Pesquisar no Blog

domingo, 26 de novembro de 2023

Dicas para manter seu tesouro cada vez mais valioso

 

Como manter uma boa manutenção de suas jóias em 10 passos simples

 

Muitas pessoas criam verdadeiros tesouros em suas casas com joias e semi jóias. Mas, sejam elas mais antigas, heranças de família, ou recentemente compradas, é necessária uma boa manutenção e manuseamento. Caso contrário, elas podem ser danificadas ou até mesmo perdidas por completo, tanto pelo desgaste natural quanto pelo uso inadequado de materiais de limpeza. Coisas como banhos de chuveiro, mar ou piscina também podem acelerar a deterioração.

Para esclarecer sobre o assunto trouxemos a especialista em joias Luciana Meirelles elaborou uma lista com 10 dicas para quem deseja ter joias impecáveis. “Pequenos cuidados podem garantir lindas jóias por gerações que virão, criando uma história para a peça que vai muito além de apenas valor financeiro, por isso é importante manter anéis, colares, brincos e pulseiras com todo cuidado”, diz a especialista. Eis as dez dicas:

1. Para manter suas joias em bom estado, evite o uso de perfumes ou cremes sobre elas, já que esses produtos podem causar danos irreversíveis às pedras naturais e pérolas.

2. Durma sem suas joias, já que o movimento inconsciente durante o sono pode danificar os metais preciosos e as gemas.

3. Ao manusear suas preciosidades, lembre-se de ser extremamente delicado para prevenir arranhões e quebras.

4. Guarde suas joias separadamente para evitar que entrem em contato umas com as outras e sofram danos.

5. Evite usar suas joias enquanto toma banho de chuveiro, na praia ou na piscina, a fim de preservar sua integridade e evitar danos ao banho de ouro ou ródio aplicado às peças de prata.

6. Lembre-se de que as joias banhadas a ouro sofrem desgaste natural ao longo do tempo. Para mantê-las com aparência nova, é aconselhável rebanhá-las quando necessário.

7. A limpeza de suas joias pode ser realizada facilmente com o uso de uma flanela limpa e seca. Isso garantirá que elas continuem brilhantes.

8. Evite o uso de produtos abrasivos ou soluções de limpeza prontas, já que os mesmos podem causar danos e arranhões.

9. Vista suas joias após se vestir, pois colocá-las antes pode resultar em enroscamentos com suas roupas, prejudicando ambas as partes.

10. Cuide para não expor suas joias a ambientes que possam causar danos, como a exposição a produtos químicos ou substâncias corrosivas, pois isso pode afetar sua qualidade ao longo do tempo.



Meirelles Joias
Luciana Meirelles
Site:https://meirelesjoias.com.br
Instagram:@meirellesjoias
Email: contato@meirellesjoias.com.br
Endereço físico: R. Ébano Pereira, 44 - Centro, Curitiba - PR, 80410-240 (6 e sala 602)C


Ansiedade: Como enfrentar a síndrome do final de ano

De acordo com uma pesquisa, houve um aumento médio de 75% nos níveis de estresse dos brasileiros durante as épocas festivas



Com a aproximação do final do ano, surge um fenômeno reconhecido como a "Síndrome do Final de Ano," contribuindo para o aumento da ansiedade na população brasileira, que já registra 9,3% da população com esse transtorno, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apresentados pelo Conselho Nacional de Saúde. A ansiedade, uma condição que afeta significativa parcela da população, é caracterizada por uma preocupação excessiva e antecipação de eventos futuros, muitas vezes acompanhada por sintomas físicos como palpitações e tensão muscular.

O final do ano tem o poder de intensificar a ansiedade, como apontado por uma pesquisa da Isma-Brasil (International Stress Management Association - Brasil), que revela um aumento médio de 75% nos níveis de estresse dos brasileiros durante as épocas festivas.

Dr. Fábio Cantinelli, Psiquiatra da Clínica Maia destaca que isso pode ser atribuído, em parte, à romantização cultural da ideia de que o final do ano deve ser um período mágico, associado ao encerramento de ciclos e à necessidade de alcançar a vitória.

Causas da Síndrome do Final de Ano

Diversos fatores contribuem para o surgimento da Síndrome do Final de Ano. Entre eles estão:

• Excesso de trabalho e dificuldade de gerir o tempo;

• Falta de recursos financeiros e pressão por presentes;

• Conflitos em reuniões familiares e comparações com outros;

• Saudade de entes queridos falecidos;

• Pressão por felicidade e gratidão;

• Culpa por não alcançar determinados objetivos.

• Estratégias para lidar com a Ansiedade no Final de Ano

De acordo com o especialista, neste período, é crucial priorizar o autocuidado, buscar apoio emocional quando necessário e compreender que não é preciso atender a todas as expectativas impostas pela sociedade. Ao adotar essas abordagens, é possível enfrentar o final do ano com mais equilíbrio emocional e bem-estar, comenta a especialista.

Diante dos desafios que o final do ano pode impor à saúde mental, a importância de cuidar do bem-estar psicológico torna-se ainda mais evidente. Dr. Fábio destaca a necessidade de priorizar a saúde mental durante esse período. "A saúde mental é a base do nosso equilíbrio emocional e bem-estar. No final do ano, as demandas sociais e pessoais podem gerar um aumento significativo nos níveis de estresse e ansiedade. Cuidar da saúde mental torna-se crucial para enfrentar esses desafios, permitindo-nos lidar de maneira mais saudável com as expectativas e pressões associadas a essa época.", comenta. ​

É fundamental reconhecer e valorizar as conquistas do ano, praticar o autocuidado e gerenciar expectativas realistas. “Além disso, buscar apoio emocional, seja através de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental, pode fazer uma grande diferença. É importante entender que a saúde mental não é um luxo, mas sim uma parte essencial de nossa jornada diária."

O especialista ainda ressalta a importância de promover a conscientização sobre a saúde mental e a busca por estratégias eficazes para enfrentar o estresse associado ao final do ano. “Ao reconhecer e abordar as complexidades emocionais deste período, é possível vivenciar as festividades de forma mais equilibrada, priorizando o bem-estar mental e emocional”, finaliza.


5 dicas ao pedir desculpas em uma relação amorosa


Médium especialista em relacionamentos define pedido de desculpas como manutenção da harmonia e intimidade do casal

 

O pedido de desculpa deve conter significado  
 Unsplash

 

Em meio às complexidades dos relacionamentos amorosos, pedir desculpas é uma habilidade essencial para a manutenção da harmonia e da intimidade do casal. O gesto pode, inclusive, ser uma oportunidade para o crescimento pessoal e amadurecimento. Contudo, nem todo pedido de desculpas é recebido bem, pois há pessoas que não sentem sinceridade nas palavras, outras que fazem questão de ver ações e há também aquelas que não são 100% honestas no pedido. 

“Pedir desculpas é se despir da vaidade, reconhecer o erro. Para ser mais assertivo, o pedido deve conter significado, para que a outra pessoa consiga, de fato, entender a sinceridade das palavras e os sentimentos que possui no momento, e não ser algo formal. Evite desculpas vazias, superficiais ou que não refletem um verdadeiro entendimento do impacto de suas ações no relacionamento”, disse Henri Fesa, Médium especialista em relacionamentos e fundador da Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa. 

Mostrar que você entende como suas ações afetaram os outros contribui para uma desculpa mais significativa, mostrando empatia em relação à pessoa que foi prejudicada. Na Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa, casais que, por algum motivo, enfrentam desavenças ou desconexões, buscam, através da espiritualidade, reestruturar a harmonia e potencializar as vibrações positivas entre o casal.

Pensando nisso, o Médium especialista em relacionamentos Henri Fesa lista 5 maneiras de pedir desculpas de forma significativa em uma relação amorosa:


1. Reconheça o erro

Antes de tudo, é crucial reconhecer o erro de forma clara e direta. Evite minimizar a situação ou atribuir a culpa a outros. Assumir responsabilidade é o primeiro passo para reconstruir a confiança;


2. Tenha honestidade

A sinceridade é a base de qualquer pedido de desculpas significativo. Comunique-se de maneira autêntica, expressando seus sentimentos e mostrando verdadeiro arrependimento. Evite usar desculpas genéricas, como se fosse para cumprir protocolo; em vez disso, compartilhe suas emoções de forma honesta;


3. Demonstre mudanças no comportamento

As palavras, claro, têm poder, mas a ação fala mais alto. Mostre seu comprometimento com a mudança de comportamento. Identifique passos que deseja tomar para evitar repetir o mesmo erro, construindo confiança;


4. Esteja aberto para a comunicação

Após pedir desculpas, esteja aberto à comunicação, principalmente considerando que a pessoa ainda pode continuar chateada. Dê espaço para a outra pessoa expressar seus sentimentos e preocupações. Uma conversa aberta é fundamental para entender as necessidades e expectativas;


5. Use experiências passadas

Refletir sobre erros passados pode ser uma ferramenta valiosa para o crescimento pessoal e relacional. Considere o que aprendeu com experiências anteriores e aplique esse conhecimento para evitar repetir padrões de comportamento prejudiciais;

 

Henri Fesa auxilia - Médium pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!


Saiba como proteger seu coração e seu dinheiro de golpes românticos


Entre as diversas formas atuais de fraude cibernética, os golpes românticos se sobressaem e ganham força pelo fato de gerarem uma conexão emocional com os envolvidos para obter dinheiro, seja enviando links maliciosos ou pedindo recompensas. Além da perda de financeira, esse tipo de golpe tem um impacto sentimental nas vítimas e, por essa razão, a Bitso - empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto - compartilha algumas dicas que permitirão que você reconheça essas farsas e evite cair nelas.  

De acordo com uma
pesquisa realizada pela Kaspersky - empresa global de cibersegurança e privacidade digital-, 1 em cada 5 pessoas na América Latina tiveram contato com um perfil falso através de algum app de namoro; outro estudo, da mesma empresa, revela que 8 em cada 10 pessoas que utilizam esses aplicativos na região temem ser vítimas de fraude. 


Para detectar perfis falsos ou com má intenção, é importante reconhecer alguns sinais: 

  • Tudo acontece muito rápido: sabendo que a intenção desses perfis não é para encontrar um parceiro, mas sim enganar o maior número de pessoas, o aplicador do golpe buscará criar uma conexão de maneira muito rápida com você e também te fará sentir confiança com confissões ou ao contar seus problemas pessoais, para depois te pedir dinheiro ou ajuda. 
  • Pedem empréstimos, dinheiro ou compra de itens ou serviços: uma vez que tenham criado um vínculo emocional, buscarão sua ajuda para resolver alguma suposta emergência pessoal, um problema de saúde ou realizar um pagamento e ainda vão prometer devolver o valor assim que os ajudar. Também podem pedir dinheiro com o pretexto de viajar até você para te conhecer melhor.
  • Não têm conta em redes sociais ou têm poucos amigos: esse tipo de pessoa, geralmente, dá informações genéricas para evitar revelar sua identidade real; em caso do uso de redes sociais, mencionam que não as tem ou mostrará pouca atividade e seguidores. Além disso, normalmente, se recusam a realizar vídeo chamadas que te permitam confirmar que é a mesma pessoa das fotos. 


Para proteger sua integridade e suas criptomoedas, é essencial ter precaução ao conhecer qualquer pessoa por redes sociais ou aplicativos e seguir estes conselhos: 

  • Não clicar em links: evite entrar em qualquer link que te enviem, pois pode colocar em risco a segurança dos seus dispositivos e contas. Além disso, lembre-se de instalar e atualizar o antivírus de todos seus dispositivos.
  • Não dê informação pessoal: haja com cautela, resguarde sua identidade e o tipo de informação que compartilha, especialmente, quando não conhece a pessoa com quem está conversando.
  • Realize uma chamada de vídeo antes de se encontrar com a pessoa: solicite fazer vídeo chamadas nas quais você pode verificar que a pessoa das fotos é a mesma com quem está em contato e, se decidir se encontrar com ela, que seja em lugares públicos e leve o tempo necessário para fazê-lo. 
  • Investigue o perfil e confie nos seus instintos: utilize ferramentas digitais para buscar o perfil da pessoa com quem você conversa; os buscadores te permitem localizar se a mesma foto é utilizada em outros lugares, o que possibilitará descobrir se são imagens de stock ou falsas. Se desconfiar que não seja uma pessoa real, confie na sua intuição e corte o contato.

Esses conselhos vão ajudar a proteger os seus investimentos e resguardar seus sentimentos, assim como vão te manter fora das estatísticas de golpes românticos.

  

Henrique Chagas - Gerente Sênior de Prevenção a Fraude da Bitso


Confira 7 atividades físicas que ajudam a aliviar e combater o estresse e a ansiedade

 

Divulgação
Exercícios que envolvem respiração e que liberam mais endorfina e serotonina fornecem contribuição extra para melhorar e prevenir transtornos mentais

 

Segundo dados divulgados neste ano pela OMS (Organização Mundial de Saúde), 26,8% dos brasileiros receberam diagnóstico médico de ansiedade. Esse número é ainda maior entre as mulheres (34,2%) e na população entre 18 e 24 anos (31,6%). 

No entanto, há outro importante número que aponta a prática regular de atividade física como fator preventivo a estes transtornos, reduzindo em cerca de 60% o risco de desenvolver ansiedade, segundo a revista científica Frontiers in Psychiatry. “As atividades físicas ajudam a diminuir o impacto da doença em pessoas que já sofrem com ela. Qualquer exercício trará benefícios e promoverá sensação de bem-estar, mas, de modo geral, aqueles que envolvem a respiração, liberando mais endorfina e serotonina (o chamado hormônio da felicidade) contribuem ainda mais com a prevenção”, aponta Monica Marques, sócia e diretora técnica da Cia Athletica. 

Assim como as atividades físicas, uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e nutrientes, também ajuda no combate aos transtornos mentais. Mas, mesmo nos casos mais leves, é indispensável buscar a orientação de um psicólogo para tratar a doença de maneira adequada. 

Para quem está em dúvida de qual exercício escolher, Marques elaborou uma lista com os 7 melhores no intuito auxiliar a combater o estresse e a ansiedade. Eles devem ser realizados com o acompanhamento de um profissional de Educação Física, a fim de garantir a execução adequada, otimizando resultados e evitando possíveis lesões.
 

Confira!

  1. Yoga: promove o relaxamento, a flexibilidade e o vigor físico em atividades físicas de baixo impacto. Ainda ajuda a melhorar a flexibilidade, o equilíbrio, a força abdominal, a digestão e a controlar o peso.
     
  2. Caminhada e corrida: Liberam muita endorfina e reduzem o nível de cortisol (o hormônio do estresse) no corpo. O ideal é fazer ao menos 30 minutos por dia por 3 vezes na semana.
     
  3. Ginástica: atividade bem completa, pois trabalha vários grupos musculares de uma só vez. Colabora significativamente com a qualidade do sono, fator associado normalmente à ansiedade.
     
  4. Flex Circuit – Alongamento: circuito de exercícios visando aprimorar a postura e a flexibilidade, trabalhando diversos grupos musculares, como glúteos, tronco, braços e pernas. Relaxa a mente e o corpo, ajudando a aliviar o estresse.
     
  5. Pilates: trabalha a respiração, uma das maiores dificuldades de quem sofre com ansiedade. Possibilita o controle e a conexão entre corpo e mente, contribuindo até mesmo para o alívio de muitas condições patológicas.
     
  6. Dança: Além de movimentar o corpo e possibilitar a melhora em vários quesitos no que se refere à saúde física, contribui com o alívio do estresse, elevando a autoestima e o humor.
     
  7. Musculação: Excelente para o relaxamento do corpo e da mente. Ajuda a aperfeiçoar o condicionamento físico, a ganhar força e a fortalecer os músculos, proporcionando uma noite de sono de mais qualidade.


Companhia Athletica
Para mais informações, acesse


Treino no calor: mantenha o rendimento e proteja seu corpo

 Veja dicas para manter a rotina de treinos durante dias mais quentes



A prática de exercícios é essencial para uma vida saudável, mas quando o termômetro começa a subir, as altas temperaturas podem representar um risco para os amantes das atividades físicas e, principalmente, da corrida de rua. Manter a consistência nos treinamentos em períodos de muito calor é desafiador e são capazes de afetar o desempenho e a segurança dos praticantes. No entanto, com estratégias adequadas e orientações específicas, é possível adaptar e otimizar os treinos mesmo sob condições climáticas extremas.

Neste contexto, a Maratona do Rio – em conjunto com o seu time de especialistas – preparou dicas valiosas para auxiliar nos treinamentos em meio às altas temperaturas, visando manter a eficácia, segurança e bem-estar durante a prática esportiva.


Hidratação

Manter uma hidratação adequada é essencial para o bom funcionamento corporal. Em dias muito quentes, a necessidade dela é ainda maior, uma vez que o corpo perde mais líquidos através do suor e corre o risco de ficar desidratado. Portanto, é fundamental se manter hidratado antes, durante e após a atividade física para a manutenção do equilíbrio corporal.

Em altas temperaturas e principalmente durante a prática esportiva, o corpo elimina água e eletrólitos (ex: sódio, potássio, zinco) através da respiração e transpiração. Para repor essas substâncias, a nutricionista Roberta Lima recomenda que os corredores utilizem produtos que possuam eletrólitos em sua composição, como isotônicos, cápsulas efervescentes ou até a água de coco, que surge como uma opção mais natural.

“O processo de desidratação compromete muito o desempenho e a saúde do atleta. Quando isso acontece, a frequência cardíaca aumenta e faz com que você renda menos nos treinos e não consiga suportar a atividade por um período de tempo maior. Por isso, é sempre importante associar os treinos em dias mais quentes ao consumo de água associada a algum tipo de eletrólito”, alerta Roberta.


Horário de treinamento

Encontrar horários mais frescos para a realização de exercícios é uma estratégia eficaz para evitar as altas temperaturas durante a prática esportiva, especialmente em locais onde o calor é intenso.

A cardiologista Fabíula Schwartz, do time de especialistas da Maratona do Rio e autora de trabalhos sobre os perigos do calor, afirma que optar por horários mais frescos, como o início da manhã ou o final da tarde, pode ser benéfico para o desempenho do atleta. Preferir áreas arborizadas com sombras e vento para auxiliar na liberação do calor, ajuda a evitar a incidência aumentada dos raios solares e aumento da temperatura corporal.

Roupas

A utilização de uma vestimenta adequada é um fator muito importante para o rendimento durante os exercícios em dias de calor intenso. O treinador André Leta recomenda o uso de roupas leves e claras, que não sejam de compressão ou que deixem o corpo abafado. Usar um boné ou uma viseira também ajudam a proteger o rosto do sol.

Além disso, o uso de protetor solar é crucial na prática de exercícios ao ar livre, especialmente em dias de altas temperaturas. Ele ajuda a proteger a pele dos raios UV prejudiciais, prevenindo queimaduras solares, envelhecimento precoce da pele e reduzindo o risco de câncer de pele.


Se preparar para o incontrolável

O corpo precisa estar habituado às situações que o corredor pode encontrar em seu caminho. O tempo não pode ser controlado e a adaptação à temperatura externa é importante para o desempenho do atleta. Se nos dias de altas temperaturas o corredor estiver se sentindo mais lento e pesado, a recomendação é que se diminua a intensidade. Segundo o médico Sérgio Maurício, o segredo está em ajustar o ritmo durante o exercício:

“Se adaptar ao ambiente e às condições climáticas momentâneas é muito importante para preservar o bem-estar e a segurança do corredor durante a atividade física. Desta forma, o corpo vai se acostumando gradualmente às situações nas quais ele é inserido”, afirma o maratonista e membro titular da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício.

Treinar – sobretudo correr – em condições de calor intenso oferece desafios singulares, mas com responsabilidade e segurança, é possível desfrutar dos benefícios da atividade física. Ao seguir as dicas do nosso time de especialistas, é possível garantir não apenas a eficácia dos treinamentos, mas também o bom desempenho e a preservação da saúde. É de suma importância ter a sensibilidade e o cuidado com os limites individuais, entendendo que cada passo dado sob o sol escaldante se torna não apenas um treino, mas uma demonstração de autodomínio e responsabilidade consigo mesmo.

Vale ressaltar que ainda restam inscrições para a prova de 5km da Maratona do Rio 2024 disponíveis em seu site oficial.



Sobre a Maratona do Rio

A Maratona do Rio é um Festival de Corridas de Rua que recebe milhares de participantes e a média de 40 mil corredores gera significativo impacto positivo no setor de Turismo da cidade. A edição de 2023 aconteceu de 8 a 11 de junho e sua programação esportiva incluiu provas nas distâncias de 5k, 10k, 21k, 42k e o Desafio (21k em um dia e 42k no outro). Para além do “pé no asfalto”, a Maratona do Rio conta com ainda uma série de atividades culturais no projeto Maratona com Arte. Há de se destacar ainda os espaços situados na Marina da Glória, como a Casa Maratona, que abriga a loja oficial do evento, e a Arena Maratona, que recebe shows de música e outras ações durante o Festival.

A Maratona do Rio 2024 conta com Patrocínio Master das marcas Michelob Ultra e Claro, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Rio de Janeiro, via Secretaria de Esporte e Lazer. A marca esportiva oficial é a adidas e hidratador oficial Gatorade. A marca de suplemento oficial é Z2 Foods. Apoio Prefeitura do Rio e Yopp Óculos Esportivos como marca parceira. A Maratona do Rio é uma produção da Spiridon e Dream Factory.


Krav Magá auxilia mulheres na defesa contra a violência doméstica

Divulgação
Aulas da técnica israelense de autodefesa também promovem solidariedade e integração social

 

Por muitos anos, os movimentos sociais têm lutado pela eliminação da violência doméstica e de todos os tipos de agressões contra as mulheres. Um estudo realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, por meio do Instituto Datafolha, identificou que uma em cada três mulheres maiores de 16 anos já sofreu algum tipo de violência física ou sexual.

Esses números são alarmantes e continuam a crescer em todo o território nacional. No entanto, existem ferramentas que podem contribuir para a diminuição dessas estatísticas. A prática do Krav Magá, por exemplo, pode ser uma alternativa valiosa para auxiliar as mulheres em seu dia a dia.

A Federação Internacional de Krav Magá ensina a técnica de autodefesa israelense, que é a mais difundida no mundo, e tem como um de seus objetivos ensinar às mulheres e meninas como se defenderem de agressões.

"Muitas mulheres que estão em situação de violência acabam se isolando socialmente, e a prática de esportes pode ser uma forma de integrar essas vítimas à sociedade com segurança. Nas aulas de Krav Magá, além da técnica de autodefesa, ensinamos aos alunos sobre a importância do acolhimento e da solidariedade com os membros da comunidade", explica o mestre israelense Avigdor Zalmon, presidente da Federação Internacional de Krav Magá.

Além de aprender a se defender, é fundamental que as mulheres saibam identificar e analisar situações de perigo, para que possam seguir suas vidas com segurança. Na maioria das vezes, o agressor é o parceiro, o que aumenta ainda mais a insegurança da vítima, que precisa de alternativas para sair desse ambiente.

"Muitas vezes, as vítimas se sentem inseguras e sozinhas. Ao frequentar as aulas de Krav Magá e receber acolhimento, elas podem sentir que fazem parte de algo transformador. Com o avanço no aprendizado da técnica, ganham ainda mais confiança e autoestima para o seu dia a dia", conclui Zalmon.

 

Mestre Avigdor Zalmon - Nascido em Israel, na cidade de Jerusalém, Avigdor Zalmon (Faixa Preta 2º Dan) iniciou seus passos no mundo da luta muito cedo e aprimorou a técnica de Krav Magá no exército israelense na Unidade de Elite, onde adquiriu profundo conhecimento da arte. Trouxe o Krav Magá para a cidade de São Paulo em 1999 e foi o primeiro a ministrar aulas regulares no estado. Atualmente é Presidente da Federação Internacional de Krav Magá e coordena a equipe de instrutores no Estado de São Paulo.


Federação Internacional de Krav Magá
Site: https://www.kravmaga.org.br/
YouTube: youtube.com/c/FederaçãoInternacionaldeKravMagá
Email: atendimento@kravmaga.org.br
Telefone: (11) 97041-9797


Viver Pode Não Ser Tão Ruim: Cientista luso-brasileiro lança segunda parte de seu primeiro livro com reflexões filosóficas sobre a vida

É importante analisar pequenos aspectos da vida que possuem uma grande importância no nosso desenvolvimento, afirma o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela 

 

Capa do livro "Viver pode não ser tão ruim"
Foto: Reprodução/Divulgação
A vida e os diversos aspectos que a fazem ser tão importante para os seres humanos precisam ser melhor compreendidos para um melhor desenvolvimento, pessoal e profissional, mas também uma forma mais consciente de viver socialmente. 

Essas questões são bastante abordadas na filosofia, o que ajuda a melhorar a compreensão desses aspectos. O novo livro do Pós PhD em neurociências com graduação em Filosofia, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, o volume 2 do seu primeiro lançamento literário, o livro “Viver Pode Não Ser Tão Ruim”, disponível na Amazon e Google Books. 

Esse livro foi o meu primeiro lançamento, então agora estar disponibilizando a sua segunda edição é muito significativo, mas não só por essa conexão própria, também pela conexão com a vida que ele aborda e que pode ser muito importante para várias pessoas”. 

Atualmente o mundo vive em um contexto tão complexo, com mudanças tão rápidas, que a reflexão sobre a vida tem sido deixada de lado e acho muito importante retomar isso”, afirma o cientista luso-brasileiro. 

No segundo capítulo do livro, chamado “Quem se preocupa com o adversário está insatisfeito consigo mesmo”, por exemplo, a obra traz uma reflexão sobre a importância do foco para o desenvolvimento pessoal. 

[...] Quem está satisfeito consigo mesmo, não se preocupa com a opinião alheia. Muito pelo contrário, quem está satisfeito consigo mesmo, vê o outro com bons olhos. A questão é que quando estamos satisfeitos não almejamos nada que não seja o que já temos, o que encaixa na perfeição no que estamos vivendo”. 

 

Dr. Fabiano de Abreu Agrela MRSB - Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society, Numerical e HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 220 artigos científicos e 17 livros.

 

Ana Hickmann: Psicóloga analisa impacto da violência doméstica na saúde mental

Mestre em psicologia e saúde, Ana Streit ensina mulheres a identificar sinais de potenciais agressores em relacionamentos

 

A cada dia, mulheres em todo o mundo enfrentam uma realidade assustadora e muitas vezes silenciosa: a violência doméstica. Há alguns dias, a agressão sofrida pela apresentadora e e-modelo, Ana Hickmann ganhou destaque na imprensa e trouxe à tona, mais uma vez, a importância de discutir a violência doméstica vivida por mulheres. Para a psicóloga Ana Streit esse é um problema urgente que merece atenção. “A violência doméstica não pode ser ignorada e muito menos minimizada. É algo que impacta de forma integral a vida de quem sofre, especialmente se a gente for falar nos vários tipos de violência: psicológica, física, sexual, patrimonial e moral. Não há uma causa simples e única, mas é importante tentar se afastar de forma definitiva nos primeiros sinais”, diz.

A psicóloga orienta que as mulheres prestem atenção nos detalhes. “Observem o parceiro, vejam se há reciprocidade da relação e como ele resolve problemas. Há condutas agressivas? É alguém que bate nas coisas, joga coisas no chão, alguém que por exemplo, anda rápido no carro quando está irritado? É alguém que respeita uma fila no supermercado? É um homem que tenta tirar vantagem de tudo? Sabe lidar com suas emoções? Como age quando está com raiva? Começa a culpar o outro? A mulher precisa identificar se o parceiro sabe lidar com respeito, e empatia com os problemas que se apresentam na vida a dois. De acordo com algumas respostas, não há como seguir um relacionamento seguro e saudável, tendo aspectos como falta de respeito, agressividade, humilhações e chantagens, por mais amor que possa existir. Caso contrário, estará correndo risco de vida”, pontua.

De acordo com dados da 4ª edição da pesquisa Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil (da DataFolha/FBSP, 2023), quase 51 mil mulheres sofreram violência diariamente em 2022 e 45% das mulheres vítimas não fizeram nada após sofrer o episódio mais grave. “Quando a mulher percebe que está sofrendo violência doméstica, ela precisa fazer uma denúncia, recorrer a profissionais de saúde, a hospitais ou postos de saúde, para que possa ter atendimento psicológico, às vezes até atendimento médico. É possível reconstruir a autoestima dessa mulher com tratamento, terapia e rede de apoio, saindo do ciclo de abuso e, principalmente, saindo do relacionamento violento”, afirma a psicóloga.

Segundo Ana, parte do tratamento é justamente romper com esse ciclo de abuso e sair do relacionamento. “A vítima precisa entender que a vida dela importa, que ela merece ajuda, e que não é justo alguém ser humilhado dentro de casa. Ela precisa deixar de questionar a sua sanidade mental, ou o seu valor pessoal e olhar para si com muito mais amor e com muito mais dignidade. Essa mulher não está sozinha. Na Central de Atendimento à Mulher (canal 180), a vítima será acolhida e receberá orientações de acordo com seu caso, saberá seus direitos, os locais de atendimento mais próximos, entre outras informações. É um serviço 24h”, finaliza a especialista em saúde mental.

  

Ana Streit - psicóloga clínica, Mestre em Psicologia e Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), e Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Além disso, a profissional é professora, supervisora e terapeuta do esquema, já em processo de Certificação Internacional em Terapia do Esquema pela International Schema Therapy Society (ISST). A profissional gaúcha escreve e fala sobre essência e conexões saudáveis no Instagram (@anacstreit)


Confira 5 maneiras como a meditação pode ajudar no seu relacionamento

Especialista explica os benefícios da prática de meditar nas relações interpessoais 

 

Relacionamentos, por vezes, não são fáceis de lidar e precisam passar por manutenções. No geral, eles precisam envolver respeito, compreensão e atenção, mas nem sempre isso será suficiente — visto que são afetados diretamente com os problemas pessoais das pessoas envolvidas.

Quando você não está bem no seu interior, uma série de sentimentos e atitudes podem tornar uma relação mais difícil e gerar sofrimentos para os participantes. A meditação é uma ferramenta poderosa para melhorar seu relacionamento consigo mesmo e, consequentemente, te tornar uma pessoa melhor para se relacionar.

Além disso, ela também vai te ajudar a lidar quando o seu parceiro estiver passando por momentos difíceis, seja através do perdão, do autocontrole ou da autoconfiança. Neste artigo, a especialista em meditação, Gabi Frantz, separou 5 maneiras como a meditação pode ajudar no seu relacionamento — seja amoroso ou não. Confira:

 

1- Cura vícios emocionais:

Os vícios emocionais consistem em comportamentos inconscientes, que estão diretamente ligados às reações químicas que acontecem no nosso corpo frente a algum sentimento. A ansiedade, por exemplo, é responsável por liberar maiores quantidades de cortisol e com mais frequência, causando sintomas como preocupação excessiva, nervosismo, irritabilidade, insônia e fadiga.

“Quando uma pessoa está constantemente ansiosa, o seu organismo pode ficar viciado nas quantidades de cortisol liberadas. Quando essa taxa diminui, inconscientemente, ela busca situações que possam causar o sentimento e em seguida, a liberação de mais hormônio do estresse”, explica a especialista. “Esse é um comportamento que acontece no subconsciente da nossa mente e, por isso, pode ser muito difícil de identificar e contornar”. 

Como solução, Gabi explica que é preciso começar a ter um olhar mais consciente sobre nossos sentimentos e como eles surgem, evitando que se acumulem e tomem proporções maiores. “A meditação nos ensina a observar e a manter esse estado de vigília interno, percebendo como nós nos comportamos e reagimos a determinadas relações ou atitudes".

 

2- Regula reações:

A especialista explica que grande parte das vezes, um problema é muito maior na nossa cabeça do que na realidade, fazendo com que tenhamos reações desequilibradas ou incoerentes frente a uma situação. “Ao dedicar uma atenção especial a esses sentimentos e suas escalas, é possível evitar mais sofrimento”, ressalta.

Ela explica como meditar pode ajudar: "Adotar uma rotina de meditação permite uma maior auto observação e a autoconscientização, sendo possível enxergar o que se passa no nosso interior de maneira mais clara e tornar as nossas reações mais coerentes e equilibradas".

 

3- Te ajuda a perdoar:

Guardar mágoas, ressentimentos e rancor, geram desequilíbrios nas nossas relações. Segundo a especialista, o rancor afeta todas as dimensões do nosso organismo. “A dificuldade de perdoar gera reações negativas no nosso corpo e, se manter vinculado a esse padrão de comportamento, acumula bloqueios emocionais que nos impedem de ter relações saudáveis”, afirma.

“A maneira como nos sentimos está relacionada à saúde no nosso corpo e, ao perdoar, você libera espaço mental e emocional para florescer as soluções desse conflito — seja diretamente com a pessoa, ou apenas no seu interior”, explica Gabi.

Neste caso, a meditação atua através da habilidade de empatia que é trabalhada em seus praticantes. “Ao meditar todos os dias, temos mais facilidade de nos colocar no lugar do outro, ter mais calma e pensar melhor antes de falar, tornando as relações mais leves”.

 

4- Desenvolve o autocontrole:

Em um mundo hiperconectado, as pessoas estão cada vez mais no modo automático, sem se fazerem conscientes de seus próprios pensamentos e sentimentos. Dessa maneira, muitas pessoas podem se sentir constantemente vulneráveis às emoções que sofrem ao longo do dia, estando propensas a impulsividade, agressividade ou tristeza pela falta de autocontrole.

A meditação estimula diferentes regiões do nosso cérebro, o que nos permite naturalmente desenvolver novas capacidades emocionais e sociais. “Quando a realidade é enxergada com mais clareza, temos reações mais equilibradas por não estarmos sendo guiados por emoções ruins, como raiva, vergonha e medo”, explica a especialista.

“Sendo assim, a prática permite que estejamos alinhados ao nosso ser de uma forma mais profunda e também desperta a nossa consciência — o que nos permite estar mais atentos e enxergar a realidade de forma mais clara e não desde nosso ego”, afirma Gabi.

 

5- Fortalece a sua autoconfiança:

A autoconfiança é fundamental para uma vida saudável, principalmente nas relações interpessoais — e está diretamente ligada ao seu autoconhecimento. Considerando que, na maior parte do tempo, nossa atenção está direcionada para os acontecimentos externos, é preciso separar momentos de reflexão para se conscientizar sobre seus pensamentos e assim entender melhor as suas reações.

O poder do comentário de uma pessoa, por exemplo, está relacionado ao estado do seu “mundo interno”, como a especialista chama. "Se você está enfraquecido internamente, esse comentário vai te abalar, vai te gerar sofrimento. Para que as suas relações não sejam um motivo de sofrimento, é preciso voltar a sua atenção para o seu mundo interno e entender por que a perspectiva de tal pessoa tem tanto poder sobre você”.

Segundo Gabi, por vezes, nos colocamos em situações ou relações desagradáveis pela falta de entendimento sobre como funcionamos. “A prática da meditação é o momento para refletir, observar o seu mundo interior e entender o que te faz bem ou não. Feche os olhos para evitar se distrair e, assim, se desconectar dos acontecimentos ao seu redor”, completa. 



Gabi Frantz - Conheceu a meditação aos 15 anos, e ao notar as mudanças que a prática trazia para sua vida, decidiu se aprofundar ainda mais nesse mundo. Atualmente seu currículo conta com mais de 30 cursos voltados para a área e está finalizando seu PhD em Medicina Natural pela Quantum University. Em 2003, criou seu primeiro grupo de meditação guiada, que hoje conta com mais de 2.500 participantes todos os dias. Mestre em meditação, seu perfil ativo no Instagram conta com mais de 100 mil seguidores, além disso é dona do canal no YouTube “Meditar com vc”, que tem mais de 80 mil inscritos, e do site meditar.com.vc, onde oferece cursos gratuitos e de meditação.
https://meditar.com.vc/
https://www.instagram.com/meditar.com.vc/
https://www.linkedin.com/in/gabifrantz/


"Pessoas bem humoradas tendem a ser mais produtivas no trabalho"; diz especialista em inteligência emocional e bom humor

Maryana com Y, explica que o humor aumenta a sensação de bem-estar e a produtividade no ambiente corporativo 

 

A cada dia tem se tornado mais importante debater sobre o bem-estar mental e inteligência emocional das pessoas dentro das corporações. Segundo a especialista em Inteligência Emocional e Bom Humor nas empresas e fundadora do Humorlab, Maryana com Y, foi a partir da pandemia que houve essa mudança de cenário, onde a valorização da saúde mental dos colaboradores entrou no palco de prioridades das companhias para não sair mais. 

Em 2020, um estudo realizado com mais de 530 pessoas por pesquisadores das universidades dos EUA, Suíça e Alemanha aponta que o bom humor traz  benefícios tanto para vida pessoal quanto para o ambiente de trabalho. “O humor não é sobre fazer piadas e sim sobre se sentir bem para fazer o bem dentro dos locais que nos colocamos e existimos”, explica a especialista. 

Com a nova realidade nos formatos de trabalho e a flexibilidade promovida pela tecnologia, o bom humor acompanhado da boa administração dos sentimentos, pode ampliar a “caixa de ferramentas” de cada colaborador sobre seu manejo emocional. “Ao permitir a maior consciência dos sentimentos, sem forçar a alegria de ser feliz o tempo inteiro, o resultado vem em decisões mais assertivas com menos sofrimento e  angústias cotidianas”, destaca Maryana com Y 

É possível potencializar essas ferramentas com palestras e treinamentos de inteligência emocional, relacional e imaginativa, que é um despertar para temas relevantes no mercado para que as empresas implementem o desenvolvimento a longo prazo tanto para as lideranças, como para toda equipe. Dinâmicas que trazem para a consciência a importância do bem-estar e da qualidade de vida, promovem um direcionamento mais potente das emoções diante das adversidades e promovem a criatividade e resultados melhores nas atividades desenvolvidas.  

Esses investimentos por parte das corporações impactam diretamente no fortalecimento de identidade, criando um ambiente seguro, que além de fortalecer as relações também favorece a inovação profissional de cada pessoa. 

A inteligência emocional e o bom humor são ainda mais importantes para evitar a construção de ambientes tóxicos de trabalho, onde pessoas que fazem o bem para si mesmas também transbordaram o bem para sua equipe. “Hoje para as pessoas é indispensável um ambiente de trabalho que permita um equilíbrio maior na vida pessoal e profissional, com benefícios voltados à saúde mental, como acesso a terapias, academia, entre outros, onde conseguem eliminar o estresse e levar o equilíbrio encontrado nessas atividades para relações profissionais de maneira saudável e enriquecedora para todos”, finaliza.


Misoginia não escolhe classe social: o que o caso Ana Hickmann nos revela

 Recentemente, a modelo internacional, empresária e apresentadora Ana Hickmannfoi vítima de violência doméstica e conforme os noticiários, ela prestou queixa contra o marido. A denúncia envolveu agressão física, verbal e ameaças. É chocante, não é? Mas porque isso nos choca tanto?  No Brasil, segundo a pesquisa "Visível e Invisível - a Vitimização de Mulheres no Brasil " (2022), que foi realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública/Datafolha, revela que 35 mulheres sofrem por minuto algum tipo de violência em nosso país. Mas, dessa vez, foi com uma artista conhecida nacionalmente: linda, loira, magra, influente e rica.  A mim, apesar de enquanto assistente social já ter atendido diversas situações como esta, envolvendo mulheres de diferentes classes sociais, me impressionou não as diferenças, mas as semelhanças: Ana Hickmann tem 42 anos, eu também; é mãe, eu também; se casou em 1998 aos dezesseis anos, eu com o meu primeiro esposo também; foi vítima de violência deste marido, e eu também.  

Neste sentido, o que causa o choque da nação, principalmente das mulheres, talvez venha deste paradoxo – ao mesmo tempo que ela é tão diferente de nós – vivendo no topo da cadeia alimentar capitalista, no auge do seu privilégio branco-cis-luxo, possa ser e passar pelas mesmas coisas que a dona Maria, que a minha tia, que a minha amiga ou eu já passamos.  

Cabe a pergunta “o que leva um homem a fazer isso com a mulher que dizia amar, que construiu família, inclusive sendo ela a principal fonte do patrimônio do casal”? 

Vivemos em uma sociedade machista e profundamente misógina. O que para muitos seria motivo de gratidão, pode ser justamente o motivo que leva um homem a tornar-se violento, ou seja, a ascensão social da mulher e não a sua própria. “Claro que não, são novos tempos!”, você pode dizer. Sim, estamos construindo novos tempos, porém Ana e seu esposo, assim como eu e meu primeiro marido, fomos criados no século passado, onde a masculinidade do homem tem como base a virilidade e o ato de prover, enquanto a função da mulher no ato de se submeter, “moldar” o relacionamento, aguardando pacientemente que o abusador passe de fera a príncipe. Mas isso não acontece. Ouça leitora, isso nunca acontece!  

Mas há esperança no fim do túnel, na minha opinião não podemos mudar a nossa geração, infelizmente. A nós compete a redução de danos. Porém, são ações como a campanha “Brasil sem Misoginia”, lançada no mês passado, com o objetivo de mobilizar diversos setores da sociedade para o combate ao ódio, à discriminação e à violência contra a mulher, principalmente nas redes sociais, envolvendo diversos setores da sociedade. 

A misoginia (ódio, repulsa contra mulheres) é um fator propulsor de todas as formas de violência contra a mulher. “Os feminicídios não se resumem ao ato de matar, de tirar a vida de uma mulher. Eles começam antes. Eles começam com as piadas, com as brincadeiras, com maus-tratos, com a violência psicológica e moral”, disse a ministra da mulher Cida Gonçalves na cerimônia de lançamento (Agência Brasil). “Piadas” e “brincadeiras” essas que, como vimos, a modelo sofria constantemente, até evoluir para a agressão física. Assim como já aconteceu com alguma parente sua, amiga, ou com você.  

Por isso a importância de campanhas como essa. Não podemos tolerar, perdoar ou ignorar os sinais como a minha geração, da minha mãe e avó faziam.  É de extrema importância que as gerações posteriores já cresçam nessa nova perspectiva, em uma nova cultura: em que tanto as ações abusivas, como as atitudes condescendestes não podem ser toleradas! Sejam as ações advindas da mídia, das redes sociais, do abusador, da religião, da família, ou da própria vítima.  

 

Relly Amaral Ribeiro - graduada em Serviço Social com especialização em Metodologia do Ensino Superior e mestre em Serviço Social e Políticas Sociais. Tutora dos cursos de pós-graduação em Serviço Social do Centro Universitário Internacional Uninter. 



Luto pós-término: o fim necessário para nascer o autoamor

 

Divulgação
Elisa Marques

A psicóloga Eva Illouz já disse: “As mulheres costumam desenvolver e manifestar suas emoções numa fase mais inicial e com maior paixão do que os homens.” Se a princípio então a entrega emocional feminina é superior à masculina, em um relacionamento entre mulheres, para onde vai tamanha intensidade?

Quando se fala sobre romance no mundo LGBTQIA+ a regra é clara: toda mulher passa por um frenesi na primeira relação com outra mulher. Enquanto o homem hétero costuma manter distância dos próprios sentimentos, para as mulheres sáficas ser “emocionada” é quase um pré-requisito.

Eu, sendo uma delas, costumo dizer que vivo todas as versões de um mesmo sentimento quando me relaciono com outra mulher. E quando acaba, vivo a dor tão profundamente quanto vivi o amor.

Percebo em minha bolha comportamentos semelhantes aos meus, e arrisco dizer que o fim em um relacionamento homoafetivo vem com maior sobrecarga emocional do que em uma relação hétero.

Há quem diga que mulheres que amam mulheres não sabem terminar. Concordo que não vivenciamos todas as etapas do luto. Não nos damos tempo suficiente para acabar e nossa intensidade muitas vezes gera resultados contraditórios. Eu mesma nunca sei quando deixo de amar.

Esse processo de luto na separação amorosa já é naturalmente um desafio doloroso. As emoções assumem uma proporção muito grande e quanto mais intenso for o vínculo com a pessoa amada, maior o sofrimento decorrente da ruptura desse laço.

Mas se sou mulher e sempre manifesto minha paixão excessivamente e de forma proporcionalmente recíproca quando me relaciono com outra mulher, como então lidar com esse luto sem me afundar no poço a cada fim?

Conheço o amor como conheço a vida, dividida de forma simplista em dois polos extremos – o do nascimento e o da morte. No início, há de deleitar-se com o amor. No final, há de se adaptar ao luto. 

Retomar o controle de si após términos é como matar um amor para que nasça outro - o próprio. Não se supera a ausência de ninguém se não se ama a própria companhia.

  

Elisa Marques é poeta e autora do livro autobiográfico “Até minha terapeuta sente falta de você


Posts mais acessados