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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Intolerância a lactose, o que fazer?



 
A Intolerância à Lactose é uma dificuldade do organismo para digerir e absorver o açúcar do leite (lactose). Diarréia, cólicas, distensão abdominal (barriga estufada) e náuseas são os sintomas mais comuns e podem ocorrer em pouco tempo após a ingestão do leite de vaca.


Alimentos permitidos:

- Pães e biscoitos à base de água ou soja;

- Chocolate à base de soja;

- Todas as frutas, verduras e legumes;

- Carnes de boi, aves, porco, peixe e frutos do mar;

- Gelatinas ou doces à base de soja;

- Queijo de soja (tofú) e leite de soja (Ades®);

- Carne de soja (proteína texturizada de soja);

- Sucos industrializados à base de soja.


Alimentos proibidos:

- Leite de vaca, leite condensado, creme de leite, chantilly;

- Pães, bolos e biscoitos recheados à base de leite;

- Chocolates comuns, sorvete, pudins;

- Purês, tortas, preparações com creme branco, sopas cremosas;

- Margarina, manteiga, iogurtes, todos os tipos de queijo que contenham leite.



Recomendações Gerais:

- Quantidades pequenas de leite de vaca e seus derivados geralmente são bem tolerados, sendo permitido o consumo de alimentos que contenham um pouco de leite, como bolachas, bolos, entre outros, mas deve-se observar atentamente a capacidade do organismo em tolerar estes alimentos sem causar nenhum sintoma prejudicial ao indivíduo;

- Ler sempre os rótulos dos alimentos, verificando se existe leite em sua composição ou se possuem a expressão “não contém lactose”
10     mitos e verdades sobre a lactose

1.     A lactose está presente em todos os alimentos lácteos.
MITO. Nem todos os alimentos elaborados a partir do leite de origem animal possuem lactose. Este é o caso de alguns queijos, que devido ao seu processo de fabricação, a lactose é eliminada naturalmente.

2. Leite de cabra ou de ovelha não tem lactose MITO. Todos os leites de origem animal possuem lactose em sua composição. Até mesmo o leite materno. Alguns alimentos como iogurtes e queijos elaborados com leite desses animais podem ter a lactose eliminada seja pelo processo natural de fabricação ou pelo uso da enzima lactase.

3. Leite de coco não contém lactose
VERDADE. A lactose é um carboidrato presente somente no leite de origem animal. Os chamados leites vegetais, como o leite de coco, de soja, arroz e outros não têm lactose.

4. A lactose é a principal causadora de alergias respiratórias em crianças.
MITO. É muito comum ouvirmos falar sobre “alergia à lactose”, mas acredite: a lactose nunca será a causadora de alergias! Quando falamos em alergia alimentar, são as proteínas do leite as principais causadoras de processos alérgicos em crianças. Proteína e lactose são substâncias diferentes, e com frequência são confundidas pela população.

5. Iogurtes contêm baixo teor de lactose, por tanto podem ser consumidos por pessoas com IL.
MITO. Segundo pesquisas feitas para identificar o teor de lactose de alguns iogurtes, foi verificado que a redução da lactose de iogurtes comuns (com culturas de lactobacilos vivos) é de apenas 20 a 30%. Para que a redução seja adequada para o consumo, ela deve ser acima de 70%, sendo que a tolerância ao produto será de acordo com cada pessoa. Por isso, apenas os iogurtes à base de soja ou iogurtes cujos rótulos indiquem claramente que são baixa lactose/sem lactose podem ser considerados adequados para o consumo por pessoas com IL.

6. Pessoas que fazem dieta de restrição aos lácteos necessitam fazer uma suplementação de cálcio.
VERDADE. O leite e seus derivados são boas fontes de cálcio e quando não estão presentes na dieta é necessário readequar a sua alimentação para obter o cálcio de outras fontes.  É comum acreditar que o cálcio esteja presente apenas em alimentos lácteos, mas isso não é verdade. Há diversos alimentos de origem vegetal que são ótimas fontes de cálcio como o brócolis, o espinafre, o gergelim, o amaranto e até mesmo o suco de laranja. Para quem quer ver uma lista completa de alimentos de origem vegetal que contenham cálcio. Outra opção são os produtos com adição de cálcio, como é o caso dos leites e iogurtes de soja.

7. A hipolactasia primária, a intolerância à lactose que geralmente ocorre em jovens adultos, é na verdade uma condição natural do ser humano.
VERDADE. Todos os seres humanos, assim como os mamíferos, deveriam beber leite apenas durante o período de amamentação. Com isso, a enzima lactase produzida pelo nosso organismo iniciava um processo natural de redução logo após o desmame. Foi ao longo de milhares de anos que o homem acabou sofrendo uma mutação genética, adquirindo a capacidade de continuar a consumir alimentos lácteos devido à persistência da produção da enzima lactase. Isso ocorreu a partir do momento em que alguns povos começaram a domesticar animais e introduziram o leite animal e seus derivados em sua dieta.

8. Ácido lático é um derivado do leite.
MITO. Um ingrediente muito comum em alimentos industrializados, o ácido lático utilizado na indústria alimentícia é 100% de origem vegetal.

9. Pessoas com intolerância à lactose não devem consumir nenhum alimento lácteo.
MITO. A IL é uma condição bastante individualizada. Cada pessoa possui um grau maior ou menor de intolerância com sintomas que também podem variar. Mas pode-se dizer que uma grande maioria dos IL podem consumir alimentos com baixo teor de lactose sem ter sintomas de intolerância, como queijos, manteiga e leites com baixo teor de lactose. Além disso, existem as cápsulas de enzima lactase que ajudam muitas pessoas a comerem alimentos lácteos.

10. Alimentos com traços de lactose estão liberados para os IL VERDADE. Os traços de lactose são geralmente frações de leite ou derivados que alguns alimentos recebem devido a fabricação em maquinários compartilhados. Mas essas frações mínimas não afetam os intolerantes à lactose.





Sabor Integral Consultoria em Nutrição
Paula Castilho- Nutricionista
Tel: (11) 41132806 / (11) 41132809

Paula Fernandes Castilho
Nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP Capacitada em Fitoterapia em Nutricosméticos. Diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição



7 VERDADES SOBRE A ABDOMINOPLASTIA



A barriga perfeita faz parte do padrão de beleza desejado por homens e mulheres. Não importa o sexo. Eles não medem esforços para executar as repetitivas séries de atividades físicas, que resultam nos famosos “gominhos”, principal característica do chamado abdômen de tanquinho. Já elas ficam sempre de olho nas novidades que possam dar um adeus aos “pneuzinhos” e “pochetes” e garantir a barriga bem travada.
O abdômen é a região do corpo que mais acumula gordura, daí a explicação para tanta dificuldade em alcançar os resultados. Os excessos de gordura e pele levam muitas pessoas a buscarem a cirurgia plástica estética como solução e acabar com aquilo que a atividade física não resolve. Trata-se da abdominoplastia que objetiva retirar esses acúmulos, acabar com a flacidez e promover melhores contornos da área. Saiba agora 7 verdades sobre esse procedimento.

1.   Estatísticas
O interesse é tão grande que a abdominoplastia está entre as cirurgias plásticas estéticas mais procuradas. As mulheres são as que mais buscam, mas os homens também têm se interessado pelo assunto. O Brasil chega a ser líder. Dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery revelam que, em 2013, o nosso país liderou esse tipo de cirurgia ao lado da lipoaspiração e da mamoplastia.

1.   Indicação
A abdominoplastia é indicada para quem convive com quantidade de pele e de gordura além do normal, na região abdominal. Em geral, são pessoas que trazem um excesso de flacidez por predisposição genética, sofrem do efeito sanfona (períodos alternados de aumento e diminuição de peso) e mulheres com histórico de partos múltiplos.
No caso da gravidez, que provoca uma grande dilatação do abdômen e afastamento dos músculos, recomenda-se que a mulher aguarde, pelo menos, seis meses depois do parto para fazer a abdominoplastia.
Vale ressaltar que caberá ao médico, durante consulta, constatar se existe realmente a necessidade de realizar o procedimento ou se a simples prática de exercício físico pode ser suficiente. É ele quem dirá também quanto poderá ser removido.
“Importante alertar para a escolha do especialista. Trata-se de uma cirurgia delicada, com riscos e que só deve ser realizada por médicos que fazem parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), por estarem devidamente capacitados para tal procedimento. Esse cuidado já representa um grande passo para evitar problemas”, ressalta a cirurgiã plástica, Dra. Wanessa Sigiane.

1.   Pré-operatório
O médico, além de fazer uma entrevista com o paciente durante as consultas, solicitará todos os exames que possam afastar suspeitas de doenças que representem um risco e confirmem as boas condições do paciente. Entre eles: exames de sangue e urina, avaliação cardíaca, ecografia abdominal e raio x do tórax.

1.   Procedimento
A cirurgia dura entre 2h30min e 5 horas. Quanto mais excesso a ser retirado, maior a duração. Os tipos de anestesia mais usados são a peridural e a geral. Caberá ao profissional decidir.
O médico faz um corte horizontal na região pouco acima dos pelos pubianos, chamada de suprapúbica. Assemelha-se ao da cesariana, só que mais longo (estende-se até as proximidades dos ossos dos quadris) por conta do tecido a ser removido. Em seguida, desloca-se a pele e a gordura da camada músculo-aponeurótica e, por fim, retiram-se as sobras.
Caso haja outro procedimento conjunto, como uma lipoaspiração, por exemplo, o tempo pode ser ainda maior no centro cirúrgico.

1.   Cicatriz
Difícil afirmar como ficará. Tudo vai depender da genética do paciente, de como o organismo reage e dos cuidados durante a recuperação. Em geral, nos primeiros meses, a cicatriz fica avermelhada, inchada, endurecida e um pouco elevada. Cerca de 6 meses a um ano depois, tende a começar a abaixar e iniciar o processo de clareamento. É muito normal também haver certa perda de sensibilidade da região.
Muitas mulheres fazem a seguinte pergunta: será que vou poder usar biquíni? Sim. Como já dito anteriormente, o corte é feito perto dos pelos pubianos.

1.   Pós-operatório
A internação normalmente é de 24 horas. Esse é o tempo ideal para que o paciente fique em observação. Ao deixar o hospital, ele recebe uma lista de cuidados a serem seguidos e, diga-se de passagem, muito bem seguidos para que o resultado seja o melhor possível. Seguem alguns:
- repousar durante os primeiros 15 dias;
- andar levemente encurvado e ao deitar manter o tronco e as coxa um pouco mais elevados (colocar 2 travesseiros sob essas regiões), para evitar estiramento da região operada;
- fazer uma dieta balanceada;
- retornar após o sétimo dia para retirar os pontos, conforme indicado pelo especialista;
- evitar qualquer tipo de esforço físico durante um mês;
- retornar às atividades físicas apenas após liberação do profissional;
- evitar exposição ao sol por pelo menos 3 meses para não haver escurecimento da cicatriz;
- após esse período, usar protetor solar na região.

1.   Resultados
O resultado definitivo aparece, aproximadamente, entre 6 e 12 meses depois. As mudanças são gradativas, e o paciente deve ter calma quanto às adaptações do corpo.
“Muitas mulheres acham que vão emagrecer. Não se iluda e não espere milagres. A abdominoplastia não serve para perder peso. Claro que, com a remoção de gordura e pele, alguns (poucos) quilos vão embora, mas nada significativo. Esse tipo de procedimento é para acabar com os excessos e melhorar a forma”, conclui a Dra. Wanessa Sigiane.
A especialista acrescenta que o ideal é realizá-lo apenas uma vez, mas, se o paciente externar vontade de repetir o procedimento, caberá ao médico avaliar se há condições de repetir a cirurgia com total segurança.


Dra. Wanessa Sigiane - Formada, em 2001, pela Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP), no Rio de Janeiro. Fez residência médica em Cirurgia Geral, no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e em Cirurgia Plástica, no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), ambos no Distrito Federal. Vale ressaltar que o HRAN é referência em cirurgia plástica no DF e na região de entorno do Distrito Federal. Durante a residência, adquiriu ampla formação, tanto na estética como na reparadora. Desta forma, está preparada para atuar em qualquer ramo da cirurgia plástica. A Dra. Wanessa Sigiane apaixonou-se pela Rinoplastia (procedimento para corrigir as falhas no nariz). Ciente da responsabilidade e da missão que tem nas mãos, a Dra. Wanessa Sigiane não poupa cuidado, dedicação e esmero técnico nos procedimentos que realiza. Além disso,  prima pela excelência na qualidade do relacionamento com os pacientes.

Clínica Angiovitta
Centro Clínico Sudoeste – sala 211
Contato: 3233-4047 e 3361-2456

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