O
CFM (Conselho Federal de Medicina) regulamentou o uso de inteligência artificial por
médicos no Brasil. O texto estabelece que a decisão
clínica final continua sendo do médico, cabendo à IA apenas papel de apoio.
Além disso, determina que o paciente tem o direito de ser informado sobre o uso
da tecnologia no atendimento e reforça que os dados pessoais devem seguir
normas rígidas de segurança e privacidade.
Freepik
A
norma, que entra em vigor em 180 dias, determina ainda que o uso da IA
não pode comprometer a relação médico-paciente, ou seja, o
profissional deve manter a escuta atenta e empática, a confidencialidade e o
respeito. O uso da ferramenta também deve ser registrado no
prontuário. Parte superior do formulário
A
Predicado Comunicação assessora a CTC - empresa especializada em soluções
tecnológicas, com porta-vozes que podem abordar questões como:
-
Os impactos práticos da regulamentação do Conselho Federal de Medicina para
empresas de tecnologia e healthtech, especialmente no que diz respeito à
necessidade de governança, rastreabilidade e transparência dos sistemas de IA
utilizados na prática clínica;
-
A importância da conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no
desenvolvimento e na implementação de soluções de IA voltadas ao setor de
saúde, considerando o tratamento de dados sensíveis e a exigência de altos
padrões de segurança.
-
O papel da tecnologia em fortalecer, e não substituir, a relação
médico-paciente, ao automatizar tarefas operacionais e permitir que o
profissional dedique mais tempo à escuta e ao cuidado.
Fontes da CTC estão à disposição para entrevistas.
CTC TECH
www.ctctech.com.br
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