Intermediação de venda digital permite que proprietário continue usando o automóvel enquanto especialistas cuidam do anúncio, dos interessados e da negociação
Vender
um carro pode ser quase tão trabalhoso quanto comprar um. É preciso definir o
preço, tirar fotos, publicar o anúncio, responder mensagens, filtrar interessados,
marcar visitas e ainda tomar cuidado com golpes. E existe outro detalhe:
durante todo esse processo, muita gente não quer ficar sem o próprio veículo.
Para
quem depende do carro no dia a dia, a intermediação de vendas online surge como
uma alternativa. Nesse modelo, em vez de deixar o automóvel em uma loja ou
pátio, o proprietário pode continuar utilizando o veículo enquanto uma
plataforma especializada cuida da divulgação e da intermediação da venda.
A
solução conversa com um hábito comum entre os brasileiros. Uma pesquisa da
Serasa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, aponta que 62% dos
brasileiros utilizam o carro diariamente, enquanto 98% afirmam usar o veículo
pelo menos uma vez por semana.
“Para
quem depende do carro para trabalhar, levar os filhos à escola ou simplesmente
se deslocar pela cidade, deixar o veículo parado durante semanas pode ser um
problema. A proposta da consignação digital é justamente organizar a venda sem
que o proprietário precise abrir mão do carro enquanto procura um comprador”,
explica Alan Ladeia, CEO da Carflix.
Mas
como funciona? Confira cinco pontos que podem facilitar a venda:
1. Você continua usando o carro enquanto ele está à venda- Uma das principais diferenças em relação à
intermediação tradicional é que o veículo não precisa ficar parado em uma loja
ou pátio. O proprietário continua usando o carro normalmente e o apresenta
presencialmente quando existe um interessado que avançou na negociação. Para
quem utiliza o automóvel todos os dias, isso significa não precisar alterar a
rotina apenas porque decidiu colocá-lo à venda.
2. O anúncio
pode chegar a compradores de diferentes lugares- Quando o carro é anunciado apenas em uma loja
física, a exposição pode ficar limitada ao público que circula por aquele
estabelecimento ou região. No ambiente digital, o anúncio pode alcançar uma
quantidade maior de potenciais compradores, ampliando as possibilidades de
encontrar alguém interessado justamente naquele modelo, versão, ano e faixa de
preço.
3. Seu WhatsApp não precisa ficar exposto para todo mundo- Quem
já anunciou um carro na internet provavelmente conhece a situação: mensagens de pessoas que perguntam apenas
“menor preço?”, propostas muito abaixo do valor anunciado e contatos que
desaparecem depois de algumas perguntas. Na intermediação online, o contato
inicial pode ser concentrado na plataforma. Assim, o proprietário não precisa
divulgar o próprio telefone no anúncio e conta com uma triagem dos interessados
ao longo da negociação.
4. O preço não precisa ser definido olhando apenas a Tabela FIPE- A
tabela FIPE é uma das principais referências utilizadas pelos consumidores, mas
não representa necessariamente o preço pelo qual determinado veículo será
vendido.
5. O proprietário não precisa negociar com dezenas de desconhecidos- Responder
mensagens, tirar dúvidas, marcar visitas e identificar quem realmente tem
intenção de comprar pode consumir tempo, principalmente quando o anúncio recebe
muitos contatos. Na intermediação digital, essas etapas podem ser acompanhadas
por especialistas, que ajudam a organizar as conversas e conduzir o interessado
até as próximas fases da negociação.
Modelo,
ano, versão, quilometragem, estado de conservação, região e procura por aquele
automóvel são alguns dos fatores que podem influenciar a precificação. “Preço é
um dos pontos mais sensíveis de uma venda. Colocar um valor muito acima do
mercado pode afastar compradores; por outro lado, anunciar muito abaixo
significa abrir mão de parte do valor do veículo. A análise de mercado ajuda a
encontrar uma estratégia mais adequada para aquele carro e para o momento da
venda”, afirma Alan.
Para mais
informações confira o blog da Carflix: Link

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