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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como prevenir





A dengue, a zika e a chikungunya são três doenças que circulam no Brasil transmitidas pelo mesmo vetor: o mosquito aedes aegypti. Todas elas têm as mesmas características sintomáticas: febre alta, dor no fundo dos olhos, vermelhidão na pele, coceira e distúrbios gástricos.

Após os primeiros sintomas o paciente deve buscar uma unidade de saúde para orientações. 

A automedicação pode ser perigosa, principalmente em casos de dengue. Medicamentos compostos por ácido acetilsalicílico podem agravar a doença. Não se faz uso de ácido acetilsalicílico no caso dessas doenças. Esse medicamento, amplamente usado pelos brasileiros, pode trazer problemas de disfunção circulatória e levar a quadros hemorrágicos. Quando diagnosticadas e tratadas ainda no início, a dengue, a zika e a chikungunya tem bom prognóstico e geralmente são curadas sem apresentar evoluções mais graves ou sequelas.


Prevenção de todos é extremamente importante

A melhor forma de prevenir estas doenças é a eliminação do vetor. Como não existem vacinas ou medicamentos que impeçam a contaminação, é necessário diminuir a quantidade de mosquitos que circulam nos ambientes. Para isso, é fundamental eliminar os criadouros do aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. O cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. Eliminar garrafas, sacos plásticos e pneus velhos que ficam expostos à chuva, além de tampar recipientes que acumulam água como caixas d´agua e piscina, são fundamentais para este controle.




Assoc. Comercial de Ubatuba 



VERÃO PREDISPÕE AO TERÇOL



 Os gatilhos são a maior oleosidade da pele, a propagação de bactérias e dormir com maquiagem. Saiba como evitar.


Dor e vermelhidão na pálpebra superior ou inferior acompanhada da formação de um pequeno nódulo que parece um espinha são os sintomas do hordéolo, popularmente conhecido como terçol. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a doença pode aparecer em qualquer período do ano,  mas é mais comum no verão. Isso porque, explica, o terçol é uma inflamação das glândulas de zeiss e moll que ficam na base dos cílios. É provocada pelo acúmulo de oleosidade da pele  e proliferação de bactérias que aumentam no calor.

O especialista destaca que os principais grupos de risco são os adolescentes, quem têm acne, pessoas com blefarite - inflamação crônica das pálpebras - e mulheres que usam maquiagem de baixa qualidade, vencida ou não retiram completamente antes de dormir.

"Quando a inflamação obstrui as glândulas sebáceas de Meibomius, localizada na base das pálpebras e responsáveis pela produção da camada lipídica da lágrima, forma o calázio",  afirma. O oftalmologista explica que ao contrário do terçol que pode desaparecer espontaneamente em 7 a 10 dias, o calázio pode necessitar de intervenção cirúrgica. Isso porque, a obstrução forma um granuloma que pode atrapalhar a visão de acordo com a quantidade  de secreção sebácea acumulada.


Tratamento

Queiroz Neto recomenda ao primeiro sinal tanto de terçol como de calázio  aplicar quatro vezes ao dia compressas mornas feitas com gaze e soro fisiológico durante quinze minutos. Caso não perceba melhora em dois dias é necessário consultar um oftalmologista para prescrição de antibiótico para terçol ou cirurgia do calázio.

O especialista afirma que durante a noite a produção da camada aquoso da lágrima é menor. Por isso, é necessário fazer uma higienização cuidadosa da região dos olhos antes de ir dormir e pela manhã, de preferência com xampu neutro.
Prevenção


As principais recomendações do médico para evitar doenças nas pálpebras são:

·         Lave as pálpebras e base dos cílios com xampu de PH neutro, como os infantis.

·         Retire toda a maquiagem dos olhos antes de dormir.

·         Evite maquiar a borda interna das pálpebras.

·         Descarte as maquiagens vencidas.

·         Não compartilhe maquiagem e outros cosméticos

·         Faça um exame de refração em caso de recidivas de calázio.






Câncer de Pele - Dicas que podem salvar vidas no verão



Autoexame também é uma prática saudável para se prevenir contra a doença



Os dias mais longos e as altas temperaturas de verão atraem as pessoas para as praias e atividades ao ar livre. Mas o convívio nesse ambiente saudável de contato com o sol exige um cuidado especial para proteger a pele e evitar o surgimento do câncer de pele, doença que ataca 175 mil brasileiros por ano.
A mais grave forma de câncer de pele, o melanoma, atinge quase 6.000 pessoas por ano e representa 4% dos tumores malignos no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), podendo levar à morte a partir de uma simples e pequena pinta.
A exposição exagerada ao sol é o principal fator que pode comprometer definitivamente a nossa saúde. O problema pode, porém, ser facilmente evitado se alguns cuidados forem observados.


PROTEJA-SE

• Além de óculos de sol, use chapéus e bonés de abas largas e proteja as partes mais expostas. Não são raros os melanomas que surgem como pequenas pintas nos pés ou nas costas.

• Evite ficar sob o sol entre as 10 e 16 horas, quando a irradiação de ultravioleta é maior.

• Conheça o histórico de problemas de pele na sua família. Ele pode indicar a necessidade de cuidados especiais.

• Abuse do protetor solar em todas as partes do corpo. Repita a aplicação diversas vezes e não apenas no início da atividade.
• Lembre-se: protetor solar bloqueia somente até 55% dos raios ultravioleta que danificam a pele.


ATENÇÃO AOS ALERTAS DA SUA PELE

Os principais sinais de alerta são pintas ou lesões novas que surgem na pele. Por isso, um autoexame rotineiro é fundamental.


TRATAMENTO

Quando o melanoma é identificado precocemente, faz-se cirurgia no local. Mas se o melanoma se espalha para outras partes do corpo, o tratamento pode ser realizado com medicamentos de última geração.


O ABCDE QUE PODE SALVAR VIDAS

A observação rotineira dos cinco passos da tabela abaixo é fundamental. Um ABCDE que pode salvar muitas vidas.

Então, atenção a eles:



Fontes: Bristol-Myers Squibb, Skin Ceutical, World Lifestyle e INCA-Instituto do Câncer

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