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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Leitura fortalece a cognição e auxilia na recuperação de pacientes

Hábito estimula funções cerebrais, melhora memória e contribui para o bem-estar durante a internação 

 

A leitura é um dos hábitos mais eficazes para estimular a cognição e preservar as funções mentais ao longo da vida. Estudos indicam que exercitar o cérebro por meio da leitura fortalece as conexões neurais, melhora a memória, a atenção e a concentração, além de retardar o declínio cognitivo (Link). O impacto também se estende ao bem-estar emocional, reduzindo o estresse e proporcionando maior equilíbrio mental. 

No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a leitura tem se mostrado uma aliada fundamental no acompanhamento de pacientes internados. Há dois anos, o Programa de Voluntariado mantém uma biblioteca com cerca de 100 títulos de diversos gêneros literários que são ofertados aos pacientes para estimular a leitura durante a permanência na instituição. Os livros podem ser lidos, pelos voluntários, ou doados aos pacientes, para que eles continuem a leitura. A iniciativa visa proporcionar momentos de socialização, integração e descontração, para quem está internado, melhorando sua experiência durante a internação hospitalar. 

O acervo é mantido por meio de doações e os exemplares são catalogados por gênero e passam por um processo de higienização antes de ser ofertado aos pacientes. 

“A leitura ativa diferentes áreas do cérebro, estimulando circuitos neurais essenciais para a cognição, como os relacionados à linguagem, à memória e ao pensamento crítico. No ambiente hospitalar, além desse benefício, ela pode proporcionar conforto emocional e reduzir a ansiedade da internação,” explica o Dr. Diogo Haddad, Head do Centro de Neurologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. 

O hábito frequente da leitura pode reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, ao estimular a neuroplasticidade e fortalecer as conexões cerebrais. Além disso, a prática contribui para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais, como a empatia e o raciocínio analítico, fundamentais para a interação humana e a qualidade de vida. 

“Observamos que muitos encontram na leitura um refúgio durante a internação, seja ouvindo histórias narradas por voluntários ou mergulhando em um livro por conta própria. Essa prática faz parte do processo de reabilitação, auxiliando tanto a mente quanto o corpo,” destaca o Dr. Haddad.


Dr. Diogo Haddad - CRM 156717/ RQE - Neurologia


Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Acesse o nosso site para saber mais: Link


Cresce número de casos de tireoide no Brasil: genética ajuda a prevenir

El. S - Unplash
Especialista alerta sobre importância do diagnóstico genético para tratamentos mais precisos e eficazes 

 

O número de brasileiros com distúrbios da tireoide tem aumentado expressivamente. Estima-se que cerca de 15% da população adulta sofra com algum tipo de disfunção da glândula, segundo o Ministério da Saúde. Já o câncer de tireoide é o quinto tipo mais comum entre as mulheres no país, com mais de 14 mil novos casos previstos para 2025, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Por trás de sintomas como fadiga persistente, variações de peso, ansiedade, queda de cabelo ou sensação constante de frio, pode haver uma origem que vai além dos exames laboratoriais tradicionais. A genética e a saúde intestinal ganham destaque como ferramentas-chave para o diagnóstico preciso e o tratamento eficaz. A boa notícia: a medicina de precisão já permite identificar essas causas e atuar de forma preventiva e personalizada.

Segundo a nutricionista, pesquisadora e CEO do Scanner da Saúde, Aline Quissak, o funcionamento da tireoide pode estar diretamente inscrito nos nossos genes. “Alterações no gene DIO2, por exemplo, comprometem a conversão do hormônio T4 em T3, sua forma ativa. Mesmo com exames normais, o paciente pode apresentar sintomas de hipotireoidismo”, explica.

Além do DIO2, outros genes como CTLA4, RET, TPO, TG, FOXE1 e SLC5A5 influenciam processos como produção hormonal, risco de doenças autoimunes (como Hashimoto e Graves), captação de iodo e até o surgimento de câncer de tireoide. A partir desses dados, é possível construir um plano de cuidado sob medida.

Outro fator determinante na saúde tireoidiana é a microbiota intestinal. Um intestino desequilibrado, com baixa diversidade bacteriana ou inflamação, pode prejudicar a absorção de nutrientes essenciais como selênio, zinco e iodo – fundamentais para a tireoide. “Além disso, quadros de permeabilidade intestinal aumentada podem acionar respostas autoimunes que afetam diretamente a glândula”, alerta Aline.

Por isso, a análise funcional da microbiota também faz parte das condutas integrativas. Em casos como o da Tireoidite de Hashimoto, é comum que a origem esteja ligada a uma disbiose intestinal. Nestes perfis, são indicadas estratégias como o uso de probióticos específicos, compostos bioativos anti-inflamatórios (como curcumina e antocianinas) e eliminação temporária de alimentos inflamatórios, como glúten e leite.

Mais do que nutrir, os alimentos podem ativar ou silenciar genes, interferindo diretamente na expressão de processos metabólicos e imunológicos. Essa é a base da nutrigenômica, um dos pilares da nutrição de precisão. Entre as condutas citadas pela especialista estão:

  • Suplementação orientada de selênio e zinco, especialmente para indivíduos com alterações em DIO1/DIO2;
  • Dieta anti-inflamatória rica em compostos bioativos, como quercetina, curcumina e antocianinas;
  • Redução ou preparo adequado de alimentos com substâncias goitrogênicas, como couve e soja, em pacientes com dificuldade na captação de iodo (gene SLC5A5).

Aline destaca que não se trata de dietas genéricas. “É um plano construído a partir da genética, da microbiota, dos exames laboratoriais e da história do paciente. É quando a ciência encontra a individualidade”, afirma.


 Software auxilia profissionais da saúde no tratamento de doenças

 Além dos testes, hoje existe uma ferramenta no mercado para auxiliar os profissionais da saúde que quer se aprofundar na medicina de precisão, com perfis clínicos e condutas personalizadas. O Scanner da Saúde, software desenvolvido pela nutricionista, permite cruzar informações genéticas, laboratoriais e funcionais para identificar perfis clínicos e direcionar estratégias. Veja alguns exemplos:

  • Perfil Hashimoto com disbiose intestinal: foco em restaurar a integridade da barreira intestinal, usar cepas probióticas específicas e alimentos imunomoduladores;
  • Perfil DIO2 alterado com fadiga persistente: ênfase em otimizar a conversão hormonal com nutrientes, antioxidantes mitocondriais e ritmo alimentar adaptado;
  • Perfil com mutação RET e histórico familiar de câncer: rastreamento médico intensivo, estratégia antioxidante robusta e ações epigenéticas preventivas por meio da dieta.

E quando o paciente apresenta mais de um perfil? É nesse ponto que a medicina de precisão se destaca. “O mesmo sintoma pode ter causas diferentes: um ganho de peso pode estar relacionado a má conversão hormonal, a inflamação autoimune ou à deficiência nutricional. Entender isso é o que faz a diferença no sucesso do tratamento e é aí que o software vem auxiliar”, conclui a especialista.




Scanner da Saúde
https://dralinequissak.com/home

 

Bronquiolite é a principal causa de internação em bebês: veja como prevenir

Freepik
Especialista da Faculdade Anhanguera comenta o tema e traz dicas aos pais

 

Com a aproximação do inverno, é comum o crescimento dos casos de doenças virais, entre elas, a da bronquiolite, uma infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente os bronquíolos, causando inflamação e obstrução das vias respiratórias. Atualmente, a bronquiolite é a principal causa de internação por infecções respiratórias em crianças menores de 1 ano, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Esses dados preocupam especialistas em saúde que, observaram, um crescimento da taxa de mortalidade infantil por síndrome aguda grave entre crianças de até dois anos. 

Semelhante ao resfriado, o VSR apresenta sintomas como espirros, congestão nasal, coriza, tosse, febre e mal-estar, que se inicia, de quatro a seis dias após serem infectadas. Porém, alguns casos mais graves podem evoluir, por exemplo, para uma pneumonia. A coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Ciliane Belloni destaca alguns pontos sobre a doença. “O vírus é de fácil contágio e pode ser transmitido através de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar, por meio de contatos próximo como o beijo, ou por superfícies contaminadas. Pessoas contaminadas transmitem o vírus por três até oito dias, já bebês podem disseminar o vírus por até quatro semanas”, explica.

 

Prevenir é possível 

Atualmente, a vacina capaz de combater o VSR está em processo de incorporação ao SUS, porém, já disponibilizam, gratuitamente, um medicamento eficaz na prevenção de formas graves da doença, através do uso de anticorpos monoclonais indicados para bebês e crianças com algumas condições de saúde e que são do grupo de risco. 

Mas, para além da prevenção da vacinação, algumas outras medidas podem ajudar no combate ao contágio e transmissão como:

  • Lavar as mãos frequentemente;
  • Evitar tocar no rosto, nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar; evitar contato próximo com pessoas doentes;
  • Limpar e desinfetar superfícies que são tocadas com frequências;
  • Evitar sair de casa quando estiver doente.

Para Ciliane é necessário também ficar atento aos idosos, que também são do grupo de risco da doença. “É importante destacar que crianças pequenas são frequentemente expostas ao VSR, em ambientes como creches, escolas, parquinhos e festinhas, podendo transmitir o vírus para outros membros da família, como os avós. Nesse sentido, é necessário ficar em alerta, entender sobre a doença e seus riscos, procurando um médico caso tenham sintomas respiratórios”, conclui.

 

Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.  



Inverno exige atenção redobrada com o coração

Entenda a relação entre as baixas temperaturas e o aumento das doenças cardiovasculares

 

As baixas temperaturas do inverno não impactam apenas o sistema respiratório — o coração também sente os efeitos do frio. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, durante essa estação, os casos de infarto agudo do miocárdio aumentam em até 30% e os de acidente vascular cerebral (AVC), em até 20%. 

Esse aumento está relacionado à vasoconstrição, um mecanismo natural do corpo para conservar calor, que provoca a contração dos vasos sanguíneos. “Isso eleva a pressão arterial e exige mais esforço do coração para bombear o sangue”, explica a cardiologista Beatriz Zamuner, médica do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES). Segundo ela, esse cenário favorece a descompensação de condições como insuficiência cardíaca e arritmias, além de colaborar para o surgimento de tromboembolismo, miocardites e pericardites, ou seja, esse mecanismo natural do corpo acaba tornando o coração mais vulnerável. “O resultado é o aumento do risco de infarto, AVC e descompensação da hipertensão”, alerta a especialista.
 

Fatores agravantes 

Além das mudanças fisiológicas, o comportamento das pessoas durante o inverno também contribui para o agravamento dos quadros. “As pessoas tendem a se movimentar menos, o que pode levar a ganho de peso e piora do controle do colesterol e da pressão. Também é comum o aumento do consumo de alimentos mais calóricos e gordurosos e do álcool”, aponta Beatriz. 

Outro fator de preocupação são as infecções respiratórias, como gripes, pneumonias e COVID-19, mais comuns nessa época. “Essas infecções provocam uma resposta inflamatória intensa no corpo, o que pode descompensar o coração, especialmente em quem já tem doenças cardíacas. Elas também podem desestabilizar placas de gordura nas artérias, favorecendo o rompimento e levando a infarto ou AVC”, afirma a especialista. 

Mesmo quem nunca recebeu um diagnóstico de doença cardíaca deve ficar atento. “O inverno pode ser um gatilho para o primeiro evento cardiovascular, especialmente se a pessoa tiver fatores de risco ocultos ou negligenciados”, alerta a médica. Entre os fatores de risco mais comuns estão pressão alta não diagnosticada, colesterol elevado, sobrepeso, diabetes tipo 2, histórico familiar, tabagismo e sedentarismo.
 

Sinais que merecem atenção 

Alguns sintomas não devem ser ignorados, especialmente no inverno. Segundo a cardiologista, é importante buscar atendimento médico ao sentir:

- Dor no peito, mesmo em repouso;

- Falta de ar fora do comum, tosse persistente ou chiado;

- Tontura, palpitação ou desmaio;

- Inchaço nas pernas ou cansaço excessivo. 

A médica explica que os sinais de alerta de problemas cardíacos geralmente surgem de forma súbita, são intensos, pioram com esforço e não melhoram com o repouso. Eles também vêm acompanhados de outros sinais, como dor no peito, suor frio e palpitações, assim como podem ocorrer mesmo sem febre ou sinais típicos de infecção respiratória. “Se o sintoma for novo, incomum para você, ou vier acompanhado de mal-estar, não arrisque: procure atendimento médico”, recomenda.
 

Como proteger o coração no inverno? 

Dra. Beatriz reforça que cuidados simples podem fazer uma grande diferença na saúde cardiovascular durante o inverno. Manter-se aquecido, especialmente nas extremidades do corpo, é fundamental para evitar a vasoconstrição acentuada pelo frio. Também é importante manter a vacinação em dia, com destaque para as vacinas contra gripe, COVID-19 e pneumonia, especialmente para quem já tem alguma doença cardíaca, pois esse grupo é considerado prioritário. 

Controlar rigorosamente a pressão arterial, praticar atividades físicas regularmente e manter uma alimentação equilibrada, com menos sal, gordura e açúcar, são atitudes essenciais para o bom funcionamento do coração. Além disso, evitar o consumo excessivo de álcool e o tabagismo, assim como garantir uma boa qualidade de sono e saber gerenciar o estresse, contribuem diretamente para reduzir os riscos de eventos cardiovasculares durante a estação mais fria do ano.




Hospital Evangélico de Sorocaba


Confira 5 hábitos que podem proteger o cérebro e ajudar a prevenir um AVC

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Neuropsicóloga da NeuronUP reúne orientações baseadas em ciência e bem-estar para reduzir os riscos do Acidente Vascular Cerebral, que já afeta mais de 2 milhões de brasileiros 

 

O alto número de pessoas acometidas pelo Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido como derrame cerebral, é uma dura realidade. De acordo com a Sociedade Brasileira de AVC, essa é a segunda maior causa de mortes no Brasil e a principal responsável por incapacidades no mundo. O AVC pode acontecer por obstrução do fluxo sanguíneo no cérebro (AVC isquêmico) ou por rompimento de vasos cerebrais (AVC hemorrágico), levando a sintomas que variam de perda de fala e visão a confusão mental, paralisia e coma.  

Embora a enfermidade seja comumente associada à idade avançada ou a fatores genéticos, a maioria dos casos pode ser evitada com mudanças simples de hábitos, que envolvem tanto o cuidado com a saúde física, quanto o equilíbrio emocional e cognitivo. “É crucial que as pessoas saibam cuidar da saúde cerebral, afinal, essa tarefa exige atenção ao estresse, às emoções e à forma como lidamos com as pressões do dia a dia”, comenta a neuropsicóloga da NeuronUP, Martha Valeria Medina Rivera.   

Ela destaca ainda que prevenir um AVC não significa apenas fazer check-ups, mas cultivar uma rotina saudável para o corpo e para a mente. “Isso inclui sono de qualidade, atividade física, boa alimentação, estímulos cognitivos e relações interpessoais saudáveis”, diz.   

Com intuito de auxiliar na prevenção dessa grave condição, Martha compilou cinco práticas essenciais apoiadas por evidências científicas e voltadas para o bem-estar holístico, com o objetivo de fortalecer a saúde do cérebro e prevenir o AVC. Confira a seguir: 

 

·         Estimule a mente cognitivamente:  

Dedique de 20 a 30 minutos, pelo menos três vezes por semana, a jogos e exercícios cognitivos que desafiem a memória, atenção e tomada de decisões. “Atividades como leitura, quebra-cabeças e uso de plataformas como a NeuronUP ajudam a manter as redes neurais ativas e fortalecem a reserva cognitiva — é a capacidade do cérebro de tolerar lesões estruturais”, comenta. 

 

·         Pratique atividades físicas com regularidade:  

É crucial que o paciente inclua em sua rotina algum tipo de atividade física, como caminhadas, dança, natação, pois elas favorecem a oxigenação do cérebro, estimula a plasticidade neuronal e diminui o risco de deterioração cognitiva. 

 

·         Alivie o estresse:  

“Técnicas como meditação, respiração profunda e mindfulness - também conhecida como atenção plena, a prática envolve estar completamente presente no agora, visando melhor o bem-estar mental e emocional - têm efeito direto na redução dos níveis de cortisol e adrenalina — hormônios ligados ao estresse crônico, que podem causar danos vasculares e favorecer o surgimento de um AVC”, destaca. 

 

·         Tenha um sono de qualidade:  

Dormir bem é fundamental para a regeneração cerebral. “É importante que o paciente evite telas antes de dormir, seguir horários regulares e ter um ambiente propício ao sono contribui para a atividade do sistema glinfático, responsável pela limpeza de toxinas no cérebro”, indica. 

 

·         Adote uma alimentação neuroprotetora:  

Martha enfatiza que uma dieta rica em vegetais, azeite, peixe e nozes está associada à redução da inflamação e ativa mecanismos que protegem o cérebro. Esse tipo de dieta pode proteger tanto a saúde geral quanto a do sistema nervoso. 

 


Atenção aos sinais  

 

A neuropsicóloga reforça a importância de ficar atento aos possíveis sintomas de um AVC. “Confusão mental, alterações na fala, desorientação, mudanças bruscas de humor ou perda de memória podem ser sintomas de um AVC em curso. Nestes casos, busque atendimento médico imediatamente”, alerta. “É importante também que o paciente procure um neurologista caso tenha histórico familiar da doença ou fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto ou apneia do sono”, finaliza. 

 


NeuronUP - Plataforma líder de neurorreabilitação projetada para atuar como suporte fundamental para profissionais envolvidos em processos de reabilitação e estimulação cognitiva.

 

Número de diagnósticos de autismo cresce no Brasil e acende alerta para desafios na avaliação infantil; tecnologia se torna aliada

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Dados do IBGE revelam aumento nos casos de TEA e reforçam a importância de análises criteriosas no desenvolvimento infantil 

 

Um levantamento inédito divulgado em 2025 pelo IBGE, evidenciou uma realidade importante: 760,8 mil estudantes brasileiros com 6 anos ou mais têm diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Isso representa 1,7% do total dessa faixa etária — um índice superior ao da população geral e que confirma a escalada dos diagnósticos entre crianças e adolescentes. 

Os números reforçam ainda um movimento que especialistas já observam na prática clínica: a procura por respostas sobre o desenvolvimento infantil começa cada vez mais cedo, muitas vezes impulsionada por médicos, escolas e até pelas redes sociais. Mas essa busca, apesar de necessária, carrega riscos quando se apressa processos e rotula crianças sem uma avaliação psicológica completa. 

“Ainda é muito comum a confusão entre os termos ‘diagnóstico precoce’ e ‘detecção precoce de sinais’. O que se faz na infância é a identificação de comportamentos atípicos, não um diagnóstico fechado e definitivo”, explica Lília Maíse de Jorge, psicóloga parceira da Vetor Editora, empresa da Giunti Psychometrics. Ela alerta que antecipar um diagnóstico sem uma análise profunda pode limitar o desenvolvimento da criança, direcionando-a para uma condição que talvez não represente sua totalidade.

 

Tecnologia como aliada 

Diante desse contexto, cresce a demanda por instrumentos de avaliação mais robustos, adaptados à realidade brasileira. A Vetor Editora, empresa da Giunti Psychometrics, lançou recentemente o Modelo Binário de Investigação da Sintomatologia Autística em Crianças (BINAUT). A proposta é inovadora: dividir os sintomas do TEA em dois conjuntos — comportamentos atípicos e falhas no desenvolvimento infantil —, permitindo uma análise mais refinada dos impactos na vida da criança.

“O olhar sobre a criança deve ir além do rótulo diagnóstico. É preciso entender seu desenvolvimento como um todo, seus pontos fortes e desafios, para que as intervenções sejam realmente efetivas e personalizadas”, reforça Lília. 

O mercado brasileiro de avaliação psicológica tem avançado com a criação de escalas próprias, superando uma antiga prática de utilizar instrumentos apenas traduzidos, sem validação para a realidade sociocultural do país. Além disso, o uso de tecnologias tem se mostrado um importante aliado no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, especialmente para o público autista. Nesse contexto, surge o EmotiPlay, uma plataforma de aprendizado social que atende essa necessidade por meio de uma abordagem educacional terapêutica que apoia o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais. As crianças se envolvem em tarefas de aprendizagem e prática interativa, sempre acompanhadas de um adulto — seja um profissional, responsável ou educador. O EmotiTeam apoia e facilita intervenções tanto presenciais quanto remotas, ou mesmo híbridas, e pode ser utilizado em atendimentos individuais, em dupla ou em grupo. Seu conteúdo foi desenvolvido com especialistas internacionais e validado cientificamente (Fridenson-Hayo et al., 2017). Da mesma forma, destacam-se instrumentos de avaliação psicológica nacionais, como o PROTEA-R, focado na observação de comportamentos associados ao TEA em crianças de 2 a 5 anos, e os testes da Vetor, como a Técnica de Reconhecimento de Emoções (TRE) e a Técnica de Vocabulário Emocional (TVE), que avaliam de forma estruturada e contextualizada competências emocionais essenciais no desenvolvimento infantil. “Sem normas brasileiras, acabávamos comparando nossas crianças a parâmetros de outros países, o que é inadequado. Cada cultura influencia de maneira diferente o desenvolvimento infantil”, observa a especialista.
 

O processo de avaliação exige cautela 

Apesar da crescente preocupação dos pais em compreender o desenvolvimento dos filhos, a busca por orientação psicológica tem ocorrido cada vez mais cedo, muitas vezes estimulada por médicos, professores ou pela mídia. No entanto, crianças já chegam ao consultório com diagnósticos prontos de TEA, o que limita o papel investigativo dos profissionais da saúde psíquica no processo.
  
Por conta disso, especialistas alertam para a necessidade de resgatar a avaliação mental como etapa fundamental na construção diagnóstica, especialmente no que diz respeito à análise de aspectos como cognição, personalidade, motivação, maturidade e afetividade, dimensões que apenas o olhar clínico de consultores comportamentais é capaz de integrar de forma ampla e contextualizada.




Vetor Editora

Giunti Psychometrics


O INVERNO ESTÁ CHEGANDO: VEJA COMO PROTEGER SEU CORPO DAS DORES DA ESTAÇÃO

Temperaturas baixas podem intensificar dores musculares, articulares e até ressuscitar antigas lesões. Fisioterapeuta explica como o frio age no corpo e o que fazer para aliviar os sintomas.

 

Com a chegada do inverno, muita gente começa a sentir o corpo “reclamar” mais: articulações mais rígidas, dores musculares mais intensas e até aquele osso que quebrou anos atrás parece querer avisar que o frio está chegando. E o alerta não é à toa. Os termômetros na cidade de São Paulo podem chegar a 7 °C na sexta-feira (13). Mas afinal, por que sentimos mais dores durante essa época do ano? 

De acordo com o fisioterapeuta Bernardo Sampaio, diretor clínico do ITC Vertebral de Guarulhos, o frio afeta diretamente a circulação sanguínea e a sensibilidade das terminações nervosas. “Em baixas temperaturas, o corpo prioriza o aquecimento dos órgãos vitais, como o cérebro e o coração. Isso reduz a irrigação nas extremidades e musculatura, o que favorece o enrijecimento e aumenta a percepção de dor”, explica. 

Além disso, há uma explicação neurológica por trás do fenômeno: “O frio aumenta a sensibilidade das terminações nervosas e estimula receptores de dor, o que torna o corpo mais reativo. E isso se agrava ainda mais em pessoas com doenças crônicas como artrite, artrose ou hérnias de disco”, complementa Bernardo. 

Outro ponto curioso é que antigas lesões tendem a “acordar” nessa época. Isso acontece porque as áreas que já passaram por fraturas ou cirurgias geralmente possuem menor vascularização e tendem a responder com mais rigidez e dor em ambientes frios.
 

Como aliviar as dores no frio?
 

1. Aqueça-se adequadamente
Use roupas quentes, meias e luvas. Manter as extremidades aquecidas ajuda a reduzir o impacto do frio na circulação periférica.
 

2. Mantenha-se em movimento
Atividades físicas leves, como caminhadas e alongamentos, ativam a circulação e reduzem a rigidez muscular. “Movimento é remédio. Mesmo no frio, é importante manter o corpo ativo para evitar o acúmulo de tensão e dores”, orienta o especialista.
 

3. Hidrate-se mesmo sem sede
O ar frio e seco desidratam o corpo sem que percebamos. Beber água é fundamental para o bom funcionamento muscular e para evitar cãibras.
 

4. Invista em banhos mornos a quentes
Eles ajudam a relaxar a musculatura e aumentam a circulação sanguínea, proporcionando alívio imediato das dores.
 

5. Atenção à postura e tempo sentado
Evite passar longos períodos na mesma posição. Alterne entre sentar, levantar e se alongar, especialmente durante o trabalho.
 

Embora o frio traga um charme especial à rotina, ele também exige mais atenção com o corpo. Dores que antes passavam despercebidas podem se intensificar e impactar o sono, o humor e até a produtividade. Por isso, observar os sinais que o corpo dá é o primeiro passo para manter o bem-estar mesmo nos dias mais gelados. 

Se as dores persistirem ou aumentarem, procure um médico ou fisioterapeuta especializado para realizar os exames necessários e receber o tratamento adequado. Cuidar do seu corpo durante o inverno é essencial para evitar desconfortos e manter-se saudável ao longo de toda a estação.

  

Bernardo Sampaio - Fisioterapeuta pela PUC Campinas, possui especialização e aprimoramento pela Santa Casa de São Paulo e é mestre em Ciências da Saúde pela mesma instituição. Atua como professor universitário em cursos de pós-graduação na área de fisioterapia músculo esquelética e é Diretor Clínico do Centro Especializado em Movimento (CEM), ITC Vertebral e Instituto Trata, de Guarulhos. Saiba mais aqui!


Conheça os 5 erros mais comuns na hora de escovar os dentes

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Práticas erradas durante a escovação podem prejudicar sua saúde bucal sem que você perceba 



Idealmente ensinado desde cedo, o hábito de cuidar da higiene bucal pode parecer muito natural e intuitivo, mas, assim como corremos riscos ao simplesmente caminharmos de forma incorreta, higienizar a boca sem os devidos cuidados, técnicas e seguindo apenas o senso comum pode causar diversos malefícios e danos permanentes.

A maioria das pessoas escova os dentes de forma intuitiva, seguindo orientações que costumam ser passadas por parentes que, muitas vezes, também não receberam instruções de um profissional. Isso perpetua hábitos incorretos de escovação, que podem levar a diversos problemas — dos mais simples aos mais graves — como cárie, gengivite, periodontite, sensibilidade dentária e até retração gengival”, explica a especialista Bruna Bastos, da GUM®, mestre e cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da USP.

Por isso, é importante se atentar a esses 5 erros comuns – mas muito perigosos – na higiene bucal.



Escovação: tempo ou força?

Diferente do que muitas pessoas pensam, não basta passar a escova pelos dentes rapidamente – nem com força.

Com a escovação é possível eliminar a placa bacteriana e remover resíduos de alimentos e acredita-se que, para isso, é necessário escovar com força, o que está incorreto.

Segundo Brunna, o ideal é que se escove os dentes por 2 a 4 minutos, com produtos pouco abrasivos e sem aplicar muita força. Prolongar a escovação não causará danos, mas realizá-la com força e com uma escova inadequada é prejudicial aos dentes e gengiva.


Técnica correta

Outro ponto muito negligenciado são os itens e movimentos que devemos executar na escovação.

Muitos acreditam que uma escova mais dura facilitará a remoção dos resíduos, mas, na realidade, escovas duras podem machucar a gengiva e até mesmo causar retração gengival e podem causar retração gengival. São os movimentos que realmente removem as sujeiras – e, por isso, devem ser feitos com a técnica correta em cada área da boca.

“Repetir o movimento adequado várias vezes, como ao tentar limpar um espelho ou vidro, quando se quer polir, mas não arranhar, é a alusão ideal a como queremos limpar os dentes. Não queremos ‘arranhá-los’ ou desgastá-los, apenas limpar.”


Não utilizar o fio dental

Item muito ignorado pelas pessoas, o fio dental é tão essencial quanto a escovação. “O fio dental alcança onde a escova não é capaz. O fio dental alcança onde a escova não é capaz, como os espaços entre os dentes ou próximo à gengiva, locais de difícil acesso para as cerdas da escova , precisando do fio para alcançá-los”.



Pular a limpeza da língua

Todos os alimentos passam pela língua, gerando um acúmulo natural de resíduos. A sujeira da língua é chamada de saburra e leva à coloração esbranquiçada, além de causar mau hálito e indicar a presença de bactérias.


“Utilizar o raspador, o momento ideal é após a escovação, quando a saburra estará amolecida e mais fácil de ser removida.”



Referências
1 ADDY, M. Tooth wear and sensitivity: clinical advances in restorative dentistry. Clinical Oral Investigations, v. 9, n. 1, p. 1-7, 2005.

2 VAN DER WEIJDEN, G. A.; HIOE, K. P. K. A systematic review of the effectiveness of self-performed mechanical plaque removal in adults with gingivitis using a manual toothbrush. Journal of Clinical Periodontology, v. 32, supl. 6, p. 214-228, 2005.

3 DÖRFER, C. E. et al. The effect of different toothbrush types on gingival abrasion. Journal of Clinical Periodontology, v. 27, n. 9, p. 701-705, 2000.

4 HUJOEL, P. P.; CUNHA-CRUZ, J.; NINEMEIER, D.; MACLEAN, L. H. Flossing for the management of periodontal diseases and dental caries in adults: a systematic review. Journal of Periodontology, v. 77, n. 9, p. 1390-1401, 2006.

5 PEDRAZZI, V. et al. Halitosis: a review of associated factors and therapeutic approach. Brazilian Oral Research, v. 18, n. 1, p. 48-54, 2004.


Férias escolares: cinco dicas para planejar uma viagem em família

imagem de Holiak no Freepik

 

Organização financeira, planejamento e o destino ideal são a combinação perfeita para aproveitar ao máximo esse tempo de descanso 

 

O momento mais esperado do ano para muitas famílias está chegando: as férias escolares. Para quem deseja viajar com descanso e diversão, longe do estresse e dos perrengues, o segredo está no planejamento. Com a alta temporada, passagens, hotéis e atrações esgotam rápido e os preços tendem a subir. Ou seja, a organização para essa viagem precisa começar o quanto antes.

Marco Lisboa, CEO da 3, 2, 1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens completas para os parques de Orlando e outros destinos, separou cinco dicas para que o planejamento de suas férias em família sejam memoráveis e  inesquecíveis com as crianças:


  • Se prepare para os gastos

As férias escolares coincidem com a alta temporada, o que significa voos e hospedagens mais caros e concorridos. Ao se antecipar, você não apenas garante melhores tarifas, como também tem mais opções e uma melhor estrutura para a família, como parques, resorts ou hotéis fazenda.

“Programar algo bacana, leva tempo, então para os pais com uma agenda muito cheia, invista em um agente de viagem. Ele vai fazer a compra das passagens, as reservas no hotel, o seguro viagem, vai programar os seus roteiros e suas atividades diárias. Isso vai te ajudar a economizar tempo e dinheiro antes e durante as férias”, aconselha Marco.


  • Escolha destinos com atividades para as crianças

Para ser uma experiência divertida para todos, é preciso respeitar o ritmo, a faixa etária dos filhos e pensar em atividades próprias para os pequenos. Locais com estrutura de recreação, natureza ou piscinas, pode ser o ideal. Já os adolescentes podem curtir destinos com parques, trilhas leves e experiências culturais interativas.


  • Qual o melhor destino?

A escolha do local da viagem é parte fundamental para essa organização. Para quem está em busca do destino ideal, Marco sugere quatro opções, dentro e fora do Brasil:

  • Gramado (RS)

A cidade gaúcha tem clima europeu, atrações temáticas e é super acolhedora para famílias. Julho é época de inverno, ideal para quem quer curtir o friozinho, fondue e até neve artificial. O local tem parque de neve indoor, Lago Negro e outros parques voltados para o público infantil.

  • Foz do Iguaçu (PR)

Combina natureza, cultura e atrações que encantam adultos e crianças. O Parque Nacional do Iguaçu é Patrimônio Mundial e impressiona a família inteira. É possível conhecer as Cataratas do Iguaçu, um parque com diversos tipos de aves e até fazer um passeio de barco mais radical.

  • Fortaleza (CE)

Apesar de ser inverno no Brasil, o Nordeste mantém clima quente o ano todo. Além das praias e das paisagens que agrada toda a família, lá tem um parque aquático com atividades para todas as idades, gostos e o melhor, o resort oferece monitores, recreação e clubes infantis para quem vai levar os pequenos.  

  • Orlando (EUA)

Para quem deseja aproveitar as férias para levar as crianças nos parques mais famosos do mundo, esse pode ser um bom momento. Para quem quer fugir do frio, julho já é verão nos Estados Unidos e tem dezenas de atrações e outlets para pais. Muitos hotéis, inclusive, oferecem transporte para os parques, o que é uma facilidade para as famílias.

  • Organize um tempo livre 

Evite o erro comum de querer “ver tudo”. As pausas são importantes e as crianças precisam delas. Planeje no máximo duas atividades principais por dia e deixe espaço livre para descanso ou ajustes. “Uma viagem bem aproveitada é aquela em que todos voltam recarregados, e não exaustos. Esse é o momento de desacelerar e curtir o tempo em família”, disse Marco.


  • Leve documentos e reservas 

Principalmente em viagens com menores, é essencial manter documentos à mão: certidão de nascimento, RG, autorização de viagem (em caso de um dos pais estar ausente), carteiras de vacinação e comprovantes de reserva impressos e no celular. Isso evita atrasos e transtornos em aeroportos, hotéis e atrações turísticas.

 

3,2,1 GO!

 

Metade dos executivos está fora do Linkedin: quais os riscos?

 

Estar desconectado, diante de um mercado crescentemente digital, parece algo improvável, mas é a realidade de metade dos executivos. Dados recentes divulgados em uma pesquisa da FGV identificou que 45% dos CEOs estão fora do LinkedIn, rede social com a maior presença de executivos C-suite com perfis profissionais – algo extremamente prejudicial para a conquista de futuras oportunidades e uma progressão positiva de suas carreiras.

Ainda segundo o estudo, somente 5% dos CEOs analisados são altamente ativos no LinkedIn, com mais de 75 posts anuais. Os outros, acabam aparecendo esporadicamente na rede social, algo que, certamente, pode comprometer seu destaque e atração perante posições melhores. Afinal, essa plataforma é, hoje, considerada uma das maiores vitrines globais do mercado, funcionando como um banco de dados mundial, vivo e atualizado constantemente, otimizando e agilizando o recrutamento de profissionais.

Em termos de empregabilidade, a rede social funciona como um currículo ativo, onde não é preciso, necessariamente, realizar postagens frequentes sobre pautas de seu ramo, mas onde é necessário ressaltar suas experiências, maiores conquistas e objetivos profissionais. Quem não é visto lá, consequentemente, dificilmente entrará no radar de recrutadores que utilizam a plataforma para buscar candidatos aderentes ao perfil desejado para uma determinada vaga em questão.

O próprio LinkedIn compartilhou que 65% dos usuários brasileiros utilizam a rede para se candidatar a empregos, além de ser considerada, para ¼ da população nacional, a principal ferramenta do mercado para essa função. Nesse sentido, é estratégico, por parte dos executivos, que mantenham seus currículos atualizados na rede, para que entrem no radar dos recrutadores e consigam se destacar para oportunidades que lhes tragam maiores conquistas para sua ascensão de carreira.

Um bom currículo nessa rede precisa estar sempre atualizado, destacando não apenas quais cargos já ocupou e as datas corretas de quanto tempo permaneceu em cada um, mas quais foram seus maiores e melhores entregáveis, ressaltando suas projeções de carreira e qual caminho está construindo para isso. Essas informações devem ser condizentes com as aspirações profissionais, evitando frustrações ao se candidataram para vagas que não possui as experiências ou habilidades necessárias para preenchê-la.

Garanta que seu perfil esteja completo e coerente com sua trajetória e objetivos desejados, para que, quando os recrutadores pesquisarem por talentos aderentes ao esperado, consigam encontrar sua página através de palavras-chave relacionadas ao que está inserido no seu currículo. Afinal, a experiência comprovada será crucial na análise das competências procuradas e na avaliação da compatibilidade entre a empresa e o candidato em questão.

Mas, ao invés de apenas aguardar esses contatos, um bom profissional é proativo na busca por seus desejos de carreira. Ele deve ir atrás das posições que considerar relevantes a seus objetivos e se candidatar, e não esperar que corram até ele. Esse é um comportamento que, certamente, trará um diferencial atrativo para seu destaque e chances de conquistar a vaga ofertada.

Se, mesmo diante desses cuidados, não observar nenhum retorno ou chamado positivo, o ideal é recorrer à orientação de uma consultoria especializada que identifique o problema e consiga ajudá-lo a se destacar perante futuras oportunidades. Chances não faltarão nesta rede que cresce cada vez mais no mercado, a qual não pode ser descuidada por aqueles que almejam um destaque ainda maior em suas carreiras.

 


Ricardo Haag - headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.


Wide
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