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sábado, 18 de julho de 2026

Abdominoplastia pós-gravidez pode ir além da estética e ajudar na correção da diástase abdominal

 

A gestação provoca mudanças naturais no corpo da mulher, especialmente na região abdominal. Durante esse período, o abdômen sofre uma grande distensão para acomodar o crescimento do bebê. Em muitas mulheres, esse processo leva ao afastamento dos músculos abdominais, condição conhecida como diástase, que pode persistir mesmo após o parto. 

Além da flacidez abdominal, a diástase pode causar dor lombar, sensação de fraqueza no corpo e alterações posturais. No entanto, nem toda mulher que passou pela gestação precisa recorrer à cirurgia. Em muitos casos, a fisioterapia e o fortalecimento abdominal podem trazer melhora, sendo a avaliação individual com um cirurgião plástico essencial para diferenciar os casos de flacidez, gordura localizada ou diástase significativa. 

Quando bem indicada, a abdominoplastia vai além da retirada do excesso de pele. O procedimento também permite a correção cirúrgica da diástase, aproximando novamente os músculos abdominais e restaurando a anatomia da parede abdominal, o que pode melhorar tanto a função quanto o contorno corporal. 

"Os benefícios da abdominoplastia vão além da questão estética quando existe indicação adequada. O procedimento pode contribuir para a função da parede abdominal, além de promover melhora da autoestima e da qualidade de vida", afirma o cirurgião plástico Dr. Alexandre Kataoka. 

Segundo o especialista, a cirurgia pode trazer benefícios funcionais, melhora da autoestima e da qualidade de vida, desde que seja realizada com planejamento e indicação médica adequada. Outro ponto importante é o momento correto para o procedimento. A recomendação é que a cirurgia seja realizada, no mínimo, seis meses após o término da amamentação. 

O Dr. Alexandre Kataoka também reforça a importância de que a cirurgia plástica seja realizada por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), garantindo que a paciente seja avaliada por um profissional habilitado para indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

 


Fonte: Dr. Alexandre Kataoka - Cirurgião Plástico. Perito concursado da Secretaria da Justiça de São Paulo – Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo. Membro Efetivo da Câmara Técnica em cirurgia plástica – CFM. Conselheiro Responsável da Câmara Técnica do Cremesp. Coordenador da Comunicação do Cremesp.


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