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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Câncer de Pele Não Melanoma: especialista reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce

 Estudo internacional aponta que uma nova terapia pode reduzir em mais de 60% do risco de recorrência do câncer espinocelular de pele


Responsável por cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o câncer de pele não melanoma deverá registrar aproximadamente 263 mil novos casos por ano no Brasil entre 2026 e 2028, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA)¹. O Dia Global de Conscientização sobre o Câncer de Pele Não Melanoma, que foi celebrado em 13 de junho, reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e dos avanços terapêuticos para enfrentar a doença mais incidente entre os brasileiros.

No cenário científico do Carcinoma Espinocelular Cutâneo (CEC), também conhecido como carcinoma epidermóide, segundo tipo de câncer de pele mais comum, passou por uma importante transformação nos últimos anos. Antes marcada pela escassez de evidências clínicas, a área agora dispõe de três grandes estudos prospectivos com um número significativo de pacientes, fortalecendo o conhecimento sobre a doença e abrindo caminho para novas abordagens de tratamento.

Entre os avanços mais relevantes está o estudo pivotal de fase III C-POST, que avaliou pacientes com carcinoma espinocelular cutâneo de alto risco após cirurgia e radioterapia. Os resultados reforçam o potencial da imunoterapia no tratamento da doença em estágios mais precoces. O estudo investigou o uso adjuvante de Libtayo² (cemiplimabe), medicamento aprovado pela Anvisa em janeiro de 2026³. No Brasil, o tratamento é comercializado pela farmacêutica Adium, companhia com atuação em mais de 18 países da América Latina e presença crescente na área de oncologia.

Os resultados demonstraram que o uso adjuvante de cemiplimabe reduziu em 68% o risco de recorrência da doença ou morte quando comparado ao placebo (HR: 0,32; IC95%: 0,20–0,51; pNew England Journal of Medicine e apresentados durante o congresso anual da American Society of Clinical Oncology (ASCO) em 2025.

"A resposta do estudo C-POST representa um marco importante para os pacientes. Estamos falando de uma redução expressiva do risco de recorrência, reforçando o papel crescente da imunoterapia também em estágios mais precoces", destaca o Dr. Rodrigo Munhoz, oncologista clínico e presidente do Grupo Brasileiro de Melanoma.

Segundo o especialista, a doença exige atenção, já que o atraso no tratamento pode resultar em mutilações e impactar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. "O câncer de pele não melanoma apresenta altas chances de cura quando diagnosticado precocemente. A informação, a prevenção e o acesso às novas opções terapêuticas são pilares fundamentais para melhorar os resultados dos pacientes", afirma o médico.

Confira abaixo cinco dicas do Dr. Rodrigo Munhoz para prevenir o câncer de pele:

1. Utilize protetor solar diariamente
A aplicação deve ser feita mesmo em dias nublados, com reaplicação ao longo do dia, especialmente durante atividades ao ar livre.

2. Evite exposição solar nos horários de maior intensidade
Entre 10h e 16h, a radiação ultravioleta atinge níveis mais elevados, aumentando os danos à pele.

3. Adote barreiras físicas de proteção
Chapéus de abas largas, roupas com proteção UV, óculos escuros e guarda-sóis complementam a proteção solar.

4. Observe sinais e alterações na pele
Feridas que não cicatrizam, manchas que crescem ou lesões que mudam de aspecto devem ser avaliadas por um dermatologista.

5. Realize acompanhamento médico regular
Pessoas com histórico de exposição solar intensa, pele clara, idade avançada ou antecedentes de câncer de pele devem realizar avaliações periódicas.
 

  

Referências:


1.BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pele representa 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Brasília, DF, 2025. Disponível em: Link. Acesso em: 06/06/2026.

2.ADIUM BRASIL. Bula do Libtayo® (cemiplimabe). São Paulo, 2024. Disponível em: Link. Acesso em: 06/01/2026

3.BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução RE nº 5.268, de 30 de dezembro de 2025. Aprova petições relacionadas à Gerência-Geral de Produtos Biológicos, Radiofármacos, Sangue, Tecidos, Células, Órgãos e Produtos de Terapias Avançadas – 77A. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 5 jan. 2026, p. 46. Disponível em: Link. Acesso em: 06/06/2026.

4.RISCHIN, D.; PORCEDDU, S.; DAY, F.; et al. Adjuvant cemiplimab or placebo in high-risk cutaneous squamous-cell carcinoma. The New England Journal of Medicine, v. 393, n. 8, p. 774–785, 21 Aug. 2025.

 Adium


SUS incorpora terapia-alvo para adultos com leucemia mieloide aguda inelegíveis à quimioterapia intensiva

Combinação de venetoclax e azacitidina amplia opções terapêuticas para pacientes recém-diagnosticados e deverá estar disponível na rede pública em até 180 dias 
 

O Ministério da Saúde publicou nesta segunda-feira (15) a Portaria nº 30/2026 que incorpora ao Sistema Único de Saúde (SUS) a combinação de venetoclax e azacitidina para o tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide aguda (LMA) recém-diagnosticada que não são elegíveis à quimioterapia intensiva. 

A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e representa um avanço no acesso a terapias para um grupo de pacientes que frequentemente enfrenta limitações terapêuticas devido à idade avançada ou à presença de outras condições clínicas que impedem o uso do tratamento convencional. 

De acordo com a portaria, a nova opção terapêutica deverá ser disponibilizada na rede pública de saúde em até 180 dias, conforme o prazo estabelecido pela legislação federal para a implementação de tecnologias incorporadas ao SUS. 

A leucemia mieloide aguda é um câncer hematológico agressivo que se origina na medula óssea e afeta a produção normal das células sanguíneas. Considerada a forma mais comum de leucemia aguda em adultos, a doença acomete principalmente pessoas idosas e requer diagnóstico e tratamento precoces para aumentar as chances de controle da enfermidade. 

A incorporação do esquema combinado de venetoclax e azacitidina amplia as alternativas terapêuticas disponíveis para pacientes que não podem ser submetidos à quimioterapia intensiva, cenário frequente na prática clínica. A recomendação foi baseada em avaliação técnico-científica conduzida pela Conitec, responsável por analisar evidências de eficácia, segurança e impacto para o sistema de saúde antes da adoção de novas tecnologias pelo SUS. 

O relatório técnico que fundamentou a decisão será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec.
 

Sobre a leucemia mieloide aguda

A leucemia mieloide aguda é caracterizada pela proliferação rápida e descontrolada de células anormais na medula óssea, comprometendo a produção de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Sem tratamento adequado, a doença pode evoluir rapidamente, tornando o diagnóstico precoce e o encaminhamento especializado fatores determinantes para melhores desfechos clínicos.

 

Estudo brasileiro mostra baixa taxa de reoperação após cirurgia conservadora da mama

 

Africaimages

Pesquisa realizada com a participação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) identificou fatores associados à reoperação e reforça a importância do planejamento cirúrgico no tratamento do câncer de mama 

 

No tratamento de câncer de mama em estágio inicial, a cirurgia conservadora, combinada com radioterapia adjuvante, é uma estratégia associada à segurança oncológica, bons resultados estéticos e tempo reduzido para a recuperação cirúrgica, o que permite à paciente retomar mais rapidamente suas atividades. No entanto, algumas mulheres podem necessitar de uma nova cirurgia quando a retirada inicial do tumor não alcança margens consideradas adequadas. Para avaliar fatores de risco que levam à realização de nova cirurgia, um estudo feito com a participação de importantes centros de tratamento de câncer no Brasil destaca a relevância do bom planejamento cirúrgico e do acesso a equipes especializadas.

O estudo “Taxas de reoperação após cirurgia conservadora de mama em uma coorte contemporânea” foi publicado pela BMC Surgery, conceituada revista internacional dedicada a pesquisa e práticas cirúrgicas. Coordenada pela mastologista Anne Dominique Nascimento Lima, membro da Comissão Científica e do Departamento de Cirurgia da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a investigação envolveu pesquisadores de seis centros de tratamento no País, sendo cinco privados e um público.

A pesquisa avaliou 698 pacientes em estágio inicial de câncer de mama submetidas à cirurgia conservadora, seguida de radioterapia adjuvante, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2022. “As margens cirúrgicas positivas representam um desafio. Entender quais pacientes apresentam maior risco de reoperação pode ajudar a aprimorar o planejamento cirúrgico e reduzir a necessidade de novas intervenções. Além disso, havia escassez de dados sobre as taxas de reoperação após a cirurgia conservadora da mama no País, o que torna esse levantamento especialmente relevante”, afirma Anne Dominique Lima.

Dados americanos e europeus apontam taxas de reoperação após a cirurgia conservadora de mama variando entre 20% e 30%, valores consideravelmente superiores aos observados no estudo brasileiro. Entre as participantes submetidas à quadrantectomia, a pesquisa mostra que apenas 5,2% precisaram de uma nova cirurgia. A taxa foi mais elevada no hospital público, chegando a 9,9%, enquanto nos hospitais privados, 4,8%. Para o mastologista André Mattar, tesoureiro da SBM, também participante do estudo, as ocorrências entre as instituições devem ser

interpretadas com cautela. “O hospital público oferecia atendimento oncológico a pacientes com câncer de mama dentro de um serviço estruturado de cirurgia oncológica, mas a amostragem foi menor na pesquisa”, destaca.

De acordo com o estudo, o carcinoma ductal in situ (CDIS) esteve associado a um risco aumentado de reoperação. O CDIS é considerado o estágio mais precoce do câncer de mama, com células malignas confinadas nos ductos mamários. “Por outro lado, a ausência de doença multifocal representou um risco reduzido para reoperação”, pontua a mastologista Anne Dominique Lima.

A reoperação após a cirurgia conservadora de mama representa uma série de implicações, incluindo o aumento dos custos de saúde. “Ao realizar uma nova intervenção, sabemos que existe o risco de complicações”, ressalta André Mattar. “Para a paciente, a reoperação é um sofrimento psicológico. E a possibilidade de um resultado estético não satisfatório resulta em pior qualidade de vida.”

De acordo com os pesquisadores, a baixa taxa de reoperação apresentada no estudo sugere bons resultados cirúrgicos na população estudada. Além disso, os especialistas reforçam a necessidade de investigações, ponderações clínicas rigorosas, planejamento cirúrgico eficiente e acesso ampliado das pacientes a equipes e centros especializados para a realização da cirurgia.

 

Aberta a temporada de Travessias no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiro

Travessia Sete Quedas
 Divulgação

 

Único período do ano em que os dois campings ficam abertos, as travessias revelam cachoeiras, cânions e paisagens preservadas do Cerrado em roteiros de até três dias

 

Inicia hoje (15/6), a Temporada Travessias 2026 do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, experiência que permite percorrer trilhas de longo curso e passar a noite dentro da unidade de conservação durante o período seco do Cerrado.

 

A temporada é aguardada por aventureiros de todo o País por oferecer uma oportunidade exclusiva: este é o único momento do ano em que os dois campings do parque — Boa Sorte e Sete Quedas — permanecem abertos para pernoite dos visitantes.

 

Reconhecido como Patrimônio Natural Mundial pela Unesco, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros abriga mais de 65 mil hectares de Cerrado preservado, reunindo formações rochosas milenares, cânions, rios de águas cristalinas, cachoeiras e uma das maiores concentrações de biodiversidade brasileira. Durante as travessias, o visitante tem a oportunidade de explorar áreas remotas do Parque que normalmente ficam fora dos roteiros tradicionais.

 

Entre as experiências disponíveis está a Travessia das Sete Quedas, considerada uma das caminhadas mais bonitas do Cerrado brasileiro. Ao longo de aproximadamente 23,5 quilômetros, os visitantes atravessam campos rupestres, veredas e formações rochosas que conduzem a poços para banho e quedas d'água cercadas por natureza praticamente intocada. Dependendo do ritmo da caminhada, o percurso pode ser realizado em um, dois ou três dias. A área de camping tem capacidade para 40 pessoas, por noite.

 

Outra opção é a Travessia São Jorge–Capela, que conecta diferentes regiões da Chapada em uma jornada de cerca de 25 quilômetros. O trajeto proporciona uma perspectiva única sobre a diversidade de paisagens do parque e atrai especialmente viajantes em busca de desafios físicos e experiências autênticas em meio à natureza. O percurso pode ser realizado em 9h ou dois dias, incluindo um pernoite na área de camping, que tem capacidade para 30 pessoas, por noite.

 

Além das paisagens, um dos momentos mais marcantes da travessia acontece após o pôr do sol. Com pouca interferência luminosa e cercado pelo silêncio do Cerrado, o parque oferece condições privilegiadas para contemplação do céu estrelado, transformando o pernoite em uma experiência tão memorável quanto a caminhada.

 

As travessias são autoguiadas, com sinalização ao longo dos percursos, e consideradas de nível “pesado”, o que exige preparo físico compatível com trilhas de longa distância, além de boas condições de saúde. Os visitantes devem levar seus próprios equipamentos de camping, alimentação e itens pessoais para os pernoites, incluindo mochila, roupas leves e confortáveis, chapéu ou boné, protetor solar, repelente e garrafa de água, que são considerados itens indispensáveis.

 

 

Durante a temporada de travessias, a entrada no Parque é antecipada para 7h (o ingresso deve ser adquirido com antecedência). A orientação é que o percurso seja iniciado até, no máximo, 10h.

 

Já a visitação noturna ocorrerá nas noites entre quartas e domingo (e nas datas de feriados nacionais), contemplando os roteiros Saltos, Carrossel e Corredeiras; e Seriema, sendo que não é recomendado o banho de rio nesse período de visitação. O condutor e todos os visitantes deverão ter sua própria lanterna, não sendo aceitas lanternas de telefones celulares. Também não é permitido acampar ou entrar com barracas nesse período e, antes de partir, os visitantes recebem orientações sobre o trajeto e a biodiversidade no Centro de Visitantes.

 

Os ingressos devem ser adquiridos de forma antecipada. Mais reservas e mais informações estão disponíveis no site.


 

Serviço 


Temporada de Travessias 2026

Início: 15/6

Término: Não existe data específica em função do nível de água

Travessia Sete Quedas: 23,5 quilômetros

Travessia São Jorge–Capela: 25 quilômetros

Preço do ingresso: R$ 49,00, com meia entrada a R$ 24,50 e tarifa-entorno por R$ 5,00

Preço do pernoite: R$ 25,00 por pessoa e por noite

Dias de funcionamento: entre segundas-feiras e domingos

Horário da entrada: das 8h às 12h 



Parquetur
Mais informações no site


Burocracia digital e crédito fácil: André Naves alerta para o aumento da violência patrimonial contra idosos

No Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa (15/06), Defensor Público Federal aponta que a digitalização forçada de serviços e o assédio financeiro transformaram a exclusão em motor de superendividamento. 

 

Hoje, o mundo volta a atenção para o Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa. Longe de se restringir às agressões físicas, a violência na terceira idade tem ganhado contornos modernos e silenciosos no Brasil: a violência patrimonial e o abuso financeiro. Com a rápida e forçada digitalização do sistema bancário e de serviços públicos, milhões de idosos enfrentam barreiras invisíveis que os tornam alvos fáceis para golpes, fraudes e para o fenômeno do superendividamento. 

De acordo com dados da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, as denúncias de violência patrimonial e financeira contra idosos registram altas consistentes no Disque 100. A dinâmica atual da economia digitalizada agravou esse cenário. A exigência de aplicativos complexos, o fim do atendimento humanizado nas agências bancárias e a burocracia digital empurram o idoso para uma situação de extrema vulnerabilidade, muitas vezes obrigando-o a delegar suas senhas e decisões financeiras a terceiros. 

Paralelamente, o assédio comercial das instituições financeiras com a oferta predatória de empréstimos consignados - a apenas "um clique" de distância em telas de celular mal projetadas para a acessibilidade visual e cognitiva - tem comprometido a renda de subsistência de uma parcela massiva da população idosa. 

Para o Defensor Público Federal André Naves, especialista em direitos humanos e economia política, o fenômeno atual não é uma fatalidade, mas o reflexo de um etarismo estrutural que molda o mercado e o Estado. 

"A digitalização de serviços públicos e bancários deveria ser uma ferramenta de emancipação, mas se tornou um labirinto de exclusão. Quando desenhamos uma sociedade que ignora as características e limitações da população idosa, estamos praticando uma violência institucional. O resultado é o isolamento econômico e o superendividamento, que tiram a dignidade de quem passou a vida inteira produzindo", afirma Naves. 

O defensor ressalta que o debate precisa ir além da punição aos golpistas e alcançar a responsabilidade dos grandes agentes econômicos: 

"O mercado financeiro precisa entender que acessibilidade também é segurança. Simplificar processos, manter canais humanos de atendimento e barrar o assédio do crédito consignado predatório são deveres éticos e legais. Combater a violência contra o idoso em 2026 exige, fundamentalmente, humanizar a tecnologia e combater a burocracia que asfixia a terceira idade", conclui o defensor.



Além do gramado: O jogo oculto das marcas B2B na Copa do Mundo 2026

A Maior Copa da História como um Lab de Negócios

 

A Copa de 2026 (EUA, Canadá e México) não é apenas a maior em número de seleções (48), mas a mais complexa do ponto de vista logístico, tecnológico e de infraestrutura da história moderna. Conforme publicado pelo portal Brasil Escola, o novo formato estendeu o período do torneio de 30 para 38 dias e expandiu o calendário para um total de 104 partidas (64 a mais que o modelo anterior). Essa monumental descentralização pulverizou o evento por 16 cidades-sede, uma estratégia adotada justamente para diluir os desafios logísticos e aproveitar de forma otimizada a infraestrutura estrutural pré-existente de cada país 

Para o mundo B2B, isso muda o paradigma. Não se trata de patrocinar a Copa para vender mais refrigerante; trata-se de demonstrar capacidade operacional em escala global. Enquanto as marcas focadas em B2C travam uma batalha feroz no topo do funil de marketing para capturar a atenção de uma audiência global projetada pela Kantar em 5 bilhões de espectadores , com o mercado brasileiro demonstrando engajamento massivo, onde 77% dos consumidores pretendem acompanhar o torneio, o ecossistema corporativo joga em outra liga. Se a tecnologia, logística ou segurança de determinada empresa consegue aguentar a pressão de uma Copa em três países, ela consegue resolver o problema de qualquer multinacional.]
 

Três Pilares de Posicionamento Estratégico para o B2B

Para se posicionar de forma relevante sem o orçamento bilionário das marcas B2C, as empresas B2B devem focar em três territórios:
 

A. A Vitrine de credibilidade extrema

O melhor marketing B2B é a prova social. As marcas que estão fornecendo tecnologia de nuvem, conectividade 5G, soluções de cibersegurança, logística de suprimentos ou engenharia sustentável para os estádios devem transformar a Copa em seu estudo de caso definitivo. 

Essa abordagem de liderança de pensamento (thought leadership) atua como um escudo reputacional contra um erro crônico identificado pela Kantar em torneios passados: a saturação de mensagens genéricas. Estudos da consultoria revelaram que muitas marcas diluem seu valor de mercado ao centrar a comunicação excessivamente na temática lúdica da Copa e do futebol, esquecendo de ativar seu posicionamento proprietário e suas próprias soluções funcionais.
 

B. Hospitalidade Corporativa como decisão de negócios
 

A Copa do Mundo é o maior hub de networking do planeta. CEOs, diretores e tomadores de decisão de grandes indústrias estarão circulando pelos camarotes e cidades-sede. 

Esse ambiente de relacionamento VIP ganha um forte aliado na inteligência de dados. Indicadores da Kantar apontam que o comportamento do torcedor moderno é multiplataforma e analítico: 32% dos espectadores buscam ativamente estatísticas e análises táticas enquanto assistem às partidas. Marcas B2B de tecnologia e consultoria podem se apropriar desse hábito fornecendo insights técnicos e cruzamento de dados de negócios em tempo real dentro de seus fóruns executivos
 

C. ESG e Legado: O impacto real
 

A sustentabilidade (ambiental e social) de um evento dessa magnitude está sob escrutínio público severo em 2026. Empresas B2B que oferecem soluções de descarbonização, gestão de resíduos ou impacto social têm uma oportunidade de ouro.
 

3. Matriz de oportunidades
 

Onde está o valor por setor
 

A tradução desse potencial estratégico em narrativas de negócios varia drasticamente conforme o setor de atuação, exigindo abordagens customizadas para capturar a atenção dos tomadores de decisão. Com a expansão do torneio para 48 seleções, 104 partidas e um público estimado em mais de 5,5 milhões de torcedores nos estádios, o setor corporativo está diante de desafios operacionais que exigem soluções industriais de altíssima complexidade. 

No ecossistema de Tecnologia & SaaS, a grande oportunidade reside na viabilização da gestão de dados em tempo real e na inteligência artificial preditiva para conter o choque sistêmico de tráfego de pessoas e dados. Aeroportos centrais do torneio que já enfrentam gargalos logísticos severos, como os hubs de Miami (MIA) e Houston (IAH)], demandam soluções urgentes onde o processamento analítico e as ferramentas de pagamento totalmente sem fricção tornam-se vitais. Essa demanda por infraestrutura tecnológica é severamente amplificada pelo consumo não-linear de mídia. 

A Kantar destaca que os torcedores operam em regime de 'segunda tela': paralelamente à transmissão (onde 31% já utilizam plataformas de streaming), o público sobrecarrega as redes buscando notícias (68%) e interagindo com memes e redes sociais (50%). Softwares corporativos de nuvem e IA são os pilares invisíveis necessários para evitar o colapso dessas arquiteturas digitais Para essas marcas, o ângulo ideal de comunicação deve focar no data-driven storytelling, demonstrando de forma tangível como softwares de nuvem e IA são o motor invisível capaz de coordenar fluxos digitais de segurança e consumo para as mais de 6 bilhões de interações globais projetadas pela FIFA para o ecossistema do torneio. 

Quando o olhar se volta para o setor de Logística & Supply Chain, a escala continental da competição se transforma no maior estudo de caso do mercado global. Pela primeira vez dividida de forma simultânea entre três países e quatro fusos horários diferente, a Copa apresenta distâncias que desafiam qualquer cadeia de suprimentos: apenas o trajeto linear entre Vancouver e Miami ultrapassa as 3.400 milhas (cerca de 5.400 km), e simulações de rotas de grupos mais complexas apontam para deslocamentos integrados de até 6.424 milhas por equipe. 

A narrativa de posicionamento das empresas de logística deve abandonar o varejo para focar na eficiência cirúrgica e na resiliência da cadeia de suprimentos transfronteiriça sob estresse máximo, demonstrando capacidade de mover delegações, insumos e cargas críticas em tempo recorde. 

Por fim, o segmento de Energia & Infraestrutura encontra seu espaço de liderança em resposta direta à massiva pegada ambiental do torneio, projetada em aproximadamente 9 milhões de toneladas de emissões de CO2 equivalentes. Com o compromisso mandatório de mitigar o impacto local, as marcas B2B de transição energética ganham protagonismo.
 

O "ROI silencioso" 

O sucesso do posicionamento B2B na Copa do Mundo não é medido por likes ou share of voice na internet, mas pelo tamanho do pipeline de vendas gerado para os próximos 5 anos e pelo ganho de reputação institucional. É o "ROI silencioso" que consolida uma marca como líder de mercado.

Na Copa do Mundo das marcas, enquanto o B2C joga para a torcida, o B2B joga diretamente com os donos do clube.


LLYC


Ainda em junho, Samsung Ocean oferece aulas gratuitas de IA, Empreendedorismo, Games, Realidade Misturada e mais

Programa de capacitação tecnológica da Samsung oferece conteúdos gratuitos em áreas como Inteligência Artificial, desenvolvimento de games, programação, wearables e empreendedorismo, com opções presenciais e remotas 

 

O programa Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades da segunda quinzena de junho. A partir desta segunda-feira (15), a iniciativa promove aulas, cursos e laboratórios para os interessados em aprender mais sobre os diversos temas relacionados à tecnologia e inovação. 

O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. Pessoas de todo o Brasil pode participar das atividades remotas, enquanto moradores de São Paulo, Manaus e Brasília terão acesso às atividades presenciais* em seus respectivos campi.

 

Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean? 

Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 18 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral.

 

Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean? 

Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga.

 

O que posso aprender com o Samsung Ocean em junho? 

No formato online, os interessados em Jogos podem participar da aula introdutória para Desenvolvimento de Games, marcada para 15 de junho. Já nos dias 18 e 25, acontecem as aulas do curso de Integração Node.js, da Trilha de Backend. E na quarta-feira, dia 24 de junho, a Trilha de Wearables oferece aula para sobre o Algoritmo de Análise de Movimento com Wearables. 

No modelo presencial, o Campus de São Paulo do Samsung Ocean realiza duas aulas para o curso de Programação com Python, que acontecem nos dias 18 e 19 de junho. Já o campus de Brasília contará com a aula prática sobre Integração de APIs de Forma Descomplicada no dia 19, e uma aula sobre a Construção de Formulários com Kotlin no dia 26. 

Também no formato presencial, o campus de Manaus oferece o curso sobre Modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python, com aulas marcadas para os dias 15, 16, 18 e 19 de junho. A Trilha do Empreendedorismo, no dia 17, realiza a aula sobre a Estruturação de Negócios Inovadores. E os interessados em Realidade Misturada podem participar dos Laboratórios XR que acontecem nos dias 22, 23, 25 e 26 de junho. 

“O Samsung Ocean tem como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento em tecnologia e inovação, oferecendo oportunidades de capacitação alinhadas às demandas do mercado. Com isso em mente, a programação da segunda quinzena de junho reúne temas atuais e relevantes, permitindo que estudantes, profissionais e empreendedores ampliem suas competências de forma gratuita e com conteúdo de excelente qualidade”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil. 

As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concedem certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

 

Agenda de atividades online

  

16/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ecossistema da Saúde Digital e Tecnologias Emergentes

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 2)

- [TRILHA ANDROID] Android: Jetpack e Arquitetura

- Ocean Lab #10 Modelos de Negócios Inovadores e os desafios do mercado (Parte 2)

 

17/06

- [TRILHA METAVERSO] Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação

- [TRILHA GAMES] Introdução ao Game Design

- [TRILHA DESENVOLVIMENTO ÁGIL] Desenvolvimento Ágil: Framework Scrum

 

18/06

- [TRILHA BACKEND] Integração Node.js (Parte 1)

- Ocean Lab #10 PITCH PRÉ-DEMODAY (Parte 1)

 

19/06

- [TRILHA BACKEND] Programação Backend com gRPC: Construindo APIs Modernas e Escaláveis

 

22/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Aplicações de IoT na Saúde

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python

- [TRILHA FRONTEND] Imagens Adaptáveis com HTML e CSS: Design Fluido e Performance Web

 

23/06

- [TRILHA DESEN. AGIL] Introdução à Modelagem de Sistemas: Modelando Casos de uso

- [TRILHA UX] Prototipação no-code de soluções digitais

- Ocean Lab #10 PITCH PRÉ-DEMODAY (Parte 2)

 

24/06

- [TRILHA WEARABLES] Entendendo Algoritmos de Análise de Movimento com Wearables

 

25/06

- [TRILHA BACKEND] Integração Node.js (Parte 2)

- Ocean Lab #10 DEMODAY

 

26/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] ANVISA e Saúde Digital: Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos

 

29/06

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletricidade Aplicada à Fabricação Digital

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Circuitos Eletrônicos para Prototipagem Digital

- [TRILHA IA] Laboratório de IA conversacional aplicada ao contexto acadêmico

 

30/06

- [TRILHA IA] Fundamentos de Visão Computacional: Conceitos e Implementações com Python

 

Atividades presenciais em São Paulo (SP)

 

18/06

- [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 1)

 

19/06

- [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 2)

 

Atividades presenciais em Brasília (DF)

 

19/06
- [TRILHA FRONTEND] Mão na Massa com React: Integração de APIs de Forma Descomplicada

 

26/06
- [TRILHA ANDROID] Android Studio na Prática: Construindo Formulários com Kotlin 

 

Atividades presenciais em Manaus (AM)

 

15/06

- [TRILHA BLOCKCHAIN] Desenvolvimento de dApps e Contratos inteligentes para Blockchain Ethereum

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 1)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva: Impressão e Escaneamento 3D (Parte 1)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 1)

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1)

 

16/06

- [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 1)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 2)

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2)

 

17/06

- [TRILHA EMPREENDEDORISMO] Lean Canvas: estruturando modelos de negócios inovadores

- [TRILHA IA] Advocacia do Futuro: Ferramentas de IA para Profissionais do Direito (Parte 1)

- [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 2)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 2)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva: Impressão e Escaneamento 3D (Parte 2)

 

18/06

- [TRILHA IA] Advocacia do Futuro: Ferramentas de IA para Profissionais do Direito (Parte 2)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 3)

 

19/06

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20/06

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24/06

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27/06

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SP Invisível e Anhanguera oferecem bolsas para curso de elétrica a pessoas em vulnerabilidade socia

Divulgação
Nova edição da Escola Invisível ofereceu bolsas para curso de elétrica com uma das maiores instituições privadas de ensino superior do Brasil e reforça a importância da qualificação profissional como ferramenta de inclusão social

A ONG SP Invisível celebra mais uma edição da Escola Invisível, programa voltado à capacitação profissional de pessoas em vulnerabilidade social e em acolhimento institucional, incluindo pessoas que já viveram em situação de rua. Realizada em parceria com a Faculdade Anhanguera, a iniciativa ofereceu bolsas para um curso de elétrica, ampliando oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho para participantes em processo de reconstrução de suas trajetórias.
 

O lançamento ocorre em um cenário que ainda impõe desafios relevantes na profissionalização. No Brasil, embora tenha havido redução, 18,5% dos jovens de 15 a 29 anos ainda não estudam, não trabalham e nem qualificados profissionalmente, o que representa 8,9 milhões de pessoas, segundo a PNAD Contínua, pesquisa oficial do IBGE. Globalmente, a taxa de matrícula bruta no ensino superior é de 39%, de acordo com a UNESCO, indicando que mais da metade dos jovens em idade adequada permanece fora desse nível de ensino.
 

É nesse contexto que a Escola Invisível atua, oferecendo formação profissional a públicos historicamente excluídos. A nova edição disponibilizou 12 bolsas de estudo para o curso de elétrica em parceria com a Faculdade Anhanguera, uma das maiores instituições privadas de ensino superior do Brasil. Com carga horária total de 60 horas, o curso combinou aulas online e cinco encontros presenciais na unidade da instituição em Itaquera, zona leste de São Paulo.
 

“Não é só sobre formar eletricistas. É sobre devolver a alguém a chance de recomeçar com dignidade, gerar renda e ocupar um novo lugar na sociedade. Quando a gente investe em formação, a gente muda trajetórias e isso transforma tudo.”, afirma André Soler, fundador da SP Invisível.
 

Os participantes desta edição são residentes de dois Centros de Acolhimento, o C.A. São Leopoldo Abecal e o Cidade Refúgio II. As vagas são destinadas a pessoas previamente triadas pela equipe da SP Invisível. Assistente social e psicólogo realizam entrevistas individuais para identificar interesse na área, comprometimento com a carga horária e condições de permanência no curso. O foco é garantir a conclusão da formação e ampliar as chances de inserção no mercado de trabalho.
 

“A Escola Invisível nasce para transformar o acesso em oportunidade real. Não basta oferecer formação, é preciso garantir que essas pessoas tenham suporte, acompanhamento e caminhos concretos para entrar no mercado de trabalho”, afirma Soler.
 

“Acreditamos que a educação tem um papel transformador na vida das pessoas, especialmente quando conectada à empregabilidade. Ao ampliar o acesso à qualificação profissional para públicos em situação de vulnerabilidade, conseguimos ir além da formação técnica, criando caminhos reais para inserção no mercado de trabalho. Parcerias como essa com a SP Invisível reforçam nosso compromisso com a inclusão produtiva e a geração de oportunidades”, afirma Letícia Moraes Silverio, diretora da Faculdade Anhanguera de Itaquera.
 

As aulas online forão realizadas com apoio das salas de informática dos próprios Centros de Acolhimento, com acompanhamento psicossocial. Além da formação técnica, os alunos receberam mentorias com foco em empregabilidade, incluindo orientação para entrevistas e preparação para processos seletivos. O trabalho complementa o acompanhamento já realizado pelas equipes dos centros.
 

“Participar do curso de eletricista tem sido uma oportunidade transformadora para mim, tanto no aspecto profissional quanto pessoal. Venho de outra área de atuação e poder adquirir novos conhecimentos neste momento representa um recomeço e a chance de construir uma nova trajetória. Sou muito grato à SP Invisível e à Anhanguera por proporcionarem essa oportunidade e ampliarem as perspectivas de pessoas em situação de vulnerabilidade.”, relata Eduardo, aluno do curso de Eletricista da instituição.
 

“Quando uma pessoa volta a acreditar que é capaz de aprender, trabalhar e gerar renda, a gente não está só formando um profissional, está reconstruindo uma trajetória inteira. É assim que a gente quebra ciclos de exclusão”, completa o fundador da SP Invisível.
 

Ao ampliar o acesso à educação profissionalizante para pessoas em vulnerabilidade social, a Escola Invisível reforça o papel da qualificação técnica como ferramenta concreta de inclusão produtiva e construção de autonomia. Iniciativas como essa dependem do engajamento da sociedade para continuar transformando trajetórias. Pessoas interessadas podem apoiar o programa e contribuir para que mais alunos tenham acesso à formação e a novas oportunidades por meio de doações à SP Invisível, acessando spinvisivel.colabore.org.

 

 

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