, estão sujeitos a erros. É normal. Ou seja: temos um cenário - o eSocial - e o fato de que o envio dos dados está sujeito a erros. Nesse sentido, como minimizar os problemas, evitar multas ou penalizações e ainda otimizar o cadastramento das informações?

Uma ferramenta, como um software, por exemplo, que atenda o eSocial de forma integrada e alinhada às rotinas do RH simplifica a obrigação, e não só isso. Ajuda - e muito - a evitar erros antes que eles sejam enviados ao sistema. Num processo de admissão, por exemplo, em que, no novo contexto, se exige ser ainda mais rápido e ágil, o envio de um dado errado pode dar dor de cabeça. Mas com uma ferramenta específica, o erro pode ser interceptado ainda na hora do preenchimento dos dados e, consequentemente, consertado a tempo.

Volto a lembrar que o eSocial está muito longe de ser algo negativo. Pelo contrário, é algo que veio para minimamente desburocratizar o trabalho do RH para com o Governo e ajudar na coleta dos dados dos trabalhadores.

Óbviamente a fase de adaptação é normal, exige aprendizado, prática e mais cuidados. Porém, com um bom software de gestão, é possível dinamizar o processo minimizando erros e dando muito mais eficiência ao trabalho do backoffice. 






Jeanderson Gripa - Gerente de Desenvolvimento de Sistemas da Benner


Mais de 1,5 milhão de trabalhadores do estado ainda não sacaram o Abono Salarial ano-base 2016



Ministério do Trabalho libera último lote de pagamento nesta quinta-feira (15)


Trabalhadores de São Paulo devem ficar atentos ao calendário de saque do Abono Salarial do PIS/ Pasep ano-base 2016. O Ministério do Trabalho libera a partir desta quinta-feira (15) o pagamento do benefício para quem é da iniciativa privada e nasceu nos meses de maio e junho. Também a partir desta data serão pagos os servidores públicos com final da inscrição 8 e 9. Este é o último lote de pagamento. Com isso, quem se enquadra na regra do abono terá o dinheiro liberado. O prazo final para o saque é 29 de junho. A partir daí, o recurso volta para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Os recursos disponíveis do benefício no estado somam R$ 1.128.491.321.18. No total, 1.556.227 de trabalhadores ainda não sacaram o benefício. O valor que cada trabalhador tem para receber é proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente no ano-base e varia de R$ 80 a R$ 954. Quem trabalhou durante todo o ano recebe o valor cheio. Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo. E assim sucessivamente.  Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro na Caixa. Para os funcionários públicos, a referência é o Banco do Brasil.


No Brasil

O Abono Salarial ano-base 2016 começou a ser pago em 27 de julho de 2017. Desde então, 17.978.582 trabalhadores já receberam o benefício, o que representa 73,3% do total. Os valores sacados até agora somam mais de R$ 13,2 bilhões. Mas ainda há um valor superior a R$ 4,8 bilhões disponíveis.

O ministro interino do Trabalho, Helton Yomura, lembra que o FAT é a fonte de pagamento do Abono Salarial e do Programa de Seguro-Desemprego. Portanto, o dinheiro que não for usado para pagar esses benefícios agora, será usado no pagamento de benefícios posteriores. “Os recursos do FAT são para os trabalhadores. Esse dinheiro do abono é um direito histórico e importante que foi conquistado. Portanto, não deixe de ver se tem direito ao benefício e, caso tenha, procure uma agência bancária e faça o saque”, reforça.


SAIBA MAIS

Quem tem direito ao Abono Salarial:

Para ter direito ao benefício é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2016 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador tinha de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). 


Para mais informações:

• Alô Trabalho do Ministério do Trabalho: 158
• Caixa: 0800-726 02 07
• Banco do Brasil: 0800-729 00 01
(As ligações são gratuitas de telefone fixo e podem ser feitas de qualquer cidade brasileira)



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