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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Você sabe o que é uma ‘repatriação sanitária’ e em que casos ela é autorizada?


Um dos serviços mais comuns oferecidos pelas empresas de seguro viagem é a ‘repatriação sanitária’, que envolve o transporte médico do segurado para o país de origem por conta de alguma enfermidade ou acidente, caso seja realmente necessário. Essa decisão envolve o médico que acompanha o caso no local e decide pela necessidade ou não dessa transferência. 

O que pouca gente sabe é que esse serviço vai muito além do simples transporte do segurado, que dependendo da gravidade da situação pode precisar de uma UTI área. O valor desse serviço -- geralmente acima de 100 mil reais - depende de alguns fatores como a distância que precisa ser percorrida entre o local da remoção e o país de origem, até o peso que estará na aeronave, tanto do passageiro, quanto dos equipamentos médicos necessários para o monitoramento da sua saúde. 

Porém, na maioria dos casos, as repatriações sanitárias envolvem aviões comerciais mesmo, onde são retirados alguns acentos para a colocação da maca e dos equipamentos médicos. 

“Quem determina como deve ser o transporte é a equipe médica que assumiu o atendimento, e que avalia as condições necessárias para o retorno seguro do paciente. Nesses casos o custo da operação de transporte é menor, mas é ainda bastante elevado para os padrões normais”, revela Evelyn Dourado, gerente Operacional da Europ Assistance Brasil.

Segundo a executiva, esse tipo de serviço envolve ainda o custo da ambulância (ou helicóptero, se for o caso) entre o local do acidente e o hospital, e depois do hospital até o aeroporto, por exemplo.

“Além do transporte está incluso ainda toda a documentação necessária para dar entrada no pedido de repatriação sanitária para o transporte e, posteriormente, para a entrada do segurado no país de destino. Se houver necessidade de uma ou mais paradas entre o trajeto, o mesmo procedimento deverá ser aplicado”, explica.

De acordo com a especialista, dependendo da distância e da aeronave utilizada, será necessário fazer um pouso em algum lugar para reabastecer. Nesses casos, todos os documentos sanitários precisarão ser reapresentados para as autoridades locais. 

“Como se pode ver, este é um serviço de operação complexa, que envolve muitos profissionais, e que é pouco abordado. Somente este ano, fizemos 16 repatriações sanitárias, uma média de quase três por mês, o que requer uma estrutura e capacidade de atendimento muito acima da média”, concluiu. 

Além deste serviço, a EABR assegura também despesas médico-hospitalares e odontológicas em viagem; despesas farmacêuticas; gastos derivados por atraso de bagagem; danos à mala; seguro bagagem; cancelamento / interrupção de viagem; morte acidental; e invalidez permanente total ou parcial por acidente. 

Já entre os serviços de assistência estão o adiantamento em caso de fiança; orientação em caso de perda de documento ou cartão; assistência jurídica; reserva de hotel por convalescença e para acompanhante em caso de internação; passagem aérea de ida e volta para um familiar; repatriação de menor e transmissão de mensagem urgente. 


Europ Assistance Brasil (EABR)

https://www.europ-assistance.com.br


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