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terça-feira, 2 de março de 2021

Qual a personalidade do seu signo no amor?

Uma amante ardente, apaixonada, criteriosa, fiel ou livre? A astróloga Aline Schulz revela o perfil das mulheres nos relacionamentos por meio de cada signo do zodíaco


Mulheres, cada uma tem um jeito especial e único de ser, inclusive quando se trata de amor e relacionamentos. Que os signos do zodíaco dizem muito sobre cada uma, isso não é novidade. Mas o que eles podem apontar sobre nós mesmas e as pessoas que amamos?

Para promover o autoconhecimento feminino no amor, neste Dia Internacional da Mulher - 8 de março, a astróloga e especialista em desenvolvimento pessoal, Aline Schulz preparou um guia astrológico, a partir do seu recém-lançado livro O Tratado do Amor. Confira:


Áries – 21/03 a 20/04

A ariana é a amante ardente. É direta, objetiva e enjoa facilmente das coisas, exigindo que sempre haja tesão e desafios no relacionamento. Tem um lado explosivo, portanto, uma sugestão: deixe-a desabafar e, quando estiver calma, fale o que precisa. A chave para esse relacionamento é ter paciência e tolerância. A ariana também é bastante generosa e presta atenção no parceiro.

Dicas para um relacionamento poderoso: o parceiro ou parceira de uma ariana deve ser otimista, entusiasmado, profissionalmente ativo, corajoso e bem-humorado.


Touro – 21/04 a 20/05

A taurina é regida por Vênus, a deusa do Amor. Dificilmente consegue dizer não para quem ama. Tem muita paciência e valoriza os relacionamentos, por isso comumente se envolve em longas relações – às vezes abusivas. Gosta de estar junto e aproveitar a vida a dois. Vive intensamente a relação, mas quando se sente insegura, pode tornar-se possessiva.

Dicas para um relacionamento poderoso: é fundamental que o/a companheiro (a) seja estável, caseiro, vaidoso e extremamente carinhoso.


Gêmeos – 21/05 a 20/06

A geminiana é a amante eloquente, que gosta de informações e é comunicativa. Por isso, valoriza gestos simples, por exemplo, perguntar como foi o dia. A vantagem de se relacionar com uma geminiana é ter uma parceira para tudo na vida, mas é preciso saber que ela também sente necessidade voraz de independência, privacidade e liberdade.

Dicas para um relacionamento poderoso: é fundamental que não haja rotina. A companheira ou companheiro da geminiana deve ser inteligente, divertido, flexível, comunicativo e não invasivo.


Câncer – 21/6 a 22/07

Câncer é o signo-mãe do Zodíaco, que representa a família, um tema extremamente importante para ele. Não há nada que a canceriana aprecie mais do que trocar carinhos e cuidar da pessoa com quem está, para evoluir em conjunto. Depois de se envolver, a canceriana é seriamente fiel e compreensiva, porém, pode se tornar chantagista e manipuladora quando se sentir insegura.

Dicas para um relacionamento poderoso: é essencial que sua parceira ou parceiro seja suave, discreto e constante, oferecendo seu apoio e seu ombro quando o mundo desabar sobre ela.


Leão – 23/07 a 22/08

A leonina é a amante orgulhosa. Sexo e romance são ingredientes essenciais para uma vida feliz ao seu lado. Mas ela também busca amor eterno, fidelidade e lealdade, pois é verdadeira. Ela precisa admirar a pessoa ao seu lado, por isso, não lida bem com mentiras e não suporta ser ignorada. Fazê-la se sentir amada e admirada é a chave para estar em harmonia com este signo.

Dicas para um relacionamento poderoso: o parceiro ou parceira deve ser uma pessoa autossuficiente, vaidosa, ousada, sedutora, romântica e de boa aparência.


Virgem – 23/08 a 22/09

A amante criteriosa, extremamente detalhista e perfeccionista. Como é bastante mental, o desafio é equilibrar razão e coração, pois julga e cobra muito. É necessário lembrá-la de que ninguém é perfeito. Costuma ser viciada em trabalho, se esforça muito e pode sofrer com o estresse. Mas também é solícita: ama ajudar o próximo e está sempre pronta para isso.

Dicas para um relacionamento poderoso: a companheira ou companheiro da virginiana deve ser inteligente, honesto, leal, organizado, reservado e ligado ao mundo.


Libra – 23/09 a 22/10

A amante encantadora, que representa a sétima casa do Zodíaco, do casamento e dos relacionamentos. Quando acredita ter encontrado a alma gêmea, tende a se relacionar por bastante tempo. A libriana foi feita para o amor e por isso é uma parceira que adora curtir a vida a dois, cuidar, estar presente. Costuma colocar quem ama sempre em primeiro lugar, mas não gosta de ser pressionada a tomar decisões.

Dicas para um relacionamento poderoso: para uma libriana, a pessoa deve ser independente, autônoma, refinada, equilibrada, atraente e sociável.


Escorpião – 23/10 a 21/11

É a grande amante e ciumenta. Enxerga as coisas com clareza e tem consciência do próprio potencial. Para ela, a sexualidade é muito forte, por isso, quando o parceiro se afasta, fica desconfiada e torna-se possessiva e ciumenta. Não costuma demonstrar vulnerabilidade, portanto, mesmo quando está sensível ou chateada, se mantém superior e misteriosa.

Dicas para um relacionamento poderoso: busca alguém intenso e liberal. Gosta de pessoas com personalidade forte, francas, corajosas e “sem frescura”.


Sagitário – 22/11 a 21/12

A amante aventureira, de espírito livre. É uma guia filosófica e religiosa, então, quando se trata de amor, procura alguém inteligente para compartilhar ideais, objetivos de vida e viagens pelo mundo. É honesta e verdadeira, às vezes até demais, e precisa sentir que tem o próprio espaço e independência.

Dicas para um relacionamento poderoso: o par perfeito da sagitariana deve ser intelectual, desinibido, esportista, generoso, fogoso, apaixonado por aventuras e corajoso.


Capricórnio – 22/12 a 20/01

A amante consistente. Almeja um relacionamento longo, estável, baseado em fidelidade, parceria e contribuição. A vida a dois melhora com o tempo, conforme o casal vai se explorando e se descobrindo ao longo dos anos. É um signo encantador, embora tenha uma dificuldade de falar dos sentimentos e seja bastante sarcástico.

Dicas para um relacionamento poderoso: seu par deve ser leal, sólido, profissionalmente ambicioso, reservado, discreto e elegante. Odeia vulgaridade ou pessoas que gostem de se exibir demais.


Aquário – 21/01 a 18/02

A amante serena e o rebelde do Zodíaco. É independente e imprevisível, odeia regras e convenções sociais. Gosta de ler, é intelectual e mental, por isso muito leal. No relacionamento, procura um amigo e não um pai ou mãe que o controle. Precisa de liberdade e de um parceiro que aceite seu jeito imprevisível.

Dicas para um relacionamento poderoso: a aquariana busca uma pessoa liberal, moderna, independente, intelectual, criativa, dinâmica, pouco romântica e bastante ousada em seus pensamentos.


Peixes – 19/02 a 20/03

A amante romântica, que representa a espiritualidade, a conexão, a comunhão que transcende a matéria, o corpo físico, atingindo um nível bem mais elevado. Tem a empatia como uma de suas maiores características, sabendo se colocar no lugar do outro. Seu principal desafio é aprender a dizer não, dar limites e se impor.

Dicas para um relacionamento poderoso: a pessoa ao lado do pisciano deve ser sensível, doce, suave, romântica e criativa; precisa “embarcar na sua onda”.

 



Ficha técnica

Título: O Tratado do Amor
Autor: Aline Schulz
Editora: Luz da Serra Editora
ISBN: 978-65-88484-06-7      
Páginas: 312
Formato: 16x23cm
Preço: R$ 69,90
Links de venda:
Luz da Serra e Amazon

 

Pais presentes criam filhos autônomos e bem-sucedido

Pexels/August de Richelieu
 Papel dos pais na criação dos filhos é determinante para desempenho escolar e desenvolvimento de habilidades socioemocionais


É na convivência do dia a dia que os laços afetivos entre pais e filhos são criados e fortalecidos e essa conexão é fundamental para a criança crescer saudável e feliz. Um estudo realizado na Universidade de Michigan mostrou que crianças com pais participativos demonstram mais autocontrole e habilidade de cooperação. A pesquisa, que analisou dados de 730 famílias norte-americanas, aponta que a qualidade da relação entre pais e filhos tem muita influência no desenvolvimento da criança. Essa ligação duradoura e profunda só se conquista com a presença ativa na rotina.

De acordo com o comunicador, palestrante e autor do livro O papai é pop, Marcos Piangers, a dificuldade de grande parte das famílias atuais está em conciliar a correria e as atividades profissionais da vida moderna com a necessidade de estar mais presente junto aos filhos. Uma pesquisa realizada no site do próprio escritor, com mais de 2.500 famílias, mostra que, para 70% dos pais, a principal angústia é justamente não ter tempo suficiente para dedicar aos filhos. "Não se constrói uma família por caminhos fáceis. Muitas vezes, é também por meio dos erros que aprendemos e, se queremos falar em transformar a forma como as famílias estão criando os filhos, é preciso destacar a importância da figura paterna dentro da família", afirma Piangers.

Para ele, um pai presente que se enxerga como cuidador e age, de fato, no sentido de cuidar, pode mudar o rumo de uma família, fazendo o filho crescer com mais apoio e estrutura. Em tempos de home office, Piangers faz questão de destacar: "as crianças não são aquelas que interrompem o trabalho importante, elas são o trabalho mais importante que um pai ou mãe podem realizar". O escritor alerta ainda para a questão quantidade de tempo versus tempo de qualidade. Por conta da agenda corrida e da rotina atarefada, muitos pais declaram que dedicam menos tempo aos filhos, mas que esse tempo é de qualidade, sem celular, telas ou interrupções. Para Piangers, é importante conhecer bem os filhos, desenvolver com eles alguma intimidade e, para isso, não adianta só o tempo de qualidade. "Ter só uns minutinhos no dia ou na semana não vai fazer você conhecer bem o seu filho. Precisamos de uma quantidade de tempo razoável com eles e de forma realmente atenta enquanto estamos juntos. Com atenção mútua total, sincronia não verbal e sensação de bem-estar, e isso pode ser obtido quando brincamos com eles, conversamos ou fazemos uma refeição tranquila e sem pressa", explica.

O escritor lista ainda os efeitos que o desempenho dos pais na criação dos filhos pode promover. "Pais omissos produzem crianças, jovens e adultos carentes; pais permissivos, indivíduos que não respeitam regras nem o senso de coletividade; pais presentes criam filhos autônomos, bem-sucedidos, com autoestima elevada, bom desempenho escolar e uma visão otimista da vida", acrescenta. E isso será fundamental para o futuro da criança ou jovem. A sociedade e o mercado de trabalho valorizam cada vez mais as chamadas soft skills, habilidades comportamentais que podem diferenciar um profissional de outro. "Pesquisas da PricewaterhouseCoopers, do Fórum Econômico Mundial e outras tantas apontam que as habilidades mais valorizadas e demandadas atualmente são inteligência emocional, criatividade, resiliência e capacidade de autogestão. As escolas já enxergam isso e vêm trabalhando como nunca o desenvolvimento das habilidades socioemocionais junto aos alunos, mas esse trabalho só será bem feito se for complementado pela família, com uma criação atenta e sempre presente na vida dos filhos", reforça Piangers.

Para o diretor geral do Colégio Positivo, Celso Hartmann, as habilidades socioemocionais são a base do desenvolvimento de um indivíduo e sem elas todo o restante fica comprometido. "Um trabalho bem realizado para desenvolver a inteligência emocional, a resiliência, a autonomia, a empatia e a capacidade de trabalho em equipe só é possível quando há o envolvimento das duas instâncias: escola e família", conclui.

 

Cuidar da saúde mental de pais de recém-nascido é essencial na pandemia

 Pediatra dá dicas de como lidar com o bebê recém-nascido em tempos de isolamento social


A necessidade de isolamento social mudou a dinâmica das famílias em todo o mundo e também trouxe alterações expressivas em um momento singular da vida de qualquer pessoa: o nascimento do filho.

Antes da pandemia, a chegada do bebê era acompanhada e celebrada por amigos e familiares que lotavam a maternidade. Os pais, orgulhosos, recebiam visitas e presentes no ambiente hospitalar e, depois, em casa.

Com a necessidade de quarentena, tudo isso mudou e, segundo a médica pediatra Dra. Francielle Tosatti, da Sociedade Brasileira de Pediatria e especialista em emergências pediátricas pelo Instituto Israelita Albert Einstein, esse isolamento forçado é até protetivo para o bebê, uma vez que fica menos exposto a variados patógenos, como o vírus influenza e o bacilo da coqueluche.

"Temos que lembrar que o bebê acabou de nascer e ainda não tem a imunidade bem formada. Dessa forma, qualquer pessoa que for visitá-lo, mesmo que próxima da família, deve cumprir a etiqueta de visita do recém-nascido", diz a pediatra.

Essa etiqueta é composta por alguns comportamentos simples, como:

- Perguntar se os pais estão recebendo visitas e nunca chegar de surpresa;

- Ser breve;

- Ir direto de casa, sem pausas pelo caminho para reduzir as chances de contaminação nas roupas;

- Reforçar a higienização das mãos;

- Manter o distanciamento social e o uso de máscara;

- Evitar pegar o bebê;

- Jamais beijar o bebê, mesmo que nas mãos, pés ou cabeça;

- Adiar a visita se estiver doente.

Dra. Francielle lembra ainda que a saúde menal dos pais também demanda atenção especial nesta época. "Compartilhem seus sentimentos, sejam eles de angústia, alegria ou tristeza, com amigos, um com o outro, escrevendo etc. É preciso estar bem para passar bem-estar ao bebê", recomenda.

A rede de apoio também precisou de adaptações neste período, mas não precisa deixar de existir. A pediatra lembra que mesmo sem a presença física, os avós podem acolher, ensinar, acalmar e acompanhar o desenvolvimento do bebê à distância, por meio de chamadas de vídeo.

"Às vezes, precisamos ter um olhar positivo para o momento passageiro. Abuse da tecnologia para tornar sua rotina mais fácil, seja por ligações de vídeo ou pedidos por delivery. Cada família deve ter consciência e viabilizar a sua ‘bolha’, assumindo cuidados um pelo outro e minimizando os encontros pessoais ao máximo", conclui a médica.

 


Dra. Francielle Tosatti - - Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande - RS. - Residência Médica em Pediatria pela Universidade Federal do Rio Grande - RS.- Título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria.  Especialista em Emergências Pediátricas pelo Instituto Israelita Albert Einstein.  Médica Emergencista da equipe do pronto-socorro e enfermaria do Hospital Infantil Sabará.


A saga da introdução alimentar: o que fazer quando seu filho não come?

 A dor da mãe e Dra. Carla Deliberato tornou-se motivação para se tornar uma das principais referências no país no tratamento da recusa e seletividade alimentar.


Para muitos pais é desesperador esgotar os recursos para convencer a criança a se alimentar. Além do estresse, a preocupação dos efeitos maléficos da falta de nutrientes para o desenvolvimento da criança é extrema.

Como muitas outras mães a fonoaudióloga Carla Deliberato (CRFa 2-1319), se viu diante desse desafio em sua segunda gestação. O processo de introdução alimentar da filha, que somava a alergia alimentar e refluxo, foi realmente difícil, chegando ao ponto de a criança não aceitar nenhum tipo de alimento.  O que a desesperou!

Mesmo sendo uma dificuldade tão recorrente, muitos pais ainda não sabem que existe formas de tratamento extremamente eficientes. Carla, é formada pela PUC- SP em fonoaudiologia e atuou em clínicas e hospital na capital paulista, e mesmo estando entre profissionais renomados não encontrava solução para o problema da filha, mesmo com pediatras. Foi então que, pesquisando na internet conheceu um tratamento oferecido por uma fonoaudióloga referência no país em recusa e seletividade alimentar. Ainda no início do tratamento da filha, Carla se impressionou com os resultados e descobriu sua paixão e vocação. “A busca por ajuda precoce possibilita descobrir prematuramente a causa da dificuldade alimentar e permite o estabelecimento do tratamento correto, garantindo a saúde emocional da criança e seus familiares” - conta.

A partir daí iniciou seus estudos sobre recusa e seletividade, aperfeiçoando-se dentro e fora do Brasil, com referências mundiais no assunto como Kay A. Toomey, PhD, e Erin S. Ross, PhD, no Instituto Fleni, em Buenos Aires no curso “Assessment and Treatment Using the SOS Approach to Feeding”,  e Suzanne Evans Morris, PhD, no Neurofuncional Chile, em Santiago com o curso “Feeding The Whole Child- A Mealtime Approach”.

Desde 2019 Carla lidera uma clínica especializada em São Paulo – a Care Materno Infantil conta, além da fonoaudiologia com uma equipe de nutricionista, psicologia, neurologista, gastroenterologia, endocrinologista, psiquiatra e pediatria dedicados a atender crianças de 06 meses à 12 anos. “Normalmente, quando chegam até mim, as famílias já estão um tanto quanto desesperadas, em busca de uma solução efetiva para o “não comer” da criança” – comenta Carla.

Após o diagnóstico, onde a fonoaudióloga entende quais as dificuldades e problemas da criança, é iniciado um protocolo de atendimento que inclui técnicas e estratégias lúdicas que conduzem a criança para a o alimento sem que ela tenha a percepção ruim de antes. As estratégias planejadas incluem atividades recreativas, balanços, brinquedos, entre outras atividades que levam até uma cozinha planejada para eles.

Todos os detalhes foram pensados minuciosamente. Desde a torneira até os eletrodomésticos são um atrativo e interagem de forma divertida com as crianças. No local, Carla explora formas diferentes de introduzir os alimentos, inclusive os que a criança possui aversão criando junto com eles receitas deliciosas como sorvetes, bolinhos entre outras delicias que garantem resultados incríveis na jornada da introdução alimentar.

A cozinha da dra. Carla é um show à parte com diversos recursos que atraem a atenção e despertam a curiosidade da criança, dando a ela autonomia para conhecer o alimento e ressignificá-lo em sua vida de forma respeitosa e confortável.

 


Dra. Carla Deliberato (CRFa 2-1319 )

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Novo isolamento social decretado pode aumentar ansiedade em crianças, adolescentes e adultos

Foto de Ketut Subiyanto no Pexels
Atendimento psicológico online minimiza estresse e alivia ansiedade


Na última sexta-feira o Paraná e outros estados decretaram medidas mais enérgicas no enfrentamento aos novos casos da COVID-19. Entre as medidas estão fechamento de atividades não essenciais e das escolas, públicas e privadas.

Segundo a OMS, o Brasil já era o país mais ansioso do mundo mesmo antes do coronavírus, com mais de 18 milhões de brasileiros convivendo com o transtorno. Já passamos por um ano de incertezas, e os casos de ansiedade aumentaram significativamente. Já uma pesquisa realizada pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) mostrou que os casos de depressão aumentaram em 50% durante a quarentena por conta da Covid-19, e a ansiedade e o estresse, em 80%. A pesquisa também mostrou que as pessoas que fizeram acompanhamento psicológico pela internet apresentaram índices menores de estresse e ansiedade.

Apesar da ansiedade ser uma resposta natural do nosso corpo, algo fisiológico essencial para a nossa sobrevivência, em alguns momentos pode se tornar nociva. “Aprender a lidar com a ansiedade é importante, caso contrário, o impacto na saúde física e mental, poderá ser muito forte”, salienta a psicóloga Luciana Deutscher.

Com o estresse e a correria do dia a dia , a ansiedade virou rotina e as pessoas passaram a viver no "piloto automático " , nesse cenário de pandemia isso se intensificou gerando problemas psicológicos em grande parte da população e isso não se restringe aos adultos muitos adolescentes e até algumas crianças passaram a apresentar quadros de insônia, irritabilidade, pensamentos repetitivos , desânimo e hiperatividade que são indícios do alto nível de angústia do momento que estamos passando e de ansiedade pelo que virá.

Segundo Luciana, ninguém imaginava que um ano depois estaríamos ainda imersos nesse cenário, afinal depositamos todas as nossas esperanças no fim da pandemia, na diminuição do contágio e na vinda das vacinas e no retorno da vida ao "normal ".  Porém, a maioria dessas questões não estão sob nosso controle, “precisamos agora mais do que nunca focar no que podemos controlar , no como lidar com a continuidade indefinida desse cenário de modo a convivermos com essa realidade da melhor forma possível no sentindo de preservarmos nossa saúde mental”, alerta.

Algumas dicas simples, mas que ajudam a diminuir a ansiedade podem ser seguidas por todas as idades, como planejar a semana, estabelecer horários para as atividades em especial das crianças e adultos, criar uma nova rotina que se adapte a essa nova realidade, ter momentos no dia pra não fazer nada, pra relaxar, ter um dia na semana pra sentar em família e planejar tudo que querem fazer quando a pandemia acabar, sem estabelecer datas pra isso, apenas planejar o futuro.

“E caso perceba que não consegue dar conta sozinho, que está se sentindo sobrecarregado emocionalmente procure ajuda especializada, e isso também com relação às crianças e adolescentes. No caso das crianças o primeiro passo e buscar  ajuda com o pediatra que o acompanha quando aparecerem sinais como dificuldade pra dormir , falta de apetite, irritabilidade, choro sem motivo , comportamentos que não são comuns pra aquela criança”, pontua Luciana.

O mesmo vale pros adolescentes e a sugestão da psicóloga é a importância do diálogo com eles. “Conversem com os jovens, perguntem se precisam de ajuda, como estão se sentindo com tudo isso e conte como você se sente também, dê o exemplo para que ele se sinta acolhido e lhe conte o que está passando”, alerta Luciana.

“Tenho pacientes adolescentes que precisavam apenas contar com o apoio de alguém que apenas parasse para escutar sem julgar o que estava sendo dito e outros que a carga emocional do isolamento por conta da Pandemia foi tão grande por ter se acumulado as mudanças hormonais próprias da idade que precisaram mesmo de acompanhamento psicológico especializado e em alguns casos até acompanhado por médicos, para uso de medicamentos pra abaixar a ansiedade durante esse período”, esclarece.

Para o atendimento, Luciana Deutscher trabalha com a Psicoterapia Breve, um modelo de atendimento específico focal muito utilizado em momentos de crise ocasionados por um evento adverso, gerando sofrimento psicológico e que precisa de acompanhamento profissional para ser enfrentado, amenizado e tratado. “Podemos citar as crises de ansiedade e insônias geradas pela pandemia, por mudança de emprego, quadros depressivos e alto grau de estresse”, explica Luciana.

Outro modelo seria o de Orientação Psicológica que consiste em um processo com a orientação de pais, mães, crianças e adolescentes para que planejem e estabeleçam estratégias para lidar com as mudanças ocorridas no último ano, identificando a necessidade de buscando apoio emocional. “Esse modelo tem sido muito utilizado para orientação de pais e mães que querem auxílio para enfrentar as questões da Pandemia de modo estabelecer estratégias de enfrentamento das dificuldades encontradas na busca do equilíbrio emocional familiar”, finaliza Luciana.


COMO OS REALITY SHOWS INFLUENCIAM NA FORMAÇÃO DO NOSSO SENSO CRÍTICO

Nos últimos anos os programas de reality shows dominam quase que todos os canais de televisão, diante de tamanho é o sucesso, passaram a ser produzidos e exibidos também pela internet em diversas plataformas de streamings no mundo inteiro.


Basicamente o sucesso da audiência desse tipo de formato se dá pela curiosidade do espectador em acompanhar a forma com que os seus “personagens” irão interagir com espontaneidade as circunstâncias e possibilidades propostas nas atividades desenvolvidas pelo programa.

Mas quando se trata de “reality show”, as opiniões se dividem sobre o assunto e muitas pessoas questionam a importância desse tipo entretenimento. Ainda há quem cultiva certo preconceito quanto ao conteúdo exibido, devido às exposições algumas vezes sem cortes de determinadas atitudes de seus participantes. O fato de o programa não determinar um roteiro predefinido nas ações do elenco, escancara a verdade que muitos não querem enxergar e se torna um campo fértil para exibir uma realidade nua e crua favorecida pelo mecanismo da edição.

Muitas vezes atitudes julgadas inapropriadas, temas e debates polêmicos aos olhos da sociedade, compõe o enredo dessa trama real de uma forma espontânea, cuidadosamente explorada pelas lentes das emissoras de televisão. Revela-se assim, uma realidade por vezes desagradável que em determinados momentos é considerada degradante para a imagem do ser humano, mas que é exibida tudo em nome da diversão e do entretenimento.

 

Ao mesmo tempo, a outra face da moeda alimenta o sonho daqueles que gostariam de vivenciar a experiência de expor a sua vida na telinha, mas que uma vez impossibilitados, se aventuram através da imaginação acompanhando os episódios como atentos observadores participativos. Com o poder de interferir no rumo e destino da vida dos participantes através do poder dado por mecanismos de escolha e votação, gentilmente cedidos pelos criadores do formato de programa. O que nos atrai nesse tipo de programa? A existência desse tipo de programação é alimentada pelo anseio que muitas pessoas ainda possuem de conquistar os holofotes da vida pública. 

Isso explica também outro fenômeno mundial: as redes sociais, elas possuem uma relação muito estreita com a metodologia de funcionamento da televisão. Uma pessoa para estrelar o seu próprio programa, basta possuir um smartphone, assim, pode se dirigir a um público potencialmente infinito e apresentando seu próprio reality show. Como essa programação televisiva influência no comportamento social? Do ponto de vista psicossocial, os meios de comunicação de massa influenciam diretamente no comportamento quotidiano e nas atitudes, especialmente no que se diz respeito ao meio televisivo. A forma como a mensagem televisiva se apresenta é visualmente muito atrativa e pode determinar a escolha também do senso crítico de um indivíduo. Somos bombardeados 24 horas por dia com informações externas, algumas consumidas por vontade própria e outras não, por isso, é inevitável que tais informações sejam devidamente selecionadas, processadas e armazenadas, mesmo de forma consciente. Essas informações trazidas de modo visuais ou auditivas são transformadas em representações simbólicas. Assim, a mente de cada indivíduo, para se relacionar melhor com a realidade, constrói categorias formadas por elementos que possuem as mesmas características fundamentais, criando modelos ditos exemplares, se trata de um mecanismo saudável e funcional para a vida quotidiana. 


A armadilha criada pela opinião equivocada e criação de estereótipos:

Quando um indivíduo se destaca e expõe sua imagem, é normal que ele esteja mais vulnerável aos olhares e opiniões dos outros tanto pelo lado positivo, quanto pelo lado negativo, ainda mais se tratando de um veículo de comunicação de grande alcance. Por isso, devemos tomar muito cuidado ao analisar e tomar como verdade a personalidade dos “ditos personagens televisivos”, pois eles estão sendo apresentados em situações atípicas e quando utilizamos esse tipo de mecanismo a seres humanos, associando um indivíduo a um determinado grupo, uma vez que compartilha certas características com esses membros, estamos criando os chamados estereótipos. Os estereótipos são rígidos e impermeáveis a padrões de mudança, formados por crenças e opiniões socialmente compartilhadas atribuídas a um grupo social; esses esquemas acabam influenciando os relacionamentos e os comportamentos tanto daqueles que os aplicam quanto daqueles por eles afetados. Sendo representações impenetráveis à mudança, muitas vezes levam a interpretações que não são apenas incorretas, mas difíceis de refutar, mesmo em face de evidências ou contato direto. É normal que durante o período pandêmico as pessoas se envolvam cada vez mais com programas televisivo. Por isso, independente de gostar ou não de um determinado tipo de entretenimento, ou em qualquer outra situação da vida, é importante ver além das aparências e exercitar o pensamento crítico.

 

Aprenda a trabalhar seu emocional para evitar julgamentos

O filósofo e terapeuta motivacional israelense Gad Adler explica sobre a necessidade de olhar para dentro de si antes de criticar os outros e se questionar: Será que minha vida está satisfatória? Quais as mudanças devem ser feitas para me sentir realizado? Por que será que eu busco viver através da vida dos outros?

Ele destaca um antigo ensinamento judaico que ensina que quando uma pessoa critica ou expõe os defeitos dos outros, ela fala muito mais a respeito dela mesmo do que do outro, por isso devemos estar atentos e nos policiar quando externamos opiniões e julgamentos desnecessários. E para finalizar, é necessário estimular a capacidade de discernir, enxergar fora da caixa, longe das emoções, evitando a “cultura do cancelamento” e prejulgamentos dos fatos que ocultam a verdadeira realidade dos fatos.



 



Israel, Gad Adler - Nascido em Jaffa, filósofo, terapeuta motivacional e palestrante.Formado em Filosofia e História das Religiões pela Universidade de Tel Aviv, escreveu o livro “Você não pode tudo!Mas pode e merece ser feliz.“; é criador do método Melhor Maneira de aperfeiçoamento emocional, espiritual e da consciência para uma vida melhor, além de  administrar o site:www.melhormaneira.com.br com conteúdo motivacional e que leva o mesmo nome da técnica.
Insta: @melhor.maneira
Youtube:
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www.melhormaneira.com.br

 

Felicidade: é escapismo buscá-la em um mundo como o nosso?

 Especialista em Psicologia Positiva lista 5 maneiras de trazer mais felicidade para sua vida

 

O que é felicidade? Segundo o dicionário, a felicidade é definida como sensação real de satisfação plena; estado de contentamento. Uma condição da pessoa feliz, satisfeita, alegre e contente.

Estamos sempre em busca dessa palavrinha mágica. Por conta disso, diversas vezes escolhemos o caminho mais rápido, com pequenos momentos de alegria e excitação, como compras, viagens, dentre outros mimos.

E isso não é errado, o que acontece é que muitas vezes os prazeres momentâneos podem mascarar uma melancolia profunda. Essa busca excessiva para alcançar a felicidade, também pode ter o efeito reverso.  Um exemplo é o caso de pessoas em que a insatisfação constante impulsiona comportamentos compulsivos e obsessivos, trazendo danos psicológicos e, até mesmo, físicos.  

“Neste começo do mês, lembramos que em 20 de março celebramos mundialmente a felicidade e vale lembrar que não há uma uma receita universal para ela. O que é certo é que sua busca precisa ser por meio do autoconhecimento e de pequenas ações diárias”, explica Flora Victoria, mestre em Psicologia Positiva Aplicada, pela Universidade da Pensilvânia.


Felicidade ou Escapismo?

A Psicologia Positiva explica que a felicidade não é a ausência de problema e, sim, um estado de espírito que independe de situação e lugar.

Para Flora, a felicidade implica em perceber o problema, analisar a situação e lidar com ele de forma equilibrada. “Não significa que precisamos ser sempre apáticos às frustrações e, sim, analisar quais ações podemos ter que nos permitam solucionar a questão”, explica.

No estudo da Psicologia Positiva, a busca da felicidade está relacionada a entender os aspectos positivos do ser humano e trabalhar neles para tornar a vida mais gratificante e promover a saúde e bem estar.

Embora a felicidade seja um sentimento subjetivo e, por conta disso, tão difícil de ser definida, é possível identificar alguns meios de conquistá-la, segundo a Psicologia Positiva. A especialista explica a seguir alguns deles.


Emoção positiva: a forma como lidamos com as nossas emoções é fundamental para uma maior sensação de felicidade. Para isso, precisamos direcionar o modo como nos sentimos sobre o passado, o futuro e como vivenciamos o presente. Trocar as emoções ruins por positivas é uma boa. Por exemplo, em vez de sentir rancor por algo que aconteceu no passado, procurar encontrar o aprendizado.


Engajamento: Você produz mais quando usa seus pontos fortes ou os pontos fracos? Sempre nos saímos melhor quando usamos nossas forças pessoais, e nos sentimos valorizados e satisfeitos, o que, em consequência, nos dá mais felicidade. Trabalhar e focar em atividades que permitam aplicar e exercer os pontos fortes é a chave.


Relações positivas: há evidências de que, grosso modo, somos a média das cinco pessoas que convivem conosco. Isso quer dizer que o contato social mais próximo influencia diretamente o bem estar diário. Importante, portanto, atentar para este convívio e refletir se ele reflete os próprios valores.


Resiliência: a resiliência é a capacidade de se recuperar e superar adversidades. Mas como é possível em acontecimentos ruins? Exercitá-la- todos os dias é um bom começo, mesmo que nem sempre o objetivo seja alcançado. O importante aqui é persistir na mudança de paradigma.


Otimismo: ao contrário do que muitos pensam, o otimismo é uma característica não é um traço inerente e pode ser aprendido. Ser otimista não é ver o mundo com um filtro colorido e sim extrair das adversidades aprendizados que possam ser levados para a vida como ensinamento.

 

Saúde mental na pandemia: técnicas de respiração da Yoga para acalmar a ansiedade

Prestes a completar um ano no Brasil, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) deixa marcas em todas as pessoas. No início, pela angústia do desconhecido e, agora, pela ansiedade para que tudo fique sob controle e chegue ao fim. Mas ainda com forte estresse causado pelo isolamento social prolongado e incertezas em relação ao futuro. Além disso, a tristeza por perder amigos e parentes queridos, ou até mesmo o sentimento de empatia por ver tantas pessoas sendo atingidas pelo vírus.

Quando os estímulos de estresse e ansiedade são contínuos, como vivemos ao longo dos últimos 11 meses, provocam uma hiperativação do organismo, fazendo com que o sistema imunológico fique frágil. E todo o trauma coletivo que estamos vivendo deixa marcas emocionais quase que irreparáveis, mas ao mesmo tempo nos faz refletir sobre nos colocar no lugar do outro, sonharmos com um futuro mais feliz, justo e com equilíbrio.

Para almejar esse futuro mais feliz, é importante sabermos lidar com a ansiedade. Segundo Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que entre um terço e metade da população mundial exposta à pandemia pode vir a sofrer algum problema psicopatológico caso não seja feita nenhuma intervenção de cuidado profissional.

Mas é possível ao menor sinal de ansiedade ou angústia, aplicar algumas técnicas de meditação para que o corpo não sofra tanto impacto por essas emoções. Se permitir desconectar do que está fazendo por alguns minutos e dar uma pausa, tomar um copo de água com calma ou um chá quentinho, pode ajudar a relaxar.

Respirar da forma correta também ajuda e aliada a técnica de yoga, pode fortalecer ainda mais a proteção ao nosso corpo. Selecionei três dicas focadas na respiração que são grandes aliadas para ajudar a aliviar o estresse e ansiedade e ainda fortalecer do sistema imunológico:


1 - Aprenda a respirar

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil 11,5 milhões de pessoas sofrem com depressão e até 2030 essa será a doença mais comum no país. De acordo com um estudo realizado em 2019, cerca de 20 mil brasileiros pediram afastamento médico no ano por doenças mentais relacionadas ao trabalho. Diante do panorama atual, a tendência é que essas questões se intensifiquem.

A primeira dica para não cair na estatística é aprender a respirar corretamente. Quando você trouxer o ar para dentro (inspirar), deixe a barriga crescer, o peito abrir e, assim, a clavícula subir um pouquinho. Note a breve pausa que ocorre, e comece a soltar o ar (expirar). A clavícula baixa, o peito contrai e puxe a barriga para dentro. Feche os olhos, foque no ponto entre as sobrancelhas e inspire. Outra ideia seria você abrir os braços, e quando você trouxer o ar para dentro devagar, suba os braços até as palmas das mãos tocarem lá em cima. Pause e solte o ar devagar, baixando os braços lentamente.


2 - Descubra uma nova respiração

A ciência de Yoga reconhece os 2 canais/rios energéticos (canais de prana, a energia vital) muito importantes são: ida e pingala. De uma forma bem simplista o Ida - que termina na narina esquerda - corresponde a energia lunar, uma energia que te acalma e te tranquiliza. Já o Pingala - que termina na narina direita - corresponde a energia solar, uma energia que te desperta e traz vitalidade. Ou seja, se você respirar exclusivamente pela narina esquerda, você irá acalmar seu corpo e tranquilizar a sua mente. Respire pela narina esquerda por alguns minutos, como na dica acima, lentamente, tapando a narina direita com o polegar direito e deixe a mão esquerda descansando. Sinta o ar passando pelos três pontos: barriga, peito e clavícula. Deixe o ar fluir exclusivamente pelo canal Ida e sinta o efeito, três minutos é o suficiente.


3 - Aprenda a observar sua respiração

A minha última dica é algo que eu faço até hoje utilizando a yoga para acalmar ansiedade! Ponha um alarme no telefone 3 vezes ao dia. Quando o alarme tocar, note como está a sua respiração. Veja se está rasa, se está afobada. Tome consciência da sua respiração e faça uma respiração lenta e profunda por 1 minuto, se possível. Aos poucos, você vai criar o hábito de observar a sua respiração e ficar consciente quando ela está rasa ou afobada.

Para finalizar, destaco a importância de reconhecer nossos limites. Eu já tive vários momentos que precisei parar tudo e encontrar o meu eu, me equilibrar energeticamente. É importante encontrar o equilíbrio entre o que nutre o seu coração e o que o mundo ao seu redor pede. Então, busque válvulas de escape, pratique Yoga, ouça sua música preferida, faça uma caminhada e se reconecte com você.

 


Daniela Mattos - (@danielamattos_yoga) oferece aulas de Kundalini Yoga e Meditação em português e inglês para adultos e crianças. Possui certificação de yoga infantil pelo Radiant Child Yoga com a Shakti Khalsa, Reiki 1 e 2 com o Mestre Brian Brunius, Cursos de Astrologia com a Rebecca Gordon em NYC. Também possui Bachelor of Science em Biotecnologia pelo Rochester Institute of Technology.


Em 2021 precisamos reconstruir nossas relações de confiança

Grande parte das pessoas começou 2021 com a dura meta de reconstruir os negócios da família, a economia de seu bairro, cidade e país ou até mesmo retomar sua vida pessoal.


Afinal, muitos de nós terminamos 2020 de uma maneira devastadoramente improvisada, sem termos a chance de concretizar o que havíamos planejado ou tendo que nos adaptar para sobreviver ao duro golpe que o isolamento social nos deu.

E talvez por conta de desejarmos compensar o tempo ou a sensação de perda que tivemos durante a pandemia, já seguimos em ritmo acelerado neste ano que mal começou.

O MAPFRE prevê retomada da economia mundial de 4,5% este ano e em 2022. Entre as principais motivações para a rápida retomada do comércio mundial que, segundo alguns especialistas, deve ser mais rápida que a crise de 2008, está a maior disponibilidade de crédito, injeções trilionárias nas economias e rápida recuperação da China.

Mas, antes de darmos o próximo passo, precisamos falar sobre como vamos reconstruir a confiança em todos os aspectos da nossa vida: dos nossos relacionamentos às nossas empresas.

Como vamos reerguer a ponte que foi destruída? Como vamos reencontrar o propósito que nos levava até as realizações que nos mantinha motivados?

Afinal, este processo de reconstrução da nossa própria confiança será a base que nos sustentará no futuro próximo. Sem confiança não seremos capazes de conquistar novos clientes, formar novas equipes ou até mesmo de cunhar uma versão melhor de nós mesmos.

Segundo Frances Frei, professora de tecnologia e gestão de operações na Harvard Business School, para conquistarmos de volta tudo que perdemos é preciso prestar atenção a três componentes básicos da confiança: a empatia, a lógica e a autenticidade. Se uma das três falhar ou estiver instável, sua confiança estará ameaçada.

Vamos começar pela empatia que costuma ser uma das mais mal interpretadas e oscilantes. Em tempos nos quais o celular é um poderoso e eficiente imã de atenção, as pessoas tendem a acreditar que somos naturalmente distraídos e ocupados. Por isso é natural cairmos no ciclo vicioso da falta de empatia: nunca temos tempo para ouvir o outro e o outro nunca consegue acreditar que nós temos empatia por ele.

Mas precisamos quebrar esse círculo, olhando para as pessoas que estão à nossa frente e emergindo profundamente em suas perspectivas. Só assim estaremos dando a nossa atenção de forma sincera e ganhando a chance de obter a confiança delas de forma integral. Se o que te separa de ouvir o outro é o seu celular, desligue-o. Ou se for a sua ansiedade, procure ajuda profissional para tratá-la e assim por diante. Dar o primeiro passo para ouvir é difícil, mas muito importante se você quiser seguir esta joranda.

A lógica é o segundo componente da confiança. Mas não basta que algo faça sentido pra você, é preciso saber comunicá-la de forma eficiente. Se você não está seguro(a) sobre a sua própria capacidade de comunicar a lógica de um pensamento, desejo ou projeto, experimente ser objetivo no início e oferecer argumentos que apoiem sua ideia depois.

Faça esse exercício consigo mesmo: expresse sua ideia principal primeiro, ao invés de levantar os argumentos que a justificam. Veja se a lógica que você escolheu faz sentido, formule a melhor maneira de comunicá-la e depois disso vá em frente, sem medo. Há uma grande chance de você conseguir atingir a atenção da pessoa que te escuta de forma mais eficiente e sem rodeios. Assim você inverte o triângulo comunicacional, trazendo para o topo o que realmente importa para a sua conversa.

Já o último componente é a autenticidade. Nós, seres humanos, somos mestres em farejar se alguém está sendo autêntico ou não. Será que você consegue enxergar quando você está sendo você mesmo?

Pois é, esse autoconhecimento ou autoconsciência é muito importante para conquistar a confiança em si mesmo e das pessoas ao seu redor. Mesmo que o nosso "eu" seja uma versão vulnerável ou menos forte do que imaginamos. E esse é o nosso maior desafio.

Como vivemos em uma sociedade na qual em muitos contextos precisamos silenciar quem somos e ao fazer isso, acabamos criando alguém que julgamos ser aquele que nos trará "sucesso".

O problema é que, ao fazer isso, é provável que percamos a confiança em nós mesmos e que os outros identifiquem a fraude e consequentemente não confiem em nós para realizar tarefas importantes.

Aí vira uma bola de neve: menos tarefas importantes significam menos oportunidades e menos crescimento. Não é à toa que o conselho da professora Frances é: preste menos atenção ao que você acha que querem ouvir de você e mais ao que ao que você faz de incrível.

Para os líderes, o seu papel neste momento de reencontro da confiança, é justamente, criar condições nos quais as pessoas ao nosso redor possam ser quem elas realmente são.

Desenvolva ambientes acolhedores, livres de preconceitos e cobranças que possam se tornar apenas obstáculos à criatividade das pessoas. Aplauda os merecedores sempre que superarem expectativas.

E aqui não falo de dar "tapinha nas costas", mas de oferecer reconhecimento verdadeiro (seja criativo na forma como demonstrá-lo!) que seja capaz de marcar, de forma positiva, um grande feito.

Isso é bem difícil de ser feito. Afinal, é muito mais fácil fazer as pessoas se encaixarem no seu próprio padrão, de parabenizar palavras que você mesmo iria dizer. Seguir o curso normalizador de como as coisas são feitas sempre será mais confortável e parecerá mais seguro.

Mas a autenticidade tem pouco a ver com modelos em comum e mais com o diferente. Aceitar as diferenças é a chave que precisamos para evoluir e crescer de verdade, porque nos dá novas perspectivas, novas visões de mundo que jamais alcançaríamos com as nossas próprias lentes.

O líder que for capaz de reconhecer a capacidade e o mérito de alguém, mesmo que a lógica dele seja totalmente diferente da sua, com toda a certeza vai alcançar um nível muito maior do que jamais imaginou.




Virginia Planet - sócia e co-fundadora da House of Feelings - primeira escola de sentimentos do mundo - www.houseoffeelings.com


Linhas 4-Amarela e 5-Lilás de metrô se unem à Sociedade Brasileira de Endocrinologia no combate à obesidade

Exposição nas estações Oscar Freire e Largo Treze alerta sobre os riscos do excesso de peso para o organismo


A obesidade é uma doença crônica que merece atenção de vários especialistas. Para conscientizar a população sobre o impacto que o excesso de peso traz para a saúde, a ViaQuatro e a ViaMobilidade, concessionárias responsáveis pela operação e manutenção das linhas 4-Amarela e 5-Lilás de metrô, respectivamente, promovem com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM -SP) uma exposição informativa sobre o tema.

A mostra ficará à disposição do público durante o mês de março nas estações Oscar Freire (Linha 4-Amarela) e Largo Treze (Linha 5-Lilás). O conteúdo também será disponibilizado pelo Facebook da ViaQuatro (https://www.facebook.com/ViaQuatroSP) e da ViaMobilidade ((https://www.facebook.com/ViaMobilidadeSP) durante o mês de março.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo vive uma epidemia de obesidade, com mais de um bilhão de adultos acima do peso considerado adequado. Para chamar atenção para o problema, a OMS instituiu o dia 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade.

"São muitas as comorbidades associadas à obesidade, entre elas o diabetes, a hipertensão, os problemas cardiovasculares e a artrose, por isso a importância de prevenir e tratar a doença", diz o endocrinologista Adriano Namo Cury, presidente da SBEM-SP e um dos responsáveis pela ação. No Brasil, segundo a SBEM, cerca de 20% das pessoas têm obesidade, em todas as faixas etárias.

"Com a proposta de fazer das linhas 4-Amarela e 5-Lilás de metrô mais do que um lugar de circulação de passageiros, as concessionárias têm investido em ações de promoção da saúde e do bem-estar, divulgando informações de qualidade, com apoio de especialistas", afirma Juliana Alcides, gerente de Comunicação e Sustentabilidade da ViaQuatro e da ViaMobilidade.  

 

Pandemia: Aumentam casos de lesões por conta do excesso e falta de orientação em atividades físicas

O isolamento social e outras medidas com a finalidade de conter a pandemia fizeram com que o sedentarismo predominasse. Além do aumento do sobrepeso pela falta de movimentação e alimentação errada, os médicos têm notado também o crescimento de queixas de lesões musculares, de leves a graves - tanto naquelas pessoas que praticam exercícios com a ajuda de plataformas digitais, como naquelas que decidiram correr na rua para recuperar os quilos extras ganhos em casa.

"Tenho visto casos de homens e mulheres, jovens e idosos que chegam com problemas que vão desde lesões musculares mais simples até mesmo fraturas em razão do novo hábito", afirma o Dr Marcelo Valadares, Médico neurocirurgião da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e do Hospital Albert Einstein.


Exercícios malfeitos sobrecarregam todas as estruturas do nosso corpo, como ossos, articulações que são conexões entre os ossos, ligamentos que unem os músculos ao nosso esqueleto e ainda os próprios músculos que nos permitem manter a postura e realizar movimentos. Formada por todas essas estruturas, a coluna, o eixo de sustentação do nosso corpo, é uma das que mais sofre em praticamente qualquer exercício. O resultado disso tudo é dor. E a dor é frequentemente causada por estiramentos musculares, lesões ligamentares e inflamações nas articulações que, se repetidas podem se transformar em problemas crônicos.



 

Dia Mundial da Audição - Especialista ensina como identificar e prevenir problemas auditivos

 Leda Donadel, fonoaudióloga da Audium Brasil, fala sobre fatores comuns que podem causar perda auditiva, explica quando buscar ajuda e deixa dicas para prevenção


Escutar os sons nem sempre significa ouvir corretamente. Sintomas como cansaço, fadiga, dores de cabeça, tensão muscular podem estar relacionados a algum grau de perda auditiva, informa a fonoaudióloga da Audium Brasil e especialista em Audiologia Clínica, Leda Donadel. Para celebrar o Dia Mundial da Audição, comemorado neste 3 de março, a especialista conscientiza sobre as causas mais comuns relacionadas a problemas auditivos, explica como identificar e ensina a prevenir os déficits de audição.

“O ouvido médio contém três pequenos ossos que recebem as vibrações do tímpano, envia-as para a orelha interna que, por meio do nervo auditivo, leva a informação sonora para o cérebro. É um sistema bastante sensível. Qualquer alteração nesses ossos ou mesmo nos pequenos vasos dessa área, causada por fatores externos ou de saúde, pode afetar a saúde auditiva e danificar permanentemente o órgão”, explica Leda.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 466 milhões de pessoas, entre elas 34 milhões de crianças, sofrem de problema relacionados à audição. Até 2050, este total pode atingir 900 milhões. Crianças prematuras, grupos com exposição a ruídos intensos ou ruídos provenientes de atividades de lazer, pessoas com casos na família e idosos estão entre os grupos de maior risco para problemas auditivos.

Entretanto, diversas doenças, mesmo não relacionadas ao sistema auditivo, bem como o uso de alguns tipos de medicamentos também podem levar à perda da audição. “Meningite, rubéola, doenças cardiovasculares, hipertensão e osteoporose são exemplos de doenças comuns e que, em maior ou menor grau, podem lesar as vias auditivas. O uso de medicamentos como alguns antibióticos, quimioterápicos, diuréticos e anti-inflamatórios estão entre os remédios mais tóxicos para os ouvidos e a audição. Por isso, ao menor sinal de deficiência auditiva, é importante consultar um otorrinolaringologista para evitar que o problema se agrave”, alerta Leda Donadel.


Quando buscar ajuda

Como saber quando procurar ajuda profissional? É possível identificar os sinais, em crianças e adultos, lembra a fonoaudióloga. “Em crianças, o atraso no desenvolvimento da linguagem oral, na aquisição da fala, desatenção constante, pedidos frequentes para repetir o que foi dito, hábito de ouvir televisão em volume muito alto são sinais importantes que podem indicar deficiência auditiva. Nos adultos, muitas vezes os familiares identificam o problema antes do próprio paciente, quando percebem que ele pede para repetir com frequência o que foi dito, coloca o volume da TV de uma forma que incomoda os demais e um sinal muito comum é o próprio paciente relatar que ouve a fala mas não entende. A inteligibilidade afetada é um sinal importante de déficit auditivo”, explica Leda.

Para identificar o problema, é possível ainda realizar testes caseiros. Com as crianças, a emissão de sons de forma lúdica, em diferentes intensidades, sem que exista a possibilidade do campo visual para ajudar na resposta e enquanto ela estiver distraída é uma forma de observar se reage ao estímulo. “Bebês podem responder a um estímulo parando de sugar a chupeta, ou quando a criança já é um pouco maior, irá procurar com o movimento ocular a presença do estímulo sonoro”, lembra a fonoaudióloga. “No caso dos adultos, pode-se ir regulando o volume da TV para ver em qual intensidade ele se sente confortável em ouvir”, complementa.

Quando são identificados casos de desgaste do sistema auditivo ou deficiência diagnosticada pelo médico, pode ser indicado o uso do aparelho auditivo. “O Aparelho de Amplificação Sonora Individual (ASSI) é um dispositivo eletrônico com a função de converter as ondas sonoras em sinais elétricos e os manda diretamente a um amplificador, que eleva a potência dos sinais e os envia para o ouvido através de um receptor. Ele é recomendado somente após o diagnóstico médico e a validação com um fonoaudiólogo, que vai acompanhar o paciente no processo de reabilitação”, explica Leda.

Não existe idade mínima para o uso. “Quanto menor a idade de adaptação do aparelho, melhor será o desenvolvimento auditivo, por isto a importância do diagnóstico precoce. Para as crianças, preconiza-se a protetização antes dos 6 meses de idade, para evitar atrasos no desenvolvimento. Para os adultos, tão logo se identifique qualquer sinal de deficiência auditiva. A espera por tempo excessivo pode agravar o dano do sistema auditivo e o uso do aparelho pode não conseguir oferecer o melhor resultado. Vale informar, ainda, que nem toda a perda auditiva irá se beneficiar com o aparelho, por isso é importante a consulta com um otorrinolaringologista”, pontua.


Dicas para prevenção

Confira as principais dicas da especialista da Audium Brasil para manter a saúde auditiva:

- Monitore os sons em casa (televisão e aparelhos sonoros); não deixe o ouvido se costumar ao som alto. Se usar aparelhos sonoros nas ruas, como fones de ouvido, tente manter o volume médio, com o qual possa conversar mesmo ouvindo música. O limite aceitável é de 85 db por 45 minutos.

- Evite ficar próximo a caixas de som em festas, em shows de música ou trios elétricos.

- Só escuta som alto no carro? Cuidado! O alto volume em ambientes fechados não se propaga e, acima de 85 decibéis, ainda é pior. Cuidado também com a música alta nas academias. O barulho pode chegar a 110 decibéis. Proteger a audição também é cuidar do corpo.

- Sempre que possível, descanse sua audição em um lugar silencioso.

- Atenção às doenças do ouvido, como as otites; qualquer sensação incômoda, procure logo um otorrinolaringologista.

- Cuidado com medicamentos que podem causar danos à audição, como anti-inflamatórios e até aspirina que, se tomada em excesso, pode levar à perda auditiva.

- Atenção motoqueiros! Motocicletas, principalmente as de média e altas cilindradas, emitem ruídos em torno ou acima de 95 decibéis. Não trafegue por muito tempo seguido.

- Se estiver exposto a sons intensos no trabalho, não esqueça de utilizar equipamentos de proteção individual (protetores auriculares).

- Limpe corretamente seus ouvidos. As hastes flexíveis devem ser usadas somente na parte externa da orelha. Nada de cutucar.

- Assoe o nariz, de forma suave, duas vezes por dia. A medida evita a entrada de secreções que podem causar perda auditiva, dor, pressão nos ouvidos e zumbido.

- Se possui algum familiar próximo que tenha perda auditiva, procure um especialista com antecedência. Em muitos casos a perda de audição é um fator genético.

- Faça o teste da orelhinha no bebê logo após o nascimento, mas avalie também a audição do seu filho, novamente, na época da alfabetização.

 


Audium

Mais informações pelo 0800 011 1000 ou www.audiumbrasil.com.br


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