A fisiculturista e profissional de Educação Física Angela Borges mostra como o treino de força se consolida como ferramenta essencial para a saúde, a autonomia corporal e a longevidade da mulher moderna
Por décadas, o corpo feminino foi
atravessado por regras, limitações e mitos, muitos deles ainda presentes no universo
do exercício físico. No Dia da Mulher, a ciência ajuda a ressignificar esse
cenário ao mostrar que o treino de força vai muito além da estética e se
consolida como um dos pilares da saúde feminina ao longo da vida.
O que antes era associado quase exclusivamente a fisiculturistas
ou atletas de alto rendimento — majoritariamente homens — hoje representa
autonomia corporal, prevenção de doenças, proteção óssea, melhora da composição
corporal e fortalecimento da autoestima.
Segundo Angela Borges, fisiculturista especialista em Treinamento
Feminino Avançado, Biomecânica e Fisiologia, consultora e atleta patrocinada
pela Max Titanium, as evidências científicas são claras. “Hoje a ciência já
comprovou que o treino de força ajuda a preservar massa muscular, melhora a
densidade óssea e contribui para prevenir doenças como a osteoporose. Além
disso, também traz benefícios metabólicos e psicológicos importantes”, afirma.
“Por isso eu sempre digo: musculação não é só estética. Para a mulher, é uma
ferramenta de saúde, longevidade e autonomia física.”
Apesar dos avanços, alguns mitos ainda afastam muitas mulheres da musculação. Um dos mais comuns é a crença de que levantar pesos “engrossa” o corpo feminino. “As mulheres têm níveis muito menores de testosterona do que os homens, o que torna muito difícil um aumento significativo de massa muscular”, explica Angela. “Na maioria das vezes, o treino de força faz justamente o contrário do que as pessoas imaginam: melhora o tônus muscular, reduz gordura corporal e deixa o corpo mais definido.”
Outro equívoco recorrente é a ideia de que mulheres precisam
treinar de forma completamente diferente dos homens. Na prática, os princípios
fisiológicos são os mesmos. “Músculo é músculo, responde a sobrecarga, volume e
recuperação da mesma forma em homens e mulheres. O que muda são detalhes
individuais, como objetivos, histórico de treino e características corporais”,
diz.
Além do treinamento, a nutrição e a suplementação também têm papel
importante na evolução da performance. Um dos suplementos mais estudados nesse
contexto é a creatina, que atua diretamente na produção de energia muscular. “A
creatina aumenta a disponibilidade de energia para exercícios intensos, o que
permite treinar com mais força e realizar mais repetições de qualidade”,
explica Angela. “Com o tempo, isso gera adaptações maiores, como aumento de
força e melhora do desempenho.”
A presença cada vez maior de mulheres no universo do esporte também tem influenciado o desenvolvimento de produtos voltados a esse público. A Max Titanium, por exemplo, desenvolveu o Femini Whey, whey protein com 27g de proteína por dose, além de colágeno hidrolisado e um complexo de vitaminas e minerais direcionados às necessidades nutricionais das mulheres — reflexo de um público feminino cada vez mais comprometido com saúde, performance e autocuidado.
Max Titanium

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