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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Cinco motivos para o varejo não relaxar na segurança pós-Natal

A menor circulação de clientes nas lojas e pessoas no entorno reduz o número de "olhos atentos", criando um ambiente mais favorável para ações oportunistas, furtos, invasões e falhas operacionais 

 

O período de final de ano exige atenção redobrada do varejo quando o assunto é segurança e prevenção de perdas. Embora o Natal e o Réveillon sejam tradicionalmente associados a picos de vendas, há também momentos marcados pela redução do fluxo de pessoas, especialmente entre as festas, quando muitos consumidores viajam ou aproveitam o período de início de férias. Essa diminuição no movimento, segundo Rafael Bernardini, CEO da Sekron Digital (https://sekrondigital.com.br), referência em soluções de segurança eletrônica e prevenção de perdas no varejo, pode gerar uma sensação equivocada de segurança, levando lojistas e equipes a relaxarem protocolos justamente quando os riscos permanecem elevados. 

Com lojas mais vazias e rotinas mais previsíveis, a vigilância natural diminui. A menor circulação de clientes e pessoas no entorno reduz o número de “olhos atentos”, criando um ambiente mais favorável para ações oportunistas, furtos, invasões e falhas operacionais. Além disso, o período costuma coincidir com equipes desfalcadas, seja por férias ou escalas reduzidas, o que impacta diretamente a capacidade de monitoramento constante. 

Diante desse cenário, estar atento e investir em proteção eletrônica deixou de ser apenas uma medida preventiva para se tornar uma decisão estratégica. É nesse contexto que a Sekron Digital vem se destacando com resultados consistentes em projetos voltados ao setor varejista. Clientes da empresa têm registrado reduções entre 20% e 30% nas perdas, resultado direto da implementação de tecnologias avançadas, como câmeras integradas à inteligência artificial. 

No centro dessa estratégia está o Sekron Online, painel exclusivo de monitoramento que fornece dados e imagens ao vivo, permitindo que gestores tenham visão total do que acontece em suas dependências, de qualquer lugar e a qualquer momento. O dashboard reúne indicadores estratégicos que auxiliam na tomada de decisão rápida, mesmo nos períodos de menor presença física nas lojas. 

Rafael Bernardini dá cinco motivos para o varejista não abrir mão do monitoramento no período pós-Natal.

 

  1. Falsa sensação de segurança com menor fluxo de pessoas

Durante o final de ano, especialmente entre o Natal e o Réveillon, muitas cidades registram queda na circulação de pessoas em determinados horários e dias, já que parte dos consumidores viaja ou aproveita o período de férias. Esse cenário cria uma sensação enganosa de tranquilidade, levando gestores e equipes a relaxarem protocolos de segurança e prevenção de perdas.

 

  1. Lojas mais vazias se tornam alvos mais previsíveis

Com menos clientes no ambiente, o varejo passa a operar com rotinas mais previsíveis, horários reduzidos e equipes enxutas. Esse padrão facilita a ação criminosa, que se aproveita da menor vigilância e da redução da atenção humana.

 

  1. Equipes desfalcadas e atenção dividida

Férias, revezamentos e afastamentos típicos do período impactam diretamente o efetivo de segurança e operação. Com menos profissionais atentos no dia a dia, aumentam as chances de falhas no monitoramento, atrasos na identificação de incidentes e respostas menos eficazes.

 

  1. Menor vigilância natural no entorno

A redução do fluxo não ocorre apenas dentro das lojas, mas também no entorno — estacionamentos, ruas comerciais e centros empresariais. Menos circulação significa menos “olhos atentos”, o que favorece furtos, arrombamentos e invasões fora do horário comercial.

 

  1. Crimes oportunistas crescem com menor movimento

Criminosos tendem a agir justamente quando percebem queda na vigilância e no fluxo de pessoas. Ambientes mais vazios e silenciosos oferecem menor risco de exposição, tornando-se alvos preferenciais para ações rápidas e planejadas. 

Como diz Bernardini, o final de ano exige atenção redobrada, não apenas nos dias de pico, mas também nos períodos de menor movimento. A sensação de segurança provocada por lojas mais vazias pode ser perigosa. “É justamente nesses momentos que a tecnologia de monitoramento inteligente se torna essencial, garantindo vigilância contínua, padronização dos protocolos e resposta rápida — independentemente da presença humana”, afirma o executivo.

  

SEKRON DIGITAL
https://sekrondigital.com.br


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