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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Saiba os direitos do ex-funcionário quanto ao plano de saúde empresarial



Conforme a Lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, é possível o colaborador manter-se no plano de saúde empresarial após aposentar-se, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que tenha contribuído com o pagamento e se responsabilize pelo pagamento integral.

O aposentado com mais de dez anos de vínculo com o plano de saúde poderá permanecer neste por tempo indeterminado, e com menos de dez anos poderá permanecer no plano por um ano para cada ano em que ficou vinculado ao plano de saúde da empresa.


Condições:


- Ter sido beneficiário de plano coletivo decorrente de vínculo empregatício


- Ter contribuído com, pelo menos, parte do pagamento do seu plano de saúde


- Assumir o pagamento integral do benefício


- Não ser admitido em novo emprego que possibilite o acesso a plano privado de assistência à saúde


- Formalizar a opção de manutenção do plano no prazo máximo de 30 dias, contados a partir da comunicação do empregador sobre o direito de manutenção do gozo do benefício


Para manutenção do benefício, basta o aposentado preencher um formulário fornecido pela empresa ou pelo plano de saúde, competindo ao empregador o encaminhamento para o plano de saúde contratado.

O ex-funcionário tem o direito de manter um ou todos os familiares já vinculados ao plano de saúde antes do desligamento da empresa, assumindo o pagamento correspondente.

Seus dependentes já vinculados poderão usufruir desse plano, mesmo em caso de falecimento do titular antes do desligamento da empresa. Também pode incluir novos dependentes: novo cônjuge ou outros filhos. E exercer seu direito a portabilidade de carências para um plano de saúde individual ou familiar ou coletivo por adesão.

Caso não seja feito o procedimento de forma administrativa, amigável e haja discordância de qualquer umas das partes, tornando-se a situação litigiosa, poderá o aposentado buscar o judiciário, competindo à Justiça do Trabalho o julgamento, visto que a discussão acerca do direito de manutenção no plano de saúde possuirá relação direta com o contrato de trabalho extinto.


Plano empresarial x individual: o que vale mais a pena?

Para os contratos empresariais, o reajuste é definido unilateralmente pela operadora sem a regulação da ANS, em decorrência disso, pode ocorrer que a mensalidade a princípio mais barata, ao longo do tempo fique mais cara, até que ultrapasse o valor dos planos de saúde individuais.

Outro ponto é que, no plano de saúde empresarial, desde que a comunicação seja feita com 60 dias de antecedência, qualquer das partes pode rescindir o contrato após 1 ano de vigência, ao passo que no plano individual ou familiar isso não acontece.

No individual, a rescisão de contrato só pode ser feita pela operadora se houver ausência de pagamento por 60 dias ou mais, consecutivos ou não, dentro de um período de um ano, o que garante não haver surpresas para os aderentes.

Deste modo, é preciso estar ciente dos riscos corridos para evitar surpresas desagradáveis com o passar do tempo ou em um momento de maior necessidade.

Lembrando que o Projeto de Lei nº 436/2016 efetuará mudanças significativas na Lei 9.656/1998, caso seja aprovado, substituindo o termo “aposentado” por “consumidor de produtos” e possibilitando a permanência de dependentes. O Projeto também elimina a exigência de contribuição mínima de dez anos pelo trabalhador e permite ao beneficiário manter-se no plano, nas mesmas condições gozadas na vigência do contrato de trabalho, independentemente de ter ou não contribuído para o plano.






Regina Nakamura Murta - Sócia Responsável pela Área Trabalhista do escritório Bueno, Mesquita e Advogados

Projeto Lontra resgata animais na Grande Florianópolis



São diversos os casos de filhotes de lontras neotropicais que se perdem de seu habitat e acabam na residência de algum morador da região ou presos na rede ou covo de um pescador


Uma das importantes ações do Projeto Lontra – iniciativa do Instituto Ekko Brasil (IEB) - é o resgate de filhotes de lontras neotropicais (Lontra longicaudis) nos arredores da Ilha de Florianópolis, em Santa Catarina. São diversos os casos de animais que se perdem de seu habitat e acabam na residência de algum morador da região ou presos na rede ou covo de um pescador.

Um dos casos mais recentes ocorreu no dia 21 de dezembro de 2018, quando uma moradora da Tapera, bairro localizado na região sul de Florianópolis, avistou um animal selvagem em seu terreno. Primeiramente, ela achou que fosse um furão, percebendo rapidamente se tratar de uma lontra. Contatou então o Projeto Lontra que enviou uma equipe para resgatar o animal, que constatou ser um filhote de três ou quatro meses de idade.

Há casos mais antigos registrados pelo Projeto Lontra. Em dezembro de 2008, por exemplo, a equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), localizou na Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APABF) - região de Santa Catarina que inclui áreas terrestres ao longo da costa, com cerca de 22% do território total de nove municípios – uma lontra que foi entregue ao Projeto. Tratava-se de uma fêmea de apenas 30 dias. A filhote, primeira fêmea do plantel, foi adotada, recebendo o nome de Yara.

Em 2010, um filhote de lontra macho, com 20 dias de vida, foi encontrado pela Polícia Ambiental de Santa Catarina, vindo da cidade de São Bonifácio, distante 70 quilômetros da capital. Ele foi entregue aos cuidados do Projeto Lontra, que após diagnóstico, destinou o animal para a amamentação. O filhote foi chamado de Boni.

Em 23 de novembro de 2012, o Projeto Lontra notificou o resgate de um filhote de lontra fêmea na Ilha de Porto Belo, em Santa Catarina. Posteriormente, o animal recebeu o nome de Bela. A filhote foi pega por um pescador, por meio de uma rede tipo tarrafa, que a deixou separada da mãe dentro de um balde plástico. Tal prática, proibida, foi notificada pelo gestor da Ilha, que chamou o Projeto Lontra para resgate do animal. Bela foi encaminhada ao refúgio para cuidados médicos.

O caso mais emocionante é o de um filhote com poucos dias de vida encontrado mamando na mãe morta em 2004. Este foi entregue à Polícia ambiental que depois acionou o Projeto Lontra. Este filhote foi batizado com o nome Tupi e foi o responsável pelo início do Criadouro chamado Refúgio Animal, e hoje abriga vários órfãos de lontras. Tupi faleceu a poucos anos, mas representa um marco importante para o Projeto e para toda a equipe do Instituto que tinham muito carinho por ele.


Procedimentos de regaste

O oceanógrafo e gerente de Pesquisa e Projeto do Instituto Ekko Brasil (IEB), Dr. Oldemar Carvalho Junior, explica que a maioria dos animais encontrados na Grande Florianópolis são resgatados pelo próprio Projeto Lontra. Nos casos em que os filhotes precisam ser pegos em lugares mais distantes, há o auxílio da Polícia Ambiental, que entrega as lontras em diversos locais, tais como zoológicos, Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas) e bases da Polícia Ambiental.

Após o resgate, o veterinário do refúgio animal do Projeto Lontra faz uma avaliação clínica do filhote. “Se não for constatado problema de saúde, a lontra é reintroduzida de forma imediata ao ambiente. Caso contrário, o animal precisa ficar algum tempo em recuperação, que pode variar de uma semana a quatro meses. O tratamento é realizado no ambulatório do refúgio animal, que está equipado inclusive para pequenas cirurgias”, esclarece o gerente de Pesquisa e Projeto do IEB.


Presa fácil

A área em que uma lontra vive no Brasil pode chegar a 4.800 Km². Nesse sentido, elas precisam se locomover com frequência e acabam passando por muitos perigos, como cachorros, áreas urbanas, carros e poluição. Contudo, os filhotes de lontra são os que mais sofrem por isso. “Quando a mãe não retorna, o filhote órfão acaba saindo da toca, desorientado e com fome. Alguns são achados e entregues ao Projeto. A maioria se torna presa fácil”, afirma Dr. Oldemar.

De acordo com o gerente de Pesquisa e Projeto do IEB, um filhote de lontra macho abatido por uma pancada de remo na cabeça, ou morto a tiro porque entrou para comer peixes em um tanque de piscicultura, representa uma perda irreparável. Isto porque as subpopulações de lontras são muito pequenas, de cinco a 11 indivíduos, e não são permanentes ou fixas. Além disso, trata-se de um animal que dá poucos filhotes por ninhada, que não ocorre todo ano. O tempo de vida de uma lontra também não é muito longo (de 8 a 12 anos).


Furão órfão

Raras vezes algum outro tipo de animal é entregue aos cuidados do Projeto Lontra. Mas acontece. Recentemente um filhote de furão fêmea (Galactis cuja) foi encontrado ao lado da mãe morta, em um loteamento habitacional na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, que dista 553 quilômetros da capital Florianópolis. O animal foi entregue aos cuidados da Polícia Ambiental Estadual, que o encaminhou para uma veterinária particular de Chapecó, Dra. Isadora Massa, que presta atendimento voluntário a animais silvestre.
Como o filhote apresentava olhos e ouvido fechados, Dra. Isadora acredita que ele contava com uma semana de vida na ocasião. Dra. Isadora afirma que, costumeiramente, trata os animais e os devolve à natureza. No caso do filhote de lontra, que veio muito pequeno, isso não foi possível. Por isso entrou em contato com o Projeto Lontra.


Projeto Lontra

Pesquisa, mobilização social e empreendedorismo social, esse é o tripé que sustenta o Projeto Lontra, idealizado pelo Instituto Ekko Brasil (IEB) há 30 anos, que tem como objetivo a recuperação e conservação da lontra neotropical (Lontra longicaudis) e da ariranha (Pteronura brasiliensis).

Em 2010, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, o Instituto iniciou um conjunto de atividades e pesquisas que foram realizadas no decorrer de 24 meses. A segunda edição do Projeto, de 2012 a 2014, além de incluir ações no bioma Mata Atlântica e área costeira de Santa Catarina, também estendeu as atividades para o bioma Pantanal do Mato Grosso do Sul, quando inclui os estudos com as ariranhas selvagens. A presente edição traz como novidade a atuação para a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APABF), onde o IEB já participa ativamente como instituição membro do Conselho Consultivo.


Instituto Ekko Brasil (IEB)

Criado em 2004, em Santa Catarina, o Instituto Ekko Brasil (IEB) é uma organização não governamental cujo objetivo é coordenar e apoiar projetos que tenham como foco a conservação da biodiversidade e o turismo de conservação. O IEB atua através da pesquisa e da mobilização social, como forma de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades, deixando um legado positivo às gerações futuras.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Planeta Inseto destrói mitos e ensina verdade sobre o temido mosquito da dengue. Confira!


Nesta época do ano a preocupação com a dengue aumenta, assim como os casos da doença. Para educar a população sobre como combater o mosquito aedes aegypti, que transmite também zika e chikungunya, a exposição Planeta Inseto, do Museu do Instituto Biológico, em São Paulo, tem uma parte toda dedicada aos mitos e verdades sobre a transmissão da dengue. 

Abaixo você aprende o que é mito e o que é verdade sobre um dos maiores vilões do Verão brasileiro: 


Verdade: 

- O risco de manifestar as formas graves da doença aumenta após a primeira infecção, mas uma parte tem a ver com a resposta imune de cada pessoa.
- Água sanitária em ralos é eficiente, desde que seja usada em quantidade adequada, de duas a três vezes por semana. 

- Os ovos do mosquito podem ficar meses no seco e eclodir quando entrarem em contato com água. Eles podem ficar até 18 meses “em espera”, por isso é comum passar o Inverno com menos ou sem casos de dengue, com aumento de registros na época das chuvas. 

- Usar meias claras e grossas protege contra picadas do mosquito. Ele tem preferência por superfícies escuras para pousar e é atraído pelo calor, por isso teria preferência por tecidos escuros. 

- O mosquito só pica em um raio de até 100 metros de onde nasceu. Se ele encontra as condições necessárias no local onde nasceu, não vai para outros locais. Porém, pode eventualmente entrar em veículos e elevadores, por exemplo, para se movimentar. 

- Na cidade, bromélias são criadouros do mosquito da dengue. Isso não acontece com bromélias que estão nas matas.
- A exposição crônica do mosquito a inseticidas seleciona mosquitos mais resistentes a venenos a cada ano. 

 
Mito: 

- O mosquito só procria em água limpa. 

- O mosquito vive apenas 24 horas. 

- Crianças e jovens são mais suscetíveis à doença. 

- Borra de café afasta o mosquito. 



 
Exposição Planeta Inseto: 

Museu do Instituto Biológico: Avenida Dr. Dante Pazzanese, 64 – Vila Mariana, São Paulo/SP (próximo à estação Ana Rosa do metrô)
De terça a domingo, das 9h às 16h

Grátis
(11) 2613-9500 / 2613-9400
planetainseto@biologico.sp.gov.br

Primeira corrida de rua do ano acontece no aniversário da cidade


 Troféu Cidade de São Paulo está em sua 22ª edição e abre as comemorações do aniversário da capital que está sempre correndo. 


Haverá desconto aos que adquirirem o kit até esta semana


O XXII Troféu Cidade de São Paulo 10km Carrefour, corrida de rua que abre as comemorações do aniversário de 465 anos da cidade acontece em 25 de janeiro, em frente ao Obelisco do Parque do Ibirapuera, a partir das 7h30. Ele conta com a participação de 10.000 pessoas (número máximo estipulado pela Organização para o bom rendimento técnico dos participantes), além de autoridades e convidados, e é dividido em quatro modalidades: Corrida Geral 10km, Corrida e Caminhada 6,1km e Corrida Especial 10km (Cadeirantes, Deficientes Visuais, Membros Inferior e Superior, Auditivo e Intelectual)  e voltado para ambos os sexos.

As inscrições estão com valor especial de R$ 80,00 até 17 de janeiro e podem ser feitas pelo site: http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/ Além da camiseta para todos os participantes e Cronometragem por chip para a Corrida 6,1Km, Especial e Geral 10 Km, há, ainda, uma medalha alusiva a todos que concluírem a prova.

O XXII Troféu Cidade de São Paulo 10km Carrefour tem Patrocínio Master do Carrefour; Patrocínio da Caixa Econômica Federal; Co-patrocínio da Sabesp; Apoio da Real Food, Purilev, Hospital Edmundo Vasconcelos, Montevergine, Integral Médica e Instituto Amo Correr - Amo Brasil; Apoio de mídia da Rede Bandeirantes de Televisão e Rádio Transamérica e Apoio Oficial da Prefeitura de São Paulo e Federação Paulista de Atletismo.

Mais informações pelos telefones (11) 5531-0200 e pelos sites http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/ e www.amocorreramobrasil.com.br




Serviço:

Data: 25/01/2019 (Sexta- Feira - Feriado);
Horário: 7h30
Local: Pq. Ibirapuera- Obelisco do Ibirapuera
Limitada até no máximo 10.000 participantes
Medalha alusiva ao Evento a todos que concluírem a Prova no Kit Pós Prova
Camiseta poliamida para todos os participantes na retirada do Kit Participação
Cronometragem por chip para a Corrida 6,1 Km, Especial e Geral 10 Km

“JOGOS DE VERÃO MIX 2019” OFERECE CAMPEONATOS ESPORTIVOS, LAZER E SHOWS GRATUITOS EM SP


 Os Jogos de Verão da Mix são realizados no Parque Villa-Lobos, em SP, e reúnem esporte, lazer e shows


A Rádio Mix FM realiza nova edição dos Jogos de Verão em São Paulo, que transforma o Parque Villa-Lobos em uma grande arena esportiva cultural. Quem visitar o parque durante os próximos domingos de janeiro poderá participar de campeonatos esportivos, relaxar e até mesmo curtir shows com cantores convidados pela rádio.

As modalidades esportivas oferecidas no evento são: Vôlei de Praia, Futebol de Caixote e Basquete 3x3. Para participar, os interessados devem se inscrever (gratuitamente) no site do evento. São aceitas inscrições individuais e de equipes, caso os interessados já tenham grupos formados.

Sobre as atrações musicais, neste domingo quem se apresenta é o rapper Rashid, e na próxima semana, 27, o encerramento dos Jogos de Verão Mix ficará por conta do Vitor Kley. Todas as apresentações são gratuitas e serão realizadas às 16 horas.



SERVIÇO

JOGOS DE VERÃO MIX 2018
Data: dias 13, 20 e 27 de janeiro
Horário: a partir das 8h e show de encerramento às 16h
Endereço: Parque Villa Lobos – Avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2001, Alto de Pinheiros, São Paulo - SP
EVENTO GRATUITO

Cantareira Norte Shopping realiza feira para adoção de pets no dia 19 de janeiro



Que tal começar o ano aumentando a família? No dia 19 de janeiro, o Cantareira Norte Shopping promove a tradicional feira para adoção de pets com cães e gatos à espera de um novo lar. O evento acontece das 10h às 13h no estacionamento do shopping, próximo à saída da loja Renner, e é realizado em parceria com a ONG OXY Proteção Animal.

Todos os animais levados para adoção já são vacinados, castrados e vermifugados. Para assumir a guarda deles é necessário preencher uma ficha cadastral da ONG, apresentar RG e contribuir com a taxa de R$ 50 para que a instituição continue dando abrigo aos animais desamparados nas ruas.

"Temos um importante papel social na região e a causa pet está inserida nesse contexto com projetos periódicos. A feira para adoção de cães e gatos já é tradição no shopping, é esperada pelo visitante e indicada pelas pessoas que já adotaram um animalzinho", comenta Elizabete Henriques, gerente de marketing do Cantareira Norte Shopping. Ela estima que mais de 120 pets tenham conquistado novos lares a partir dos eventos no shopping.

Além disso, a feira no Cantareira Norte Shopping também tem o objetivo de arrecadar alimentos para pets e itens que possam ajudar a ONG OXY Proteção Animal no cuidado com os animais que abriga.


Feira de adoção de cães e gatos

Data: sábado, dia 19 de janeiro de 2019
Horário: das 10h às 13h
Local: estacionamento do shopping
Site: www.cantareiranorteshopping.com.br
Telefone: 11 3090-8100
Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, 11.001, Jardim Pirituba
Horários de funcionamento do shopping
Lojas e Praça de Alimentação:
-segunda-feira a sábado das 10h às 22h
-domingos e feriados: lojas das 14h às 20h e alimentação das 11h às 22h
Tem acesso a portadores de necessidades especiais
Estacionamento do Cantareira Norte Shopping: gratuito de segunda a sexta-feira, das 10h às 14h, exceto feriados
Até 4 horas - R$8,00
Cada hora adicional - R$2,00
Aceita Sem Parar e Conect Car




Campanha orienta população sobre a "doença do gato"


 Reconhecer os sintomas é fundamental para procurar um profissional e iniciar o tratamento


Considerada a micose subcutânea de maior ocorrência da América Latina, a esporotricose atinge, principalmente, indivíduos que residem em países de clima tropical e subtropical como o Brasil. Desde o final de década de 90 tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Preocupada com a sua proliferação, a Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou uma campanha para esclarecimento e conscientização da população sobre prevenção e diagnóstico.

- No Rio Grande do Sul, a região litorânea apresenta um número significativo de casos e, em menor escala, também são encontrados registros na região central e oeste do estado – comenta a secretária científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS, Vanessa Santos Cunha.

A esporotricose é conhecida popularmente como a “doença do gato” e trata-se de uma micose causada por um fungo que está presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeira. Além de atingir os seres humanos, também afeta animais silvestres e domésticos.

- Enquanto os cachorros adquirem uma forma de baixa virulência, semelhante à dos humanos, os gatos geralmente adquirem uma forma grave e disseminada da doença - explica a coordenadora do Departamento de Micologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Regina Casz Shechtman.

Nos seres humanos, a doença pode ser percebida através dos sintomas como nódulos dolorosos, similares à picada de inseto; lesões com cores vermelha, rosa ou roxa e surgimento de nódulos no dedo, na mão ou no braço. Em animais, também são comuns o surgimento de nódulos, úlceras, lesões mucosas e sinais respiratórios.

A doença tem cura, porém, ela é mais grave em pessoas com imunidade baixa. Desta forma, há necessidade de iniciar o tratamento o mais cedo possível, visto que ele pode chegar a um ano, dependendo da gravidade do caso.

As entidades reforçam a necessidade de procurar um médico dermatologista para realizar o diagnóstico e o tratamento mais indicado para cada paciente. Mais informações podem ser obtidas nos sites e nas páginas das redes sociais das entidades.



Francine Malessa

Problemas de saúde comuns para pessoas acima de 50 anos


Veja quais problemas podem ser evitados
O envelhecimento é inevitável.


O corpo humano se deteriora lentamente e várias funções são gradualmente prejudicadas. Muitas pessoas experimentam um declínio abrupto na saúde e são diagnosticadas com uma ou mais condições médicas graves. A maioria das pessoas experimenta doenças relacionadas à idade que podem não ser muito sérias, mas têm efeitos limitantes na vida diária. Existem muitos problemas de saúde comuns para pessoas com mais de cinquenta anos. Algumas dessas doenças não são evitáveis, pois são causadas ou facilitadas por genes, células e funções corporais falidas. Muitas doenças são evitáveis com cuidados proativos, mudanças no estilo de vida e na dieta, medicina preventiva e tratamentos oportunos, mesmo se o remédio for uma cirurgia invasiva.


Problemas de saúde comuns para pessoas acima de 50 anos

De acordo com várias estimativas, nove em cada dez pessoas com 50 anos ou mais terão pelo menos uma doença crônica. Uma condição de saúde crônica é uma doença progressiva. Ela piora com o tempo e muitas doenças crônicas não têm cura. Esses problemas de saúde precisam ser gerenciados e os sintomas podem ser regulados para tornar o dia-a-dia mais simples e um pouco mais conveniente. Oito em cada dez pessoas com mais de cinquenta anos têm mais do que uma doença crônica.

Os problemas crônicos mais comuns são diabetes, pressão alta e doenças cardíacas. As pessoas idosas são diagnosticadas com diabetes tipo 2. Este tipo de diabetes é causado pela depleção na secreção de insulina ou pela resistência ao hormônio que supostamente quebra o açúcar no sangue e ajuda a sua absorção pelas células. Diabetes é uma doença do estilo de vida. Pode ser gerenciado, mas não totalmente curado. A hipertensão arterial também precisa ser gerenciada. Existem muitas causas potenciais de pressão alta. A doença cardíaca é uma categoria ampla de diferentes tipos de problemas cardiovasculares. Acúmulo de placa nas artérias é a causa mais comum de doença cardíaca em pessoas idosas.

As pessoas idosas são vulneráveis à osteoartrite, osteoporose, doença pulmonar obstrutiva crônica, problemas de visão, perda auditiva parcial ou parcial, problemas urinários, muitas vezes levando à incontinência, aumento da próstata, dor nas costas e outros problemas músculo-esqueléticos, anomalias espinhais, demência e diferentes tipos de câncer. Os jovens também podem ter todos os tipos de câncer, mas os idosos são mais vulneráveis devido ao envelhecimento e seu impacto nas células ou tecidos.

Como lidar com problemas de saúde relacionados com a idade comum
As pessoas mais jovens são mais propensas a se recuperar completamente de várias doenças tratáveis. Os problemas crônicos de saúde e outras condições médicas tornam-se mais complicados em pessoas idosas. Alguém na adolescência ou na adolescência com problemas osteomusculares pode ter esperança de se recuperar completamente, mas uma pessoa na faixa dos cinquenta ou sessenta anos provavelmente terá que conviver com algum desconforto mesmo após um tratamento eficaz. É por isso que os problemas de saúde relacionados com a idade exigem cuidados de longa duração.

As pessoas mais velhas devem receber atenção, médica e emocional, para lidar com seus problemas de saúde. Um dos motivos mais comuns de depressão em idosos é a falta de atenção e cuidado. Não é apenas o atendimento médico essencial. O cuidado familiar também é necessário. Vários estudos têm mostrado que a saúde emocional desempenha um papel vital no bem-estar dos idosos, especialmente quando eles já estão sofrendo de uma ou mais condições médicas.


Medicina Nuclear para Problemas de Saúde em Pessoas acima de 50 anos

A medicina tradicional tem suas limitações. A medicina alternativa ou o que é frequentemente descartado como folclore nem sempre é confiável ou verificável. 

Alguns problemas de saúde em pessoas idosas não podem ser diagnosticados adequadamente. Ciência médica convencional é encontrada em falta. É aqui que a medicina nuclear pode ajudar. A medicina nuclear usa materiais radioativos com a cintilografia, mas em doses muito baixas para fins de imagem. Os diagnósticos podem estudar as funções corporais em nível celular ou molecular.

A medicina nuclear pode efetivamente diagnosticar e ajudar com tratamentos para fluxo sanguíneo deficiente, taxa decrescente de metabolismo, processos de interação de proteínas incluindo síntese, funcionamento de receptores celulares, atividades de neurotransmissores e problemas de saúde comuns como câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas como Alzheimer .

A medicina nuclear está um pouco atolada na regulamentação e há muitos obstáculos para superar, para que milhões de pessoas possam se beneficiar. Segundo o doutor Kléber Leite da cdmcdm.com.br, com mais evidências científicas estabelecendo a eficácia e a segurança da medicina nuclear, talvez as autoridades reguladoras permitam suas aplicações e, se não em pessoas de todas as idades, em idosos acima de cinquenta anos, pelo menos.

Dieta anti-câncer: ela existe?


Hipócrates, considerado o pai da medicina dizia: "que o teu alimento seja o teu remédio e o que o teu remédio seja o teu alimento." Hipócrates viveu na Grécia antiga, entre 460 e 370 antes de Cristo. Será que hoje, quase 2500 anos depois, ainda faz sentido repetir essa frase?

Naquela época se conhecia muito pouco sobre o funcionamento do corpo, tínhamos noções básicas de anatomia, visto que podíamos dissecar o corpo humano. No entanto, não se conhecia muito sobre a fisiologia e funcionamento dos órgãos, muito menos sobre genética, um conhecimento do século passado.
A medicina da Grécia antiga era muito diferente, não havia praticamente nenhum medicamento disponível, e obviamente nenhum exame de imagem ou cirurgia, avanços que começaram a ser utilizados em torno dos anos 1900.

Quando não se tem quase nenhum recurso médico para tratar doenças, restava manipular hábitos do dia a dia na tentativa da melhora da saúde dos pacientes, e a dieta é um dos mais importantes. Fazia sentido.


No século XXI isso ainda faz sentido?

Conforme fomos estudando e conhecendo as causas das doenças foi possível identificar seus fatores de riscos e mecanismos de desenvolvimento. A partir de 1950, depois da descoberta da estrutura do DNA, foi possível estudar seu funcionamento, bem como seu mau funcionamento. A partir de 1970, começaram a ser identificadas mutações, defeitos no DNA, que causam a transformação de uma célula normal em uma célula cancerígena.

A partir daí foi possível focar nas causas destes erros no DNA. Isto permitiu entender quais são os fatores que podem levar ao desenvolvimento de câncer como radiação ionizante, cigarro, agentes químicos, obesidade e outros. Também foi possível identificar os pontos fracos da doença, o que permitiu o desenvolvimento de novos medicamentos.

Conhecendo a biologia do câncer, ficou muito claro que apenas as modificações dos hábitos alimentares seriam incapazes de tratar a doença isoladamente. No entanto, também foi possível identificar que os hábitos alimentares e estilo de vida têm um papel muito importante no desenvolvimento da doença, não só de câncer, como de diabetes, doenças vasculares, doenças cardíacas e outras.
A conclusão é: remédio e comida são coisas diferentes.

Doenças devem ser tratadas com métodos terapêuticos estabelecidos pelo estudo e teste científico. Métodos que sejam comprovadamente eficazes e seguros, mesmo que possam ter efeitos colaterais e desde que estes efeitos seja controláveis.


Então existe não existe uma dieta anti-câncer?

Não! Nenhum alimento específico ou dieta da moda vão interferir nisso: dietas restritivas, jejum intermitente, alimentos "antioxidantes", chás milagrosos, frutas exóticas, cogumelos mágicos, sucos "detox", restrição de açúcar, gordura, proteína, ou qualquer outro que você escutar ou achar em um site de "medicamentos ou curas naturais" (que em geral também vendem estes "medicamentos ou curas naturais"). Nada disso vai ter efeito contra o câncer.

Neste caso, a pessoa em tratamento contra o câncer está liberada para comer qualquer tranqueira que ela queira?

Também não! Embora não exista nenhum alimento capaz de reduzir o câncer, aumentar a imunidade ou plaquetas, hábitos alimentares saudáveis devem fazer parte da vida de todas as pessoas, em todos os momentos.

Uma alimentação balanceada será um aliado fundamental no tratamento. A alimentação e nutrição saudável permitirá a manutenção de um bom peso (nem ganho nem perda), pode ajudar na manutenção da massa muscular, redução de risco no pós operatório, redução de fadiga dentre diversos outros benefícios.

Além disso, a manutenção de um peso saudável e a prática de exercícios físicos podem reduzir a chance de desenvolvimento de câncer em 30% a 40% e podem tornar o tratamento mais bem tolerado e com menos efeitos colaterais.


Se não existe uma dieta anti-câncer, qual é, então, a dieta saudável?
Não há mistério nenhum na alimentação saudável, provavelmente a dieta que a sua avó fazia você comer quando era pequeno(a): grãos integrais, frutas, verduras, legumes, carne preferencialmente branca, reduzir o consumo de carne vermelha e açucares refinados, evitar alimentos processados e defumados e evitar consumo álcool.





Dr. Felipe Ades - médico oncologista do Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas

Conheça as doenças de verão mais comuns


Especialista do Seconci-SP explica como os cuidados com a pele devem ser redobrados nesta época do ano e ajuda a identificar os problemas mais frequentes


Temperaturas elevadas, umidade em excesso, praias e piscinas são alguns dos fatores que contribuem para o surgimento de doenças de pele. As atividades realizadas ao ar livre e o trabalho em lugares a céu aberto aumentam a transpiração e umidade do corpo e, com isso, proliferam irritações provocadas por bactérias, fungos ou parasitas. A dermatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção) Jussara Gasparotto explica quais são os principais problemas que merecem atenção nesta época do ano.

Muito comum no verão, a queimadura solar é uma lesão produzida pela excessiva exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol. Nos quadros de primeiro grau, a pele apresenta vermelhidão e sensibilidade. Já as queimaduras de segundo grau provocam bolhas pelo corpo. "Recomenda-se para aliviar os sintomas, fazer compressas frias, usar creme hidratante ou gel que contenha Aloe Vera, evitar nova exposição ao sol e não puxar a pele que descascar" reforça dra. Jussara.

As acnes e cravos tendem a piorar nestes meses, uma vez que o calor e o suor aumentam a oleosidade do rosto e do corpo. Deste modo, vale ressaltar a importância de utilizar produtos específicos para pele oleosa como, por exemplo, sabonete e protetor solar. "Em geral, estão descritos nas embalagens como oil control ou oil free. Mas, independentemente do tipo de pele, todas as pessoas devem passar protetor solar diariamente no rosto com fator de proteção solar (FPS) de, no mínimo, 30. Profissionais que trabalham em locais abertos e com braços e pernas expostas também devem usar o protetor nestas partes", esclarece a dermatologista.

A micose de praia, também chamada de pano branco, acontece em indivíduos que possuem uma predisposição genética para desenvolver este tipo de patologia. As micoses superficiais, conhecidas como frieiras ou pé de atleta, provocam vermelhidão e coceira entre os dedos dos pés e das mãos. A tinea cruris, originada por fungos, ocorre nas regiões quentes e úmidas, como as virilhas, sendo mais frequente em homens. "De modo geral, as micoses acontecem por meio de fungos. O procedimento para prevenir consiste em manter as regiões lesionadas secas", comenta.

Provocada por uma larva parasita que penetra na pele, o bicho geográfico causa coceira e forma um trajeto similar à imagem de um "mapa" na pele. O agente causador está localizado no intestino de cães e gatos infectados, por isso pode ser encontrado em suas fezes. "Deve-se evitar frequentar praias e locais que animais domésticos frequentam. Normalmente, o tratamento é feito com medicamentos tópicos ou orais", esclarece a médica.

Uma das irritações mais comuns em crianças e bebês, a brotoeja tem como principais indícios erupções, pápulas, manchas vermelhas e coceira. Aconselha-se vestir roupas frescas, frequentar locais arejados e até usar talcos ou farinha de amido de milho. Se não houver melhora, procurar um pediatra ou dermatologista para uma avaliação. Outra enfermidade que tem como fator desencadeante a exposição solar é o melasma, que também pode ser causado por questões de origem hormonal, como uso de anticoncepcional e gravidez. O melasma se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras no rosto.

A foliculite é uma infecção encontrada na raiz do pelo, produzindo lesões similares a espinhas e que pode ser motivada pela falta de hidratação, alto volume de suor e/ou roupas justas. É comum aparecer na região da barba e nuca masculinas e glúteos, axilas e virilhas femininas. "O tratamento inclui roupas mais soltas e com tecidos naturais, como o algodão, e uso de pomadas. Para os homens, deve-se espaçar o ato de fazer a barba para dois ou três dias ou até mesmo realizar o procedimento de depilação a laser", comenta a especialista do Seconci-SP.

A dermatologista faz recomendações para a prevenção de doenças dermatológicas: "usar óculos de sol, protetor solar, roupas frescas e claras, tomar bastante água, não se expor ao sol das 11h às 16h durante o horário de verão, evitar perfume e maquiagem durante o banho de sol, trocar as meias diariamente, guardar os calçados em local arejado e realizar um rodízio de sapatos para não repetir os mesmos todos os dias".

O quadro de médicos do Seconci-SP conta com dermatologistas que podem orientar seus associados e familiares sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento adequado de problemas relacionadas à pele.

Janeiro branco: precisamos falar sobre a depressão pós-parto


 O mal, que afeta entre 10% e 15% das mulheres, pode iniciar-se no puerpério ou em até um ano depois do parto e tem níveis diversos de complexidade. O ginecologista e a família da mulher são elementos fundamentais no tratamento dela    


Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligadas ao tema. Uma das questões mais presentes na vida da mulher, relacionadas à saúde mental, é a depressão pós-parto. “Em geral, não se fala muito sobre o assunto, por desconhecimento e até preconceito.

Depressão pós-parto é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê.

As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher. Mas, existem casos que são apenas emocionais, principalmente nas pacientes que já apresentaram alguma depressão antes ou durante a gravidez ou naquelas que, por fatores diversos, como idade (muito novas ou mais velhas), condição sócio-econômica-cultural. “Uma paciente em condição financeira prejudicada ou de família desestruturada pode apresentar depressão pós-parto sem causas fisiológicas, sendo um estado puramente emocional. De qualquer maneira, seja o problema físico ou emocional, ele deve ser tratado imediatamente”, alerta a Dra. Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista.

Ela explica que a depressão pós-parto pode ter, como uma das principais características, a rejeição ao bebê, mas, pode se apresentar em níveis diferentes. “Existe um quadro chamado de Baby Blues, caracterizado por melancolia, sensibilidade amplificada e insegurança que chegam de repente, mas, que não causam tristeza no puerpério. Esse quadro tende a passar logo, sem a necessidade de intervenção médica. Mas, se os sintomas perdurarem mais do que 30 dias ou forem muito intensos, é importante procurar o médico. Consideramos um sintoma clássico da depressão instalada a rejeição ao bebê, mas, o diagnóstico só pode ser realizado pelo ginecologista ou psiquiatra e tratado por ambos”, explica Mariana.

Entre 10% e 15% das mulheres passam pela depressão pós-parto. A duração do quadro depende muito da resposta da paciente à medicação. “Algumas melhoram imediatamente, mas, em casos graves, exige-se até mesmo a internação. O tratamento é feito com medicação e terapia”, ensina.

Mariana Rosário entende que o apoio familiar é fundamental nos casos depressivos no puerpério. “É preciso entender que a mulher não escolheu estar nesta situação. Ela precisa de carinho e compreensão para superar o momento – e julgamentos só pioram a depressão”, diz a médica.

Ela finaliza tranquilizando as gestantes: “Não é preciso ter medo de uma depressão aparecer, porque existe tratamento para o problema. Fazer um pré-natal completo, ter uma gravidez tranquila, cuidando da saúde e praticando atividade física são as melhores formas de prevenir-se do problema, mas, se ele se manifestar, procure imediatamente apoio médico”.






Dra. Mariana Rosário – Ginecologista, Obstetra e Mastologista. CRM- SP: 127087. RQE Masto: 42874. RQE GO: 71979. Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), em 2006, a Dra. Mariana Rosário possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo. Possui vasta experiência em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, tanto em Clínica Médica como em Cirurgia Oncoplástica. Realiza cursos e workshops de Saúde da Mulher, bem como trabalhos voluntários de preparação de gestantes, orientação de adolescentes e prevenção de DST´s. Participou de inúmeros trabalhos ligados à saúde feminina nas mais variadas fases da vida e atua ativamente em programas que visam ao aprimoramento científico. Atualiza-se por meio da participação em cursos, seminários e congressos nacionais e internacionais e produz conteúdo científico para produções acadêmicas.

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