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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Flexibilidade se consolida como fator-chave para retenção de mães no mercado de trabalho

divulgação
No Dia das Mães, dados da Randstad mostram que equilíbrio entre vida pessoal e profissional é decisivo para permanência nas empresas

 

O Dia das Mães de 2026 reforça uma transformação importante no mercado de trabalho: a flexibilidade deixou de ser um benefício e passou a ser um fator determinante para a permanência de mulheres, especialmente mães, nas empresas. 

Dados do Workmonitor 2026, estudo global da Randstad, mostram que, embora o salário ainda seja um fator relevante para 81% dos profissionais, é o equilíbrio entre vida pessoal e profissional que mais influencia a retenção, sendo apontado como principal motivo para permanecer em um emprego por 46% dos trabalhadores. 

Esse cenário ganha ainda mais relevância quando analisado sob perspectiva da maternidade. A necessidade de conciliar demandas profissionais e pessoais faz com que modelos de trabalho mais flexíveis, como horários adaptáveis e formatos híbridos, sejam decisivos para a continuidade da carreira de muitas mulheres. 

Além disso, o estudo Randstad Employer Brand 2025, aponta que fatores ligados à qualidade de vida, ambiente de trabalho e benefícios seguem entre os principais critérios na escolha de um empregador, reforçando a importância de políticas que atendam às necessidades reais dos profissionais. 

“Mães no mercado de trabalho enfrentam desafios adicionais que exigem das empresas uma abordagem mais flexível e empática. Organizações que entendem essa dinâmica e oferecem condições adequadas conseguem não apenas reter talentos, mas também fortalecer o engajamento e a produtividade”, afirma Priscila Magalhães, Gerente de Delivery na Randstad Operational.
 

Flexibilidade como estratégia de retenção

Mais do que uma demanda pontual, a flexibilidade se consolida como uma estratégia de retenção em um cenário em que profissionais estão cada vez mais criteriosos em relação às suas escolhas de carreira. 

O Workmonitor 2026 também mostra que a relação com o trabalho mudou: os profissionais buscam mais autonomia, qualidade de vida e alinhamento com seus valores, o que impacta diretamente na decisão de permanecer ou deixar uma organização. 

Nesse contexto, a maternidade se torna um ponto-chave para empresas que desejam avançar em diversidade e inclusão, exigindo políticas que vão além do discurso e se traduzam em práticas concretas no dia a dia.
 

O desafio das empresas

Apesar dos avanços, ainda existe um gap entre as expectativas dos profissionais e as práticas das organizações. Muitas empresas já conhecem a importância da flexibilidade, mas ainda enfrentam desafios na implementação de modelos que realmente atendam às diferentes realidades das colaboradoras. 

Neste Dia das Mães, o debate vai além da valorização simbólica e reforça a necessidade de transformação estrutural nas relações de trabalho. 

Ao investir em flexibilidade, as empresas não apenas apoiam a permanência de mães no mercado, mas também constroem ambientes mais sustentáveis, diversos e preparados para o futuro do trabalho.

 

Randstad - líder em recrutamento e soluções completas de recursos humanos, com presença consolidada em 39 países, onde emprega diariamente mais de 650 mil pessoas.



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