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quarta-feira, 14 de março de 2018

Em São Paulo, mais da metade dos adolescentes precisam se vacinar contra HPV e meningite



O alerta é do Ministério da Saúde, que lançou nova campanha publicitária para aumentar a cobertura vacinal no país. Atualmente, em São Paulo, 49,9% das meninas e 36,7% dos meninos foram imunizados contra o HPV 


O Ministério da Saúde está convocando adolescentes de todo país para se vacinarem contra HPV (Papiloma Vírus Humano) e meningite. A preocupação da Pasta é com as baixas coberturas vacinais em todos os estados da federação. Em São Paulo, desde a incorporação da vacina HPV no Calendário Nacional, a cobertura com as duas doses é de 49,9% entre meninas de 9 a 14 anos e 36,7%entre os meninos de 12 e 13 anos, com a primeira dose. Devem se vacinar contra meningite os adolescentes de 12 e 13 anos.

Na nova Campanha Publicitária de Mobilização e Comunicação para a Vacinação do Adolescente contra HPV e Meningites, o Ministério da Saúde convoca 10 milhões de adolescentes de todo o país para atualizarem suas cadernetas de vacinação. Deverão ser vacinadas contra o HPV, meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Neste ano, o Ministério da Saúde está ampliando a faixa etária da vacina meningite C, que agora passa a ser 11 a 14 anos de idade. No ano passado, estavam sendo vacinados contra a doença meninas e meninas de 12 a 13 anos.

“Esta campanha está completamente de acordo com a mudança de foco que estamos implantando no Ministério da Saúde, que é priorizar a prevenção. Estamos investindo na prevenção para evitar que as pessoas fiquem doentes”, explicou o ministro Ricardo Barros.
A campanha publicitária será veiculada no período de 13 a 30 de março e traz o slogan “Não perca a nova temporada de Vacinação contra a meningite C e o HPV”, e utiliza a linguagem das séries famosas de TV para aproximar dos adolescentes.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, lembra que as vacinas contra o HPV e a meningocócica C fazem parte do calendário de rotina disponível nas unidades do SUS. “É importante ressaltar que é uma campanha informativa, de esclarecimento e não uma campanha de vacinas. É importante para alertar sobre a necessidade da vacinação, esclarecendo o que é mito e boato, e informações verdadeiras, baseadas em estudos científicos”, observou a coordenadora.


HPV – No Brasil, 4,9 milhões de meninas procuraram as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 48,7% na faixa etária de 9 a 14 anos. Já com a primeira dose, foram vacinadas 8 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 79,2%. Entre os meninos, 1,6 milhões foram vacinados com a primeira dose, o que representa 43,8% do público alvo. A Pasta alerta que a cobertura vacinal só está completa com as duas doses. Para este ano, foram adquiridas 14 milhões de doses da vacina contra HPV.

Segundo estudo realizado pelo projeto POP-Brasil em 2017, a prevalência estimada do HPV no Brasil é de 54,3 %. O estudo entrevistou 7.586 pessoas nas capitais do país. Os dados da pesquisa mostram que 37,6 % dos participantes apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A vacina contra o HPV previne contra diversos tipos de cânceres. No Brasil, são estimados 16 mil casos de câncer de colo do útero por ano e 5 mil óbitos de mulheres devido à doença. Mais de 90% dos casos de câncer anal e 63% dos cânceres de pênis são atribuíveis à infecção pelo HPV, principalmente pelo subtipo 16.


MENINGOCÓCICA C – Desde ano passado, já foram vacinados 32% do público-alvo da campanha. Para este ano, foram adquiridas 15 milhões de doses da vacina contra meninigite. O esquema vacinal para esse público será de um reforço ou uma dose única, conforme a situação vacinal.  A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público-alvo da campanha. Além de proporcionar proteção, a ampliação alcançará o efeito da imunidade de rebanho, ou seja, a proteção indireta das pessoas não vacinadas.


VACINAÇÃO NAS ESCOLAS – A participação das escolas é fundamental para reforçar a adesão dos adolescentes à vacinação potencializando, desta forma, a imunização. Por isso, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação tem promovido a vacinação nas escolas, dentro do Programa Saúde na Escola. “Com a publicação da portaria que incluiu a vacinação no Programa Saúde na Escola, agora temos os marcos legais e a garantia institucional para levar a prevenção e à saúde às escolas brasileiras. Nesta campanha, vamos pedir ao MEC que solicite às escolas o envio ao Ministério da Saúde da programação de vacinação em cada unidade escolar”, explicou o ministro.




Nivaldo Coelho
Agência Saúde

Por dentro do bilionário mercado de imagens de satélites e aerofotos


Segundo um estudo divulgado recentemente, o mercado de Observação da Terra pode alcançar até 15 bilhões de euros dentro de 10 anos. Por sua vez, um relatório afirma que o tamanho do mercado global de imageamento aéreo deverá chegar a 3,2 bilhões de Euros em 2023. Já os drones têm potencial para chegar a 127 bilhões de Dólares. Entenda as diferenças e o potencial de aplicações


De acordo com a 10ª edição do relatório da Euroconsult [www.euroconsult-ec.com/shop/earth-observation-rpas/97-satellite-based-earth-observation-market-prospects-to-2026.html] sobre o mercado de Observação da Terra baseada em satélites, os dados e serviços desse setor deverão chegar a 8,5 bilhões de euros até 2026, com base na trajetória atual de crescimento, e até mesmo a 15 bilhões em um cenário alternativo.

Esta opção mais otimista considera as implicações de novas soluções que abram mercados futuros e ainda inexplorados. Ainda, avanços em inteligência artificial e deep learning deverão beneficiar o setor, possibilitando novas soluções baseadas em detecção e análises de mudanças (change-detection).

Segundo o estudo, os fatores que geram crescimento no setor são diferentes para dados e serviços. A área de Defesa ainda domina o mercado de dados comerciais, sendo responsável por compras que superam 1 bilhão, mais especificamente de imagens de altíssima resolução e alta acurácia no posicionamento.

Os mercados para serviços de valor agregado às imagens que continuarão em alta serão os de infraestrutura e monitoramento de recursos naturais, no entanto, muitas vezes são usadas soluções de baixo custo ou até mesmo gratuitas nessas áreas.

Tanto os operadores de satélites como os fornecedores de serviços estão criando algoritmos para detectar mudanças a partir de dados de múltiplas fontes, com objetivo de encontrar padrões e criar análises preditivas. Ainda, trazer dados coletados com maior frequência para estes modelos de análises – também conhecido como Big Data – vai estimular ainda mais o desenvolvimento do setor, com potencial de criar novos serviços.

A Euroconsult identificou aproximadamente 20 companhias que anunciaram intenções de desenvolver constelações de satélites de baixo custo para coleta de dados com alta taxa de revisita, baseados em tecnologias smallsat ou cubesat. Em 2017, estes novos operadores atraíram mais de 600 milhões em venture capital para financiar suas iniciativas.

Por outro lado, uma forte competição é esperada entre os fornecedores de dados, já que as companhias devem cada vez mais mostrar diferenciais e oferecer soluções inovadoras ao mercado. A consolidação dos grandes grupos (MDA / DigitalGlobe, OmniEarth / EagleView, Terra Bella / Planet) deverá trazer um refinamento nos modelos de negócios e continuar gerando altos investimentos. A DigitalGlobe, por exemplo, está planejando o lançamento de uma constelação de satélites de baixo custo (Legion), enquanto a Airbus está desenvolvendo seu próprio sistema óptico de altíssima resolução (VHR).

Os números deste setor impressionam: de 2007 a 2016 foram lançados 181 veículos de observação da Terra, enquanto na próxima década são esperados 600 lançamentos de aproximadamente 50 países.



Aerofotogrametria

O relatório Global Aerial Imaging Market Analysis (2017-2023) [www.researchandmarkets.com/research/856hgw/global_aerial], divulgado recentemente, afirma que o tamanho do mercado global de imageamento aéreo deverá chegar a 3,2 bilhões de Euros em 2023, com uma taxa de crescimento anual estimada em 13% no período.

Imagens aéreas ajudam a realizar medidas e capturar dados sobre o uso e ocupação do solo através de plataformas remotas, sem necessidade de contato direto com a superfície.

Sensores embarcados em diversos veículos – tais como helicópteros, aviões, balões e drones – são usados para esse tipo de coleta remota de informações. Com aplicações em diferentes indústrias, o imageamento aéreo está presente, hoje, desde a engenharia civil até a agricultura.

De acordo com o relatório, as imagens de satélites podem restringir o crescimento deste mercado por serem vistas como uma opção para algumas aplicações, devido ao seu avanço em resolução espacial, espectral, radiométrica e temporal.

Segundo a pesquisa, tecnologias avançadas como os Sistemas de Informação Geográfica (GIS, na sigla em inglês), sistemas lidar (medição a laser) e câmeras de visão em 360 graus podem ser oportunidades no mercado de Aerofotogrametria.

Dentre as empresas mencionadas no relatório, estão Blom ASA, Fugro, EagleView Technology Corporation, Digital Aerial Solutions, Cooper Aerial Surveys, Landiscor Real Estate Mapping, Kucera International, John Deere Agri Services / GeoVantage e High Eye Aerial Imaging.




Drones

Não existem muitas fontes com números consolidados sobre o mercado de drones. Um estudo da Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial (SDCI) em parceria com a Directorate-General for Mobility and Transport (DG MOVE) [www.mdic.gov.br/images/publicacao_DRONES-20161130-20012017-web.pdf] abordou temas específicos da indústria de drones desenvolvida no Brasil e na União Europeia, a fim de identificar pontos de complementariedade entre as duas regiões e analisar especificidades do panorama comercial e ambiente regulatório do setor.

Já o relatório Clarity from above [www.pwc.pl/pl/pdf/clarity-from-above-pwc.pdf], da PwC, revelou que o mercado global de Drones pode chegar a 127 bilhões de dólares, ou seja, muito mais do que o de Aerofotogrametria publicado recentemente. Para chegar a este valor, a PwC usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas e órgãos públicos que poderão ser substituídos, em um futuro muito próximo, pela tecnologia dos Drones.

Imagens de satélites, aviões, drones, topografia tradicional: independentemente da plataforma para coleta de dados, quando estas tecnologias são utilizadas de forma complementar, podem trazer aumento de produtividade e diminuição de custos. Cabe aos profissionais identificarem quando, como, onde e porque utilizar cada uma delas.



Números do mercado brasileiro

O estudo de mercado mais “recente” no Brasil é de 2008, feito pela empresa Intare Consultoria em Gestão da Informação [http://mundogeo.com/blog/2008/03/31/por-dentro-do-mercado-2/].

Com um crescimento de 9% entre 2006 e 2007, e de 20% estimado para aquele ano, o dimensionamento do mercado potencial de geotecnologia no Brasil para 2008 era de 619 milhões de reais, considerado o conjunto dos componentes Dados, Softwares e Serviços.

O gráfico a seguir apresenta o dimensionamento do mercado brasileiro para o período 2006-2008, em milhões de reais: http://mundogeo.com/geodrops/files/2017/08/dimensionamento-do-mercado-brasileiro-de-gis.gif. Já a figura a seguir ilustra o panorama do mercado, por tipo de solução, conforme os tipos definidos anteriormente: http://mundogeo.com/geodrops/files/2017/08/panorama-do-mercado-de-gis-por-tipo-de-solu%C3%A7%C3%A3o.gif.



Geo no Agronegócio Inteligente

Internet das Coisas, Drones, Realidade Virtual, Machine Learning, Big Data: estes termos, que há pouco tempo poderiam parecer de filmes de ficção científica, já estão integrados ao dia-a-dia do campo, nas fazendas mais conectadas. Tecnologias disruptivas na agricultura estão revolucionando digitalmente o campo, e isto é só o começo…

O setor de Agronegócio está passando por um salto evolutivo, através do movimento AgTech. Para impulsionar essa transformação digital no campo, está em expansão um imenso ecossistema formado por empreendedores, investidores, aceleradoras, fundos de investimento…

No Brasil e no mundo, empresas dos setores de geotecnologia e drones estão pegando carona no movimento AgTech, já que estas tecnologias têm diversas aplicações no Agronegócio, desde o mapeamento até a pulverização.

E o uso de Geo no campo recebeu um impulso por parte do setor financeiro, quando o Banco Central lançou a Resolução 4.427, em 2015, que obriga instituições bancárias a usarem GIS e sensoriamento remoto para fiscalização de operações de crédito agrícola.

Através da convivência otimizada de redes 4G, Wi-Fi, GPS, além de softwares de GIS integrados a sistemas de gestão e imagens de drones, aviões e satélites, o gestor rural que experimentar toda essa “fartura” de tecnologias vai perceber claramente que sua propriedade deu um salto de conectividade, informação e negócios. Neste seminário Geo no Agronegócio Inteligente, que será realizado no dia 17 de maio em São Paulo (SP) no MundoGEO#Connect 2018, produtores e usuários de dados neste setor apresentarão resultados e demonstrarão o potencial do uso da geoinformação no Agronegócio.

Programação completa de cursos e seminários do MundoGEO#Connect: http://mundogeoconnect.com/2018/programacao.




Câmeras inteligentes: Kaspersky Lab descobre falhas graves que poderiam transformá-las em instrumentos de vigilância



Os pesquisadores da Kaspersky Lab descobriram várias vulnerabilidades de segurança em câmeras inteligentes populares usadas frequentemente para monitorar bebês ou para a vigilância interna de residências e escritórios. De acordo com a pesquisa, essas falhas poderiam permitir que os invasores acessassem os feeds de áudio e vídeo das câmeras, desativassem os dispositivos, executassem código malicioso arbitrário neles e fizessem muitas outras coisas, tudo remotamente. 

As câmeras inteligentes modernas contêm muitas funções avançadas, proporcionando diversas oportunidades para os usuários: as pessoas podem usá-las como monitores infantis sofisticados ou em sistemas de vigilância para identificar invasores quando não há ninguém em casa ou no escritório. Mas, será que essas câmeras são estruturalmente seguras? E se uma câmera inteligente começasse a vigiar você, em vez de vigiar a sua casa?

Análises anteriores realizadas por muitos outros pesquisadores de segurança mostraram que, em geral, as câmeras inteligentes tendem a conter vulnerabilidades de segurança com diversos níveis de gravidade. No entanto, na pesquisa mais recente, os especialistas da Kaspersky Lab descobriram algo incomum: não apenas uma, mas toda uma série de câmeras inteligentes era vulnerável a vários ataques remotos graves. Isso ocorreu devido a um design inseguro no sistema de nuvem e backbone das câmeras, inicialmente criado para permitir que os proprietários dessas câmeras acessem ao vídeo de seus dispositivos remotamente.

Explorando essas vulnerabilidades, usuários mal-intencionados poderiam executar os seguintes ataques:

• Acessar os feeds de áudio e vídeo de qualquer câmera conectada ao serviço de nuvem vulnerável; 

• Obter acesso remoto à raiz de uma câmera e usá-la como ponto de entrada para ataques sobre outros dispositivos em redes locais e externas;

• Carregar e executar remotamente código malicioso arbitrário nas câmeras;

• Roubar informações pessoais, como as contas dos usuários nas redes sociais e dados pessoais usadas para enviar notificações para os usuários;

• “Travar” câmeras vulneráveis remotamente.

Após a descoberta, os pesquisadores da Kaspersky Lab contataram e informaram a Hanwha Techwin, fabricante das câmeras afetadas, sobre as vulnerabilidades. No momento da publicação, algumas vulnerabilidades já haviam sido corrigidas, e as restantes devem ser completamente corrigidas em breve, de acordo com o fabricante.

Todos esses ataques eram possíveis porque, segundo as conclusões dos especialistas, a maneira como as câmeras interagem com o serviço de nuvem não é seguro e está aberto a interferências relativamente fáceis. Eles também descobriram que a própria arquitetura do serviço de nuvem é vulnerável a interferências externas.

É importante observar que esses ataques só eram possíveis se os invasores conhecessem o número de série da câmera. Porém, é relativamente fácil descobrir como os números de série são gerados por meio de ataques simples de força bruta: o sistema de registro da câmera não tinha proteção contra esse tipo de ataques.

Durante sua pesquisa, os especialistas da Kaspersky Lab conseguiram identificar quase 2.000 câmeras vulneráveis trabalhando online, mas apenas câmeras que tinham seu próprio endereço IP e, portanto, estavam diretamente disponíveis pela Internet. O número real de dispositivos vulneráveis colocados atrás de roteadores e firewalls poderia ser inúmeras vezes maior. 




Além disso, os pesquisadores descobriram uma funcionalidade não documentada que poderia ser usada pelo fabricante para fins de teste final de produção. Contudo, ao mesmo tempo, criminosos poderiam usar essa passagem oculta para enviar sinais incorretos para qualquer câmera ou para alterar um comando já enviado a ela. Além disso, descobriu-se que o próprio recurso era vulnerável. Ele pode ser explorado adicionalmente por meio do estouro de buffer e, possivelmente, levar ao desligamento da câmera. O fornecedor corrigiu o problema e removeu esse recurso.

O problema com a segurança atual de dispositivos da IoT é que tanto clientes quanto fornecedores acham incorretamente que, se você colocar o dispositivo dentro de sua rede e separá-lo da amplidão da Internet com a ajuda de um roteador, resolverá a maioria dos problemas de segurança ou, pelo menos, reduzirá significativamente a gravidade dos problemas existentes. Em muitos casos, isso é correto: antes de explorar problemas de segurança em dispositivos dentro da rede visada, alguém precisaria obter acesso ao roteador. No entanto, nossa pesquisa mostra que esse pode não ser o caso, pois as câmeras que investigamos conseguiam falar com o mundo externo somente por meio de um serviço de nuvem que era totalmente vulnerável”, disse Vladimir Dashchenko, chefe do Grupo de Pesquisa de Vulnerabilidades da ICS CERT da Kaspersky Lab.

O interessante é que, além dos vetores de ataque descritos anteriormente, como as infecções por malware e botnets, descobrimos que as câmeras também poderiam ser usadas para mineração de criptomoedas. E isso está se tornando uma das principais ameaças de segurança para as empresas, uma vez que a mineração da IoT é uma tendência emergente por conta do aumento da prevalência dos dispositivos da IoT e ela continuará crescendo”, acrescentou.  

 
Declaração do fabricante Hanwha Techwin 
 
A segurança de nossos clientes é a maior prioridade para nós. Já corrigimos as vulnerabilidades da câmera, incluindo o upload remoto e a execução de códigos maliciosos arbitrários. Nós lançamos o firmware atualizado disponível para todos os nossos usuários. Algumas vulnerabilidades relacionadas à nuvem foram reconhecidas e serão corrigidas em breve.

Para ficar protegido, a Kaspersky Lab recomenda aos usuários:

Sempre mude a senha padrão. Use uma senha complexa e não se esqueça de atualizá-la regularmente;

Preste muita atenção aos problemas de segurança de dispositivos conectados antes de comprar mais um dispositivo inteligente para sua casa ou escritório. Em geral, as informações sobre vulnerabilidades descobertas e corrigidas estão disponíveis on-line e são fáceis de encontrar. 


A Kaspersky Lab incentiva os fabricantes a reforçar sua cibersegurança e enfatiza a importância de conhecer e avaliar corretamente os riscos de ameaças, além de desenvolver um ambiente estruturalmente seguro. Nossa empresa colabora ativamente com fornecedores e divulga as vulnerabilidades descobertas de maneira apropriada. 








Kaspersky Lab


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