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sábado, 18 de julho de 2026

Foto de antes e depois não é o único critério para escolher um cirurgião plástico

Especialista explica quais informações o paciente deve verificar antes de escolher um cirurgião e por que a qualificação profissional é decisiva para a segurança do procedimento

 

A popularização dos procedimentos estéticos ampliou o acesso à cirurgia plástica, mas também aumentou a necessidade de o paciente verificar quem realmente está habilitado para realizar esse tipo de procedimento. Embora qualquer médico possua registro profissional para exercer a medicina, a atuação como especialista em cirurgia plástica depende de formação específica, registro da especialidade e qualificação reconhecida pelos órgãos competentes. A própria Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) mantém uma plataforma pública para que qualquer pessoa confirme se o profissional integra o quadro oficial da entidade.

Para a cirurgiã plástica facial Dra. Danielle Gondim, formada pelo Instituto Ivo Pitanguy, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o paciente costuma concentrar a atenção em fotos de antes e depois ou em recomendações nas redes sociais, quando deveria começar a investigação pela formação médica. 

"A decisão por uma cirurgia plástica deve começar pela avaliação da formação e da qualificação do médico. Estamos falando de um procedimento cirúrgico, que exige conhecimento técnico, planejamento individualizado e capacidade para prevenir e tratar eventuais complicações", afirma.

Segundo a SBCP, tornar-se especialista exige uma longa formação, que inclui residência médica em cirurgia geral, residência em cirurgia plástica em serviços credenciados e aprovação em exame para obtenção do título de especialista. São necessários no mínimo 11 anos de dedicação integral e aprovação em provas específicas para a titulação. Somente após esse processo o médico pode integrar a entidade como especialista.

 

O que o paciente deve verificar

Na avaliação da especialista, existem alguns critérios objetivos que ajudam o paciente a identificar se o profissional possui a formação adequada.

O primeiro deles é consultar o Registro de Qualificação de Especialista (RQE), disponível por meio dos Conselhos Regionais de Medicina. O número comprova oficialmente que o médico possui uma especialidade reconhecida.

Também é recomendável confirmar se o cirurgião integra a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A consulta pode ser feita gratuitamente no portal da entidade, utilizando o nome do profissional.

Outro aspecto importante é compreender qual é a área de atuação predominante do médico.

"Quando falamos em cirurgia facial, por exemplo, estamos tratando de uma região extremamente delicada, que concentra estruturas responsáveis pela expressão, pela função e pela identidade do paciente. A experiência específica nessa área faz diferença no planejamento e na condução do procedimento", explica Danielle.

A especialista também recomenda que o paciente procure entender onde a cirurgia será realizada, quem compõe a equipe médica, qual hospital foi escolhido e como funciona o acompanhamento pós-operatório.

"A consulta deve ser um momento para esclarecer dúvidas, entender riscos, benefícios, limitações e expectativas. Quando existe espaço apenas para vender um procedimento, isso merece atenção."


O que as redes sociais não mostram

As redes sociais se tornaram uma importante fonte de informação para quem pretende fazer uma cirurgia plástica, mas, segundo a Dra.Danielle, elas mostram apenas uma parte do processo.

"Fotos de antes e depois ajudam a entender o estilo de trabalho do cirurgião, mas não revelam como foi feita a indicação do procedimento, quais exames foram solicitados, como ocorreu o planejamento cirúrgico nem como é conduzido o acompanhamento do paciente. Esses fatores são determinantes para a segurança e para um bom resultado."

A especialista orienta que o conteúdo publicado seja utilizado como complemento da pesquisa, e não como principal critério de decisão. 


Segurança começa antes da cirurgia

A cirurgiã afirma que a maior parte das decisões relacionadas à segurança acontece antes mesmo da entrada no centro cirúrgico.

"Uma indicação adequada, exames bem avaliados, planejamento individualizado, ambiente hospitalar preparado e equipe experiente reduzem riscos e aumentam a previsibilidade do tratamento. A cirurgia começa muito antes do primeiro corte."

Para Danielle Gondim, o paciente precisa enxergar a escolha do cirurgião como uma decisão baseada em critérios médicos e não apenas em reputação digital ou preço.

"Quando alguém decide fazer uma cirurgia plástica, está confiando ao médico sua saúde e sua identidade. Essa escolha merece o mesmo cuidado dedicado ao próprio procedimento."


Como reduzir riscos antes de uma cirurgia plástica

  • Verificar se o médico possui RQE em Cirurgia Plástica.
  • Confirmar se o profissional integra a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
  • Entender onde será realizada a cirurgia e se o hospital oferece estrutura adequada.
  • Questionar quem participa da equipe cirúrgica e como funciona o acompanhamento pós-operatório.
  • Desconfiar de decisões baseadas apenas em redes sociais, preço ou promoções.
  • Utilizar a consulta para esclarecer riscos, limitações e expectativas antes de qualquer decisão.

Embora a aparência do resultado seja um dos fatores que mais despertam interesse, a cirurgiã lembra que a cirurgia plástica envolve decisões médicas que impactam diretamente a saúde e a qualidade de vida do paciente. "Informação confiável e escolha consciente continuam sendo os principais aliados de quem busca um procedimento seguro." 

 


Danielle Gondim - cirurgiã plástica especializada em face, com reconhecimento internacional. Desde a infância interessada pelas artes, formou-se no Instituto Ivo Pitanguy, onde também atuou como docente por quase cinco anos. Ao longo da carreira, realizou fellowships nos principais serviços de cirurgia plástica do mundo, incluindo centros liderados por Dr. Nayak e Ben Talei, nos Estados Unidos, e por Dr. Francisco Bravo, em Madri. Membro das associações Internacional, Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica, é frequentemente convidada a palestrar em congressos relevantes da especialidade no Brasil e no exterior. Em 2025, foi premiada por seu trabalho no Congresso Mundial de Cirurgia Plástica da ISAPS, realizado em Singapura, reconhecimento concedido a um grupo restrito de especialistas. Criadora da técnica Singular Restore®, alia ciência e arte para alcançar resultados naturais, nos quais a jovialidade se destaca sem evidência de intervenção cirúrgica. Seu trabalho é pautado pela individualidade facial e pela preservação da identidade de cada paciente. Procurada por pacientes de diferentes países, também recebe semanalmente médicos do Brasil e do exterior interessados em conhecer sua abordagem técnica.
Para mais informações, acesse o site, instagram ou pelo Linkedin.



Fonte de pesquisa

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
https://www.cirurgiaplastica.org.br/escolhendo-o-profissional-certo-orientacoes-da-sbcp-para-sua-cirurgia-plastica/

Encontre um Cirurgião – SBCP – utilizada no trecho que orienta o paciente a verificar se o profissional é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
https://www.cirurgiaplastica.org.br/encontre-um-cirurgiao/


Queda de cabelo aumenta no frio? Médicos explicam os impactos do inverno na saúde capilar


Magnific

Mudanças de temperatura, banhos mais quentes e alterações na rotina podem influenciar a saúde dos cabelos e do couro cabeludo; médicos explicam quando é necessário manter a atenção

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, uma dúvida volta a preocupar homens e mulheres: afinal, o cabelo cai mais no inverno? Essa percepção é comum durante os meses frios, mas a resposta envolve uma combinação de fatores fisiológicos, hábitos típicos da estação e características individuais de cada pessoa.

Embora não exista uma regra absoluta que determine que todas as pessoas apresentem aumento da queda capilar de acordo com estações específicas do ano, estudos dermatológicos sugerem que a queda capilar pode ser mais intensa no verão, e não no inverno. Acredita-se que esse seja um mecanismo adaptativo relacionado ao maior período de exposição solar do couro cabeludo, com possíveis explicações evolutivas.

No inverno, os cabelos teriam um papel térmico e de cobertura mais essencial do que no verão. Mas por que, então, muitos pacientes relatam uma maior percepção de queda capilar nessa época? Uma das explicações mais aceitas está, provavelmente, na redução da frequência de lavagem dos fios, com consequente maior observação da queda nos dias em que os cabelos são lavados. Como cada indivíduo tende a perder cerca de 100 fios por dia, a menor frequência de lavagem faz com que os fios já desprendidos permaneçam no couro cabeludo e acabem por se soltar durante o banho, aumentando a percepção de uma queda aparentemente excessiva.

De acordo com o dermatologista Dr. Hudson Dutra, do Instituto Thiago Bianco, a sazonalidade pode influenciar o ciclo capilar em algumas pessoas, mas não é capaz de causar uma rarefação que resulte em percepção evidente de calvície.

“Estamos falando de um tipo de queda capilar chamado eflúvio telógeno, que, por definição, não é capaz de causar rarefação importante no couro cabeludo ou falhas pontuais. Caso isso aconteça, outros diagnósticos devem ser investigados”, explica o médico.


Banho quente pode prejudicar os fios?

Além das possíveis alterações fisiológicas, o inverno costuma trazer mudanças de comportamento que impactam diretamente a saúde do couro cabeludo. Entre elas estão os banhos mais quentes, o uso frequente de secadores em altas temperaturas, a permanência do couro cabeludo úmido após o banho noturno, inclusive durante o sono, e a menor frequência de lavagem dos cabelos.

Uma das práticas mais comuns durante os dias frios também é uma das mais prejudiciais ao couro cabeludo.

A água excessivamente quente remove a oleosidade natural responsável pela proteção da pele e dos fios. Como consequência, pode ocorrer ressecamento dos cabelos e agravamento da dermatite seborreica, condição que pode estar associada ao aumento da oleosidade do couro cabeludo.

“O banho quente não provoca calvície, mas pode comprometer a saúde da microbiota do couro cabeludo. Quando a barreira natural da pele é agredida, surgem condições que favorecem inflamação, coceira, ressecamento ou aumento da oleosidade. Por isso, recomendamos banhos com água morna. Isso, porém, não interfere diretamente na queda de cabelo”, orienta o Dr. Hudson Dutra.


Quando a queda de cabelo deve ser investigada?

Embora a queda de cabelo possa ter causas transitórias, ela merece investigação, especialmente quando é persistente, intensa ou acompanhada de outros sinais clínicos. Sintomas como perda de peso, febre e dores nas articulações podem indicar doenças que exigem avaliação médica. É importante lembrar que tanto condições simples, como deficiência de vitamina D, quanto doenças mais graves, como o lúpus sistêmico, podem ter a queda capilar como manifestação inicial. A única forma de identificar a causa é por meio de investigação clínica e exames complementares, quando indicados.


Como diferenciar queda capilar excessiva da calvície?

Nos casos de queda capilar sazonal, deficiência de vitaminas, alteração de peso ou outros fatores transitórios, a perda dos fios costuma seguir um padrão de início gradual, com piora ao longo de dois a três meses e melhora lenta nas semanas subsequentes.

Independentemente da causa da queda capilar, não se espera que todo o couro cabeludo se torne visível, pois essa é uma manifestação típica da calvície, tanto em homens quanto em mulheres. De forma prática, cabelos ralos, que permitem maior visualização da pele do couro cabeludo, geralmente estão relacionados a algum grau de alopecia androgenética, enquanto uma queda capilar súbita e intensa é mais sugestiva de eflúvio telógeno.

“É importante observar a evolução do quadro nos últimos meses e realizar uma avaliação dermatológica cuidadosa, uma vez que o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética, mais conhecida como calvície, frequentemente coexistem”, explica o Dr. Hudson Dutra.

Atualmente, existem diversas opções terapêuticas para controlar a perda capilar, incluindo medicamentos, terapias físicas, protocolos clínicos individualizados e mudanças de hábitos.

Nos casos mais avançados, quando há perda significativa dos folículos, o transplante capilar pode ser considerado uma alternativa para recuperar áreas já comprometidas. No entanto, os médicos reforçam que a avaliação individual é indispensável para definir a abordagem mais adequada.

“Quando a queda de cabelo se torna excessiva ou persistente, é fundamental buscar a avaliação de um médico para identificar a causa e definir o tratamento mais adequado. Em casos selecionados, o transplante capilar pode ser uma alternativa eficaz e segura para restaurar a densidade dos fios, desde que haja indicação clínica e expectativas alinhadas com os resultados do procedimento”, explica o cirurgião referência em transplante capilar Dr. Thiago Bianco Leal.


Cuidados que ajudam a manter a saúde capilar no inverno

Para preservar a saúde dos fios durante os meses frios, os médicos recomendam:

  • Evitar banhos muito quentes;
  • Manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes;
  • Lavar os cabelos regularmente;
  • Utilizar produtos adequados ao tipo de cabelo;
  • Adotar estratégias para reduzir o estresse;
  • Buscar avaliação médica diante de queda persistente ou afinamento dos fios.

“A saúde capilar é um reflexo da saúde do organismo como um todo. Observar mudanças nos cabelos e procurar orientação médica quando necessário é a melhor forma de prevenir problemas maiores e manter a qualidade dos fios ao longo da vida”, conclui o Dr. Thiago Bianco Leal.

 


Thiago Bianco Leal - Médico cirurgião com mais de 17 anos de atuação, Thiago Bianco Leal é graduado em Medicina pela Universidade de Marília e atua exclusivamente na área de transplante capilar. Com experiência em técnicas modernas, já realizou mais de 10 mil procedimentos. Ao longo de sua carreira, foi responsável por diversos procedimentos realizados em figuras públicas como Tom Cavalcante, Roberto Carlos, Lucas Lucco, o empresário Kaká Diniz e Xuxa Meneghel.

Hudson Dutra Rezende - Dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Mestre em dermatologia pelo Hospital das Clínicas da USP de São Paulo. Colaborador do ambulatório de tricoses do Hospital das Clínicas da USP de São Paulo e coordenador do serviço de alopecias da Fundação Lusíada, Santos.



Treinos curtos de 30 minutos garantem resultados reais para a saúde

Estudos médicos e acadêmicos comprovam eficácia do método


Sua rotina é tão corrida que sobram só 30 minutos por dia para treinar. Será que ainda vale a pena? Segundo acadêmicos e especialistas, não há dúvida que sim. Não apenas porque qualquer atividade física é melhor do que o sedentarismo, mas porque, quando bem estruturado, um treino curto pode ser tão efetivo quanto sessões mais longas.

Médico do Esporte vinculado ao Centro de Estudos de Medicina Esportiva do IAMSPE, Felipe Marques afirma que meia hora de atividade física já é suficiente para produzir adaptações relevantes em indicadores como condicionamento cardiorrespiratório, controle glicêmico, pressão arterial e bem-estar geral. A análise do médico brasileiro está em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde, que orienta a realização de pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou vigorosa.

O termo moderado, aliás, é chave para Marques. Isso porque ele ajuda a desmistificar a ideia de que somente protocolos extremamente intensos, como o HIIT, são capazes de gerar resultados relevantes, e passa a valorizar diferentes formas de atividade física que podem ser incorporadas à rotina.

“Quando comparamos o HIIT e o MICT (Treinamento Contínuo de Moderada Intensidade), ambos oferecem proteção cardiometabólica similar contra fatores de risco individuais da síndrome metabólica”, afirmou o médico.

Para o treinador da Smart Fit, Lucas Florêncio, popularizar a noção de que é possível evoluir fisicamente e esteticamente com treinos curtos e moderados é ainda mais importante do que defender a eficácia dos treinos curtos por si só. Isso porque, embora a escassez de tempo seja a principal barreira relatada na literatura científica mundial para o abandono de exercícios, treinos extenuantes também costumam afastar alguns dos perfis mais pressionados pela rotina, como executivos e profissionais em ascensão ou mães e pais com dupla ou tripla jornada diária.

Neste contexto, o profissional relata que a maior rede de academias do Brasil tem investido em diferentes formas de maximizar os benefícios desses alunos. Além da ampliação da oferta de aulas rápidas e programas enxutos, a Smart Fit também aposta em equipamentos de alta qualidade capazes de reduzir o tempo gasto entre os exercícios e aumentar a densidade do treinamento.

"As máquinas articuladas são perfeitas para treinos rápidos pois reduzem a zero o tempo de montagem da barra e estabilização articular, permitindo transições imediatas (aumento da densidade de treino)", afirma Florêncio.

“Uma dica que eu dou para os profissionais que recebem alunos desses perfis é avaliar a possibilidade de cortar exercícios com halteres e barras complexas (que demandam montar anilhas) e focar em polias e máquinas. Outro ponto importante é priorizar exercícios multiarticulares (ex: Leg Press, Supino Máquina, Puxadas), que recrutam grandes massas musculares simultaneamente, otimizando o estímulo e o tempo”.


Faça um treino rápido e eficiente com as dicas do treinador Lucas Florêncio:

Opção A: Foco em Membros Inferiores (Máquinas e Articulados) Objetivo: Alta tensão mecânica em quadríceps e isquiotibiais sem perda de tempo montando peso. Dinâmica: Descanso cronometrado de 45 a 60 segundos entre as séries.

Agachamento máquina articulada (MMII - Máquina): 3 séries de 10 a 12 repetições. (Foco no recrutamento global de pernas e glúteos)

Leg Press Horizontal (MMII - Máquina): 3 séries de 10 a 12 repetições.

Cadeira extensora (MMII - Máquina): 3 séries de 12 repetições. (Dica biomecânica: segurar 1 segundo em contração de pico no topo).

Cadeira flexora (MMII - Máquina): 3 séries de 12 repetições.

Elevação pélvica máquina (MMII - Máquina): 3 séries de 12 a 15 repetições.

Opção B: Foco em Membros Superiores (Método Bi-set Antagonista) Objetivo: Otimizar o tempo fazendo pares de exercícios de musculaturas opostas. Realiza-se o exercício A, seguido imediatamente do B (sem descanso). Após o B, descansa-se 60 a 90 segundos e repete.

Bloco 1 (Peito e Costas): Realizar 3 vezes

1A: Supino máquina reto articulado (Peito - Máquina) — 10 a 12 rep.

1B: Puxada máquina articulada (Dorsais - Máquina) — 10 a 12 rep.

Bloco 2 (Ombros): Realizar 3 vezes

2A: Desenvolvimento máquina aberto (Ombro - Máquina) — 10 a 12 rep.

2B: Crucifixo máquina invertido (Ombro - Máquina) — 12 a 15 rep. (Excelente para saúde postural)

Bloco 3 (Braços isolados): Realizar 2 vezes

3A: Rosca direta com barra (Bíceps - Barra) — 10 a 12 rep.

3B: Tríceps polia (Tríceps - Máquina/polia) — 10 a 12 rep.

 

Secador de cabelo pode causar incêndios? Entenda os riscos e aprenda a se proteger

Freepik

Equipamento comum no dia a dia pode representar risco de curto-circuito e até incêndios se for usado de forma incorreta ou sem manutenção adequada

 

Parece inofensivo, mas o secador de cabelo, presente em praticamente todos os lares brasileiros, pode representar um grande risco se não for utilizado corretamente. Superaquecimento, mau uso e falta de manutenção estão entre os principais motivos que podem levar até a incêndios domésticos causados por esse aparelho. 

Segundo Gabriela Batista Fontana, professora do curso de Engenharia Elétrica da Faculdade Anhanguera, um dos maiores perigos está no filtro traseiro do secador. “O aparelho impede a entrada de sujeiras no motor, mas quando não é limpo, dificulta a passagem de ar, faz o motor trabalhar mais e esquenta demais. É como se você cobrisse o nariz e tentasse correr: seu corpo se sobrecarrega”, explica. 

O superaquecimento é um dos fatores mais críticos. Isso pode ocorrer por obstruções causadas por fiapos, poeira ou cabelos acumulados. O problema se agrava quando o secador é usado em tomadas ou extensões que não suportam sua potência, o que pode provocar curtos-circuitos. “Há casos de fios derretidos e até incêndios iniciados por causa de um aparelho malconservado ou usado de forma imprudente”, alerta a professora. 

A professora aponta que além da limpeza regular do filtro, que deve ser feita a cada 10 dias para quem usa o secador diariamente, outros cuidados simples são essenciais como evitar o uso com as mãos molhadas, não deixar o aparelho ligado por longos períodos sem pausa, sempre desligá-lo da tomada após o uso e optar por produtos com selo do Inmetro. 

O funcionamento do secador é aparentemente simples, um motor puxa o ar, que passa por uma resistência elétrica e sai quente pela frente do aparelho. A combinação de calor e fluxo de ar seca os fios em segundos. “Parece básico, mas envolve componentes como termostato, motor, hélice, resistência e controle de temperatura. Se qualquer um deles falha, o risco é real”, explica a docente.

Sinais como cheiro de queimado, barulhos estranhos ou queda no desempenho do secador devem ser levados a sério. “Desligue da tomada imediatamente e leve o equipamento a uma assistência técnica autorizada. Nunca tente abrir o aparelho em casa”, orienta Gabriela.


Thermolaser: a tecnologia que se tornou aliada no tratamento da gordura localizada sem cirurgia

 

Método utilizado pela Dra. Larissa Mendes combina tecnologia e protocolos personalizados para atender pacientes que buscam segurança, conforto e resultados progressivos no remodelamento corporal.

 

A busca por procedimentos estéticos menos invasivos continua em crescimento entre homens e mulheres que desejam melhorar o contorno corporal sem recorrer a cirurgias. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), os procedimentos não cirúrgicos seguem registrando aumento em todo o mundo, impulsionados por tecnologias que oferecem menor tempo de recuperação, mais conforto e retorno rápido às atividades diárias.

Entre as opções que vêm ganhando espaço está o ThermoLaser, tecnologia indicada para o tratamento da gordura localizada e da flacidez. O procedimento utiliza energia térmica de forma controlada para atuar nas camadas de gordura e estimular a produção de colágeno, promovendo um remodelamento corporal gradual e respeitando as características de cada paciente.

De acordo com a Dra. Larissa Mendes, especialista em estética avançada, o principal diferencial da tecnologia está justamente na possibilidade de tratar dois incômodos bastante comuns ao mesmo tempo. "Muitas pessoas chegam ao consultório incomodadas não apenas com a gordura localizada, mas também com a flacidez que aparece em determinadas regiões do corpo. O ThermoLaser permite trabalhar essas duas demandas simultaneamente, favorecendo um resultado mais harmonioso", explica.

O tratamento costuma ser indicado para pacientes que já mantêm hábitos saudáveis, mas não conseguem eliminar depósitos de gordura em áreas específicas, como abdômen, flancos, culotes, braços e região interna das coxas. Segundo a especialista, antes da realização do procedimento é feita uma avaliação individualizada para entender o perfil do paciente e definir o protocolo mais adequado.

"Cada organismo responde de uma forma. Por isso, não existe um tratamento padronizado. A avaliação permite identificar as necessidades de cada pessoa e definir a estratégia mais segura para alcançar os objetivos esperados", afirma Larissa.

Outro fator que contribui para a popularização da tecnologia é o curto período de recuperação. Por ser um procedimento minimamente invasivo, o paciente normalmente retorna às atividades cotidianas no mesmo dia, seguindo apenas as orientações médicas e os cuidados necessários durante o pós-procedimento.

Além da praticidade, o estímulo à produção de colágeno proporciona uma melhora progressiva na qualidade da pele ao longo dos meses seguintes. Isso significa que os resultados continuam evoluindo conforme o organismo realiza o processo natural de cicatrização e remodelação dos tecidos.

Larissa ressalta que o ThermoLaser não deve ser encarado como uma alternativa ao emagrecimento. "O procedimento não substitui alimentação equilibrada nem atividade física. Ele é indicado para tratar áreas de gordura localizada que permanecem mesmo em pessoas que já cuidam da saúde e mantêm uma rotina saudável", destaca.

A especialista também reforça que a escolha de tecnologias seguras e a realização do procedimento por profissionais capacitados fazem toda a diferença para alcançar bons resultados. "A tecnologia é uma grande aliada, mas o sucesso do tratamento depende de uma avaliação criteriosa, da indicação correta e de um acompanhamento individualizado. Quando esses fatores caminham juntos, conseguimos oferecer resultados naturais e seguros para cada paciente."

Com o avanço constante da estética avançada, procedimentos minimamente invasivos têm ampliado as possibilidades de tratamento para quem deseja remodelar o corpo sem cirurgia. A combinação entre tecnologia, personalização e recuperação rápida explica por que métodos como o ThermoLaser vêm conquistando cada vez mais espaço entre os pacientes que buscam resultados consistentes com segurança.

 

Fonte: Dra. Larissa Mendes – Especialista em estética avançada e palestrante.


O que muda na rotina de cuidados com a pele no inverno? Especialista esclarece as principais dúvidas

A queda das temperaturas pode aumentar o ressecamento, irritação vermelhidão e coceira em diferentes regiões do corpo

 

Os dias frios se aproximam e, com eles, surge a necessidade de ter atenção redobrada com a pele que pode sofrer diversas condições com a baixa umidade, como ressecamento, coceira e até mesmo a descamação. Embora os cuidados dermatológicos devam fazer parte da rotina durante todo o ano, o inverno pede alguns ajustes para manter a pele saudável e hidratada. Esse efeito está alinhado a evidências científicas recentes, desenvolvidas pela Kenvue, que indicam que o clima frio e seco favorece a perda de água e o comprometimento da barreira cutânea¹.

Segundo Eleonora Carreira, gerente de Assuntos Médicos de NEUTROGENA®, a hidratação corporal é indispensável em todas as estações, mas ganha ainda mais relevância durante os meses mais frios.

“No inverno, é importante apostar em hidratantes com ativos que promovam proteção e auxiliem na manutenção da barreira cutânea como ácido hialurônico e glicerina, que são potentes agentes umectantes e ajudam na hidratação. A etapa é essencial para todos os tipos de pele, pois contribui para o fortalecimento da barreira natural de proteção”, explica a especialista.

Segundo Eleonora, uma rotina consistente de cuidados ajuda a manter a barreira cutânea protegida e potencializa os benefícios dos produtos utilizados. A especialista recomenda que esses cuidados façam parte da rotina diária, especialmente pela manhã e à noite, além de alertar para a importância de evitar banhos excessivamente quentes, que podem comprometer a barreira natural da pele e favorecer o ressecamento.

“Negligenciar os cuidados com a pele no inverno pode favorecer o ressecamento, causando coceira e descamação e agravando quadros de sensibilidade cutânea. Por isso, a atenção à pele deve ir além do rosto e incluir também os cuidados com o corpo. Dados do estudo A New View of Care, desenvolvido pela Kenvue, mostram que 20% dos consumidores incorporaram mais produtos às suas rotinas de cuidados pessoais. Ainda assim, uma rotina eficaz não precisa ser extensa, o mais importante é escolher produtos adequados às necessidades de cada tipo de pele”, destaca.

Atualmente, o mercado oferece soluções de hidratação para diferentes necessidades e regiões do corpo. Para quem busca hidratação intensa e reparação da barreira cutânea, a linha Norwegian se destaca com opções para o corpo, sendo indicada para peles secas, extras secas e sensíveis. Sua fórmula, com aveia prebiótica, promove hidratação profunda, ajuda a reparar a barreira cutânea e contribui para o equilíbrio da microbiota da pele. Com a Tecnologia Exclusiva Reparadora TRIPLELIP™, cria uma camada protetora que auxilia na recuperação da proteção natural da pele.

Já para quem procura uma hidratação leve, refrescante e de rápida absorção, o hidratante corporal da linha Hydro Boost. Com textura ultraleve e não oleosa, os produtos proporcionam hidratação intensa por até 48 horas. Enriquecidos com ácido hialurônico, ajudam a restabelecer os níveis saudáveis de água da pele, estimulam sua renovação e fortalecem sua barreira natural de proteção, promovendo uma sensação prolongada de maciez e frescor.

 

¹ Estudo disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/86190


NEUTROGENA®

Kenvue
https://www.kenvue.com/pt-br/locations/brazil/ .
Central de Relacionamento com o Consumidor Kenvue

0800 703 63 63

 

Abdominoplastia pós-gravidez pode ir além da estética e ajudar na correção da diástase abdominal

 

A gestação provoca mudanças naturais no corpo da mulher, especialmente na região abdominal. Durante esse período, o abdômen sofre uma grande distensão para acomodar o crescimento do bebê. Em muitas mulheres, esse processo leva ao afastamento dos músculos abdominais, condição conhecida como diástase, que pode persistir mesmo após o parto. 

Além da flacidez abdominal, a diástase pode causar dor lombar, sensação de fraqueza no corpo e alterações posturais. No entanto, nem toda mulher que passou pela gestação precisa recorrer à cirurgia. Em muitos casos, a fisioterapia e o fortalecimento abdominal podem trazer melhora, sendo a avaliação individual com um cirurgião plástico essencial para diferenciar os casos de flacidez, gordura localizada ou diástase significativa. 

Quando bem indicada, a abdominoplastia vai além da retirada do excesso de pele. O procedimento também permite a correção cirúrgica da diástase, aproximando novamente os músculos abdominais e restaurando a anatomia da parede abdominal, o que pode melhorar tanto a função quanto o contorno corporal. 

"Os benefícios da abdominoplastia vão além da questão estética quando existe indicação adequada. O procedimento pode contribuir para a função da parede abdominal, além de promover melhora da autoestima e da qualidade de vida", afirma o cirurgião plástico Dr. Alexandre Kataoka. 

Segundo o especialista, a cirurgia pode trazer benefícios funcionais, melhora da autoestima e da qualidade de vida, desde que seja realizada com planejamento e indicação médica adequada. Outro ponto importante é o momento correto para o procedimento. A recomendação é que a cirurgia seja realizada, no mínimo, seis meses após o término da amamentação. 

O Dr. Alexandre Kataoka também reforça a importância de que a cirurgia plástica seja realizada por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), garantindo que a paciente seja avaliada por um profissional habilitado para indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

 


Fonte: Dr. Alexandre Kataoka - Cirurgião Plástico. Perito concursado da Secretaria da Justiça de São Paulo – Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo. Membro Efetivo da Câmara Técnica em cirurgia plástica – CFM. Conselheiro Responsável da Câmara Técnica do Cremesp. Coordenador da Comunicação do Cremesp.


Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Médica esclarece as principais dúvidas sobre o fotoprotetor oral e explica quando ele realmente pode ser um aliado da saúde da pele 

 

Em julho é celebrado o Dia Mundial da Saúde da Pele. A data, uma iniciativa da Liga Internacional de Sociedades Dermatológicas em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foca na conscientização de que o cuidado dermatológico vai muito além da estética, sendo essencial para a saúde. 

Em meio ao crescimento da busca por soluções que unem beleza, bem-estar e prevenção, o filtro solar oral passou a ganhar espaço na rotina de skincare. Apesar da popularidade, muitas dúvidas ainda cercam seu funcionamento e seus benefícios, principalmente nas redes sociais, onde informações equivocadas costumam ganhar repercussão. “O filtro solar oral é um excelente aliado para proteger a pele dos danos causados pela radiação solar, mas faz parte de uma estratégia de cuidado. O uso diário do protetor solar, associado a outras medidas de fotoproteção, continua sendo indispensável para preservar a saúde da pele e prevenir o envelhecimento precoce e doenças relacionadas ao sol”, afirma a médica atuante em dermatologia, Dra. Isadora Ragognete.
 

1. O filtro solar oral substitui o protetor solar tradicional. Mito!

O fotoprotetor oral não cria uma barreira contra os raios ultravioleta. Sua ação ocorre por meio de antioxidantes que ajudam a reduzir os danos celulares provocados pela exposição solar. “O filtro solar oral nunca substitui o protetor solar aplicado na pele. Ele complementa a proteção e potencializa os cuidados, mas não bloqueia a radiação UV”, explica a Dra. Isadora


2. O filtro solar oral pode beneficiar pacientes com melasma e outras condições dermatológicas. Verdade!

Pacientes com melasma, rosácea, fotossensibilidade, histórico de câncer de pele ou que realizam procedimentos dermatológicos podem receber indicação para utilizar o suplemento como parte da estratégia de tratamento. “Existem situações em que o fotoprotetor oral oferece benefícios importantes, principalmente quando associado aos demais cuidados indicados pelo médico”, complementa a médica.


3. Quem toma filtro solar oral pode permanecer mais tempo no sol. Mito!

Nenhum suplemento aumenta o tempo seguro de exposição solar ou elimina os riscos causados pela radiação ultravioleta. “Mesmo utilizando o fotoprotetor oral, é fundamental reaplicar o filtro solar, utilizar barreiras físicas e evitar a exposição nos horários de maior intensidade solar”, comenta a doutora.


4. Os antioxidantes presentes no filtro solar oral ajudam a reduzir os danos provocados pelo sol. Verdade!

Ativos como Polypodium leucotomos, licopeno e luteína auxiliam na redução do estresse oxidativo e contribuem para minimizar os efeitos do fotoenvelhecimento quando associados à fotoproteção tópica. “Os antioxidantes fortalecem os mecanismos naturais de defesa da pele e ajudam a reduzir os impactos da radiação solar sobre as células”, relata Isadora.


5. Todo mundo deve tomar filtro solar oral diariamente. Mito!

O suplemento não faz parte de uma recomendação universal. A indicação depende das características da pele, da rotina e das necessidades clínicas de cada paciente. “O tratamento deve ser individualizado. Nem toda pessoa precisa utilizar o fotoprotetor oral, por isso a avaliação médica é fundamental”, ressalta a médica.


6. A melhor fotoproteção é a combinação de diferentes estratégias. Verdade!

Além do filtro solar oral, especialistas recomendam o uso diário do protetor solar, reaplicação ao longo do dia, roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e a redução da exposição solar nos horários de pico. “A proteção da pele não depende de um único produto. Os melhores resultados são alcançados quando diferentes medidas são adotadas de forma conjunta”, explica Isadora. 

A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir os danos causados pela radiação ultravioleta e preservar a saúde cutânea ao longo da vida. “A fotoproteção é um investimento diário em saúde. Quanto mais cedo esse hábito é incorporado à rotina, maiores são os benefícios na prevenção do envelhecimento precoce, das manchas e até do câncer de pele. O filtro solar oral pode ser um grande aliado, mas sempre como parte de um cuidado completo e orientado por um profissional”, conclui.
 

Dra. Isadora Ragognete - médica atuante em dermatologia e estética facial e integra a equipe da clínica Dr. Carlucio Ragognete, especializada em cirurgia plástica da face e dermatologia, localizada em São Paulo. Com abordagem focada na naturalidade e na individualidade de cada paciente, trabalha com técnicas modernas que valorizam segurança e resultados sutis. Ao lado do Dr. Carlucio, participa de uma prática clínica que une tecnologia, conhecimento anatômico avançado e olhar humanizado para o cuidado estético.


Mitos e verdades sobre a pele no inverno: tudo o que você precisa saber

Dermatologista explica como proteger a pele das baixas temperaturas e alerta para hábitos comuns que podem agravar o ressecamento, a sensibilidade e acelerar o envelhecimento cutâneo

 

No inverno, é comum que a pele apresente sinais de ressecamento, descamação, coceira e sensibilidade. As temperaturas mais baixas, os banhos quentes e a redução da umidade do ar contribuem para a diminuição da hidratação natural da pele, exigindo cuidados específicos durante a estação. No entanto, muitas informações equivocadas ainda circulam sobre o tema, levando pessoas a adotarem hábitos que podem comprometer a saúde da pele. 

Segundo a dermatologista Dra. Giuliana Miranda, da Clínica Elsimar Coutinho, em São Paulo, o inverno exige uma rotina de cuidados diferente daquela adotada nos meses mais quentes, mas sem exageros ou fórmulas milagrosas. 

"No frio, há uma menor produção de oleosidade natural da pele que favorece a perda de água, tornando-a mais vulnerável ao ressecamento e à irritação. Por isso, é importante reforçar a hidratação e evitar práticas que prejudiquem ainda mais a barreira de proteção cutânea", explica a especialista.
 

Mitos e verdades sobre os cuidados com a pele no inverno
 

No inverno não é necessário usar protetor solar: Mito

Mesmo nos dias nublados ou frios, a radiação ultravioleta continua incidindo sobre a pele. Os raios UVA, principais responsáveis pelo envelhecimento precoce e pelo surgimento de manchas, estão presentes durante todo o ano e conseguem atravessar nuvens e vidros. 

"O uso do protetor solar deve ser diário e contínuo, independentemente da estação. Muitas pessoas associam a proteção solar apenas ao verão, mas a exposição acumulada ocorre durante todo o ano", afirma Dra. Giuliana.
 

Banhos muito quentes podem prejudicar a pele: Verdade

Durante o inverno, é natural buscar banhos mais quentes e demorados. No entanto, a água em altas temperaturas remove a camada lipídica responsável pela proteção natural da pele, favorecendo o ressecamento e a sensação de coceira. 

"A recomendação é optar por banhos mornos e mais rápidos. Além disso, o hidratante deve ser aplicado logo após o banho, quando a pele ainda está levemente úmida, potencializando a absorção dos ativos hidratantes", orienta.
 

Apenas pessoas com pele seca precisam de hidratante no inverno: Mito

Independentemente do tipo de pele, a hidratação é fundamental durante a estação. Pessoas com pele oleosa também podem apresentar desidratação e sensibilidade quando expostas ao frio e à baixa umidade do ar. 

"Hoje existem produtos específicos para cada perfil de pele. O importante é escolher formulações adequadas, que promovam hidratação sem causar desconforto ou excesso de oleosidade", destaca a dermatologista.
 

Lábios e mãos merecem atenção especial: Verdade

As extremidades do corpo costumam ser as primeiras áreas a sofrer com os efeitos das baixas temperaturas. Os lábios possuem uma camada de proteção mais fina e as mãos ficam constantemente expostas ao ambiente e à lavagem frequente. 

"O uso de hidratantes específicos para os lábios e cremes para as mãos ajuda a prevenir rachaduras, descamações e até pequenas fissuras que podem causar dor e desconforto", explica.
 

Beber menos água no inverno não afeta a pele: Mito

A sensação de sede tende a diminuir nos dias frios, mas a hidratação interna continua sendo essencial para o equilíbrio do organismo e para a manutenção da saúde da pele. 

"Muitas pessoas reduzem significativamente a ingestão de água no inverno. Esse hábito pode impactar a hidratação cutânea e potencializar o aspecto opaco e ressecado da pele", alerta Dra. Giuliana.
 

O inverno é uma ótima época para realizar tratamentos dermatológicos: Verdade

Procedimentos como lasers, peelings e tratamentos para manchas costumam ser mais procurados durante os meses frios devido à menor exposição solar e ao menor risco de complicações relacionadas à radiação UV. 

"Embora cada caso deva ser avaliado individualmente, o inverno costuma oferecer condições mais favoráveis para diversos procedimentos dermatológicos, desde que sejam acompanhados por um profissional habilitado e com os cuidados adequados no pós-tratamento", afirma.
 

Cuidados essenciais para manter a pele saudável no inverno

Medidas simples para preservar a saúde da pele durante a estação:

  • Utilizar hidratantes corporais e faciais diariamente;
  • Aplicar protetor solar todos os dias;
  • Evitar banhos muito quentes e prolongados;
  • Manter a ingestão adequada de água;
  • Usar sabonetes suaves e menos agressivos;
  • Proteger os lábios com produtos específicos;
  • Utilizar umidificadores ou recipientes com água em ambientes muito secos;
  • Procurar avaliação dermatológica diante de coceiras persistentes, vermelhidão ou descamação excessiva.

"A pele funciona como uma barreira de proteção do organismo e sofre diretamente os impactos das mudanças climáticas. Durante o inverno, pequenas adaptações na rotina fazem toda a diferença para preservar a hidratação, prevenir irritações e manter a saúde cutânea ao longo de toda a estação.", conclui Giuliana Miranda, dermatologista da Clínica Elsimar Coutinho.


Brincar também é aprender: 7 atividades educativas para estimular crianças durante as férias escolares

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Especialista da Ensina Mais Turma da Mônica explica como brincadeiras lúdicas ajudam a desenvolver habilidades cognitivas, socioemocionais e reduzir o tempo de exposição às telas

 

Durante as férias escolares, é comum que crianças e adolescentes passem mais tempo em frente às telas. Tablets, celulares e videogames acabam ocupando boa parte da rotina, reduzindo momentos importantes de interação, criatividade e movimento. Para evitar que isso aconteça, o período de descanso também pode ser uma oportunidade para desenvolver novas habilidades por meio de brincadeiras educativas. Para o diretor nacional da Ensina Mais Turma da Mônica, José Junior, atividades lúdicas contribuem para o desenvolvimento infantil de maneira natural e significativa, sendo uma alternativa para pais que desejam estimular os filhos de diferentes formas. 

"As brincadeiras são fundamentais para o desenvolvimento das crianças porque estimulam a criatividade, o raciocínio lógico, a comunicação, a autonomia e a convivência social. Além disso, oferecem uma oportunidade valiosa para diminuir o tempo de exposição às telas, favorecendo experiências reais que fortalecem o aprendizado e os vínculos familiares. O brincar é mais do que entretenimento, é parte do processo de formação das crianças e adolescentes", revela José Junior. 

Pensando nisso, o especialista traz sete brincadeiras educativas, simples e fáceis de aplicar em casa, que estimulam o aprendizado e podem ser adaptadas para crianças de diferentes idades. 

Caça ao tesouro com desafios: esconda pistas pela casa ou pelo quintal utilizando charadas, enigmas e pequenas tarefas. A atividade estimula o raciocínio lógico, a leitura, a interpretação de textos e a resolução de problemas, além de incentivar o trabalho em equipe quando realizada em grupo. 

Oficina de experiências científicas: misturas de cores, vulcões de bicarbonato, objetos que afundam ou flutuam e outras experiências simples despertam a curiosidade e aproximam as crianças do universo da ciência de forma divertida e prática. 

Jogos de estratégia e raciocínio: quebra-cabeças, dominó, xadrez, jogos de cartas e desafios matemáticos desenvolvem concentração, planejamento, memória e tomada de decisões. Para crianças maiores, jogos cooperativos também ajudam a fortalecer habilidades socioemocionais. 

Contação e criação de histórias: além de ouvir histórias, as crianças podem criar personagens, desenhar cenários ou escrever finais diferentes para os contos. A atividade amplia o vocabulário, estimula a criatividade e fortalece a imaginação. 

Desafios de construção: utilizando blocos de montar, materiais recicláveis, papelão ou palitos de sorvete, os pequenos podem criar pontes, cidades, robôs ou qualquer outro projeto. A brincadeira desenvolve pensamento espacial, criatividade e resolução de problemas. 

Gincanas em família: provas de equilíbrio, circuitos de obstáculos, desafios de memória ou caça a objetos unem diversão e movimento, promovendo interação entre crianças e adultos enquanto trabalham coordenação motora, cooperação e comunicação. 

Programação e robótica de forma lúdica: para crianças maiores, atividades que envolvem lógica, programação e robótica despertam o interesse pela tecnologia de maneira criativa, mostrando que as telas também podem ser utilizadas como ferramenta de aprendizagem quando há propósito pedagógico. 

Play nas Férias da Ensina Mais Turma da Mônica une diversão e desenvolvimento

Para famílias que procuram uma programação estruturada durante o recesso escolar, a Ensina Mais Turma da Mônica, rede de apoio escolar que faz parte do Grupo MoveEdu, promove o Play nas Férias, iniciativa voltada para crianças de 4 a 14 anos que transforma o período de descanso em uma experiência de aprendizagem por meio de atividades lúdicas. O programa combina oficinas de robótica, experiências científicas, jogos de raciocínio, programação, arte, contação de histórias e dinâmicas em grupo, estimulando tanto habilidades cognitivas quanto socioemocionais. 

Entre as atividades da programação estão oficinas temáticas voltadas para criatividade e resolução de problemas, com atividades colaborativas que incentivam as crianças a construírem soluções em conjunto. Os encontros são realizados em bloco de atividade, permitindo flexibilidade e que os participantes tenham o engajamento durante toda a programação, enquanto os pais contam com uma rotina organizada e um ambiente seguro e supervisionado por educadores. 

"O Play nas Férias mostra que é possível aprender enquanto se brinca. As atividades são planejadas para estimular competências importantes para a vida, como criatividade, colaboração, pensamento crítico e autonomia. É uma forma de oferecer experiências enriquecedoras que vão além do entretenimento e tornam as férias ainda mais significativas", ressalta José Junior. Para saber mais sobre o programa de férias da Ensina Mais Turma da Mônica, é necessário entrar em contato com a escola mais próxima para verificar agenda de atividades e valores de inscrição.

 

Ensina Mais Turma da Mônica


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