Resultado foi
publicado nesta terça-feira (3) pelo IBGE. O setor de Serviços, composto por
mais de 13,5 milhões de pequenos negócios, permanece aquecido
A economia brasileira movimentou mais de R$ 12,7 trilhões em 2025. O
valor aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 2,3% em
comparação ao ano anterior. O grande destaque para o avanço, de acordo com o
levantamento Contas Nacionais Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), é o setor da Agropecuária, que teve um aumento de 11,7%
no período. Na sequência, está o setor de Serviços, que é composto por mais de
13,5 milhões de pequenos negócios espalhados pelo país, o que demonstra o poder
e a importância do segmento para o crescimento da economia.
“São homens e mulheres que acordam cedo para realizar seu sonho de empreender
e que produzem riqueza para o nosso país, mas, principalmente, geram emprego e
renda e inclusão para a população. Esse é um momento especial para os pequenos
negócios brasileiros”, comemora o presidente do Sebrae, Décio Lima.
O crescimento no setor de Serviços foi verificado em diferentes
atividades: Informação e comunicação (6,5%); Atividades financeiras, de seguros
e serviços relacionados (2,9%); Transporte, armazenagem e correio (2,1%);
outras atividades de serviços (2,0%); Atividades imobiliárias (2,0%); Comércio
(1,1%); e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social
(0,5%).
Além do setor de Serviços, a Indústria – que conta com mais de 90% dos
CNPJs constituídos como microempresas (MEs) e empresas de pequeno porte (EPPs)
- teve um crescimento de 1,4% no ano passado.
Consumo das famílias
A pesquisa do IBGE também verificou o crescimento do consumo das
famílias de 1,3% em relação a 2024. De acordo com a entidade, isso se deve à
melhora no mercado de trabalho, ao aumento do crédito e aos programas
governamentais de transferência de renda. Dados do Sebrae mostram que, no
acumulado de 2025, o Brasil teve um saldo de 1.279.498 empregos. Desse total,
as micro e pequenas empresas (MPEs) responderam por 80,5%, o segundo melhor desempenho
do setor em três anos.
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