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sexta-feira, 26 de abril de 2024

Últimos dias para indicação de cursos superiores pelo Provão Paulista

 

Foto: Roberto Sungi

Jovens classificados no exame, que concluíram o Ensino Médio no ano passado, devem indicar opções até segunda-feira (29); ao todo, são 5.109 vagas para as Fatecs e 2.610 para a Univesp 

Jovens classificados no exame, que concluíram o Ensino Médio no ano passado, devem indicar opções até segunda-feira (29); ao todo, são 5.109 vagas para as Fatecs e 2.610 para a Univesp

 

Termina na segunda-feira (29), o prazo para estudantes classificados pelo Provão Paulista indicarem os cursos superiores de preferência para concorrer a uma vaga com ingresso no segundo semestre de 2024. Ao todo, são 7.719 vagas, distribuídas entre as Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs) e a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). Os participantes do exame que concluíram o Ensino Médio da rede pública em 2023 devem fazer a escolha pelo site provaopaulistaseriado.vunesp.com.br.

As Fatecs disponibilizam nesta etapa do Provão Paulista 5.109 vagas, em 92 formações diferentes, de variadas áreas do conhecimento, em todas as regiões do Estado. Os cursos são estrategicamente direcionados para atender à vocação econômica de cada localidade, em setores como gestão de negócios, tecnologia da informação, infraestrutura, meio ambiente, indústria 4.0 e assim por diante.

Entre os exemplos estão Alimentos, nas Fatecs Marília e Piracicaba; Big Data no Agronegócio, nas Fatecs Pompeia e Bebedouro; Gestão Portuária, na Fatec Baixada Santista; Projetos de Estruturas Aeronáuticas, na Fatec São José dos Campos; e muitos outros. As novidades deste semestre para o Provão são dois novos cursos na Fatec São Paulo: Paisagismo e Jardinagem, além de Produção Cultural. A Fatec Votorantim também abriu vagas para a nova formação em Ciência de Dados para Negócios. Veja cronograma e relação de cursos

 

A alta empregabilidade é uma das vantagens da graduação tecnológica. Mais de 91% dos estudantes das Fatecs estão empregados em até um ano após a conclusão do curso. “O tecnólogo desenvolve competências e habilidades para melhorar os processos de gestão e inovação tecnológica, com o uso ou criação de novas tecnologias na solução de problemas complexos”, afirma o coordenador de Ensino Superior de Graduação do CPS, Rafael Ferreira Alves. Segundo ele, existe uma procura grande por profissionais formados pelas Fatecs porque as empresas sabem que vão contar com pessoas de perfil criativo e empreendedor”, ressalta.

As Fatecs organizarão quatro chamadas de matrículas para os candidatos aprovados. A primeira chamada ocorrerá entre os dias 6 e 8 de maio. A segunda, nos dias 13 e 15 de maio. A terceira, entre 20 e 22 de maio, e a quarta, entre 27 e 29 de maio.

Univesp

Estudantes classificados para a Univesp, que já registraram a opção de curso no ano passado, podem modificar a preferência. Por exemplo, se o aluno deseja cursar Letras, é preciso optar pelo eixo de Licenciaturas e, na fase de matrículas, informar à universidade a opção pela graduação em Letras. É possível, ainda, que o estudante escolha o mesmo eixo, em três campi diferentes. São oferecidas 2.610 vagas em nove cursos: Letras, Matemática e Pedagogia (Eixo de Licenciatura), Ciência de Dados, Engenharia de Computação e Tecnologia da Informação (Eixo de Computação), e Administração, Engenharia de Produção e Tecnologia em Processos Gerenciais (Eixo de Negócios e Produção).

Provão Paulista

Implantado pelo Governo de São Paulo em 2023, o Provão Paulista Seriado funciona como porta de entrada de alunos do Ensino Médio da rede pública no Ensino Superior de instituições paulistas parceiras da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP): Fatecs, Univesp, Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nesta primeira edição, mais de 15 mil vagas foram abertas, com ingresso dividido entre o primeiro e o segundo semestre de 2024.

Vestibular das Fatecs

Apesar de facilitar o ingresso em um curso superior gratuito, o Provão Paulista não exclui a possibilidade de os estudantes interessados também participarem do Vestibular das Fatecs, aumentando as chances de conseguir uma vaga no Ensino Superior. As inscrições para o Vestibular do segundo semestre de 2024 estão abertas e podem ser feitas até as 15 horas do dia 7 de junho pelo site www.vestibularfatec.com.br.



Centro Paula Souza


Conceito de felicidade corporativa se consolida como estratégia de negócio

Multinacional finlandesa Valmet adota o conceito de felicidade corporativa em suas operações, promovendo orientações psicológica, financeira, de saúde e social para mais de 1.100 colaboradores na América do Sul

 

De acordo com um estudo da Harvard Business Review, a felicidade impacta diretamente a produtividade, eficiência e inovação de uma empresa. O levantamento apontou que colaboradores satisfeitos são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. É evidente que funcionários motivados tendem a ser mais engajados e colaborativos com suas equipes, proporcionando benefícios diretos e indiretos para a empresa.

A adoção da felicidade como um indicador ganha cada vez mais espaço nas empresas ao redor do mundo, e seu uso tende a crescer nos próximos anos. Prova disso é a ascensão do Brasil no World Happiness Report, que subiu da 49.ª para a 44.ª posição no ranking mundial, reforçando a crença dos brasileiros de que a felicidade está diretamente conectada ao sucesso empresarial, à produtividade e à transformação do ambiente de trabalho. Ainda, a Finlândia, país de origem da multinacional, foi considerado, pelo sétimo ano consecutivo, o país mais feliz do mundo segundo relatório da ONU. A Valmet, líder mundial no desenvolvimento, fornecimento e oferta de tecnologias de processo, automação e serviços nos setores de papel, celulose e energia, é um exemplo de empresa  que adotou o conceito de felicidade corporativa em suas operações e tem buscado constantes melhorias por meio da implementação de projetos voltados à saúde emocional, física, social e financeira de seus colaboradores. 

Em 2021, a empresa finlandesa anunciou na América do Sul o programa “Valmet Viva a Vida”, uma plataforma digital integrada de suporte que oferece orientação psicológica, financeira e de serviço social, confidencial e gratuita, para atender às necessidades dos colaboradores e seus familiares. “Alinhado ao nosso valor ‘Pessoas’, o programa foi implementado como suporte adicional aos nossos colaboradores e seus familiares”, ressalta a diretora de Recursos Humanos, Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Valmet na América do Sul, Flávia Vieira. 

No ano de 2023, a Valmet expandiu o programa Viva a Vida, inicialmente focado em suporte psicológico, financeiro e social, incorporando o monitoramento de saúde, atividades físicas e hábitos alimentares, resultando no lançamento do Viva a Vida + Saúde. “Este programa de saúde, extensivo aos familiares dos colaboradores, trouxe benefícios adicionais, como a inclusão de parceria com academias por meio de uma plataforma, bem como acompanhamento nutricional. Nossa proposta é manter equilíbrio entre a saúde física e emocional, orientando as pessoas a reconhecerem seu valor para a empresa e seu papel fundamental no bem-estar no ambiente de trabalho”, destaca Flávia. 

Apenas em 2023, 48,75% dos colaboradores da Valmet acessaram a plataforma do Programa Viva Vida para suporte psicológico, financeiro e social, ao passo que 47,9% dos funcionários utilizaram a plataforma + Saúde para agendamento de consultas e recomendação de tratamentos com profissionais especializados, oferecidos  gratuitamente pelo plano médico da companhia. “É importante esclarecer que nem os gestores nem o setor de RH têm acesso às informações declaradas na plataforma, garantindo total confidencialidade. Nosso objetivo é prevenir e apoiar nossos colaboradores em desafios, principalmente os relacionados a problemas emocionais”, complementa. 


Viva Vida + Saúde (Feliz), a ascensão dos multiplicadores da felicidade

A Valmet acaba de anunciar uma nova fase do programa Viva a Vida + Saúde (Feliz), agora voltado diretamente para o conceito de felicidade. “Serão formados grupos de multiplicadores de felicidade voluntários que irão instruir os colaboradores em temas como práticas saudáveis, trabalhos sociais e inteligência emocional. Esses multiplicadores serão treinados por meio de programas específicos para se conectar com seus colegas de trabalho, e o grupo será revisto e renovado anualmente”, explica Flávia. Este novo “braço” do programa de bem-estar, criado pelo departamento de Recursos Humanos da multinacional, visa promover boas práticas relacionadas à diversidade, ao employee value, à integração e ao equilíbrio físico e mental. 

“Entendemos que essa responsabilidade é de todos os colaboradores para garantir um ambiente de trabalho saudável, treinar gestores para oferecer apoio e acolhimento, disponibilizar recursos para que os colaboradores possam desenvolver bem suas atividades e proporcionar um reconhecimento adequado às funções que desempenham. Este novo programa, além de elevar a produtividade, atrair novos talentos, aumentar o valor agregado ao funcionário e o sentimento de pertencimento dos colaboradores à empresa”, detalha a diretora. 


Cultura organizacional enraizada: mais de 1.100 colaboradores reforçam boas práticas e tolerância zero a acidentes 

Com o objetivo de aprimorar sistematicamente a saúde e a segurança no trabalho, a Valmet implementou iniciativas estratégicas classificadas como must win. Prova disso foi que em 2023, todos os colaboradores da empresa, sem exceção, abriram registros para reforçar as boas práticas e/ou propor melhorias. “Isso denota como temos uma cultura organizacional enraizada, ao conseguir mobilizar mais de 1.100 colaboradores a engajar com a empresas, em prol de melhorias”, explica Flávia. 

Esse resultado reforça o vínculo entre a felicidade dos colaboradores e a segurança no trabalho. “Todos nós devemos nos orgulhar de como nosso compromisso de longo prazo com a saúde e a segurança em toda a organização resultou em melhorias reais e duradouras, nos aproximando cada vez mais da meta de zero danos”, finaliza Flávia. 


Valmet
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Dengue: gestão inadequada de resíduos sólidos pode contribuir para aumento do número de casos, aponta especialista

  Falta de coleta regular e descarte inadequado de materiais tornam ambientes favoráveis à reprodução do mosquito Aedes aegypti 

 

O Brasil já registrou mais de 1.300 mortes por dengue em 2024, como mostram os dados do Painel de Arboviroses, do Ministério da Saúde. Ao longo do ano, já foram listados mais de 3 milhões de casos prováveis da doença no país. 

O número de óbitos é o maior da série histórica, que teve início em 2000, superando o recorde anterior, alcançado em 2023, quando 1.179 pessoas morreram após contraírem a patologia. 

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que tem sua reprodução facilitada pelo acúmulo de água. Os resíduos descartados e armazenados em locais inadequados também podem colaborar para a proliferação do inseto transmissor, como aponta o especialista Guilherme Arruda, CEO da Vertown, empresa líder em soluções de gestão de resíduos e sustentabilidade. 

“A falta de coleta regular e o descarte indevido de resíduos contribuem para a criação de ambientes favoráveis à reprodução do mosquito transmissor da doença. Recentemente, um estudo publicado pela National Library of Medicine ressaltou a associação entre o gerenciamento inadequado de resíduos sólidos e o aumento dos casos de dengue”, afirma Arruda. 

O especialista explica que no Brasil ainda existem pontos de melhoria quando o assunto é gestão de resíduos. “Uma pesquisa realizada em cinco capitais brasileiras, em 2020, mostrou que os dias de Carnaval resultaram, na época, em cerca de 3,5 mil toneladas de resíduos nas ruas, o que, sem dúvidas, proporcionou ambientes propícios para a proliferação de insetos como o Aedes aegypti”. 

Nas últimas semanas, o Ministério da Saúde decidiu investir R1,5 bilhão na luta contra a doença. Além disso, oito estados e o Distrito Federal declararam situação de emergência, por conta do aumento do número de casos.

Segundo Arruda, é preciso que todos estejam engajados em evitar água parada e descarte inadequado de resíduos sólidos nos ambientes. “A conscientização da população sobre a relevância dessas práticas e o apoio governamental são fundamentais para proteger a saúde pública e promover ambientes mais saudáveis e sustentáveis”, conclui o CEO da Vertown.


Você tem medo da mudança?

Divulgação

Mudar nem sempre é fácil, mas abraçar uma nova oportunidade pode te fazer uma pessoa melhor.

 

A zona de conforto, o local em que muitos se encontram, se chama assim porque ela é muito confortável mesmo. Para sair dela, é necessária muita motivação, vontade de descobrir e coragem para se arriscar. Mudar é algo natural do ser humano, mas na verdade, nós somos programados para resistir. Nosso cérebro está constantemente tentando automatizar nossos comportamentos, para que seu trabalho de processamento seja concluído mais rapidamente, com mais eficácia e em um nível metabólico inferior. Quando estamos diante de um cenário de mudança e precisamos lidar com novas variáveis, isso exige um nível de conscientização e assimilação, que é lento, sujeito a erros e que consome muita energia mental. De uma forma bem simples, nossa mente interpreta a mudança como uma ameaça, algo que vai trazer sofrimento, gastar muita energia e nos diz: “fique bem longe disso!”.  

Para Leila Santos, coach e especialista em comportamento humano, aceitar o medo e sentir insegurança é um fenômeno natural de todo ser humano em relação ao novo. “Sair da zona de conforto e adaptar-se ao novo exige muita energia mental e física, portanto é importante dar mais atenção aos cuidados com a saúde durante esse momento. Estudos mostram que nosso corpo responde ao estresse como se tivesse sido atacado e nosso sistema imunológico tenta lutar contra o inimigo invisível como se fosse uma gripe. Isso significa que devemos fazer boas escolhas para fortalecer o nosso sistema imunológico: fazer atividade física, se alimentar adequadamente, dormir bem e fazer coisas que promovam o bem-estar”, reforça. 

Se a mudança na vida pessoal já traz muitos dilemas, na profissional os dilemas são ainda maiores. A ausência de interesse no trabalho e na profissão pode ser um sinal claro de que mudanças são necessárias. As mudanças no ambiente corporativo tem aumentado consideravelmente o número de insatisfeitos com o trabalho. De acordo com a Dra Britt Andreatta, autora do livro Programados para Resistir, 50% a 70% das iniciativas de mudanças organizacionais falham em grande parte pela falta de cuidado com a transição. “A maioria das empresas se concentra no processo estrutural da mudança: desenvolver um processo novo, implantar ou substituir um sistema, mas negligencia a transição, a resposta emocional das pessoas ao plano de mudança. Esta dimensão da mudança é emocional, reativa e envolve um processo de adaptação e ajustes de comportamento. Podemos dizer que implementar uma mudança sem cuidar da transição seria a mesma coisa que  levar um barco de um ponto a outro sem a tripulação e passageiros”, explica Leila. 

O sucesso de uma mudança organizacional depende de um planejamento estratégico, tático e operacional bem alinhados e que levem em conta os elementos essenciais para uma transição bem sucedida. Com isso em mente, orquestrar as diferentes iniciativas em andamento na empresa, pode evitar ou minimizar o que é chamado de fadiga da mudança. “De acordo com a Dra Janet Fitzell a fadiga da mudança ocorre quando as pessoas se sentem impotentes e quando o ambiente de trabalho parece ter se tornado uma iniciativa de mudança interminável. A liderança das empresas precisa reconhecer o efeito desgastante que a mudança tem sobre os funcionários e como essa exaustão pode diminuir a produtividade, reduzir o engajamento e aumentar as demissões voluntárias”, reforça. 

Seja ativo na mudança: informe-se, faça perguntas, encontre um propósito dentro do processo, olhe para além do momento atual e investigue possíveis ganhos futuros. Tenha parceiros, faça alianças e peça ajuda. Nunca estamos sós!

 

Leila Santos - Consultora de empresas e coach de líderes há mais de 20 anos, atende clientes com renome no mercado como Grupo WLM, L’Occitane, Grupo Boticário, Sephora, Itaú, Biolab, Pfizer, Roche, Astellas, Ache, AstraZeneca, Farmoquímica, Fitec, Pierre Fabre, Uni2, Gencos, dentre outras. Com pós-graduação em Gestão de Empresas e Neurociência aplicada ao desenvolvimento de pessoas, a profissional se dedica a potencializar o desenvolvimento e performance de pessoas e organizações através de programas de liderança, coaching e gestão de cultura organizacional.


Regulamentação da Reforma Tributária é entregue ao Congresso Nacional. Saiba o que muda para os pequenos negócios

Redução da quantidade de impostos e de valores de taxação, cashback para os mais pobres e mais empregos são alguns dos pontos previstos no projeto de lei entregue nesta quarta-feira (24)


O primeiro texto de Projeto de Lei Complementar que ajudará a regulamentar a Reforma Tributária, aprovada no Congresso Nacional no fim de 2023 após mais de duas décadas de discussão, foi entregue, nesta quarta-feira (24), aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. As matérias serão avaliadas e votadas pelas duas casas antes da sanção presidencial. O objetivo é votar os projetos ainda no primeiro semestre, antes das eleições municipais deste ano.

“A Reforma Tributária significa um processo revolucionário na vida e na economia do povo brasileiro. Estas leis complementares estão fazendo com que várias legislações que não têm mais ambiente com o processo econômico moderno possam ser tiradas do marco regulatório do processo tributário brasileiro para permitir desonerações fundamentais. A regulação impactará na economia, nas exportações, nos novos investimentos, para tornar o Brasil moderno e atrativo, para poder dar esse salto importante”, destacou o presidente do Sebrae, Décio Lima.

“Desse modo, a regulamentação vai trazer um oxigênio sem igual para as atividades imperativas da distribuição de renda, da melhoria dos preços, permitindo ao povo brasileiro consumir, comprar alimentos e ter um pouco mais de qualidade de vida. É um verdadeiro processo que revoluciona o nosso país e nos coloca, sobretudo, na vanguarda”, completou o presidente do Sebrae.

Décio Lima destacou ainda a importância do feito para a vida dos mais pobres e dos pequenos negócios. “Vai aquecer e alavancar a economia, tirar o Brasil rapidamente do Mapa da Fome e gerar entregas. Portanto, é um grande acontecimento do governo do presidente Lula e Geraldo Alckmin, principalmente para o segmento a que pertencemos, que são os micros e os pequenos empreendedores do Brasil”, ressaltou.

O texto do Projeto de Lei entregue ao Congresso detalha as características do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) a ser implementado pela Reforma Tributária, que incidirá sobre bens e serviços em substituição a três tributos federais (PIS, Cofins e IPI), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS).  O projeto define normais gerais do IBS e da CBS, como fato gerador (operação que enseja a incidência do tributo), local da operação, base de cálculo, alíquotas, pagamento e não cumulatividade, assim como regras relacionadas à incidência dos tributos sobre importações, à imunidade das exportações e a seu modelo operacional. A Lei Geral torna realidade, também, mecanismos como a devolução personalizada (cashback) do IBS e da CBS para famílias de baixa renda e a Cesta Básica Nacional de Alimentos, além dos regimes específicos e regimes diferenciados previstos na Emenda à Constituição 132, promulgada no fim do ano passado.  


Microempreendedores Individuais

Durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (25), entre os diversos temas que a Reforma propõe, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que o valor dos impostos pagos na Guia de Recolhimento Mensal do Microempreendedor Individual (DAS-MEI) deve diminuir ao fim da transição. “O contribuinte vai calcular o IBS através do Simples Nacional, como microempreendedor individual, e pagar R$3. Hoje ele paga R$1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) ou R$5 de ISS (Imposto Sobre Serviços)”, apontou. A contribuição previdenciária não será modificada.


Cashback

O Consumo das famílias mais pobres também deve ser afetado pela Reforma Tributária. De acordo com o Ministério da Fazenda, o cashback (devolução de imposto pago) terá o potencial de beneficiar 28,8 milhões de famílias de baixa renda, totalizando 73 milhões de pessoas. Terão direito à devolução as famílias que ganham até meio salário-mínimo (atualmente R$ 706) por pessoa, incluídas no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico). O mecanismo começaria a valer em 2027 para a CBS, parte federal, e em 2029 para o IBS, parte de estados e municípios.


Boleto parcelado ajuda a dobrar faturamento de infoprodutos

 Segundo CEO da TMB Educação, é preciso oferecer a alternativa para não perder vendas


Infoprodutos são a bola da vez. Com baixo custo de produção, simples distribuição e um universo para escalar, são muitas as oportunidades para quem quer compartilhar conhecimento através de cursos, palestras, ebooks e outras opções. 

Segundo Reinaldo Boesso, especialista financeiro e CEO da TMB Educação, fintech que oferece a possibilidade de pagamentos parcelados por meio de boletos bancários, no Brasil, apenas em 2023, mais de 20 milhões de pessoas compraram algum produto digital, segundo dados da Hotmart. “São muitas as alternativas para quem compra e muitas as oportunidades para quem vende. Só é preciso lembrar que, ao vender, o infoprodutor tem que pensar nas facilidades de pagamento para o público-alvo”, orienta. 

De acordo com o especialista, é possível dobrar o faturamento do negócio digital com o oferecimento de boleto parcelado. “O limite médio do brasileiro no cartão de crédito é de R$ 1400 e 80% das pessoas deixam de comprar na internet por falta de limite. Nesse cenário, o boleto parcelado surge como uma ótima alternativa para quem não perder vendas”, afirma. 

Reinaldo explica que o investimento em tráfego e compra de leads que é feito pelo infoprodutor ajuda a atingir pessoas que querem o produto, mas que, muitas vezes, não o compram por causa da forma de pagamento. “É aí que entra o boleto parcelado. Trata-se de uma solução para quem não consegue realizar a compra do produto à vista ou por cartão”, diz ele.

O executivo conta que diversos infoprodutores de peso costumam oferecer o boleto parcelado como opção de compra. Entre eles, Maíra Cardi, Pablo Marçal e Wendell Carvalho. “O nosso processo é baseado em análise de documento, análise antifraude, criação de contrato, controle de inadimplência e outros pontos, por isso o infoprodutor não precisa se preocupar com nada”, conta. 

Ele ressalta que oferecer boleto parcelado, além de simples, não requer fidelidade nem mensalidade. “Basta optar por colocar a ferramenta de pagamento à disposição do público e abrir as portas para vender o dobro do que venderia antes”, finaliza. 

 

Reinaldo Boesso - É CEO da TMB Educação, uma fintech especializada em crédito educacional, que tem como grande missão democratizar o conhecimento para transformar a economia através da educação. É formado em Análise de Sistema e possui pós-graduação em gestão empresarial e gestão de projetos. Também é especialista financeiro liderando times de M&A em fundos de investimento.



TMB - fintech que atua com inteligência de crédito
site
@tmbeducacao


Liberdade política sem liberdade econômica é ilusão

O filósofo, cientista político e escritor norte-americano John Kenneth Galbraith (1908-2006), um dos mais influentes economistas liberais do Século XX, imortalizou um pensamento que merece ser revivido no Brasil de hoje. Escreveu Galbraith: “Nada mais eficaz para limitar a liberdade, incluindo a liberdade de expressão, como a total falta de dinheiro”.

Cabe, então, uma reflexão que começa pela liberdade econômica do cidadão brasileiro com base no Index – Economic Freedom, da Heritage Foundation e The Wall Street Journal, de 2023.

Esse estudo englobou 186 países e avaliou o Estado de Direito, o tamanho do governo, a eficiência regulatória e os mercados financeiros. O resultado foi vexatório para o Brasil, que amargou a 127ª posição, bem atrás do Chile, do Uruguai, do Paraguai e da Rússia (125ª).

Analisemos, agora, a questão da liberdade de expressão. De acordo com o Relatório Anual sobre Liberdade de Expressão no Mundo, produzido pela organização não-governamental Artigo 19, sediada em Londres e com atuação na defesa e promoção dos direitos à liberdade de expressão e de acesso à informação, também nesse quesito o Brasil ocupa posição vergonhosa. Em 2022 ficou em 89º lugar entre 161 nações analisadas com base em 25 indicadores como liberdade de expressão geral, human score, liberdade de imprensa, liberdade de expressão de ativistas e fatores como violência policial contra civis, e assassinatos de ativistas de direitos humanos e de jornalistas onde há guerras, dentre outros.

Isso apesar de os direitos à liberdade de imprensa e à livre manifestação estarem previstos na Constituição Federal, mais precisamente no artigo 5º, que trata dos Direitos e Garantias Fundamentais, incisos IV, V, X, XIII e XIV, e no artigo 220, que trata da Comunicação Social, respectivamente.

No ranking mundial de 2023 produzido pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras com base na avaliação da organização de seus registros sobre liberdade de imprensa, o Brasil ficou com a 92ª colocação entre 180 países. Uma classificação muito ruim mesmo nas Américas. Exemplos do resultado nessa parte do mundo: Costa Rica (10º), Canadá (18º), Uruguai (20º), Chile (38º) Estados Unidos (45º), Argentina (52º) e Peru (88º).

A posição do Brasil somente é confortável perante o Brics, grupo de países emergentes que tem como objetivo a cooperação econômica e o desenvolvimento em conjunto. Nesse bloco, todas as demais nações têm desempenho pior: Índia (138º), Rússia (148º), Egito (161º), Irã (164º), Arábia Saudita (169º) e China (176º), todos países de regimes políticos com reconhecidos problemas no respeito aos direitos individuais.

O estudo desses dados insuspeitos conduz à necessária análise sobre a interdependência da liberdade econômica, da liberdade política e da liberdade de expressão. São valores fundamentais no estado democrático de direito e que não conseguem existir uns sem os outros. Quem prega o contrário está vendendo ilusões.

Cabe, então, uma pergunta: existe, de fato, liberdade política em um país onde 60,2% da população tem renda bruta mensal de até um salário-mínimo (ou R$1.412,00), que com os descontos previdenciários de 7,5% cai para R$1.306,10 líquidos/mês. Existe essa tal liberdade em um país no qual 12,6% de seus habitantes vivem na extrema pobreza, no qual 21% da população não tem nenhuma renda de trabalho e onde 36% dos jovens entre 18 e 24 anos de idade não trabalham nem estudam?

Nunca o Brasil esteve tão dividido entre direita e esquerda, entre os progressistas (especialmente do Sul) e os conservadores, e entre os donos do poder (donatários do Século XXI) e 92% da população (classes C, D e E - vassalos modernos, sem direitos, apenas com deveres e submetidos a todos os tipos de necessidade).

E isso, obviamente, não é nada bom. Em nada contribui para a construção do país que todos os brasileiros almejam, com mais justiça social, menos desigualdade, oportunidades para todas as classes sociais, desenvolvimento e qualidade de vida para a população.

Caminhamos na direção contrária das almejadas liberdade política, liberdade de expressão, liberdade de imprensa e liberdade econômica consolidadas e perenes.

Diante de tantas encruzilhadas, a estrada segura para o país está na ampla reforma política com ampla e efetiva participação da sociedade civil. Somente ela será capaz de reconduzir o Brasil na direção de uma sociedade livre, justa e solidária que hoje existe somente no artigo 3º da Constituição Federal de 1988, sem que ainda tenha a necessária concretude na vida de todos os 203 milhões de cidadãos deste país.

 

Samuel Hanan - engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br


Trabalhe com o que você ama

Headhunter e CEO da Prime Talent Executive Search, David Braga, discute a importância de buscar atividades que ofereçam desafios e um senso de propósito no dia-a-dia profissional. 

 

A expressão “O trabalho dignifica o homem” é amplamente conhecida. O verbo "dignificar" significa dar dignidade; enobrecer. Portanto, podemos perceber o papel crucial do trabalho nesse contexto. Seja por escolha ou pela necessidade de se adaptar a uma nova realidade no mercado de trabalho, é inegável que trabalhar não só proporciona sustento, mas também contribui para a saúde emocional e o bem-estar. Além disso, promove o sentimento de utilidade, realização pessoal e ajuda a construir autoconfiança. No entanto, trabalhar com o que se ama mobiliza uma série de outras habilidades humanas, como aponta David Braga, headhunter e CEO da Prime Talent Executive Search. 

Segundo Braga, está comprovado que quando amamos o que fazemos, acordamos animados e mais empenhados com as tarefas do dia. Nossa capacidade de gerenciamento e resolução de problemas se torna mais eficiente, e investimos energia com prazer para alcançar nossos objetivos. "É evidente a diferença entre um profissional que ama o que faz e outro que está insatisfeito com sua rotina. Enquanto um irradia empatia, liderança e entusiasmo, o outro procrastina, queixa-se constantemente e tem baixa produtividade", observa Braga. 

Nesse contexto, o headhunter sugere que profissionais insatisfeitos avaliem sua situação atual e onde desejam chegar na carreira. "A vida exige decisão e ação. Se você está em uma empresa que não te desafia, o que pode fazer para mudar isso? Qual sua responsabilidade nisso? É importante refletir se você se sente realizado e se encontra propósito em seu trabalho, considerando que a maior parte do seu dia é dedicada a atividades laborais", questiona Braga. 

De acordo com Braga, muitas pessoas, inclusive as mais experientes, têm buscado mais a realização profissional do que uma alta remuneração. Por isso, ele está sempre orientando os profissionais que o procuram como headhunter a refletirem se estão felizes com o que fazem atualmente. "Se a resposta for negativa, sugiro que busquem se planejar e se organizar para promover mudanças em suas rotinas. A vida está passando rápido demais e só temos está para viver. Não trabalhe com o que não te faz feliz", aconselha. 

Equilíbrio é fundamental. Para aqueles que amam o trabalho, Braga pondera que é importante buscar um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, além de outras esferas da vida. "Profissionais de sucesso organizam suas agendas para dar conta de todas as demandas, reconhecendo que a vida não se resume apenas ao trabalho e ao pagamento de contas. Ao trabalharmos com o que amamos, melhoramos nossas competências e habilidades. Diariamente somos desafiados e precisamos lidar com uma variedade de problemas e questões. É neste ambiente que aprendemos a lidar com a diversidade, tanto de pessoas quanto de ideias. Podemos então aplicar nossos conhecimentos, formações e habilidades técnicas e emocionais para mudar processos, melhorar sistemas e, sobretudo, impactar vidas. Que legado poderia ser mais significativo do que isso?" questiona Braga. 



David Braga - CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos, presente em 30 países, com 50 escritórios globalmente pela Agilium Group; É Conselheiro de Administração e Professor convidado pela Fundação Dom Cabral e Conselheiro da ABRH MG, ACMinas e ChildFund Brasil. Instagrams: @davidbraga | @prime.talent


Fluência em inglês se torna chave para o sucesso profissional em um mercado globalizado

 

Papel das instituições educacionais na preparação para um cenário internacional competitivo é essencial


A importância do domínio do inglês no mercado de trabalho atual transcende fronteiras e setores, tornando-se um diferencial competitivo essencial para profissionais em busca de oportunidades e ascensão na carreira. Em um cenário globalizado, onde as interações comerciais, tecnológicas e culturais ocorrem em uma escala internacional, a fluência em inglês abre portas para posições de destaque, possibilita a participação em projetos multinacionais e facilita a comunicação em um contexto diversificado.

 

Assim, instituições de ensino como a Fisk Santos desempenham um papel crucial na preparação de seus alunos, oferecendo recursos e metodologias inovadoras que visam não apenas o aprendizado da língua, mas também a sua aplicação prática no ambiente profissional.

 

Rafael Cunha, coordenador pedagógico da Fisk Santos, compartilha sua visão sobre o impacto do inglês nas carreiras dos profissionais, afirmando que “quem domina uma segunda língua sempre estará à frente e com vantagens de qualquer outro. O mercado atual procura pessoas com fluência e domínio da língua inglesa, e as oportunidades são vastas”.

 

Ele destaca ainda a valorização do inglês nos processos seletivos, mencionando que "hoje, o mercado é bilíngue e internacional. A língua que move o mundo dos negócios é o inglês. Muitos cargos que envolvem tecnologia, engenharia, marketing, turismo, e etc. necessitam de pessoas que se comuniquem, negociem em inglês".

 

Essa demanda reflete a necessidade de profissionais capazes de atuar em contextos globais, onde a comunicação eficaz em inglês pode significar a diferença entre o sucesso e a estagnação profissional.

 

Além das vantagens profissionais, Cunha salienta os benefícios pessoais do aprendizado de inglês, dizendo que "estudar uma segunda língua é quebrar barreiras e comunicar-se com o mundo. Ajuda a ter um melhor salário, dá acesso a uma melhor educação, permite conhecer e viajar ao redor do mundo”.

 

Ele também aborda os desafios enfrentados pelos alunos e como a Fisk Santos auxilia na superação desses obstáculos, através de "aulas interativas, acesso aos recursos digitais e as aulas extras sempre que quebramos esse obstáculo que muitos alunos têm”.

 

A adoção de tecnologias e metodologias inovadoras de ensino, como o material digital e a plataforma gamificada Cyber Fisk, facilita o aprendizado de maneira leve e eficaz, preparando os alunos para as exigências do mercado de trabalho, incluindo a obtenção de certificações internacionais como o MET (Michigan English Test).

 

Ao refletir sobre a trajetória de ex-alunos, Cunha relata casos de sucesso onde o domínio do inglês foi um fator decisivo para avanços significativos em suas carreiras, incluindo oportunidades internacionais e melhor qualificação profissional. 

 

Ele conclui com um conselho para aqueles hesitantes em investir no aprendizado da língua: "estudar inglês só vai te trazer experiências boas. Melhores oportunidades na vida, em viagens e diversas situações. Estudar uma segunda língua é um investimento, mas garanto que o retorno valerá muito a pena”.

 

Este panorama reforça a importância incontestável do inglês no desenvolvimento profissional e pessoal, evidenciando o papel vital de instituições como a Fisk Santos na preparação de indivíduos para um mercado de trabalho cada vez mais globalizado.

 

Fisk Santos

 

O cancelamento unilateral dos planos de saúde é legalmente possível?

Apesar de possível, a Jurista do CEUB considera a rescisão unilateral e sem motivo como abusiva, já que configura a potencial violação do princípio constitucional de proteção à vida
 

O caso da paciente de 102 anos Martha Zequetto Treco, que foi surpreendida por um e-mail cancelando a sua permanência no plano de saúde, acende um alerta. A senhora paga R$ 9.300 de mensalidade, é usuária desde 2009 e sofre com infecção bacteriana hospitalar resistente que demanda antibióticos aplicados de forma intravenosa. A idosa também enfrenta dificuldades para engolir, se locomover e está com um tumor na mama. Daniella Torres, professora de Direito e especialista em Direito Médico do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica o que pode levar ao cancelamento unilateral por parte das operadoras de saúde e como a legislação brasileira vigora nesses casos. 

Segundo Daniella, as operadoras de Plano de Saúde desempenham função fundamental para a manutenção da saúde de seus contratantes. Porém, em situações adversas, o ideal de "proteção" e "segurança" é convertido num imenso obstáculo aos conveniados, sendo a vida de um beneficiário submissa às decisões da operadora. Na visão da especialista em Direito Médico, o bem-estar da Sra. Martha Zequetto Treco foi posto em xeque ao ser submetida a decisões arbitrárias. “Casos como esse não são isolados, uma vez que há um aumento crescente de pessoas que estão em tratamento sob custeio do plano de saúde e, de maneira inesperada, têm o convênio cancelado de forma unilateral." 

A docente do CEUB afirma que existe um entendimento judicial, sob uma perspectiva normativa, quando o contrato firmado para a obtenção de um plano de saúde aborda um direito fundamental associado à dignidade da pessoa humana, que deve ser interpretado sob a ótica de quem é atendido pelo serviço. “Segundo os termos do Código de Defesa ao Consumidor, o acordo celebrado deve preservar a vida, saúde e segurança do conveniado. Porém, ao analisar a legislação brasileira vigente, os planos de saúde apresentam disposições normativas detalhadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que também abordam a rescisão contratual nos diferentes tipos de planos de saúde, incluindo a possibilidade de ruptura do contrato de forma desmotivada", alerta Daniella Torres. 

A Resolução Normativa nº 379/2015 da ANS elucida que nos contratos firmados para a obtenção de planos individuais ou familiares, a operadora poderá rescindir o contrato em caso de fraude ou por não pagamento de mensalidade a partir de 60 dias consecutivos, nos últimos doze meses de vigência do contrato. "É importante salientar que, nessas situações, o consumidor deve ser notificado até o 50º dia da inadimplência e não há disposição sobre a dissolução unilateral do contrato por parte da operadora", destaca. 

Já nos casos de planos coletivos por adesão, como o da paciente Martha, nos quais há uma entidade administradora que realiza a mediação entre a operadora e o cliente, e nos planos coletivos empresariais, as disposições são diferentes dos convênios individuais ou familiares, explica o estudante de Direito do CEUB, Lucas de Pádua. De acordo com as normas da ANS, a operadora pode rescindir o contrato desde que haja previsão contratual e que seja válida para todos os associados. Deste modo, está determinado que o contrato coletivo só pode ser rescindido injustificadamente após o término do período de 12 meses e com a realização de notificação prévia de 60 dias.
 

Linha Tênue

Segundo a docente e o estudante do CEUB, a rescisão de um contrato de plano de saúde sem motivo acaba sendo classificada como uma linha tênue, já que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a operadora não pode encerrar o contrato só porque quer, especialmente se isso prejudicar o tratamento médico do beneficiário do plano. A jurista afirma, então, que o contrato pode permitir o encerramento desde que haja um motivo válido. Em outras palavras, o plano pode ser cancelado, mas a operadora deve continuar fornecendo tratamentos médicos necessários. “Este é um direito que as operadoras têm, mas elas também têm o dever de garantir os cuidados essenciais para a sobrevivência do contratante até que ele possa sair do tratamento", completa.

 

C-Level 2024: quatro skills essenciais que estes executivos precisam ter

Dominar o negócio em seu campo atuação e cumprir uma gestão eficiente de recursos e pessoas sempre foi um grande desafio do mercado, o que exige a contratação de executivos qualificados que consigam disputar essa partida e marcar gols memoráveis. Em meio a um cenário altamente e constantemente impactado pelos avanços tecnológicos, existem certas habilidades essenciais que estes profissionais – integrantes do C-Level – precisam ter em prol da conquista destes resultados financeiros e de times.

Gerenciar uma empresa de sucesso, hoje, requer uma alta capacidade de adequação frente ao ambiente corporativo dinâmico. Afinal, novidades e tendências despontam a todo o momento, exigindo dos empreendimentos a incorporação destas ferramentas e métodos de forma que proporcionem um melhor desempenho e produtividade das equipes.

Em um estudo realizado pelo Boston Consulting Group (BCG), como exemplo, 86% dos executivos em cargos de alta liderança na América do Sul acreditam que a inteligência artificial representa uma grande oportunidade para alavancar seus negócios em meio a este cenário digital. Porém, é importante destacar que, muito além de incorporar estes recursos, é preciso saber como utilizá-los através de uma ampla perspectiva de futuro, que projete o que será do mercado e como se preparar para usufruir essa nova onda.

Por isso, listo aqui quatro habilidades capazes de contribuir com essas responsabilidades e deveres dos C-Levels para este ano:

#1 Capacidade de aprendizagem contínua: a rigidez é uma característica fortemente aprisionadora para qualquer profissional, principalmente, esse perfil. O mercado de trabalho muda a todo o momento e, se um C-Level deseja ter êxito em suas funções, precisa incorporar este hábito de aprendizagem contínua diariamente. Ele precisa ser inquieto, curioso, criativo e questionador – todos esses pontos são indispensáveis para que acompanhe as novidades de seu setor e incorpore as mais estratégicas para o crescimento da empresa.

#2 Visão estratégica: executivos que se limitem em ter uma visão focada em uma árvore, ao invés da floresta como um todo, dificilmente enxergarão oportunidades a serem exploradas. Normalmente, essa dificuldade é mais vista em C-Levels que já estão fortemente imersos na agenda do negócio e, por isso, tendem a não conseguir ir além do que está sendo exposto. Desenvolver essa visão estratégica não é uma opção, mas uma característica fundamental para não se acomodarem e saírem da zona de conforto rumo aos melhores caminhos a serem seguidos.

#3 Atração, retenção e desenvolvimento de talentos: nenhuma empresa conseguirá comandar suas operações sem pessoas. Talentos qualificados são altamente concorridos, e não tem nada mais eficiente do que trabalhar com ótimos times. A capacidade de atração, retenção e desenvolvimento desses profissionais será uma peça-chave para o destaque corporativo em seu segmento – um recurso humano valioso que, infelizmente, ainda não é valorizado como deveria por muitos empresariados.

#4 Abertura ao novo acima da média: somando os tópicos anteriores, é essa abertura ao novo como premissa básica em seu perfil que contribuirá com que o C-Level traga inovações tecnológias, de processos ou produtos internamente. Estar sempre de olho ao mercado, observando as mudanças sinalizadas e identificando o que pode ser aproveitado para um melhor desempenho das operações.

Por mais incerto que o mercado global seja, existe algo que podemos afirmar definitivamente: as empresas enfrentarão, constantemente, com alterações que possam impactar seu funcionamento. Quanto a isso, existem três opções cabíveis de escolha por elas: serem parte dessas mudanças, vítimas, ou percussoras delas.

Cada negócio é único, e terá suas próprias demandas e necessidades. Portanto, caberá aos C-Levels identificarem por onde seguir, abrindo a mente para oportunidades de investimento neste cenário digital em prol de tomadas de decisão mais velozes e assertivas.

 


Ricardo Haag - sócio da Wide, consultoria boutique de recrutamento e seleção.


Wide
https://wide.works/


Senac São Paulo dá dicas de como começar a procurar pelo primeiro emprego, ainda durante o Ensino Médio

No Brasil, 55% dos jovens de 14 a 24 anos estão desempregados, segundo o Ministério do Trabalho. Alguns atalhos podem descomplicar essa busca e ampliar as oportunidades

 

No mundo do trabalho atual, experiências profissionais e acadêmicas diversificadas são exigidas cada vez mais cedo e, com isso, a busca pelo primeiro emprego se torna ainda mais desafiadora. Para os jovens que estão no Ensino Médio e pretendem iniciar essa procura, existem alguns cuidados a serem tomados, bem como detalhes valiosos a se levar em consideração para obter destaque frente à ampla concorrência por vagas mais desafiadoras e mais bem remuneradas.

 

Para Fernanda Yamamoto, coordenadora de Projetos Educacionais do Senac São Paulo, é necessário equilibrar uma boa performance escolar com outros fatores para chegar a esse objetivo. “Um bom desempenho acadêmico e um bom currículo são importantes, mas neste período de construção de repertório, cursos extracurriculares e uma formação técnica podem fazer a diferença. Essas experiências proporcionam uma base sólida, além de ajudar a construir um perfil mais atraente para futuros empregadores”, afirma.

 

A fala de Fernanda vai ao encontro de uma pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que aponta que 86% dos jovens empregados no Brasil atuam em cargos pouco desafiadores, que exigem pouca qualificação e que, por consequência, têm menores remunerações. Portanto, aproveitar todas as oportunidades de aprendizado, bem como apostar em um curso técnico nesta etapa da formação, podem ser fundamentais.

 

Além desse recorte, o Ministério também aponta a dificuldade de chegada do jovem ao mundo do trabalho. São cerca de 5,2 milhões de pessoas de 14 a 24 anos sem emprego - ou 55% desta população - estimada em 9,4 milhões.

 

Para facilitar nos primeiros passos em busca dessa grande conquista, a especialista do Senac São Paulo preparou algumas dicas para auxiliar os adolescentes que pretendem começar a trabalhar.

 

Cursos técnicos

Além de serem voltados ao desenvolvimento de competências profissionais, os cursos técnicos também dão acesso a programas de estágios e projetos, que são excelentes oportunidades para vivenciar situações reais, construir rede de contatos e entender as demandas e expectativas do mercado de trabalho.

 

Dentro do rol de cursos técnicos alinhados ao Ensino Médio do Senac São Paulo, se destacam áreas como ciências de dados, informática (especialmente programação e desenvolvimento web), internet das coisas (IoT), e marketing digital, particularmente promissoras devido à transformação digital e crescente demanda por profissionais qualificados nesses mercados.

 

Como preparar um bom currículo começando do zero?

Mantenha as informações atualizadas e foque nos pontos relevantes de acordo com cada vaga e, ao mencionar trabalhos em áreas diferentes, destaque os motivos da citação. Considere o formato e a organização das informações e revise todo o texto, evitando erros gramaticais e ortográficos. As seções devem ser organizadas de forma lógica: dados pessoais breves, formação, habilidades e cursos extracurriculares.

 

“Mesmo sem experiência profissional, trazer projetos desenvolvidos no curso ou escola, certificações e/ou prêmios demonstram foco e interesse na carreira. Outra dica é incluir um vocabulário específico de cada área, pois muitas empresas usam softwares de triagem que procuram palavras-chave específicas”, acrescenta Fernanda.

 

Redes sociais

É importante criar um perfil no LinkedIn mesmo na fase inicial da carreira. Um perfil bem construído estabelece presença profissional e abre portas para criação de contatos. Ao conectar-se com colegas da área, entrar em grupos relacionados à formação e seguir empresas, os estudantes podem se aprofundar sobre o campo, encontrar oportunidades e até mesmo serem descobertos por recrutadores. Também é possível compartilhar projetos e atividades, o que pode ser interessante nessa construção de repertório.

 

A temida entrevista de emprego

É fundamental se preparar para discutir de forma consistente suas experiências de aprendizado como projetos, cursos, premiações e estágios, destacando como essas experiências contribuíram para o desenvolvimento profissional. Pesquise sobre a empresa e a vaga para a qual está se candidatando e aproveite a chance de fazer perguntas, o que demonstra interesse.

 

Quer saber? Senac!


Novo Perse traz avanços, mas redução de atividades mantém insegurança jurídica, aponta FecomercioSP

 
Entidade entende ser fundamental manter as 44 CNAEs previstas inicialmente no programa, ao contrário da decisão divulgada na última quarta (24), na Câmara dos Deputados

 
Considerando o cenário de algumas semanas atrás, em que o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) esteve perto de ser extinguido, o Projeto de Lei (PL) 1.026/2024, aprovado na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (24), representa avanços significativos para as empresas do setor, como a continuidade das optantes do lucro real no programa e o escalonamento de impostos só a partir de 2025, por exemplo.
 
Contudo, o texto ainda mantém uma relevante insegurança jurídica ao reduzir de 44 para apenas 29 as atividades econômicas (CNAEs) beneficiadas. Se mantida, essa medida será prejudicial aos negócios dos setores excluídos, que terão o regresso da alíquota de imposto na sua integralidade já neste ano.
 
Muitos deles não contavam com esse incremento de gastos — o que diz muito sobre a insegurança que as empresas brasileiras convivem, frente a regras que mudam no meio do jogo.
 
Apesar de não esperar que o projeto sofra alterações no Senado, em razão da celeridade da aprovação, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) entende ser fundamental que os senadores ajustem o projeto no sentido de retomar o benefício às 44 atividades econômicas (CNAEs).
 
A manutenção dessas atividades, previstas no projeto que deu origem ao Perse, em 2021, é um pleito fundamental da Entidade. Na véspera da votação, em uma reunião na sede da FecomercioSP, em São Paulo, a relatora do projeto, deputada Renata Abreu (Podemos/SP), chegou a receber um ofício salientando a importância de que todas as CNAEs continuassem no programa, manifestando-se favorável à sugestão.
 
O enxugamento do Perse também diz respeito à discussão mais ampla sobre a necessidade de modernização do Estado brasileiro. Isso fica claro quando se observa que o teto de gastos estabalecido pelo governo ao programa, de R$ 15 bilhões para os próximos três anos, é, antes de tudo, parte da ânsia de aumentar a arrecadação pública e, posteriormente, gastar os recursos de maneira ineficiente — ou seja, retirando recursos importantes de investimento e contratações e transferindo para o custeio da inchada máquina estatal. A busca pelo equilíbrio fiscal do governo, embora seja louvável, precisa ser acompanhada da redução de gastos e da ampliação de investimentos públicos. Não é aceitável que seja feita de maneira unilateral — como se tentou por meio da MP decretada no fim do ano passado e prorrogada por mais 60 dias — e sem um compromisso com a redução de despesas para mais eficiência das despesas públicas.
 
A Federação, assim como outras entidades e empresas dos setores de eventos e turismo, vai continuar acompanhando o tema e se articulando para aprimorar o texto e buscar reduzir as inseguranças que ainda estão em jogo. O Turismo precisa de melhorias de infraestrutura, inclusive para ajudar nos esforços das empresas que atualmente estão no Perse, com o objetivo de conquistar melhores resultados. Somente assim, e com segurança e tranquilidade no ambiente de negócios, essas empresas poderão prosperar e voltar a patamares anteriores sem a necessidade do programa — hoje ainda fundamental para a geração de emprego e para a sustentabilidade dos segmentos do setor.


FecomercioSP

 

A sutil, mas poderosa força da comunicação interna nas equipes de alta performance

CEO da Descomplica Comunicação discute como a comunicação efetiva transforma empresas comuns em extraordinárias

 

No coração das organizações que se destacam pelo alto desempenho, encontra-se um elemento frequentemente subestimado: a comunicação interna. Jana Fogaça, CEO da Descomplica Comunicação e especialista reconhecida por seu trabalho transformador na voz de marcas renomadas ao longo de mais de vinte anos, enfatiza que "a comunicação interna transcende os métodos tradicionais, como e-mails e reuniões. Ela é a espinha dorsal que permite que equipes alinhem propósito, cultura organizacional e resultados eficazes”.

Dados da indústria sugerem que equipes altamente engajadas mostram uma produtividade 21% maior em comparação àquelas menos conectadas. A profissional destaca essa estatística para ilustrar o impacto tangível de uma comunicação interna eficiente: "Investir em canais e processos de comunicação que realmente atendam às necessidades de informação e engajamento dos colaboradores pode ser o diferencial competitivo que separa empresas de sucesso das demais".

Segundo a empresária, muitas organizações falham em perceber o potencial de sua comunicação interna porque se apegam a práticas desatualizadas e desconectadas das realidades de suas equipes. "Realizar uma avaliação crítica dos fluxos comunicacionais, com a ajuda de um olhar externo especializado, pode revelar insights valiosos. Isso não apenas identifica os pontos de fricção, mas também destaca oportunidades de fortalecer o engajamento e a colaboração dentro da empresa".

A CEO da Descomplica Comunicação vai além ao sugerir que a transformação da comunicação interna requer uma abordagem holística: "Não é apenas sobre aprimorar processos; é sobre redefinir a cultura organizacional e as práticas de liderança para fomentar um ambiente onde a comunicação é vista como um pilar estratégico para o alto desempenho". Esse enfoque, afirma ela, é o que diferencia empresas verdadeiramente inovadoras e capazes de inspirar e mobilizar seus colaboradores em torno de objetivos comuns.

Empresas que aspiram catalisar uma mudança significativa em sua comunicação interna, impulsionando assim a eficiência e o engajamento de suas equipes, estão convidadas a explorar parcerias com a Descomplica Comunicação. A agência oferece soluções sob medida para desvendar o potencial oculto dentro das organizações, transformando a comunicação em um vetor de sucesso e inovação.


Descomplica Comunicação
www.vempradescomplica.com.br


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