No Dia das Mães, dados da Randstad
mostram que equilíbrio entre vida pessoal e profissional é decisivo para
permanência nas empresas
divulgação
O Dia das Mães de 2026 reforça uma transformação importante no
mercado de trabalho: a flexibilidade deixou de ser um benefício e passou a ser
um fator determinante para a permanência de mulheres, especialmente mães, nas
empresas.
Dados do Workmonitor 2026, estudo global da Randstad, mostram que,
embora o salário ainda seja um fator relevante para 81% dos profissionais, é o
equilíbrio entre vida pessoal e profissional que mais influencia a retenção,
sendo apontado como principal motivo para permanecer em um emprego por 46% dos
trabalhadores.
Esse cenário ganha ainda mais relevância quando analisado sob
perspectiva da maternidade. A necessidade de conciliar demandas profissionais e
pessoais faz com que modelos de trabalho mais flexíveis, como horários
adaptáveis e formatos híbridos, sejam decisivos para a continuidade da carreira
de muitas mulheres.
Além disso, o estudo Randstad Employer Brand 2025, aponta que
fatores ligados à qualidade de vida, ambiente de trabalho e benefícios seguem
entre os principais critérios na escolha de um empregador, reforçando a
importância de políticas que atendam às necessidades reais dos profissionais.
“Mães no mercado de trabalho enfrentam desafios adicionais que
exigem das empresas uma abordagem mais flexível e empática. Organizações que
entendem essa dinâmica e oferecem condições adequadas conseguem não apenas
reter talentos, mas também fortalecer o engajamento e a produtividade”, afirma
Priscila Magalhães, Gerente de Delivery na Randstad Operational.
Flexibilidade como estratégia de retenção
Mais do que uma demanda pontual, a flexibilidade se consolida como
uma estratégia de retenção em um cenário em que profissionais estão cada vez
mais criteriosos em relação às suas escolhas de carreira.
O Workmonitor 2026 também mostra que a relação com o trabalho
mudou: os profissionais buscam mais autonomia, qualidade de vida e alinhamento
com seus valores, o que impacta diretamente na decisão de permanecer ou deixar
uma organização.
Nesse contexto, a maternidade se torna um ponto-chave para
empresas que desejam avançar em diversidade e inclusão, exigindo políticas que
vão além do discurso e se traduzam em práticas concretas no dia a dia.
O desafio das empresas
Apesar dos avanços, ainda existe um gap entre as expectativas dos
profissionais e as práticas das organizações. Muitas empresas já conhecem a
importância da flexibilidade, mas ainda enfrentam desafios na implementação de
modelos que realmente atendam às diferentes realidades das colaboradoras.
Neste Dia das Mães, o debate vai além da valorização simbólica e
reforça a necessidade de transformação estrutural nas relações de trabalho.
Ao investir em flexibilidade, as empresas não apenas apoiam a
permanência de mães no mercado, mas também constroem ambientes mais
sustentáveis, diversos e preparados para o futuro do trabalho.
Randstad - líder em recrutamento e soluções completas de recursos
humanos, com presença consolidada em 39 países, onde emprega diariamente mais
de 650 mil pessoas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário