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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Neste Dia das Mães, um olhar para as mães de neurodivergentes que começam a entender a própria história através dos filhos


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Psiquiatra Thaíssa Pandolfi explica por que muitas mães descobrem traços de autismo, TDAH e outras neurodivergências apenas na vida adulta

 

Neste Dia das Mães, um movimento cada vez mais observado nos consultórios tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental: mulheres que, ao acompanharem o diagnóstico de autismo ou TDAH dos filhos, começam a reconhecer em si mesmas características semelhantes que passaram despercebidas durante toda a vida. 

A cena tem se repetido com frequência. Durante as avaliações clínicas das crianças, muitas mães se identificam com relatos sobre hipersensibilidade, exaustão social, necessidade de previsibilidade, dificuldade de pertencimento e sensação constante de inadequação. O que inicialmente era uma busca por respostas para os filhos acaba abrindo espaço para uma descoberta pessoal profunda. 

Segundo a psiquiatra, Dra. Thaíssa Pandolfi, especialista em neurodivergência feminina, autismo, TDAH e superdotação, esse fenômeno está diretamente ligado à forma como, durante décadas, os critérios diagnósticos foram construídos principalmente a partir de estudos realizados com meninos. 

“Durante muito tempo, muitas mulheres passaram despercebidas porque aprenderam a mascarar dificuldades desde cedo. Elas observavam comportamentos, imitavam interações sociais e criavam estratégias para se adaptar. Externamente pareciam funcionar bem, mas internamente conviviam com exaustão emocional, hipersensibilidade e uma sensação constante de serem diferentes”, explica. 

A médica afirma que esse processo de adaptação, conhecido como camuflagem social, fez com que inúmeras mulheres chegassem à vida adulta sem compreender o próprio funcionamento neurológico. Muitas receberam, ao longo da vida, diagnósticos de ansiedade, depressão ou instabilidade emocional sem que a neurodivergência fosse investigada de forma mais ampla. 

“Quando uma criança recebe um diagnóstico, os pais naturalmente começam a estudar mais o tema. E é nesse momento que muitas mães percebem que aquelas características também fizeram parte da própria infância, adolescência e vida adulta. Experiências que antes pareciam desconectadas começam a fazer sentido”, afirma. 

Além do autismo, a especialista observa com frequência diagnósticos tardios de TDAH, altas habilidades e alta sensibilidade em mulheres que passaram anos tentando se encaixar em padrões sociais que não respeitavam seu funcionamento emocional e cognitivo. 

A ciência também ajuda a explicar esse movimento familiar. Estudos indicam que o autismo possui forte componente genético, com índices de herdabilidade elevados. “Isso não significa que exista um único gene responsável, mas sim uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Por isso, não é incomum encontrarmos características semelhantes em diferentes membros da mesma família”, explica a psiquiatra. 

Outro aspecto observado na prática clínica é a chamada tendência de pessoas com perfis cognitivos parecidos formarem vínculos afetivos. “Muitas vezes encontramos casais em que um ou ambos apresentam traços de neurodivergência, como autismo, TDAH ou altas habilidades. E o diagnóstico da criança acaba funcionando como uma porta de compreensão para toda a família”, diz. 

Para Thaíssa, receber um diagnóstico na vida adulta não representa um rótulo, mas um processo de reorganização interna. “Para muitas mulheres, esse momento traz alívio. Elas passam a entender que não eram ‘difíceis’, ‘dramáticas’ ou ‘sensíveis demais’. Existe um funcionamento neurológico por trás dessas vivências. Quando isso é compreendido, nasce uma relação mais gentil consigo mesma”, afirma. 

Neste Dia das Mães, a reflexão também passa pela escuta e pela compreensão de histórias que, por muito tempo, ficaram invisíveis. “Muitas mães passaram a vida inteira cuidando de todos ao redor sem nunca terem tido espaço para compreender a si mesmas. Em muitos casos, o diagnóstico do filho acaba sendo também o início do próprio processo de reconhecimento e acolhimento”, conclui a especialista.


Maio Furta-Cor: saúde mental materna ainda é invisibilizada no Brasil, alerta Psicóloga Maiumi Souza

9 em cada 10 mães brasileiras apresentam sinais de burnout parental

 

O mês de maio, marcado pela campanha Maio Furta-Cor, propõe ampliar o debate sobre a saúde mental materna no Brasil, especialmente no período perinatal. Apesar do aumento das discussões nos últimos anos, o sofrimento psíquico de mães ainda é frequentemente invisibilizado ou tratado como parte natural da maternidade, o que dificulta o reconhecimento dos sintomas e o acesso ao cuidado.

 

Dados recentes evidenciam a dimensão do esgotamento materno no país. Uma pesquisa nacional realizada em 2024 pelas plataformas B2Mamy e Kiddle Pass aponta que 9 em cada 10 mães brasileiras apresentam sinais de burnout parental, com níveis que variam de moderado a grave. O levantamento foi divulgado em veículos como a revista Veja e revela a alta incidência de exaustão emocional entre mulheres que conciliam maternidade, trabalho e responsabilidades domésticas.

 

Outro levantamento conduzido pela plataforma De Mãe em Mãe, indica que apenas 9% das mães não apresentam sintomas relevantes de esgotamento, enquanto a grande maioria relata sobrecarga constante no cotidiano. Os dados reforçam que o adoecimento psíquico materno não é um fenômeno isolado, mas um reflexo de condições estruturais que impactam diretamente a experiência da maternidade no país.

 

Entre os quadros mais comuns relacionados à saúde mental materna estão a depressão pós-parto e os transtornos de ansiedade, que podem surgir ainda na gestação ou nos primeiros meses após o nascimento do bebê. A depressão se manifesta por sintomas como tristeza persistente, exaustão, culpa intensa e dificuldade de conexão com a criança, enquanto a ansiedade aparece em forma de preocupação constante, medo excessivo e pensamentos intrusivos, muitas vezes silenciosos e subdiagnosticados. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, cerca de 13% das mulheres no pós-parto apresentam transtornos mentais, sendo essas condições ainda mais frequentes em contextos de vulnerabilidade social e ausência de rede de apoio. Em muitos casos, esses sinais são naturalizados como parte da maternidade, o que atrasa o reconhecimento do sofrimento e o acesso ao cuidado adequado.

 

Para a psicóloga Maiumi Souza, especialista em Gestalt-Terapia e Desenvolvimento Infantil, romper com a naturalização do sofrimento materno é um passo essencial para ampliar o cuidado.

 

“A saúde mental materna ainda é tratada como um tema secundário, quando, na verdade, ela sustenta toda a experiência do cuidado. Muitas mulheres atravessam o puerpério em silêncio, lidando com exaustão, ansiedade e solidão, sem nomear o que estão sentindo. Quando o sofrimento é naturalizado, ele deixa de ser reconhecido como algo que precisa de cuidado. E isso adoece”, afirma.

 

A especialista destaca que o impacto não se limita às mães, mas também alcança o desenvolvimento das crianças. Segundo ela, o vínculo afetivo é construído a partir da disponibilidade emocional do cuidador, o que pode ser comprometido em contextos de esgotamento e ausência de suporte.

 

“A maternidade não acontece isoladamente. Quando não há rede de apoio, quando o cuidado é concentrado em uma única pessoa, o risco de adoecimento aumenta. Cuidar da saúde mental das mães é também cuidar do desenvolvimento emocional das crianças. Não é uma escolha individual, é uma responsabilidade coletiva”, completa.

 

A campanha Maio Furta-Cor surge justamente como um convite à escuta e à construção de uma cultura que reconheça a complexidade da maternidade, valorizando o cuidado com quem cuida e ampliando o acesso a suporte psicológico e social.


 

Maiumi Souza - psicóloga, especialista em Gestalt-Terapia, Maternidade e Desenvolvimento Infantil, com atuação voltada à saúde mental de mulheres, mães, crianças e famílias. Sua prática clínica integra saberes da neurociência, psicologia do desenvolvimento e estudos sobre trauma, com uma escuta ética que considera os atravessamentos de raça, gênero e classe nas experiências psíquicas.


Clínica da Dor da Univali estima redução superior a 60% da dor orofacial em até quatro sessões

Projeto em São José integra terapia neural e ozonioterapia em atendimentos personalizados na Be Dental School

 

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) inicia, na Grande Florianópolis, um projeto clínico voltado ao atendimento de pacientes com dor orofacial. “Quem convive com dor na face, na cabeça e no pescoço – daquelas que atravessam o dia, interferem no sono, na fala e na rotina – sabe o que é lidar com um desconforto contínuo que compromete a qualidade de vida”, afirma o coordenador do projeto, professor Cesar Dantas Guimarães.

A Clínica da Dor reúne diferentes abordagens terapêuticas em um mesmo atendimento e trabalha com a expectativa de reduzir mais de 60% do desconforto em até quatro sessões.

Com capacidade inicial para seis pacientes por período, os atendimentos são realizados mediante agendamento e baseados em avaliação clínica detalhada. Cada sessão, com duração média de 30 minutos, parte da escuta do paciente e da análise do histórico – anamnese, exames e manifestações atuais – para definição de condutas individualizadas, sem protocolos fixos. O objetivo é atuar na origem da dor, promovendo o reequilíbrio do sistema nervoso autonômico e a modulação dos processos fisiológicos envolvidos na percepção dolorosa.

Os atendimentos ocorrem semanalmente na Univali Be Dental School, iniciativa educacional da instituição dedicada à formação avançada em odontologia.

 

Para quem é o atendimento

O projeto atende moradores da Grande Florianópolis e de Santa Catarina que convivem com dores persistentes, especialmente na região orofacial. Estão entre os casos acompanhados condições como enxaqueca, bruxismo, disfunções da articulação temporomandibular (DTM), dores cervicais, neuralgias, parestesias, paralisias faciais, necrose óssea e de tecidos moles, além de dores persistentes mesmo após intervenções anteriores.

Casos odontológicos convencionais, como inflamações e infecções dentárias, seguem sendo tratados em outras frentes já contempladas na clínica-escola.

 

Como o tratamento acontece

A proposta clínica articula duas frentes complementares. A terapia neural atua sobre o sistema nervoso por meio de aplicações em pontos específicos intrabucais, além de regiões da cabeça, do pescoço e de outras partes do corpo associadas à dor, como pontos de acupuntura, cicatrizes, gânglios e pontos gatilho. O objetivo é harmonizar o sistema nervoso autonômico, reduzir padrões persistentes de dor e favorecer o restabelecimento do equilíbrio funcional do organismo.

A segunda ferramenta terapêutica é a ozonioterapia, que consiste na aplicação de ozônio em diferentes formas – gás, água e óleo. O recurso é utilizado pelo seu potencial de indução da resposta antioxidativa com potente ação anti-inflamatória, contribuição para a oxigenação dos tecidos e ação antimicrobiana. O procedimento é realizado com tecnologia da empresa Philozon, pioneira na fabricação de geradores de ozônio para uso odontológico e a primeira empresa a obter o registro da Anvisa para esta prática.

“Buscamos criar condições para que o próprio organismo seja fortalecido e encontre o equilíbrio para o restabelecimento da saúde. O ozônio funciona como um estímulo que desencadeia respostas biológicas, fisiológicas e metabólicas importantes. Quando bem administrado, contribui para reorganizar processos desregulados e impacta diretamente na fisiologia da dor”, explica o professor Cesar.

 

Acompanhamento contínuo

Cada paciente é acompanhado de forma contínua. Antes da primeira sessão, é realizado um levantamento detalhado do histórico clínico. Ao longo do processo, a evolução do quadro orienta os ajustes nas condutas.

Registros de imagens termográficas podem ser utilizados para mapear a dor e acompanhar sua evolução. “Após cada atendimento, o paciente relata como se sentiu nos dias seguintes. Esse retorno orienta os próximos passos”, afirma Guimarães.

Como o tratamento envolve a modulação do sistema nervoso autonômico, também são atendidos quadros de paralisia (interrupção do estímulo nervoso motor) e parestesia (redução do estímulo nervoso sensitivo).

Casos de necrose de tecidos moles ou óssea também podem ser incluídos, considerando a dor associada e o potencial de resposta na regeneração tecidual das  abordagens terapêuticas adotadas.

“A dor persistente passou a ser compreendida como uma condição que exige acompanhamento contínuo. Iniciativas que combinam diferentes abordagens e mantêm o paciente no centro do processo ampliam as possibilidades de resposta e contribuem para a retomada da rotina”, afirma o diretor da Univali Be Dental School, professor Gustavo Coura.

Segundo ele, ao integrar conhecimento acadêmico, prática clínica e acompanhamento contínuo, o projeto amplia o repertório terapêutico disponível à comunidade e consolida um espaço em que ciência e prática assistencial atuam de forma articulada.

Na Univali Be Dental School, os procedimentos são realizados por profissionais em formação, sob supervisão de professores especialistas, unindo aprendizado clínico e atendimento à população. A estrutura também funciona como campo de pesquisa e desenvolvimento de técnicas.

 

Saiba mais

Os atendimentos ocorrem às terças-feiras, das 14h30 às 17h, na Univali Be Dental School, em São José, com agendamento prévio e até seis pacientes por período. Cada sessão dura cerca de 30 minutos.

O valor por sessão é de R$ 400. Registros fotográficos intra e extraorais custam R$ 200 e exames termográficos têm valor a confirmar.


Denecimigue (Mim8) reduziu significativamente a taxa anualiazada de sangramento em pessoas com hemofilia A, independentemente da presença de inibidores, segundo dados de Fase 3 publicados no NEJM

 

  • O estudo pivotal publicadoFRONTIER2 demonstrou que o medicamento em investigação, denecimigue (Mim8), reduziu significativamente a taxa anualizada de sangramento (ABR) em comparação com a profilaxia prévia com fator de coagulação e como o tratamento sob demanda em pessoas com hemofilia A, com ou sem inibidores.
  • O estudo avaliou a eficácia e segurança de denecimigue (Mim8) em adultos e adolescentes (maior ou igual a 12 anos) com administração mensal ou semanal.
  • A Novo Nordisk continua fortalecendo sua liderança na pesquisa em hemofilia para ajudar a atender às necessidades não atendidas de pessoas que vivem com esta condição rara e potencialmente fatal.

 

O New England Journal of Medicine (NEJM) publicou os resultados de 26 semanas do estudo de Fase 3 FRONTIER2, que avaliou a eficácia e segurança do denecimigue (Mim8) de administração mensal e semanal em adultos e adolescentes maior ou igual a 12 anos com hemofilia A, deficiência congênita do Fator VIII (FVIII), com ou sem inibidores. O denecimigue (Mim8) é um anticorpo biespecífico mimético do Fator VIII ativado (FVIIIa), desenvolvido para profilaxia de rotina para auxiliar o corpo na coagulação do sangue. Ele está sendo estudado como parte do programa FRONTIER em diferentes frequências de dosagem, faixas etárias e gravidades da hemofilia A. 

“A prevenção e a redução de episódios de sangramento são o objetivo final para pessoas que vivem com hemofilia A. Esses resultados do estudo FRONTIER2 fornecem dados importantes sobre o potencial do denecimig como opção de tratamento profilático, independentemente da gravidade da hemofilia A ou do status de inibidor”, afirmou a Dra. Maria Elisa Mancuso, médica hematologista do Centro de Trombose e Doenças Hemorrágicas do IRCCS Humanitas Research Hospital, em Milão (Itália), e investigadora principal do estudo. “A publicação do FRONTIER2 no NEJM demonstra tanto a relevância desses achados quanto como o denecimigue pode ajudar pessoas que vivem com hemofilia A.” 

O FRONTIER2 é um ensaio clínico de fase 3 que avalia a eficácia e a segurança do denecimigue (Mim8) em pessoas com hemofilia A, com ou sem inibidores. O estudo comparou 254 adultos e adolescentes (≥12 anos) que receberam injeções de denecimigue (Mim8) uma vez por mês ou uma vez por semana com aqueles que receberam profilaxia prévia com fator de coagulação durante a fase de run-in ou tratamento sob demanda. 

O estudo FRONTIER2 avaliou quantos episódios de sangramento os participantes apresentaram por ano que necessitaram de tratamento. As pessoas que receberam denecimigue (Mim8) uma vez por mês tiveram significativamente menos episódios de sangramento em comparação com seus tratamentos anteriores. Especificamente, apresentaram quase 99% menos sangramentos em relação ao tratamento sob demanda e cerca de 43% menos sangramentos em comparação com a terapia profilática regular com fator de coagulação. 

Da mesma forma, as pessoas que receberam denecimigue (Mim8) uma vez por semana também tiveram significativamente menos episódios de sangramento. Elas apresentaram aproximadamente 96% menos sangramentos em relação ao tratamento sob demanda e cerca de 54% menos sangramentos em comparação com sua terapia preventiva anterior. 

Dependendo do braço do estudo, entre 64% e 95% dos participantes que receberam denecimigue (Mim8) apresentaram zero sangramentos tratados. Nos braços comparadores, a proporção de participantes com zero sangramentos tratados variou de 0% a 37% (0% no braço sob demanda; 33% no braço de profilaxia pré-estudo com fator de coagulação que passou para denecimigue (Mim8) semanal; e 37% no braço de profilaxia pré-estudo com fator de coagulação que passou para denecimigue (Mim8) mensal). 

“Com o denecimigue (Mim8) recentemente submetido à Anvisa, os dados publicados no NEJM reforçam ainda mais seu potencial como uma opção de tratamento profilático que pode ajudar a atender às necessidades persistentes não atendidas de pessoas que vivem com hemofilia A, com ou sem inibidores”, comenta Priscilla Mattar vice-presidente Médica da Novo Nordisk Brasil. “As reduções significativas nas taxas de sangramento observadas com denecimigue (Mim8) demonstram nosso compromisso em desenvolver medicamentos inovadores com perfis robustos de eficácia cliníca e em ajudar no bem-estar dos pacientes”. 

No estudo, o denecimigue (Mim8) foi, de modo geral, bem tolerado, e não foram relatados eventos tromboembólicos nem evidência clínica de anticorpos neutralizantes anti-denecimigue. Reações no local da injeção (ISRs) foram relatadas por 10% dos participantes, e ISRs foram observadas em 2,6% das injeções.
 

 Sobre Denecimigue (Mim8)

O denecimigue (Mim8) é um anticorpo biespecífico mimético do FVIIIa em, desenvolvido com o objetivo de oferecer profilaxia com administração mensal, a cada duas semanas ou semanal para pessoas que vivem com hemofilia A, com ou sem inibidores. O denecimigue é administrado por via subcutânea (abaixo da pele) e “imita” o papel do Fator VIIIa ao aproximar o Fator IXa e o Fator X. Essa ação substitui a função do FVIIIa, ajudando a restaurar a capacidade do organismo de gerar trombina e, consequentemente, a formação de coágulos.9 O uso do denecimigue (Mim8) em pessoas com hemofilia A, com ou sem inibidores, é investigacional e não está aprovado por nenhuma autoridade regulatória no mundo. 

Em setembro de 2025, a Novo Nordisk submeteu o denecimigue (Mim8) para revisão da agência regulatória dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), por meio de um Pedido de Licença Biológica (Biologics License Application; BLA), uma solicitação formal para avaliação de um medicamento biológico.
 

Sobre hemofilia

A hemofilia é um distúrbio hemorrágico hereditário raro que compromete a capacidade do organismo de formar coágulos sanguíneos, processo necessário para interromper sangramentos. De acordo com a Federação Mundial de Hemofilia, estima-se que a condição afete aproximadamente 836.000 pessoas em todo o mundo, e que a hemofilia A representa cerca de 80% a 85% de todos os casos de hemofilia. Existem diferentes tipos de hemofilia, caracterizados pelo tipo de proteína do fator de coagulação que está defeituosa ou ausente. A hemofilia A é causada pela ausência ou defeito do fator de coagulação VIII (FVIII). Algumas pessoas com hemofilia A podem desenvolver inibidores — uma resposta do sistema imunológico aos fatores de coagulação utilizados na terapia de reposição —, o que pode tornar o tratamento ineficaz. Estima-se que aproximadamente 30% das pessoas que vivem com hemofilia A tenham inibidores.
 

Sobre FRONTIER2

O FRONTIER2 é um ensaio clínico de fase 3 que avaliou a eficácia e a segurança do denecimig (Mim8) para pessoas com hemofilia A, com ou sem inibidores. O estudo comparou 254 adultos e adolescentes (≥12 anos) que receberam injeções de denecimig (Mim8) uma vez por mês ou uma vez por semana com aqueles que receberam profilaxia prévia com fator de coagulação durante a fase de run-in ou tratamento sob demanda, tendo como desfecho primário a ABR média de sangramentos tratados. 

Dos 254 pacientes, 246 completaram a fase principal de 26 semanas. Quatro (2%) eram do sexo feminino, 66 (26%) eram adolescentes (12–17 anos), 212 (84%) tinham hemofilia A grave e 31 (12%) tinham inibidores de FVIII. 

O programa FRONTIER inclui os estudos FRONTIER1–5 e investiga o denecimig (Mim8) como uma opção de tratamento profilático de sangramentos em populações pediátricas e adultas com hemofilia A, com ou sem inibidores.



Novo Nordisk
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Referências:

  1. Mancuso ME, Chan AKC, Shanmukhaiah C, et al. N Engl J Med. 2026;394:1696-1709. doi: 10.1056/NEJMoa2517384
  2. ClinicalTrials.gov. A Research Study Investigating Mim8 in Adults and Adolescents With Haemophilia A With or Without Inhibitors. Last accessed September 2025. Available at Link.
  3. ClinicalTrials.gov. A Research Study Looking at Mim8 in Children With Haemophilia A With or Without Inhibitors. Last accessed September 2025. Available at Link.
  4. ClinicalTrials.gov. A Research Study Looking at Long-term Treatment With Mim8 in People With Haemophilia A (FRONTIER 4). Last accessed September 2025. Available at Link.
  5. Østergaard H, Lund J, Greisen PJ, et al. A factor VIIIa-mimetic bispecific antibody, Mim8, ameliorates bleeding upon severe vascular challenge in hemophilia A mice. Blood. 2021;138(14):1258-1268. doi: 10.1182/blood.2020010331
  6. ClinicalTrials.gov. A Research Study Investigating Mim8 in People With Haemophilia A (FRONTIER1). Last accessed September 2025. Available at Link.
  7. ClinicalTrials.gov. A Research Study Looking at How Safe it is to Switch From Emicizumab to Mim8 in People With Haemophilia A (FRONTIER 5). Last accessed September 2025. Available at Link.
  8. Lentz S, Chowedary P, Gil L, et al. FRONTIER1: a partially randomized phase 2 study assessing the safety, pharmacokinetics, and pharmacodynamics of Mim8, a factor VIIIa mimetic. J Thromb Haemost. 2024;22(4): 990-1000. doi: 10.1016/j.jtha.2023.12.016
  9. U.S. National Library of Medicine. F8 gene. MedlinePlus Genetics. Last accessed August 2025. Available at Link.
  10. MedlinePlus. Hemophilia. Last accessed September 2025. Available at Link.
  11. World Federation of Hemophilia. World Federation of Hemophilia Report on the Annual Global Survey 2023. Last accessed September 2025. Available at Link.
  12. Kim JY, You CW. The prevalence and risk factors of inhibitor development of FVIII in previously treated patients with hemophilia A. Blood Res. 2019;54:204-209. doi: 10.5045/br.2019.54.3.204


Especialista do MPHU alerta para sintomas silenciosos do câncer de ovário

Especialista do MPHU alerta para sintomas silenciosos do câncer de ovário

 

Estimativas do Instituto Nacional de Câncer para o triênio 2026-2028 acendem um alerta para o câncer de ovário no Brasil. Considerado um tumor silencioso e de alta letalidade, a doença deve registrar cerca de 7.300 novos casos por ano no país, mantendo um cenário preocupante e reforçando a importância do diagnóstico precoce e da informação. 

De difícil identificação nas fases iniciais, o câncer de ovário segue como um dos principais desafios da saúde da mulher. De acordo com a ginecologista do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU), Caroline Xavier, a principal dificuldade está justamente na identificação precoce da doença. 

“O câncer de ovário é considerado silencioso porque, na fase inicial, ele costuma apresentar poucos ou nenhum sintoma específico. Quando aparecem, os sinais podem ser facilmente confundidos com situações comuns do dia a dia, como inchaço abdominal, dor pélvica, sensação de estômago cheio rapidamente e alterações intestinais. Por isso, muitas mulheres acabam ignorando esses alertas”, explica. 

A médica destaca que, diferente de outros tipos de câncer, ainda não existe um método de rastreamento eficaz para a população em geral.

“Não há um exame específico que funcione como rastreio padrão, como o Papanicolau para o câncer do colo do útero. Por isso, o acompanhamento ginecológico regular é fundamental, especialmente para mulheres com fatores de risco, como histórico familiar da doença ou mutações genéticas, como BRCA. Estar atenta ao próprio corpo faz toda a diferença”, ressalta. 

Entre os principais desafios no tratamento, está o diagnóstico tardio, que impacta diretamente nas chances de cura.

“Quando o câncer é descoberto em estágios iniciais, as chances de sucesso no tratamento são significativamente maiores. No entanto, como a maioria dos casos é diagnosticada tardiamente, o tratamento se torna mais complexo, envolvendo cirurgia e, muitas vezes, quimioterapia. Por isso, reforçamos sempre a importância do diagnóstico precoce”, afirma a ginecologista. 

O Dia Mundial do Câncer de Ovário, lembrado em 8 de maio, reforça a necessidade de ampliar o acesso à informação e estimular o cuidado com a saúde feminina.


Avião Solidário da LATAM transporta filhote de onça-pintada de Manaus para Brasília para reabilitação

Onça-pintada Rho inicia adaptação no Instituto Nex (DF)
para reintrodução ao habitat natural 
Crédito: Eliane Carvalho


Operação gratuita, em parceria com o Ibama, reduz em mais de 40 horas o tempo de deslocamento e apoia a conservação da biodiversidade brasileira


O programa Avião Solidário da LATAM realizou nesta sexta-feira (8) o transporte gratuito de um filhote de onça-pintada (Panthera onca) entre Manaus (AM) e Brasília (DF). Resgatado na Floresta Amazônica, o macho, com cerca de cinco meses e batizado de Rho, foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Brasília, onde iniciará protocolo para futura reintrodução à natureza.
 

Coordenada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a operação partiu do Aeroporto Internacional de Manaus e reduziu em mais de 40 horas o tempo de viagem em comparação ao trajeto terrestre, contribuindo para o bem-estar do animal e a eficiência do resgate. 

“Há mais de 14 anos, o Avião Solidário coloca a conectividade e a eficiência logística da LATAM a serviço de causas essenciais, como a conservação da biodiversidade. Ao integrar diferentes regiões do país, ampliamos o alcance de iniciativas que geram impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente”, afirma Raquel Argentino, gerente de Sustentabilidade e Impacto Social da LATAM Brasil.

 

REABILITAÇÃO COM FOCO NO RETORNO À NATUREZA 

Rho foi encontrado abandonado na floresta e resgatado há cerca de dois meses pelo Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), em Manaus, onde recebeu os primeiros cuidados. No Cetas, passará pela etapa inicial de reabilitação para grandes felinos, com atividades que simulam seu habitat natural. O processo inclui fases progressivas, realizadas no Instituto Nex, até que haja condições seguras para sua reintrodução na natureza. 

Caso semelhante é o da onça-pintada Phi, transportada pelo Avião Solidário de Boa Vista (RR) para Brasília em abril de 2025. Atualmente, o animal avança na segunda etapa do protocolo de reabilitação no mesmo instituto.

 

CONECTIVIDADE A SERVIÇO DO BRASIL 

O Avião Solidário é uma iniciativa da LATAM que, há 14 anos, utiliza a malha aérea da companhia para apoiar ações humanitárias, ambientais e de desenvolvimento regional. No período, o programa já transportou, no Brasil, 868 toneladas de cargas, 4,6 mil animais em projetos de conservação e 282 milhões de vacinas contra a Covid-19. 

Somente em 2025, foram 48 toneladas de doações e 835 voluntários transportados. A LATAM mantém parcerias com organizações como Amigos do Bem, Movimento União BR, Gastromotiva, SOS Mata Atlântica e AZAB, entre outras. 

Ao ampliar a conectividade e aplicar sua capacidade logística em iniciativas de interesse público, a LATAM contribui para o desenvolvimento sustentável do país e reforça seu compromisso com a sociedade brasileira.



Grupo LATAM
www.latam.com


Dia das Mães: Oito em cada 10 brasileiros acreditam que mulheres com filhos enfrentam mais obstáculos no mercado de trabalho

Pesquisa da B3 e do Instituto Locomotiva aponta, ainda, que diversidade no ambiente corporativo é importante para 81% dos brasileiros



Para a maioria dos brasileiros, os preconceitos existentes na sociedade contra grupos sub-representados acabam se refletindo em desigualdades no ambiente corporativo. É o que revela a segunda edição do estudo Iniciativas empresariais de diversidade: a visão dos consumidores, realizado pela B3, a bolsa do Brasil, em parceria com o Instituto Locomotiva. 

Oito em cada 10 brasileiros (77%) acreditam que mulheres com filhos enfrentam mais desafios no mercado de trabalho. Entre mulheres com filhos, esse número sobe para 86%, enquanto a taxa entre homens sem filhos é de 68%. 

Além disso, três em cada quatro brasileiros (74%) acreditam que pessoas mais velhas têm menos oportunidades no mercado de trabalho, e 58% concordam que as diferenças entre gerações podem gerar conflitos no ambiente corporativo. 

Para Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, “os dados mostram que os brasileiros já percebem que as desigualdades presentes na sociedade também atravessam o ambiente corporativo. Ao reconhecer que mulheres com filhos, pessoas mais velhas e outros grupos enfrentam mais obstáculos, o país demonstra maturidade para entender que diversidade vai além da representatividade, é enfrentar as barreiras que afetam trajetórias reais. Essa consciência abre espaço para que as empresas avancem em práticas que transformam o dia a dia de quem trabalha”.
 

Diversidade como pilar estratégico no ambiente corporativo 

O levantamento da B3 e do Instituto Locomotiva apontou que oito em cada 10 brasileiros (81%) consideram importante que marcas ou empresas apoiem a diversidade entre seus funcionários. 

Quando o assunto é liderança, a percepção geral é que as empresas são pouco diversas. Ao serem perguntados sobre o perfil das pessoas que ocupam cargos de liderança nas empresas em que trabalham, as características mais citadas pelos respondentes foram: sem deficiência (88%), não pertencentes à comunidade LGBTQIAPN+ (87%), brancos (87%) e homens (85%). 

O estudo também revela pontos positivos dentro das empresas. Para 68% dos entrevistados, as empresas onde trabalham trata as pessoas de forma justa, independentemente de seu histórico de vida ou de características pessoais. Além disso, 65% afirmam que sua empresa está comprometida em criar um ambiente que valoriza e incentiva a diversidade. 

“Na B3, diversidade está no centro da nossa estratégia de negócios. Como Bolsa do Brasil, queremos dar o exemplo e incentivar que outras companhias também incorporem iniciativas que promovam equidade e inclusão. Quando as companhias avançam juntas, ampliamos o impacto e contribuímos de forma mais acelerada para o desenvolvimento sustentável da sociedade”, afirma Renata Caffaro, diretora de Pessoas e Comunicação Interna da B3. 

A pesquisa on-line foi realizada com 1751 pessoas com mais de 18 anos em todo o país, entre 16 de julho e 01 de agosto de 2025, com margem de erro de 2,3 pontos percentuais.
  
Acesse em: B3 | Iniciativas empresariais de diversidade: a visão dos consumidores 

B3 lança guia para orientar empresas sobre as melhores práticas em diversidade e inclusão 

Considerando o papel central que os temas relativos à diversidade e inclusão ocupam dentro da estratégia de negócio da B3, a bolsa lançou, na última quinta-feira (23), a segunda edição do guia de boas práticas Investimos em Diversidade. A elaboração do conteúdo foi feita em parceria com o Instituto Locomotiva. 

A publicação tem por objetivo atualizar as práticas de DE&I, destacando tendências e iniciativas recentes; reunir perspectivas de lideranças e profissionais de mercado; compartilhar a trajetória interna da bolsa contribuindo para construção de referências para o mercado; mostrar como DE&I podem atuar como diferenciais competitivos e sustentáveis para as empresas. 

O guia está dividido em duas seções: a Agenda Atual de DE&I, com um panorama de dados e evidências da maturidade desta pauta dentro das marcas e empresas, e Boas Práticas que Fazem a Diferença, com exemplos, inclusive internos, de ações que potencializam a diversidade e equidade dentro do mercado de trabalho. 

A 2ª edição do guia de boas práticas Investimos em Diversidade pode ser acessado gratuitamente no link: B3 | Investimentos Em Diversidade - Guia de Boas Práticas - 2° Edição.


PIX desbanca dinheiro e cartão e lidera como principal meio de pagamento no Dia das Mães em São Paulo, revela pesquisa TIM Ads

Levantamento com mais quase nove mil respostas aponta que 86% dos respondentes pretendem presentear e 65% preferem comprar em loja física

Mães cada vez mais conectadas é o que mostra a pesquisa, com participação ativa nas redes sociais

 

 Uma das datas mais relevantes para o varejo brasileiro, o Dia das Mães deve impulsionar o consumo com forte adesão aos pagamentos digitais. Levantamento da plataforma TIM Ads, realizado com quase 9 mil pessoas no estado de São Paulo, mostra que 86% dos consumidores paulistas pretendem comprar presentes na data e que o PIX já lidera, de forma isolada, as intenções de pagamento. 

De acordo com a pesquisa, 38% dos consumidores apontam o PIX como principal forma de pagamento, superando com ampla vantagem o dinheiro em espécie (17%) e os cartões de crédito (13%) e débito (14%). O dado evidencia o avanço da digitalização financeira no país e a rápida incorporação de novas tecnologias ao comportamento de um consumo cada vez mais ágil. 

Apesar da preferência pelos pagamentos digitais, a experiência presencial segue como protagonista na jornada de compra: 65% dos consumidores pretendem adquirir os presentes em lojas físicas, enquanto 41% consideram o e-commerce. Entre os itens mais buscados, os perfumes se destacam como uma das principais escolhas para a data (20%). 

"Datas como o Dia das Mães são termômetros importantes do consumo no país. Com dados em escala, conseguimos capturar em tempo real as mudanças no comportamento do consumidor, como a consolidação do PIX, e transformar esses insights em inteligência para o varejo tomar decisões mais assertivas”, destaca Leonardo Siqueira, Diretor de Data Monetization da TIM Brasil.

 

Gasto se concentra até R$ 300

No ranking de preferências, a tradição feminina prevalece. Perfumes lideram a lista (20%), seguidos por roupas (15%) e acessórios (13%). Flores e plantas também aparecem com destaque (13%) e celulares (9%). Embora as mães sejam as grandes homenageadas (55%), a data movimenta o comércio para outras figuras familiares, como avós e irmãs (16% cada).

Quanto ao investimento, o brasileiro demonstra cautela e planejamento: 54% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 20 e R$ 300. Já uma fatia de 25% dos consumidores planeja desembolsar valores maiores, entre R$ 300 e mais de R$ 1,2 mil.


Conectividade e comunicação

A pesquisa também traçou um perfil digital da base de consumo, composta majoritariamente por jovens – 62% entre 18 e 35 anos. O WhatsApp reafirma sua onipresença na jornada de compra e interação: é a rede social mais utilizada pelos consumidores (54%) e também a ferramenta de comunicação preferida das mães homenageadas, citada por 46% dos participantes. No campo das redes sociais, o Instagram e o Facebook (26% cada) completam o pódio de uso diário.

O TIM Ads é a plataforma de pesquisas rápidas da TIM, que aciona a base de clientes e os recompensa com bônus. A ferramenta oferece resultados em tempo recorde e pode ser usada por empresas e organizações para estudos de público, inclusive com recorte georreferenciado e por faixa etária, a fim de entender comportamentos, necessidades e validar soluções para o mercado.

 

TIM
www.tim.com.br


Dia Nacional do Turismo: Catho divulga mais de 3 mil vagas abertas no seto

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Data reforça a importância de um dos segmentos que mais geram empregos no Brasil e que segue aquecido com oportunidades em todo o país 


Celebrado em 8 de maio, o Dia Nacional do Turismo evidencia a força de um dos setores mais relevantes para a economia brasileira e que segue em expansão no mercado de trabalho. Atualmente, a Catho, plataforma gratuita de empregos, reúne mais de 3 mil vagas abertas em todo o país para a área de Hotelaria e Turismo, com oportunidades em diferentes níveis de experiência e regiões do Brasil. 

As vagas contemplam cargos como agente de viagens, recepcionista, consultor de turismo, camareiro, atendente, auxiliar de hospedagem, coordenador operacional, entre outros. Há oportunidades em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina, além de posições com diferentes modelos de contratação e benefícios variados. 

O movimento acompanha o crescimento do próprio setor turístico no país. Dados do Ministério do Turismo, com base no Novo Caged, mostram que o turismo brasileiro criou mais de 86 mil empregos formais nos últimos 12 meses, ultrapassando a marca de 2,4 milhões de trabalhadores no segmento. 

Além disso, somente no primeiro trimestre de 2026, o setor registrou saldo positivo de mais de 11 mil vagas formais, impulsionado principalmente pelas áreas de alimentação, hospedagem e transporte terrestre. 

Os profissionais que desejam encontrar uma oportunidade no segmento podem acessar, de forma gratuita, o site ou aplicativo da Catho (clique aqui), cadastrar ou atualizar o currículo e utilizar os filtros de busca como localização, tipo de contrato, modelo de trabalho e salário, para encontrar a posição mais compatível. 

Não perca tempo e baixe o app grátis.


Inteligência artificial chega ao saneamento: plataforma traduz dados de todos os municípios brasileiros

 O Painel Saneamento Brasil passa a disponibilizar informações de mais de 5.624 localidades e inclui novos recursos com inteligência artificial 

 

O Instituto Trata Brasil atualizou o Painel Saneamento Brasil, plataforma que reúne indicadores sobre saneamento básico nas localidades brasileiras. A nova versão amplia a cobertura para todos os municípios do país, apresenta um novo layout e traz recursos inéditos para facilitar o acesso e a compreensão das informações. 

Criado em 2019, o Painel disponibiliza informações sobre saneamento básico e evidencia os impactos sociais, econômicos e ambientais da ausência desses serviços. O portal permite que cidadãos tenham acesso facilitado aos dados da localidade onde vivem, possibilitando ainda a comparação entre municípios e relação com indicadores relacionados à saúde, renda, educação, valorização imobiliária e impactos ao turismo, entre outros. 

Com o objetivo de alcançar todo o território brasileiro, a plataforma expandiu seus indicadores para todos os municípios do país e passou a reunir informações de mais de 5.624 localidades, incluindo municípios, estados, regiões e regiões metropolitanas. Entre as novas funcionalidades, a plataforma também passa a contar com um resumo descritivo gerado por ferramenta de inteligência artificial, alimentada com dados do próprio painel, para facilitar o entendimento da situação do saneamento em cada município. 

As informações disponíveis no Painel Saneamento Brasil são baseadas em dados oficiais trabalhados por pesquisadores que contribuem com o projeto. O Instituto Trata Brasil e seus pesquisadores utilizam exclusivamente bases oficiais públicas, reconhecidas nacionalmente, como SNIS/SINISA, IBGE e DATASUS, garantindo confiabilidade e transparência às informações disponibilizadas. 

Como acessar o Painel Saneamento Brasil? A plataforma está disponível gratuitamente por meio de site e aplicativo. Mantenha o aplicativo atualizado para acessar os dados mais recentes de todos os municípios brasileiros.

  • Site: Link
  • Aplicativo: disponível para Android e iOS

 

Instituto Trata Brasil (ITB)
Para mais informações, acesse: Link.

 

 

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