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quinta-feira, 25 de abril de 2024

Dez dicas para aprender a fazer um bom planejamento financeiro

Especialista em finanças pessoais dá orientações para pessoas que desejam começar a organizar suas finanças

 

Desenvolver um bom planejamento financeiro não é tarefa fácil, mas é essencial para todas as pessoas que desejam organizar de fato as finanças pessoais. Isso permitirá compreender quanto de dinheiro está entrando todos os meses e quanto está sendo gasto também, permitindo assim um controle. Além de ajudar a criar uma reserva e até mesmo a fazer investimentos, caso sobre alguma quantia.

Segundo o especialista em finanças pessoais, João Victorino, o planejamento financeiro é uma forma de as pessoas organizarem suas finanças de maneira mais eficaz. É um conjunto de estratégias que protegem a saúde financeira dos indivíduos, assegurando tanto a capacidade de atender às necessidades cotidianas quanto a realização de objetivos e sonhos a médio e longo prazo, sendo necessário disciplina, paciência e resiliência.

Embora pareça simples, João diz que é uma tarefa complexa que exige comprometimento. “Um planejamento financeiro bem elaborado, que considere tanto as demandas imediatas quanto as futuras, atua como um guia para prevenir o escoamento dos recursos com gastos desnecessários. Além disso, é fundamental para a conquista da independência financeira, trazendo consigo uma melhoria significativa no bem-estar e na qualidade de vida”, esclarece.

Por outro lado, dentre os principais motivos que levam as pessoas a não conseguirem fazer um planejamento, o especialista destaca a falta de conhecimento sobre o assunto, a falta de tempo e a falta de apoio e adesão da família. Para superar esse desafio, algumas práticas são recomendadas, com base na neurociência:

  • Aceitar que não sabemos tudo, e nem saberemos, ou seja, nunca estamos prontos. Comece assim mesmo!
  • Separar um tempo para fazer isso (sem nenhuma interrupção), afastado de tudo, e com foco 100% no seu planejamento. 
  • Criar algum alerta na sua rotina mensal para verificar seu planejamento com certa frequência. 

Sobre a efetividade das práticas acima mencionadas: “Me parece que muitas pessoas têm dificuldade de aceitar uma realidade: muitos de nós somos procrastinadores. Adoramos deixar as coisas para depois e só fazemos nossa obrigação na última hora, com alguma pressão sobre nós para terminar a tarefa. É duro aceitar, mas essa realidade é natural, e vejo muito”, afirma João.

O processo de se planejar financeiramente envolve várias etapas e pode ser ajustado conforme as necessidades. O especialista pontua que antes de tudo é importante definir os  objetivos financeiros, pois podem variar - desde objetivos de curto prazo, como economizar para um feriado, até objetivos de longo prazo, como garantir uma aposentadoria mais confortável. Também é essencial avaliar a situação financeira atual (receitas, despesas, dívidas e investimentos) para obter uma compreensão clara de sua situação financeira atual.

Esse é o primeiro passo antes de colocar a teoria em prática. “Tendo noção da sua situação, é possível desenvolver um plano de ação, que pode incluir a criação de um orçamento, estratégias para reduzir dívidas, planos de investimento e medidas para aumentar sua renda. Depois disso, é importante implementar o plano, o que exige disciplina e ajustes em seus hábitos de consumo. Por fim, vem o monitoramento e a reavaliação. Afinal, o planejamento financeiro é um processo contínuo. Seu plano deve ser revisado e ajustado regularmente para refletir mudanças em sua situação financeira ou em seus objetivos”, explica João.

Neste sentido, o especialista João Victorino elencou 10 dicas para ajudar pessoas que desejam aprender a fazer um bom planejamento financeiro:

  1. Entender suas finanças atuais: antes de fazer qualquer mudança, é essencial entender para onde está indo seu dinheiro, ou seja, acompanhar receitas e despesas. Ferramentas de orçamento, como planilhas ou simplesmente um caderninho podem ajudar a visualizar isso.
  2. Estabelecer orçamento: com base na sua renda e nas suas despesas, crie um orçamento que reflita seus objetivos financeiros, como economizar uma certa quantia por mês.
  3. Criar um fundo de emergência: um passo crucial na organização financeira é construir, gradativamente, um fundo de emergência. Aquele dinheiro que fica guardado para situações inesperadas, como perda de emprego ou despesas médicas. Automatizar os depósitos no seu fundo da reserva de emergência, por exemplo, pode ser interessante. 
  4. Cortar despesas desnecessárias: revise suas despesas e veja onde você pode cortar sem comprometer seu bem-estar. Isso pode incluir gastos com entretenimento, assinaturas não utilizadas ou despesas com jantares fora. No entanto, é importante fazer cortes ponderados, para não se sentir privado e desistir.
  5. Estabelecer metas que façam sentido para você: metas financeiras devem ser claras, significativas e pessoalmente motivadoras. Pessoas são mais propensas a economizar e gerenciar bem seu dinheiro quando suas metas financeiras estão alinhadas com seus valores e aspirações pessoais. Considere dividir seus objetivos em metas menores, isso vai dar a possibilidade de você conquistar várias pequenas vitórias consecutivas, te incentivando a alcançar os grandes objetivos.
  6. Revisar e ajustar regularmente: sua situação financeira pode mudar, assim como seus objetivos. Por isso, é importante revisar regularmente seu orçamento e ajustá-lo conforme necessário.
  7. Buscar conhecimento: aprender mais (não somente a respeito de finanças pessoais), é primordial. Quanto mais você souber, melhor será capaz de tomar suas próprias decisões sobre seu dinheiro. A curiosidade é um forte diferencial.
  8. Conhecer seus hábitos de consumo: o que você leva em conta na hora de realizar uma compra? Satisfazer necessidades básicas ou impressionar outras pessoas? Você busca um pouco de conforto, mas com moderação? Você tem uma visão de longo prazo para suas prioridades? É preciso definir o que você quer.
  9. Necessidades versus Desejos: cortes drásticos podem levar a um sentimento de privação, o que, por sua vez, pode fazer com que você desista dos esforços de organização financeira.
  10. Não tenha pressa: comece devagar, fazendo ajustes pequenos e sustentáveis que não farão você sentir que está se sacrificando excessivamente. Celebrar pequenas vitórias ao longo do caminho também pode ajudar a manter a motivação.

 

João Victorino é administrador de empresas e especialista em finanças pessoais, formado em Administração de Empresas, tem MBA pela FIA-USP e Especialização em Marketing pela São Paulo Business School. Após vivenciar os percalços e a frustração de falir e se endividar, a experiência lhe trouxe aprendizados fundamentais em lidar com o dinheiro Hoje, com uma carreira bem-sucedida, João busca contribuir para que pessoas melhorem suas finanças e prosperem em seus projetos ou carreiras. Para isso, idealizou e lidera o canal A Hora do Dinheiro com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.


Rotatividade alta no mercado leva empresas a buscarem estratégias para manter bons profissionais na casa

Com mais de 10% dos colaboradores promovidos todos os anos, indústria encontra na progressão de carreira clara e no investimento em qualificação saída para reter talentos por mais de 20 anos

 

O primeiro contato do farmacêutico Thiago Mantovani com a Prati-Donaduzzi foi durante a faculdade, em um estágio de férias de 30 dias. Depois, quando chegou à etapa do estágio obrigatório voltou para a indústria e, assim que concluiu o período de seis meses, foi efetivado como líder de equipe. “Sempre quis trabalhar na indústria farmacêutica. Estou aqui há 13 anos e quero continuar crescendo e quem sabe chegar a atuar em outras diretorias como a de Recursos Humanos, Marketing ou Qualidade. Quanto mais conhecimento eu tiver, maiores as chances de crescer e chegar a CEO”, conta Thiago. “Aqui, eles investem nos profissionais. Tenho três MBAs, pós-graduação e duas formações na Fundação Dom Cabral que foram feitas com incentivo da Prati-Donaduzzi”, revela.

O relatório “The Future of Talent Acquisition”, da Korn Ferry, mostra que 34% dos profissionais tendem a continuar na empresa que oferece possibilidades de crescimento e progressão na carreira. Assim, cada dia mais empresas estão investindo na qualificação e capacitação dos profissionais para reter talentos.

Essa possibilidade de crescimento foi um dos motivos que fez com que Leandro José Vaz trocasse a estabilidade como servidor público por uma carreira que acreditou ser mais promissora na farmacêutica. Ele começou a trabalhar na indústria em 2003 como auxiliar de produção. Nove meses depois veio a primeira promoção e se tornou auxiliar da gerência de produção. “Fiz faculdade, passei em um concurso público e quando estava para me desligar, a indústria me ofereceu mais oportunidade de crescimento. Fui líder de produção, realizei MBA e pós-graduação e hoje estou na supervisão”, explica Leandro que neste ano completa 21 anos de trabalho na Prati-Donaduzzi. “Agora meu filho de 16 anos está entrando como menor aprendiz e tenho certeza que pode crescer muito na empresa”, fala o pai orgulhoso.


Formar e reter talentos

Além dos investimentos em qualificação e capacitação, o relatório da Korn Ferry indica a importância do colaborador se sentir parte da empresa e que trabalhe com a escuta atenta das suas necessidades pessoais. Já o relatório da FIA Business School aponta que o salário é um atrativo da empresa mais valorizado pelos profissionais mais antigos do que para os jovens. 

Equipes dedicadas ao desenvolvimento humano dos profissionais, plano de carreira sólido e consolidado, autonomia e liberdade para ideias, sugestões e melhorias são alguns atrativos que o diretor de Recursos Humanos da farmacêutica, Diones Wolfart, aponta como importantes para a retenção de talentos. “A capacitação começa já no primeiro dia de trabalho aqui na Prati-Donaduzzi, isso vale tanto para quem inicia operando máquinas, quanto para o programa de formação para analistas, líderes e executivos. Também promovemos todos os anos mais de 10% do nosso quadro de colaboradores, como resultado do aprendizado e desenvolvimento contínuo que realizamos aqui”, afirma.


Prati-Donaduzzi


É um bom negócio viver no anonimato nessa era digital?

Números do Relatório Global Statshot Digital da DataReportal revelam que não ter uma presença digital marcante e positiva nas redes sociais não é uma boa estratégia para quem quer chegar aos seus clientes e reforçar sua imagem profissional. Para auxiliar seus profissionais de vendas, incorporadora em Goiânia oferece até estúdio multimídia

 

As redes sociais já são a quarta principal forma de descobrir uma nova marca, produto ou serviço no mundo, segundo aponta o Relatório Global Statshot Digital da DataReportal – publicado em julho de 2022, com 27,6% da população mundial usando essa ferramenta. A publicidade na TV segue liderando a lista, com 31,4% das pessoas ouvidas no levantamento alegando que usam a mídia; seguida pelo uso de ferramentas de busca (31,3%) e depois as recomendações de amigos e familiares (28,6%). Quando o assunto é canais de busca online, as redes sociais aparecem em 2º lugar, com 43,6% dos usuários de internet optando pela ferramenta, ficando  atrás somente das ferramentas de busca, convenci como o Google, com 49%.

O Brasil segue a mesma tendência, segundo dados da pesquisa Digital 2022: Brazil, também elaborada pela DataReportal, que apontam que 46,7% dos brasileiros usam as redes para procurar e comprar produtos. Os números revelam que o anonimato nas mídias digitais não é um bom negócio.

Ferramentas e meios de trabalho, que antes pareciam ser coisa de blogueiros e influenciadores digitais, têm sido cada vez mais usados por profissionais de diversas áreas, para conquistar mais clientes e ao mesmo tempo reforçar uma boa imagem no mercado. Foi durante o lançamento de um projeto, que o gerente comercial da Euro Incorporações, Henrique Campelo, percebeu que precisava ampliar sua presença digital na internet e se atualizar com o uso de ferramentas de vídeos e áudios. 

Ele percebeu essa necessidade ao trabalhar com o próprio produto que lançava, o Euro Towers, um mixed use (comercial e residencial), localizado no Setor Park Lozandes, Goiânia. O empreendimento traz em sua área comum um espaço exclusivo para elaboração de conteúdos digitais, como vídeos para o Youtube, reels para o Instagram e podcasts. O projeto também prevê sala de reuniões, auditório e outros serviços no mezanino do prédio. 

“Percebi essa necessidade, pois na nossa central de decorados temos uma sala de podcast em funcionamento e nós, da equipe, aproveitamos para gravar alguns conteúdos para divulgar o projeto e já mostrá-lo em operação”, conta Henrique. 

 

Presença digital

Apesar de já ter bastante experiência em falar em público, Henrique diz que sentiu grande diferença quando teve que se expressar para uma câmera com mais naturalidade, o que causou um pouco de timidez. O gerente hoje entende a importância de se ter uma presença forte e positiva nas mídias digitais, independente da área de atuação. “Todo CNPJ precisa de um CPF. É muito claro isso, pois a empresa ou o produto precisa de um rosto, de um porta-voz, alguém que consiga transmitir com clareza a essência da organização, dos serviços e produtos oferecidos, e hoje, independente de ser um profissional da área de marketing ou de vendas, é necessário ter essa presença”, afirma.

Ele relata que em sua função de gerente comercial mantém muita relação com o cliente inicial, que é o corretor de imóveis, e com o cliente final, que é o consumidor. Por isso, ele assumiu o papel de trazer informações mais técnicas sobre o mercado de imóveis e sobre os projetos da empresa por meio de vídeos e podcasts. “Realmente sai do anonimato para colocar o meu rosto para representar a empresa nesta área e vejo como fundamental todos os profissionais estarem preparados para assumir posições estratégicas nas mídias digitais”, destaca. 

 

“Destravou”

A coordenadora comercial da Euro Incorporações, Sarah Gois, é outra que está sabendo usar a infraestrutura de mídia oferecida pela empresa. Ela conta que começou a interagir mais, de forma profissional, nas redes sociais há quatro anos, quando percebeu que o mercado se movia nesta direção. Para ela, a conexão com o público e com outros profissionais do segmento foi o que mais a motivou a ter uma presença digital mais forte na internet. “Na minha profissão, é muito importante conhecer as pessoas e profissionais da mesma área. Percebo as redes sociais como uma ferramenta até para nos aproximar mais dos parceiros e pessoas que vendem nossos produtos”, relata. 

Sarah admite que no início não foi fácil se adaptar a essa nova linguagem e diz que se sentia um pouco “travada”. “Eu sentia um pouco de vergonha de gravar vídeos e receio do julgamento das pessoas. Mas fui fazendo e vencendo minhas limitações e hoje não tenho esse receio mais. Me sinto segura para estar na frente da tela falando do meu trabalho e vejo resultados muito positivos”, afirma.  

Sarah avalia ainda que até quem não é do segmento digital precisa estar presente, pois é um canal que as pessoas usam muito e o profissional precisa estar presente onde seu público está. “As pessoas vão conhecer você e seu produto e aliando isso a um bom atendimento presencial, facilita muito até as negociações”, observa a profissional.


Mês Mundial do Livro: 4 livros indicados por empreendedores

 

Unsplash

Em 23 de abril foi comemorado o Dia Mundial do Livro, uma ocasião designada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), para celebrar a importância dos livros e promover a leitura. Esta data foi escolhida em homenagem aos renomados escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare. 

Os livros são de extrema importância para o crescimento intelectual dos indivíduos. Por meio deles, uma pessoa pode registrar fatos de sua história e compartilhá-los, atuando como um transmissor de conhecimento. Além disso, a leitura proporciona aquisição de novos vocabulários, aprimora a interpretação, estimula o raciocínio e oferece uma diversidade de perspectivas sobre diversos assuntos.

 

Com o passar dos anos, o formato de leitura tem se adaptado ao ritmo da tecnologia, que trouxe o Kindle, um leitor digital prático e de fácil manuseio, por exemplo. Apesar da praticidade oferecida, uma grande parcela da população brasileira não concluiu a leitura de um livro. Mais da metade dos brasileiros não têm o hábito de ler de forma significativa, o que se reflete também na rotina de muitos estudantes do país. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Iede (Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), em parceria com a plataforma de leitura Árvore, entre os alunos brasileiros de 15 e 16 anos, 66,3% não leram um livro com mais de 10 páginas.

“É importante destacar que incentivar a leitura, seja por meio de livros físicos ou através de dispositivos eletrônicos como celulares, tablets ou computadores, traz inúmeros benefícios. Isso proporciona diversos impactos positivos ao leitor, ajudando-o a desenvolver habilidades como imaginação, comunicação, senso crítico, ampliação do vocabulário e criatividade”, explica Jefferson Vendrametto, Diretor de Relações Institucionais do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos). 

É notável o avanço intelectual impulsionado pela prática da leitura. Ao desenvolver o hábito de ler diariamente, uma pessoa pode construir sua própria identidade, desenvolver interesse por diferentes temas, formar opiniões sobre diversos assuntos e explorar novos universos. Essas experiências contribuem significativamente para o fortalecimento de uma carreira. De acordo com a Inc.com, a maioria dos executivos lê cerca de 5 livros por mês, totalizando 60 livros por ano.

 

Confira 4 indicações de livros de empreendedores e executivos.

 

1- O Gestor Eficaz (The Effective Executive), de Peter Drucker, sugerido por Rogério Silva, COO do Cebrac

Nesse grande clássico da gestão, Peter Drucker identifica cinco práticas essenciais para alcançar a produtividade máxima e o sucesso: gerenciar bem o tempo; identificar e focar em nossa melhor contribuição para a empresa; aprender onde e como mobilizar forças para o melhor efeito; estabelecer as prioridades corretas; tomar boas decisões. Essa obra atemporal compartilha todo o conhecimento de Drucker para ajudar os gestores a alcançarem o sucesso.

 

2 - Ative Seu cérebro, da Dra. Carolina Leaf, sugerido por Luzia Costa, CEO e fundadora da Sóbrancelhas

Esse livro é um verdadeiro manual sobre o funcionamento de nossos cérebros. A dra. Leaf conecta os pontos entre a ciência e a Bíblia, explicando como podemos ser verdadeiramente transformados “pela renovação de nossa mente” (Romanos 12:2). Se você busca uma mudança em sua mentalidade ou em seu modo de agir como um todo, esse livro irá convencê-lo de que seu cérebro pode ser renovado.

 

3 - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, sugerido por Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas

Esse livro é considerado a Bíblia dos relacionamentos interpessoais. Os princípios ensinados nesse livro só funcionam quando são aplicados de coração. Continua sendo uma obra inovadora e uma das principais referências mundiais sobre relacionamentos, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. Os conselhos, métodos e ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas e permanecem totalmente atuais.

 

4 - CEO Excellence: The Six Mindsets That Distinguish the Best Leaders from the Rest Hardcover – March 15, 2022, sugerido por Jack Strimber, CEO da Packster

Esse livro proporcionou um grande conhecimento e ideias práticas para implementar na Packster, ao apresentar exemplos de como os melhores CEOs conduzem seu trabalho. A obra conduz extensas entrevistas com os líderes corporativos mais bem-sucedidos da atualidade, demonstrando de maneira prática as mentalidades de sucesso que eles adotam.

Ler livros sobre carreira pode ser uma maneira eficaz de investir em si mesmo, expandir seus horizontes profissionais e alcançar sucesso e satisfação em sua vida profissional.


Cafeicultores brasileiros aliam sustentabilidade e alto valor agregado para se destacarem em mercado competitivo

Pesquisa do Sebrae mostra que um terço dos produtores plantam cafés orgânicos e 27% investem em produto com Indicação Geográfica

 

O Brasil lidera a produção mundial e é o segundo maior mercado consumidor de café. Nesse cenário competitivo, tem crescido entre os cafeicultores o interesse pela oferta de artigos diferenciados, certificados e de alto valor agregado. Uma pesquisa feita pelo Sebrae revela que 1/3 dos cafeicultores trabalha com produtos orgânicos (parcial ou integralmente), 27% já atuam no cultivo de cafés com Indicação Geográfica (IG) e 60% contam com algum tipo de certificação. Comemorado em 14 de abril, o Dia Mundial do Café mostra que os pequenos produtores têm boas razões para comemorar.

Atualmente, o Brasil exporta cerca de 10 milhões de sacas de cafés especiais por ano e o potencial de produção nas regiões já demarcadas e reconhecidas como Indicação Geográfica é de cerca de 38 milhões de sacas anuais. A maior parte dos produtores de cafés especiais se concentra nos estados de Minas Gerais e São Paulo. O levantamento do Sebrae indica ainda que mais de 80% dos produtores gostariam de colocar em prática uma política de créditos de carbono e quase 70% têm o desejo de trabalhar com cafés agroecológicos. 

“Esses números mostram que o produtor brasileiro está atento à necessidade de oferecer um produto sustentável e cada vez mais diferenciado no mercado nacional e internacional. O cafeicultor demonstra grande abertura para implementar práticas como o plantio agroecológico ou a política de créditos de carbono. Além disso, ele está usando intensamente as novas tecnologias digitais na divulgação do seu produto”, comenta Bruno Quick, diretor-técnico do Sebrae Nacional. 

A instituição tem atuado junto às pequenas propriedades, contribuindo para que elas possam ser cada vez mais reconhecidas pela qualidade e sustentabilidade dos seus produtos, lembra Bruno Quick. “Os cafés brasileiros diferenciados e certificados precisam ser mais valorizados no mercado interno e externo. O produtor está cada vez mais interessado em agregar valor ao produto. Já é realidade, várias marcas estão à venda em cafeterias, empórios, micro torrefações, supermercados”, argumenta. 

Para a analista de Competitividade do Sebrae Carmem Sousa, o consumidor final é exigente e hoje já tem acesso a produtos de qualidade e com práticas sustentáveis, proporcionando acesso a experiências únicas. “Esse processo de inovação tem sido valorizado no mercado e a própria indústria tem se posicionado de forma diferente, com seus programas de qualidade, embalagens e linhas diferenciadas”, destaca.
 

Perfil do Produtor de café 

A pesquisa do Sebrae apontou que o perfil do produtor brasileiro é predominantemente branco (74%), do sexo masculino (65%), com idade acima dos 36 anos (63%) e com – no mínimo – uma graduação de nível superior (65%). 

O estudo também mostra que a atividade de produtor de café é transmitida de uma geração à outra. Apenas 25% dos entrevistados não têm pais e outros antepassados envolvidos na cafeicultura. Para a grande maioria (75%) representa pelo menos a 2ª geração envolvida no negócio, sendo que 9% já estão na quinta geração de produtores.
 

Uso de Tecnologia 

Os produtores de café são intensivos no uso de novas tecnologias digitais para a promoção do negócio. De acordo com o levantamento, cerca de 86% dos cafeicultores apontam ferramentas como Whatsapp, Instagram, Facebook, Youtube, Tik Tok e sites próprios como principais canais de divulgação dos seus produtos. Apenas 14% dão prioridade às feiras e eventos.


As Boas Novas para o Intercâmbio Estudantil em Buenos Aires

Estudar fora e ter uma instituição educacional de grande peso no currículo é o sonho de muitos jovens e de seus pais, claro, que desejam garantir um futuro promissor para os seus filhos. O valor mais acessível de uma faculdade no exterior em cursos renomados como Medicina, por exemplo, é um dos fatores determinantes para a escolha de um intercâmbio estudantil. 

Dados da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), comprovam o excelente momento que o setor vem passando, só em 2022, mais de 455 mil brasileiros viajaram para fora do país, em 2019 foram registrados 386 mil. Para este ano, a Belta estima crescimento de até 10% no setor de intercâmbio estudantil. 

Dentre os destinos mais buscados para o intercâmbio na América do Sul, a cidade de Buenos Aires, na Argentina, tem sido um dos lugares mais desejados por motivos bem convincentes, como: é a cidade mais populosa do país, conta com uma excelente qualidade de vida, possui destaque positivo na segurança e eficiência do transporte público e é famosa pela gastronomia e cultura únicas, mas também é uma cidade agitada – lembra muito bem a cidade de São Paulo - e não importa o dia da semana ou horário, sempre tem algo acontecendo na Paris da América do Sul. 

Além de todos esses pontos positivos, em 2023 a QS – World University Rankings – uma das principais avaliadores no setor de intercâmbio estudantil - elegeu Buenos Aires, uma das melhores cidades estudantis, assumindo a  23ª posição em uma lista com 140 países, tornando a capital argentina a terra da educação. E não é para menos, a capital abriga 5 importantes polos de grande referência, sendo eles:  Universidad de Buenos Aires – UBA, destacando-se como uma das 100 melhores do mundo; Universidade Nacional de La Plata – UNLP; Universidad Maimônides – UMAI; Fundación Hector Alejandro Barceló - FHAB e Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales – UCES, sendo reconhecida como cidade apropriada para o intercâmbio estudantil. 

Alguns fatores são decisivos para os que buscam estudar na Argentina, por exemplo: a ausência de vestibular, os cursos financeiramente mais acessíveis, a entrada no país apenas através de RG ou passaporte sem a necessidade de visto e o estudo de um idioma próximo ao português. 

Comprovando o crescimento de brasileiros que optam por estudar no país dos hermanos e reforçando tudo que foi dito, recentemente o Itamaraty divulgou que há cerca de 20 mil brasileiros estudando na Argentina, a maioria, cursam medicina. Ouso dizer que esse fenômeno se dá com base em renomadas posições internacionais que o país é citado, destacando-o como um grande polo de instituições educacionais renomadas, sendo um dos mais procurados por alunos da América Latina, principalmente em sua capital, Buenos Aires. 

No entanto, se por um lado há crescimento comprovado e consecutivamente grande procura pela Argentina por quem deseja estudar na América do Sul, por outro lado, as fortes notícias sobre a situação do país têm causado uma onda de mitos a serem desmistificados, principalmente na área da economia, segurança, desenvolvimento e educação. 

Em coletiva recente, a diretora do Departamento de Comunicações do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack, elogiou o “progresso impressionante” no plano adotado pelo governo do presidente Javier Milei para a estabilização econômica da Argentina. De acordo com a representante do FMI, a inflação tem caído mais rápido do que o esperado, no entanto, segundo Kozack é necessário continuar a “melhorar a qualidade” do ajuste fiscal. 

Ainda focando em quebrar mitos e notícias lidas apenas por seus títulos, no final do ano passado, Buenos Aires foi eleita, através da Economist Intelligence Unit, a melhor cidade da América do Sul para morar. Na avaliação, estabilidade, infraestrutura, sistema de saúde, cultura e educação foram os parâmetros usados. E adivinha, a educação foi tema decisivo, levando a cidade argentina para o topo da lista. 

Esses são só alguns dos pontos, dentre os diversos que podem ser citados. É válido afirmar que não podemos apenas nos ater a títulos de matérias e com todos os problemas já enfrentados, Buenos Aires ainda vive, forte, bela, sendo uma terra de grandes oportunidades para estudantes que desejam cursar em outro país e agregar valor de vivência dentro de outras culturas. 

Buenos Aires é uma excelente oportunidade para contribuir com a formação de identidade dos jovens, além de fornecer bagagem de aprendizado, cultural e sobretudo, de formação. Há um incrível futuro para os nossos jovens estudantes em Buenos Aires, enxerga-se claramente as oportunidades dos futuros e renomados profissionais da área da saúde que se formarão por aqui sob histórias lindas de perseverança e conquistas contribuindo para a saúde da Argentina ou do Brasil, com base na opção de exercer a profissão em um dos dois países.

 

Juliana Wisnievski da Cunha - especializada em idiomas e fundadora e CEO da EducAR Intercâmbios, agência de intercâmbio com sedes em Porto Alegre, São Paulo e Buenos Aires com mais de 18 anos de existência e voltada para graduação de medicina.


SP vai reconhecer resultados de escolas municipais em prêmio de excelência educacional na alfabetização

Anúncio foi feito na quarta-feira (24) pelo secretário Renato Feder durante a Bett Brasil; resultado do Saresp será balizador para o pagamento; investimento será de R$ 180 milhões


Durante a Bett Brasil, evento de inovação e tecnologia para a educação na América Latina, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) anunciou o investimento de R$ 180 milhões no Prêmio Excelência Educacional. A proposta é reconhecer financeiramente unidades de ensino municipais que atingirem metas no Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

O anúncio foi feito pelo secretário da Educação, Renato Feder. O prêmio é um dos pilares do Alfabetiza Juntos SP, parceria do Estado com municípios que tem como objetivo alfabetizar 90% das crianças do 2º ano do Ensino Fundamental até 2026. 

Cada escola que atingir a meta de alfabetização, o Índice de Excelência Educacional, receberá R$ 100 por aluno.

As prefeituras interessadas devem aderir ao Alfabetiza Juntos SP, e aplicar as avaliações de fluência leitora e o Saresp. 

O primeiro pagamento será depositado para as escolas que atingirem a meta no ano de 2025, com base nas médias de estudantes do 2º e 5º anos do Ensino Fundamental no Saresp deste ano, a ser aplicado no fim do segundo semestre.

“No Prêmio Excelência Educacional, cada escola concorrerá somente com ela mesma, considerando todas as suas particularidades”, afirma Feder.

As metas serão individuais para cada escola, levando em consideração:

• A evolução das notas na comparação com o Saresp de 2023 e o Saresp de 2024 e, assim, sucessivamente pelos próximos anos;

• O Índice de Excelência Educacional (IEE) considera as médias de proficiência em língua portuguesa e matemática com o fluxo escolar;

• A complexidade e o tamanho de cada escola;

• O grau de vulnerabilidade;

• O histórico de notas no Saresp;

• O fato de a escola oferecer aulas em tempo parcial ou integral.

 

Tecnologia a favor da alfabetização

Durante a Bett Brasil, Feder anunciou ainda a ampliação da avaliação de fluência leitora para todas as turmas do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Até então, a Educação aplicava esse teste apenas para estudantes do 2º ano. 

O “Fluencímetro” é uma das atividades presentes na Elefante Letrado, ferramenta que oferece um acervo digital com 500 obras para todas as escolas estaduais de anos iniciais e agiliza o acesso dos professores aos resultados de leitura de seus estudantes, com o apoio de inteligência artificial.

Prefeituras interessadas em utilizar a ferramenta Elefante Letrado devem manifestar interesse até o dia 8 de maio à Secretaria. É preciso seguir alguns requisitos, como conexão à internet.


União homoafetiva: saiba como fazer

Levantamento do IBGE revelou que modalidade cresceu 20% em 2022

 

Segundo o último levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os casamentos em geral aumentaram 4% em 2022. O que chama a atenção nos dados, no entanto, é o crescimento das uniões homoafetivas, de quase 20%.

Permitida no Brasil desde 2011, após o Supremo Tribunal Federal considerar a relação entre duas pessoas do mesmo sexo como um núcleo familiar, a formalização pode se dar em cartório. Virgínia Arrais, 32ª Tabeliã de Notas do Rio de Janeiro e Professora de Direito Notarial e Registral, explica que os casais homoafetivos podem tanto se casar civilmente ou fazer um documento de união estável. Segundo ela, em ambas as opções, é possível escolher o regime de bens – que será aplicado em caso de divórcio ou de dissolução da união estável.

A escritura pode ser utilizada para fixar a data do início da união, o regime de bens entre os conviventes, bem como para garantir direitos junto ao INSS, convênios médicos, odontológicos, clubes, etc.

O procedimento, explica ela, funciona da mesma forma para todos. “É necessário reunir a documentação do casal, comparecer a um cartório de notas, e assinar a escritura pública de união estável; ou, em caso de casamento, a um cartório de registro civil das pessoas naturais, com os documentos e duas testemunhas, e assinar o termo”. Os contratos, de casamento ou de união estável, podem ser feitos com ou sem o auxílio de um advogado. 

Para oficializar a união, é necessário comparecer ao cartório com o companheiro (a) com Documento de identificação (RG); CPF; Certidão de estado civil; em caso de contrato particular (feito pelo casal e/ou com um advogado), é preciso a assinatura de duas testemunhas (maiores de idade), com firma reconhecida em cartório. 


Qual o valor de uma união estável homoafetiva? 

A escritura declaratória de união estável, homoafetiva ou não, possui o mesmo valor. A questão é que cada tabelionato pode ter um valor diferente e isso varia de estado para estado. Caso seja desejável o acompanhamento de um advogado, os honorários também devem ser considerados no preço final do seu contrato. 


Divisão de bens

Virginia Arrais explica que entre os benefícios de definir o regime de bens num contrato de união estável é a redução de burocracias, além de evitar possíveis processos judiciais futuramente. Vale lembrar também que, caso o casal não realize o contrato de união estável ou no documento não conste nenhuma informação a respeito de partilha de bens, por padrão, será considerado o regime da comunhão parcial de bens. Isso significa que todos os bens onerosamente adquiridos durante o relacionamento serão divididos igualmente entre o casal.

 

Fonte: Virgínia Arrais é a 32ª Tabeliã de Notas da Cidade do Rio de Janeiro, professora e fundadora do Cursos Virginia Arrais e da Escola Nacional do Extrajudicial, Doutora e mestre em direito. Possui MBA em Poder Judiciário pela FGV/Law e em Gestão de Pessoas pela USP/SP. É especialista em direito notarial e registral, foi coordenadora da Escola de Escreventes do Colégio Notarial Brasileiro-RJ. Cursou Negócios Internacionais na Universidade da Califórnia de Berkeley/USA. Autora de diversos artigos publicados em revistas e em livros especializados e do livro Tabelionato de Notas.


Empresas que aplicam o ESG corretamente possuem maior retorno financeiro

Especialista dá dicas para aplicar as melhores práticas de Governança sustentável


O comprometimento das empresas com práticas ESG (ambiental, social e governança) tem refletido positivamente no mercado financeiro, conforme revelam dados da MSCI ESG Research: em 2020, organizações com alta classificação ESG alcançaram um retorno total médio de 27,46%, superando a média de mercado de 22,14%. Considerando a importância dessa estratégia sustentável para todas as corporações, a governança é um dos pilares fundamentais que garantem um sucesso empresarial mais ético e em conformidade com as necessidades contemporâneas. 

De acordo com Bia Nóbrega, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional com quase 30 anos de experiência, compreender e implementar os princípios de uma governança eficaz não é apenas uma questão de compliance, mas uma estratégia que fortalece a integridade e a transparência, fatores decisivos para a perenidade das empresas. "A governança forte não se limita a criar regras ou políticas. É sobre criar um ecossistema onde cada decisão suporta a sustentabilidade integral da empresa. Esse compromisso é essencial para cultivar a confiança dos stakeholders e garantir uma trajetória de crescimento sustentável", conta. 

Para a especialista, adaptar-se às exigências do ESG é mais do que uma necessidade, mas uma oportunidade para inovar e liderar no mercado global. Governança, ou governança corporativa, refere-se, segundo o Instituto Brasileiro de Governança, é “um sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos pelo qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vistas à geração de valor sustentável para a organização, para seus sócios e para a sociedade em geral.” 

Esse sistema baliza a atuação dos agentes de governança e demais indivíduos de uma organização na busca pelo equilíbrio entre os interesses de todas as partes, contribuindo positivamente para a sociedade e para o meio ambiente.

“Essas iniciativas são complementadas por uma forte ênfase em valores morais e éticos nos negócios, valorização da prestação de contas e da responsabilidade corporativa, além da veracidade das informações sobre produtos e processos”, explica. Essas práticas também se apresentam como um diferencial competitivo. Além disso, empresas comprometidas com o ESG tendem a enfrentar menos riscos legais e trabalhistas, experimentam redução de custos operacionais e ganhos de produtividade e aumentam a fidelização de clientes que priorizam o consumo sustentável. “Esses pontos elevam a imagem e reputação da marca, melhoram o acesso a linhas de crédito e promovem altos índices de satisfação e retenção de talentos, consolidando a posição da empresa no mercado”, completa Bia.

Uma governança bem feita promove a reflexão sobre os impactos dela nas pessoas, nas empresas e na sociedade. Discutir esses princípios é essencial para entender como as práticas ESG podem beneficiar tanto as organizações quanto a comunidade em geral. Com o objetivo de preparar profissionais para esta nova realidade, há diversos cursos que capacitam na identificação de oportunidades por meio da tecnologia e no desenvolvimento de estratégias que geram impacto positivo e abundância para as empresas.

“Aqueles que adotam práticas de governança demonstram não apenas respeito pelas normativas atuais, mas também um compromisso com o futuro. A incorporação dos princípios de ESG em suas estratégias eleva seus padrões operacionais e fortalece sua posição no mercado, atraindo investidores, parceiros e clientes que valorizam a responsabilidade corporativa e a sustentabilidade”, conclui a executiva, convidando todas as organizações a refletirem sobre suas práticas atuais e a buscarem a excelência. 




Bia Nóbrega - com mais de 25 anos de experiência como Executiva de Gente & Cultura e reconhecida como LinkedIn Top Leadership Voice, é uma especialista dedicada ao Desenvolvimento Humano e Organizacional.
https://www.linkedin.com/in/beatrizcaranobrega 


Empréstimos além do Score: Afinal, como funciona para quem está negativado?

 

Especialista financeira explica como contratar crédito pessoal para se reerguer, mesmo com o nome sujo

 

Mesmo com o aumento do salário mínimo na virada do ano, o cenário econômico do trabalhador continua desafiador. Muitas pessoas ainda se encontram em situações financeiras que exigem atenção, o que pode acabar levando a restrições de crédito. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil mostra que 40,83% dos brasileiros estavam negativados em janeiro de 2024, o equivalente a cerca de 66,96 milhões de pessoas.

Ter o nome “sujo” impacta diretamente no seu score, aquela pontuação calculada pelo Serasa que considera como você lida com suas finanças: como faz compras, como usa cartões de crédito e se paga as contas em dia. Ou seja, seus hábitos e saúde financeira são os primeiros critérios analisados pelas financeiras. Por sorte, adquirir um empréstimo pessoal ainda está ao alcance de quem tem o score desfavorável. 

“Ter restrições no histórico de crédito pode resultar em outras restrições, incluindo maiores desafios ao tentar realizar compras, obter crediário em lojas, financiamentos, utilizar cheque especial e solicitar empréstimos. Mas as instituições têm se adequado para atender a essa necessidade, compreendendo a importância de fornecer opções acessíveis e transparentes para ajudar quem precisa limpar o nome e reequilibrar as contas pessoais”, declara Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal online.

Compreender tanto o perfil de quem busca linhas de crédito pessoal quanto ter acesso transparente às informações destes potenciais clientes é essencial para que as instituições financeiras possam oferecer produtos que façam sentido para as pessoas. Antes do Open Finance, por exemplo, bastava que uma pessoa estivesse negativada que sua solicitação era negada no ato. Essa tecnologia possibilita uma visão 360° da situação financeira de cada um. A Simplic, em parceria com a klavi, plataforma SaaS especializada em soluções de Open Finance, disponibilizou um e-book com explicações mais aprofundadas sobre este tópico que você pode conferir aqui.


Afinal, como funciona o empréstimo para quem está negativado?

Existem empresas de crédito pessoal que não encerram a análise ao se deparar com um score abaixo do ideal. Ter uma fonte de renda fixa, seja como pensionista, profissional autônomo, CLT ou aposentado, já abre a possibilidade para uma solicitação como negativado.

É importante buscar ofertas transparentes, que demonstrem todas as taxas do empréstimo e os valores de todas as parcelas, certificando-se de que vão caber no orçamento mensal até a quitação.

A Simplic realiza uma análise apurada do histórico de pagamento e condição financeira do cliente, com tecnologias avançadas que avaliam os riscos reais. “Entendemos que ter uma dívida agora não significa necessariamente que você seja um mau pagador. Mas, passado o pior momento, é essencial se organizar de verdade, evitar compras parceladas, dar sempre prioridade ao que é essencial e recuperar sua reputação. Muitas vezes, o acesso ao crédito é o fôlego que faltava para alguém se reerguer e seguir a jornada rumo à liberdade financeira”, conclui Thaíne.


Governo começa a pagar primeira parcela antecipada do 13

Freepik

Pelos cálculos do INSS, a antecipação beneficiará 33,6 milhões de pessoas e injetará R$ 33,68 bilhões na economia

 

Beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta quarta-feira, 24/4, a primeira parcela antecipada do 13º salário. Neste primeiro momento, o pagamento será feito para quem recebe até um salário mínimo. Para quem ganha acima de um salário mínimo, os pagamentos terão início no dia 2 de maio.

A ordem de pagamento obedecerá ao dígito final do Número de Identificação Social (NIS) do segurado. Os primeiros a receber serão os beneficiários de NIS com final 1.

Em geral, a primeira parcela do abono anual ocorre em agosto de cada ano, mas o governo federal determinou a antecipação do pagamento.

Pelos cálculos do instituto, o pagamento da primeira parcela do 13º beneficiará 33,6 milhões de pessoas e injetará R$ 33,68 bilhões na economia.

A primeira parcela será correspondente a 50% do total do abono devido no mês de abril, sem o desconto do Imposto de Renda. A segunda parcela, que poderá ter o desconto do IR dependendo do valor recebido, está prevista para ser paga entre o final de maio e começo de junho.

Cada parcela será paga junto ao benefício de cada mês (abril e maio).

Terão direito aposentados e pensionistas, além de pessoas que receberam, no decorrer deste ano, benefícios como auxílio por incapacidade temporária e auxílio-reclusão. Nestes últimos dois casos, o valor a ser recebido será proporcional ao tempo de recebimento do benefício.

Beneficiárias do salário-maternidade também receberão o 13º proporcional, mas ele será pago junto com a última parcela.

Idosos e pessoas com deficiência atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) não têm direito ao abono.

Como consultar o 13º do INSS - O segurado pode fazer a consulta por meio do site ou do aplicativo Meu INSS. Veja o passo a passo:

- Acesse o site ou o app Meu INSS;

- Faça o login com conta gov.br, com CPF e senha;

- Procure pelo ícone "Extrato de Pagamento";

- Ao acessar o extrato, o valor do 13º vai aparecer como código 104;

- É possível gerar o PDF no final da página, clicando em "Baixar PDF".

Outra forma é ligar para a central 135, que funciona de segunda à sábado, das 7 horas às 22 horas. 

 

Estadão Conteúdo


Cigarros eletrônicos: a ineficaz proibição da Anvisa para frear contrabando e consumo do produto

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta última quarta-feira (24) a resolução que mantém a proibição da fabricação, importação, distribuição, comercialização, armazenamento, além de proibir o transporte e a propaganda dos chamados cigarros eletrônicos. A vedação, existente desde 2009, foi reforçada definitivamente em reunião da diretoria colegiada da entidade ocorrida no último dia 19 e teve unanimidade entre os cinco diretores da agência. Agora, a questão que fica é: a proibição de fato vai frear o consumo desse tipo de fumo no país?

Antes da resposta, é fundamental aprofundar o entendimento desses dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos, vapes, pods, e-ciggarettes, e-pipe, e-cigar e heat not burn. Sua principal diferença com o cigarro o convencional é a ausência de combustão. O aparelho contém um líquido composto por nicotina, solução que é aquecida por um circuito elétrico e se transforma em vapor, que é tragado pelo fumante.

Segundo o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), atualmente no Brasil há 2,2 milhões de usuários deste tipo de dispositivo. E de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, um a cada cinco jovens entre 18 anos e 24 anos diz já ter experimentado o cigarro eletrônico. Tais dados revelam o consumo desenfreado desse tipo de produto, ainda que desde 2009 esteja proibido no país. Ou seja, eles entram no Brasil por meio de contrabando.

A proibição definitiva pela Anvisa, publicada nesta quarta, 24, mais uma vez não deve trazer os efeitos desejados. Num cenário ainda mais grave, ao não substituir proibição por regulamentação, a agência não terá dados de procedência, qualidade, teor e toxicidade das substâncias que compõem os dispositivos eletrônicos para fumar que atravessam nossas fronteiras.

A decisão da Anvisa representa uma oportunidade perdida, já que a agência é o órgão responsável pelo registro e fiscalização de produtos fumígenos, dispondo da Gerência Geral de Registro e Fiscalização de Produtos Fumígenos, derivados ou não do Tabaco (GGTAB), especializada para cuidar do tema. Certamente, poderia instituir políticas sanitárias para redução de riscos desses produtos, pela via da regulamentação.

O cigarro eletrônico está regulamentado em mais de 80 países. Em abril de 2023, o Reino Unido anunciou um pacote de medidas antitabagistas que incluía o envio, para 1 milhão de cidadãos, de kits gratuitos de cigarro eletrônico, numa política denominada “swap to stop“, ou em português, “trocar para parar”.

A eventual regulamentação dos cigarros eletrônicos poderia servir como ferramenta eficaz para retirar o produto do mercado ilegal e estabelecer parâmetros de qualidade, de toxicidade e da composição dos produtos. Seria, assim, um recurso para proteger a sociedade brasileira dos dispositivos clandestinos, que hoje é quem fomenta o mercado, vendidos sem qualquer controle, inclusive nos arredores de estações de metrô, onde os adolescentes têm fácil acesso para iniciar o consumo. Algo que tem grandes chances de continuar, mesmo após a publicação da proibição definitiva pela Anvisa.



Claudia de Lucca Mano - advogada e consultora empresarial atuando desde 1999 na área de vigilância sanitária e assuntos regulatórios, fundadora da banca DLM e responsável pelo jurídico da associação Farmacann.

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Governo de SP amplia atendimento em Libras para Centros de Integração da Cidadania

 Cidadão surdo é atendido por um intérprete de Libras no CIC
Casa da Cidadania, localizado na capital
Foto: Divulgação/Governo de SP
Programa São Paulo São Libras possibilita que equipes de serviços estaduais acionem intérpretes de Libras por videochamada para atendimento a pessoas com deficiência auditiva


No Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), celebrado nesta quarta-feira (24), a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) anuncia a ampliação do programa São Paulo São Libras para os 18 Centros de Integração da Cidadania (CIC), ligados à Secretaria da Justiça e Cidadania. O programa permite que intérpretes de Libras sejam acionados via videochamada por equipes de serviços estaduais, auxiliando a comunicação com pessoas com deficiência auditiva. 

Esses intérpretes estão alocados em uma Central de Interpretação de Libras na capital, que fornece serviços de tradução simultânea, facilitando a comunicação efetiva entre pessoas surdas e servidores estaduais. Na prática, o intérprete conversa em Libras com a pessoa surda que está sendo atendida no serviço e transmite, em português, as informações da conversa ao servidor. 

Inicialmente, a Central foi estabelecida em cerca de 1,3 mil delegacias em parceria com a Secretaria da Segurança Pública. Posteriormente, com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o São Paulo São Libras ficou disponível em 20 Polos de Empregabilidade Inclusive (PEIs) e em 233 Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs). E agora, com auxílio da Secretaria da Justiça e Cidadania, foi expandido para os 18 CICs existentes no estado. 

“A implementação em todos os serviços estaduais está sendo feita gradualmente, de forma que todas as equipes conheçam o programa e sua funcionalidade. É um trabalho que conta com a participação de todas as pastas estaduais, com mapeamento de seus equipamentos e muito diálogo para a viabilização da plataforma seja feita de forma eficaz”, destaca o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa. 

"A prestação de serviços essenciais pelo Governo do Estado de São Paulo desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar, desenvolvimento socioeconômico e qualidade de vida dos cidadãos do estado", reforça o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Fábio Prieto. 

À medida que a implementação avança, é fornecido aos servidores um tutorial para uso do sistema e como requisitar a tradução de um intérprete. A Central opera ininterruptamente, 24 horas por dia, sete dias por semana, com cerca de cem intérpretes de Libras qualificados e com experiência em interpretação simultânea, contratados através de uma parceria com a organização da sociedade civil AME-SP.

 

Centros de Integração da Cidadania (CIC)

O Centro de Integração da Cidadania é um programa do Governo do Estado de São Paulo, desenvolvido pela Coordenação de Integração da Cidadania, da Secretaria da Justiça e Cidadania, que integra diversos órgãos públicos e organizações não governamentais em um único espaço, tais como: Defensoria Pública, Polícia Civil, Fundação PROCON e Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

O programa tem como missão promover o exercício da cidadania por meio da participação popular e garantir formas alternativas de Justiça, tendo como objetivos o acesso à Justiça, a prestação de serviços gratuitos, a articulação e o fortalecimento de redes e ações comunitárias, e a educação para cidadania e direitos humanos.

O CIC possui 18 unidades na Capital, na Grande São Paulo, no litoral e no interior do estado.


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