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domingo, 1 de março de 2026

Fevereiro Roxo chama atenção para o cuidado com pets idosos e doenças neurodegenerativas

Campanha alerta para sinais de declínio cognitivo em pets idosos, condição comparável ao Alzheimer humano

 

O mês de fevereiro ganha um novo significado também na medicina veterinária. Conhecido como Fevereiro Roxo, o período é dedicado à conscientização sobre os cuidados com animais idosos e a atenção às doenças neurodegenerativas, condições cada vez mais comuns diante do aumento da longevidade de cães e gatos.

O mês de fevereiro ganha um novo significado também na medicina veterinária. Conhecido como Fevereiro Roxo, o período é dedicado à conscientização sobre os cuidados com animais idosos e a atenção às doenças neurodegenerativas, condições cada vez mais comuns diante do aumento da longevidade de cães e gatos.

Com os avanços da medicina veterinária e a maior proximidade entre tutores e seus pets, os animais vivem mais — e envelhecer passou a exigir cuidados específicos. Assim como ocorre com humanos, o avanço da idade pode trazer alterações cognitivas, comportamentais e físicas que impactam diretamente a qualidade de vida.

 

Entre as principais condições observadas está a chamada disfunção cognitiva, frequentemente comparada ao Alzheimer em humanos. Os sinais incluem desorientação, alterações no sono, perda de hábitos de higiene, vocalização excessiva e mudanças de comportamento. Muitas vezes, esses sintomas são confundidos com “manias da idade”, o que pode atrasar o diagnóstico e o manejo adequado.

 

De acordo com especialistas, a identificação precoce é fundamental para garantir bem-estar ao animal. Embora muitas doenças neurodegenerativas não tenham cura, o acompanhamento veterinário permite controlar sintomas e retardar a progressão, proporcionando mais conforto e qualidade de vida.

 

“Assim como na medicina humana, o envelhecimento dos pets exige um olhar mais atento e individualizado. Muitos tutores só procuram ajuda quando os sinais já estão avançados, mas intervenções precoces fazem toda a diferença no controle dos sintomas e no bem-estar do animal”, explica o médico-veterinário, especialista em neurologia da Nouvet Centro Veterinário 24h, Dr. Geovane Pereira.

 

Nesse contexto, o acompanhamento regular torna-se indispensável. Consultas periódicas, exames de rotina e avaliações neurológicas ajudam a monitorar a saúde do pet idoso de forma mais precisa. Além disso, ajustes na alimentação, enriquecimento ambiental, controle da dor e estímulos cognitivos são estratégias importantes no cuidado diário.

 

“Pequenas mudanças na rotina e no ambiente já trazem ganhos importantes. Estimulação cognitiva, conforto físico e controle da dor são pilares essenciais para garantir qualidade de vida nessa fase”, acrescenta Geovane.

A fisioterapia e outras abordagens de suporte também têm papel relevante, auxiliando na mobilidade, na prevenção de quedas e na manutenção da autonomia do animal pelo maior tempo possível.

 

O ambiente doméstico, por sua vez, deve ser adaptado para oferecer mais segurança e conforto. Evitar pisos escorregadios, facilitar o acesso a água e alimento e manter uma rotina previsível são medidas simples que fazem diferença significativa no bem-estar dos pets idosos.

 

Inserida nesse cenário, a Nouvet Centro Veterinário 24h acompanha o aumento da demanda por cuidados geriátricos e reforça a importância de um olhar atento para essa fase da vida dos animais. Com estrutura hospitalar, equipe multidisciplinar e atendimento contínuo, a instituição integra a rede de apoio aos tutores no manejo de doenças crônicas e neurodegenerativas, contribuindo para diagnósticos mais precisos e acompanhamento adequado. 

A campanha Fevereiro Roxo, ao trazer luz ao tema, convida tutores a refletirem sobre o envelhecimento dos seus animais e a adotarem uma postura preventiva e acolhedora — priorizando não apenas a longevidade, mas a qualidade de vida.


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