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quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Dia dos Professores: o papel transformador de quem inspira o aprender

Ensina Mais Turma da Mônica reforça a importância dos educadores e mostra como o apoio escolar em português e matemática contribui para o desenvolvimento das crianças
 

No dia 15 de outubro, o Brasil celebra o Dia dos Professores, uma data dedicada a reconhecer aqueles que ajudam a transformar o futuro por meio do conhecimento. Mais do que ensinar conteúdos, os educadores despertam curiosidade, incentivam a autonomia e estimulam o pensamento crítico, especialmente na infância, fase em que o aprendizado se forma de maneira mais profunda e duradoura. Para a equipe pedagógica da Ensina Mais Turma da Mônica, rede de apoio escolar do Grupo MoveEdu, o papel do professor vai muito além da sala de aula. 

“O professor é o fio condutor do aprendizado. Ele inspira o aluno a descobrir o prazer de aprender e o ajuda a construir sua própria trajetória de conhecimento”, destaca o diretor nacional da marca, José Junior. 

De acordo com o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), estudo coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, com co-realização da Fundação Itaú e parceria da Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, UNESCO e UNICEF, 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos ainda eram considerados analfabetos funcionais em 2024. O levantamento aponta que o problema é mais grave entre os adultos de 40 a 64 anos, especialmente na faixa de 50 anos ou mais, em que o índice de analfabetismo funcional chega a 51%. Já entre os mais jovens, os números são mais positivos: 84% das pessoas de 15 a 29 anos e 78% de 30 a 39 anos são considerados funcionalmente alfabetizados. 

Ainda segundo o Inaf, são classificados como analfabetos funcionais aqueles que conseguem apenas ler palavras isoladas ou frases curtas, e têm dificuldade para compreender textos simples ou interpretar números cotidianos, como preços, endereços ou telefones. 

Com foco em apoio escolar nas disciplinas de português e matemática, a Ensina Mais Turma da Mônica atua como parceira das escolas e das famílias, ajudando a consolidar as bases da aprendizagem. Por meio de uma metodologia moderna, interativa e divertida, inspirada no universo e nos personagens da Turma da Mônica, o projeto estimula o raciocínio, a concentração e a confiança dos alunos. 

“Quando a criança entende melhor os fundamentos da leitura, da escrita e da lógica matemática, ela ganha segurança e passa a participar das aulas com mais entusiasmo”, explica José Junior. Para ele, o desenvolvimento dos alunos depende da união entre educadores, famílias e instituições de ensino, criando uma rede de apoio que fortalece o aprendizado e valoriza o papel de cada um nesse processo. 

“O suporte do professor é fundamental no desenvolvimento infantil, pois contribui para formar gerações mais curiosas, criativas e preparadas para o futuro. Tais profissionais tem a missão de apoiar o aprendizado de forma leve, acolhedora e transformadora. E, em alguns casos, como na Ensina Mais Turma da Mônica, aplicando diversos conceitos lúdicos para que os alunos aprendam brincando”, finaliza o diretor.

 

Ensina Mais Turma da Mônica 


Os direitos das mulheres com câncer de mama: o que a lei garante e como fazer valer

Receber o diagnóstico de câncer de mama é um dos momentos mais desafiadores na vida de uma mulher. Além da batalha pela saúde física e emocional, muitas pacientes se deparam com dúvidas e inseguranças sobre seus direitos no trabalho, no acesso à saúde pública, em relação à renda e à qualidade de vida durante o tratamento. O que muitas ainda não sabem é que a legislação brasileira assegura uma série de garantias específicas para mulheres com câncer de mama. Conhecer essas leis é fundamental para garantir não apenas o tratamento adequado, mas também dignidade, segurança jurídica e cidadania ao longo dessa jornada.

Uma das principais conquistas legais é a chamada Lei dos 60 Dias (Lei nº 12.732/2012), que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a iniciar o tratamento da paciente com câncer no prazo máximo de 60 dias após a confirmação do diagnóstico em laudo médico. Esse dispositivo busca evitar atrasos que comprometam a eficácia do tratamento. Quando esse prazo não é cumprido, a paciente pode acionar judicialmente o Estado para garantir o atendimento imediato, inclusive com o apoio da Defensoria Pública.

A prevenção também é contemplada pela legislação. A Lei nº 11.664/2008 assegura às mulheres a realização gratuita de mamografia pelo SUS, a partir dos 40 anos de idade, ou antes disso se houver recomendação médica ou histórico familiar da doença. Esse direito é essencial para o diagnóstico precoce e deve ser garantido sem obstáculos burocráticos. Em caso de negativa, a paciente deve procurar a ouvidoria do SUS ou buscar respaldo jurídico.

No campo da seguridade social, o câncer de mama dá direito ao acesso a benefícios como o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez, a depender da gravidade do caso e da capacidade de a paciente retornar ao trabalho. Importante lembrar que, para doenças graves como o câncer, o INSS dispensa o cumprimento da carência mínima de contribuições. A paciente pode fazer o pedido pelo aplicativo ou site "Meu INSS", com apresentação de laudos atualizados. Além disso, pacientes que se aposentam ou recebem pensão em decorrência da doença têm direito à isenção do Imposto de Renda, desde que apresentem laudo oficial comprovando a enfermidade.

Outro direito importante e muitas vezes desconhecido diz respeito à isenção de impostos como IPI, ICMS, IOF e IPVA para a compra de veículos adaptados ou comuns, conforme avaliação médica. Essa medida visa melhorar a mobilidade e qualidade de vida da paciente durante e após o tratamento. A solicitação pode ser feita junto à Receita Federal e aos órgãos estaduais de trânsito e fazenda, com base em laudos médicos e formulários específicos.

A estabilidade no emprego também é garantida por lei. Após retornar ao trabalho, a mulher que se afastou por motivo de câncer e recebeu auxílio-doença tem direito à estabilidade por 12 meses, ou seja, não pode ser demitida sem justa causa nesse período. Caso isso ocorra, é possível ingressar com ação trabalhista para pleitear reintegração ao cargo ou indenização. 

O aspecto emocional e estético também é contemplado. A Lei nº 9.797/1999, complementada pela Lei nº 10.223/2001, assegura o direito à cirurgia de reconstrução mamária pelo SUS para todas as mulheres submetidas à mastectomia, podendo ser realizada no mesmo ato cirúrgico da retirada da mama ou posteriormente, conforme recomendação médica.

Mais recentemente, com a promulgação do Estatuto da Pessoa com Câncer (Lei nº 14.238/2021), as pessoas com diagnóstico oncológico passaram a ter uma proteção legal mais ampla. O estatuto garante, entre outros direitos, prioridade no atendimento em serviços de saúde, instituições financeiras e órgãos públicos, além de reforçar o dever do Estado em garantir tratamento adequado, acesso a medicamentos e atendimento multidisciplinar.

Todas essas garantias legais não são favores, mas direitos assegurados pela legislação brasileira. No entanto, é comum que pacientes encontrem dificuldades para acessar esses benefícios, seja por desconhecimento, burocracia ou negligência por parte dos serviços públicos e privados. Por isso, é fundamental que as mulheres com câncer de mama estejam bem informadas e, sempre que necessário, contem com apoio jurídico especializado para assegurar o cumprimento desses direitos.

A informação é um instrumento de empoderamento. Em um momento tão delicado como o enfrentamento do câncer de mama, conhecer e exercer os direitos previstos em lei é também uma forma de lutar não apenas pela vida, mas pela dignidade que todas as mulheres merecem.

 


Thayan Fernando Ferreira - advogado especialista em direito de saúde e direito público, membro da comissão de direito médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira

Cruz Advogados - contato@ferreiracruzadvogados


Mudanças nas regras de imigração em Portugal alteram reagrupamento familiar e impactam brasileiros

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Novas exigências tornam o processo mais rigoroso e reduzem facilidades antes concedidas a cidadãos da CPLP; especialista orienta sobre como evitar indeferimentos e planejar a mudança de forma segura

 

As recentes alterações nas regras de imigração em Portugal têm causado impacto direto na vida dos brasileiros que desejam viver legalmente no país. As mudanças afetam, principalmente, os processos de reagrupamento familiar, um dos meios mais utilizados para a regularização de familiares de residentes legais no território português. 

Entre as principais modificações está a remoção da exigência de dois anos de residência para casais com filhos menores solicitarem o reagrupamento familiar — agora, esse pedido pode ser feito logo após a chegada do residente a Portugal. Já para casais sem filhos, permanece a necessidade de aguardar um ano de residência, desde que a união já exista há pelo menos um ano no país de origem. 

Outra mudança relevante é a flexibilização da regra que obrigava o cônjuge a permanecer fora de Portugal durante o processo. A nova norma permite que o pedido seja feito com ambos os cônjuges já no país, facilitando a reunião familiar em território português. 

Por outro lado, os cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), como os brasileiros, perderam algumas das facilidades anteriormente concedidas. Agora, é obrigatória a solicitação do visto de residência ainda no consulado do país de origem, o que torna o processo mais burocrático e exige um planejamento prévio mais detalhado. 

De acordo com Tammy Cavaleiro, Head of Legal do Você Português e especialista em imigração, as mudanças representam uma tentativa do governo português de tornar o controle migratório mais equilibrado e coerente com a nova política europeia, mas também trazem novos desafios para os estrangeiros. 

“Essas alterações refletem uma reorganização administrativa em Portugal e uma busca por maior controle sobre os processos de entrada e residência de estrangeiros. Para os brasileiros, o principal impacto está na perda da flexibilidade que existia no âmbito da CPLP. Agora, é fundamental preparar toda a documentação ainda no Brasil e entender as exigências do visto de residência antes de viajar”, explica Tammy Cavaleiro. 

A advogada reforça que a ausência de informações atualizadas e erros na preparação dos documentos são as principais causas de indeferimentos. “Muitos brasileiros ainda chegam a Portugal acreditando que podem resolver a situação migratória já estando no país, mas com a nova regra, isso pode gerar frustrações e atrasos. O ideal é sempre buscar orientação especializada e seguir as etapas de forma correta”, acrescenta Tammy. 

Com as novas diretrizes, o reagrupamento familiar continua sendo um caminho viável para brasileiros, mas agora requer mais atenção às regras e prazos. A Você Português, empresa especializada em processos de nacionalidade, vistos e legalização em Portugal, tem acompanhado de perto as atualizações legislativas e reforça a importância de uma análise individual de cada caso para evitar prejuízos ou permanências irregulares.



Você Português
Para mais informações, acesse: Link


A força do professor na construção de uma nova geração

Ser professor hoje é uma das tarefas mais complexas do mundo contemporâneo. Envolve instruir, acolher e motivar

 

Valorizar o professor é muito mais do que reconhecer uma profissão: é reafirmar a base sobre a qual todo aprendizado se sustenta. Quando o docente é respeitado, a escola se torna um espaço de confiança e propósito; o aluno encontra referências positivas; e a sociedade fortalece seus próprios alicerces.

Para a educadora Cris Poli, coordenadora do Ensino Fundamental I da Escola do Futuro Brasil, a presença do professor é insubstituível. “O professor é referência de comportamento, mediador de conflitos e exemplo de superação. Ele não apenas ensina conteúdos, mas forma caráter, ajuda o aluno a lidar com emoções e desperta o prazer de aprender”, afirma. Em tempos de excesso de informação, explica, o papel do educador é justamente transformar dados em conhecimento e convivência em aprendizado. 

Ser professor hoje é uma das tarefas mais complexas do mundo contemporâneo. Envolve ensinar, acolher, motivar e inspirar. “Não basta dominar conteúdos. É preciso lidar com diferentes realidades familiares, desenvolver competências socioemocionais e, ao mesmo tempo, manter viva a paixão por ensinar”, destaca a educadora. 

Um levantamento do Ministério da Educação, em parceria com Consed, Undime e Itaú Social, divulgado pela Agência Brasil em setembro de 2025, mostra a urgência do tema. Menos de 40% dos alunos afirmam valorizar seus professores, e o índice cai ainda mais entre estudantes dos anos finais do ensino fundamental. Para Cris Poli, esse dado reflete mudanças sociais profundas. “A sociedade tem se encarregado de criticar os professores e tirar o valor que eles realmente tinham e continuam tendo”, observa. 

Ela explica que o avanço da tecnologia e o acesso ilimitado à informação contribuíram para a ideia de que o professor se tornou dispensável. “Hoje, muitos alunos acham que podem aprender tudo sozinhos, e essa visão acaba desvalorizando o papel do educador. Mas a presença humana é o que transforma o aprendizado em experiência real.”

 

Quando o respeito se perde em casa, ele não chega à escola 

Segundo Cris Poli, a valorização do professor começa dentro de casa. “Quando os pais opinam, criticam ou desautorizam os professores na frente dos filhos, estão transmitindo a ideia de que o trabalho deles não merece respeito”, diz. Essa postura tem reflexo direto em sala de aula. “Isso é falado na frente das crianças e acaba influenciando o desrespeito em relação aos educadores.” 

Estudos ajudam a entender essa relação. A pesquisa Relação familiar e relação professor/aluno: análise das possíveis associações (Universidade Ibirapuera, 2022) mostra que professores que percebem maior afinidade com seus alunos também relatam menos conflitos familiares no ambiente escolar. Em outras palavras, a forma como a família se relaciona reflete no comportamento do aluno em sala de aula. 

Outro estudo, publicado no Research, Society and Development Journal (2023), aponta que escolas com vínculos afetivos fortes entre alunos e professores têm melhores índices de engajamento e aprendizagem. Para Cris Poli, os dados confirmam o que se vê na prática. “Antigamente, as famílias passavam mais tempo juntas, havia troca de experiências e valores. Hoje isso é muito escasso, e a ausência dessa convivência contribui para a perda de respeito e da valorização do trabalho do professor.”

 

O vínculo como ferramenta de pertencimento e aprendizagem 

Segundo a educadora, o vínculo entre professores e alunos é prioridade, essa relação é especialmente forte nos primeiros anos do ensino fundamental, quando o mesmo professor acompanha as crianças em várias disciplinas. “O acolhimento, o abraço, o olho no olho e o ouvir as dificuldades fazem toda a diferença”, explica. Essa proximidade cria um ambiente seguro e de confiança que favorece o aprendizado e o desenvolvimento emocional. 

Nos anos seguintes, essa convivência tende a se enfraquecer. “Os alunos do Fundamental II e do Ensino Médio têm menos acesso aos professores, porque esses profissionais trabalham em várias escolas e dispõem de pouco tempo”, observa. Essa rotina fragmentada, segundo ela, dificulta a criação de vínculos e o sentimento de pertencimento.

Para Cris, reconstruir vínculos é essencial para restaurar o prestígio da profissão. Isso passa por repensar práticas pedagógicas, criar espaços de convivência e fortalecer a parceria com as famílias. “A responsabilidade pela educação dos filhos é dos pais, mas a escola pode apoiar esse processo quando existe concordância de valores e objetivos”, afirma. 

Na rotina da Escola do Futuro, esse princípio é trabalhado com encontros regulares e projetos que aproximam professores, pais e alunos. “Quando os pais reconhecem o valor do professor, os filhos passam a enxergá-lo com respeito e gratidão”, completa.

 

A presença dos pais é o primeiro passo para resgatar o respeito 

Nenhuma tecnologia, lembra a educadora, é capaz de substituir o tempo de convivência entre pais e filhos. “Tenho conversado com muitos pais que dizem não saber como competir com as telas. Mas a única coisa que pode substituir a tela é o tempo de qualidade — um tempo de intimidade e relacionamento com os filhos”, ressalta. 

Para Cris Poli, esse diálogo é o alicerce do respeito que se estende à escola. “Quando há espaço para conversa, troca e escuta, falar sobre respeito pelos professores se torna algo natural”, afirma. O problema da desvalorização, segundo ela, não é apenas institucional — é humano. “O professor ensina, mas quem confirma esse aprendizado é a família. Quando pais e escola caminham juntos, os resultados são duradouros.” 

Em um tempo em que a pressa e o individualismo dominam a rotina, valorizar o professor é um ato de esperança. É escolher o diálogo em vez da crítica e o vínculo em vez da distância. Como conclui Cris Poli, “a educação é uma parceria — e o respeito começa em casa.”


O fator humano: elo que promove sustentabilidade nos negócios pode se perder

Para além das práticas ambientais, empresas precisam investir em pessoas e tecnologia para garantir perenidade e vantagem competitiva, aponta Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, detentora do Pandapé

 

Quando se fala em sustentabilidade nos negócios, o imaginário corporativo ainda se volta com frequência para metas ambientais, como redução da pegada de carbono ou economia de recursos naturais. Mas, segundo especialistas em gestão de pessoas, a equação da perenidade vai além da pauta ambiental: ela começa com gente. 

De acordo com Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, detentora do Pandapé, a sustentabilidade de um negócio só é possível quando a empresa consegue atrair, desenvolver e reter bons colaboradores. “Companhias que não cuidam de seus talentos podem até prosperar no curto prazo, mas terão dificuldades em sem e se sustentarem em ciclos mais longos”, afirma. 

O argumento é reforçado por uma mudança estrutural no mercado de trabalho. A competição por profissionais qualificados está mais acirrada, enquanto as novas gerações priorizam empresas que entregam propósito, bem-estar e oportunidades reais de crescimento. Para Suzuki, ignorar esses fatores é colocar em risco não apenas o capital humano, mas também a própria relevância do negócio. 

“O tripé da sustentabilidade organizacional passa por pessoas, processos e tecnologia. Se a empresa não garante um ambiente saudável e produtivo, ela não consegue inovar nem atender às pressões externas de mercado e sociedade”, explica a executiva. 

Nesse cenário, ferramentas tecnológicas se consolidam como pilares estratégicos para impulsionar a performance organizacional. O Pandapé, software de recrutamento e seleção líder na América Latina, é um exemplo de destaque: com uma plataforma robusta e intuitiva, ele integra dados de todo o processo seletivo, otimizando a atração e a contratação de talentos com base em indicadores precisos. Além disso, o mercado vem incorporando soluções complementares voltadas ao engajamento e desenvolvimento de colaboradores, ampliando a capacidade de tomada de decisão orientada por dados concretos. 

“Sustentabilidade também significa eficiência. Ao usar tecnologia para mapear habilidades, identificar lacunas e reduzir turnover, o RH consegue alinhar gestão de pessoas à estratégia de longo prazo da empresa”, avalia Suzuki.
 

Consistência

Para ela, a sustentabilidade dos negócios depende de culturas organizacionais consistentes. “Não existe sustentabilidade sem confiança e segurança psicológica. O colaborador precisa sentir que é valorizado”, diz. 

Patricia também ressalta que investir em colaboradores é um caminho de mão dupla: fortalece o employer branding e, ao mesmo tempo, reduz riscos de alta rotatividade e perda de capital intelectual. “Quando se fala em ESG, muitas vezes o S — de social — é um dos menos priorizados. É aí que entram as políticas de atração e retenção de talentos: sem gente, não há negócio sustentável”, complementa. 

Na visão da executiva, a sustentabilidade empresarial do futuro será definida pela qualidade das relações de trabalho. “Processos podem ser copiados, tecnologia pode ser adquirida, mas as pessoas são únicas. Se a empresa não cuida delas, dificilmente vai conseguir sustentar sua relevância no longo prazo”, conclui. 

Para o mercado, a mensagem é clara: sustentabilidade empresarial não é apenas um compromisso ambiental ou de governança, começa com a valorização de quem está no centro de toda estratégia: os colaboradores.

 

Enem 2025: 7 erros que mais atrapalham os candidatos na reta final e como evitá-los

Diretor explica que improviso não funciona no exame, constância, leitura crítica e organização são fatores decisivos

 

O Enem 2025 será aplicado nos dias 9 e 16 de novembro e deve reunir mais de 4,8 milhões de candidatos em todo o país. A prova, que abre as portas para universidades federais, estaduais e privadas, exige muito mais do que conhecimento acumulado: pede preparo emocional, resistência física e, sobretudo, estratégia. 

Na reta final, o desafio não é aprender tudo de uma vez, mas consolidar a rotina de estudo construída ao longo do ano. Para Jonas Stanley, diretor do PB Colégio e Curso Tijuca e Barra da Tijuca, esse é o ponto-chave para quem está a semanas do exame. 

“Quem já vem estudando desde a 1ª Série do Ensino Médio, com disciplina e constância, chega à reta final apenas para fazer ajustes finos. O Enem não premia improviso: premia quem cultivou uma rotina diária, quem foi consistente. O estudo é um hábito, não uma maratona de última hora”, afirma o diretor que acredita que um dos grandes erros é acreditar que basta acumular horas de estudo às vésperas da prova: 

“O estudante que vira noites, faz resumos sem critério e esquece de descansar acredita que está ganhando tempo, mas na verdade está comprometendo sua concentração. A prova é longa, exige raciocínio e resistência. Chegar esgotado é um risco enorme.” 

Outro ponto crítico, destaca o diretor, é a negligência com a redação, que vale 1000 pontos. 

“Muitos deixam de escrever justamente na reta final, mas a redação exige treino constante. É preciso praticar a argumentação, saber sustentar ideias e propor soluções. Essa habilidade só vem com prática semanal e com leitura crítica de diferentes fontes”, reforça Jonas Stanley, que traz os 7 erros comuns na reta final do Enem:

  1. Virar noites de estudo – o cansaço derruba a concentração.
  2. Abandonar a rotina de revisão – revisar é mais eficiente que acumular resumos.
  3. Negligenciar a Redação – treino de escrita é fundamental até a última semana.
  4. Descuidar da alimentação – má nutrição compromete foco e energia.
  5. Ignorar os horários de sono – dormir bem é essencial para fixar conteúdos.
  6. Abrir mão de todo lazer – pequenas pausas equilibram a mente, mas nada de virar a noite em festas.
  7. Estudar sem cronograma – falta de planejamento aumenta a ansiedade.

Stanley lembra que ler é outro diferencial que muitos subestimam.

“O aluno que lê muito, seja livros, jornais, reportagens, amplia repertório, desenvolve senso crítico e aprende a argumentar. O Enem pede isso: capacidade de dialogar com os temas, propor soluções e sustentar ideias com clareza. Esse repertório não se constrói em um mês, mas quem aproveita a reta final para intensificar a leitura ainda pode dar um salto de qualidade.”


Serviço — Enem 2025

Datas

  • 1º dia — 9 de novembro: Redação, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias.
  • 2º dia — 16 de novembro: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias.


O que levar

  • Documento oficial com foto
  • Caneta esferográfica preta (corpo transparente)
  • Cartão de confirmação da inscrição
  • Água e lanche leve


Horários

  • Portões abrem às 12h e fecham às 13h (horário de Brasília)
  • Prova começa às 13h30


Para Stanley, evitar erros previsíveis é tão importante quanto revisar conteúdos. 

“O aluno que chega ao Enem equilibrado, descansado e confiante transforma meses de dedicação em resultado. Mais do que decorar fórmulas, é a constância que garante aprovação”, conclui o diretor do PB Colégio e Curso.


Novo estudo mostra a importância estratégica do trabalho temporário para as empresas

Análise de dados realizada pela IntelliGente Consult revela crescimento no número de vagas temporárias no último trimestre de 2025 em um cenário de grande rotatividade no mercado de trabalho


De outubro a dezembro, mais de 500 mil vagas temporárias de empregos devem ser geradas no Brasil, indica estudo de mercado realizado pela IntelliGente Consult. A partir de análise de dados, a empresa de consultoria e mentoria especializada em estratégias, programas e projetos empresariais destaca que lojas e e-commerce, logística, distribuição e entrega, serviços de atendimento e alimentação, indústria de alimentos e brindes são os setores que respondem pelo maior volume de contratações. “O emprego temporário é uma força propulsora da economia, mas no cenário atual representa uma solução estratégica para a sustentabilidade dos negócios, diante da grande rotatividade no mercado de trabalho”, afirma Aline Oliveira, diretora da IntelliGente Consult. A executiva observa ainda que as chances de efetivação deixaram de ser um desejo exclusivo do empregado temporário. “Hoje em dia, as empresas avaliam que o desempenho profissional precisa, necessariamente, alinhar-se à cultura organizacional, o que proporciona contratações mais assertivas com redução do turnover.”

O trabalho temporário é regulamentado pela Lei nº 6.019/1974. A norma foi atualizada pela Lei nº 13.429/2017 e pelo Decreto nº 10.060/2019. Profissionais contratados por este regime têm assegurados direitos trabalhistas como jornada definida, remuneração proporcional, FGTS, INSS, adicional noturno, horas extras, férias e 13º salário proporcionais.

No último trimestre do ano, dois eventos importantes, Black Friday e Natal, vão impulsionar as contratações temporárias. Em 2024, foram geradas aproximadamente 497 mil vagas no território nacional. Somente no varejo, o período do Natal abriu mais de 98 mil postos no ano passado. De acordo com a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), o setor tende a manter a boa performance também em 2025, não apenas no varejo, mas também em operações de serviços.

Principal polo de empregos temporários do País, o Estado de São Paulo deve registrar leve alta nas contratações temporárias do quarto trimestre. “No estudo de mercado que realizamos a partir da avaliação de dados oficiais e levantamentos de entidades representativas, são esperadas entre 30 mil e 35 mil novas posições, em parte temporárias, em parte celetistas, o que é muito coerente com a perspectiva de mais de 500 mil vagas em todo o Brasil até o final do ano”, diz Aline Oliveira.

A taxa de efetivação de trabalhadores temporários também é contemplada no estudo de mercado. CEO da IntelliGente Consult, Fernanda Toledo destaca que o índice projetado de profissionais efetivados em 2025 deve avançar, chegando a 30% em segmentos com escassez de mão de obra. “A título de comparação, em 2023 a parcela de colaboradores contratados efetivamente chegou a 22%”, pontua.

O processo de efetivação, segundo as executivas da IntelliGente Consult, torna-se mais relevante a partir de boas práticas das empresas. “Na contratação temporária, é desejável que ainda no processo seletivo os critérios de hard e soft skills estejam bem definidos”, indica Fernanda Toledo. De acordo com Aline Oliveira, entre outras medidas a avaliação 360 quinzenal é importante para dar transparência e visibilidade do que conta para a efetivação. “Antes do Natal e Ano-Novo, a oferta antecipada de vagas permanentes para top performers é algo que reduz perda de talentos para os concorrentes”, destaca a diretora.

A sustentabilidade dos negócios a partir do trabalho temporário encontra ressonância no conceito ESG. Sob o aspecto econômico, “suaviza o ciclo de caixa” e evita overstaffing, ou excesso de pessoal. “A contratação on-demand para períodos de pico, como Black Friday e Natal, reduz ociosidade e custos fixos em janeiro e fevereiro”, reforça Fernanda Toledo.

Na questão social, há ampliação da empregabilidade para quem espera a primeira oportunidade no mercado e também para o profissional que retorna ao trabalho ou busca complementar a renda. “Até 30% dos trabalhadores consideram a vaga temporária como porta de entrada para o mercado”, diz Aline Oliveira.

No quesito governança, o planejamento de força de trabalho, segundo as executivas, com metas, métricas e compliance, contribui para reduzir riscos trabalhistas e ampliar os critérios de transparência da empresa.

 

Região de Campinas

No último trimestre de 2025, a tendência de crescimento no número de empregos temporários deve se manter na Região Metropolitana de Campinas. “Referências confiáveis nos levam a projetar uma leve alta de aproximadamente 5% nas vagas de fim de ano, com a cidade de Campinas respondendo com 47% dos postos”, afirma Fernanda Toledo.

Segundo o estudo de mercado da IntelliGente Consult, a indústria, o comércio e o setor de serviços são os principais motores da geração de vagas temporárias na região de Campinas.

Somente no Natal, a previsão é de que a RMC responda por R$ 7,3 bi em compras, consumo e serviços.

“Mais que nunca, o trabalho temporário deve receber por parte das empresas o tratamento de uma estratégia estruturada de gestão capaz de identificar e reter talentos alinhados com a cultura organizacional”, conclui Aline Oliveira.


Investir em jovens periféricos é investir no futuro da diversidade

Muito se fala sobre a Geração Z, mas pouco sobre a realidade dos jovens periféricos do Brasil, que representam mais de 23% da população e vivem majoritariamente nas classes C, D e E. Esses jovens sonham em crescer, trabalhar e conquistar autonomia, mas enfrentam barreiras que se repetem geração após geração: escolas que não preparam para o mundo do trabalho, empresas que exigem experiência para o primeiro emprego, discriminação por território e classe e a ausência de políticas efetivas de transição entre educação e trabalho. 

Discutir diversidade sem falar da inclusão produtiva de jovens é enxergar apenas a superfície do problema. A base de equipes diversas e inovadoras não está na contratação em si, mas no acesso prévio ao aprendizado e às oportunidades que tornam o emprego possível. 

O estudo “Jovens Periféricos no Mercado de Trabalho Brasileiro”, realizado pelo IOS em parceria com a consultoria Santo Caos, mostra o tamanho do desafio. Embora a Lei da Aprendizagem, que completa 25 anos em 2025, determine que empresas de médio e grande portes contratem entre 5% e 15% de aprendizes, 80% das companhias ainda não cumprem essa obrigação. Em 2024, um quarto das empresas fiscalizadas sequer possuía um aprendiz contratado. Essa lacuna vai além do descumprimento legal: representa uma barreira concreta para que jovens, especialmente os que vivem nas periferias, tenham acesso ao mercado formal. 

Não por acaso, 84% dos jovens periféricos acreditam que morar na periferia reduz suas chances de contratação e 59% não se sentem seguros em relação ao futuro profissional. O recado é claro: esses jovens sabem que partem de um ponto de desigualdade estrutural e cabe às empresas e à sociedade criar caminhos reais de equidade. 

Há, no entanto, soluções e resultados que mostram que a transformação é possível. Há 27 anos, o IOS atua como ponte entre formação, empregabilidade e inclusão produtiva. A instituição oferece cursos gratuitos em tecnologia, administração, gestão e desenvolvimento socioemocional, aliados a apoio psicossocial, mentoria, trilhas de empregabilidade e conexão direta com empresas parceiras. 

Em 2024, 1.800 jovens concluíram a formação no IOS e 1.407 conquistaram emprego formal: 739 como aprendizes, 519 com contrato CLT e 149 como estagiários. Mais da metade desse público é formado por pessoas negras (56%) e mulheres (55%), o que comprova que investir em jovens é também investir na diversidade racial e de gênero dentro das empresas. 

O impacto vai muito além da contratação: os jovens empregados tiveram aumento médio de 59% na renda familiar, a evasão escolar caiu 10 pontos percentuais nos últimos três anos e a circulação de renda gerada por eles já movimenta mais de R$ 22 milhões ao ano na economia brasileira. 

Esses resultados deixam claro que investir em jovens não é caridade, é estratégia de negócios. A pesquisa mostra que três em cada quatro jovens periféricos que tiveram experiência formal começaram a trabalhar antes da maioridade. Quanto antes as empresas se conectam a esse talento, maior é a possibilidade de moldar competências, valores e visão de carreira alinhados à sua cultura organizacional. 

O futuro do trabalho será cada vez mais digital, inclusivo e interconectado. Empresas que não se anteciparem na formação e contratação de jovens diversos não estarão apenas atrasadas em suas metas de diversidade ou ESG, mas também menos preparadas para inovar e competir. 

No IOS, seguimos acreditando que diversidade de verdade começa com oportunidade. Mas, para que essa oportunidade seja ampla e acessível, precisamos que mais empresas deixem de tratar a inclusão como discurso e passem a tratá-la como ação contínua e estratégica. Afinal, investir em jovens periféricos é investir no futuro, e um futuro mais justo, inovador e competitivo só se constrói agora.

 

Marcela Zitune - superintendente do Instituto da Oportunidade Social (IOS)


Química no Enem: saiba o que cai na prova e dicas para gabaritar

Professores explicam a importância da disciplina, habilidades exigidas no exame, principais temas recorrentes e estratégias de estudo para a reta final


A química aparece na prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), contando com cerca de 13 a 15 questões. É uma disciplina distante do dia a dia das pessoas comuns, e considerada difícil por parte dos estudantes, mas fundamental para aqueles que desejam usar a nota do exame para acessar a universidade ou bolsas de estudos.

“A química é a ciência que estuda a composição, transformação e propriedades da matéria, servindo de base para áreas como saúde, meio ambiente e tecnologia”, diz Felipe Silva, docente da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo/SP. “Hoje, mais do que decorar fórmulas, entende-se a química como ferramenta para resolver problemas reais, como tratamento de água e desenvolvimento de novos materiais”, afirma o professor.

Segundo o docente da Aubrick, as maiores barreiras encontradas pelos estudantes no Enem quando se trata da química são a linguagem simbólica (fórmulas e equações), a interpretação de textos e gráficos e o volume de conteúdos interligados, que exigem raciocínio lógico e conexão entre diferentes tópicos.



Habilidades cobradas e estrutura das questões
 

As perguntas de Química no Enem são em sua maioria contextualizadas: apresentam um problema real com dados compilados em tabelas, gráficos, ilustrações e diagramas e exigem que o aluno interprete informações e aplique conceitos para chegar à resposta correta.

“Espera-se do estudante a capacidade de interpretação crítica para identificar premissas e variáveis, além do domínio de cálculos básicos, raciocínio lógico e proporcional e análise de dados quantitativos e qualitativos”, explica Hendrik Dillan, professor da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri/SP. “Além de memorização, são avaliadas habilidades cognitivas de alto grau como resolução de problemas, análise de dados, argumentação e pensamento sistêmico”, reforça.


 

Os 10 temas mais recorrentes de química no Enem
 


Embora o Enem diversifique os temas a cada edição, alguns conteúdos são recorrentes. A docente do Brazilian International School - BIS, de São Paulo/SP, Jaqueline Jeremias, elenca abaixo 10 temas que costumam ter mais incidência na prova.

  1. Funções inorgânicas: identificação e propriedades de ácidos, bases, sais e óxidos;
  2. Estequiometria: cálculos de reagentes e produtos em reações químicas;
  3. Óxidos e ligação química: tipos de ligações e suas influências nas propriedades das substâncias;
  4. Ácidos e bases: Escala de pH, reações de neutralização de Arrhenius e Bronsted-Lowry;
  5. Química orgânica básica: funções orgânicas (álcoois, ésteres, carboidratos) e nomenclatura;
  6. Termoquímica: entalpia, calor de reação e aplicação em processos energéticos;
  7. Equilíbrio químico: constantes de equilíbrio e deslocamento de Le Châtelier;
  8. Soluções e concentrações: preparo de soluções, concentração em massa e molaridade;
  9. Físico-química de gases: leis dos gases ideais e transformações gasosas;
  10. Eletroquímica: pilhas, eletrólise e aplicações tecnológicas.

“Esses temas são recorrentes porque reúnem os fundamentos da química que ajudam o estudante a interpretar situações do cotidiano, questões ambientais, processos industriais e até temas interdisciplinares com biologia e física. Por isso, dominar esses conteúdos aumenta significativamente as chances de um bom desempenho no Enem”, explica a professora do BIS.
 

Dicas para a reta final antes da prova


Na reta final, foco e estratégia fazem diferença. Victor Abrão, docente do colégio Progresso Bilíngue, de Santos/SP, elenca as recomendações abaixo para ajudar os candidatos nos estudos: 

Resolva provas antigas e simulados: cronometrar o tempo de prova real ao fazer simulações ajuda o aluno a ganhar agilidade e acostumar-se ao estilo das questões;

Crie mapas mentais e quadros-resumo: agrupando conceitos, fórmulas e reações-chaves, o cérebro fixa melhor o conteúdo;

Pratique exercícios de interpretação: foque em gráficos, tabelas e textos para fortalecer a leitura crítica;

Estabeleça um ciclo de revisão: revisite cada tema em intervalos regulares para fixar conteúdos de forma espaçada;

Estude em grupo: discutir dúvidas e explicar conceitos com outros estudantes acelera a consolidação do aprendizado.

“Mais do que estudar por muitas horas, o que faz a diferença nessa fase é a qualidade da revisão. Ter um plano estruturado, revisar de forma ativa e manter a tranquilidade são atitudes que potencializam o desempenho e ajudam o estudante a chegar mais confiante no dia da prova”, afirma o docente do colégio Progresso Bilíngue.
 

O Enem

A prova foi criada pelo Ministério da Educação em 1998, para avaliar o desempenho dos estudantes brasileiros ao final da educação básica. Com o passar dos anos, o Enem teve sua metodologia aperfeiçoada e atualmente é requisito obrigatório para acesso a programas educacionais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Este ano, as provas serão aplicadas nos dias 09 e 16 de novembro, dois domingos seguidos. No primeiro dia de prova, os alunos realizarão as questões das áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (compreende Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira/Inglês ou Espanhol, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação) e Redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias (compreende História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

No segundo dia, as provas serão de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (compreende Química, Física e Biologia) e Matemática e suas Tecnologias. O certame registrou mais de 5,5 milhões de inscrições, de acordo com o Ministério da Educação – número que supera a edição anterior de 2024, com aumento de 8% no número de inscritos.


Felipe Franco - formado em Química Licenciatura e Bacharelado pela USP e trabalha há 15 anos em cursos pré-vestibulares com preparação para o Enem

Jaqueline Jeremias - Formou-se como melhor aluna do curso de química da sua turma da USP e possui pós-graduação em gestão escolar pela PUC-SP. Já lecionou química, prática científica e projeto de vida. Tem formação de educadora maker, participou de congressos como escola parceira da UNESCO (rede PEA) e tem experiência com edição de material didático, preparação e organização de olimpíadas científicas e gravação de aulas em estúdio. Hoje, trabalha com o currículo nacional (BNCC) com educação bilíngue em escolas internacionais.

Hendrik Dillan Ferreira Ribeiro - professor de química e ciências da natureza na Escola Internacional de Alphaville. É licenciado em Química pela Universidade de São Paulo (USP). Possui experiência em diferentes instituições de ensino, atuando na educação básica com currículos nacionais e internacionais (BNCC, IB-MYP e IB-Diploma). Foi premiado com o Lavoisier, oferecido pelo CRQ/SP; e é medalhista da OBMEP. Interessado em práticas pedagógicas inovadoras, sustentabilidade, ciência e ética, dedica sua trajetória a inspirar estudantes por meio da investigação científica e do desenvolvimento crítico e responsável.

Victor Abrão de Araujo - possui graduação em Química pela UNESP e mestrado em Química pela UNICAMP. É professor do Colégio Progresso Bilíngue, em Santos-SP.


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