Iniciativa busca formar líderes preparados para capturar o real valor da Inteligência Artificial. Foco é apoiar o mercado para redefinir a produtividade humana e habilitar novas formas das organizações operarem
Enquanto empresas investem milhões em Inteligência Artificial, a
maior barreira para gerar valor real não está nos modelos, mas na falta de
preparo de quem toma as decisões. A partir dessa constatação, a A3Data
desenvolveu a metodologia AI Fluency, voltada a presidentes, diretores e
conselheiros que precisam compreender, governar e liderar a IA como eixo
estratégico do negócio, e não apenas como uma iniciativa tecnológica.
Com um conteúdo sob medida baseado em três eixos - conhecer, fazer
e relacionar - o método foi criado para quem precisa liderar e não apenas
acompanhar a Transformação Digital. “Ao estruturar essa fluência no nível mais
alto da gestão, a A3Data busca evitar que a IA seja tratada como tendência
passageira e, em vez disso, seja consolidada como eixo central do planejamento
e da tomada de decisão corporativa”, destaca Rodrigo Pereira, CEO da A3Data.
Trabalhando diretamente com projetos inovadores de IA, a A3Data
está de olho num mercado em que se espera US$ 16 trilhões de impacto no PIB
(Produto Interno Bruto) mundial até 2030, mas que ainda está aquém do seu
potencial: apenas 5% das empresas estão extraindo valor completo da IA, 80% dos
projetos falham por não avaliar os riscos com qualidade e governança, 78% das
empresas não avançam além da prova de conceito para gerar valor real e, em
média, 73% das organizações não escalam a IA, sendo grande parte dos projetos conceituais.
Os dados citados foram extraídos de pesquisas do Gartner e da BCG (Boston
Consulting Group).
Na metodologia criada pela A3Data, primeiro, é feito um
diagnóstico em camadas que avalia o grau de maturidade da liderança. Em
seguida, são construídas trilhas personalizadas de desenvolvimento, com temas
como Estratégia de IA na Prática, Governança de Dados para IA,
Hiperpersonalização, Hiperautomação e o Futuro da IA no Mundo. Por fim, os
executivos são conectados a especialistas e pares, em encontros de troca,
inspiração e provocação real.
Cultura de IA
Entre os diferenciais do projeto, está a ênfase em criar uma
verdadeira cultura de IA no conselho administrativo e alta liderança das
empresas. Nesse viés, a proposta foca em incluir o tema como pauta estratégica
permanente, garantindo que líderes acompanhem os avanços tecnológicos, ao mesmo
tempo que compreendam os impactos éticos, regulatórios e de governança.
Considerando o momento de mercado que tem elevado as discussões sobre o conceito de empresas AI-First, estratégia corporativa que prioriza a IA como o principal motor de um negócio, a A3Data enxerga que este movimento ainda segue em passos lentos porque modelos são comprados, times são montados, mas o valor gerado ainda não atende as expectativas devido à falta de preparo de quem está no comando.
“Líderes têm cada vez mais adotado IA, mas pouco impacto real tem
sido gerado. A tecnologia por si só não entrega transformação. Quem transforma
são as pessoas, e isso começa por quem lidera. Os líderes que não entenderem
seu papel nesse novo e dinâmico cenário tendem a perder relevância rápido”,
finaliza Paulo Laurentys, COO da A3Data.
Nenhum comentário:
Postar um comentário