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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Acne em pele madura: conheça as tendências para cuidar da pele após os 40 anos

Condição inflamatória afeta mulheres adultas, exige diagnóstico preciso e ganha novos aliados em protocolos estéticos avançados, sempre com acompanhamento dermatológico

 

A acne não é um problema restrito à adolescência. Cada vez mais comum após os 40 anos, especialmente entre mulheres, a chamada acne em pele madura está associada a uma combinação de fatores hormonais, inflamatórios e ambientais. Alterações ligadas ao ciclo menstrual, menopausa ou síndrome dos ovários policísticos (SOP), estresse crônico, predisposição genética, uso de cosméticos inadequados, poluição, tabagismo, dieta inflamatória e até efeitos colaterais de medicamentos estão entre as principais causas do quadro.

Diferente da acne juvenil, a acne da mulher adulta tende a se concentrar no terço inferior do rosto, como mandíbula, queixo e pescoço, e costuma ser mais inflamatória, dolorosa e com maior risco de manchas e cicatrizes. Por isso, o tratamento exige uma abordagem individualizada e, sobretudo, multidisciplinar.

“O primeiro passo deve ser sempre a consulta com um dermatologista, para investigar as causas do problema. Como esteticistas, não podemos solicitar exames de sangue ou avaliar possíveis desequilíbrios hormonais, que muitas vezes estão por trás da acne em pele madura”, explica Isabela Bandeira, profissional em estética avançada, especializada em tratamentos faciais e corporais não cirúrgicos, com formação no Reino Unido e atuação focada em protocolos cientificamente embasados.

Após o diagnóstico médico e o controle das causas sistêmicas, o tratamento estético passa a ter papel fundamental no controle da acne e na melhora global da qualidade da pele. Entre as principais técnicas utilizadas atualmente, três se destacam: 

  1. Acne Peel (peelings químicos específicos para acne adulta)
    Utiliza ácidos cuidadosamente selecionados, como salicílico e retinoides, para controlar a oleosidade, reduzir a inflamação, acelerar a renovação celular e minimizar manchas residuais. “O peeling para acne adulta precisa ser bem indicado, respeitando a sensibilidade da pele madura, que já apresenta sinais de envelhecimento”, ressalta Isabela 
  1. Tratamento a laser para acne ativa (Clear Skin Laser)
    A tecnologia atua reduzindo a inflamação e a atividade das glândulas sebáceas, além de auxiliar no controle da proliferação bacteriana. É especialmente indicada para casos persistentes ou inflamatórios. “O laser ajuda a controlar a acne ativa sem agredir excessivamente a pele, o que é essencial após os 40 anos”, explica a especialista. 
  1. Fototerapia com LED Light
    O LED azul e vermelho é usado como terapia complementar para reduzir a carga bacteriana, modular a inflamação e acelerar a recuperação da pele. Quando associado a outros protocolos, potencializa os resultados e contribui para uma pele mais equilibrada.

“Como esteticistas, pelo menos aqui no Reino Unido, os protocolos dependem muito do tipo e do grau da acne que o paciente apresenta. Normalmente combinamos limpeza de pele, peelings específicos, tecnologias a laser e LED, sempre respeitando a individualidade de cada caso”, afirma Isabela Bandeira.

Por se tratar de uma condição inflamatória crônica, a acne adulta não tem cura definitiva, mas pode ser controlada. “Os resultados variam conforme a complexidade do quadro e também de fatores externos, como alimentação, estresse e rotina de skincare. É comum que o paciente passe por uma fase inicial de purging, quando a pele parece piorar antes de melhorar. Com um protocolo adequado e bom home care, os resultados costumam começar a aparecer a partir do terceiro mês”, destaca.

Em alguns casos, o tratamento pode incluir medicamentos sistêmicos, como antibióticos, isotretinoína ou terapias antiandrogênicas, sempre sob prescrição dermatológica. “Essas abordagens medicamentosas só podem ser conduzidas pelo dermatologista. A estética entra como suporte essencial no controle tópico e na recuperação da saúde da pele”, reforça..

“O sucesso do tratamento está na integração entre especialidades. Dermatologia para diagnosticar e tratar as causas, e estética avançada para atuar localmente, reduzindo inflamação, controlando oleosidade e melhorando textura e viço da pele com segurança”, conclui.

Com diagnóstico correto, acompanhamento profissional e protocolos personalizados, é possível controlar a acne em peles maduras e recuperar não apenas a saúde da pele, mas também a autoestima após os 40 anos.


Isabela Bandeira - Profissional em estética avançada, especializada em tratamentos faciais e corporais não cirúrgicos, Isabela Bandeira acumula experiência internacional e formação sólida em instituições de excelência no Reino Unido. Com atuação focada em resultados naturais, seguros e cientificamente embasados, tornou-se referência em rejuvenescimento facial e saúde da pele por meio de protocolos avançados e abordagens de alta performance.

 

Brozeamento lento propõe exposição solar consciente e desafia hábitos do verão no Brasil

 Freepick
Conhecida como “Slow Sun”, a prática propõe uma relação mais consciente com o sol e levanta reflexões sobre os excessos do verão brasileiro

 

Às vésperas do verão brasileiro, que começa oficialmente em 21 de dezembro, a forma como o país se relaciona com o sol volta ao centro das atenções. Enquanto por aqui a estação costuma ser vivida como uma corrida pelo bronzeado rápido, com longas exposições concentradas nos horários mais agressivos, uma prática que tem circulado com força em países do sul da Europa propõe justamente o oposto: desacelerar. 

Apelidada de Slow Sun, a ideia defende uma exposição solar gradual, planejada e consciente, em contraste com a lógica de horas seguidas sob o sol intenso, comum em praias e piscinas brasileiras. O conceito ganhou espaço de forma orgânica em regiões mediterrâneas como Itália, Espanha e sul da França, onde a relação com a luz costuma incluir pausas, horários definidos e valorização da sombra. Após meses de inverno, o sol é reapresentado ao corpo aos poucos, não como atalho estético, mas como parte de um estilo de vida. 

No Brasil, o cenário é distinto. O sol está presente durante grande parte do ano e a radiação é intensa, mas ainda persiste a ideia de que queimar a pele faz parte do processo do bronzeado. Exposição prolongada no pico do meio-dia, uso de óleos bronzeadores e pouca atenção à reaplicação de proteção solar seguem integrados ao imaginário do verão, apesar dos riscos amplamente conhecidos. 

Para a dermatologista Dra. Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349), especialista em beleza natural e estímulo de colágeno, o Slow Sun não deve ser reproduzido de forma literal no Brasil, mas pode inspirar uma mudança de lógica. “O Slow Sun não fala em abandonar o sol, mas em mudar a forma como nos expomos. É uma experiência qualitativa, não imediatista. A luz pode ser benéfica quando usada com intenção e planejamento”, afirma. 

Segundo a médica, no contexto brasileiro, a adaptação passa principalmente por horário, duração e frequência. “Aqui ainda existe a ideia de que quanto mais tempo ao sol, melhor. Mas os danos solares são cumulativos e silenciosos. Eles aparecem anos depois, em forma de manchas, flacidez e envelhecimento precoce”, explica. 

Na prática, aplicar essa lógica no Brasil significa rever hábitos comuns. Priorizar exposição antes das 10h e após as 16h, fazer pausas à sombra, reaplicar proteção solar e abandonar a ideia de maratona de sol são mudanças simples que reduzem a agressão à pele sem eliminar o prazer do verão. “Não é sobre não se bronzear, é sobre não transformar o sol em agressão diária. O objetivo é conviver com a luz de forma mais consciente”, diz Denise. 

Mais do que uma tendência estética, o Slow Sun propõe uma mudança cultural. O sol segue como protagonista da estação mais celebrada do ano, mas vivido com escolhas mais maduras, que respeitam os limites do corpo e pensam no futuro da pele. Ao trocar a urgência do bronzeado imediato por uma exposição gradual, a prática aponta para um verão que equilibra prazer, saúde e longevidade da pele.


Verão acelera perda de colágeno; médica explica por que a pele sofre mais na estação

Reprodução: Internet
CO Assessoria 
Exposição ao sol, calor intenso e rotina de praia aumentam a quebra de colágeno e exigem cuidados extras; especialista detalha como proteger a pele e quando os bioestimuladores podem ajudar.


O verão é o período do ano em que a pele sofre mais agressões externas. A radiação UV, o calor, o suor, o vento, o cloro da piscina e o sal do mar aceleram a degradação do colágeno, proteína responsável pela firmeza e sustentação da pele. A combinação desses fatores favorece ressecamento, flacidez, manchas e sinais de envelhecimento precoce.

Para a Dra. Gina Matzenbacher (CRM-RJ 854492), especialista em dermatologia estética e médica da Harmonize Gold, o impacto do calor intenso sobre a pele é frequentemente subestimado. “No verão, o colágeno sofre muito mais porque a radiação UV rompe as fibras e o calor aumenta a ação de enzimas que degradam a estrutura da pele”, explica.

Além da exposição solar, o calor prolongado favorece processos inflamatórios que deixam a pele mais vulnerável. Em peles claras ou sensíveis, o desgaste tende a ser ainda mais perceptível.

Nesse contexto, os bioestimuladores de colágeno ganham espaço como aliados importantes. Diferente dos hidratantes de uso diário, que atuam na superfície, eles estimulam a produção natural de colágeno em camadas profundas, com resultado progressivo ao longo das semanas. “O efeito não é imediato, mas contínuo. Não é milagre, é fisiologia”, afirma a médica.

Segundo Gina, iniciar ou manter esse tipo de tratamento no verão ajuda a preservar firmeza, textura e elasticidade. “Se o verão acelera a perda de colágeno, nós aceleramos a reposição natural dele”, diz.

A médica reforça que os bioestimuladores não substituem cuidados básicos. Protetor solar, hidratação contínua e exposição moderada ao sol seguem indispensáveis. “Os bioestimuladores são seguros quando bem indicados, mas dependem de avaliação individual”, alerta.

 

Chutou o balde nas festas de fim de ano? Veja 5 dicas para retomar uma rotina saudável após os excessos

Nutricionistas compartilham estratégias para recuperar o equilíbrio, sem recorrer a dietas restritivas ou se privar de alimentos
 


As celebrações de fim de ano são momentos de alegria e confraternização, mas também um convite para exageros gastronômicos. Entre refeições fartas, sobremesas irresistíveis e brindes festivos, muitas pessoas acabam sentindo os impactos no corpo e na saúde. A boa notícia é que com pequenas mudanças, é possível recuperar o equilíbrio e começar o ano de forma saudável e revigorante. 

No entanto, segundo Brian Sumner, nutricionista da clínica Atma Soma, “o primeiro passo é trabalhar com metas realistas, evitando possíveis frustrações ou possíveis desistências”. Então, não se culpe! Deixe o exagero no passado, foque no presente e comece adotando pequenos processos.
 

Sinais de um corpo sobrecarregado 

Após os dias de excessos, o corpo pode dar indicativos claros, como:

  • Inchaço e retenção de líquidos: causados pelo consumo elevado de sódio e baixa hidratação.
  • Problemas gastrointestinais: como constipação ou diarreia, decorrentes da ingestão abundante de gorduras e álcool.
  • Cansaço e falta de disposição: resultado da má qualidade do sono e do excesso de açúcar.
  • Ansiedade e alterações de humor: associadas a alterações de rotina, padrão alimentar, sono e manejo de estresse.

Dicas para retomar o equilíbrio 

Para reverter esse cenário, nutricionistas destacam 5 dicas práticas para retomar uma rotina saudável após as festas de fim de ano:
 

1- Hidrate-se
Beber água é o primeiro passo para desinchar e reequilibrar o organismo. Intercalar um copo de água para cada bebida alcoólica consumida, como vinho ou cerveja, é uma boa prática. “Isso porque o álcool desidrata o organismo, aumentando a frequência urinária e levando à perda significativa de líquidos. Sem reposição adequada, o corpo retém mais água, resultando em inchaço e desconforto”, afirma Luisa Macedo Nunes, nutricionista da Atma Soma. 

Além disso, segundo a especialista, chás como cavalinha, carqueja, hibisco e chá verde também ajudam a combater a retenção de líquidos. “Lembrando que o indicado é não adoçar, seja com açúcar ou adoçante”, pontua. 

Para Brian Sumner, aumentar a hidratação, principalmente durante períodos de excesso alimentar, também é importante para a saciedade e ajuda a equilibrar a sensação de uma fome falsa.
 

2- Aposte em alimentos naturais

Voltar para uma alimentação rica em nutrientes é essencial. Inclua alimentos ricos em fibras, saladas, legumes, frutas e grãos, que ajudam na regulação do trânsito intestinal e proporcionam maior saciedade, e combine com fontes de proteína, que também auxiliam no equilíbrio nutricional. 

“Sempre aposte em comida de verdade. O famoso descasque mais e desembale menos. Evite refrigerantes e todas as bebidas adocicadas. Para potencializar a recuperação, considere adotar o jejum noturno, se possível, ou restringir a alimentação à noite, optando por fracionar melhor as refeições ao longo do dia, evitando exageros mais tarde”, aponta a nutricionista
 

3- Se exercite

A prática de atividades físicas aeróbicas, como caminhadas e corridas, ajuda a eliminar líquidos e queimar calorias, promovendo a recuperação do corpo. Além disso, a combinação com exercícios de força é importante, pois, durante os excessos, a falta de atividade física pode levar à perda de massa muscular.
 

4- Priorize o sono

Segundo a especialista, o álcool mexe com o sono e não permite que você durma profundamente. “Dormir bem é crucial para restabelecer os níveis de energia. Por isso, estabeleça horários regulares e evite estimulantes antes de dormir, como café e bebidas energéticas”.
 

5- Cuide do intestino

Após as festas, os problemas gastrointestinais são comuns, como dificuldade para ir ao banheiro ou excesso de evacuações. “A constipação pode ocorrer devido à ingestão inadequada de água, baixa ingestão de fibras e o consumo de alimentos pouco saudáveis, o que pode resultar em fezes mais duras. Por outro lado, o consumo excessivo de gorduras e o álcool podem ter o efeito contrário, acelerando o trânsito intestinal e causando diarreia”. 

Além disso, o álcool pode afetar o intestino e desequilibrar os sinais digestivos, resultando em má digestão, azia e distensão abdominal. “Muitas pessoas percebem que, apesar de acordar com o abdômen mais plano, ele se torna inchado e mais 'globoso' no final do dia, com excesso de gases e sensação de desconforto”, pontua Luisa.
 

Como lidar com a sensação de privação

Comer com moderação é sempre desafiador, especialmente quando temos alimentos palatáveis à disposição, como durante as festas de fim de ano. Porém, existem estratégias eficazes e conscientes para aproveitar os banquetes de final de ano. 

“A dica que sempre dou é comprar porções menores. Se você deseja comer uma torta, por exemplo, compre uma fatia, ou se for panetone, opte pelo menor. Dessa forma, você pode desfrutar dos alimentos típicos da temporada sem exagerar, pois a quantidade limitada ajuda a evitar excessos”, orienta Brian.

Ele ainda orienta sobre as dietas restritivas, destacando que, embora funcionem em um curto período de tempo, elas nem sempre são eficazes a longo prazo: "O importante é ser realista sobre o que você está disposto a enfrentar. Essas dietas podem até funcionar para algumas pessoas, mas é essencial saber o que é sustentável para você e não usar os outros como parâmetro, pois cada corpo reage de forma diferente. Até porque, restrição excessiva geralmente leva à compulsão, então, na maioria dos casos, não é recomendada”, finaliza

 

Atmasoma


Perdeu muito peso? Veja 5 tratamentos para recuperar firmeza

Especialista da maior rede de harmonização facial e corporal do país indica os tratamentos mais indicados para devolver colágeno e contorno após o emagrecimento

 

Emagrecer bastante é uma conquista, mas o corpo nem sempre acompanha esse novo ritmo na mesma velocidade. A rápida redução de gordura costuma deixar como efeito colateral a flacidez e a perda de firmeza no rosto e no corpo. Isso acontece porque as fibras de colágeno e elastina se distendem, e a pele perde sustentação. Para muitos brasileiros — especialmente em um ano marcado pelo uso crescente de medicamentos como Ozempic e Mounjaro — essa fase exige atenção e cuidados estéticos específicos. Uma pesquisa da Galderma indica que 62% dos pacientes que usam métodos ou remédios para emagrecer buscam ajuda estética para recuperar o contorno natural. Entre três e seis meses após o início da perda de peso, 45% já percebem flacidez facial ou no pescoço. 

Segundo o Dr. Killian Cristoff, diretor técnico da Royal Face — maior rede de harmonização facial e corporal do país — o foco principal dessa etapa é reestruturar o colágeno, devolvendo firmeza e sustentação com tecnologias modernas e sem necessidade de cirurgia. “Hoje conseguimos tratar diferentes níveis de flacidez com segurança, resultados naturais e recuperação rápida”, afirma. 

Confira os cinco procedimentos mais recomendados para quem perdeu muitos quilos e deseja recuperar firmeza, volume e contorno:

1) Bioestimuladores de colágeno – Indicam ao organismo que produza novas fibras, melhorando densidade e sustentação da pele. Funcionam tanto no rosto quanto no corpo.
2) Ultrassom microfocado – Age nas camadas profundas, oferecendo um lifting progressivo ideal para papada, abdômen, rosto e braços.
3) Fios de sustentação – Entregam efeito imediato de tração e estimulam colágeno ao longo das semanas, redefinindo o contorno facial.
4) Radiofrequência – Aquece as camadas internas da pele, estimulando colágeno e elastina e reduzindo a flacidez leve a moderada.
5) Protocolos enzimáticos – Remodelam o contorno corporal, melhorando a aparência de braços, abdômen e coxas, especialmente após emagrecimento rápido. 

Diante das mudanças no rosto após a perda de peso, a Royal Face desenvolveu o protocolo R3 (Royal³), que combina três etapas em uma única abordagem: bioestimulador para firmeza, preenchedor para reposição de volume e toxina botulínica para suavizar linhas. A proposta é devolver harmonia ao rosto mantendo naturalidade e expressão. 

Conforme o especialista, os tratamentos podem começar assim que o paciente estiver clinicamente estável. “Intervenções precoces favorecem uma resposta mais eficaz dos tecidos e ajudam na manutenção da autoestima”, explica.

Ele reforça que cada caso é avaliado individualmente, considerando grau de flacidez, tipo de emagrecimento e expectativas. Em perdas acentuadas — como no pós-bariátrico — pode ser necessário combinar tecnologias ou até recorrer à cirurgia reparadora em casos de excesso de pele. “Cada corpo tem uma história. Nosso papel é oferecer segurança, personalização e resultados equilibrados para acompanhar essa nova fase do paciente”, conclui Dr. Killian.

  

Royal Face

 

5 estratégias para cumprir as metas de Ano Novo e mudar o shape

 Nutricionista e treinador da Growth Supplements revelam como o equilíbrio entre sono, estresse, exercício e dieta é o único caminho para transformar as promessas da virada em hábitos permanentes


Todo início de ano a história se repete: as academias lotam e as dietas restritivas viram lei na tentativa de compensar os excessos das festas. No entanto, esse entusiasmo costuma ter um prazo de validade curto. Para os especialistas da Growth Supplements, o segredo para que 2026 seja o ano da mudança definitiva não está em soluções mágicas ou sacrifícios extremos, mas em uma visão integrada do organismo. 

De acordo com o nutricionista funcional Diogo Cirico, responsável técnico pela Growth Supplements, a pressa em "apagar" o passado sabota os resultados. Ele defende que, para a mudança ser real, o indivíduo deve focar em uma estratégia que ele denomina como o pilar central da saúde. “Para que a mudança seja real, é preciso olhar para o 'quarteto' que regula o corpo: sono, manejo do estresse, rotina de exercícios e dieta”, afirma o especialista.
 

Dieta: qualidade além das calorias

O primeiro passo para mudar o shape é entender a relação entre o que se come e o objetivo pretendido. “Se você quer realmente mudar sua forma física, o primeiro passo é conhecer suas calorias, já que o saldo positivo potencializa os músculos e o déficit se utiliza da gordura como energia”, explica Cirico. Porém, ele alerta que a restrição severa de frutas e vegetais dificulta o progresso duradouro. “Um metabolismo eficiente, construído com treino e dieta regular, lida bem com excessos esporádicos”, completa.
 

Exercício: constância vence o excesso

A quinta estratégia é estabelecer metas reais. A ansiedade por resultados imediatos é o que mais gera desistências. 

O personal trainer da Growth Supplements Leandro Twin observa que muitos tentam compensar o tempo parado com metas de perda de peso agressivas demais. “Ao tentar acelerar demais, as pessoas jogam massa muscular fora, o que diminui o metabolismo e aumenta a fome, enquanto a energia para treinar despenca. O resultado é a frustração e a desistência antes mesmo do Carnaval”, adverte Twin. Ele explica que até treinos de 30 minutos, se feitos com alta intensidade, garantem a evolução do físico.
 

Sono: o recuperador biológico

Dentro do "quarteto" regulador, o sono desempenha um papel fundamental na performance e no controle hormonal.

Pequenos ajustes no ambiente podem ser o diferencial para cumprir as metas de Ano Novo. “Manter a temperatura do quarto entre 20 e 23 graus e investir em um ambiente escuro e silencioso pode transformar a performance nos treinos. Sem o descanso adequado, o corpo não se recupera e o processo de mudança de hábitos se torna muito mais penoso”, aconselham os especialistas.
 

Manejo do estresse e novo estilo de vida

Para mudar o hábito, é preciso reconectar mente e corpo. O manejo do estresse e o conceito de mindful eating (comer com atenção plena) são essenciais para evitar que a comida seja usada como escape emocional. “Até a forma como comemos precisa de atenção”, destaca Cirico. O controle do estresse garante que o indivíduo mantenha a calma necessária para não abandonar o plano diante do primeiro obstáculo.

Para Leandro Twin, a última dica é a organização da nova rotina. “O compromisso com a presença e a organização, como preparar marmitas e respeitar o descanso, é o que realmente garante que as metas de janeiro se tornem realidade”, reforça. O especialista finaliza com um incentivo para quem quer começar agora: “O importante é ter atitude. Voltar para a rotina o mais rápido possível, ou iniciar uma, é o que, de fato, pode mudar tudo”.


Lipedema e linfedema exigem protocolos específicos e ampliam a demanda por produtos que atuam na desinflamação tecidual

Distúrbios que comprometem resultados estéticos afetam milhões de mulheres e impulsionam soluções focadas em drenagem, equilíbrio metabólico e redução de inflamação


A dificuldade na perda de medidas, observada em clínicas de estética em todo o país, nem sempre está associada à técnica aplicada ou à constância da paciente. Em muitos casos, o obstáculo está em condições fisiológicas como lipedema e linfedema, distúrbios distintos que afetam a circulação, causam dor e alteram a resposta metabólica do corpo. A confusão entre as duas condições ainda é comum, o que atrasa diagnósticos e compromete resultados.

Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), cerca de 11% das mulheres brasileiras podem apresentar lipedema, caracterizado pelo acúmulo anormal e doloroso de gordura em regiões como coxas, quadris e braços. Já o linfedema, decorrente de falhas no sistema linfático, afeta aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para a farmacêutica bioquímica e especialista em cosmetologia Dra. Fernanda Sanches, CEO da Cosmobeauty, reconhecer essas diferenças é essencial. “O lipedema é influenciado por fatores genéticos e hormonais. Já o linfedema é marcado pela retenção de líquidos por falhas na drenagem linfática. Ambos provocam dor, sensação de peso e impacto emocional, mas exigem abordagens específicas”, explica.

Nas clínicas de estética, é comum que pacientes relatem resistência intensa à perda de medidas, mesmo com rotinas consistentes. A especialista afirma que, nesses casos, o foco deve ir além da modelagem ou da ativação metabólica. “Quando há inflamação ou edema, protocolos convencionais não são suficientes. É necessário reequilibrar o tecido, reduzir processos inflamatórios e melhorar a drenagem antes de qualquer técnica de modelagem”, ressalta.

É nesse contexto que surgem soluções desenvolvidas para atuar diretamente nas necessidades de quem convive com essas condições. Entre elas, está o Body Redux HD Shape LipoSlim, da Cosmobeauty, formulado para favorecer desinflamação tecidual, drenagem e reorganização metabólica, pontos fundamentais para melhorar a resposta do corpo em quadros de lipedema e linfedema.

O lipedema se manifesta de forma simétrica, com dor ao toque, aumento de volume e gordura resistente a dieta e exercícios. Já o linfedema apresenta inchaço predominante por líquido, que pode ser assimétrico e piorar ao longo do dia.

A distinção correta entre as duas condições orienta o plano de tratamento e evita frustrações. “Sem identificar a disfunção, o profissional insiste em técnicas modeladoras que não terão o efeito esperado. O diagnóstico orienta a estratégia e melhora a entrega clínica”, afirma Fernanda.

Em ambos os quadros, a drenagem linfática manual é uma das primeiras indicações para aliviar o desconforto e reduzir o edema. No lipedema, tecnologias como radiofrequência e, em alguns casos, criolipólise sempre com indicação específica podem auxiliar na gordura resistente. Para o linfedema, o foco deve permanecer na melhora da circulação linfática e no controle do acúmulo de líquidos.

O uso de dermocosméticos adequados potencializa o tratamento. De acordo com a especialista, produtos com ativos desinfiltrantes, redutores e reguladores teciduais têm efeito coadjuvante importante, desde que integrados a um protocolo individualizado. É justamente esse alinhamento entre clínica e home care que fortalece o papel do Body Redux HD Shape LipoSlim no processo.

Além dos sintomas físicos, lipedema e linfedema têm impacto direto no bem-estar emocional. Muitas mulheres relatam frustração e sensação de incompreensão, já que os sinais costumam ser associados ao sobrepeso ou à falta de cuidado, quando na verdade são condições clínicas.

“O diagnóstico adequado evita agravamentos e orienta a paciente com mais clareza sobre o que esperar do tratamento. A estética, quando bem conduzida, devolve conforto, autoestima e qualidade de vida”, conclui Fernanda.

Com maior visibilidade científica e expansão de protocolos especializados, a tendência é que clínicas e profissionais adotem abordagens cada vez mais técnicas e humanizadas. Para pacientes, reconhecer sinais precoces e buscar orientação qualificada é o primeiro passo para retomar o equilíbrio tecidual e alcançar resultados mais consistentes.



Dra. Fernanda Sanches - farmacêutica bioquímica e especialista em cosmetologia. Possui pós-graduação em homeopatia, diversos cursos de extensão em manipulação de cosméticos e MBA em marketing e vendas. No ano 2000, Fernanda começou a empreender no mundo da beleza e lançou duas marcas, a Cosmobeauty, focada em produtos para profissionais da estética e cujo nome provém da junção de Cosmo (universo) e Beauty (beleza), e a Biomarine, voltada para o público geral. Acesse o instagram.com/dra.fernandasanches


Cosmobeauty
cosmobeauty.com.br
instagram.com/cosmobeautyoficial

 

VOCÊ USA PROTETOR SOLAR DO JEITO CERTO? VEJA 5 ERROS QUE PODEM ESTAR TE SABOTANDO


A convite de Helioderm Dermocosméticos, marca da Hertz Farmacêutica e referência em proteção solar e cuidados com a pele, a dermatologista Vanessa Perusso alerta para os principais deslizes na hora de usar o protetor solar.


Item indispensável o ano todo, especialmente no verão, o protetor solar ainda é usado de forma equivocada por muita gente e isso compromete a eficácia do produto. “Não basta aplicar, precisa aplicar do jeito certo!”, afirma Vanessa Perusso, dermatologista parceira de Helioderm.

Segundo a profissional, grande parte das pessoas acaba escorregando em algum momento, o que faz parecer que o protetor “não funciona”. “Quem nunca queimou o peito do pé ou a parte de trás da orelha? São áreas que muita gente esquece de proteger e aí a culpa vai para o produto! Toda região exposta ao sol precisa receber proteção”, reforça.

Abaixo confira abaixo os cinco deslizes mais comuns na hora de se proteger do sol:


:: APLICAR POUCA QUANTIDADE DE PRODUTO

Sim, existe uma quantidade ideal de protetor solar e ela faz toda a diferença no resultado.

“Para garantir uma cobertura realmente eficaz, algumas diquinhas ajudam muito. No rosto, o ideal é usar o equivalente a três dedos completos de produto ou uma colher de café. Já no corpo, a recomendação é de duas mãos cheias ou cerca de três colheres de sopa para cobrir tudo corretamente”, orienta Vanessa.

Ela reforça: “Mesmo seguindo essas medidas, é essencial escolher protetores de qualidade e com FPS adequado para a sua rotina.”

 

::NÃO REAPLICAR AO LONGO DO DIA

Começar o dia aplicando protetor solar é essencial mas não suficiente. “O ideal é reaplicar o produto a cada três horas para manter a proteção completa, além de reforçar sempre depois de suor excessivo ou de entrar na piscina ou no mar”, orienta a dermatologista parceira.

Para tornar esse hábito mais simples, Vanessa destaca que versões em aerossol podem ser grandes aliadas, já que espalham facilmente e agilizam a reaplicação em áreas maiores do corpo.


:: ESQUECER AQUELE “CANTINHO” QUE TAMBÉM PRECISA DE PROTEÇÃO

Na correria, algumas áreas passam batido na hora de aplicar o protetor. “É muito comum esquecer nuca, orelhas, pescoço, couro cabeludo, pés e mãos mas todas são tão importantes quanto o rosto”, destaca Vanessa.

Ela também reforça que nem sempre a roupa garante proteção total. “Debaixo do biquíni, de maiôs e até mesmo sob roupas compridas, os raios UVA e UVB conseguem atravessar o tecido e acabar queimando essas regiões que ficaram sem produto”, alerta a dermatologista. 

 

:: APLICAR SÓ QUANDO ESTÁ CALOR OU FAZ SOL

Muita gente ainda acredita que protetor solar é só para dias ensolarados e esse é um erro clássico. “Mesmo quando o céu está nublado, a radiação continua presente. Por isso, o ideal é usar protetor todos os dias”, reforça a dermatologista.

Vanessa explica que escolher FPS mais altos faz diferença na rotina. “FPS 50 e 70 são ótimas opções para o dia a dia, principalmente nas áreas mais expostas e em períodos de sol mais intenso”, orienta.

 

:: MISTURAR O PROTETOR SOLAR FACIAL COM CREMES FACIAIS

Na busca por praticidade, muita gente acaba misturando o protetor com hidratantes ou base líquida, mas essa combinação não é indicada. “Misturar os produtos altera a textura e pode reduzir a eficácia da proteção”, explica a dermatologista.

Ela reforça que cada produto deve ser aplicado separadamente. No rosto, isso também vale para a base. “Quando misturamos a base ao protetor, comprometemos o desempenho do filtro. Para quem quer mais praticidade, o ideal é apostar em opções multifuncionais, como protetores solares faciais com cor e hidratação, que já são desenvolvidos para manter a proteção adequada, tratar a pele e ainda uniformizar o tom”, finaliza.

 

Procedimentos estéticos em alta com a chegada do verão

Profissionais capacitados, não só no trato direto com o paciente mas também no transporte de medicamentos, são essenciais para que o Brasil seja referência em qualidade

 

De acordo com dados divulgados pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) 2025, o Brasil segue no topo do ranking dos países que mais realizam cirurgias plásticas, com aumento de 7,5% nas cirurgias realizadas. Mais do que isso, o país registra um número expressivo de procedimentos estéticos no geral, com mais de 750 mil registros de preenchimentos, aplicação de toxina botulínica e outras intervenções minimamente invasivas. Com a chegada do fim de ano e o início do verão, a tendência é que a procura por técnicas que aumentem a autoestima dos pacientes seja ainda maior. 

O período é visto como estratégico não somente para clínicas, mas também para empresas que atuam no segmento em outras frentes. “Quando falamos do atual cenário da medicina estética, muitos comentam somente sobre a necessidade de escolha de bons médicos, o que, claro, é essencial, mas outros agentes estão envolvidos e são essenciais para que o Brasil seja uma referência global, inclusive, em qualidade. A logística, por exemplo, desempenha um papel fundamental na cadeia de fornecimento do setor. Sem um transporte adequado, com monitoramento de temperatura e controle rigoroso, os produtos podem perder sua eficácia antes mesmo de chegarem aos profissionais”, destaca Ricardo Canteras, diretor Operacional e de Tecnologia da Temp Log, única operadora logística do país especializada neste segmento. 

Outro ponto que merece destaque, de acordo com o executivo, é a maior diversidade de público que atualmente procura esses tratamentos, tanto quando falamos de novas gerações (como a Z), quanto de regiões atendidas, com a ampliação da adesão fora do eixo São Paulo e Rio de Janeiro. 

E as novas oportunidades trazem, também, desafios, tendo em vista que há a necessidade de especialização de empresas para a distribuição de produtos voltados à saúde humana para as mais variadas regiões, incluindo municípios afastados das grandes capitais.  Enfrentando estradas nem sempre em boas condições, mudanças de clima ao longo do caminho e itens que têm alta sensibilidade à intempéries, as operadoras logísticas precisam ter como prioridade assegurar que os medicamentos cheguem com qualidade para os pacientes. E para isso, investem em soluções que auxiliem no controle rigoroso de temperatura em todas as etapas da cadeia, manuseio cuidadoso e entregas rápidas. 

“Na Temp Log a tecnologia é uma grande aliada. Integramos as operações com soluções digitais, proporcionando maior visibilidade e controle ao cliente sobre suas entregas, desde a entrada no armazém até a entrega final. Soluções como rastreamento em tempo real e relatórios automatizados de temperatura podem agregar valor para indústrias farmacêuticas e profissionais de saúde. O setor tem trazido grandes resultados e, também, muitos desafios. Estamos superando cada um deles, sempre tendo como principal objetivo pensar em soluções que possam atender os clientes com qualidade, eficiência e segurança, garantindo um produto íntegro, de ponta a ponta, em um curto prazo, mesmo com a alta demanda”, finaliza.


Temp Log
www.templog.net

 

Prometeu emagrecer em 2026? Confira 7 dicas para chegar ao final do ano no peso ideal


Emagrecer está entre as metas mais comuns para 2026.
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Médico explica como pequenos ajustes na rotina podem gerar grandes resultados ao longo do ano, sem dietas radicais e sem depender de soluções milagrosas.

 

O início do ano sempre desperta o desejo de mudança, e o emagrecimento está entre as promessas mais comuns. Pesquisa recém divulgada pelo Instituto Locomotiva, feita em parceria com a QuestionPro com 1,5 mil brasileiros maiores de idade, de todas as regiões do País, revelou expectativas em relação a 2026. Quando o foco é saúde, 86% dizem querer praticar mais atividade física em 2026. E 89%, melhorar a alimentação.

 

Os números conversam com pesquisa recente do Datafolha, em que 59% dos brasileiros afirmaram estar acima do peso, sendo 35% com sobrepeso e 24% com obesidade. Entre os entrevistados, 63% expressaram o desejo de melhorar a saúde do corpo, geralmente buscando perder gordura. Como forma de tratamento, a principal alternativa considerada pelos brasileiros é a atividade física (71%), seguido pela mudança na dieta (56%). Apesar da popularização recente de medicamentos usados na perda de peso, como Wegovy e Mounjaro, o uso de remédios é considerado apenas por 4%, mesmo percentual da cirurgia bariátrica.

 

Esse cenário ajuda a explicar por que tantas pessoas iniciam o ano com metas ambiciosas de emagrecimento, mas poucas conseguem sustentá-las. Uma pesquisa da Forbes Health, nos Estados Unidos, mostrou que 48% das pessoas colocam “melhorar a saúde” como resolução de Ano Novo e 34% desejam perder peso. Ainda assim, apenas 8% mantêm o plano por mais de um mês, indicando que o desafio não está na motivação inicial, e sim na consistência.

 

O médico Danilo Almeida, pós-graduado em Nutrologia pela ABRAN e em Metabolômica pela Academia Brasileira de Medicina Funcional Integrativa, explica que emagrecer é um processo fisiológico, não um desafio de força de vontade. “Na prática, o corpo responde bem melhor aos pequenos ajustes consistentes, aqueles que cabem na rotina e podem ser mantidos ao longo do tempo”, afirma. O médico acrescenta que começar o ano com uma dieta radical ou o detox viral da internet, muitas vezes, é o primeiro passo para fracassar na meta de emagrecimento. No entanto, existe um caminho mais seguro e gradual para conquistar o peso desejado de maneira saudável.

 

A seguir, confira sete orientações práticas e seguras, indicadas pelo médico, que ajudarão a construir esse resultado ao longo de 2026.

 

1. Beba mais água: parece simples, mas segundo o Dr. Danilo a maioria das pessoas bebe menos água do que deveria. “O ideal é consumir entre 35 e 50 mililitros de água por quilo de peso ao dia. Doses mais próximas de 35 ml em dias mais amenos e chegando a 50 ml em dias mais quentes, especialmente quando há prática de exercícios ou maior perda de líquidos pelo suor”. Ou seja, para um adulto de 70 kg a quantidade ideal de água pode variar entre 2,5 litros a 3,5 litros por dia.

 

2. Coma mais proteína: “É muito mais comum ver pessoas comendo menos proteína do que o recomendado, e não o contrário”, explica o médico. A recomendação média para pessoas saudáveis gira em torno de 1,2 a 1,6 gramas de proteína por quilo de peso. Seguindo o exemplo anterior, um adulto saudável de 70 kg deve consumir entre 84 a 112 gramas de proteína por dia, em média. Alimentos como ovos, carnes, peixes, frango e queijos são ricos em proteínas e ajudam a aumentar a saciedade, preservar a massa magra e manter o metabolismo ativo. 

 

3. Elimine os ultraprocessados da rotina: o médico indica cortar totalmente refrigerantes, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, entre outros alimentos com longas listas de ingredientes químicos. “Esses alimentos atrapalham o metabolismo, aumentam a inflamação e deixam a fome menos estável”, afirma.

 

4. Coma mais frutas, verduras e legumes: alimentos in natura ou com o mínimo de preparo fornecem fibras, vitaminas e minerais essenciais para o funcionamento do organismo. “Eles ajudam no trânsito intestinal, controlam a glicemia e prolongam a saciedade. Fatores que contribuem naturalmente para o emagrecimento”.

 

5. Diminua o uso de sal e gordura no preparo: reduzir frituras, o uso de azeite, banha, manteiga, margarina e o excesso de sal adicionado ao preparo dos alimentos faz diferença não apenas para o peso, mas também para a saúde cardiovascular. Segundo o médico, optar por cozidos, grelhados e assados torna o prato mais leve e reduz o consumo calórico sem alterar tanto o sabor.

 

6. Aumente o gasto calórico: a atividade física é um dos pilares para manter o corpo responsivo ao emagrecimento. O Dr. Danilo orienta incluir tanto exercícios aeróbicos quanto musculação. “O músculo é metabolicamente ativo. Quanto mais massa magra, mais energia o corpo gasta, inclusive em repouso”, explica.

 

7. Mantenha seus exames em dia: alterações hormonais, deficiência de vitaminas, distúrbios metabólicos e problemas intestinais podem sabotar a perda de peso, mesmo quando a alimentação está correta. Exames regulares e acompanhamento médico ajudam a identificar os fatores que travam o processo e direcionam o tratamento de forma individualizada.

 

E cuidado: emagrecimento não é receita de internet

 

“Cada vez mais pessoas estão recorrendo à internet e a ferramentas de IA em busca de dietas prontas. Mas isso é um risco”, alerta o Dr. Danilo Almeida. O médico afirma que dietas sugeridas por aplicativos ou inteligências artificiais não consideram o metabolismo, o histórico clínico, os exames ou as necessidades nutricionais do indivíduo.

 

Segundo o especialista, o processo de emagrecimento é altamente individual e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Quando o corpo não responde aos ajustes na rotina, é necessário investigar. “Se você já faz tudo certo e não emagrece, isso não significa falta de esforço. Pode ser sinal de que existe uma alteração metabólica, hormonal ou nutricional que precisa ser investigada”, afirma.

 

Para o Dr. Danilo Almeida, o acompanhamento médico e nutricional garante que a dieta seja segura, ajustada ao metabolismo e sustentável ao longo do ano. “Prometer melhorar os hábitos alimentares já é o primeiro passo. O segundo é entender que o resultado vem do equilíbrio, não da pressa”, conclui o especialista.

 

Danilo Nunes Almeida (CRM/ES 17592) - médico pós-graduado em Nutrologia pela ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia) e pós-graduando em Metabolômica pela Academia Brasileira de Medicina Funcional Integrativa. Atua com foco em emagrecimento, saúde hormonal, saúde intestinal e medicina de precisão. Fundador da Clínica Versio, localizada em Vitória (ES), é especialista em transformar dados clínicos, como genética, microbiota e hipersensibilidades alimentares, em estratégias de tratamento personalizadas, com foco em resultados reais e sustentáveis.


Botox e verão combinam?

Botox exige alguns cuidados extras nos dias de sol intenso e calor.
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 Especialista explica os prós e contras do procedimento 

Apesar do mito de que a toxina botulínica não deve ser aplicada nos meses mais quentes, o procedimento pode ser realizado no verão desde que alguns cuidados sejam respeitados.

 

Com a chegada das férias de verão, muitas pessoas aproveitam o período com mais tempo livre para cuidar da aparência e colocar em dia procedimentos estéticos adiados ao longo do ano. Entre os mais procurados está o botox, principalmente pela praticidade e resultados rápidos. No entanto, mesmo sendo uma técnica não-invasiva ela exige alguns cuidados extras nestes dias de sol intenso e calor.

 

De acordo com a dentista pós-graduada em Harmonização Orofacial Adriana Fabres, não há impedimento técnico para a aplicação da toxina botulínica no verão. “O botox age no músculo responsável pelas rugas de expressão. O sol não interfere diretamente na ação do produto”, explica. Segundo a especialista, o principal fator que influencia o sucesso do procedimento não é a estação do ano, mas o comportamento do paciente na pós-aplicação. “O que pode interferir na recuperação é o excesso de calor logo após o procedimento, seja por exposição solar intensa ou por atividades que aumentem muito a temperatura corporal”, orienta.

 

Segundo a dentista, isso não significa que o paciente precise deixar de aproveitar a praia durante o verão: o ideal é apenas respeitar o período inicial de recuperação, evitando exposição solar intensa nas primeiras 24 horas. “Após esse período inicial, o paciente pode aproveitar a praia, desde que adote alguns cuidados, como o uso adequado de protetor solar e o seguimento das orientações do profissional que realizou o procedimento”, reforça.

 

Além da exposição solar intensa, a Dra. Adriana Fabres explica que, no primeiro dia, também é importante evitar situações que provoquem aquecimento excessivo do rosto e muitas expressões forçadas. “Treino pesado, sauna, festas ou consumo exagerado de álcool podem causar desconforto e não são indicados nas primeiras 24 horas”, afirma.

 

Outro ponto de atenção é o uso do protetor solar. “O protetor deve fazer parte da rotina diária, principalmente no verão, com reaplicação adequada ao longo do dia”, reforça, explicando ainda que, na praia, esse cuidado deve ser redobrado, já que a exposição solar é mais intensa e prolongada.

 

E se ficar roxo?

Pequenos hematomas após o botox podem ocorrer e variam conforme características individuais, como sensibilidade da pele e fragilidade capilar (vasinhos sanguíneos). Nesses casos, o cuidado deve ser redobrado. “Se o paciente ficar com algum roxinho, o ideal é evitar exposição solar direta por cerca de 15 dias ou até que o hematoma suma, para reduzir o risco de manchas na pele”, orienta a especialista.

 

Botox no verão: prós e contras

Prós

●    Pode ser realizado em qualquer época do ano, inclusive no verão

●    Procedimento rápido, com recuperação simples quando as orientações são seguidas

●    Resultados progressivos e naturais

●    Não exige afastamento prolongado da rotina

●    Ajuda a suavizar linhas de expressão antes de viagens e eventos

Contras

●    Exige mais atenção ao sol e ao calor no pós-procedimento

●    Possibilidade de pequenos hematomas, que pedem cuidado redobrado

●    Restrição temporária de exercícios físicos intensos

  


Dra. Adriana Fabres Barcelos - cirurgiã-dentista em Vitória (ES), com 28 anos de atuação e pós-graduação em Harmonização Orofacial pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO-ES). Após trajetória na odontopediatria e no serviço público, passou a atuar com harmonização facial a partir de 2019, com foco em atendimento humanizado, redução de dor e resultados graduais, preservando a individualidade de cada paciente. Também desenvolve uma mentoria voltada a profissionais de saúde sobre harmonização facial humanizada.

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