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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Para realizar sonhos é preciso definir a si mesmo



Com muitos objetivos, mais do que sonhar em realizar coisas, é necessário pensar no que somos e agir para até onde queremos chegar



O que faz com que um atleta seja capaz de superar tantos obstáculos até alcançar o pódio Olímpico? São horas de esforço, dedicação, repetições, dor, desgaste físico e emocional, seletivas, rotinas duras de trabalho e ainda assim, a despeito de todas as adversidades, o esportista encontra motivação para ir além de seus limites e estabelecer novos recordes. Ação para ser super - Na junção das letras surge a palavra mágica que está presente minuto a minuto no vocabulário do atleta de ponta: superação. 

No universo da física a palavra resiliência é usada para definir a capacidade de um material para voltar ao seu estado normal após sofrer uma grande pressão. É isso que acontece com um competidor de ponta, as derrotas são temporárias. Eles choram, sofrem e em seguida voltam ao seu estado natural de potência. São pessoas de alta resiliência e usam as derrotas temporárias para aprender com os mínimos detalhes que não deram certo. Não existe erro, existe possibilidade de aprendizado continuo. As falhas funcionam como alavancas para progredirem, pois através delas podem perceber os detalhes que precisam ser ajustados para chegarem mais próximo da perfeição.

Quando estamos diante de um ouro olímpico, nós admiramos, respeitamos, são ídolos de nações inteiras. Eles têm qualquer coisa de irreal, super-heróis, são semideuses. Deixamos de lembrar o árduo caminho que percorreram até chegarem nesse degrau do pódio. Se modelarmos as estratégias de um atleta de ponta e incluirmos em nosso dia a dia profissional e pessoal, presenciaremos verdadeiros milagres em nossas vidas. Para que a mágica aconteça será necessário muita disposição, energia, perseverança, empenho, coragem para praticar, agir e superar na área da vida que escolhermos. “Se é possível para um é possível para o outro também” desde que se esteja disposto a agir. 

Independente do lugar em que uma pessoa se encontra nesse exato momento de sua vida é preciso se conscientizar que conquistar o que se quer não é uma questão de sorte onde alguns foram escolhidos. A vitória como resultado vem de uma junção de conhecimento com muitas estratégias, numa sequência correta. 

Muitas pessoas querem ter mais dinheiro, família perfeita, trabalhar com o que gostam, a casa dos sonhos e um corpo escultural. Mas poucas pessoas sabem o que fazer para conseguir. Se você quer conquistar o pódio Olímpico de sua vida comece ajustando as perguntas que te levarão ao lugar que deseja. A primeira pergunta é: Quem eu preciso me tornar para ter o que quero? Antes do “ter” vem o “ser”, pois é o conjunto de hábitos, crenças e valores diários que constroem uma identidade. Um atleta de ponta acredita que é possível, têm hábitos saudáveis e pratica exaustivamente os exercícios físicos e mentais.

Se o objetivo é ser promovido e ganhar mais dinheiro, quem você precisa se tornar para chegar lá? Quais habilidades e comportamentos serão necessários desenvolver? Se o objetivo é ter um corpo escultural, quem você precisa se tornar para conseguir? O que você está disposto a abrir mão na sua vida diária? O que terá que fazer e deixar de fazer, mesmo que sinta dor e desconforto? A mesma pergunta “quem eu preciso ser para ter o que eu quero?” serve para qualquer coisa que se queria conquistar. Decida quem você quer ser no futuro e aja como se o fosse no presente.  

Nem sempre é o atleta mais talentoso que chegará ao lugar mais alto do pódio e sim aquele que estiver mais bem preparado fisicamente e emocionalmente. O momento mágico é quando o corpo e a mente estão em perfeita harmonia, onde o único lugar é o aqui e o agora. É por essa sensação de plenitude, é por esse instante de perfeição que lutam os homens deuses, o ouro vem como celebração dessa conquista.



Hilda Medeiros - atua há quinze anos em consultório particular (http://www.taoconsultoria.com.br/index.php) como Coach e Terapeuta de profissionais liberais, empresários e executivos. Realiza palestras e workshops em todo o Brasil.

Cuidados para quem não abre mão das facilidades do cartão de crédito





Ter um cartão de crédito pode trazer facilidades, mas se a praticidade não vier acompanhada de uma boa dose de responsabilidade, você pode se ver em apuros com uma dívida enorme. Se você optar por usá-lo, deve ficar atenta para não perder o controle das finanças.

“O cartão de crédito representa facilidade, comodidade e acesso a crédito sem burocracia. Quem não o possui tem menos poder de negociação”, afirma Alcidney Sentallin, professor de Finanças do IBE-FGV e consultor de negócios.

A questão da praticidade é um chamariz para que as pessoas busquem o cartão de crédito, mesmo com receio dele se tornar uma fonte de dívidas.  “O risco é a forma de utilização. Use-o com moderação e bom-senso, afinal, não existe almoço grátis. Tenha cuidado com fraudes. Se fizer compras pela internet, veja se o site é confiável. Não use o rotativo do cartão de crédito. Se a fatura não estiver de acordo com o orçamento, a pessoa terá problemas”, diz Sentallin.


Fique sempre alerta aos juros do cartão. Segundo dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média de juros cobrada subiu de 441,76% ao ano em maio para 447,44% ao ano em junho. Quando você não paga o valor total da fatura, são estes os juros cobrados pela operadora.

“Não use crédito pessoal em cartão de crédito e nem o rotativo. Saia da dívida do cartão o quanto antes”, recomenda Sentallin. Segundo ele, quem se endivida deve parar de usar o cartão e renegociar as dívidas de acordo com o orçamento. Se você tiver mais de um cartão de crédito, dobre os cuidados. Você terá que arcar com mais tarifas e anuidades, o que pode levar à desorganização financeira.

Se tiver filhos crianças ou adolescentes e quiser contribuir com a educação financeira deles, você pode recorrer ao cartão de crédito pré-pago. Com ele pode ser mais fácil controlar os gastos, já que você só pode gastar o valor carregado. Em viagens para outros países, ele possui a vantagem de proteger contra a variação cambial e ser mais seguro do que carregar moeda estrangeira em espécie.

A mesada dos filhos também pode ser depositada no cartão pré-pago. Dessa forma, eles terão uma quantidade limitada de dinheiro para usar e terão que gerenciá-la. É um jeito de adquirirem disciplina e aprenderem a não gastar mais do que têm. O quanto antes os jovens entenderem a importância de cuidar bem do dinheiro, mais rapidamente poderão conquistar a independência financeira e realizar seus sonhos.

Como tirar proveito do tão temido conflito de gerações?



Não há como voltar atrás. A diversidade é uma realidade nas organizações e cada dia será mais frequente. E esta é uma excelente notícia: equipes de estilos e vivências diferentes, quando bem desenvolvidas, podem gerar mais soluções do que problemas


Ele tem o conhecimento sólido baseado na experiência, vê o trabalho como prioridade máxima e não se preocupa tanto com qualidade de vida. Já você tem a velocidade, conectividade, enxerga tendências de mercado e inovação. E entre vocês, existe ainda aquele que viveu parte de sua vida sem tecnologia, presenciou importantes fatos históricos, e teve que se adaptar às mudanças tecnológicas e de comunicação durante sua adolescência. 

Esse é um cenário muito comum nas corporações atuais, composto por três gerações de profissionais que convivem com frequência, possuem valores e visões de mundo e que muito poderiam agregar a qualquer organização, certo? Sim, mas nem sempre isso acontece. 

As diferenças na forma de se comunicar, de lidar com a hierarquia e liderança, a rotatividade profissional e a formalidade legítima a uma geração e absolutamente descartável à outra, tornam esse convívio cercado de barreiras e choques culturais. Mas será que é possível suavizar esses conflitos e respeitar o estilo de cada geração?  

Um dos caminhos pode ser o Coaching. Cada vez mais popular no Brasil, o processo pode oferecer ferramentas certeiras para clareza sobre a cultura da empresa e a esta realidade cada vez mais comum nas organizações.

Mas você já parou para pensar como cada geração vê o processo de Coaching? Esta também é uma questão interessante e nos ajuda a entender as particularidades de cada um.  Enquanto a geração Y encara com certa naturalidade os caminhos do Coaching, como uma ramificação do autodesenvolvimento e enriquecimento profissional, a geração X, acostumada à mudança, não dá tanta importância ao processo, mas participa em nome do comprometimento e dedicação a cultura da empresa. Já a geração dos veteranos, em sua maioria, não consegue ver com bons olhos a metodologia. Expor seus problemas, desafios, revelar dificuldades de adaptação às equipes para os chamados “baby boomers”, pode ser caracterizado como excesso de exposição. 

De fato, expor seus sentimentos, fragilidades, passar por um processo analítico realmente é desafiador, e não é para todos. Mas por outro lado, pode ser libertador quando você começa a enxergar que seu problema não é um bicho de sete cabeças e que muitos vivem e passam pelos mesmos caminhos de aprendizado, trocas e desenvolvimento.

Já para os jovens conectados, o reconhecimento, o confete e a visibilidade são fundamentais, característica de sua geração. E passar pelo processo de Coaching pode colocar em xeque a imagem de “superstar” que eles têm de si mesmos. Outro desafio do Coaching a esta geração é a questão do resultado. Se o processo não produzir resultados rápidos e palpáveis, rapidamente essa geração intrépida e volátil pode perder o interesse no mergulho ao conhecimento. 

Porém, quando bem aplicado aos conflitos de gerações, o Coaching é um processo fascinante. E o primeiro passo é conversar sobre a questão, abertamente, reconhecendo as diferenças e valorizando o que cada um tem de melhor: baby boomers, como excelentes mentores; geração X blindada a instabilidades; geração Y, uma máquina de soluções criativas. Entender que cada geração é diferente e, mais do que isso, se motiva por motivos próprios, inerentes ao histórico de cada momento do mundo em que viveram, faz parte de todo o processo. Assim como estar aberto a aprender e ensinar, com uso de uma comunicação mais híbrida, respeitando a diversidade, pode ser um caminho desafiador, porém de grandes resultados. 

A verdade é que não há como voltar atrás. A diversidade é uma realidade nas organizações e cada dia será mais frequente. E esta é uma excelente notícia: equipes de estilos e vivências diferentes, quando bem desenvolvidas, podem gerar mais soluções do que problemas. 

E você? Em que geração está? Como se comporta ao novo? Como reage ao diferente de você? O convite está feito.  Que tal começar pelo primeiro passo: a reflexão?




JULIANA ALBANEZ - Personal & Professional Coach, palestrante e jornalista. Especialista em Comportamento, Liderança Feminina, Gestão Pública e Comunicação, Juliana já levou suas palestras, treinamentos e sessões de coaching para milhares de pessoas no Brasil inteiro. Suas apresentações já lhe renderam os mais positivos feedbacks, principalmente de pessoas que deram a volta por cima em suas vidas e carreiras, graças aos seus conceitos e ensinamentos. www.julianaalbanez.com.br

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