Com neurociência aplicada e avaliações gamificadas, o Pandapé Genoma mapeia comportamento, cognição e fit cultural para revelar o potencial de cada candidato muito além do que qualquer currículo é capaz de mostrar
A experiência profissional listada no currículo explica apenas 16%
da performance real de um candidato. O dado, extraído de pesquisa clássica de
Schmidt e Hunter, expõe uma lacuna que o mercado de recrutamento carrega há
décadas: as empresas avaliam o passado e apostam no futuro sem as ferramentas
certas para fazer essa travessia. É exatamente aí que o Pandapé Genoma entra em
cena, não para substituir a análise humana, mas para ampliar o que ela consegue
enxergar.
A solução combina neurociência e gamificação para mapear
características cognitivas, comportamentais e atitudinais que não aparecem em
nenhuma linha do histórico profissional. O candidato passa por avaliações
interativas e mobile-first, desenhadas para mapear como ele pensa, como toma
decisões e como reage a diferentes cenários, não o que ele declara sobre si
mesmo. O resultado é um retrato preditivo do potencial, baseado em evidências e
estruturado por um algoritmo que cruza esses dados com o perfil de desempenho
exigido pela função.
"O currículo conta uma história sobre o passado. O Pandapé
Genoma abre uma janela para o futuro. Quando cruzamos dados comportamentais,
cognitivos e de fit cultural em uma só leitura, entregamos ao recrutador algo
que ele nunca teve antes: a capacidade de ver o candidato além do que ele
declara", diz Thomas Costa, Diretor de Growth da Redarbor Brasil,
detentora do Pandapé.
A plataforma oferece mais de 90 Genomas — modelos preditivos de
avaliações — organizados por cargo, nível hierárquico, clonagem de perfil e
modelos experts sob medida. A modalidade de clonagem, por exemplo, identifica
os padrões dos profissionais de maior desempenho dentro de uma empresa e os
utiliza como referência para avaliar novos candidatos. Não se trata de buscar
cópias, mas de entender quais variáveis sustentam a alta performance em cada
contexto e torná-las parte do critério de decisão.
Apesar da relevância do dado comportamental, apenas 23% das
empresas brasileiras realizam mapeamento estruturado dessa dimensão nos
processos seletivos, segundo levantamento do próprio Pandapé. Mais de 70% dos
candidatos não são completamente precisos no que apresentam nos currículos,
conforme a Forbes, e esse número sobe para 80% nas entrevistas. O Pandapé
Genoma responde a esse cenário não como filtro, mas como revelador: ao observar
como o candidato se comporta em situações simuladas, a plataforma entrega dados
que a entrevista tradicional raramente consegue capturar.
"Quando combinamos múltiplas dimensões de avaliação, o índice
de assertividade na escolha de um candidato pode chegar a 91%, segundo a SIOP
US. Isso não é intuição aprimorada, é ciência aplicada à decisão de
contratação", afirma Costa.
A experiência gamificada também transforma o lado do candidato. O
processo é mais fluido, interativo e transparente do que os modelos
tradicionais de triagem, com feedback ao final das avaliações. Para o
recrutador, o resultado é um processo escalável e estruturado, com redução de
vieses subjetivos e decisões ancoradas em dados. A combinação entre
neurociência e gamificação permite observar comportamentos autênticos em tempo
real, algo que o formulário padrão ou a entrevista por competências
dificilmente alcança na mesma profundidade.

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