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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Vai viajar no Carnaval? Celcoin indica quais são os cuidados para utilizar o Pix em transações internacionais

Além das dicas de segurança, especialista da companhia prevê o futuro da ferramenta no Brasil e em países parceiros

 

O Pix já é aceito como meio de pagamento para brasileiros em alguns países, como Argentina, França e Paraguai. Isso só é possível porque ele utiliza o padrão ISO 20022, o mesmo da rede Swift, que permite a integração com sistemas internacionais de pagamento. Apesar da segurança e rastreabilidade que o Pix oferece no Brasil, as transações no exterior exigem atenção especial. Os cuidados básicos são semelhantes ao de uma transação doméstica, mas podem se tornar mais complexos diante de barreiras de idioma e diferenças culturais. 

Para ajudar os usuários a se prepararem, Thiago Zaninotti, CTO da Celcoin, infratech financeira líder de mercado, compartilha dicas para realizar transferências internacionais via Pix com mais segurança.


1. Cheque a idoneidade de todos os participantes

O primeiro passo é verificar se as entidades ou empresas estrangeiras envolvidas na operação são reconhecidas e confiáveis e checar se a instituição mantém as mesmas características de segurança e funcionalidade que o Pix oferece no Brasil.

 

2. Fique de olho no identificador único da transação

Conhecido como end2end, o identificador da transação é um número único que garante a rastreabilidade daquele envio no Banco Central.


3. Peça a devolução ou estorno de forma imediata

Em caso de erro, agir imediatamente é essencial. O usuário deve entrar em contato com a instituição financeira assim que perceber o problema, já que a liquidez e a velocidade do Pix permitem que os valores sejam transferidos quase instantaneamente. A resposta rápida aumenta as chances de recuperação, especialmente por meio do Mecanismo Especial de Devolução (ferramenta que permite que as instituições financeiras da vítima bloqueiem o valor da transação e o devolvam para a conta da vítima)


4. Comunicação constante

É ideal que o usuário tenha um canal de comunicação claro para contatar o provedor da transação, o que facilita a solicitação de estorno ou reembolso em caso de erro. Antes de realizar qualquer transação, conheça quais são os canais de atendimento dos provedores e, se for o caso, tire dúvidas antes de enviar dinheiro via Pix. 

Apesar da necessidade de atenção, Zaninotti ressalta que o Pix está em constante evolução. Por ser um sistema de pagamento instantâneo operado diretamente pelo Banco Central, ele se diferencia de modelos adotados em outros países. “Talvez por isso a expansão internacional, especialmente na América Latina, ainda enfrente desafios. Em muitos casos, o controle das operações está nas mãos de associações bancárias ou câmaras de liquidação, que têm pouco incentivo para criar soluções de pagamento instantâneo”, conclui o CTO da Celcoin.

Celcoin
Saiba mais: Link

 

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