Custos com
acidentes de bicicleta foram quase 6 vezes maiores que os do Ski, segundo Coris
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Um levantamento interno da Coris, referência em
assistência e seguro viagem, revela que a prática de ciclismo é hoje a atividade esportiva
que mais concentra despesas médicas entre brasileiros em viagens internacionais.
Pelo segundo ano consecutivo, Bike, Ski e Snowboard ocupam o topo do ranking de
esportes de aventura com maior impacto financeiro em atendimentos médicos no
exterior.
Os dados, porém, mostram uma diferença ainda mais
expressiva na liderança: os custos de sinistros relacionados à bicicleta
foram quase 6 vezes maiores do que os registrados no Ski —
segundo colocado no ranking. Já o Snowboard manteve-se na terceira posição,
reforçando o nível de exposição de viajantes que praticam esportes de neve.
A predominância da bicicleta nas despesas médicas
acompanha uma mudança clara no comportamento do viajante brasileiro. Além do
aumento do cicloturismo e de viagens com foco em experiências esportivas, a
bike também ganhou espaço como meio de deslocamento urbano em destinos
internacionais, ampliando a possibilidade de quedas, colisões e acidentes em
diferentes contextos.
“O brasileiro está viajando mais e diversificando
as experiências que busca no exterior. A prática de esportes, especialmente os
de aventura, entrou definitivamente no planejamento das viagens”, afirma
Cláudia Brito, diretora comercial e marketing da Coris. “O ciclismo envolve
desde trilhas técnicas até percursos urbanos, com diferentes níveis de risco.
Quando ocorre um acidente fora do país, os custos hospitalares tendem a ser
altos e muitos atendimentos exigem procedimentos complexos.”
Esportes de neve seguem
relevantes no volume e no custo
Mesmo atrás da bicicleta, Ski e Snowboard continuam
entre os esportes com maior frequência de sinistros e custos relevantes,
especialmente durante a temporada de inverno no hemisfério norte. Acidentes
nessas modalidades geralmente envolvem fraturas, lesões articulares e
atendimentos emergenciais em destinos de alto custo médico.
“Quando falamos de esportes de aventura, ter uma
cobertura adequada deixa de ser escolha e passa a ser necessidade”, reforça
Cláudia. “Atendimentos que envolvem internação, remoção médica, cirurgia ou
acompanhamento especializado podem ultrapassar facilmente valores altíssimos no
exterior. O seguro viagem garante suporte operacional, financeiro e emocional
em um momento desafiador para o viajante e sua família.”
Com o crescimento das viagens ligadas a atividades
esportivas, a Coris reforça a importância de que os viajantes avaliem
atentamente as coberturas contratadas antes de embarcar, principalmente quando
há intenção de praticar esportes de aventura.
A recomendação inclui:
- contratação
de planos com cobertura específica para esportes de aventura
- atenção
aos limites de despesas médicas
- verificação
de cobertura para remoção e repatriação
- suporte
em português e atendimento 24h
“Mais do que proteção financeira, o seguro garante
acesso estruturado a redes hospitalares qualificadas, coordenação médica
internacional e assistência integral em situações de emergência”, conclui a
diretora.
Sobre o levantamento
O levantamento considera sinistros registrados pela
Coris em 2025 envolvendo viajantes brasileiros que praticaram esportes de
aventura no exterior, avaliando volume e custo das despesas médicas associadas
às ocorrências.
https://coris.com.br/
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