Pesquisar no Blog

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Ignorar a saúde financeira dos colaboradores impacta diretamente a produtividade das empresas

Com 66% dos profissionais relatando aumento do estresse por questões financeiras, o tema precisa ganhar espaço na agenda do RH, afirma especialista

 

Desconsiderar a saúde financeira dos colaboradores já tem efeitos concretos sobre o desempenho nas organizações e reforça a necessidade de as empresas colocarem o assunto no centro das políticas de Recursos Humanos. Uma pesquisa realizada em 2025 pela SalaryFits, empresa da Serasa Experian, mostra que 66% dos profissionais relatam maior estresse relacionado ao dinheiro.

 

Esse impacto se reflete diretamente na rotina de trabalho: 37% afirmam ter dificuldade de concentração e 33% apontam queda na produtividade. Os dados evidenciam o avanço do presenteísmo, quando o profissional está fisicamente presente, mas com menor capacidade de foco e desempenho, cenário que vem sendo cada vez mais associado às preocupações financeiras enfrentadas fora do ambiente corporativo.

 

“A instabilidade econômica não pode ser vista apenas como uma questão individual, porque ela também afeta o clima organizacional, o engajamento e a produtividade. As empresas precisam ampliar o olhar para esses riscos, entendendo que proteção e previsibilidade também fazem parte da segurança psicológica do colaborador”, afirma Marcell Guimarães, diretor de vendas da Omint Saúde.

 

O debate ganha ainda mais relevância diante da vulnerabilidade financeira de grande parte da população. O levantamento mostra que apenas um em cada quatro brasileiros conseguiria lidar com emergências acima de R$ 10 mil utilizando recursos próprios, cenário que amplia a percepção sobre a importância de benefícios corporativos voltados à proteção da família e à redução de impactos financeiros em situações inesperadas cobertas pela apólice.

 

Nesse contexto, o seguro de vida em grupo ganha destaque nas estratégias de Recursos Humanos ao oferecer suporte em momentos críticos, contribuindo para fortalecer a sensação de segurança do colaborador e de seus dependentes enquanto perdurar o vínculo empregatício. Mais do que um benefício adicional, passa a integrar uma abordagem mais ampla de cuidado, proteção e valorização do capital humano.

 

Além da cobertura básica em caso de morte natural ou acidental, as apólices podem incluir proteções para situações como invalidez permanente total ou parcial por acidente (IFPA) e invalidez funcional permanente total por doença (IFPD), além de coberturas adicionais que variam conforme o contrato. A ampliação dessas soluções acompanha uma demanda crescente das empresas por benefícios mais alinhados às necessidades reais dos colaboradores.

 

“O seguro de vida em grupo deixou de ser visto apenas como um benefício complementar e passou a ter um papel importante dentro das estratégias de proteção da família e bem-estar corporativo. Quando essa construção acontece em parceria com o RH, é possível desenvolver soluções mais aderentes ao perfil dos colaboradores e à realidade de cada empresa”, complementa Guimarães.

 

Outro ponto relevante é o impacto direto na atração e retenção de talentos. Em um mercado competitivo, no qual empresas de diferentes portes disputam profissionais qualificados, a oferta de benefícios estruturados se consolida como um diferencial na construção de uma proposta de valor mais robusta ao colaborador.

 

Omint Seguros


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Posts mais acessados