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domingo, 18 de maio de 2025

Cozinhas pequenas: soluções criativas para otimizar espaço sem abrir mão do estilo

 

Créditos: Baloncici/iStock


Saiba como transformar ambientes compactos em áreas funcionais e acolhedoras, com escolhas inteligentes de móveis, cores e organização

 

Com o crescimento acelerado das cidades, é cada vez mais comum que as casas e os apartamentos se tornem mais compactos. Essa redução no espaço acompanha uma tendência urbana, refletindo a dinâmica das grandes metrópoles e também no estilo de vida moderno — que valoriza praticidade, funcionalidade e localização estratégica. 

 

Entretanto, com os cômodos cada vez menores, é preciso se adaptar para que todos os pertences caibam nos ambientes disponíveis. Com a escolha de móveis adequados, eletrodomésticos certos e uma decoração pensada para ajudar na funcionalidade, é possível tornar as residências menores em ambientes aconchegantes, funcionais e cheios de estilo.

 

Um dos cômodos que mais precisam de atenção é a cozinha. Além de ser um dos mais frequentados da casa, é lá onde estão guardados utensílios e aparelhos que costumam ser volumosos. A falta de espaço nesse ambiente tende a ser um problema, principalmente quando não há organização e planejamento na hora de investir.

 

Para tornar a cozinha um espaço funcional, esteticamente agradável e bem decorado, é preciso garantir que o layout será bem aproveitado. Para isso, durante a reforma, alguns pontos podem ser considerados.

 

Versatilidade e móveis planejados


Cômodos pequenos exigem adaptação, por isso a versatilidade é um dos passos para tornar a rotina dos moradores mais fácil. Colocar itens que tenham mais de uma função, como torneiras com filtro de água acoplado ou lixeiras embutidas na pia, por exemplo, poupa espaço sem restringir.


Além disso, apostar em móveis planejados ou modulares pode transformar completamente a funcionalidade do ambiente. Camas com gavetas, mesas dobráveis e prateleiras suspensas são soluções inteligentes que aproveitam cada centímetro disponível. Feitos sob medidas e pensados para garantir maior conforto e otimização, essa opção é ideal para todos os cômodos pequenos, inclusive a cozinha, mantendo a organização e garantindo mais conforto do dia a dia. 

 

Invista na decoração


Não é porque a cozinha é pequena que precisa ser um local esquecido na hora de decorar. Manter o ambiente bem decorado, além de tornar mais prazeroso cozinhar, permite também adicionar um toque de personalidade.

 

Para incluir itens decorativos sem ocupar muito espaço, uma solução é investir na iluminação. Luminárias pendentes acima da bancada, por exemplo, já deixarão o ambiente mais aconchegante. Além disso, as plantas suspensas ou em cima da geladeira, por exemplo, também podem dar um toque sofisticado.

 

Outra alternativa é utilizar objetos funcionais como parte da decoração. Utensílios pendurados em barras metálicas, potes de tempero organizados em prateleiras abertas ou até panos de prato com estampas criativas podem contribuir para a estética do espaço sem comprometer a funcionalidade.

 

Cores claras, mas sem exagero

 

As cores claras, principalmente nas paredes e nos móveis maiores, são uma forma de dar a sensação de cômodo mais amplo. Mas, para aqueles que preferem espaços com um estilo menos minimalista, é possível apostar em tons coloridos, mesmo em cozinhas muito pequenas.

 

Para trazer o colorido sem sobrecarregar o ambiente, o ideal é que as cores sejam colocadas de forma estratégica, como em puxadores, nos utensílios que ficam visíveis, nos eletrodomésticos ou mesmo nos panos de prato e nas toalhas. Esse toque traz mais personalidade e não deixa o ambiente pesado.

 

Aproveite todos os espaços

 

Quando a residência é pequena, o ideal é que todos os espaços do cômodo sejam aproveitados ao máximo. Para isso, é interessante incluir prateleiras, nichos na parede e nos cantos, diminuindo assim a necessidade de utilizar a superfície da bancada.

 

As prateleiras são aliadas na organização de cozinhas compactas, especialmente por aproveitarem o espaço vertical e manterem os itens mais usados sempre à mão. Elas são ideais para acomodar potes de temperos, utensílios pequenos, xícaras, livros de receita e até objetos decorativos que ajudam a compor o estilo do ambiente. 

 

Já os nichos oferecem ainda mais versatilidade, pois funcionam tanto como espaço de armazenamento quanto como estrutura funcional para embutir equipamentos. Eles podem abrigar pratos, copos, panelas e embutir ou esconder equipamentos como forno elétrico, microondas, cafeteira ou air fryer. Isso proporciona um visual mais limpo e organizado na cozinha. 

 

Mantenha a organização

 

O pouco espaço exige ainda que os moradores sejam mais organizados. Manter tudo guardado no seu devido lugar dará a impressão de que a cozinha é maior. Além disso, por ser um ambiente que necessita de área livre para a preparação dos alimentos, é necessário evitar que utensílios e demais objetos fiquem sobre as bancadas.



sábado, 17 de maio de 2025

VOCÊ SABE O QUE É AURA? DESCUBRA QUAL SUA COR E COMO ENXERGÁ-LA


“Enxergar a aura é um dom natural que pode ser desenvolvido com foco e intuição”, afirma a Katrina Devilla, consultora esotérica da iQuilibrio

 

Você já sentiu uma sensação leve ao se aproximar de alguém? Como se a simples presença daquela pessoa iluminasse o ambiente? Ou talvez o contrário, um peso inexplicável e uma sensação que drena sua energia? Saiba que esse sentimento tem uma explicação mística, pois todos os seres humanos estão envoltos pela aura e isso pode determinar a forma como nos percebemos perto dos outros e como eles se sentem perto de nós. 

De acordo com a consultora esotérica da iQuilibrio, Katrina Devilla, a aura é uma espécie de campo energético que envolve o corpo humano — uma impressão invisível, mas poderosa, que revela muito mais sobre nós do que imaginamos. “A aura é como uma assinatura energética que carrega tudo aquilo que sentimos, pensamos e vivemos. É quase como a nossa alma vestida de luz”, explica. 

A origem da palavra vem do latim e significa “sopro de ar” ou “brisa”. Para muitas tradições espirituais, ela é composta por partículas vibracionais que refletem o estado físico, emocional e espiritual de uma pessoa. Embora seja invisível para a maioria, Katrina garante: “Qualquer pessoa pode aprender a ver a aura. É um dom natural que pode ser desenvolvido com prática, foco e, principalmente, intuição”.
 

Como ver sua própria aura?

Antes de sair por aí tentando enxergar a energia dos outros, o primeiro passo é observar a si mesmo. Segundo Katrina, exercícios simples de concentração e conexão com o corpo já podem ajudar a treinar a visão energética. 

Um dos métodos é o da visualização entre os dedos: em frente a uma parede branca, pressione suavemente os dedos indicadores um contra o outro por alguns segundos. Depois, ao afastá-los devagar, é possível ver um leve brilho entre eles. “Com o tempo, esse brilho vai ganhando forma, cor e intensidade. É a aura se revelando para você”, diz a consultora. 

Outro exercício recomendado por ela é o da observação no espelho. “Depois de um banho energético ou momento de relaxamento, olhe para o contorno do seu rosto por alguns minutos. Quando sua mente estiver centrada e aberta, verá uma luminosidade tênue ao redor da cabeça. Esse é o seu campo áurico”, afirma.
 

E o que as cores querem dizer?

Cada tom carrega uma vibração e, com ela, significados únicos:

  • Branco: raríssimo, indica equilíbrio, leveza e abertura para o novo. “Quem tem aura branca costuma ser muito sensível às energias externas. Tampar o umbigo com um cristal pode ajudar a proteger”, orienta Katrina.
  • Preto: é sinal de que algo precisa ser curado. Pode indicar bloqueios emocionais, mágoas profundas ou momentos de introspecção intensa.
  • Vermelho: símbolo de criatividade, desejo e paixão. É a cor das transformações e impulsos fortes. “Uma aura vermelha é como uma faísca criativa que está prestes a incendiar o mundo”, comenta a especialista.
  • Rosa: demonstra um coração generoso e uma alma sensível. Pessoas com essa aura tendem a se doar muito, e às vezes se decepcionam, mas sempre se reerguem.
  • Laranja: vibração intensa, alegria, movimento. Por outro lado, pode indicar certa impulsividade. “É uma energia maravilhosa, mas que precisa ser canalizada com foco”, alerta.
  • Amarelo: traduz otimismo e entusiasmo. É uma aura solar, de pessoas que veem possibilidades em tudo.
  • Verde: está associada ao trabalho, à conexão com a natureza e, em alguns casos, ao ciúme. “É uma cor de cura, mas que pede equilíbrio emocional”, explica Katrina.
  • Azul: profundidade emocional e espiritual. Quem carrega essa aura geralmente é mais introspectivo, mas carrega uma sabedoria imensa dentro de si.
  • Cinza e marrom: são tons que indicam bloqueios. Uma aura acinzentada pode apontar para falta de fé ou pessimismo. Já o marrom, para energias estagnadas e egoísmo. “Não é o fim do mundo. É apenas um sinal de que é hora de se limpar energeticamente e recomeçar”, diz Katrina.
     

Desenvolver a percepção é possível

Se você tentou visualizar sua aura e não conseguiu, não se preocupe. “Assim como a intuição, essa habilidade precisa ser exercitada. O importante é manter o coração aberto, a mente em silêncio e confiar na conexão com a sua própria energia”, conclui Katrina Devilla. 

Ver a aura é mais do que um truque esotérico — é um convite para se conhecer profundamente e entender como suas emoções e vibrações impactam o mundo ao seu redor. Afinal, a energia que você emite pode dizer muito antes mesmo que você diga uma palavra.



iQuilibrio
www.iQuilibrio.com.br



Tatuagem é um ritual energético e simbólico que pode mudar sua vida para o bem ou para o mal

Freepik

Astróloga Sara Koimbra alerta para o poder oculto dos desenhos gravados na pele e orienta como fazer escolhas conscientes


A tatuagem, muitas vezes vista como uma simples expressão artística ou estética, carrega uma força muito maior do que se imagina. Para a astróloga e ocultista Sara Koimbra, tatuar é um dos rituais mais potentes de magia contemporânea. “Marcar o corpo é um ato energético profundo. Quando tatuamos um símbolo, estamos ancorando um arquétipo no nosso campo vibracional e isso influencia diretamente nossas emoções, comportamentos e até acontecimentos da vida”, afirma.

Esse poder vem da linguagem dos símbolos, que, segundo estudiosos como Jung, são capazes de acessar camadas profundas do inconsciente e moldar realidades. Uma imagem tatuada não atua apenas no plano físico: ela conversa com o sistema límbico, responsável pelas emoções, e modifica a forma como nos enxergamos e como nos sentimos. “É uma marca que fala com o corpo e com a alma”, resume Sara.

Por isso, a escolha de um símbolo para tatuar não deve ser feita por impulso ou apenas pelo apelo visual. É necessário refletir sobre o significado individual e coletivo daquela imagem, sua origem, história e o que ela pode ativar no campo psíquico. “Não basta pensar se o símbolo faz sentido agora. É preciso se perguntar se ele continuará fazendo sentido daqui a cinco, dez anos. Tatuar é um pacto e cada arquétipo carrega uma frequência específica que você estará trazendo para dentro do seu templo, que é o corpo”, alerta a astróloga.

Na antiguidade, muitas culturas tratavam a tatuagem como um rito sagrado, reservado para momentos de transição, conquistas espirituais ou provas de evolução. Era uma comunicação com os deuses, um código gravado para o invisível. Hoje, sem essa consciência ancestral, muitos ainda perpetuam rituais mágicos sem saber, o que torna tudo mais perigoso. “Você pode estar tatuando algo que vibra escassez, controle, desequilíbrio, e não percebe porque não estudou o símbolo antes de fixá-lo no seu campo energético”, alerta Koimbra.

Nomes: atenção redobrada

Tatuar nomes, especialmente de outras pessoas, requer cuidado redobrado. “Se for um filho, um pai ou um amigo, é importante analisar a qualidade do vínculo. Relações cheias de ciúme, controle ou dor podem se tornar ainda mais intensas com a tatuagem”, explica Sara. 

Para casos em que a pessoa homenageada já faleceu, a dica é observar os sentimentos associados à perda. “Se ainda houver sofrimento ou apego, a tatuagem pode cristalizar essa dor. Nesse caso, o ideal é esperar ou buscar outra forma simbólica de lidar com o luto.”

Em relações afetivas, o alerta é mais direto: evite tatuar o nome de parceiros amorosos. “Quando você tatua o nome de alguém com quem se relaciona, está ancorando a energia da pessoa no seu campo. Se a relação terminar, pode ser muito difícil romper esse vínculo energeticamente, porque o símbolo seguirá ali. Não é só sobre a pele, é sobre a alma.”


E se já tatuei e me arrependi?

O arrependimento é mais comum do que se imagina, e, segundo a astróloga, o ideal é desfazer o arquétipo. “Se for possível apagar, ótimo. Caso contrário, recomendo cobrir com outro símbolo, de preferência escolhido com consciência e intenção clara. O importante é substituir a energia que estava ali por uma nova, que esteja em sintonia com quem você é hoje.”

Por fim, Sara deixa um recado para quem pensa em se tatuar: “Não existe símbolo neutro. Todo desenho carrega uma história, uma frequência, um campo arquetípico. Antes de marcar seu corpo, se pergunte: estou escolhendo por estética ou por propósito? Essa imagem eleva ou aprisiona minha energia? Quando a resposta vem da alma, a tatuagem se torna um verdadeiro amuleto. Mas quando vem da pressa ou da carência, pode virar uma prisão invisível.”


Aromaterapia no trabalho: mais foco, menos estresse e um ambiente mais saudável

A aromaterapeuta Maria Aparecida das Neves explica como os óleos essenciais podem ajudar a equilibrar emoções, aumentar a concentração e reduzir a ansiedade em ambientes profissionais


Neste ano, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece as diretrizes gerais para a segurança e saúde no trabalho no Brasil, foi atualizada. A partir de agora, as empresas precisam gerenciar os riscos psicossociais no trabalho, incluindo a saúde mental dos trabalhadores. Na prática, precisam identificar e mitigar fatores de risco que possam gerar problemas como estresse, ansiedade e até mesmo transtornos mentais.

Segundo a aromaterapeuta Maria Aparecida das Neves, impossível não pensar na colaboração que a aromaterapia pode dar. São medidas muito simples que, somadas a outras estratégias, podem deixar o ambiente de trabalho mais seguro e saudável. “O aroma certo no momento certo pode mudar o clima de uma reunião tensa, aumentar o foco diante de tarefas complexas ou ajudar no relaxamento em pausas estratégicas”, afirma. 

A especialista explica que os óleos essenciais são substâncias 100% naturais extraídas de elementos da natureza – flores, folhas, caules, raízes, etc. “Eles atuam nos aspectos físicos e emocionais e são muito eficientes para diminuir a ansiedade, regular as emoções, favorecer a concentração e trazer clareza mental, entre outros benefícios”, completa.  

A utilização, pensando num ambiente de trabalho, é muito simples. Aparecida detalha: “O profissional pode colocar algumas gotas do óleo essencial escolhido num colar aromático, fazer um spray de ambiente ou aromatizar os espaços com a ajuda de um difusor”, indica. “Pode, ainda, pingar uma gotinha do óleo essencial num lenço e inalá-lo ou diluí-lo em cremes e óleos vegetais para aplicar nos pulsos ou têmporas”. 

 

Quais são os melhores óleos essenciais para ambientes de trabalho? 

De acordo com Maria Aparecida, os óleos essenciais mais recomendados para o trabalho são:  

- Alecrim (Rosmarinus officinalis): conhecido como o “óleo da clareza mental”, o alecrim estimula a memória, a concentração e a atenção. Ideal para momentos que exigem foco e raciocínio lógico, como reuniões, estudos ou tarefas analíticas. Também é útil pela manhã, para despertar a mente e combater o cansaço. 

- Hortelã-pimenta (Mentha piperita): refrescante e energizante, ajuda a aliviar dores de cabeça tensionais, além de combater a fadiga mental. É excelente em dias em que o esgotamento parece tomar conta ou após longas horas na frente do computador. 

- Laranja-doce (Citrus sinensis): este óleo traz leveza e bom humor ao ambiente. Suas propriedades relaxantes ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade e a tensão emocional, criando um clima mais harmonioso, inclusive em equipes. A laranja também estimula a criatividade e o otimismo. 

- Bergamota (Citrus bergamia): é um dos óleos mais equilibrados, pois combina ação calmante com leve estímulo. É ótimo para regular o humor, aliviar a pressão emocional e aumentar a autoestima. Pode ajudar especialmente quem sofre com cobranças excessivas e insegurança profissional. 

- Lavanda (Lavandula angustifolia): clássica no cuidado com o estresse, a lavanda ajuda a acalmar o sistema nervoso, trazendo estabilidade emocional em dias de tensão ou conflitos. Sua ação equilibradora favorece a tomada de decisões mais serenas e conscientes.

 

Sugestões de aplicação prática no dia a dia profissional 

1) Aromatizar o ambiente de trabalho antes de iniciar tarefas importantes de acordo com a orientação abaixo:  

Difusor pessoal ou pequeno (até 30 m²): 3 a 5 gotas de óleo essencial.

Difusor médio (30 a 60 m²): 5 a 8 gotas de óleo essencial.

Difusor grande (acima de 60 m²): 8 a 12 gotas de óleo essencial.

 

2) Usar óleos específicos durante pausas de respiração ou mindfulness: o profissional pode inalar o óleo essencial colocando uma gota num lenço, por exemplo. 

 

3) Aplicar spray aromático em cadeiras, cortinas e objetos pessoais. Veja como preparar: 

- 100 ml de água filtrada ou destilada

- 10 a 15 gotas de óleo essencial

- 1 colher de chá de álcool de cereais

- Frasco spray (preferencialmente de vidro âmbar ou azul, para proteger os óleos essenciais da luz)

Coloque a água filtrada ou destilada no frasco. Adicione o álcool e os óleos essenciais. Tampe o frasco e agite bem antes de usar. 

 

Experimente algumas combinações: 

Para relaxamento: 10 gotas de Lavanda + 5 gotas de Bergamota.

Para concentração e foco: 10 gotas de Alecrim + 5 gotas de Hortelã-pimenta.

Para refrescar o ambiente e aliviar o estresse: 10 gotas de Laranja doce + 5 gotas de Limão.

 

4) Criar um óleo ou creme pessoal para automassagem nos pulsos e têmporas

Dilua uma gota de óleo essencial para uma colher de chá (5 ml) de óleo vegetal (como óleo de amêndoas doces, jojoba, etc) ou creme neutro. 

 

Por fim, a aromaterapeuta lembra que as empresas podem, ainda, inserir a prática em programas de saúde integrativa, semanas de saúde mental e momentos de pausa consciente. “O retorno não é apenas no bem-estar individual, mas na criação de um ambiente mais leve, empático e colaborativo. Trata-se de um recurso terapêutico e funcional que ajudará os colaboradores a melhorarem a relação com o trabalho, com o tempo e com as próprias emoções”. 

 

Maria Aparecida das Neves - Com formação em Psicologia, Maria Aparecida das Neves incorporou as Práticas Integrativas e Complementares à sua atuação profissional há mais de 30 anos. Em 1989, recebeu formação direta da Fundação Dr. Edward Bach da Inglaterra, tornando-se uma das primeiras educadoras em Florais de Bach do Brasil. No que tange à Aromaterapia, estudou, pesquisou e buscou conhecimento sobre esta prática milenar recorrendo a profissionais renomados mundialmente, como David Stewart, Kurt Schnaubelt, Daniel Pénöel, Robbi Zeck, Rhiannon Harris Lewis, Gabriel Mojay e o próprio Robert Tisserand. Por este trabalho, foi a vencedora do "Prêmio Internacional René Maurice Gattefossé" 2024, concedido pela Fundação Gattefossé, sediada na França. O prêmio reconhece iniciativas que incorporam a aromaterapia baseada em evidências para fornecer benefícios diretos de saúde ou bem-estar aos destinatários.



Entre o altar e a liderança: o dilema da mulher cristã na sociedade pós-moderna

Divulgação
Literare Books International



Autora aborda em livro como mulheres cristãs podem ocupar espaços de liderança sem abrir mão de seus princípios e valores bíblicos

 

No cenário turbulento da sociedade contemporânea, onde vozes se multiplicam em torno de pautas femininas e disputas ideológicas, um capítulo do recém-lançado livro “Poderosas e Grandiosas” traz uma reflexão densa, provocadora e, ao mesmo tempo, profundamente bíblica: “Mulher virtuosa pode ser empoderada?”. De autoria da médica, teóloga e mentora Brigitte Marianne Arraes Araújo, o texto propõe uma reconciliação entre a fé cristã e o empoderamento feminino, sem abrir mão da essência bíblica, tampouco ignorar os desafios da atualidade.

Brigitte, que lidera o projeto cristão Entre Amigas, voltado ao discipulado e à mentoria feminina, compartilha em sua escrita a própria jornada de superação como mulher divorciada, mãe e avó, que também é médica e líder espiritual. Ela desafia a visão estigmatizada de que a mulher cristã, por seguir princípios bíblicos, esteja presa a um modelo antiquado e submisso no sentido pejorativo.

“A mulher virtuosa descrita em Provérbios é, na verdade, a mais empoderada de todas: administra, empreende, cuida da família, tem sabedoria, é respeitada e honra a Deus. A Bíblia nunca foi inimiga da força feminina”, afirma Brigitte.

No texto, ela apresenta Débora, juíza e profetisa descrita no livro de Juízes, como exemplo atemporal de liderança feminina respaldada por Deus. Num contexto patriarcal, Débora julgava o povo, orientava líderes militares e conduzia Israel à vitória — tudo isso sem deixar de ser esposa e mulher de fé.

“Ser cristã não nos diminui. Deus nos criou para estarmos lado a lado com o homem, não atrás nem à frente, mas como co-herdeiras da graça e corresponsáveis pela edificação familiar e social”, defende a autora.

A crítica de Brigitte não se limita às pressões da sociedade secular sobre a mulher cristã, mas também à forma como, muitas vezes, pessoas — cristãs ou não — que carecem de conhecimento bíblico interpretam erroneamente o conceito de submissão, confundindo-o com subserviência ou inferioridade.

“A ignorância da Palavra tem sido usada tanto para oprimir quanto para promover lutas ideológicas desnecessárias. O conhecimento liberta, inclusive no que tange ao papel feminino na fé cristã”, escreve ela.

Seu capítulo é uma análise corajosa e consciente da tensão vivida por muitas mulheres que tentam equilibrar o sucesso profissional com a vida familiar, enquanto se mantêm fiéis aos princípios bíblicos. Nesse dilema, Brigitte não aponta para uma escolha entre o lar e a carreira, mas para uma sabedoria que harmoniza ambos com propósito e identidade.

A autora ainda resgata figuras históricas como Marie Curie, mostrando que é possível ser brilhante profissionalmente sem abrir mão das responsabilidades familiares. A narrativa é um tributo à mulher multifacetada que, segundo ela, sempre existiu, mas nem sempre foi reconhecida.

“Poderosas e Grandiosas”, como um todo, é uma coletânea de histórias de mulheres que enfrentaram desafios pessoais e familiares profundos e transformaram essas adversidades em vitórias profissionais e espirituais. A obra se revela não apenas um testemunho de superação, mas um manifesto pela valorização da mulher que constrói, edifica, lidera e inspira — sem abdicar de sua fé, de sua essência e de seu papel na família.

Para Brigitte Arraes, o empoderamento verdadeiro da mulher cristã está em saber quem ela é em Deus — e agir a partir disso.

“O verdadeiro empoderamento é saber que você pode influenciar o mundo sem precisar abandonar sua essência. A mulher cristã pode sim ser poderosa e grandiosa, porque sua força vem do alto.”


Você sofre com o passado do seu amor? Entenda a Síndrome de Rebecca

Inspirado no filme "Rebecca", o conceito descreve a sensação de viver à sombra das lembranças de antigas relações, mesmo quando elas já não existem


Sentir ciúmes de relacionamentos anteriores do parceiro é mais comum do que se imagina. Esse comportamento tem nome: Síndrome de Rebecca, uma condição emocional em que o passado amoroso do outro se torna uma fonte constante de insegurança, dor e conflitos. Inspirado no filme "Rebecca", do cineasta Alfred Hitchcock — baseado no romance da escritora Daphne du Maurier —, o conceito descreve a sensação de viver à sombra das lembranças de antigas relações, mesmo quando elas já não existem. 

O fenômeno, conhecido também como ciúme retroativo, vem ganhando força em tempos de redes sociais, onde fragmentos do passado se tornam facilmente acessíveis. Para o Pai de Santo Roberson Dariel, especialista em reconciliação de casais e presidente do Instituto Unieb, esse tipo de ciúme pode comprometer a saúde emocional do casal e precisa ser tratado com seriedade.  

"O problema não é o passado em si, mas a maneira como a pessoa lida com ele. A Síndrome de Rebecca é alimentada pela insegurança, pela comparação constante e pelo medo de não ser suficiente. É importante que o casal desenvolva estratégias para fortalecer a relação no presente e evitar que o passado interfira na convivência atual. Superar esse tipo de insegurança passa por autoconhecimento, comunicação aberta e, para quem acredita, também por práticas de reconexão espiritual que ajudem a reorganizar emocionalmente quem sofre com essas memórias antigas”, explica Roberson. 

Um estudo conduzido pelo pesquisador Gary Brase, da Universidade de Sunderland, em 2023, analisou o ciúme em diferentes países e revelou que nações com altas taxas de fertilidade, como o Brasil, tendem a ter homens mais ciumentos em relação à conduta sexual de suas parceiras. Já no contexto brasileiro, uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro mostrou que mais da metade dos homens acreditam que sentir ciúmes é sinal de amor. O levantamento ouviu 1.500 pessoas, entre homens e mulheres com mais de 18 anos, em todo o país. 

Embora sentir ciúmes em algum grau seja natural, a obsessão pelo passado do parceiro pode minar a confiança e impedir a construção de uma relação saudável. “A pessoa que sofre com a Síndrome de Rebecca tende a se fixar em histórias que já terminaram, esquecendo que o que realmente importa é a história que está sendo construída no presente. Se o relacionamento atual é forte, verdadeiro e baseado em respeito, o passado perde a importância”, finaliza o especialista em reconciliação de casais. 



Instituto Unieb
Saiba mais aqui!


5 verdades que ninguém conta sobre o amor

Algumas podem doer, mas todas vão transformar a forma como você vive (e entende) os relacionamentos


O que faz um relacionamento dar certo? Em Começa com você, lançamento da Latitude, a especialista em relacionamentos Jillian Turecki apresenta nove verdades que desconstroem mitos sobre o amor e mostram, de forma prática, como construir relações saudáveis. Não é sobre encontrar a pessoa certa, mas sim, sobre se tornar a pessoa certa — para si mesmo e, depois, para alguém especial. Cada uma das verdades trazidas por Jillian é um convite ao autoconhecimento e ao fortalecimento dos relacionamentos — a começar pelo mais importante da sua vida: o que mantém consigo mesma. 

A fim de resgatar o amor-próprio, te tirar da zona de conforto e transformar suas relações para sempre, listamos cinco das nove verdades – apresentadas no livro – que ninguém te conta sobre o amor:  

1 – Tudo começa com você: quem é o denominador comum em todos os relacionamentos? A própria pessoa. Não é sobre culpar, é assumir o poder de mudar a vida amorosa. A transformação começa quando se para de apontar o outro e começa a olhar internamente. 

2 – A mente é um campo de batalha: quantas vezes paranoias foram criadas sem nenhuma prova? O maior inimigo dos relacionamentos pode ser a própria mente, com medos, julgamentos e falsas narrativas. 

3 – Ame a si mesma: parece clichê, mas é a mais pura verdade: ninguém pode preencher um vazio que só pode ser completado internamente. Amor-próprio não é opcional, mas sim a fundação de qualquer relação saudável. 

4 – Você não pode convencer alguém a te amar: de fato, é possível ser incrível, mas ainda assim não ser a pessoa certa para alguém — e está tudo bem! O amor saudável não é forçado; é escolhido livremente. 

5 – Ninguém virá te salvar: esperar que alguém preencha todos os vazios é a receita do fracasso. És a única responsável pela sua felicidade — e essa é uma das maiores liberdades que se pode conquistar. 

Essas verdades te causaram desconforto? Parabéns: significa que está no caminho certo. Como Jillian Turecki diz, "pode doer, mas elas vão iluminar seu caminho até um amor saudável, e finalmente, até o amor próprio”. Algumas dessas observações doem. Outras libertam. Porém, todas são necessárias! 

Ficha técnica: 

Título: Começa com você 
Subtítulo: As nove verdades sobre o amor que ninguém te contou 
Autora: Jillian Turecki 
Tradução: Kícila Ferreguetti 
Editora: VR  
Selo: Latitude 
ISBN: 978-65-89275-71-8 
Formato: 16 x 23 cm 
Páginas: 264 
Preço: R$ 69,90 
Onde encontrar: Amazon e VR-commerce | Principais livrarias do Brasil 

Sobre a autora: Jillian Turecki é coach de relacionamentos certificada, professora, escritora best-seller e apresentadora do podcast "Jillian On Love". Com mais de 20 anos de experiência, combina Psicologia, ioga e práticas somáticas para ajudar pessoas a transformarem seus relacionamentos. Formada pelo Robbins Madanes Center, é reconhecida por seu estilo direto e compassivo.  

Site: www.jillianturecki.com  
Instagram: @jillianonlove 

VR Editora está no Brasil

www.vreditora.com.br 
Instagram:
@vreditorabr 
TikTok:
@vreditorabr 

 

A menina quis fazer-se morrer

Uma menina quis se fazer morrer. Valentina Maureira. Tinha 14 anos e padecia de doença grave. Dado que em seu país, o Chile, fazer-se morrer de forma digna, com suporte técnico, é ilegal, ela pediu ajuda à então presidenta da sua República pelo Facebook. Pôs-se um alarido: grupos contra e a favor. Apelos à medicina e apelos a Jeová, o deus lá prevalente.

Sua postagem foi gesto voluntário. Surpreendeu a todos. Tento imaginar a dor dos pais: sua criança pedindo para morrer. Entrei na página da menina e noutras que se envolveram com a questão. Ela concedeu entrevistas e expôs serenamente seus argumentos. E o fez de forma lúcida, sensata, determinada. Sabia o que queria e o porquê do querer. Isso é o triste.

A menina conhecia a doença de que padecia e o que a aguardava. Suportava uma fibrose cística, doença hereditária e degenerativa que afetava seus pulmões, fígado e pâncreas. O seu irmão morrera por conta do mesmo mal. Ela já passara por cinco cirurgias com dor e sofrimento. Prometeram-lhe melhora. As coisas, como não poderia deixar de ser, pioraram.

“Peço com urgência para falar com a presidente, porque estou cansada de viver com esta doença e ela pode autorizar a injeção para que eu durma para sempre.” Milhares de curtidas. Ocorre que a presidenta, ainda que o quisesse, não poderá ajudá-la. Entre o desejo que a acudissem e a lei, a menina foi vencida pela igreja católica: Jeová proverá; não proveu.

Não empresto crença nenhuma a essas “divindades intervenientes”, sobras do medieval europeu. Evito polemizar com crentes. Não que inexista o gosto em terçar ideias sobre o “De onde viemos? Para onde vamos?”. Mas troco, se houver, argumentos, não declarações infundadas de fé pela fé. Recuso o “creio, logo é”. A mim me valem as evidências das coisas.

Sociologicamente, entretanto, religião se me torna relevante: é quando se consubstancia em argumento de poder, em formatação ideológica de crianças, em controle da política, em restrição à vida laica. No Chile, o catolicismo é a ideologia prevalente. À época, a eutanásia ou o suicídio assistido eram proibidos, assim como o aborto sob quaisquer circunstâncias.

A presidenta chilena introduziu reformas, incluindo um projeto azucrinante ao conservadorismo, que mudaria a lei de aborto. Seus planos, todavia, não mencionam eutanásia e o governo não atendeu, nem poderia fazê-lo, ao pedido de Valentina. Resumo: crentes com orações, médicos com mitigação do sofrimento; a menina definhou até que a morte a acolheu.

Valentina morreu em agonia, vítima de insuficiência respiratória. Desnutrida, pesava 35 quilos ao ser internada. O Chile se compadeceu, a presidenta da República fez-lhe visita cerimoniosa. A menina, todavia, conhecia seu destino: tinha seis meses quando teve a doença diagnosticada pela primeira vez; sabia tudo sobre o padecimento do seu irmão; era inteligente.

De sua causa não adveio a eutanásia, o Chile, porém, legalizou o aborto em certas circunstâncias em 2017 e liberou a sua realização até 14 semanas de gravidez em 2021, como sucede nos países destacados por altos níveis educacionais. Interessante, o corpo, após a Revolução Francesa, foi declarado propriedade pessoal. Em boa parte, uma vã declaração.

Mas... que há entre propriedade de si, aborto e eutanásia? As pessoas eram propriedade: o corpo, de um rei; a “alma”, da igreja católica. Agora, embora a Revolução Francesa, o corpo não é bem disponível: tem que ficar vivo a seu contragosto e não pode decidir sobre seguir grávido por contra própria. O corpo ainda sofre mais censura do que goza liberdade.

 

Léo Rosa de Andrade
Doutor em Direito pela UFSC.
Psicanalista e Jornalista.


Leitura infantil: confira 5 dicas para estimular esse hábito desde cedo

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Veja como ler pode fortalecer vínculos familiares e estimular o desenvolvimento cognitivo, emocional e social na criança

 

Mais do que um passatempo, a leitura infantil é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Desde os primeiros anos de vida, o contato com os livros estimula a imaginação, a criatividade, amplia o vocabulário e fortalece vínculos familiares. “Incentivar a leitura desde a primeira infância contribui para a formação de um leitor competente, aquele que consegue não apenas decodificar palavras, mas interpreta, analisa e relaciona as informações de um texto de forma crítica e reflexiva”, diz Laís Martins, coordenadora dos Anos Iniciais do ensino fundamental do Fibonacci Sistema de Ensino

 

No entanto, em tempos de telas e distrações digitais, muitos pais se perguntam como tornar esse momento mais prazeroso e significativo para os pequenos. Pensando nisso, a coordenadora reuniu cinco dicas essenciais para transformar o hábito da leitura em uma experiência envolvente e inesquecível para as crianças. Confira:

 

1 - Estabeleça um ritual de leitura

 

Criar uma rotina de leitura diária ajuda a criança a se familiarizar com os livros e a enxergá-los como parte natural do dia a dia. Escolher um horário fixo, como antes de dormir ou após o jantar, pode tornar a leitura uma tradição familiar, fortalecendo laços e criando memórias afetivas. Garantir um ambiente tranquilo, com boa iluminação e sem distrações contribui para que este hábito se torne relaxante e prazeroso.

 

2 - Deixe a criança escolher os livros

 

Permitir que os pequenos escolham os títulos que desejam ler ou os deixar participar da mediação para a escolha, aumenta o engajamento e o interesse pela leitura. Contos clássicos como “Os três porquinhos”, “Chapeuzinho vermelho”, “João Maria de Rosinha”, “O pequeno príncipe “e “O menino maluquinho”, livros interativos, livros com ilustrações vibrantes, texturas e histórias divertidas são ótimas opções para cativar a atenção das crianças, segundo a especialista.

 

3 - Dê vida à leitura

 

Use diferentes entonações, faça vozes para os personagens e interaja com a criança durante a leitura. Peça para ela prever o que acontecerá na história, descrever ilustrações, dramatizar momentos marcantes. Isso torna a experiência mais lúdica e estimula o hábito de ler. 

 

4 - Explore diferentes formatos de leitura

 

Além dos livros físicos, explore meios para estimular a leitura. O equilíbrio entre o digital e o impresso pode ajudar a manter o interesse das crianças e diversificar os formatos de leitura. Histórias em áudio, aplicativos interativos e livros digitais complementam a experiência e tornam a leitura ainda mais atrativa para as crianças, porém “é importante estabelecer regras e limites para o uso da tecnologia, de forma a garantir seu papel como complemento, não um substituto, da leitura tradicional”, sinaliza a coordenadora.

 

5 - Conecte a leitura ao mundo real

 

Estimule conversas sobre as histórias, relacione-as com experiências do cotidiano, crie atividades inspiradas nos livros e visite bibliotecas e livrarias. “Além disso, quando os pais demonstram entusiasmo pelos livros, eles incentivam naturalmente o gosto pela leitura para as crianças, que aprendem principalmente por meio da observação e do exemplo”, aponta Laís.

 

A leitura infantil vai além da alfabetização: ela abre portas para a imaginação, fortalece vínculos familiares. Ao incentivar esse hábito desde cedo, os pais não apenas estimulam o desenvolvimento das crianças, mas também criam momentos inesquecíveis, tornando os livros companheiros para a vida toda. 

 

O contato frequente com os livros também expande o repertório cultural e permite que os pequenos conheçam diferentes realidades, aprendam sobre o mundo e desenvolvam sua própria identidade. Além disso, investir na leitura desde a infância é uma forma de preparar as crianças para o futuro, as ajudando a desenvolver habilidades essenciais, como interpretação de texto, pensamento crítico e empatia, “Cultivar o letramento é mais do que ensinar a ler é formar cidadãos críticos e participativos”, conclui Laís.

 


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