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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Carnaval amplia risco de invasões a imóveis vazios e exige estratégia de segurança mais integrada

Dados da Emive mostram que apenas 5% das tentativas de invasão durante o Carnaval ocorrem com moradores no local 

 

Com a chegada do Carnaval, a rotina das cidades se altera e o fluxo de pessoas nas ruas aumenta, enquanto milhares de residências permanecem vazias por dias consecutivos. Esse deslocamento temporário da população cria um cenário favorável para ações criminosas, especialmente invasões residenciais oportunistas. 

Levantamento da Emive Segurança Eletrônica, unidade de negócio da Emive&Co., indica que, durante o período carnavalesco, apenas 5% das tentativas de invasão ocorrem com pessoas presentes no imóvel. O dado reforça que a ausência prolongada dos moradores é um dos principais fatores de risco neste período. 

“O Carnaval altera padrões de circulação, vigilância e presença nas residências. Imóveis que aparentam estar vazios se tornam mais expostos, sobretudo quando não contam com soluções de monitoramento contínuo ou integração entre dispositivos de segurança”, afirma Augusto Conde, Diretor de Produto e Marketing Corporativo da companhia. 

Segundo o executivo, a prevenção hoje passa menos por ações isoladas e mais por uma visão integrada da segurança residencial. “Não se trata apenas de trancar portas ou instalar uma câmera. A tecnologia permite antecipar comportamentos suspeitos, gerar alertas em tempo real e reduzir significativamente o tempo de resposta”, explica. 

Entre as principais recomendações para quem pretende viajar ou passar longos períodos fora de casa durante o Carnaval, Augusto Conde destaca: 

●      Monitoramento ativo e remoto: sistemas integrados de câmeras, sensores e alarmes permitem acompanhar o imóvel à distância e receber alertas imediatos em caso de movimentações atípicas.

●      Iluminação inteligente: luzes acionadas por sensores de presença ajudam a inibir invasões e reduzem a percepção de imóveis desocupados.

●      Atenção à exposição do imóvel: objetos de valor visíveis, acúmulo de correspondências e rotinas previsíveis aumentam o risco e devem ser evitados.

●      Rede de apoio local: comunicação prévia com vizinhos e porteiros amplia a capacidade de vigilância e reação rápida.

●      Planejamento antes da viagem: revisar acessos, fechaduras e funcionamento dos sistemas de segurança deve fazer parte do checklist antes de sair.

A combinação dessas medidas cria um ambiente menos vulnerável e reduz a atratividade do imóvel para ações criminosas. “O objetivo da segurança moderna é antecipar riscos e reduzir oportunidades. Quanto mais previsível e desprotegido o imóvel aparenta estar, maior o risco. Tecnologia e planejamento mudam essa equação”, conclui Conde.

 


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