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quinta-feira, 25 de abril de 2024

O consumo de chocolate está relacionado ao seu DNA

Ao leite, amargo, com amendoim, doce, qual tipo de chocolate corresponde a sua genética e a sua saúde?
 

Muitos de nossos hábitos alimentares, preferências e sensibilidade aos alimentos são influenciados pela nossa genética (1). Com o chocolate não é diferente. O novo painel lançado pela Genera, empresa pioneira em testes genéticos voltados diretamente para o consumidor, em parceria com a Maré Chocolate, o Painel Chocolate, revela características que exploram os gostos relacionados ao alimento e ajudam a mostrar quais os tipos mais recomendados para cada organismo. 

Por meio do teste genético, é possível descobrir a preferência por sabores mais doces ou ainda, predisposição para intolerância à lactose, considerando que o leite é um dos ingredientes mais importantes na confecção de chocolate. De acordo com um levantamento da Genera, cerca de 51% dos brasileiros apresentam essa intolerância, e os sintomas incluem dor e inchaço abdominal, diarreia, gases e náuseas. Para estas pessoas, o ideal é consumir chocolates livres de lactose. 

Alguns chocolates têm aroma e sabor mais intensos de cacau torrado ou de aromatizantes, que podem influenciar na preferência pelos diferentes tipos. O teste genético identifica a capacidade de detectar estes aromatizantes e a percepção do sabor. Se uma pessoa apresenta essa predisposição é possível que ela ache mais agradável o sabor de chocolates amargos, com aromatizante ou frutas. 

Outra característica é a sensibilidade ao sabor amargo. Algumas pessoas têm, de acordo com certas variações genéticas, uma maior sensibilidade ao sabor amargo, o que dificulta o consumo de alimentos e chocolates com esse gosto. Já as que não têm essa sensibilidade não percebem o sabor amargo com tanta intensidade e preferem comer chocolates desse tipo. 

O consumo do chocolate muitas vezes também está relacionado às emoções das pessoas, como tristeza e a ansiedade. De acordo com a Genera, cerca de 64% dos brasileiros têm predisposição para apresentar fome emocional, relacionado a algumas variações genéticas. Esse dado converge com uma pesquisa realizada pela ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), Merck Brasil e IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica) em que 60% dos entrevistados afirmaram comer chocolate, pizza e outras guloseimas quando se sentem estressados ou de mau humor.[1] 

“O Painel Chocolate revela não só o perfil da pessoa em relação ao consumo de diferentes tipos e sabores do alimento, como orienta quais são mais saudáveis e compatíveis com o organismo de cada um. Ele traz autoconhecimento e indicações de como saborear o chocolate com prazer e gerando bem-estar”, explica Ricardo Di Lazzaro, médico especialista em genética e cofundador da Genera. 

A Maré Chocolate entende essa variedade de perfis de consumidores e as diferenças genéticas. “Cientes de tantas variedades de gosto e restrições alimentares, aqui na Maré oferecemos chocolates sem glúten, sem leite, sem açúcar branco, e usamos açúcares mais naturais, como os adoçados com açúcar de coco, com açúcar demerara, maçã em pó ou açúcar mascavo, também temos o 100% cacau. Valorizamos a saúde e o bem-estar, tanto de quem cultiva quanto de quem saboreia nossos chocolates e é por isso que encontramos na Genera uma parceria de sucesso”, explica Maruska Gemelli, sócia da Maré Chocolate. 

“A parceria da Genera com a Maré Chocolate foi pautada pela qualidade e valores da empresa na produção de chocolates artesanais, saudáveis e sustentáveis. Ambas têm como prioridade oferecer experiências de bem-estar felicidade e cuidados com a saúde do consumidor”, finaliza Di Lazzaro.
 

Características do Painel Chocolate:

  • Consumo de Doces: identificação da predisposição para consumir uma quantidade maior ou menor de doces.
  • Intolerância à Lactose: avaliação do risco de intolerância à lactose ou elevada tolerância.
  • Sensibilidade à Proteína do Leite: análise da predisposição para desenvolver sensibilidade à proteína do leite.
  • Sensibilidade ao Amendoim: verificação da predisposição para desenvolver sensibilidade ao amendoim.
  • Sensibilidade ao Sabor Amargo: avaliação da maior ou menor sensibilidade ao sabor amargo.
  • Preferência pelo Sabor Doce: identificação da preferência por sabores mais doces.
  • Busca por Novidades: análise da predisposição para buscar novidades e experimentar sabores novos.
  • Capacidade de Detectar Aromatizante: verificação da capacidade de detectar aromatizantes.

[1] Comendo por emoções: 7 em cada 10 brasileiros já sentiram fome emocional. Merck. Disponível em: Link


Hipertensão arterial merece toda atenção

 

Crédito:Depositphotos/photographee.eu

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial é celebrado em 26 de abril e serve de alerta e conscientização sobre os riscos da pressão alta

 

“Apesar da alta prevalência na população, a hipertensão pode ser tratada e controlada com medicação adequada e alterações no estilo de vida” 

Em setembro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou seu primeiro relatório sobre os efeitos globais da hipertensão arterial, incluindo recomendações sobre como combater essa doença silenciosa e perigosa. Segundo o documento, a condição afeta 1 em cada 3 adultos em todo o mundo – número que dobrou entre 1990 e 2019, passando de 650 milhões para 1,3 bilhão de pessoas. A OMS informa, ainda, que quase metade da população com hipertensão não tem conhecimento de sua condição, o que agrava os riscos. 

No Brasil, de acordo com a edição 2023 do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) do Ministério da Saúde, brasileiros entre 18 e 24 anos e acima de 65 anos são os mais diagnosticados com hipertensão. O levantamento também constatou uma alta na prevalência da doença em 2023, tanto na população mais jovem quanto nos idosos – em comparação à pesquisa de 2021. Dados do Ministério da Saúde indicam, ainda, que a taxa de mortalidade por hipertensão arterial no Brasil atingiu o maior valor dos últimos 10 anos.

Para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença foi instituído, em 2002, o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Assim, associações médicas, órgãos governamentais e entidades da sociedade civil aproveitam a data para alertar sobre essa doença silenciosa que é responsável por até 80% dos casos de acidente vascular cerebral (derrame) e 60% dos casos de ataque cardíaco registrados no País. Além disso, pode causar insuficiência cardíaca, danos renais e muitos outros problemas de saúde.

A hipertensão é caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio) – conhecido como 14x9. O primeiro número se refere à pressão máxima (sistólica), que corresponde à contração do coração. O segundo está relacionado à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa. Os sintomas da alta de pressão podem incluir tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão. “Apesar da alta prevalência na população, a hipertensão pode ser tratada e controlada com medicação adequada e alterações no estilo de vida, que prioriza a adoção de uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física”, afirma a nutricionista do Departamento de Ciências e Pesquisas da Yakult do Brasil, Adrianne Machado.

Dentre as principais causas da doença estão obesidade, histórico familiar, estresse, sedentarismo, tabagismo e envelhecimento. A nutricionista orienta que a melhor forma de prevenir a hipertensão é manter atenção com a alimentação, que deve ser composta de frutas, verduras, legumes, grãos integrais, peixes, aves, leite e derivados e carnes com baixo teor de gordura. “Também é fundamental substituir a utilização de sal por temperos e ervas naturais, além de evitar o consumo de alimentos industrializados com alto teor de sódio, especialmente molhos e temperos prontos, macarrão instantâneo, embutidos e enlatados”, alerta. Além da dieta saudável, é essencial a prática de atividade física regular, evitar o fumo e não ingerir álcool em excesso.


Microbiota intestinal

Cientistas de várias partes do mundo investigam qual seria o papel da microbiota intestinal na hipertensão arterial. Na plataforma científica internacional PubMed, por exemplo, há mais de 150 estudos relacionados ao tema, desenvolvidos por cientistas de diferentes países. Os artigos têm como tema central Microbioma intestinal e neuroinflamação na hipertensão, Microbiota intestinal e hipertensão: associação, mecanismos e tratamento e A disbiose da microbiota intestinal contribui para o desenvolvimento da hipertensão, dentre outros.

Um desses estudos foi realizado por pesquisadores chineses que elaboraram uma revisão da literatura com dados científicos de diferentes plataformas científicas, incluindo Elsevier, PubMed, Web of Science e China National Knowledge Infrastructure (CNKI). Segundo os autores, evidências crescentes provaram que a patogênese da hipertensão está intimamente relacionada à disbiose (desequilíbrio) da microbiota intestinal. Os cientistas concluíram que a hipertensão pode levar ao desequilíbrio da microbiota intestinal e à disfunção da barreira intestinal, incluindo aumento de bactérias nocivas, diminuição de bactérias benéficas e aumento da permeabilidade intestinal.

Em outra revisão da literatura científica, pesquisadores alemães discutiram como a microbiota intestinal e os metabólitos intestinais podem afetar a hipertensão e a aterosclerose. No estudo, pacientes hipertensos mostraram ter menor abundância de microrganismos produtores de ácidos graxos de cadeia curta (bactérias boas) e maior abundância de bactérias gram-negativas (patogênicas). Os cientistas concluíram que a microbiota intestinal afeta a hipertensão e a aterosclerose através de muitas vias, fornecendo uma ampla gama de potenciais alvos terapêuticos e desafios.  



Yakult
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Ginecologista lista 6 plantas que ajudam na saúde reprodutiva

Freepik

Certas ervas reduzem o estresse, apresentam efeitos cicatrizantes e anti-inflamatórios

 

De acordo com um estudo conduzido pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) e Universidade Federal do Piauí, intitulado ‘Plantas Medicinais e a Saúde da Mulher’, há aproximadamente 4.000 anos, antigos mestres chineses fizeram descobertas significativas no campo das propriedades terapêuticas das plantas. 

Eles identificaram que, ao serem consumidas, elas promoviam efeitos benéficos ao corpo humano, tais como a potencialização da energia vital, a regulação do sangue e dos fluidos corporais, além de induzirem sensações de calor ou frio que poderiam ser utilizadas no tratamento de diversas enfermidades. 

Essa descoberta passou a empregar terapias naturais para o tratamento de uma variedade de problemas de saúde que perduram até hoje. De acordo com os dados mais recentes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em 2020, aproximadamente 61,7% da população brasileira recorreu a terapias alternativas. 

No caso das mulheres, algumas ervas e plantas demonstram um impacto positivo na promoção da saúde reprodutiva e no apoio a tratamentos de reprodução humana. Elas possuem propriedades que ajudam na redução do estresse, apresentam efeitos cicatrizantes e anti-inflamatórios, entre outros benefícios. 

Pensando nisso, a ginecologista Dra. Andrea Barrueco, médica da Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana (AMCR) listou 6 plantas, comprovadas pela ciência, que ajudam mulheres em sua saúde geral e reprodutiva:
 

1 - Camomila

Uma das ervas medicinais mais antigas, a camomila, possui efeito calmante, que diminui a ansiedade e ajuda a reduzir o estresse. Quando uma mulher está grávida, ou tentando engravidar, é natural que a mesma se sinta insegura e ansiosa. Nestes casos, uma xícara desse chá é de grande ajuda.
 

2 - Calêndula

A calêndula tem propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes e pode ajudar nos casos de tratamentos de inflamações dos órgãos reprodutivos, colaborando na concepção. Além disso, estudos iniciais têm sugerido que a calêndula pode ter um impacto na regulação hormonal, o que influencia os ciclos menstruais e a saúde reprodutiva como um todo.
 

3 - Barbatimão

Planta originária do cerrado brasileiro, assim como a calêndula, possui propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias. Além de atuar na cicatrização dos órgãos reprodutivos como um todo, tem sido uma aliada especial na cicatrização específica de lesões no colo do útero.
 

4 - Amora

As folhas da amora têm efeitos antioxidantes e anti-inflamatórias. Elas possuem substâncias que ‘imitam’ a ação do estrogênio no organismo, o que melhora sintomas comuns no climatério e menopausa. Também pode ajudar no equilíbrio hormonal feminino, fundamental para mulheres que desejam engravidar.
 

5 - Malaleuca (Tea-Tree)

A malaleuca é muito utilizada por sua ajuda antimicrobiana e anti séptica. A utilização de seu óleo pode ser eficaz contra uma variedade de microorganismos (incluindo bactérias, vírus e fungos). Este componente pode trazer resultados nos tratamentos de infecções dos órgãos reprodutivos, além de ser um aliado no tratamento de candida.
 

6 - Cranberry

O cranberry tem sido estudado por sua capacidade de prevenir infecções urinárias (cistite) e dos rins. Só pelo fato de diminuir o risco de infecções de urina, o cranberry já merece um lugar de destaque, mas além disso, é rico em antioxidantes como vitamina C e flavonoides, vitaminas que ajudam a neutralizar os radicais livres e prevenir diversas doenças.
 

“Cuidar da saúde mental, fazer atividade física e ter uma alimentação saudável é fundamental para manter nosso corpo em equilíbrio, principalmente quando estamos tentando engravidar. E, quanto mais natural, melhor”, diz Andrea.

“Mas antes de sair comprando tudo e usar de forma indiscriminada, converse com seu médico ou nutricionista pois, apesar de serem naturais, seu uso deve ser cuidadosamente acompanhado”, finaliza.

 

AMCR – Associação Mulher Ciência e Reprodução Humana do Brasil.
Para saber mais informações, acesse o site.


O que é o lipedema, condição que acomete 1 em cada 10 mulheres no Brasil, incluindo Yasmin Brunet

Modelo falou sobre o assunto no programa Encontro e o quanto isso provoca dor e desconforto 

 

A modelo, empresária e ex-BBB Yasmin Brunet contou no programa Encontro desta quarta-feira, 24 de abril, que sofre com o lipedema e o quanto isso interfere em sua vida. 

“Uma das coisas mais difíceis - e também libertadoras de participar do BBB - foi me expor com todos os meus defeitos e qualidades em relação ao meu corpo. Eu comecei muito cedo no mundo da moda, que julga muito o corpo e foi onde eu aprendi a me comparar com os outros”, disse à Patrícia Poeta.  

Além da compulsão alimentar, a modelo falou sobre o lipedema, uma doença que apesar de acometer 1 em cada 10 mulheres no Brasil, ainda é pouco falada. “Fui diagnosticada com lipedema antes de entrar na casa, mas lá ficou horrível, eu sentia muita dor e desconforto, minhas pernas e tornozelos ficaram gigantes”, conta. 

O médico cirurgião plástico Ícaro Samuel, que é membro fundador da Associação Brasileira de Cirurgiões Plásticos (BAPS), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) explica que o lipedema frequentemente é confundido com a obesidade por causa da aparência que provoca nas áreas afetadas, muito semelhante. Mas, apesar disso, existem algumas diferenças entre as duas condições: “No lipedema, o acúmulo de gordura é resistente à dieta e ao exercício, enquanto na obesidade, os padrões de ganho de peso podem ser mais generalizados. Além disso, o lipedema, muitas vezes, leva a outros sintomas, como dor, sensibilidade, facilidade de hematomas e inchaço, que não são tão predominantes na obesidade”, explica.

O lipedema é caracterizado por um padrão desproporcional de distribuição de gordura, que cria uma aparência de "pêra" ou "colchão" nas áreas afetadas, geralmente as pernas, mas pode ocorrer nos braços também. Ao contrário da obesidade comum, a doença não é resultado do excesso de calorias ingeridas ou da falta de exercício, mas sim de uma condição genética que afeta o sistema linfático e a microvasculatura.

Os sintomas do lipedema incluem acúmulo de gordura nas pernas e/ou braços que não diminuem com a perda de peso, além de dor ou sensibilidade ao toque nas áreas afetadas, hematomas e inchaço.

Ainda de acordo com o especialista, o tratamento do lipedema pode envolver uma combinação de abordagens, como a terapia descongestionante, que inclui drenagem linfática manual e o uso de meias de compressão. “Mudanças na dieta, exercícios de baixo impacto e perda de peso gradual também podem ser úteis e, em casos mais graves e persistentes, a cirurgia de lipoaspiração é considerada como uma forma de remover esse excesso de gordura”, finaliza doutor Ícaro. 

 

Ícaro Samuel - Médico formado pela Universidade Federal de Pelotas com residência em cirurgia plástica e reparadora pelo Hospital Federal dos Servidores do Rio de Janeiro. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Associação Brasileira de Cirurgiões Plásticos (BAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS). CRM - 003697/TO. Referência em prótese de silicone de recuperação rápida (R24R) e Lipo HD de alta definição. Embaixador da Total Definer no Brasil. Criador e influenciador do método Dream Day, que tem o objetivo de fazer com que a cirurgia plástica seja um verdadeiro sonho desde o primeiro contato com a clínica. Já fez mais de 5 mil procedimentos (ou sonhos realizados). Escritor do livro: Ame-se! Você em primeiro lugar. Palestrante reconhecido no Brasil e no exterior. Fundador do Instituto Plástica Academy, um centro de treinamento para profissionais da saúde e clínicas estéticas.


BOLETIM DAS RODOVIAS

 Fluxo de veículos é tranquilo nas rodovias no início desta tarde


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta quinta-feira (25). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamentos.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal, sem congestionamentos.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal, sem congestionamentos.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamentos.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamentos.


A importância de uma economia ajustada e em rota de crescimento

Não é segredo para ninguém e temos defendido há anos que um parque industrial mais novo, que suporte um processo de neoindustrialização, é capaz de produzir mais e melhor, incrementando a produtividade da economia como um todo, com menor consumo de energia e melhor sustentabilidade.

O processo de desindustrialização no Brasil, que ocorre há décadas, se acentuou com a pandemia da Covid-19. Segundo os dados extraídos do Banco Mundial a participação do setor manufatureiro no PIB (Produto Interno Bruto) atingiu novas mínimas históricas, indicando ainda que a indústria continua perdendo protagonismo na economia brasileira. Em 1984 a indústria de transformação representava 34,27% do PIB e em 2022 apenas 11,12%.

Trata-se do menor percentual desde 1947, ano em que se inicia a série histórica das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A série mostra que a indústria vem sofrendo um retrocesso quase contínuo desde o início dos anos 2000, evidenciando tanto as dificuldades de competitividade como também de recuperação das perdas provocadas pela crise da Covid-19.

As causas são muitas e complexas, vão desde o custo Brasil, da falta de qualificação da mão de obra, chegando ao baixo nível de investimento produtivo - a chamada Formação Bruta de Capital Fixo - FBCF , que nunca foi tão baixa. Sabemos que o investimento produtivo e a atualização tecnológica são necessários para que a indústria mantenha-se competitiva frente a seus competidores e concorrentes em âmbito mundial.

O que temos assistido é a economia brasileira perdendo a batalha da competitividade e da produtividade, mas os números indicam que a perda de relevância do setor industrial no PIB é um fenômeno mundial e estrutural. Nas últimas décadas, em diversos países do mundo, a diminuição do peso do setor manufatureiro tem sido acompanhada por um avanço de setores de serviços destinados a atender uma demanda cada vez maior por atividades como serviços de tecnologia e informação, serviços pessoais, de saúde e educação.

No Brasil, no entanto, o processo de desindustrialização tem sido há tempos classificado como "prematuro", por se dar numa velocidade mais rápida do que a verificada em outras economias e por ocorrer antes de o país ter atingido um maior nível de desenvolvimento e de renda per capita.

Por essa e outras razões temos defendido a criação de uma política industrial articulada, que promova a transformação da estrutura industrial, com a melhoria na taxa de formação bruta de capital fixo, o avanço da digitalização, da transição energética, da descarbonização, da transformação nos modelos de negócios das empresas para que resulte num forte aumento da produtividade e da competitividade da economia e a consequente inserção nas cadeias de globais de valor. Por isso temos apoiado as ações vinculadas a NIB – Nova Indústria Brasil e participado e contribuído ativamente no Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, o CNDI.

Consideramos fundamental que haja uma economia ajustada e em rota de crescimento. A agenda de combate aos itens que compõem o chamado “Custo Brasil” deve continuar a ser enfrentada. Devemos continuar persistindo na agenda das “reformas estruturantes”, de forma a remover os entraves à competitividade.

Com uma indústria mais produtiva e competitiva ganha o Brasil e a sociedade. Apoiamos a implementação das ações propostas com responsabilidade, metas claras preestabelecidas e transparência, de forma que o Brasil avance com uma nova estrutura produtiva que possa contribuir para a resolução de nossos graves problemas econômicos e sociais.

A aprovação pelo Congresso Nacional dos projetos que fazem parte da NIB, entre eles a “Depreciação Acelerada” e a criação da “Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD)” são elementos importantes para a competitividade do setor industrial, que nos trazem otimismo e contam com todo o nosso apoio.




Gino Paulucci Jr - engenheiro mecânico, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ


Preparação para o ENEM 2024: dicas essenciais para começar bem

Especialista do Bernoulli Educação orienta a como elaborar um cronograma de estudos e como se preparar para a redação

 

Com as provas marcadas para novembro, os estudantes já estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2024. Aguardada por jovens de todo o país, a prova é o principal meio de ingresso em instituições de ensino superior. 

Pode parecer cedo para iniciar uma rotina de estudos, mas o Exame tem um grande volume de conteúdos e o quanto antes começar a preparação, maiores são as chances de obter bons resultados. Pensando nisso, a coordenadora pedagógica do Bernoulli Educação, Flávia Lage, destaca as principais dicas e pontos de atenção ao se preparar para o ENEM.

 

Comece a se preparar

O ENEM avalia o conhecimento do estudante adquirido durante sua formação no ensino médio, contemplando muitos conteúdos. Com isso, o essencial é começar os estudos o quanto antes para que se tenha tempo de estudar todas as matérias. 

"Organizando-se desde o início do ano letivo, é possível ter uma rotina de estudos saudável, ou seja, que permite estudar um pouco a cada dia, sem comprometer as importantes horas de sono e a qualidade de vida. Além disso, esse planejamento permite verificar o avanço do aprendizado e mapear as maiores dificuldades", destaca a coordenadora.

 

Por onde começar a se preparar?

Ao se deparar com o edital do Exame, é comum que o candidato se sinta perdido e não saiba por onde começar a estudar. Por isso, o primeiro passo é conhecer a prova, entendendo como cada conteúdo é cobrado e qual deve ser o rendimento médio para obter aprovação no curso desejado. “É importante mensurar a realidade do seu desafio para poder estabelecer metas realistas durante a sua preparação”, afirma. 

A partir disso, é a hora de criar uma rotina de estudos. Nessa hora a dica principal é: montar uma rotina que possa ser mantida ao longo de todo o processo. “O candidato precisa ter ‘fôlego’ e constância ao longo da preparação. Assim, não adianta estudar 14h por dia nos primeiros meses de dedicação, se cansar e perder o ritmo de estudos”, acrescenta.

 

Fazendo o cronograma de estudos

Um cronograma de estudo eficiente não significa estudar excessivamente e não ter tempo de entretenimento e lazer. Para a elaboração de um bom planejamento, Flávia Lage destaca alguns passos essenciais. “Mapear as dificuldades e as facilidades ajuda a personalizar o estudo e contribui para alcançar maior rendimento. O ideal é dedicar mais tempo para os temas em que se tem mais dificuldades, fazendo exercícios e revisões desses conteúdos para fixar o aprendizado”. 

Outro passo é estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo, que irão manter o interesse nos estudos. É essencial, também, avaliar o tempo disponível para estudar e incluir na rotina momentos de pausa e descanso.

 

E a redação, quais são as principais dicas?

A nota da redação tem um peso significativo no resultado e é uma das maiores preocupações dos estudantes. “Um cronograma de estudo eficiente de preparação incluiu reserva de tempo para escrita de no mínimo duas redações semanais e a discussão com os professores sobre os pontos de melhoria”. 

Em relação a tão temida pergunta: qual será o tema da redação? O importante é ficar atento às notícias de repercussão na mídia, além de desenvolver um repertório histórico, social e cultural, conhecendo sobre fatos relevantes e personalidades históricas. 

 

Escolha bem os materiais que irá estudar

Muitos alunos estudam por conteúdo online, mas nem todos os conteúdos disponíveis na internet são confiáveis. Por isso, é primordial verificar a credibilidade do criador de conteúdo, checando a formação, as referências de suas publicações e a indicação da página por profissionais. 

O estudante, também, pode acompanhar as instituições de ensino renomadas que disponibilizam diversos conteúdos ao longo do ano. “O Bernoulli oferta a ‘Revisão de Inverno’ e o ‘Linguagens 360’. Ambos são cursos de revisão gratuitos transmitidos pelo YouTube, que são disponibilizados para estudantes de todo o país. A ‘Revisão de Inverno’ oferece aulas de Matemática, Física, Química, Biologia, História e Geografia, já o ‘Linguagens 360’, é focado na prova de português, literatura e redação”, explica a coordenadora. 

Para quem está em busca de um pré-vestibular, é necessário avaliar o histórico de aprovações e comentários de ex-alunos sobre o suporte acadêmico e socioemocional da instituição. No processo de escolha, verificar o quadro de docentes e a metodologia de estudos são formas de encontrar um pré-vestibular que atenderá às reais necessidades do estudante.

 

Manter a concentração

Uma das maiores dificuldades durante a preparação para o Enem é manter o ritmo de estudos e é nesse momento que o planejamento sustentável faz toda diferença. “A preparação para o ENEM é um período de muita pressão. Por isso, é fundamental que o estudante respeite seus limites, fazendo pausas entre os blocos de estudo e respeitando seus momentos de descanso”. 

Nessa fase, além dos estudos, é necessário que o aluno fortaleça o seu lado emocional. “O ENEM é uma prova longa, que exige não só o conhecimento técnico, mas também a resistência física e psicológica”, finaliza a coordenadora, Flávia Lage.

 

Bernoulli Educação


Reembolsos para planos de saúde: como solicitar no caso de autismo?

Executivo da Piwi lista o passo a passo para a solicitação do benefício
 

Nos últimos anos, o transtorno do Espectro Autista (TEA) ou simplesmente autismo tem voltado a chamar a atenção da população, que tem enfrentado cada vez mais dificuldade em encontrar informações sobre o assunto. Para se ter uma ideia, somente no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram incluídos dados sobre autismo no Brasil, que conta com 2 milhões de pessoas com Espectro Autista. 

Em outras palavras, se o Brasil enfrenta problemas para encontrar informações básicas sobre casos de autismo, isso deve refletir dentro do mercado de planos de saúde. Afinal, grande parte da população não sabe que, de acordo com a Lei 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, as operadoras de saúde são obrigadas a cobrir qualquer técnica ou método indicado pelo médico assistente para tratamento de algum dos transtornos enquadrados na CID F84 (Classificação Internacional de Doenças). 

Segundo ela, os planos de saúde precisam cobrir tratamentos que englobam desde o atendimento multidisciplinar, terapia, psicoterapia, até casos de fonoaudiologia, entre outros, desde que tenham relação com o tratamento de TEA. No entanto, Wagner Bernardo, VP de clientes da Piwi, corretora digital que visa resolver as dores das PMEs no momento da pesquisa, contratação e gestão de planos de saúde e benefícios, reforça que a cobertura varia de acordo com o tipo de plano contratado. 

“É importante que o beneficiário verifique as condições disponibilizadas pela operadora de saúde, desde o tempo de carência para cada tipo de procedimento, rol de procedimentos até os limites de cada tipo de cobertura. E, claro, entrar em contato com a operadora a fim de conferir as condições de reembolso para tratamentos de autismo”, comenta o executivo. 

Caso o seu plano de saúde possua uma política para tratamentos de autismo, o executivo elencou um passo a passo para a solicitação desse reembolso. Confira: 
 

Solicite um encaminhamento médico: Ele é a peça principal para que o convênio e os demais especialistas consigam dar continuidade ao tratamento da maneira mais adequada. Esse é o primeiro passo para checar, inclusive, se o convênio seguirá apoiando o tratamento ou não.

Guarde todos os recibos e documentações relacionadas ao tratamento: Como em qualquer outro procedimento é importante que o beneficiário compartilhe a nota fiscal dos serviços realizados nas instituições de saúde. Por isso, é primordial que após cada consulta e sessão de tratamento seja solicitado esse documento ao profissional que está atendendo-o.

Preencha o formulário de reembolso: Após a realização de cada tipo de procedimento é importante que o beneficiário reúna todas as informações relacionadas ao tratamento para que tudo seja preenchido corretamente no formulário do convênio. E, claro, anexe todos os documentos solicitados.  

“Em resumo, os planos de saúde costumam oferecer uma série de alternativas para que o reembolso seja realizado com sucesso. É essencial que o RH da empresa e os beneficiários se informem corretamente sobre esse processo para tomar decisões mais certeiras para que recebam o suporte necessário durante todo o tratamento” finaliza o executivo. 


Os sete erros mais comuns ao planejar uma mudança de país

Ao longo dos meus quase 21 anos atuando como advogado especializado em direito internacional, ajudando profissionais, famílias e empresários a iniciarem seus processos migratórios, ainda me deparo com um grande vilão que sempre põe tudo a perder. Chama-se desespero. E isso é fatal, porque em boa parte dos casos, quando esse sentimento se manifesta, a volta ao país de origem ocorre. Afinal, essa mudança foi mal estruturada porque boa parte das pessoas opta por fazer algo minimalista, fugindo do real.

Por isso, é importante colocar nesse planejamento uma consultoria técnica, evitando possíveis problemas e reduzindo desconfortos. 

Primeiramente, é crucial compreender a importância de uma pesquisa abrangente sobre o país de destino. Isso inclui entender a cultura, o sistema legal, os requisitos de imigração e as condições econômicas. Sem visitar esses pontos, podem ocorrer desafios inesperados que potencializam o desespero. Por isso, consultar fontes confiáveis ajuda a moldar expectativas realistas e planos sólidos.

Além disso, é importante estabelecer um plano financeiro robusto. Mudar-se para um novo país pode envolver custos significativos, incluindo taxas legais, custos de realocação e a necessidade de sustento durante a fase de transição antes de encontrar emprego ou fontes de renda estáveis.

Preparar a resiliência emocional e psicológica é outro aspecto crucial. O choque cultural, a solidão e o estresse de se adaptar a um novo ambiente podem ser intensos. 

Para ajudar, separei algumas questões que devem ser levadas em consideração para quem quer começar uma nova vida em um outro país. 


1 – Planejamento

Não pense que deixar de lado a contratação de um serviço especializado vai fazer com que você economize algum dinheiro. Pelo contrário, a probabilidade de encarar um prejuízo será muito maior. Esse profissional, ou consultoria, vai analisar todos os pontos a serem considerados no que diz respeito a adaptação em um novo país, um novo idioma, etc. Por isso, é necessário que todas essas questões sejam pensadas e planejadas. Lembre-se e tenha isso como mantra, o visto é consequência. 


2 – Escutar demais amigos e grupos

Existem diversos grupos nas redes sociais, sendo que a maioria deles têm um único propósito: marketing. Eu participei de alguns e percebi que as pessoas não querem contratar um profissional real, elas querem dicas, principalmente sobre o que é mais barato, e não sobre o que é melhor. O problema é que a maioria dos participantes desses grupos estão no mesmo nível de conhecimento, grande parte sequer já chegou ao país do qual está falando. É aquela história de que cada um que conta um ponto, aumenta o conto. Consequentemente, algumas informações são distorcidas e divulgadas erroneamente. 


3 – Falta de planejamento familiar 

Para que não haja problemas e impossibilidades, algumas pessoas preferem não comentar seus planos, às vezes até mesmo com os próprios filhos, que acabam não se preparando para conhecer outro idioma e outra cultura. Esse impacto é muito grande, principalmente entre os adolescentes. Isso se transforma em um problema, exigindo uma readaptação repentina. Sem preparação e uma boa estrutura emocional e psicológica, tudo em volta pode desabar. 


4 – Super empolgação 

Além de esperar que as documentações e todo o processo de adaptação seja rápido, as pessoas perdem um pouco a mão quando vão para países como os Estados Unidos, que tem uma gigantesca cultura de consumo. Quando você chegar em um outro país, tenha calma. A princípio, foque no que é necessário para sua estadia. 


5 - Medo 

O medo trava e amarrava as pessoas, que deixam de fazer muitas de suas vontades por conta dessa questão. Ao mudar de país, estamos falando de um medo acerca do choque de realidade, que muitas vezes faz com que o imigrante se feche dentro de sua casa ou busque informações com pessoas da mesma nacionalidade, tudo por receio de não conseguir se estruturar e assumir responsabilidades. Tirem essa palavra e esse sentimento da vida de vocês. 


6 - Comunidades com dicas valiosas

Começaram a surgir grupos no Instagram e Whatsapp, nos Estados Unidos, de dicas valiosas com a participação de alguns profissionais de áreas como engenharia, direito e etc. No entanto, quando um profissional é bom, ele valoriza seu trabalho e não sai dando dicas por aí gratuitamente. Ele gasta tempo e investimento para adquirir conhecimento e se sai melhor quando é valorizado. Ver essas pessoas oferecendo seus serviços por meio de grupos como esses, faz com que eu me sinta desvalorizado. Eu não acho que dê para passar 100% da informação real, do jeito que você passaria se fosse contratado para tal, através dessas comunidades. 


7 - Descontrole emocional 

Às vezes, as pessoas não conseguem pensar e agem de acordo com seus sentimentos, o que acaba trazendo alguns atritos e problemas por falta de estrutura, preparo e inteligência emocional. Quando se pensa em ir para outro país é preciso estar com o emocional bem controlado. Por isso, é importante pensar e avaliar o processo todos os dias, para poder tomar as decisões da forma mais calma e consciente possível. Muitas vezes, deixamos de fazer a coisa certa porque somos pressionados para decidir tudo em um curto período de tempo. É preciso aprender a colocar tempo e limite para tomar decisões mais assertivas e equilibradas. 



Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse o site. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 240 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR.

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Biometria facial e o combate às fraudes no setor da saúde

O setor de saúde está em constante evolução, buscando soluções inovadoras para otimizar processos, garantir a qualidade do atendimento e, principalmente, proteger seus pacientes e recursos. Nesse contexto, a biometria facial surge como uma tecnologia disruptiva com potencial para revolucionar a prevenção de fraudes, garantindo maior segurança e confiabilidade para todos os envolvidos.

As fraudes no setor de saúde representam um problema significativo, impactando negativamente os planos de saúde, os pacientes e os cofres públicos. Pesquisa realizada pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) revela que o número de notícias-crime e ações cíveis movidas pelas operadoras para a denúncia de fraudes subiu 884% entre 2018 a 2022, passando de 75 para 738 procedimentos. As fraudes são principalmente sobre situações que envolvem pedidos de reembolso.

De acordo com Julio Duram, Chief Technology Officer (CTO) da CertiSign, um caminho para reduzir as fraudes do setor da saúde é adotar a identificação biométrica facial com detecção de vida. Deste modo, ele explica que a identidade é confirmada com total segurança.

“A biometria com detecção de vida não só avalia as características do rosto, como também valida se a pessoa por trás da câmera não é um vídeo, uma foto ou até mesmo uma deepfake. Assim, as operadoras, bem como as instituições de saúde, têm a certeza de quem é aquele paciente e beneficiário, tanto no momento da liberação do convênio, como também para acessar e liberar serviços, como o de reembolso no aplicativo, por exemplo”.

Outro exemplo de uso da biometria na saúde, segundo o especialista, é na autenticação dos médicos em sistemas e locais, como em uma sala de cirurgia, e na assinatura de documentos. “O médico pode acessar o centro cirúrgico ou qualquer outro ponto da instituição sem usar as mãos”. Já no âmbito dos pacientes, a biometria pode ser aplicada no momento da realização da telemedicina, evitando, assim, o uso do aplicativo por terceiros não autorizados pelo plano de saúde.



Identificação digital segue avançando na saúde

Além da biometria facial, outro recurso fundamental para a redução de fraudes e modernização do sistema de saúde, é o certificado digital. A tecnologia, quando implementada no Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), permite a digitalização de 100% dos documentos tramitados durante o tratamento do paciente, adicionando mais segurança em todas as etapas.

“O certificado digital, no caso do PEP, identifica o médico e os profissionais da saúde envolvidos no atendimento. Isso garante a autenticidade das informações e a rastreabilidade, o que é bom para todos os envolvidos. Já para o hospital significa mais eficiência operacional, segurança física e jurídica e redução de custos. Em vez de papel e carimbo, os documentos são eletrônicos e autenticados pela assinatura eletrônica de cada um dos participantes em um atendimento”.


Concurso Nacional Unificado: Saiba como controlar a ansiedade para o “Enem dos Concursos”

 

A ansiedade, quando muito excessiva, prejudica bastante o desempenho na prova, mas existem técnicas que ajudam a controlá-la

 

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A primeira edição do CNU - Concurso Nacional Unificado - apelidado de "O Enem dos concursos", será realizada no dia 05 de maio, espera-se a participação de mais de 2 milhões de pessoas em todo o país, tornando-o o maior concurso da história do Brasil.

 

No entanto, com a proximidade do dia da prova, muitas pessoas lutam contra a ansiedade, um problema que pode prejudicar bastante o desempenho na prova, explica o médico psiquiatra Dr. Flávio H. Nascimento.

 

A ansiedade pode causar dificuldade de concentração e lapsos de memória durante crises, levando a respostas impulsivas e erros. Ela também pode interferir na capacidade de raciocínio lógico e na tomada de decisões, comprometendo o rendimento do indivíduo em atividades que demandem esforço mental, como a realização de uma prova, por exemplo”.


 

Como controlar a ansiedade durante a prova?


De acordo com o Dr. Flávio, é possível controlar a ansiedade com alguns cuidados básicos que podem ser tomados a partir de alguns dias antes da prova.

Se você já sofre com crises de ansiedade anteriormente é importante usar estratégias de manejo desse problema, como meditação, controle respiratório e visualização positiva, o que ajuda a reduzir as chances de crises”.

Outras dicas importantes são manter uma rotina regular de sono nos dias anteriores à prova, no dia anterior optar por tarefas diferentes que ajudem a ‘distrair’ o cérebro da ansiedade, também vale a pena exercitar a desmitificação de pensamentos que te deixem ansioso com pensamentos mais produtivos a respeito da sua tarefa. Se sofrer crises fortes de ansiedade, é importante buscar ajuda médica”, afirma Dr. Flávio H. Nascimento.

 

Como a meditação pode ajudar a controlar a ansiedade para o CNU?


A meditação, uma prática milenar, é uma das principais ferramentas para a regulação da ansiedade pré-prova, o grande vilão dos resultados positivos, explica o filósofo e sociólogo Luiz Fellipe Gonçalves de Carvalho.

A ansiedade antes de uma prova prejudica bastante a sua capacidade de raciocínio e memória, o que afeta diretamente seus resultados. Para controlar esse problema, a meditação é uma das técnicas mais importantes”.

Com o foco na respiração e no momento presente, ela reduz os pensamentos negativos e a preocupação excessiva, ajudando a acalmar a mente, corpo e melhorando a concentração e a capacidade de lidar com o estresse”, explica Luiz Fellipe.

 


Dr. Flávio H. Nascimento - formado em medicina pela UFCG, com residência médica em psiquiatria pela UFPI e mais de 10 anos de experiência na área de psiquiatria. Diagnosticado com superdotação, tem 131 pontos de QI o que equivale a 98 de percentil e é membro do CPAH - Centro de Pesquisa e Análises Heráclito como pesquisador auxiliar.

Luiz Fellipe Gonçalves de Carvalho - Sociólogo, filósofo, palestrante e escritor. Idealizador da escola de yoga “Movimento Ahimsa” e membro da sociedade de alto QI Mensa. Pesquisador do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito - CPAH.

 

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