O eSocial já é uma realidade
no nosso dia a dia e, agora em março, começa a segunda fase de sua implantação.
Nesta etapa, destinada às empresas, todas elas precisam compor o Registro dos
Trabalhadores já a partir do primeiro dia do mês, e esse cadastramento inicial
de vínculos deve ser prioridade.
Ou seja, passa a ser
obrigatório o início do cadastramento da base de empregados, que deve estar
preenchida completamente até dia 30 de abril. Este trabalho recai diretamente
aos RHs das empresas, e é óbvio que ele traz algumas questões relacionadas ao
setor, que precisa compilar as informações e ser minucioso na hora de enviar as
informações ao novo sistema.
O risco de multas pela
omissão - por qualquer motivo que seja - de dados existe, e deve ser levado em
conta pelas empresas. Não acho que devemos enxergar isso de forma negativa.
Pensem comigo: se
o governo procura ganhar produtividade e simplificar a compilação das
informações, o mesmo vale para as empresas, não?
A questão é que os
próprios RHs das empresas é que preenchem os dados, e como seres-humanos, estão
sujeitos a erros. É normal. Ou seja: temos um cenário - o eSocial - e o fato de
que o envio dos dados está sujeito a erros. Nesse sentido, como minimizar os
problemas, evitar multas ou penalizações e ainda otimizar o cadastramento das
informações?
Uma ferramenta, como um
software, por exemplo, que atenda o eSocial de forma integrada e alinhada às
rotinas do RH simplifica a obrigação, e não só isso. Ajuda - e muito - a evitar
erros antes que eles sejam enviados ao sistema. Num processo de admissão, por
exemplo, em que, no novo contexto, se exige ser ainda mais rápido e ágil, o
envio de um dado errado pode dar dor de cabeça. Mas com uma ferramenta
específica, o erro pode ser interceptado ainda na hora do preenchimento dos
dados e, consequentemente, consertado a tempo.
Volto a lembrar que o
eSocial está muito longe de ser algo negativo. Pelo contrário, é algo que veio
para minimamente desburocratizar o trabalho do RH para com o Governo e ajudar
na coleta dos dados dos trabalhadores.
Óbviamente a fase de
adaptação é normal, exige aprendizado, prática e mais cuidados. Porém, com um
bom software de gestão, é possível dinamizar o processo minimizando erros e
dando muito mais eficiência ao trabalho do backoffice.
Jeanderson Gripa - Gerente de Desenvolvimento de Sistemas da
Benner
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