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domingo, 20 de junho de 2021

Mês da Segurança dos Alimentos

Cuidados fundamentais com os alimentos nos supermercados

Cencosud Brasil conta com uma série de procedimentos para oferecer alimentos de qualidade e seguros ao consumidor


Garantir ao consumidor um alimento de qualidade é dever dos supermercados. Por isso, nas redes da Cencosud Brasil - GBarbosa, Bretas, Prezunic, Perini, Mercantil Rodrigues e Spid - todos os produtos que chegam às lojas ou nos centros de distribuição são rigorosamente vistoriados antes de irem para as gôndolas ou câmaras frias.

Os alimentos passam por uma avaliação de qualidade, com medição de temperatura, além de verificação da rotulagem, embalagem e das características sensoriais.

"Com a carne, por exemplo, é realizada uma avaliação seguindo um plano de amostragem para verificação da qualidade do produto. Seguimos todas as normas da legislação brasileira e queremos sempre oferecer ao nosso cliente alimentos de qualidade e
seguros", explica Maria Luisa Collares, gerente de Segurança Alimentar da Cencosud Brasil.

Além disso, todos os manipuladores de alimentos são treinados em Boas Práticas de Manipulação. E os supermercados e centros de distribuição são acompanhados constantemente por equipes especializadas da área de segurança dos alimentos.

Para estender a celebração do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, 7 de junho, e dar ainda mais visibilidade ao tema dentro da companhia, ao longo do mês de junho, a equipe de Segurança Alimentar da Cencosud Brasil promoverá ações de conscientização, reforçando os protocolos de segurança em divulgações internas, incluindo palestras online voltadas aos cerca de 23 mil colaboradores.


Parceria

O consumidor também pode e deve fazer a sua parte para garantir que os alimentos cheguem à sua mesa com grande qualidade.

"Durante as compras, coloque no carrinho primeiro os itens secos. Deixe os congelados e refrigerados para o final, garantindo a temperatura correta dos alimentos. No setor de hortifruti, evite apertar as frutas, legumes e verduras. Pode-se pegar, mas não apertar. Outros clientes também vão querer comprar esse alimento e, quando machucado, o mesmo é desperdiçado", recomenda Maria Luísa.


Técnicas de corte para valorizar os legumes e não errar mais

Healthy Chef Dani Faria Lima ensina forma para valorizar ainda mais o sabor dos ingredientes


Um corte bem feito muda a experiência do sabor do alimento na boca e o visual dos ingredientes no prato. Foi pensando nisso que a Chef Dani Faria Lima, especialista em alimentação saudável, separou as principais técnicas de corte para valorizar qualquer receita.

O primeiro passo é selecionar o utensílio certo. “A melhor faca é aquela que você se sente mais segura e confortável em manusear. Além disso, um bom amolador também é muito importante para manter a faca preferida amolada, além de não comprometer e dificultar o trabalho de cortar”, explica a Chef Dani.

Alguns cortes muito usados em restaurantes e por chefs em todo o mundo podem ser reproduzidos em casa para mudar o sabor e apresentação dos pratos à mesa.

Chiffonade – Quando se corta o alimento em tiras bem fininhas. Geralmente indicado para folhas como couve, acelga, repolho e usado também para alho porró, rodelas de cebola, rodelinhas de tomate etc. “A experiência de paladar com tiras finas é mais delicada, se apresenta de uma forma mais sutil e se envolve com os outros ingredientes, construindo novos sabores na boca”, explica a especialista.

Julienne – Corte do alimento em palitos finos. Indicado para cenoura, chuchu, abobrinha, pepino etc. “Pode ser usado para servir esses legumes como aperitivos, com molhos. Também é interessante para fazer salteado com azeite, manteiga ou óleo de coco para acompanhar um peixe ou enfeitar pratos diferentes”, revela a Chef Dani.

Brunoise – Partindo da Julienne, essa técnica corta os palitos em cubos pequenos e iguais. Muito usado para legumes e tubérculos como cenoura, abobrinha, abóbora, chuchu, inhame etc. “Sempre uso essa técnica para fazer o tradicional vinagrete e todo mundo pergunta se uso alguma coisa especial para temperar, porque o sabor fica diferente”, conta.

O mais importante, segundo a especialista, é experimentar os alimentos com cada tipo de corte para vivenciar essa construção de sabores a partir da integração de cada ingrediente da receita.

 

 

Chef Dani Faria Lima - Healthy Chef especialista em alimentação saudável, formada pelo Natural Gourmet Institute, em Nova York, também foi aluna do Chef Jamie Oliver, em Londres, além de muitos cursos e workshops pelo Brasil. Dani tem 37 anos e atua há 3 criando e ensinando receitas saudáveis, substituições para cardápios com restrição alimentar e consultorias de alimentação para bem-estar, com diversos cases de sucesso de melhoria de problemas de saúde apenas com mudanças na relação com a comida.

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Muitas pessoas sofrem com a intolerância à lactose, afinal, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) mais de 75% da população mundial é acometida por essa condição. Ela representa uma dificuldade do organismo em digerir a lactose (açúcar do leite) e assim, quando a molécula chega ao intestino sem ter sido quebrada em partes menores, as bactérias a fermentam, causando sintomas, como gases, sensação de inchaço e diarreia.

Embora essa seja uma situação que tem afetado muitas pessoas atualmente, principalmente na idade adulta, não se trata de uma doença, mas de uma condição natural dos mamíferos, já que nosso organismo produz mais enzima de digestão da lactose nos primeiros anos de nossas vidas, pois é quando ingerimos leite materno. Ao longo do tempo o corpo entende que isso não é mais necessário e vai diminuindo a produção da enzima.


Enquanto a intolerância é uma reação ao açúcar do leite, a alergia, por sua vez, é mais referente a uma reação imunológica do corpo à proteína do leite (APLV - alergia à proteína do leite de vaca). Nesse caso, o organismo entende a proteína como uma "partícula" estranha e a ataca, causando manchas vermelhas pelo corpo, dores abdominais e problemas respiratórios. Por ser uma das alergias alimentares mais comuns na infância - para se ter uma ideia, atualmente cerca de 350 mil crianças brasileiras têm APLV - é importante sempre perguntar aos pais o que os filhos podem ou não ingerir antes de oferecer algo.

A popularização dessas reações alimentares somadas a uma busca por uma alimentação mais saudável e consciente têm levado a um aumento incrível na procura por leites vegetais, afirma Anderson Rodrigues, sócio-diretor da Vida Veg, uma das principais empresas de produtos plant-based do país. De acordo com a Euromonitor International, empresa de pesquisa de mercado, houve um crescimento de 860% nesse setor, aqui no Brasil, nos últimos cinco anos. A marca, por exemplo, se especializou no ramo e atualmente possui uma das linhas mais completas de produtos lácteos veganos do país, que inclui leite, iogurte, shake, requeijão e queijo. 

Alé das alergias e intolerância à lactose, um estudo chamado “Milk and Health” (Leite e Saúde, na tradução livre), divulgado pelo ‘New England Journal of Medicine’, avalia que o aumento no consumo de leite de bovinos e outros mamíferos resulta diretamente no aumento do risco de fratura, câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e mortalidade em geral.

Publicado no ano passado, o material revela que o benefício atribuído ao leite está mais relacionado à qualidade da dieta e menos ao consumo dos produtos lácteos. Em regiões onde a qualidade da dieta e o aporte de calorias estão comprometidos, a alta densidade energética do leite pode ser particularmente favorável, mas apenas no curto prazo.
 

A situação é tão crítica que a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) recomendou que qualquer leite de origem animal seja eliminado da dieta e que a necessidade diária de cálcio seja suprida por meio de fontes de cálcio de origem vegetal como os vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor e couve), tofu, castanhas, feijões e leites vegetais fortificados com cálcio.

 

Uma em cada quatro mulheres apresenta sintomas de depressão pós- parto, aponta estudo

Psicóloga alerta para as diferenças entre a depressão e o baby blues


O nascimento de um bebê é um momento cercado de alegria, mas, para muitas mães, a situação é diferente. Segundo uma pesquisa realizada pela Fiocruz, uma em cada quatro mulheres apresenta sintomas de depressão após o nascimento do bebê.

A depressão é o principal e mais comum transtorno mental no pós-parto. É uma condição que engloba fatores hormonais, associados à queda do nível de estrógeno e progesterona que ocorre no período após o parto; aspectos físicos, como a alteração do sono, má alimentação; e fatores emocionais/psicológicos, que vêm com a intensa mudança na rotina da mulher.

Os principais sintomas do quadro depressivo pós-parto são tristeza, choro, falta de disposição, sentimento de culpa, falta de apetite ou compulsão alimentar, preocupação exagerada com o bebê ou falta de conexão afetiva com o filho, perda do interesse da mãe em realizar atividades que antes gostava, autocuidado precário, entre outros. E alguns fatores como pobreza, exposição à violência doméstica e carência de apoio familiar e social intensificam o impacto na saúde mental feminina.

Segundo Myriam Albers, psicóloga da Clínica Maia, o momento do parto é rodeado de inseguranças e expectativas, o que pode gerar ansiedade e estresse na mãe. A psicóloga ressalta que observar os sintomas é uma forma de diferenciar a depressão pós-parto do conhecido baby blues, que atinge 80% das mulheres e costuma regredir em cerca de 15 dias.

"Com o nascimento do bebê, poderá ocorrer um período de tristeza, desencadeado por alterações hormonais, privação do sono, mudanças drásticas na rotina, mas estes sintomas tendem a desaparecer em poucos dias. É o que chamamos de baby blues. Assim que a mãe se adapta à nova rotina e reorganiza seus horários de alimentação, sono e cuidados com o pequeno, o fenômeno perde força e some espontaneamente", conta a especialista.

Já a depressão pós-parto é lenta, gradativa e duradoura, ela vai comprometendo a saúde emocional da mulher e requer tratamento especializado. De acordo com a psicóloga, o (a) companheiro (a), familiares e pessoas próximas precisam observar mudanças visíveis no comportamento e nas expressões, pois a mãe pode não verbalizar a tristeza, ela vai demonstrar nas atitudes.

"Falas como ‘não estou dando conta’, percepção de que a mulher está sempre dormindo ou sempre acordada, o tempo todo se sentindo triste, e que não está conseguindo se cuidar, sem vontade, por exemplo, para tomar banho ou mesmo fazer as unhas; se ela demonstra também desinteresse pelos cuidados com o bebê, e tudo isso presente depois de meses após o parto, são sinais de depressão", explica Myriam.

A psicóloga chama atenção ainda para um outro sintoma observado na depressão pós-parto: a ansiedade. Caracterizada pela perda de controle e ataques de pânico, o problema pode desencadear comportamentos obsessivos na mãe. Então, ao invés de apresentar desinteresse, aqui ela pode passar a ter um cuidado exagerado com o filho: a mãe o alimenta a todo instante, coloca agasalhos demais ou não dorme, porque precisa observar se o bebê continua respirando.

Nesse tipo de depressão - e também no aparecimento de baby blues - a busca por profissionais qualificados (psiquiatra e/ou psicólogo), assim que surgem os primeiros sintomas, possibilita uma recuperação menos sofrida, com uma perda menor na qualidade de vida tanto da mãe quanto do bebê, e das pessoas com as quais eles convivem.

"O tratamento especializado consiste em estabelecer uma relação saudável com esse novo momento na vida da mulher, da família. É essencial conhecer a doença, visando um diagnóstico precoce, e desenvolver ferramentas emocionais para viver melhor e aproveitar os momentos desta nova fase", completa a profissional.


5 dicas para a sua dieta sobreviver ao final de semana

Confira algumas saídas para aproveitar o sábado e domingo sem perder o foco

 

Os passos básicos para emagrecer você já realiza: come de forma saudável, evita doces, frituras e pratica atividade física. Tudo funciona bem, de segunda a sexta, mas basta chegar ao final de semana e o seu objetivo parece estar ameaçado. Confira algumas dicas da nutricionista Karol Fernandes para não perder o foco e ainda aproveitar o sábado e o domingo.

 

1 – Continue fazendo exercícios

Você já tem a sua rotina de exercícios de segunda a sexta. Porém, no fim de semana, muitas vezes, não é possível deixar a família em casa e sair para se exercitar sozinha. Então faça a atividade que melhor se encaixa no seu final de semana. Pode ser uma caminhada acompanhada de amigos, um passeio no parque com a família, brincar de bola na praça com os filhos. Vale tudo para manter o corpo ativo.

 

2 – Faça receitas com ingredientes saudáveis

A maioria das pessoas que desejam emagrecer costumam manter o objetivo de segunda a sexta e deixam para comer uma comida diferente no final de semana. Está tudo bem! Opte por preparações com ingredientes saudáveis. Se a escolha for por um cheeseburger, por exemplo, uma boa saída é fazer o lanche em casa. Assim você pode escolher uma carne com menos gordura, introduzir salada, preparar molhos mais saudáveis. Caso a refeição seja realizada no restaurante, uma boa dica é escolher alimentos assados ao invés de fritos, além de maneirar na quantidade de carboidratos.

 

3 – Não esqueça de beber água

Com a agitação do final de semana, muitas vezes esquecemos de beber água. Além de ser importante para o bom funcionamento do corpo, independente do dia da semana, consumir este líquido vai ajudar a não confundir sede com fome e evitar comer por impulso.

 

4 - Não saia de casa com fome

Se você tem alguma festa, agendou um barzinho com amigos ou vai almoçar na casa de familiares, uma boa dica é não sair de casa com muita fome. Fazer uma refeição leve antes da ocasião vai ajudar a evitar os exageros.

 

5 – Não exagere na bebida alcoólica

As bebidas alcoólicas são bastante calóricas e intoxicam o corpo. Uma boa saída é consumir quantidades menores da bebida e intercalar com água. Isso evitará exageros nos drinks e ajudará a desintoxicar o organismo, respectivamente.

Uma dica bônus para você que vai levar essas dicas para o fim de semana é: coma de forma consciente. Mantenha a atenção nas suas escolhas alimentares, desde o preparo do seu prato, na mastigação, na percepção dos sabores, dos cheiros, dos sentimentos que aquela refeição desperta. Certamente você terá um ótimo final de semana.

 

Como fortalecer as defesas do organismo e elevar a autoestima durante a pandemia?

Chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, Dr. Daniel Magnoni, orienta sobre importância de manter os níveis adequados de vitaminas do Complexo B, (principalmente Biotina e Ácido Fólico), para proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos, além de Cálcio e Vitamina D que auxiliam com o bom funcionamento do organismo

Mais de um ano na pandemia, incertezas, home office com ou sem crianças, restrições, má alimentação, correria, estresse e mais uma série de imprevistos que são resolvidos ao longo de cada semana. Como equilibrar a saúde diante de uma rotina tão atribulada? Mais ainda, como manter a boa aparência da pele, unhas e cabelos e participar de inúmeras reuniões on-line?

"Dietas que combinam vitaminas e minerais são muito importantes, não somente para imunidade, mas para o organismo de modo geral, pois a ação desses nutrientes auxilia não só com o sistema imunológico, mas também ajudam a reforçar a autoestima. Vitaminas do Complexo B, principalmente Biotina e Ácido Fólico, Cálcio e Vitamina D são essenciais nesse sentido, além de reforçar as defesas do organismo auxiliam na proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos", explica o chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, Dr. Daniel Magnoni.

Com a pandemia, cuidar da imunidade passou a ser item prioritário para 65% das pessoas. E 70% revelaram que consomem suplementos para apoiar o seu sistema imunológico, de acordo com um recente levantamento da DSM Nutrição e Saúde Humana, que entrevistou 12 mil pessoas, em 24 países, para entender as percepções e atitudes dos consumidores nas questões de saúde imunológica e nutricional. (1)

"A alimentação das pessoas, que já não era ideal, piorou por conta da pandemia e a procura por suplementos aumentou. Mas é importante destacar que o médico deve ser procurado para uma avaliação mais precisa e orientações sobre suplementos, quando necessário. O segmento evoluiu de forma expressiva e hoje conta com várias opções em cápsulas, comprimidos, gotas, inclusive uma nova geração em formato de gomas mastigáveis, mais práticas, que reúnem vitaminas e minerais que suprem as necessidades diárias do organismo", destaca Dr. Magnoni.


Aliados da imunidade e do bem-estar

Vitaminas do Complexo B - De maneira geral, as vitaminas que compõem o Complexo B, auxiliam com a absorção e ativação de nutrientes. Cada uma delas têm suas especificidades como, por exemplo: a Vitamina B7 (Biotina), que também auxilia no combate à queda de cabelo, além de fortalecer as unhas e manter a saúde da pele e a Vitamina B9 (folacina ou ácido fólico), responsável pela formação de proteínas, entre elas a hemoglobina (presente nos glóbulos vermelhos no sangue). (2)


Vitamina D - Trata-se de um hormônio, classificado como vitamina, que é sintetizado pela exposição à luz solar. É um regulador do sistema imune e auxilia com a absorção de minerais como o cálcio, fundamental na formação de ossos e dentes. (3), (4)


Cálcio - Ideal para manter a saúde óssea e auxiliar diretamente na prevenção de osteopenia e osteoporose, principalmente entre o público 60+. A combinação entre cálcio e a Vitamina D3 é fundamental para o metabolismo ósseo e a deficiência de qualquer um deles irá prejudicar que esse processo se realize. (3)

 

Referências

• Nutritional solutions to optimize immunity. The fast-evolving science-based benefits of vitamin D; DSM

• Vitaminas do complexo B; Helio Vannucchi, Selma Freire de Carvalho da Cunha, Paula Lumy Takeuchi

• Impacto dos nutrientes na saúde óssea: novas tendências; Glaucia Queiroz Morais, Maria Goretti Pessoa de Araújo Burgos

• Vitamina D: Relação com a imunidade e prevalência de doenças; Bárbara Bernadete de Oliveira Brito, Roberta Xavier Soares, Taynara Abreu Alexandre, Milena Nunes Alves de Sousa e Umberto Marinho de Lima Júnior


Amar-se: o desafio de quem não desiste de si mesmo

 Escritor e psicólogo Marcos Lacerda, criador de um dos maiores canais de relacionamento no YouTube, se baseia em 28 anos de experiência para sinalizar o que afasta e aproxima o leitor do amor-próprio em lançamento publicado pela Latitude 


Inspirado por um e-mail questionador sobre a fórmula do amor-próprio, o psicólogo e autor Marcos Lacerda escreveu Amar-se: uma viagem em busca de si mesmo. Ciente de que não há uma resposta concreta e definitiva para a questão, o lançamento reúne uma série de reflexões e exercícios que fortalecem e direcionam o leitor para mudanças.

O criador de um dos maiores canais de relacionamento no Youtube, Nós da Questão, com mais de um milhão de inscritos, reúne na produção os 28 anos de experiência na Psicologia. Síndrome do impostor, mito da falsa realidade e a dificuldade de dizer não, por exemplo, são sinais apontados por Lacerda que afastam o leitor do amor-próprio.

Com o objetivo claro de auxiliar nesta aproximação, o autor apresenta exercícios de autoanálise com as mais diversas abordagens: questionamento de crenças limitantes – sobre si mesmo, sobre carreira e sobre amor, análise da necessidade de controle sobre os outros e a vida, ressignificação da infância, avaliação do nível de autoconhecimento e diversos outros.  

O labirinto de espelhos é uma das experiências propostas pela obra. Convidado a entrar por um caminho que reflete várias imagens distorcidas de si mesmo, o leitor percebe que a realidade é sempre relativa se partir do ponto de quem a observa. Ao fim da experiência, que passa por situações de fracasso, o autor apresenta oito perguntas que devem ser respondidas a partir de duas visões, como explica o trecho abaixo:

Venha agora comigo para a saída do labirinto, mas permaneça pensando nos pontos que lhe chamaram a atenção quando a vítima era você. Eu o convido a responder às questões a seguir. Mas é importante que suas respostas sejam honestas.


Assim como as cenas apareciam refletidas no labirinto, neste exercício as perguntas aparecem espelhadas. De um lado responda sobre você no papel de quem fracassou e do outro sobre as pessoas que falharam com você, a quem chamaremos de “o outro”.
(Amar-se: uma viagem em busca de si mesmo, pág. 126)

Autoestima, autoconhecimento, autoconfiança, respeito pela identidade, seguir o coração... todos os temas que se relacionam com o amor-próprio são dominados por Lacerda em Amar-se: uma viagem em busca de si mesmo. O psicólogo também é autor de “Amar, desamar e amar de novo”, obra que apresenta o autoconhecimento como chave para a felicidade, também publicada pela VR Editora, selo Latitude.

Divulgação

FICHA TÉCNICA:

Título: Amar-se: uma viagem em busca de si mesmo
Subtítulo: Como seguir seu coração, respeitar sua identidade e começar a amar quem você é
Autora: Marcos Lacerda
Editora:
Latitude
ISBN: 978-65-89275-07-7
Páginas: 180 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 46,90
Links de venda: https://bit.ly/3uSvOtW


Sinopse: Em seu novo livro, Lacerda convida você a embarcar numa viagem ao mundo maravilhoso que existe de cada um. Um itinerário rumo ao autoconhecimento pelo qual ele mostra direções para que cada um possa encontrar o amor primeiramente a si mesmo, para, de forma consciente, amar mais intensamente aos outros.


Sobre o autor: Marcos Lacerda é psicólogo. Nascido em João Pessoa, Paraíba, é mestre em Psicologia Social. Atende em sua clínica particular desde 1993. Dono do canal Nós da Questão, no Youtube, desde 2016, com mais de um milhão de inscritos, Marcos quer democratizar a psicologia pela internet, levando as pessoas a refletirem sobre suas próprias emoções e repensarem seus relacionamentos afetivos, um verdadeiro despertar para a busca da qualidade de vida.

Instagram: @mrmarcoslacerda
Site da editora: https://vreditoraloja.com.br/livros/latitude/
Instagram: @latitudelivros
YouTube: Nós da Questão

 

Psicólogo dá 7 dicas para enfrentar a coronofobia

Especialista em Crises e Emergências ensina como enfrentar os sentimentos causados pela pandemia e melhorar a saúde mental


Medo e ansiedade talvez tenham sido as palavras mais usadas no mundo desde o ano passado, quando a pandemia mudou a forma como todos vivemos, trabalhamos e nos relacionamos em sociedade. A procura por serviços de terapia on-line, segundo pesquisa do Google Trends, cresceu 88% apenas na primeira semana da quarentena no Brasil. Desde então, o País vem registrando um crescimento de transtornos de ansiedade, estresse e depressão. Mais recentemente, um estudo da National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e revelou que todos estavam ligados à pandemia. “Essa quarentena prolongada, o número elevado de mortes e a possibilidade de uma terceira onda continuam provocando alterações diversas na saúde mental e emocional das pessoas. Esse medo, luto e pânico coletivos levaram os especialistas em saúde mental a criarem um novo termo, o coronofobia”, explica o psicólogo especialista em Crises e Emergências Alexandre Garrett.

Garrett conta que, diante de uma realidade catastrófica, o medo se exacerba. “O risco presente de adoecer ou perder o emprego nos faz não enxergar boas perspectivas no futuro. É como se a vida estivesse suspensa por um tempo indeterminado, impedindo que a gente sonhe e planeje um futuro melhor, mas o ser humano é extremamente resiliente e consegue se adaptar às mais diversas situações”, observa

A coronofobia, que nada mais é que a fobia provocada pela pandemia, está presente na vida de milhares de brasileiros. “Essa constante sensação de perigo provoca inúmeros transtornos e esse relato tem sido muito comum nos consultórios de psicólogos e psiquiatras e também nos setores de Recursos Humanos das empresas. Rapidamente uma rede de apoio foi formada para atender esses pacientes e melhorar a qualidade de vida deles”, completa Garrett.

O especialista em Crises e Emergências diz que precisamos tentar lidar com a realidade de uma forma serena para enfrentar os medos e continuar a viver e a trabalhar. “Nosso corpo fica em constante estado de alerta, mas temos duas opções: fugir ou enfrentar. Quando se tem inteligência emocional, é mais fácil enfrentar nossos medos. Uma dica importante é resgatar o prazer da vida. Isso não implica se arriscar em viagens ou saídas com os amigos. É possível fazer isso lendo um bom livro, que tem um efeito terapêutico, assistindo a filmes e séries, ouvindo músicas que tragam boas lembranças e conversando com os amigos e família por meio das tecnologias”, orienta.

O termo coronofobia foi criado para traduzir o medo
e ansiedade provocadas pela pandemia

Garrett conta que nomear as emoções e falar sobre elas é outro passo importante para conseguir vencer essa fobia. “Estamos todos vivendo no limite, compartilhamos medos parecidos. E quando sabemos que não somos os únicos, há uma certa sensação de conforto. Por isso a terapia é uma ferramenta essencial para esse período”, completa.


Como agir nas crises de ansiedade


Nos momentos em que a ansiedade fica exacerbada, o primeiro passo é respirar fundo, por várias vezes, até sentir a situação estar controlada. “As emoções se fixam no nosso corpo. Respirar devolve o equilíbrio e ajuda a olhar para frente com mais clareza”, ensina.

Outra dica importante é fazer pausas para contemplar o horizonte ou a natureza, se houver acesso fácil a ela. “Ficamos com o olhar fixado nos computadores a maior parte do dia. Ao pararmos para olhar o horizonte, vem o descanso, isso acalma e ajuda a mudar o foco”, completa.

Criar metas curtas, fáceis de serem atingidas são uma boa forma de motivação. “Não podemos gerar um nível de estresse que nosso corpo não pode aguentar. Para isso, é fundamental encontrar novos confortos. Isso pode vir na meditação, nos livros, na realização de atividades físicas ou encontrar hobbies agradáveis”, ensina.

Para enfrentar a insônia, outro mal que a ansiedade provoca, o psicólogo diz que é preciso desconectar das telas por um período antes de ir para a cama. “O corpo precisa desligar para ter uma boa noite de sono. Esse descanso é imprescindível para melhorar a nossa saúde mental e emocional”, afirma.

Outro fator importante na busca do bem-estar físico e mental é manter uma alimentação saudável. “Isso serve para evitar que o corpo comece a incorporar esse sofrimento seja pelo emagrecimento ou pela obesidade, fatores que atrapalham o equilíbrio e o bem-estar das pessoas na vida moderna”, finaliza.


Dicas para enfrentar a coronofobia

- Fale sobre seus medos e emoções

- Respire fundo quando o medo e a ansiedade forem fortes

- Pratique exercícios físicos e cuide da alimentação

- Defina metas curtas e fáceis de serem atingidas, isso motiva

- Busque novas formas de conforto na leitura, filmes, séries e músicas

- Converse com as pessoas que você ama

- Saia da frente da tela e contemple o horizonte

 


Alexandre Garrett - psicólogo especializado em Crises e Emergências


Ensino remoto: Dicas para ajudar seu filho nas aulas online

Rogéria Sprone, Diretora Pedagógica do Colégio Joseense, e o Psicanalista Júnior Silva dão conselhos para os pais auxiliarem crianças e adolescentes neste momento complicado

 

Definitivamente a pandemia da Covid-19 transformou radicalmente os hábitos de toda a humanidade. Algo que lá no começo, há pouco mais de um ano, pensávamos ser uma situação rápida e provisória mostrou-se muito mais séria e duradoura e os efeitos devastadores, também sobre o lado emocional e psicológico, vieram sob várias formas e atingindo todas as faixas etárias.

Se boa parte dos adultos precisaram aprender a trabalhar em casa, fazer reuniões via videoconferência, criar uma rotina e ter um espaço para as atividades profissionais, mesmo estando dentro do lar, crianças e adolescentes foram obrigadas a usar uma maturidade que, na maioria dos casos, ainda não têm, para aprender à distância, através de aulas online, longe da sala de aula e da saudável convivência com colegas e professores. “O principal desafio dos estudantes não é propriamente o aparato tecnológico disponível ou falta de tempo, mas sim a ausência do equilíbrio emocional, de um ambiente tranquilo em casa e a dificuldade de organização para o estudo à distância”, ressalta Rogéria Sprone, diretora pedagógica do Colégio Joseense, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

            Segundo a profissional de educação, muitos alunos sinalizam a falta que têm sentido dos professores, do ambiente escolar e dos amigos. “Eles falam que valorizam isso, agora, muito mais que antes da pandemia. Parece que precisavam estar limitados para valorizar todo o processo escolar e entender que sozinhos tudo fica mais difícil de conseguir”, analisa Rogéria. 

            Em situações normais, ou que deveriam ser, passamos muito tempo de nossas vidas na escola e, estar inserido em uma instituição de ensino, constitui uma experiência organizadora central na vida da maioria das crianças e adolescentes. “Além de obtermos informações e conhecimentos importantes, é na escola que aprendemos novas habilidades, participamos de atividades, sejam elas esportivas ou artísticas, e ainda fazemos muitas amizades”, lembra a diretora do colégio Joseense. E Rogéria ainda toca num ponto primordial da vida acadêmica que é a socialização do indivíduo. “Por se tratar de um ambiente coletivo, é onde jovens e crianças aprendem a conviver em sociedade e adquirir valores, além dos já inseridos pela família”, explica a diretora pedagógica. 

            E para os pais ou responsáveis de menores na fase escolar, Rogéria listou uma série de dicas simples para melhorar o estudo à distância e as aulas online. Confira:

- Use palavras de encorajamento e faça elogios sinceros;

- Forneça os recursos necessários para as aulas online

- Mantenha um local fixo para o estudante realizar as atividades escolares e separe um espaço próprio na casa para guardar os materiais;

- Deixe a casa silenciosa durante as aulas remotas. É importante que a criança consiga se concentrar ao máximo durante as atividades;

- Mantenha sempre a rotina de horários e as atividades do dia no ensino à distância

 

Outra abordagem importante

            Um ponto que não deve ser deixado de lado em toda essa situação que estamos vivendo é sobre os cuidados que precisamos ter com a parte emocional dos estudantes. Se para nós, adultos, já é algo pesado e difícil de encarar, imagina para uma criança ou adolescente, que ainda não tem um repertório formado para lidar com os altos e baixos?

            O Psicanalista e Coach Júnior Silva explica que muitos jovens estão desestabilizados com todo o quadro da pandemia e as mudanças sofridas na rotina. “O grande problema que vejo é que eles estão retendo esses sofrimentos e só descobrimos quando as coisas estão saindo de controle. No meu consultório houve aumento de quase 300% a procura de pais dizendo que seus filhos confessaram que estão vivendo uma tristeza profunda e que não veem mais sentido da vida”, alerta Júnior. 

            O profissional chama a atenção, ainda, para outra pandemia que está por vir e, também pode causar sérios danos às pessoas e, em especial nesse caso, aos jovens em fase escolar. “Está chegando a pandemia emocional e as pesquisas nos mostram o quanto a ansiedade e a depressão tem aumentado de forma descontrolada em nosso pais. Temos o costume, infelizmente, de procurar ajuda emocional somente quando o estado e grave. O ideal é buscar um atendimento especializado assim que surgem os primeiros sintomas, como em qualquer doença física”, explica o psicanalista. 

            E o que fazer para ajudar nossos jovens estudantes a equilibrarem o lado emocional diante de tantas transformações pelas quais eles têm passado no último ano? Júnior afirma que o essencial é que o adulto entre mais no mundo dos menores, para fornecer a eles segurança. “O caminho é entrar no mundo do seu filho e não ele no seu. Pense bem: você já teve a idade dele e ele viver o universo de um adulto é algo que exige uma experiência de vida que os jovens ainda não têm”, analisa Júnior, frisando que é essencial que os pais mostrem o quanto o mundo do jovem é importante para eles (os pais, mães, ou responsáveis pelo estudante). “Tudo que seu filho quer é abrigo no mundo deles por parte das pessoas que eles mais confiam, que é você. Alguém que entenda suas aflições, necessidades e sentimentos é tudo que os adolescentes ou as crianças desejam, principalmente diante das circunstâncias que temos vivido”, completa. 

Júnior ainda dá mais um conselho para os pais, principalmente aos que se sentem culpados ou sentem não lidar bem com esse momento de alterações na rotina escolar: não sinta culpa! “Pai, mãe (ou qualquer que seja o responsável pela criança), você também é vítima de tudo o que estamos vivendo, por isso se culpe menos e viva o hoje. A culpa nos leva a uma condenação de algo que somos vítimas também. Você não está sozinha(o) neste aprendizado, pois o erro faz parte da vida. Quem aprendeu a falar e a andar de primeira? NINGUÉM!

           Aprendemos mais com erros do que acertos, mas permanecer no erro é uma opção sua e isso que não podemos permitir. Confie na sua paternidade e maternidade e viva o amor que tudo dará certo. O amor salva e liberta”, pontua o Psicanalista, fazendo um carinho nos pais que também andam tão necessitados de compreensão. 


Júpiter retrógrado: como a movimentação do segundo sol afeta sua vida

Imagem de ParallelVision por Pixabay

Planeta que espalha otimismo, sorte e alegria entra em retrogradação neste domingo


Considerado o segundo sol, Júpiter é um dos planetas mais amados da astrologia, chamado de ‘benéfico’. Além de espalhar otimismo, sorte e alegria, também representa abundância, viagens e filosofia. A partir deste domingo, 20, o astro entra em movimento de retrogradação e traz uma pausa filosófica ou espiritual para o período, segundo a astróloga Sara Koimbra.

“Na astrologia, um retrocesso é sempre algo desafiador, uma pausa, um período de introspecção e reflexão nas áreas governadas pelo planeta em questão. No caso de Júpiter, que adora nos mover para frente e se expandir, essa pausa é filosófica ou espiritual”, afirma a astróloga.

O planeta retrocede no signo de Aquário e fica neste movimento até 14 de setembro deste ano, quando entra em Capricórnio. Segundo a especialista, neste período é possível ter que lidar com questões específicas envolvendo crescimento e desenvolvimento, felicidade e sucesso. “Geralmente, ele destaca quaisquer comportamentos destrutivos que possamos ter e que estejam fora de controle”, conta Koimbra.

Com a retrogradação em Aquário, as grandes mudanças são analisadas. Sara explica que “é o momento em que você questiona suas crenças, valores que a organização da sociedade nos impôs e não leva tudo ao pé da letra”. E ainda avisa: “Júpiter retrógrado não é favorável para especulação, investimentos ou jogos de azar, pois as chances de ganhar são menores durante este período”.

 


Sara Koimbra - atua há mais de 10 anos como astróloga, numeróloga e taróloga. Alia seus conhecimentos a terapias e orientação vocacional para adolescentes em busca da primeira profissão e adultos que querem se reinventar profissionalmente. Atua também com avaliação da política usando suas técnicas.

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O QUE SIGNIFICA SONHAR COM UMA PESSOA QUE JÁ MORREU? ESPIRITUALISTA EXPLICA!

Os sonhos possuem muitos significados, isso porque nosso inconsciente os utilizam para enviar mensagens e conselhos que muitas vezes não percebemos. Por isso é importante entender todos os simbolismos, é assim, que de acordo com a espiritualista da iQuilibrio, Juliana Viveiros conseguimos compreender nosso passado, presente e diminuir a ansiedade para o futuro.  

Sendo assim, sonhar com quem já morreu não é diferente. “No modo geral pode significar problemas e desavenças que você terá que enfrentar em um momento próximo” – alerta a espiritualista. Juliana também listou alguns outros tipos de sonhos relacionados a pessoas que já morreram, veja só:

 

Sonhar com quem já morreu
Esse sonho vem com o intuito de conselho, para deixar de lado toda amargura e tristeza que você sente por conta de diversas situações ruins.

 

Sonhar com pessoa que já morreu
Aproveite para prestar muita atenção nas atitudes e no que a pessoa fala, pode ser um meio que ela encontrou para se comunicar com você.

 

Sonha com a morte da pessoa que já morreu
Pare de viver sempre no passado! Não é assim que as coisas funcionam! Foque no que você tem controle: seu presente e faça o melhor que puder para garantir um futuro bom.

 

Sonhar com alguém que já morreu
Mostra que você guarda sentimentos de culpa, e isso faz com que você desenvolva ainda mais uma depressão, por isso a dica é sempre pensar no futuro e não voltar-se para o passado em buscas de falsas respostas.

 

Sonhar com alguém que já morreu te fazendo uma visita
Se for alguém que você conhece e que já tenha falecido, fique despreocupado, provavelmente ele pode estar te visitando com o intuito de transmitir uma mensagem. Se a pessoa que te visitou e te causou medo, muito cuidado com as mentiras e fofocas. Mas se for uma pessoa aleatória, indica boas amizades e um ciclo que se inicia de sinceridade e ajuda.

 

Sonhar com alguém que já morreu te dando um abraço
Apoio espiritual. É uma mensagem para que você saiba que não está sozinho, tem apoio espiritual e muitas forças para conseguir tudo àquilo que almeja e principalmente derrubar tudo aquilo que te enfraquece.

 

Sonhar com defunto
Algumas lembranças e acontecimentos não saem dos seus pensamentos, e isso está te prejudicando como pessoa. Fique alerta, não deixe para depois o que você sonha e quer conseguir no agora.

 

Sonhar com alguém que já morreu lhe pedindo algo
Incertezas e dúvidas. É o momento ideal para você pensar muito bem antes de agir ou tomar qualquer decisão, lembre-se de utilizar não só da emoção para pautar todas as coisas, mas também da racionalidade.

 

Sonhar com alguém que já morreu voltando à vida
Algo que foi perdido, retornará! Pode ser um sentimento que foi afogado devido ao tempo ou pelas mágoas, pessoas que um dia foram queridas, mas que deixaram de ser do seu convívio social, entre outras infinitas possibilidades. Fique Atento!

 

iQuilibrio

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À margem

 Opinião

Descartes nunca engoliu o ceticismo do seu conterrâneo Montaigne, que relativizava tudo e buscava sempre se colocar no lugar do seu interlocutor, mesmo que este fosse um gato. Aliás, quanto a isso, Descartes ficaria ainda mais brabo: para ele, os animais não passavam de autômatos e nunca seriam capazes de sonhar correndo atrás de lebres nem de brincar com seus donos, mas apenas repetirem movimentos de nervos e músculos. Montaigne, que morreu quatro anos antes de Descartes nascer, deixou uma obra deliciosamente irregular e variada, cheia de grandes momentos e uns tantos copidesques de Plutarco, mas que, durante anos, encantou e serviu de inspiração pra muita gente, até invocarem com a história do “gato pensador” e, no século XVII, lançarem sua obra no Index, onde permaneceu por cento e oitenta anos.

Descartes detestava na obra de Montaigne o elogio da incerteza. Montaigne dizia: “(…) não vejo o todo de coisa alguma; tampouco o veem os que nos prometem mostrá-lo." Para ele, a ignorância é o que nos define. “Que sei eu?”, perguntava-se e, a partir desse não saber, foi tateando a vida pela vida afora. Para Descartes, tudo isso era uma coisa perdulária, logo para ele que dedicou a vida para conhecer a verdade como clareza e evidência, para informar como usar a Razão e permitir a todos saírem da escuridão da ignorância. Só que, para isso, Descartes sabia que era preciso desconsiderar tudo o que fosse contingente, que não pudesse ser medido e calculado, que não pudesse ser reduzido a coisas claras e distintas e Montaigne amava justamente o contingente, pois senão por que escreveria um ensaio sobre a flatulência? Ou sobre as cócegas? Ou sobre os coxos? Ou sobre a beleza das prostitutas de Florença? Isso era inadmissível para o obcecado Descartes, o homem que ganhou a alcunha de “pai da Ciência Moderna” e que contribuiu, com sua busca insistente e seu método portátil, para um avanço do conhecimento do universo, do nosso mundo e do nosso corpo, como poucos pensadores o fizeram.

No entanto, ainda somos a contingência e o errático, ainda nos perguntamos: “quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo?” Sorte que a Ciência, que nos deu remédios e vacinas contra tantos males, não assumiu de toda a obsessão de Descartes e ainda hoje mantém o ceticismo operante de Montaigne, à prova de certezas absolutas, de evidências indestrutíveis até mesmo para um gênio maligno. E ainda hoje a Ciência vai tateando e se aprimorando na medida em que testa e experimenta, e desconfia, e sabe que sabe tão pouco e que as certezas são tão provisórias, sempre. Um pouco Descartes, um pouco Montaigne, a Ciência é. Que sorte a nossa. Então, o que explica a implicação de Descartes com Montaigne?

Como todos os extremos que muitas vezes assumimos para firmar uma posição que é menos nossa e é dita mais para minar o inimigo, Descartes lutou contra a falta de segurança do edifício do Conhecimento de sua época. Para isso, foi hiperbólico: a certeza exigia uma postura rígida e inegociável. Nesse contexto, os céticos brincalhões como Montaigne eram um perigo, pois fortaleciam o inimigo e precisavam ser combatidos com a mesma fúria. "Não há espaço para o meio termo, para os isentões", poderia ter dito Descartes sem prejuízo para sua biografia. E Montaigne poderia ter refutado, dizendo, como de fato disse: “(…) sou eu o próprio assunto do meu livro. Não há razão para você gastar seu tempo livre com assunto tão frívolo e fútil”. Ou seja: me erra.

Quase cinco séculos depois, deparamo-nos com esta questão: para impor a certeza na qual acreditam, muitos estão dispostos a queimar na mesma fogueira, sem distinção, os obscurantistas e os céticos. Cercam-se  da ira santa dos que têm razão contra os que a negam, mas  igualmente contra os que vivem à margem, e se importam mais com os gatos e com o ócio, com o dedo opositor ou com a reforma do calendário, como se estes fossem alienados e, por isso, amigos dos inimigos. Há razão nisso? Ou, como diria Montaigne: “ninguém está livre de dizer tolices; o imperdoável é dizê-las solenemente”.

 


Daniel Medeiros - doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.
danielmedeiros.articulista@gmail.com
@profdanielmedeiros


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