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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Três dicas para equilibrar diversão e bem-estar durante o Carnaval

Cuidados simples com hidratação, alimentação e sono ajudam na recuperação após a folia 

 

O Carnaval de 2026 já bate à porta e promete ser um dos maiores dos últimos tempos, movimentando cerca de 65 milhões de foliões em todo o Brasil de acordo com estimativas das Secretarias Estaduais de Turismo, num clima de celebração e socialização. Entre blocos, desfiles e festas, o período gera grande movimentação no consumo de bebidas alcoólicas, e é importante saber como aproveitar sua bebida favorita de maneira equilibrada e sem exageros, para não comprometer a disposição nos dias de folia. 

Para ajudar quem vai aproveitar o Carnaval a curtir com mais equilíbrio e celebrar a festa evitando indisposição, ressaca e aquela saída antecipada, a nutricionista Marieli Sbardelotto reuniu três dicas simples para manter o bem-estar durante os dias de folia: 


  • Tudo começa na alimentação 

Antes de encarar jornadas mais longas fora de casa, a dica é simples: não saia de estômago vazio. Isso já vale para o dia a dia, como trabalho ou faculdade – e faz ainda mais diferença no Carnaval, com calor, longas caminhadas e multidões. A atenção precisa ser redobrada especialmente se houver consumo de bebida alcoólica, já que o álcool é absorvido mais rapidamente quando o corpo está sem alimento.  

Marieli destaca que o ideal é apostar, antes de sair para a folia, em refeições equilibradas, que combinem proteína, carboidratos e gorduras boas, como nozes e castanhas. “Um café da manhã com ovos, frutas e aveia, por exemplo, é uma ótima opção para começar o dia com disposição e manter o corpo mais equilibrado, com energia para aproveitar as celebrações”, explica. Além disso, é importante evitar ficar muitas horas sem comer ou apenas ingerindo alimentos pouco nutritivos.  


  • Não subestime a hidratação  

Outro ponto importante para manter o bem-estar durante o Carnaval é não esperar a sede chegar para se hidratar. De acordo com a nutricionista Marieli, manter o consumo regular de líquidos ao longo do dia é essencial – especialmente em meio ao calor e à intensa movimentação da folia. No caso do consumo de álcool, é importante sempre intercalar uma bebida alcoólica com uma água. 

Além da água, vale ficar atento às chamadas bebidas funcionais, que vão além da hidratação básica e oferecem ingredientes que ajudam no bem-estar do organismo. Há desde opções mais tradicionais, como sucos naturais e água de coco, até alternativas mais inovadoras, como águas proteicas. Inovações do mercado, como Mamba Protein e Baer-Mate, marcas parte do ecossistema de HEINEKEN Spin, podem servir como boas alternativas – Mamba Protein oferecendo 25 gramas de proteína e Baer-Mate utilizando cafeína natural para potencializar um efeito energético.  

“Intercalar bebidas alcoólicas com água ou bebidas funcionais ajuda a evitar que seu corpo fique desidratado, o que é muito importante para aproveitar o carnaval sem efeitos negativos. Seria mais ou menos assim: para cada latinha de bebida, beber uma garrafinha de água”, orienta Marieli. Além de prevenir a desidratação, essa prática ajuda a diminuir a intensidade da ressaca e a manter um ritmo mais equilibrado durante a festa. 


  • Durma bem e planeje o dia seguinte 

Cuidar do corpo durante o Carnaval é importante – mas o dia seguinte também merece atenção. É durante o sono que o organismo repõe líquidos, reorganiza o funcionamento do intestino e recupera as energias para a volta à rotina. 

Dormir bem entre um dia de folia e outro ajuda o corpo a se restabelecer. “O descanso também faz parte de uma vida mais equilibrada”, afirma. 

Além de favorecer a recuperação muscular, boas noites de sono contribuem para a regulação do humor. Marieli reforça ainda a importância da alimentação no dia seguinte à festa: frutas, legumes, caldos e sopas são escolhas leves, hidratantes e eficientes para esse período.  

Para finalizar, a nutricionista reforça a importância de prestar atenção aos sinais do corpo. Tontura, dor de cabeça e enjoo são alertas que não devem ser ignorados. “O problema não é beber, o importante é controlar a forma e a quantidade, bucando sempre manter hábitos saudáveis que te ajudem a curtir as celebrações com energia e equilíbrio. Dá para aproveitar o Carnaval de forma leve e responsável, sem abrir mão da diversão”, conclui.  


Carnaval e autismo: como preparar a criança para uma folia mais confortável e segura

Freepki
A pesquisa "Ainda somos o país do Carnaval?", realizada pela MindMiners, mostra que 43% dos brasileiros acompanham a festa


O Carnaval é uma das festas mais marcantes da cultura brasileira. Música, cores, fantasias e encontros fazem parte dessa época do ano, mas nem todas as famílias vivem esse momento da mesma forma. Para quem tem crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o período pode exigir planejamento extra para garantir conforto, segurança e bem-estar.

A pesquisa “Ainda somos o país do Carnaval?”, realizada pela MindMiners, mostra que 43% dos brasileiros acompanham a festa de alguma forma, enquanto 57% preferem não participar diretamente. Entre quem acompanha, muitos assistem pela TV ou internet, enquanto outros escolhem blocos e festas presenciais. Para famílias de crianças neurodivergentes, não existe uma forma certa de viver o Carnaval. O mais importante é respeitar o ritmo e as necessidades da criança.


Por que o Carnaval pode ser desafiador para crianças neurodivergentes?

Segundo a terapeuta ocupacional Mariana Asseituno, da Genial Care, muitas crianças autistas, por exemplo, apresentam hipersensibilidade sensorial. “Isso acontece porque algumas crianças autistas apresentam hipersensibilidade sensorial, uma característica do Transtorno do Processamento Sensorial (TPS), que afeta a maneira como o sistema nervoso recebe e interpreta estímulos auditivos, táteis, visuais e vestibulares”, explica.

Na prática, isso significa que sons altos, multidões, luzes fortes, fantasias ou mudanças na rotina podem gerar sobrecarga sensorial e desconforto.Além disso, o Carnaval costuma alterar horários e rotinas familiares, o que também pode gerar ansiedade.


Carnaval acessível: mais famílias buscando formas adaptadas de participar

Nos últimos anos, cresce o debate sobre acessibilidade em eventos culturais. Em algumas cidades, já existem iniciativas para tornar festas e eventos mais inclusivos, com ambientes mais tranquilos ou espaços de descanso.

Além disso, blocos infantis e eventos familiares costumam ser alternativas mais previsíveis e menos lotadas, o que pode ajudar crianças com maior sensibilidade sensorial. Para muitas famílias, adaptar o tipo de programação, o horário ou até o tempo de permanência já faz toda a diferença.


Dá para aproveitar o Carnaval em casa? Sim e pode ser muito especial

Nem toda criança vai se sentir confortável em blocos ou festas grandes. E tudo bem. Criar um Carnaval em casa pode ser uma experiência divertida e segura. “Um baile de Carnaval pode acontecer na sala ou no quintal, com luzes suaves, músicas escolhidas com cuidado e brincadeiras que respeitem o interesse da criança”, sugere Mariana.

Algumas ideias:

·  montar um mini baile em casa

·  escolher músicas que a criança gosta

·  usar fantasias confortáveis

·  reduzir estímulos como sons altos ou luzes fortes

·  convidar pessoas próximas e conhecidas


Carnaval na rua: 8 cuidados para uma experiência mais tranquila

Se a família decidir participar de blocos ou eventos, alguns cuidados podem ajudar:

1. Escolha eventos que combinem com a criança
Blocos infantis ou eventos familiares costumam ser menos lotados.

2. Pense na proteção contra o barulho
Abafadores podem ajudar, principalmente se a criança já estiver acostumada.

3. Priorize fantasias confortáveis
Tecidos macios e roupas já conhecidas costumam funcionar melhor.

4. Evite acessórios que possam incomodar
Máscaras, tiaras ou chapéus podem gerar desconforto.

5. Explique antes o que vai acontecer
Roteiros visuais e histórias sociais ajudam na previsibilidade.

6. Observe acesso a banheiros e estrutura básica
Isso evita estresse desnecessário.

7. Fique atento a sinais de cansaço ou sobrecarga
Pausas fazem parte da experiência.

8. Facilite a comunicação
Se a criança usa CAA, leve os recursos necessários.
 

"O mais importante: cada criança tem seu próprio jeito de viver o Carnaval. O objetivo não é fazer a criança se adaptar à festa, mas adaptar a experiência para que ela seja confortável e segura. Com planejamento, respeito às necessidades sensoriais e pequenas adaptações, muitas famílias conseguem construir memórias positivas nessa época do ano, seja em casa, seja em eventos externos. Porque, no fim, o melhor Carnaval é aquele em que a criança pode participar do seu jeito, no seu tempo e com segurança emocional.", finaliza a especialista.

 

Volta às aulas mais tranquila: seu filho dorme, mas será que descansa?

 Estudo mostra que crianças com sono insuficiente têm até 62% mais chance de apresentar dificuldades de atenção e memória durante o período escolar

Com a volta às aulas, os pais costumam se preocupar com materiais, rotina de estudos e adaptação escolar, mas um fator decisivo para o aprendizado ainda é subestimado: a qualidade do sono. Um estudo publicado em janeiro de 2026 na revista científica Pediatrics, uma das principais publicações internacionais voltadas à saúde infantil, aponta que crianças que dormem menos do que o recomendado para a idade apresentam até 62% mais chances de ter prejuízos na atenção, na memória e no desempenho cognitivo, impactando diretamente o aprendizado em sala de aula. 

Segundo Vanessa Ferraz, CEO da /da2ab5a6-e3d3-4c78-b410-0c932be14fcf/patricia@grupoeletrolar.com.br/True" >BF Colchões, pioneira no Brasil na entrega de colchões compactados a vácuo, sinais como irritabilidade, dificuldade de concentração e sonolência durante o dia são alertas comuns de que o descanso não está sendo eficiente. “Durante o sono profundo, o cérebro infantil organiza informações, consolida a memória e regula funções essenciais para o desenvolvimento”, explica. 

Muitas vezes, a criança vai para a cama no horário certo, dorme por horas seguidas e, ainda assim, acorda cansada. Para os pais, parece que está tudo funcionando, mas algo silencioso acontece durante a noite. Além da rotina irregular, fatores físicos do ambiente de descanso têm papel central na qualidade do sono, especialmente no que diz respeito ao colchão utilizado.  Superfícies inadequadas, falta de suporte ergonômico e materiais que dificultam a ventilação podem provocar microdespertares quase imperceptíveis. A criança continua deitada, mas o corpo desperta repetidas vezes, interrompendo o sono profundo, etapa fundamental para a recuperação mental e emocional. 

Melhorar o descanso infantil exige, portanto, um olhar mais atento e integrado. Estabelecer horários regulares para dormir, reduzir o uso de telas antes de deitar e criar um ambiente acolhedor são passos fundamentais. Nesse cenário, o colchão deixa de ser apenas um item do quarto e passa a assumir um papel central: é ele que sustenta o corpo durante toda a noite e influencia diretamente a continuidade do sono, permitindo que a criança alcance, de forma consistente, as fases mais profundas e restauradoras do descanso. 

Colchões desenvolvidos com tecnologias que favorecem o alinhamento da coluna e a distribuição adequada do peso ajudam a reduzir pontos de pressão e movimentos excessivos ao longo da noite. Estruturas com camadas de conforto e materiais que contribuem para o controle térmico evitam o acúmulo de calor e microdespertares, favorecendo ciclos de sono mais contínuos e restauradores, fundamentais para a consolidação da memória e o desempenho cognitivo no dia seguinte. 

“Quando a criança dorme bem, ela acorda mais concentrada, mais disposta e emocionalmente equilibrada. Soluções que favorecem um sono de qualidade refletem diretamente no aprendizado, no comportamento e no bem-estar ao longo do dia escolar”, finaliza a CEO.

 

BF Colchões


3 cuidados para homens que desejam ser pais após os 40 anos

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Espermatozoides também envelhecem com o passar do tempo, o que pode dificultar a concepção e gestação de um bebê. Confira dicas essenciais para realizar o sonho da paternidade 

 


Quando se fala em dificuldade para engravidar, é comum que o foco recaia quase exclusivamente sobre as mulheres, principalmente aquelas que adiam a maternidade e, por isso, sofrem o impacto do relógio biológico. O que ainda é pouco discutido é que os homens também passam por um processo de envelhecimento reprodutivo. “Com o passar dos anos, o esperma apresenta piora na quantidade, motilidade e integridade do material genético de seus espermatozoides”, esclarece Dr. Conrado Alvarenga, andrologista da Clínica Vida Bem Vinda, em São Paulo, que integra a rede Fertgroup.

Um artigo científico publicado recentemente na revista Nature ajudou a quebrar o tabu de que são as mulheres as principais responsáveis pela dificuldade em gestar um bebê. Cientistas confirmaram que o envelhecimento masculino está associado a alterações genéticas progressivas nos espermatozoides. “O estudo aprofundou descobertas anteriores sobre a fertilidade masculina, destacando que, à medida que o homem envelhece, surgem, em média, 1,67 novas mutações genéticas por ano, o que está relacionado a um maior risco de aborto espontâneo, especialmente no primeiro trimestre da gravidez”, ressalta o andrologista Afonso Bento, da Clínica Vida Bem Vinda da Fertgroup.

Mas isso não significa que é impossível ser pai em idade mais avançada. Para realizar este sonho é preciso cuidar da saúde com acompanhamento especializado. A seguir, veja os principais cuidados indicados para homens com mais de 40 anos que desejam ser pais.

 

  1. Realize um check-up reprodutivo

Procure uma clínica especializada em saúde reprodutiva. O andrologista vai solicitar exames como espermograma (que verifica quantidade, motilidade e morfologia dos espermatozoides), dosagens hormonais, ultrassonografia testicular e testes genéticos (quando indicados).


  1. Adote um estilo de vida saudável

Os maus hábitos influem na fertilidade masculina. “Consumo excessivo de álcool, tabagismo, sedentarismo, noites mal dormidas, estresse e obesidade comprometem o DNA dos espermatozoides. Quanto mais anos de exposição a esse estilo de vida, maior a chance de piora do material genético”, alerta Dr. Conrado.


  1. Cuidado com o uso de hormônios sintéticos

A utilização de esteroides anabolizantes é uma causa frequente de infertilidade masculina. Essas substâncias inibem a produção natural de testosterona e, consequentemente, de espermatozoides. Esta dica é importante mesmo para homens mais jovens. Porém, quanto maior o tempo de exposição a esses hormônios sintéticos, mais difícil fica reverter a infertilidade. Então, para aumentar as chances de ter filhos, é necessário interromper o uso o quanto antes. 

Técnicas de reprodução assistida, como fertilização in vitro (FIV) e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), podem aumentar significativamente as chances de sucesso, especialmente quando há alterações na qualidade do esperma. “A inteligência artificial tem ganhado espaço e apresenta potencial para seleção de espermatozoides com maiores chances de gerar embriões saudáveis”, diz Dr. Afonso.


Câncer colorretal é o que mais cresce entre pessoas com menos de 50 ano


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Aumento de casos em adultos jovens acende alerta para prevenção, rastreamento e mudança de hábitos

 

A morte recente do ator norte-americano James Van Der Beek, aos 48 anos, e o caso da cantora Preta Gil reacenderam um alerta importante: o câncer colorretal é hoje o tipo de câncer que mais cresce entre pessoas com menos de 50 anos. Embora ainda seja mais frequente após essa faixa etária, especialistas observam um avanço consistente da doença em adultos jovens, muitas vezes fora das estratégias tradicionais de rastreamento.

“O câncer colorretal deixou de ser uma doença restrita a faixas etárias mais avançadas. Hoje, atendemos cada vez mais pacientes jovens, inclusive sem fatores de risco clássicos, o que exige maior atenção aos sintomas e à história familiar”, explica Maria Ignez Braghiroli, médica da Oncologia D’Or, da Rede D’Or, e especialista em tumores do trato digestivo.

Estudos internacionais indicam que a incidência do câncer colorretal (que afeta o intestino grosso e o reto) vem crescendo de forma significativa entre os jovens. Nos Estados Unidos, a doença já é a principal causa de morte por câncer entre pessoas com menos de 50 anos, tendência que começa a se repetir em outros países, incluindo o Brasil.

Mudanças no estilo de vida ajudam a explicar esse cenário, como alimentação rica em ultraprocessados, sedentarismo, excesso de peso, consumo de álcool e tabagismo.

"É essencial que sejam implementadas politicas efetivas de prevenção e rastreamento da doença. Outra dificuldade é em relação aos sintomas, que costumam ser confundidos com outras doenças e o tabu em falar sobe o tema", destaca a oncologista.

 

54 mil novos casos por ano

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que o Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028, dos quais aproximadamente 54 mil somente de câncer colorretal.

Nesse cenário, os tumores de cólon e reto estão entre os mais incidentes no país, logo após o câncer de próstata entre os homens e na segunda posição entre as mulheres, atrás apenas do câncer de mama.

“Entre os mais jovens, o diagnóstico costuma acontecer em fases mais avançadas, quando a doença já apresenta sintomas mais intensos, o que reduz as chances de tratamento curativo”, alerta Braghiroli.

 

Sintomas subestimados

Os sintomas do câncer colorretal podem ser inespecíficos e confundidos com problemas intestinais comuns. Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Sangue nas fezes ou sangramento pelo ânus;
  • Mudança persistente do hábito intestinal;
  • Dor ou desconforto abdominal frequente;
  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Fraqueza, cansaço excessivo e anemia.

“Sangramento intestinal, alteração do hábito intestinal e anemia não devem ser normalizados, independentemente da idade. A investigação precoce faz toda a diferença no prognóstico”, reforça a especialista da Oncologia D’Or.

 

Colonoscopia é principal aliada na prevenção

O câncer colorretal está entre os tipos de câncer mais preveníveis e tratáveis, especialmente quando identificado precocemente. A colonoscopia é o principal exame de rastreamento.

“Cerca de 90% dos tumores colorretais se desenvolvem a partir de pólipos benignos. A colonoscopia é um exame único porque, além de diagnosticar, previne o câncer ao permitir a retirada dessas lesões precocemente”, destaca Maria Ignez Braghiroli.

Atualmente, sociedades médicas recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos, ou antes, em casos de histórico familiar ou outros fatores de risco.

Além disso, hábitos saudáveis, como alimentação rica em fibras, atividade física regular, controle do peso, não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool, também reduz significativamente o risco da doença.


SEU FILHO PASSOU PELOS MARCOS DO DESENVOLVIMENTO MAS ALGO AINDA TE PREOCUPA?

Especialista explica que existem crianças que atingem os marcos do desenvolvimento infantil mas que apresentam alguns sinais preocupantes para os pais.

 

Um bebe que engatinha, senta e fala na “hora certa” mostra que na teoria tudo está certo, ele atingiu os marcos do desenvolvimento infantil. Mas ainda assim,muitos pais convivem com uma inquietação difícil de explicar: “tem algo diferente”. Mas será que é possível existir um sinal de alerta mesmo quando a criança atinge os marcos tradicionais? 

O neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil André Ceballos, comenta que sim, o olhar atento dos pais e os alarmes que surgem em consequências nunca devem ser ignorados. “Os marcos do desenvolvimento são importantes como referência, mas não contam a história completa da criança. Desenvolvimento não é apenas ‘quando’ ela faz algo, mas ‘como’ ela faz.” Explica o especialista. 

Uma criança pode andar na idade esperada, mas apresentar pouca interação social. Ela pode falar frases completas, mas tem dificuldade na comunicação. Pode ter bom desempenho motor, mas apresentar rigidez comportamental. “Às vezes a criança atinge os marcos motores dentro do prazo, mas demonstra sinais sutis nas áreas socioemocional e comunicativa. E esses sinais, quando identificados precocemente, fazem toda a diferença no prognóstico.” Comenta Ceballos.
 

O olhar atento dos pais pode ajudar em um diagnóstico precoce

Entre os sinais que podem gerar preocupação mesmo com marcos aparentemente adequados estão: pouco contato visual, dificuldade em responder ao nome, pouca iniciativa de interação, atraso ou regressão na fala, brincadeiras repetitivas ou pouco funcionais e irritabilidade excessiva ou dificuldade de adaptação. 

Segundo o especialista, esperar “para ver se melhora” pode atrasar intervenções importantes. A avaliação precoce não significa diagnóstico automático, mas sim acompanhamento adequado. “Intervenção precoce não rotula, ela potencializa. Quanto antes entendermos o perfil de desenvolvimento da criança, maiores são as chances de oferecer estímulos direcionados e eficazes.” 

Por fim, o especialista reforça que cada criança tem seu ritmo, mas desenvolvimento saudável envolve integração entre áreas motora, cognitiva, social, emocional e comunicativa.


 

Dr. André Ceballos - Médico neurocirurgião, Ceballos atua como Diretor técnico do Hospital São Francisco, referência no diagnóstico e tratamento de crianças com transtornos do desenvolvimento. O médico tem como missão identificar precocemente condições que possam comprometer o pleno desenvolvimento das crianças, oferecendo intervenções terapêuticas baseadas nas melhores evidências científicas. A atuação do Dr. Ceballos vai além do atendimento clínico e da gestão hospitalar e reconhecendo a importância da informação e da educação para a saúde pública, se dedica a projetos de divulgação e conscientização sobre os marcos do desenvolvimento infantil, com o objetivo de influenciar políticas públicas que beneficiem especialmente as populações mais vulneráveis. Saiba mais em: Link

 

Volta às aulas: educação financeira ajuda a formar crianças mais conscientes e preparadas para o futuro

 

Sala de aula pode ser um espaço para desenvolver e ampliar as noções de economia e finanças para conscientizar os jovens e adultos do futuro 

 

A escola tem um papel de muita importância no desenvolvimento infantil e das próximas gerações. É onde se ampliam os conhecimentos e se constroem valores. É lá que são absorvidos os primeiros ensinamentos da infância, muitos dos quais seguem com as crianças até a vida adulta. Por isso, quanto mais cedo forem introduzidos conceitos importantes de economia e finanças, por exemplo, melhor preparados estarão os cidadãos do futuro. 

Para Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal 100% online, ensinar os pequenos desde cedo a serem atentos aos gastos é uma lição valiosa. “O hábito da mesada, sozinho, nem sempre faz o trabalho de conscientizar sobre os custos. Mas o contato com o dinheiro, aliado a uma educação financeira formal, pode contribuir muito para uma educação financeira mais precoce. Se recebermos esses ensinamentos desde cedo, na escola e em casa, é mais provável que nos tornemos adultos que sabem usar o dinheiro e que tenham mais jogo de cintura para lidar com imprevistos, porque nada disso vai ser novidade”, afirma. 

Com a proximidade da volta às aulas, a executiva traz quatro dicas de como algo simples como a mesada pode contribuir para transmitir lições financeiras aos mais jovens, tanto em casa quanto na sala de aula. Confira: 

 

1- Entendendo os gastos  

A partir do momento que a criança ou adolescente tem acesso a algum dinheiro, como a mesada, é importante que ela passe a planejar com o que gastará a quantia, seja ela qual for. Peça que ele ou ela anote como pretende gastar e em quais dias da semana, para ter uma noção de quanto ainda terá quando receber o próximo “pagamento”. Essa atitude ensina a planejar e a enxergar os gastos de forma macro. 

 

2- Responsabilidade

Thaíne aponta a importância de as crianças entenderem a responsabilidade que se deve ter com o dinheiro. Na escola, os professores podem falar sobre os preços da cantina, o troco, quanto cada um precisa gastar para comer o que quer. A dinâmica pode mostrar aos mais novos que é preciso guardar um pouquinho, todos os dias, para que seja possível lanchar confortavelmente durante a semana.  

“É comum que, tendo o poder de adquirir algo, elas não pensem duas vezes antes de gastar todo o dinheiro de uma só vez. Mas, se cederem ao impulso de gastar tudo que receberam, não poderão comprar mais nada até a próxima mesada. Isso os ensina a planejar, não agir sem pensar, e a ter responsabilidade sobre as escolhas”, ressalta a executiva.

 

3- Paciência  

Uma lição importante que podemos transmitir é que o hábito de receber a mesada envolve paciência. “Uma vez que eles têm em suas mãos o próprio dinheiro para gastar como preferirem, muitas vezes vão desejar algo que não podem ter com apenas um repasse da mesada. Assim, aprendem a ser pacientes ao poupar para atingir o valor necessário, repensar os gastos cotidianos ou até mesmo refletir se realmente querem aquilo”, finaliza a executiva.

 

4 - Auxílio na escola

A educação financeira dentro da sala de aula pode fazer a diferença na relação da criança com as contas, no futuro. Um bom método para inseri-la na vida do aluno é fazer rodas de conversa sobre a importância do dinheiro e como administrá-lo, mesmo que seja só a mesada. Isso já é um bom começo para introduzir conceitos básicos de economia, para que o aluno compreenda a importância e as consequências de suas escolhas financeiras. 

Ela também pode ser integrada às disciplinas, como matemática e estudos sociais, proporcionando uma visão prática e aplicada dos conceitos aprendidos. Dessa forma, os alunos estarão melhor preparados para enfrentar os desafios financeiros do mundo real e tomar decisões conscientes que favoreçam o seu bem-estar a longo prazo.

 

Simplic

 

42% dos jovens apostam na IA para elevar performance profissional, aponta pesquisa

Divulgação
Outros 47% dos jovens brasileiros demonstram preocupação com a automação, segundo o estudo "Jovens, Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho", realizada pela Nexus e encomendada pela Demà 

 

O avanço da Inteligência Artificial (IA) no mercado de trabalho brasileiro desperta cenários diferentes entre os jovens de 14 a 29 anos. De acordo com a pesquisa "Jovens, Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho", realizada pela Nexus e encomendada pela Demà, 47% dos entrevistados afirmam ter preocupação com a substituição de atividades humanas por máquinas. Ao mesmo tempo, 42% dizem se sentir motivados pelas possibilidades trazidas pelas novas tecnologias, especialmente em relação ao aumento da produtividade. 

Os dados indicam que a principal associação feita pelos jovens à IA está relacionada ao aumento da produtividade. Para 42% dos entrevistados, o maior benefício da tecnologia é permitir que profissionais realizem mais tarefas em menos tempo. Essa lógica também aparece no uso educacional: 22% afirmam recorrer à IA para tornar o aprendizado mais simples ou rápido.

 

Diferenças regionais

Apesar do receio em relação à automação, a maioria dos jovens avalia de forma positiva os efeitos da IA sobre a economia e o mercado de trabalho no longo prazo. Ao todo, 71% acreditam que o impacto será benéfico nos próximos anos.

Essa percepção varia entre as regiões do país. No Nordeste, 63% dos jovens têm uma visão positiva sobre o futuro da economia com o avanço da IA. No Sudeste, o índice é de 46%, enquanto no Sul chega a 49%.

 

Uso de IA como diferencial

A pesquisa também mostra que o domínio de ferramentas de Inteligência Artificial passou a ser visto como um fator relevante para a inserção profissional. Para 84% dos jovens, conhecer essas tecnologias é um diferencial ou requisito importante para conquistar uma vaga atualmente. Entre aqueles que já participaram dos programas de aprendizagem da Demà, esse percentual sobe para 91%.
 

METODOLOGIA

A Nexus entrevistou 2.016 cidadãos com idade entre 14 e 29 anos, nas 27 Unidades da Federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
  

Nostrali Cidadania Italiana
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Carnaval com Direito: 5 direitos do consumidor que todo folião precisa saber

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Advogado esclarece dúvidas sobre Código de Defesa do Consumidor e explica o que fazer em casos de venda casada, consumação mínima, problemas com abadás e falhas na segurança



O Carnaval movimenta milhões de pessoas e milhões de reais em blocos, camarotes, bares e grandes eventos. Em meio à festa, porém, é comum que surjam dúvidas sobre cobranças e regras impostas pelos estabelecimentos. Para evitar prejuízos, o advogado Nélio Georgini esclarece os principais pontos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que devem ser observados durante a folia.

Segundo o especialista, o consumidor não perde seus direitos em períodos festivos. “O Código de Defesa do Consumidor continua valendo normalmente no Carnaval. Práticas abusivas não se tornam legais só porque estamos em clima de festa”, afirma.



Confira cinco situações comuns e o que diz a legislação:

1. Proibição de entrada com água ou alimentos em camarotes

De acordo com o Dr. Nélio Georgini, impedir que o consumidor leve água ou alimentos adquiridos fora do estabelecimento, enquanto os mesmos produtos são vendidos no interior do evento, pode configurar prática abusiva. O Artigo 39, Inciso I, do CDC proíbe a chamada ‘venda casada’, que ocorre quando o fornecedor condiciona o fornecimento de um produto ou serviço à aquisição de outro. A restrição só é justificável por questões de segurança, como a proibição de recipientes de vidro.


2. Multa por perda de comanda

A cobrança automática de multa pela perda de comanda é considerada abusiva. Segundo o especialista, a responsabilidade pelo controle do consumo é do estabelecimento. O fornecedor só pode exigir o pagamento do que foi efetivamente consumido. Caso haja divergência, o consumidor pode solicitar a conferência dos valores. Registrar pedidos por foto ou anotação pode ajudar na hora do acerto da conta.


3. Abadá não entregue ou em tamanho incorreto

Quando o abadá não é entregue no prazo prometido ou é fornecido em tamanho diferente do que o adquirido, há descumprimento de oferta. Nesses casos, o CDC garante ao cliente o direito ao reembolso integral e imediato, além da possibilidade de pleitear perdas e danos, dependendo da situação. A recomendação é guardar todos os comprovantes de compra e registros de comunicação com o fornecedor.



4. Cobrança de consumação mínima

A exigência de consumação mínima é ilegal. Exigir que você gaste um valor X para permanecer no local é uma violação clara dos seus direitos. O que é permitido é a cobrança de couvert artístico, desde que haja apresentação ao vivo e informação prévia e clara ao consumidor, além da taxa de serviço, que é opcional.



5. Assalto ou qualquer outro tipo de ocorrência de falta de segurança dentro de evento privado

Ao adquirir ingresso para um evento fechado, o consumidor contrata também a estrutura de segurança. Se houver falha e ocorrer um assalto ou qualquer outro tipo de dano, o organizador pode ser responsabilizado. Nesses casos, pode haver direito à reparação por danos materiais e, conforme as circunstâncias, danos morais.

Para o Dr. Nélio Georgini, a informação é a principal ferramenta de proteção. Ele orienta que eventuais abusos sejam denunciados aos órgãos de Defesa do Consumidor e, quando necessário, levados ao Judiciário. “Brincar é bom, mas com respeito e consciência. Se notar algum abuso, denuncie aos órgãos de proteção ou procure orientação jurídica. Não deixe que ninguém estrague o seu ziriguidum!”, conclui.

 

42% dos jovens apostam na IA para elevar performance profissional, aponta pesquisa

Divulgação

Outros 47% dos jovens brasileiros demonstram preocupação com a automação, segundo o estudo "Jovens, Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho", realizada pela Nexus e encomendada pela Demà 

 

O avanço da Inteligência Artificial (IA) no mercado de trabalho brasileiro desperta cenários diferentes entre os jovens de 14 a 29 anos. De acordo com a pesquisa "Jovens, Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho", realizada pela Nexus e encomendada pela Demà, 47% dos entrevistados afirmam ter preocupação com a substituição de atividades humanas por máquinas. Ao mesmo tempo, 42% dizem se sentir motivados pelas possibilidades trazidas pelas novas tecnologias, especialmente em relação ao aumento da produtividade. 

Os dados indicam que a principal associação feita pelos jovens à IA está relacionada ao aumento da produtividade. Para 42% dos entrevistados, o maior benefício da tecnologia é permitir que profissionais realizem mais tarefas em menos tempo. Essa lógica também aparece no uso educacional: 22% afirmam recorrer à IA para tornar o aprendizado mais simples ou rápido.

 

Diferenças regionais

Apesar do receio em relação à automação, a maioria dos jovens avalia de forma positiva os efeitos da IA sobre a economia e o mercado de trabalho no longo prazo. Ao todo, 71% acreditam que o impacto será benéfico nos próximos anos.

Essa percepção varia entre as regiões do país. No Nordeste, 63% dos jovens têm uma visão positiva sobre o futuro da economia com o avanço da IA. No Sudeste, o índice é de 46%, enquanto no Sul chega a 49%.

 

Uso de IA como diferencial

A pesquisa também mostra que o domínio de ferramentas de Inteligência Artificial passou a ser visto como um fator relevante para a inserção profissional. Para 84% dos jovens, conhecer essas tecnologias é um diferencial ou requisito importante para conquistar uma vaga atualmente. Entre aqueles que já participaram dos programas de aprendizagem da Demà, esse percentual sobe para 91%.
 

METODOLOGIA

A Nexus entrevistou 2.016 cidadãos com idade entre 14 e 29 anos, nas 27 Unidades da Federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
  


Promessas de visto? Cuidado com o charlatanismo migratório

 Especialistas alertam para sinais de fraude e promessas irreais na imigração para os Estados Unidos


O sonho de morar legalmente nos Estados Unidos movimenta milhares de brasileiros todos os anos. Mas, junto com esse desejo legítimo, cresce também um mercado paralelo de promessas fáceis, garantias irreais e “especialistas” sem licença oferecendo soluções milagrosas.

Assim como na medicina existem alertas contra o charlatanismo, na área migratória o risco também é real — e pode custar não apenas dinheiro, mas o próprio futuro imigratório.

Quando alguém promete visto garantido, o sinal de alerta precisa acender imediatamente”, afirma Dr. Vinícius Bicalho, advogado licenciado nos Estados Unidos, professor de pós-graduação de direito migratório e mestre pela Universidade do Sul da Califórnia. Não existe garantia em processo migratório. Existe estratégia, análise técnica e preparo adequado.”


Certezas absolutas e garantias de aprovação

O sistema imigratório americano é baseado em critérios legais objetivos, análise documental rigorosa e discricionariedade consular. Nenhum advogado sério pode prometer resultado.

Desconfie de frases como:

– “Seu visto está garantido.”

– “Tenho contato dentro da imigração.”

– “Posso acelerar sua aprovação.”

– “Green card certo em poucos meses.”

O papel do advogado é avaliar elegibilidade, estruturar o melhor enquadramento legal e apresentar o caso da forma mais sólida possível. A decisão final nunca pertence ao advogado”, explica Bicalho.


Uso indevido de títulos e ausência de licença

Outro sinal clássico é o uso de termos vagos como “consultor internacional”, “especialista em vistos” ou “assessor migratório” sem que a pessoa seja advogada licenciada nos Estados Unidos.

Nos EUA, apenas advogados admitidos em uma Ordem estadual ou representantes credenciados podem oferecer consultoria jurídica imigratória.

Muitos profissionais utilizam linguagem sofisticada e marketing agressivo para parecerem autoridade. Mas o que realmente importa é a licença válida e a formação reconhecida”, alerta o advogado.


Protocolos secretos e atalhos inexistentes

Promessas de “brechas legais”, “novas leis pouco divulgadas” ou “caminhos alternativos garantidos” são estratégia comuns de convencimento.

O direito migratório é complexo, mas é público. Não existem atalhos secretos.

Se alguém afirma ter um método exclusivo que os outros advogados não conhecem, provavelmente está vendendo algo que não existe”, diz Bicalho.


Excesso de confiança e pouca análise técnica

Processos migratórios exigem análise individualizada. Histórico profissional, formação acadêmica, situação familiar, antecedentes e objetivos precisam ser examinados com profundidade.

Desconfie de quem aprova seu caso em poucos minutos, sem avaliar documentos ou fazer perguntas detalhadas.

Cada processo é único. Uma orientação séria exige estudo e estratégia personalizada”, afirma Dr. Bicalho.


O custo do erro

Diferentemente de um serviço mal prestado em outras áreas, um erro migratório pode gerar consequências graves: negativas, acusações de fraude, proibição de reentrada e até deportação.

Além da perda financeira, o impacto pode comprometer planos de vida, carreira e estabilidade familiar.


Informação e verificação são proteção

Antes de contratar qualquer profissional, verifique:

– Se o advogado é realmente licenciado em um estado americano

– Se possui número de registro na Ordem correspondente

– Se há histórico profissional verificável

– Se evita promessas de resultado

“Imigração é projeto de vida. Não pode ser tratada como produto de prateleira”, conclui o advogado referência em imigração Vinícius Bicalho.



Vinícius Bicalho - - Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal; Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.; Mestre em direito nos EUA pela University of Southern California; Mestre em direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG); Membro da AILA – American Immigration Lawyers Association; Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM; Professor de Pós-graduação em direito migratório; O único advogado brasileiro citado na lista de “profissionais confiáveis" dos principais jornais americanos, como The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, USA Today e The Los Angeles Times.
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