Pesquisar no Blog

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Preço do etanol avança e ultrapassa R$ 5, aponta Ticket Log

 Aumento de 3,77% no início de junho fez o combustível ser comercializado a R$ 5,004 nos postos


De acordo com o último Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o preço médio do etanol ultrapassou a marca de R$ 5,00 neste início de junho, após aumento de 3,77% na comparação com o fechamento de maio. O combustível foi comercializado a R$ 5,004, enquanto a gasolina tem preço médio de R$ 5,853 nos postos brasileiros, alta de 0,95%. 

“O aumento de preços do etanol é significativo. Em janeiro, nenhum combustível no Brasil era encontrado com média de preços acima de R$ 5,00. Agora, etanol e gasolina são comercializados nesta faixa”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Duas regiões brasileiras ainda registram médias abaixo de R$ 5,00 para o etanol. O valor por litro no Centro-Oeste é o mais baixo do País, a R$ 4,546. A região também apresentou o menor aumento, de 0,35% em relação ao fechamento de maio. No Sudeste, o combustível foi encontrado a R$ 4,861.

O etanol mais caro foi comercializado na Região Nordeste, a R$ 5,133. Também nos postos nordestinos foi registrado o maior aumento de preços, de 4,93%. Em relação à gasolina, a maior alta também esteve na região, de 1,68%.

A gasolina mais cara foi encontrada no Sudeste, a R$ 5,953, e a mais barata no Sul, a R$ 5,678. O menor aumento foi registrado na Região Norte, de 0,03% na comparação com o fechamento do mês anterior.

No recorte entre estados, o etanol mais caro foi encontrado no Rio Grande do Sul, a R$ 5,675. O combustível com menor preço médio esteve em São Paulo, a R$ 4,204. Já o Rio Grande do Norte apresentou o maior aumento, de 13,39%, e nenhum estado mostrou redução.

Também nos postos potiguares foi identificado o maior aumento da gasolina, de 3,23%. Já a gasolina com maior preço médio por litro foi registrada no Acre, a R$ 6,390. Em outro estado do Norte, o Amazonas, o combustível mais barato foi encontrado, a R$ 5,261. Os postos amazonenses também apresentaram a maior redução no preço médio da gasolina, de 2,39%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 



Ticket Log

https://www.ticketlog.com.br/

https://www.ticketlog.com.br/blog/

https://www.linkedin.com/company/ticket-log/

https://www.instagram.com/ticket.log/

https://www.facebook.com/TicketLog



Edenred

www.edenred.com.br

www.linkedin.com/company/22311673/

 

19 de junho: Dia Mundial do Albatroz chama atenção para o desenvolvimento de pescarias compatíveis com a conservação das aves oceânicas

 Data celebrada globalmente conta com o apoio do Projeto Albatroz na América do Sul. Duas espécies estão no foco das ações deste ano: Albatroz-de-Tristão e Albatroz-de-Galápagos

 

O Dia Mundial do Albatroz foi criado por representantes do Acordo para a Conservação de Albatrozes e Petréis (ACAP) em 2019 com o objetivo de chamar a atenção para a crise da conservação desse grupo de aves. O Acordo, que conta com a participação da coordenadora geral do Projeto Albatroz, patrocinado pela Petrobras, elegeu “Garantindo pescarias compatíveis com a conservação dos albatrozes” como tema da campanha deste ano, a fim de sensibilizar o público sobre as melhores práticas para conservar albatrozes ao redor do mundo.

 

O grande número de albatrozes e petréis mortos incidentalmente pela pesca, que gira em torno de 40 mil todos os anos, foi a principal força motriz para a criação do ACAP há duas décadas e abordar este problema de conservação continua a ser uma parte importante do trabalho do Acordo. Por isso, todos os anos, a campanha do Dia Mundial do Albatroz dá destaque a espécies ameaçadas de extinção. Na edição de 2021, são homenageadas duas espécies criticamente ameaçadas, de acordo com a classificação da Lista Vermelha da IUCN: o Albatroz-de-Tristão (Diomedea dabbenena) e o Albatroz-de-Galápagos (Phoebastria irrorata).

 

Espécies em perigo

As duas espécies são consideradas endêmicas, ou seja, se reproduzem em uma única região no planeta. O Albatroz-de-Tristão faz seus ninhos na Ilha Gough, território britânico isolado em meio ao Oceano Atlântico e se alimenta nas águas brasileiras, uruguaias e argentinas. Já o Albatroz-de-Galápagos é a única das 22 espécies a se reproduzir em uma região de clima tropical, que é a Ilha Espanhola, no Arquipélago de Galápagos.

 

Além dos perigos da interação com várias modalidades de pesca, os albatrozes e petréis também são ameaçados pela poluição dos oceanos com plásticos e outros resíduos, mudanças climáticas, redução de disponibilidade de alimento, intervenção humana nos locais de reprodução e invasão de roedores nas ilhas onde cuidam de seus filhotes.

 

Para a coordenadora geral do Projeto Albatroz e vice-presidente do comitê assessor do ACAP, Tatiana Neves, essas duas espécies representam a urgência da conservação dos albatrozes ao redor do mundo. “Os desafios que encontramos na proteção dessas duas espécies endêmicas são apenas um exemplo. Conservar mais de 20 espécies com particularidades, localidades e ameaças diferentes requer um enorme esforço global, que é possível somente por meio da colaboração de todos os países membros do ACAP”.

 

Mais de uma dezena de espécies de albatroz se alimentam nas águas brasileiras e, para protegê-las, o Projeto Albatroz realiza um trabalho de educação ambiental com os pescadores, para que conheçam o albatroz e aprendam a utilizar medidas práticas para mitigar a captura desses animais, atuando como parceiros da instituição em alto-mar.

 

O ACAP e o Projeto Albatroz estão trabalhando conteúdos exclusivos em suas redes sociais para ajudar a aumentar a consciência do público sobre a crise de conservação enfrentada pelos albatrozes e petréis ao redor do mundo, além de ressaltar o esforço global de cientistas e instituições para aproximar espécie das pessoas e sensibilizá-las sobre sobre sua importância. Acompanhe no @projetoalbatroz.

 

Saiba mais sobre o ACAP no site: https://acap.aq/

 

 

Projeto Albatroz

Reduzir a captura incidental de albatrozes e petréis é a principal missão do Projeto Albatroz, que tem o patrocínio da Petrobras. O Projeto é coordenado pelo Instituto Albatroz - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que trabalha em parceria com o Poder Público, empresas pesqueiras e pescadores.

 

A principal linha de ação do Projeto, nascido no ano de 1990, em Santos (SP), é o desenvolvimento de pesquisas para subsidiar Políticas Públicas e a promoção de ações de Educação Ambiental junto aos pescadores, jovens e às escolas. O resultado deste esforço tem se traduzido na formulação de medidas que protegem as aves, na sensibilização da sociedade quanto à importância da existência dos albatrozes e petréis para o equilíbrio do meio ambiente marinho e no apoio dos pescadores ao uso de medidas para reduzir a captura dessas aves no Brasil.

 

Atualmente, o Projeto mantém bases nas cidades de Santos (SP), Itajaí e Florianópolis (SC), Itaipava (ES), Rio Grande (RS) e Cabo Frio (RJ).

 

www.projetoalbatroz.org.br

 

Acordo para a Conservação de Albatrozes e Petréis (ACAP)

https://acap.aq/

 

Entenda a nova lei que auxilia empresas que recorrem a recuperação judicial

 Em meio à pandemia os pedidos de recuperação judicial aumentaram. Com a nova legislação, empresas poderão escapar da falência.


Apesar da esperança de que 2021 seria um bom ano para a economia. Dados divulgados pela Serasa Experian apontam que de janeiro para fevereiro houve uma ascensão de 83,7% nas solicitações de recuperação judicial. Devido à pandemia, até o fim do ano, projeta-se um aumento de 53% nessas solicitações.


O que é recuperação judicial?

Entende-se por recuperação judicial um acordo entre empresas e seus credores. Segundo João Esposito, CEO da Express CTB – accountech de contabilidade, “A recuperação judicial é como uma versão moderna da antiga Concordata. A empresa que precisa de ajuda faz um pedido e ganha um tempo de suspensão das suas cobranças, retardando o pagamento dos seus débitos, negociando dívidas e mantendo sua operação. No entanto, esse pedido só será atendido caso a empresa possua um plano estratégico para sua recuperação, que será avaliado pelos seus credores”, explica.

Bruna Estima, advogada e assessora jurídica parceira da Express CTB, complementa: “Essa recuperação é capaz de ajudar não apenas os donos de empresas, mas toda a equipe que faz parte dela. Se uma empresa quebra, funcionários ficam desempregados, fornecedores perdem um cliente e a população fica sem determinado produto. Ao evitarmos a falência de uma empresa, toda uma sociedade é amparada”.


Quem pode pedir essa recuperação?

A recuperação judicial é um instrumento voltado para sociedades empresariais ou empresários individuais registrados há mais de dois anos. Com a nova lei, agora produtores rurais também possuem permissão para recorrer a recuperação judicial, mesmo que estes atuem como pessoa física.

No entanto, não são todas as organizações que possuem CNPJ que tem direito à recuperação judicial. ONGs, empresas públicas, instituições financeiras, cooperativas ou sociedades de economia mista não têm acesso a esse benefício.

“Vale ressaltar que empresas que possuem administrador ou sócio majoritário que já tenha sido condenado por crimes previstos na Lei de Recuperação de Empresas, como por exemplo fraude contra credores, não podem pedir recuperação”, diz a advogada.


Quais foram as principais mudanças propostas pela nova Lei?

Especialistas da Express CTB selecionaram algumas das principais mudanças propostas na legislação:


1 – Financiamento do devedor

Com a implementação da Lei nº 14.112/2020, agora os juízes poderão autorizar a celebração de contratos de financiamento com o devedor. Também existe a possibilidade de o devedor conseguir empréstimos cujo objetivo seja favorecer a continuidade do processo.


2 – Parcelamento de dívidas

A partir das mudanças propostas pela legislação, as empresas que fizerem o pedido de recuperação judicial poderão liquidar seus débitos com a Fazenda Nacional, parcelando as dívidas em até 120 parcelas mensais.

No caso dos débitos administrados pela Secretaria Especial da Receita Federal, os parcelamentos podem ser feitos em até 84 vezes.


3 – Plano de recuperação

Agora, os credores possuem o direito de apresentar um plano de recuperação alternativo para seu devedor. No entanto, esse plano deverá seguir determinados critérios.

 


Express CTB

www.expressctb.com.br


Como identificar e mitigar um ataque cibernético rapidamente em um mundo volátil

Vivemos uma revolução digital e com ela novos riscos surgem a cada dia. À medida que a tecnologia avança os invasores também encontram novos alvos. Os incidentes de segurança sempre acontecerão, por isso temos que estar prontos para investigar, identificar e responder rapidamente um ataque cibernético, corrigindo as vulnerabilidades do sistema o quanto antes.


Com uma boa estratégia de segurança é possível bloquear conexões indesejadas, minimizar os impactos de ataques sorrateiros e eliminar ameaças críticas. Uma empresa que planeja crescer e alcançar novos mercados precisa refletir sobre o gerenciamento desse processo que envolve pessoas e ferramentas.

Considerando que todos os meses surgem novos patches para corrigir algo que, por algum motivo, não está funcionando do jeito planejado, dentro de um determinado software, é necessário agilidade para manter a operação rodando, de modo a limitar os riscos e danos à organização.

Para oferecer aos analistas de segurança recursos mais eficientes, visando a otimização do fluxo de trabalho, algumas empresas em cibersegurança criaram uma plataforma de defesa exclusivamente para detecção e resposta rápida a ameaças. Com análise automatizada e maior visibilidade dos potenciais riscos à segurança, os recursos XDR - o D significa Detecção, o R Resposta e o grande diferencial está no X, que significa qualquer fonte de dados, e não somente o endpoint - permitem detectar mais e responder ainda mais rápido.

Pesquisa recente do Gartner (líder mundial em pesquisa e consultoria corporativa), sobre “as dez principais tendências de tecnologia para Governos em 2021”, aponta que 50% das empresas de tecnologia que fornecem produtos e serviços para as administrações públicas oferecerão recursos de negócios em pacotes para dar suporte a aplicações combináveis
​​até 2023; e 75% dos CIOs do setor de Governo serão diretamente responsáveis ​​pela segurança fora da TI até 2025, incluindo ambientes operacionais e de tecnologia em missão crítica, com recursos que têm o potencial de acelerar a digitalização e otimizar a oferta de serviços públicos.

É mandatório ter visibilidade para poder mapear os ataques quando eles ainda estão no início e não deixar que se transformem em um grande incidente, para então agir. As ameaças precisam ser detectadas e os analistas de segurança precisam descobrir como melhor a investigação e o tempo de resposta a um ataque.

Cada vez mais as empresas terão que implementar soluções multicamadas, para rápida detecção além do endpoint, coletando e analisando também dados de e-mails, servidores, workloads na nuvem e redes. As companhias que empregam técnicas automatizadas de agregação de dados, habilitadas com soluções de XDR, desfrutam dos melhores resultados de segurança porque compreendem e respondem aos incidentes de forma rápida e efetiva. Então, vamos ficar de olho no que o mercado oferece para minimizar os problemas futuros.

 


Sérgio Neves - Regional Account Manager da Trend Micro, empresa especializada em cibersegurança.


Visto de trabalho americano dá direito ao Green Card

Modalidade denominada de EB-3 permite mudança sem grandes exigências, desde que o aplicante já tenha uma proposta de emprego vinda do país


Muitas pessoas acreditam que imigrar para os Estados Unidos legalmente é difícil. Entretanto, existe uma modalidade de visto que basta ao aplicante ter uma proposta de trabalho de uma empresa local para poder realizar o sonho americano. O visto EB-3 concede autorização de trabalho nos Estados Unidos baseado numa oferta de emprego e concede o Green Card para o proponente e sua família.

Daniel Toledo, advogado especialista em Direito Internacional, fundador da Toledo e Advogados Associados e sócio da LeeToledo LLC, escritório de advocacia especializado em Direito Internacional com unidades no Brasil e Estados Unidos, relembra que essa categoria foi criada pelo governo americano há muitos anos para suprir a necessidade de contratação de funcionários não qualificados ou sem uma qualificação específica para várias áreas de trabalho em que os americanos muitas vezes não se interessam em trabalhar, ou que não têm demanda suficiente para contratação desses empregados. “O objetivo é evitar que certos setores não fiquem desabastecidos de profissionais ou esses trabalhos acabem extintos, fazendo com que empresas fechem por falta de mão de obra”,  justifica.

Segundo Toledo, o visto EB-3 é concedido em duas situações. Para profissionais qualificados, chamados nos Estados Unidos de skilled, e para trabalhadores que atuam em funções que não exijam formação ou experiência específica, denominados unskilled.

Na categoria skilled, o aplicante precisa ter nível superior ou equivalente dentro dos Estados Unidos e precisa demonstrar que a formação está dentro da área em que ele vai trabalhar no país. Toledo ressalta que, neste caso, o proponente precisa solicitar a convalidação de grade curricular do Brasil com os Estados Unidos. Ele também precisa demonstrar ter pelo menos dois anos de experiência ou de treinamento na vaga que vai preencher.

O advogado adverte que esta modalidade de visto não pode ser aplicada para uma vaga sazonal ou temporária. Nesse caso, seria outro tipo de visto, de modo que é necessário ter proposta de emprego definitivo nos Estados Unidos.

Já para os trabalhadores unskilled, não é exigido que o proponente tenha dois anos de treinamento nem a necessidade de formação superior. “Na verdade, a pessoa não precisa ter qualquer tipo de experiência na área em que vai atuar”, declara.

Outro ponto levantado pelo advogado é a não exigência de fluência no idioma inglês para a entrevista no consulado nem para ser contratado nessa modalidade de visto.

Por outro lado, Toledo adverte que há outras exigências feitas pelo governo americano para poder aplicar para o visto EB-3. “Embora essa categoria não exija uma série de outros requisitos de outros vistos, não é um processo rápido como muitas pessoas imaginam”, alerta. Entre os pré-requisitos necessários para solicitar esse visto de trabalho, estão não ter registro criminal e gozar de boa saúde porque quando o proponente vai fazer um processo de imigrante para aquisição do Green Card, terá que fazer um exame médico.

Por outro lado, as despesas financeiras para obtenção do visto EB-3 são bem menores que as do EB-5, por exemplo. Não é necessário comprovar nenhum tipo de investimento, comprar ou adquirir algum tipo de propriedade ou algo do gênero.

Entretanto, Toledo recomenda a contratação de um advogado especializado em imigração para poder fazer todos os trâmites com segurança, pois para poder entrar com um processo de EB-3 é necessário o Labor Certificate, ou seja, uma autorização junto ao Departamento de Trabalho dos Estados Unidos. De posse desse certificado, o advogado deve preencher um formulário, fazer a petição, juntar a documentação e encaminhar tudo para processamento.

Na sequência, o Departamento de Trabalho envia uma carta de protocolo. A partir deste momento, o processo passa para o NVC – National Visa Center, o Centro Nacional de Vistos dos Estados Unidos, que envia uma notificação ao advogado junto com uma taxa a ser paga pelo proponente. Após o pagamento, o representante deve encaminhar o comprovante junto com um formulário chamado DS-260, para iniciar o processo de visto propriamente dito e encaminhar toda a documentação para o consulado do país de origem, onde será agendada a entrevista.

Caso o proponente seja aprovado na entrevista, ele está liberado para mudar para os Estados Unidos, legalmente, junto com a sua família — seu cônjuge e filhos menores de 21, solteiros e não emancipados — e tem a liberação para trabalhar legalmente no país.



Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo LLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br.  Toledo também possui um canal no YouTube com quase 110 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB São Paulo e Membro da Comissão de Direito Internacional da OAB Santos.

 


Toledo e Advogados Associados

http://www.toledoeassociados.com.br


Home office não é a realidade de boa parte dos profissionais brasileiros

Serviços essenciais de logística e outras modalidades ainda exigem presença física dos profissionais

 

Durante a pandemia do novo coronavírus, o trabalho remoto se tornou uma realidade para empresas de diversos segmentos.

A tendência é que ele se mantenha, mesmo que de forma flexível, como mostra pesquisa da consultoria KPMG, que revela que 87,3% dos entrevistados preveem que suas empresas mantenham um sistema híbrido entre trabalho presencial e remoto.

Enquanto isso, na outra ponta, está grande parcela da população que não ocupa funções que permitam trabalhar em casa, por motivos diferentes, como é o caso de profissionais da saúde, construção, indústria e logística.

Ou seja, para grande parte da população, o trabalho remoto ou híbrido não será uma realidade pela natureza de sua atividade. Gabriela Mative, Superintendente de Seleção da Luandre, uma das maiores consultorias de RH do país, afirma que o perfil do trabalhador home office é majoritariamente de pessoas que tiveram acesso a graduação e por consequência alcançaram posições mais administrativas e menos operacionais, em que uma atuação remota pode ser exercida, em muitos casos, sem prejuízo a função.

Levantamento do IBGE indica que mais da metade dos brasileiros de 25 anos ou mais ainda não concluiu a educação básica e 33,1%, não terminou o ensino fundamental, o que mostra que a maior parte da população não conseguiria aderir a essa modalidade remota, por questões sociais ligadas a estrutura e escolaridade que impactam diretamente esse público.

“Apesar dessa mão de obra não conseguir aderir, em um primeiro momento, ao trabalho remoto, ainda existem muitas funções operacionais e essenciais que demandam a presença física e tem uma maior flexibilidade em relação à escolaridade, que é o caso das vagas ligadas ao segmento de logística, indústria e construção”, afirma.

Entre os setores que continuam aquecidos, o setor de logística, que despontou atendendo uma necessidade maior de consumo à distância com o surgimento da pandemia, continuou aquecido durante este ano.

Em 2021, foram mais de 3.500 vagas trabalhadas de janeiro a maio. Hoje, existem mais de 1.200 vagas abertas em todo Brasil.

 “Precisamos destacar que os setores que movem a economia, como os serviços essenciais, ainda precisam de mão de obra presencial e são setores que seguem contratando em grande volume desde o ano passado, mesmo em meio à pandemia”, diz Gabriela.

 


Luandre Soluções em Recursos Humanos

 

Racionalização de gastos altera jornada de compra dos brasileiros no início de 2021

Missões de abastecimento voltaram a crescer


A alta generalizada dos preços de bens de consumo massivo, o menor poder aquisitivo da ppulação, devido à alta taxa de desemprego e à lenta retomada do auxílio governamental, e o moroso avanço na vacinação levaram a uma nova forma de fazer compras ente os brasileiros neste primeiro trimestre do ano. É o que mostra o novo estudo Consumer Insights, da Kantar, líder global em dados em insights e consultoria.

As missões de abastecimento de bens de consumo massivo (FMCG) voltaram a crescer devido à nova onda da Covid-19 e novas restrições, assim como se viu no começo da pandemia, no 2º trimestre de 2020.   

Os canais que mais contribuíram com o crescimento em valor da cesta de FMCG foram pequenos varejos, atacarejos e supermercados convencionais, que representam 24,7%, 15,6% e 20,6%, respectivamente, dos gastos dos brasileiros. E os canais que mais conquistaram novos compradores neste primeiro trimestre foram pequenos varejos (1,6 milhão de novos compradores), farmácias (1,5 milhão), atacarejos (1,4 milhão) e varejo tradicionais (1,1 milhão).

A dinâmica das compras ao longo do mês mudou. As viagens de urgência (compras de poucos itens) e de abastecimento (compras maiores de despensa) ganharam força no meio do mês e no fim, alterando a maneira como os consumidores fazem suas compras de despensa para o lar, antes concentradas no início do mês. As compras de proximidade e reposição se tornaram mais relevantes no meio do mês.

O ciclo de compras durante o mês também sofreu modificações entre as classes sociais. Classe AB migrou a compra em hipermercado que fazia no começo do mês para o final e priorizou atacarejo e porta a porta no início. Classe C priorizou gastos de consumo massivo no começo (atacarejos, hiper e porta a porta) e no meio do mês (super convencional, super vizinhança e pequeno varejo), deixando para o final apenas as compras em farmácias, enquanto no passado essa classe frequentava super convencional e super vizinhança no fim do mês. Classe DE concentrou suas despesas com bens de consumo massivo no começo (atacarejo e hiper) e final do mês (pequeno varejo, porta a porta e farmácia), deixando a metade do mês para gastos em perfumaria.

Já no comércio eletrônico, a maior parte das compras se deu no final do mês, com marcas mainstream e economy, enquanto o começo foi mais direcionado a marcas próprias e o meio a produtos premium. Porém, ao desconsiderar o WhatsApp, um importante meio de acesso ao e-commerce no Brasil, essa dinâmica muda - no começo do mês vemos maior concentração de marcas próprias e no meio as outras categorias de marca.

Compras maiores, de abastecimento, são as mais realizadas no comércio eletrônico sem utilização de aplicativos de mensagens (61,5%), que se mostraram boas soluções para compras de urgência (4% contra 1,2% nas compras online sem aplicativo), proximidade e reposição.

"A dinâmica dos canais de compra sofreu grande impacto nesse momento pandêmico. Cada classe social apresentou um ciclo de compra diferente. É muito importante que as marcas saibam como essa dinâmica de canais está impactando as categorias e seus produtos para traçar a melhor estratégia de vendas. Num país de dimensões continentais como o Brasil, é crucial avaliar se essa jornada de compras também foi alterada por região.", comenta Rafael Couto, Gerente Sênior de Soluções para Compradores da divisão Worldpanel da Kantar.

Todas as informações acima fazem parte da primeira edição de 2021 do estudo trimestral Consumer Insights, da Kantar, divisão Worldpanel, que analisa os impactos da pandemia na jornada de compra e consumo.



Kantar

www.kantar.com/brazil

 

Novo recurso permite consultar a viabilidade de novos negócios

Muitas empresas surgem a partir de ideias e sonhos de pequenos empreendedores, desejos que as pessoas desejam colocar em prática. Mas o primeiro passo antes de realizar essas ideias é verificar se a proposta de negócio é viável. É necessário avaliar como essa empresa será aberta, o local onde será executado de fato e se é possível mantê-la em funcionamento sem grandes transtornos.

Para os pequenos empresários, atualmente é possível fazer uma consulta de viabilidade de negócio com um contador especializado e algumas informações básicas, como o local, atividade, o escopo de sócios e os investimentos iniciais. O procedimento é feito eletronicamente de forma rápida, através de documentos como a capa do IPTU do lugar pretendido e os dados dos futuros proprietários da empresa.

Essa consulta pode ser fundamental para evitar problemas no futuro, que vão desde a falta de retorno financeiro à burocracias, como a impossibilidade de solicitar um alvará de funcionamento, licenças sanitárias e transtornos relacionados a zoneamento. Outra vantagem da verificação é que o profissional também analisa os riscos da abertura da empresa.

Muitas vezes essas questões são negligenciadas e após abrir empresa os donos se deparam com problemas irresolvíveis, que podem determinar a mudança de endereço e perda de parte considerável do investimento.

A melhor maneira de evitar essas situações é procurar por ajuda especializada para consultar a viabilidade do empreendimento e, consequentemente, ter um negócio de sucesso em um ambiente seguro, com todas as regularidades em dia. Esse serviço também é disponibilizado na COAN Consultoria Contábil com todo o suporte necessário.

 



Fábio Barretta - diretor executivo desde 2018 da COAN- consultoria contábil. É bacharel em ciências contábeis desde 2005 pela PUC/SP.  Também possui especialização em planejamento tributário pela FECAP/SP em 2010. Atua na área contábil desde 1997, onde ingressou na COAN CONTABIL passando pelas áreas contábil, fiscal e legal, acumulando vasta experiência em assessoria contábil. Fábio é sócio diretor desde 2010, período em que marcou o ingresso da COAN CONTABIL nos programas de qualidade e certificação ISO9001. Para saber mais, visite o site https://coancontabil.com.br/, mande e-mail para fabio@coancontabil.com.br ou acesse o perfill no instagram @coan_contabil e pelo facebook CoanContabilidade.


Qual será o futuro da privacidade de dados?

O futuro da privacidade de dados será um eterno paradoxo. Por mais que o esforço contínuo em prol da segurança das informações seja uma forte tendência favorecida pelos avanços tecnológicos, este mesmo cenário de criação de tecnologias cada vez mais robustas e completas também abre espaço para uma maior vulnerabilidade, com o surgimento contínuo de novas modalidades de roubos.

Hoje em dia, somos monitorados o tempo todo. Por onde quer que passemos, encontramos câmeras em casas, ruas, estabelecimentos ou até mesmo, nas redes sociais, onde compartilhamos nossas rotinas, hábitos e costumes. Por mais que essas tecnologias sejam criadas com um propósito positivo, seu mal gerenciamento e falta de cuidado pode causar danos devastadores. Como prova disso, uma pesquisa feita pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), aponta que os vazamentos de dados aumentaram 493% no Brasil só no ano de 2019.

Falar sobre o futuro da privacidade é uma linha tênue entre o seguro e o inseguro. De um lado, os avanços tecnológicos permitirão a melhoria contínua dos firewalls, dos sistemas de monitoramento e de controle de acesso, assim como de diversos protocolos de segurança. Mas por outro, essas conquistas também farão com que os fraudadores evoluam e descubram novas técnicas e meios para roubar os dados dos consumidores, criando artifícios, softwares e outros métodos para enganar pessoas e processos.

Neste cenário incerto, as empresas devem se preocupar em armazenar e tratar os dados permanentemente, com foco primordial no treinamento e capacitação dos funcionários. Não adianta ter o melhor sistema de proteção, sem colaboradores que estejam preparados para lidar com essas tecnologias e possíveis vazamentos. Dessa forma, todo o time entenderá a importância de proteger o dado do cliente e as consequências de seu mau gerenciamento.

Por parte do consumidor, também há a necessidade de se atentar aos dados solicitados. Preencha somente os campos necessários, nunca repasse informações que são desnecessárias e, em caso de dúvidas, sempre entre em contato com os responsáveis pela coleta dos dados.

Essas medidas de proteção vão muito além do atendimento a uma determinação legal, imposta principalmente pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). As empresas que se adequarem rapidamente à essas medidas terão uma importante chancela – facilitando, consequentemente, o fechamento de grandes contratos. Quanto maior for a confiança, melhor será o destaque da organização frente à concorrência.

Não há dúvidas de que essas tecnologias, quando aliadas à um time preparado e qualificado, contribuirão para uma redução significativa das fraudes. Contudo, isso não significa que elas serão extintas, já que do outro lado os fraudadores continuarão descobrindo mecanismos de roubo dessas informações.

É uma guerra sem fim. Ao mesmo tempo em que teremos sistemas cada vez mais seguros e com melhores artifícios de autorização, também poderemos sofrer danos devastadores em casos de vazamentos. Estaremos constantemente expostos e a melhor estratégia será sempre a de prevenção.

 


Igor Castro - Diretor de Produtos e Tecnologia na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

 

Pontaltech

https://www.pontaltech.com.br/


Automação reduz custos e promove mudança organizacional


Quando se fala em redução de custos nas empresas, alguns gestores e até os próprios colaboradores logo relacionam à demissão. No entanto, a rotatividade de funcionários gera, na maioria das vezes, mais gastos. Um estudo do Center for American Progress (CAP) descobriu que os custos médios para substituir um profissional varia de 16% do salário anual do antigo (em casos de baixa remuneração) até 213% para cargos executivos.

As tecnologias, por outro lado, tiveram, em diversos setores, papel fundamental durante a pandemia para manter os negócios funcionando e, consequentemente, os empregos. No RH, soluções automatizadas e até a terceirização dos serviços trouxeram fôlego financeiro e permitiram uma mudança de cultura, cujo impacto vai além do orçamento.

A automação no RH promove maior integração e produtividade não só nas tarefas inerentes ao departamento, mas nas demais áreas, já que esses mesmos profissionais, ao serem liberados de processos manuais e repetitivos, podem entregar valor estratégico na tomada de decisões importantes em conjunto com outros setores, como marketing, TI e comunicação, por exemplo.

Diante desse cenário, a tecnologia não só mantém a força de trabalho, como a torna mais ágil e produtiva, resultando em eficiência e uma visão holística dos principais gargalos que impedem o crescimento. Envolver todos os colaboradores nas decisões, investir em treinamento e capacitação e, principalmente, liderar pelo exemplo são as mudanças de cultura proporcionadas pela automação.

A segurança da informação também é outro ponto de preocupação das empresas, principalmente com o início das punições previstas pela LGPD. O RH é um dos departamentos que mais lidam com dados sensíveis e automatizar esse processo já não é mais uma questão puramente operacional, mas econômica, já que o impacto financeiro de uma possível violação pode, facilmente, fazer com que até a mais sólida das empresas precise retroceder.

Ainda que as empresas não possam ou não queiram investir em tecnologia, a terceirização vem sendo uma alternativa viável e igualmente econômica, já que permite obter mão de obra qualificada sem ter que desembolsar altos valores. No RH, pode significar redução de custos trabalhistas e tributários, uma vez que obter o auxílio de uma consultoria especializada dispensa a empresa de multas por não conformidade.

Apesar das empresas terem à disposição o que há de mais moderno em tecnologia, o que a transformação digital deve representar é uma mudança de consciência, que permita levar um olhar mais humano à gestão de pessoas, não só baseada nas competências e habilidades técnicas, mas nos valores passados ao cliente, que precisam ser compatíveis com aqueles praticados pela própria organização.


Moeda digital: por que ela pode ser boa para o Brasil?

Depois de várias rodadas de discussão, o Banco Central divulgou as diretrizes gerais para a criação de uma moeda digital brasileira. O assunto tem despertado uma série de dúvidas e desconfianças, mas a pauta pode ser extremamente positiva para a economia do nosso país.

O dinheiro, tal como conhecemos hoje, percorreu um longo caminho até aqui. O homem primitivo, na busca por satisfazer suas necessidades individuais, deu início ao escambo, que nada mais era do que a troca de mercadorias. Esse sistema durou séculos e acabou evoluindo para a criação de um padrão único para as trocas, como ocorreu com o sal, que inclusive deu origem à palavra salário.

Já no século VII a.C, foram criadas as moedas, que representavam valores cunhados em metal. O preço de cada mercadoria passou a ser estabelecido de acordo com um número específico de moedas que demarcavam a quantidade necessária para o pagamento de cada bem. Cada reino ou cidade-estado criou a sua própria, estampando o rosto de monarcas e mantendo um valor referencial com o Estado – que está lastreado com base na quantidade de barras de ouro que cada tesouro nacional tem.

Esse mecanismo se manteve praticamente intacto até agora, com a pequena variação que foi a introdução de cédulas-papel e os padrões de referência não mais no Tesouro Nacional, mas na Libra, no Dólar, até quando a tecnologia proporcionou o surgimento das criptomoedas – que, ao contrário do que muitos pensam, não são moedas, mas ativos digitais criados com base em algoritmos e recursos de programação. Esses criptoativos não existem fisicamente, como acontece com o papel-moeda.  Baseada numa relação de confiança, a primeira criptomoeda foi o Bitcoin, minerada por Satoshi Nakamoto, pseudônimo de seu criador. O objetivo foi lançar uma possibilidade de troca financeira descentralizada de instituições físicas e sem se submeter a regulações de um Governo.

O avanço tecnológico por trás do criptoativo chamou a atenção dos Tesouros Nacionais, que começaram a vislumbrar a possibilidade de efetivamente introduzir uma moeda digital. A proposta agora é dar mais um passo na evolução do sistema financeiro mundial. O assunto vem avançando principalmente em países como a China, que já implementou sua própria moeda, e os Estados Unidos, que definiu um cronograma até 2025 para lançar sua versão de Dólar Digital.

Diferentemente dos criptoativos, as moedas digitais são controladas pelo Estado, ou seja, tem emissão soberana, poder liberatório das obrigações e circulação forçada, o que significa que ela deve se tornar a moeda recorrente do país, fazendo com que o Real como temos hoje, simplesmente deixe de existir para dar lugar ao Real Digital.

Na prática, a desmaterialização da cédula de dinheiro por meio do chamado dinheiro de plástico, que são os cartões de crédito e débito, já existe e não representaria uma novidade absoluta.

A diferença é que a moeda digital e o criptoativo, como o Bitcoin, circulam em meio a uma rede (Blockchain) desregrada e sem referencial a um Tesouro, fazendo com que haja risco de quebra de confiança dos seus usuários por não terem um mínimo valor de troca efetivo para aqueles algoritmos. Com o Real Digital, o risco passa a ser do Banco Central, e o valor de troca fica potencialmente referenciado ao Tesouro Nacional Brasileiro.

A proposta inclui muitos benefícios, mas também alguns desafios. O mais favorável deles é impacto no comércio internacional. A proposta do Banco Central é que a novidade permita a interoperabilidade e integração, com o objetivo de que ela possa ser utilizada em pagamentos transfronteiriços. Entretanto, ainda não há certeza sobre a paridade das taxas de câmbio. Mesmo assim, a facilidade da operação pode beneficiar muito um país com vocação exportadora como o Brasil.

Além disso, a moeda digital é rastreável, reduzindo as possibilidades de se fazer lavagem de dinheiro. Outra vantagem é que o papel-moeda também é bastante caro, já que a impressão de cédulas e de metais tem um custo alto à União, que simplesmente deixaria de existir com a nova modalidade. Isso sem falar na redução de assaltos a bancos e comércios, que ainda são alvos constantes de criminosos.

Por outro lado, o grande desafio está na operacionalização da nova moeda. O Banco Central ainda não tem todas as respostas. Por mais que o celular seja um equipamento bastante difundido em nosso país, é inegável que a população menos favorecida ainda não tem um fácil acesso a esses aparelhos ou à infraestrutura correlata. Fazer a inclusão dessas pessoas a um sistema financeiro digital não parece uma equação muito simples de se resolver.

Apesar das discussões estarem avançando, ainda não é possível prever quando teremos o Real Digital. O Banco Central promete ouvir a sociedade por meio de uma série de seminários e eventuais audiências públicas. Essa etapa deve durar aproximadamente dois ou três meses. Se tudo caminhar conforme o planejado, o novo sistema financeiro deve entrar em vigor dentro de dois a três anos. A expectativa é para que os desafios operacionais sejam superados e o país efetivamente se beneficie de uma moeda mais segura e menos burocrática.

 



Jayme Petra de Mello Neto - advogado do escritório Marcos Martins Advogados atuando em Direito Civil e Empresarial.

 

Marcos Martins Advogados

https://www.marcosmartins.adv.br/pt/ 

 

Estado mantém estabilidade nas fatalidades de trânsito nos cinco primeiros meses de 2021

No acumulado do ano, em comparação com mesmo período de 2020, número de óbitos cresceu 1,5%, apesar da queda significativa nos índices de isolamento social

 

De acordo com os novos dados do Infosiga SP, sistema do Governo do Estado gerenciado pelo programa Respeito à Vida e Detran.SP, o Estado de São Paulo manteve relativa estabilidade no número de fatalidades de trânsito nos cinco primeiros meses de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, quando os índices de isolamento social por conta da pandemia da covid-19 foram maiores. Dados do Sistema de Monitoramento do Governo do Estado indicam que a média da taxa de isolamento em maio de 2020 foi de 49% e de 42% em maio deste ano. 

Nos primeiros cinco meses de 2021 foram contabilizados 1932 óbitos por acidentes de trânsito, contra 1903 entre janeiro e maio do ano passado, um aumento de 1,5%. Com relação aos acidentes com vítimas, houve um aumento de 9,7%, passando de 64.325 casos em 2020 para 70.587 em 2021. 

“As fatalidades no trânsito se mantiveram em relativa estabilidade mesmo com uma redução significativa dos índices de isolamento social. Isso demonstra o acerto das ações do Programa Respeito à Vida na educação para o trânsito, mobilidade urbana e segurança viária”, destaca Neto Mascellani, diretor-presidente do Detran.SP.


Meios de transporte

No período, a maior redução nas fatalidades foi referente aos acidentes envolvendo ciclistas, que caíram 9%, de 166 em 2020 para 151 em 2021. Também se verificou uma queda de 7,6% nos óbitos de pedestres, que passaram de 448 no ano passado para 414 em 2021. As ocorrências com ocupantes de motocicletas se mantiveram estáveis (754 em 2020 e 758 em 2021) e as que abrangem passageiros de automóveis aumentaram 8,8%, de 432 em 2020 para 470 em 2021


Sobre o programa Respeito à Vida

Programa do Governo do Estado de São Paulo, atua como articulador de ações com foco na redução de acidentes de trânsito. Gerido pela Secretaria de Governo por meio do Detran.SP, envolve ainda as secretarias de Comunicação, Educação, Segurança Pública, Saúde, Logística e Transportes, Transportes Metropolitanos, Desenvolvimento Regional, Desenvolvimento Econômico e Direitos da Pessoa com Deficiência. 

O Respeito à Vida também é responsável pela gestão do Infosiga SP, sistema pioneiro no Brasil, que publica mensalmente estatísticas sobre acidentes com vítimas de trânsito nos 645 municípios do Estado. O programa mobiliza a sociedade civil por meio de parcerias com empresas e associações do setor privado, além de entidades do terceiro setor. Em outra frente, promove convênios com municípios para a realização de intervenções de engenharia e ações de educação e fiscalização. 

Diversas medidas têm sido adotadas para reduzir a mortalidade relacionada nas rodovias do Estado de São Paulo. Entre elas, algumas de maior impacto podem ser destacadas.

 

Velocidade no atendimento

A redução no tempo de atendimento às vítimas de acidentes pode reduzir a mortalidade em até 60%. Em rodovias, esse aspecto é ainda mais relevante, dado os tempos naturalmente dispendidos entre o deslocamento da equipe de resgate até o local do acidente e, em situações mais graves, dali para o hospital mais próximo. Os socorristas chamam esse período crítico de “A Hora de Ouro”, que é absolutamente relevante para as estatísticas de salvamentos de acidentes de trânsito.

Iluminação em trechos urbanos

Estudos indicam forte redução de mortalidade em trechos urbanos de rodovias que foram iluminadas. Um estudo que reuniu resultados de 50 pesquisas referentes ao impacto sobre os acidentes da iluminação em vias previamente não iluminadas concluiu pela de redução de 60% em acidentes fatais nessas áreas.

 

Cinto de segurança no banco traseiro

Uma pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) em rodovias concedidas indicou, em 2019, que em torno de 10% das pessoas não usam o cinto de segurança nos bancos dianteiros e 30% no banco traseiro. Essa prática é de extrema importância e vem sendo estimulada por meio de campanhas educativas e fiscalização, uma vez que estudos indicam redução de mortalidade em torno de 25% para ocupantes do banco traseiro e 45% para os bancos dianteiros.


Selic a 4,25%: poupança tem o pior rendimento da renda fixa

Projeções realizadas pelo Yubb apontam rentabilidade atual de investimentos; para especialista, desafio do investidor é diversificar sua carteira


Com a taxa Selic elevada a 4,25%, conforme decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), como fica o rendimento dos investimentos em renda fixa? Para saber o impacto desta medida, o Yubb (https://yubb.com.br/), maior buscador de investimentos do país, realizou um levantamento com projeções dos principais ativos. Como destaque, a poupança nova continua como a opção com menor rentabilidade em todos os cenários.

Confira o levantamento completo:

 

Rentabilidade Bruta

Rentabilidade  Líquida

Rentabilidade  Real

** Poupança nova* 

2,98%

2,98%

-2,69%

Poupança antiga*

6,17%

6,17%

0,33%

Tesouro Selic

4,15%

3,32%

-2,36%

CDB banco médio

5,40%

4,32%

-1,42%

CDB banco grande

3,32%

2,66%

-2,99%

LC

5,81%

4,65%

-1,11%

LCA*

4,07%

4,07%

-1,66%

LCI*

4,23%

4,23%

-1,50%

RDB

5,64%

4,52%

-1,23%

Debênture Incentivada*

6,27%

6,27%

0,42%

 

* Investimentos isentos de imposto de renda

** Em 2012, o Banco Central redefiniu a remuneração da poupança para novos investidores.

No levantamento, para calcular a rentabilidade real dos investimentos, foi utilizada a inflação (IPCA) projetada para 2021 de 5,82% - divulgada no Boletim Focus do dia 14/06/2021. 

Para Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, o Copom precisa adotar uma postura mais contundente no controle da inflação, já que muitos títulos de renda fixa seguem com rentabilidade real negativa, um cenário ruim para os investidores. Entretanto, a pandemia do novo coronavírus segue como um obstáculo.

“O Copom está numa posição extremamente desafiadora, já que ele precisa estimular o crescimento da economia brasileira, lidando também com os estragos causados pela pandemia. Não é uma tarefa fácil: a alta dos juros contribui para o controle inflacionário, mas desestimula a recuperação econômica e a redução do desemprego. Por outro lado, os juros mais baixos aceleram a alta dos preços, mas contribuem para o avanço da economia”, explica.

E neste momento de instabilidade, é necessário que o investidor atue com diferentes ativos. “A diversificação do portfólio é mais necessária do que nunca. Porque a renda fixa continua sendo a melhor alternativa para a reserva de emergência e para investimentos de curto prazo, mas, para ganhos acima da inflação, o investidor precisará assumir mais riscos em renda variável, com destaque para ações brasileiras, ETFs e BDRs”, conclui Bernardo.

 


Yubb


Posts mais acessados